sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Ano Novo: Qual a visão correta do futuro?

Um novo ano se inicia, o futuro se torna presente e uma pergunta vem à minha mente:


Como devo viver estes 365 dias que virão?


Com qual motivação devo planejar, agir e reagir?


Para responder a estas perguntas desejo destacar dois elementos inseparáveis, o realismo e a esperança.

Para muitos, o realismo da vida e das pessoas os leva à desesperança.


A esperança, para outros, é quase sempre irrealista.


"Mas a esperança volta quando penso no seguinte: O amor do Deus Eterno não se acaba, e a sua bondade não tem fim."
Lamentações de Jeremias, capítulo 3, versos 21 e 22. O profeta Jeremias, no texto acima, nos ensina como devemos olhar para o dia de amanhã. Notem como ele é ao mesmo tempo honestamente realista e autenticamente esperançoso!


Ainda que ele escrevesse toda ruína e angústia da situação do seu povo e de Jerusalém, ele também focaliza a sua mente na bondade do Deus Eterno. Sem fechar os olhos para aquilo que estava ruim e errado, ele projeta seu olhar para aquilo que Deus pode fazer e transformar.


Ele baseia sua esperança no Senhor. "Deus é tudo o que tenho; por isso confio nele." Ele reconhece que Deus é bom para com os que o buscam e nele esperam.


Assim devemos olhar o futuro, sabendo que o realismo nos permite fazer uma avaliação honesta daquilo que precisamos entregar e corrigir e também capacita-nos a descansar com confiança e esperança no poder do Deus Eterno.


L. Roberto Silvado


Por Lidiomar


Graça e Paz

Desanimado??? Ponha um tubarão no seu tanque!!!

Os japoneses sempre gostaram de peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.


Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.

Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.

Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.

Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista.

Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.

"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

E aplique isto na sua vida cristã, lendo a bíblia, jejuando, orando, fazendo listas de objetivos para serem apresentados a Deus, buscando junto ao Senhor Jesus um novo desafio. Erguer uma igreja?! Sustentar um missionário no campo?! Culto evangélico no trabalhou ou na faculdade?! Semeie com oração no Senhor Jesus, que você com certeza colherá frutos maravilhosos. Faça do seu 2011 um ano diferente junto ao Senhor Jesus.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.



Moacir Neto

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A Igreja rumo à maturidade

Warren Wiersbe, insigne comentarista bíblico, diz que o apóstolo Paulo oferece-nos três retratos da igreja em sua Primeira Carta aos Coríntios, capítulo três: a igreja é uma família cujo alvo é a maturidade; a igreja é um campo cujo propósito é a quantidade; e, a igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade. Vamos considerar essas três figuras.

1. A igreja é uma família, cujo alvo é a maturidade (1Co 3.1-5).

Na igreja de Corinto o processo de maturidade espiritual estava atrasado. Os crentes ainda eram crianças em Cristo, imaturos e, estavam bebendo leite, quando deveriam ser pessoas adultas e maduras na fé.

Por serem crianças espirituais estavam andando segundo o homem e criando partidos dentro da igreja, promovendo o culto à personalidade. Na igreja de Corinto havia quatro partidos: o partido de Paulo, de Cefas, de Apolo e de Cristo. Não que esses líderes contribuíssem para essa atitude carnal; ao contrário, combatiam-na com tenacidade.

Um crente imaturo tem sempre a tendência de seguir um líder e tornar-se dependente dele, em vez de ter um relacionamento pessoal com Jesus. Um crente carnal sente-se mais seguro sob a sombra de alguém do que caminhar resoluto com os olhos fitos em Deus.

Um crente carnal é um crente a reboque como Ló; se a corda que o prende a seu líder se romper, ele fica à deriva. Paulo diz que a igreja é uma família, onde essas crianças espirituais precisam crescer rumo à maturidade.

2. A igreja é um campo, cujo propósito é a quantidade (1Co 3.6-9a).

Paulo muda a metáfora da família para o campo e passa da linguagem doméstica para a faina da agricultura. Se o alvo da família é a maturidade, o alvo do campo é a quantidade.

Num contexto de disputas e invejas dentro da igreja, Paulo afirma que um planta, o outro rega, mas o crescimento vem de Deus. Quem deve receber a glória pelos resultados da colheita não é o que planta nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Quem planta ou quem rega, ambos devem ter o mesmo propósito. Eles visam o mesmo resultado.

Por isso, vão receber sua recompensa. Porém, precisamos entender que somos apenas cooperadores de Deus e lavoura de Deus. Ao mesmo tempo em que somos cooperadores de Deus, ou seja, semeadores que cuidam da semente para que ela brote, cresça e tenha condições de frutificar, também, somos a própria lavoura de Deus que deve produzir muito fruto, a fim de que Deus seja glorificado.

3. A igreja é um edifício, cuja finalidade é a qualidade (1Co 3.9b-17).

Ao tratar da igreja, mais uma vez Paulo muda a metáfora. Agora faz uma transição do campo para o edifício, da quantidade para a qualidade. A igreja é um edifício. Esse edifício tem um fundamento, que é Cristo.

Ninguém pode lançar outro fundamento. Edificar nossa vida espiritual sobre outra base é consumada insensatez. É como construir sobre a areia. É construir para o desastre. Sobre o fundamento que é Cristo precisamos construir com materiais nobres e duradouros como ouro, prata e pedras preciosas.

O uso de materiais perecíveis como madeira, palha e feno não suportaria a prova de fogo e o resultado é que essa obra pereceria irremediavelmente. Esse edifício precisa ter qualidade. A vida cristã é uma vida de excelência e não de incúria e descuido espiritual.

Paulo usa esta figura para mostrar que esse edifício é o próprio santuário de Deus, e esse santuário não é um monumento morto, mas um edifício vivo, pois nós somos o santuário de Deus e ele habita em nós. Porque Deus habita em nós, esse santuário é sagrado e não pode ser destruído.

Esse santuário é o nosso corpo e devemos glorificar a Deus nele, sabendo que se nos dedicarmos a uma construção com qualidade receberemos de Deus o galardão.

Pr Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

A Solução Para o Caos

Mesmo que você esteja mergulhado na confusão, na desordem, no vazio e nas trevas, Deus te ama.

Ainda que ninguém, nem mesmo você, dê nada pela sua vida, e que ninguém acredite que haja uma saída para você. Deus o ama.

O criador se interessa por você pelo que é. Além disso, ele conhece o seu ilimitado potencial e quer ajudar a desenvolvê-lo. O Espírito de Deus presta atenção e se move em você. “O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm. 8.26).

O Espírito Santo está aqui, hoje, como estava no início da criação e, Deus quer criar uma vida nova no coração arrasado, uma existência cheia de beleza, diversidade e luz.

O fato de nos sentirmos desorientados e confusos, com tudo em desordem, geralmente provoca uma sensação de grande angústia e ansiedade. Gostamos de ver as coisas em ordem, certinhas, previsíveis, tudo no seu lugar, quando isso não acontece ficamos desesperados. Mas, a desordem nas mãos de Deus, pode gerar grandes mudanças.

A desordem pode representar o fim da linha, a morte de um tipo de vida que não agrada a Deus, nem a nós. Estarmos confusos e aflitos pode ser o indício de que já não sabemos fazer as coisas do nosso jeito; daí, decidimos fazê-las à maneira de Deus.

Nos momentos, em que não sabemos o que fazer, em que não há saída nem perspectiva, temos a possibilidade de nos tornar como barro flexível e maleável nas mãos do oleiro – sem dogmas, projetos, preconceitos, pressupostos ou condições. Então o Senhor pode realizar uma obra profunda e radical em nossa vida. Nesse momento, o caos estéril se transforma em uma porta para fertilidade.

Deus tem uma palavra de cura para todo coração confuso, uma palavra põe fim aos caos que coloca tudo nos seus devidos lugares, que reorienta, redireciona, ilumina e liberta; Deus tem uma palavra para o coração de todos os homens.

Essa Palavra é Cristo “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.1-3). O termo aqui traduzido como verbo é logos, que em grego significa palavra (não um vocábulo, mas uma linguagem que transmite uma idéia, uma mensagem).

Jesus é o logos de Deus, ele é a Palavra encarnada de Deus, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Através dele, Deus fala de maneira mais pessoal, mais íntima, mais poderosa e mais clara que pode existir. Foi Jesus quem deu luz à terra, e é ele quem pode trazer luz à nossa vida.

A sua vida pode ser totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. ”E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co. 5.17)

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Estamos ganhando tempo

Amigos, o que escrever num final de ano que saia do lugar comum?


Como não falar do balanço do período findo e projetar novos propósitos para o seguinte?


Como escapar da constatação de que mais um ano está acabando, que tudo passa rapidamente e nós voamos?


Então, se não há outra coisa que se possa fazer para deter a marcha do tempo, vamos a ela.


Deus é eterno. Para ele não existe passado ou futuro. Ele não precisa de relógio nem de calendário. Sua infinitude descarta o tempo. Nós é que precisamos dele. Não foi por outra razão que ele estabeleceu luzeiros no firmamento, “para fazerem separação entre o dia e a noite, para serem eles para sinais, para estações, para dias e anos” (Gênesis 1.14)).


Estava criado o sistema que usamos até hoje para contar o tempo. Em linguagem leiga, diríamos que uma volta da Terra em torno do seu próprio eixo e temos um dia. É a tal rotação. Uma volta da Terra em torno do Sol e temos um ano. É a abençoada traslação.


De acordo com a inclinação do eixo de rotação da Terra, temos as estações. Que beleza! Não faltei às aulas de Física do Cosenza...


Como não há nada de novo debaixo do sol, tem-se que desde que foram criados, pela Palavra de Deus, estes astros estão em perfeita sincronia. Salvo o dia em que a Terra parou para Josué acabar o serviço que estava fazendo, sempre acontece a mesma coisa.


Todos os dias tem 24 horas, todas as semanas tem 7 dias, todos os meses tem 4 semanas e todos os anos tem 12 meses. Por que, então, a cada fim de ano a gente acha que o tempo está passando mais depressa ou que nosso dia precisaria ter 28 horas?


Pense bem em quantas coisas temos hoje à nossa disposição que supostamente foram criadas para nos permitir economizar um tempo lascado. Alguns de vocês nem se lembram mais disso, mas já houve época em que para fazer uma ligação interurbana era necessário tirar o fone do gancho (meu Deus, o que é isso??), pedir linha para uma telefonista e dizer o número para o qual você queria ligar, em geral composto de 3 dígitos. Se fosse interurbano, você pedia a ligação e esperava algumas horas para que ela fosse completada.


Eu me lembro quando em viagem aos Estados Unidos na década de 90 presenciei pela primeira vez na minha vida uma ligação a um celular, em plena estrada. Parecia ficção científica. Hoje, bem, hoje você não só fala, como faz uma infinidade de coisas com um aparelho celular na mão. Pode fazer tanta coisa que acaba perdendo tempo com uma série de atividades completamente frívolas e sem proveito que servem somente para um coisa: perder tempo. No mínimo paradoxal.


Há não muito tempo atrás, se você quisesse escrever alguma coisa a um amigo, namorada, esposa, se estivesse viajando e quisesse contar como estava o passeio, você teria que sentar, escrever, colocar em um envelope, ir até o correio e enviar. Agora, basta digitar uma frase de 140 caracteres e clicar. Seu amigo recebe vídeo, foto, frases mal escritas, mas frases etc. Muito mais rápido. Mas como isso é tão legal, tão fascinante, tão moderno, acabamos ficando o dia inteiro fazendo e isso. E, para nosso espanto, descobrimos que não temos mais tempo de visitar nossos amigos. No mínimo patético.


Sem contar que houve coisas que criamos para ganhar em tempo que nos fizeram perder em outras coisas. Por exemplo, há algum tempo, se quisesse experimentar uma boa e saudável refeição, teria que usar alimentos frescos e cozinhá-los de maneira relativamente lenta, num fogão de 4 bocas. Claro, isso é coisa definitivamente do passado.


Agora é só abrir um daqueles empanados de frango (que de frango mesmo só tem o nome, as penas, bicos e toda a titica que sobrou depois de retiradas as partes nobres), colocar no microondas e pronto. Ou então ir a uma praça de alimentação e se empanturrar de fast-food, acompanhado de uma bela dose de refrigerante aguado. Engula rápido e volte para o ringue, companheiro.


Você ganhou tempo no almoço, mas para que? No mínimo, doentio.


Se você quisesse fazer amigos, tinha que estar disposto a conhecer pessoas, conviver com elas, descobrir quem elas eram de verdade. Isso levava tempo. Meses, anos, décadas até.


Agora não. Não temos tempo. Tem um jeito mais fácil e rápido. Crie um apelido, esconda sua verdadeira identidade e passe a falar o que vem na sua cabeça.


Dispute ferrenhamente quantos seguidores você tem no Twitter ou quantas visitas foram feitas ao seu blog. Muito mais rápido. Muito mais simples. Muito mais instantâneo. Muitos “amigos virtuais”. Mas para que? No mínimo, preocupante.


O fato concreto é que acabamos ficando escravizados justamente pelas coisas que prometiam nos libertar.


Estamos ganhando tempo enquanto perdemos a vida.


Feliz ano novo.


Autor: Marcos Soares


Por Lidiomar


Graça e Paz

domingo, 26 de dezembro de 2010

A Bênção do Senhor que enriquece e Provisiona o Reino

Muito do ensino religioso sugere que a miséria e a escassez financeira são da vontade de Deus. O povo das igrejas tem sofrido lavagem cerebral para acreditar que a abundância material gera orgulho, que as pessoas espirituais e humildes devem viver em pobreza e que os problemas físicos fortalecem o caráter

O ensino cristão tradicional tem enfatizado a prosperidade de forma negativa, e, os crentes começam a associar pobreza com espiritualidade e riqueza material com impiedade. Isso cria um medo da prosperidade que tem atrapalhado a divulgação do evangelho.

O plano redentor de Deus, entretanto, provê abundantes bênçãos de prosperidade material, sucesso, alegria e realização. “A bênção do Senhor é que enriquece.” (Pv. 10.22). Deus deseja que experimentemos bênçãos materiais, tanto quanto bênçãos espirituais.

O mundo cheio de riquezas materiais que Deus criou ao redor de nós é uma prova que ele deseja abençoar Seus filhos material e fisicamente, tanto quanto espiritualmente.

Você pode imaginar um pai que não deseja bênçãos materiais para seu filho ou filha? Ou que tipo de pai desejaria para seus filhos uma vida de pobreza e miséria? “O Senhor... ama a prosperidade do seu servo.” (Sl. 35.27). “O Senhor mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a mão.” (Dt. 28.8.)

Se puder, Satanás roubará todas as bênçãos redentoras de Deus. Ele faz isso – mentindo, enganando, confundindo com sugestões negativas ou ensino tradicionalista; fazendo-nos olhar para as circunstâncias, ao invés de olhar para a Palavra de Deus; instilando o medo de que, se formos abençoados, nos tornaremos orgulhosos ou arrogantes; e por meio de outras mentiras enganadoras inventadas para roubar, matar e destruir (Jo 10.10) e privar-nos das bênçãos de Deus.

Os crentes são membros da Família Real de Deus. Somos comissionados e recebemos do Senhor (1 Tm. 1.11; 1 Ts. 2.4) a tarefa de pregar o Evangelho a toda a criatura em todo o mundo. (Mc. 16.15).. Isso requer dinheiro.

É por isso que Deus quer que Seus filhos prosperem materialmente na mesma medida em que suas almas prosperam espiritualmente. (3 Jo 2).

Para Deus, as riquezas que Ele criou e colocou aqui no planeta, (Gn 2.9-14), não deveriam ser monopolizadas pelos incrédulos; elas foram criadas para tornar mais fácil ao povo de Deus cumprir a Grande Comissão, como testemunhas de Cristo nesse mundo, usar a riqueza material para cumprir os planos dEle para a humanidade.

Plantamos dinheiro na obra de Deus e Ele, em retorno, nos dá uma colheita de bênçãos materiais. Essa é a lei de Deus de plantar e colher. Não pode falhar.

Devemos nos recusar a dar crédito às evidências contraditórias. Não devemos dar ouvidos a argumentações negativas. Temos que resistir às armadilhas da tradição piedosa que glorifica a pobreza como fonte de humildade. Salomão ensinou: Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares. (Pv. 3-9,10).

É certo que quando as pessoas amam o dinheiro, nunca se fartam (Ecl 5.10).

Devemos entender que o propósito de Deus para as bênçãos materiais é realizar Seus planos para as pessoas. O rico tolo, que desprezou a Deus e ajuntou tesouros para si mesmo, foi condenado; (Lc 12.19-20), assim acontecerá com qualquer pessoa que fizer o mesmo e não é rica para Deus. (Lc. 12.21).

O poder miraculoso de Deus não está limitado apenas a maravilhas espirituais. Ele faz milagres físicos e materiais também.

Deus se revela por seu nome redentor, JEOVÁ-JIRÉH, traduzido, “O SENHOR PROVERÁ”. (Gn. 22.8) Bênção material é uma bênção redentora; Ela foi conquistada em nosso favor e em nosso nome, quando Jesus Cristo morreu como nosso substituto. Por sua graça, Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; Para que pela sua pobreza enriquecêsseis. (II Co. 8.9). Desde que Ele morreu por nós, como não nos dará também com Ele todas as coisas? (Rm 8.32) .

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz




sábado, 25 de dezembro de 2010

Jesus Entende - Texto de Max Lucado

Dia 15 de fevereiro de 1921, em Nova York, numa sala de cirurgia do Hospital Kane Summit, um médico estava executando uma apendicectomia.

Muitas vezes, os eventos que levam a uma cirurgia são rotineiros; o paciente reclama de dores abdominais agudas, o diagnóstico mostra claramente uma inflamação no apêndice. O médico Evan O'Neill Kane estava liderando essa cirurgia. Em sua distinta carreira médica de 37 anos, já tinha realizado quase 4 mil apendicectomias; por conseguinte, essa cirurgia seria mais uma rotineira, exceto por dois motivos.

A primeira novidade dessa operação? O uso de anestesia local na cirurgia principal. O doutor Kane era um combatente dos riscos da anestesia geral. Ele argumentava que uma aplicação local era mais segura. Muitos dos seus colegas concordavam com ele, a princípio, mas para concordarem na prática, teriam de ver a teoria sendo aplicada.

Dr. Kane estava a procura de um voluntário, um paciente que queria se submeter a uma cirurgia sob os efeitos de anestesia local. Não foi fácil encontrar um voluntário; muitas pessoas tremiam só de pensar que estariam conscientes durante a cirurgia. Outras tinham medo de que o efeito da anestesia terminasse logo.

Finalmente, apesar de tudo, Dr. Kane encontrou um candidato. Na terça-feira de manhã, 15 de fevereiro, a histórica operação aconteceu.

O paciente fora preparado e já colocado na sala de operações. Uma anestesia local fora aplicada. Do mesmo modo como já tinha feito milhares de vezes, Dr. Kane cortou os tecidos superficiais e localizou o apêndice, habilidosamente removeu o apêndice e concluiu a cirurgia. Durante o procedimento, o paciente reclamou apenas de desconfortos mínimos.

O voluntário foi levado para o pós-operatório e colocado sob cuidado hospitalar. Ele se recuperou rapidamente e foi dispensado dois dias depois.

Dr. Kane provou sua teoria. Graças à disposição de um voluntário corajoso, Kane demonstrou que a anestesia local era uma alternativa viável e até preferível.

No entanto, eu disse que havia dois fatos que diferenciaram essa cirurgia. Disse que a primeira foi o uso da anestesia local. A segunda foi o paciente: o candidato corajoso para a cirurgia do Dr. Kane foi o próprio Dr. Kane.

Para provar que estava certo, Dr. Kane operou a si mesmo![2]

Sábia decisão. O médico se tornou o paciente de modo a convencer outros pacientes a acreditarem no médico.

Compartilhei essa história com vários profissionais da saúde. Cada um me deu uma resposta: sobrancelhas altas, sorrisos suspeitos e palavras duvidosas: "Não dá para acreditar!"

Talvez não dê mesmo. Mas a história do médico que se tornou seu próprio paciente é poucas vezes comparada com a história do Deus que se tornou humano. Mas Jesus assim o fez para que acreditássemos que o Médico dos médicos sabe dos nossos sofrimentos; ele voluntariamente se tornou um de nós. Ele se colocou em nosso lugar e sofreu nossas dores e medos.

Rejeição? Ele a sentiu. Tentação? Também sabe do que se trata. Solidão? Ele também a experimentou. Morte? Provou dela.

E pressão? Poderia escrever um livro de sucesso sobre o assunto.

Por que fez isso? Por uma única razão: para que quando você sofresse, fosse até ele, seu pai e seu médico, e ele o curasse.

[1] Max Lucado, Deus chegou mais perto (Editora Vida Cristã, São Paulo, 1992), 24.

[2] More of Paul Harvey’s the Rest of the Story, ed. Paul Aurandt (New York: Bantam Books, 1980), 79, 80.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.

Moacir Neto

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

O Nascimento do Rei


O nascimento do Rei chegou. O Natal é uma festa de grande alegria. Traz glória a Deus no céu e alegria na terra entre os homens. O anjo disse aos pastores de Belém: “Não temais, porque vos trago novas de grande alegria para todo o povo; é que hoje na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10,11).


Os céus de Belém se cobriram de anjos e uma música ecoou desde as alturas: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens a quem ele ama” (Lc 2.14). Devemos celebrar o nascimento de Jesus com entusiasmo, com gratidão e com louvor em nossos lábios. O Natal foi planejado na eternidade.

Foi prometido no tempo. Anunciado pelos profetas. Cumprido na plenitude dos tempos. Deus entrou em nossa história, encarnou-se, vestiu a nossa pele e calçou as nossas sandálias. Jesus veio ao mundo não apenas para estar ao nosso lado, mas para ser o nosso substituto. O Rei dos reis fez-se servo. Sendo rico, tornou-se pobre. Sendo santíssimo, fez-se pecado. Sendo o autor da vida, morreu em nosso lugar.

O nascimento do Rei foi um golpe no orgulho dos poderosos. O Rei dos reis não entrou no mundo vestido das glórias celestiais. Ele não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Não pisou tapetes aveludados, mas andou pelas estradas poeirentas da Palestina.


Não usou um cetro de ouro, mas empunhou um cinzel na dura faina de uma carpintaria. Não veio ostentando poder, mas esvaziou-se e tornou-se servo. Não reivindicou seus direitos, mas humilhou-se até a morte e morte de cruz.

O nascimento do Rei aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Deus nos amou não porque merecíamos ser amados. Amou-nos quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Ele amou-nos sendo nós filhos da ira. Amou-nos e deu-nos seu Filho Unigênito. Deu-o como oferta pelo nosso pecado. Entregou-o para ser cuspido pelos homens e ser pregado numa cruz como nosso substituto.


O nascimento do Rei revela que há uma estreita conexão entre a manjedoura e a cruz. O Rei da glória entrou no mundo como o Cordeiro de Deus. Ele nasceu para morrer. Jesus é o nosso Cordeiro Pascal. Ele foi imolado em nosso lugar. Seu sangue foi vertido para expiar os nossos pecados. É pela sua morte que recebemos vida. É pelo seu sacrifício que somos perdoados, remidos e reconciliados com Deus.

O nascimento do Rei abriu-nos o caminho de volta para Deus. Ele mesmo é o caminho do céu. Ele é a porta da glória. Por meio dele temos livre acesso ao Pai e podemos entrar confiadamente na presença daquele que está assentado no trono.


É por meio de Jesus que somos reconciliados com Deus. É por meio de Jesus que recebemos vida em abundância. É por meio de Jesus que somos adotados na família de Deus, somos feitos filhos de Deus, e nos tornamos herdeiros de Deus.


O nascimento do Rei é a festa da vida e da salvação. Precisamos resgatar o verdadeiro sentido do Natal. Precisamos devolver o Natal ao seu verdadeiro dono. Precisamos como os magos do Oriente, ir a Jesus para adorá-lo, depositando a seus pés os nossos melhores tesouros, pois ele é digno de receber toda honra, toda glória e todo o louvor.


Autor: Pr Hernandes Dias Lopes


Graça e Paz


Lidiomar Granatti

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Então é natal!

Um choro de bebê corta a noite escura. É o nascimento mais esperado da História da humanidade.

Um menino nos nasceu. Não apenas a seus pais, mas a todos nós. Um Filho se nos deu, posto que já existia desde a eternidade.

Foi gestado por nove meses no ventre de uma mulher virgem, mas era esperado e anunciado por milênios.

Era, como se cuidava, filho de Maria e de José. Mas seus pais sabiam a história inteira.

A verdadeira versão é inacreditável aos céticos, simplista aos intelectuais, alienante aos filósofos, assustadora aos poderosos, descabida aos religiosos. Não é questão de ser Natal, é questão de ser Jesus.

O menino é Emanuel. Deus Conosco. O Eterno e Todo poderoso Criador e Sustentador do Universo agora está envolto em panos, deitado numa cocheira em um desconhecido estábulo na periferia na insignificante Belém de Judá.

Sua mãe daqui a pouco vai amamentá-lo. Vai trocar suas fraldas. Vai dar banho e depois mimá-lo com canções infantis, embalando seu sono.

Quem poderia imaginar um Deus Soberano cabendo num pequenino corpo humano em desenvolvimento?

Suas pequenas mãozinhas de recém-nascido contraem-se num espasmo típico. Um dia, elas sustentarão o peso dos pecados do mundo inteiro. Mas nessa noite, elas ainda dependem totalmente dos cuidados de Maria.

E o menino é tomado nos braços pelo homem piedoso e conhecedor dos desígnios de Deus: “Agora posso morrer em paz, porque meus olhos viram a tua salvação”.

Não era apenas mais um garotinho judeu cumprindo o ritual sagrado da religião dos seus antepassados; Ele é o Sol nascente das alturas. Enquanto tantos ainda buscam nos astros a direção para suas vidas, ele é o Criador que ilumina e energiza todo o Universo.

E o menino cresceu. Da manjedoura foi ao Egito, do Egito a Nazaré. Aprendeu o ofício de seu pai e até os 30 anos tornou-se um reconhecido carpinteiro. Todos queriam seus serviços, porque ele era profissional do tipo que não engana, não enrola, não mente e cobra o justo.

Nunca houve erro nas suas palavras nem nos seus atos.


Então, o menino já homem feito, passa a manifestar o verdadeiro sentido e propósito da sua vida. Ele, que tinha tudo para se tornar uma celebridade, fazer fama e sucesso, torna-se um Mestre revolucionário para pessoas simples. Seus ensinos não são como o dos demais rabinos de sua época.

Ele tem autoridade no que fala, porque vive o que prega. Sua pregação exige um alto padrão de comprometimento: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue; dia a dia tome a sua cruz e siga-me”. Nada menos do que isso. Para seguir Jesus ou você O aceita por completo e se envolve totalmente, ou você não serve.

Chega o dia. Ele veio para dar vida em abundância. Mas para isso, ele tem que dar a sua própria vida. Falar do Natal sem falar da Cruz é o mesmo que contar a história de qualquer outro ser humano. Porque se Ele tivesse nascido como nasceu, vivido como viveu, mas não tivesse morrido como morreu, não haveria esperança, nem salvação, nem futuro para a raça humana.

E o homem Jesus foi crucificado num monte chamado Calvário. Foi submetido à vergonha, à zombaria, ao desprezo, às dores indescritíveis. Mais ainda, foi desamparado pelo Pai, com quem teve desde sempre ampla, geral e irrestrita comunhão e amizade. Entregou seu espírito. Morreu. Foi baixado da cruz e colocado num túmulo novo.

Mas esse também não era o fim da história.

Ao terceiro dia, Jesus ressuscitou.

Quebrou as cadeias da morte e saiu vitorioso daquele lugar, que absolutamente não combinava com o Autor da vida.

Ele está vivo. Deus o coroou e o fez Senhor e Cristo.

Ao nome de Jesus todo joelho tem que se dobrar, nos céus, na terra e debaixo da terra.

Não há outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos.

É tempo de celebrar. Não o Natal. Não os presentes e as festas. Nem mesmo o menino deitado numa manjedoura. Mas o Salvador.

Autor: Marcos soares

Graça e Paz

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A sublime mensagem do natal

Onde Jesus está o aflito encontra consolo, o perdido acha o caminho, o escorraçado levanta-se com dignidade e a Galiléia que jazia em trevas encontra a mais fulgurante luz!

O Natal está chegando. As ruas começam a ser decoradas. As famílias programam grandes encontros. As igrejas preparam programas especiais. É a celebração do nascimento do Filho de Deus! Mas quem é o Jesus do Natal? Quais são as glórias do seu caráter? Quais são as características de suas poderosas obras?

QUEM JESUS É? (Is.9.6)

1 - ELE É O MARAVILHOSO CONSELHEIRO
Jesus é o maravilhoso conselheiro porque ele conhece todas as coisas. Ele pode todas as coisas. Seu amor é inescedível, sua bondade é infinita e sua misericórdia dura para sempre.

Ele não apenas aponta a verdade, ele é a verdade. Ele não somente orienta, ele é o caminho. Ele não somente traz consolo, ele é a paz. Ele não somente anima os desanimados, ele é a esperança. Ele não somente guia os cansados pelos caminhos da vida, ele é a vida.

2 - ELE É O DEUS FORTE
Jesus não é uma divindade tribal. Ele não é um deus morto que precisa ser carregado nos ombros de seus adoradores. Ele é o Deus criador, sustentador, interventor, salvador e juiz. Ele venceu o mundo, o pecado, o diabo e a morte. Ele voltará em glória para buscar o seu povo e julgar as nações.

3 - ELE É O PAI DA ETERNIDADE
Jesus é o alfa e o ômega. Ele não foi criado, ele é o criador. Seu trono é revestido de glória e majestade. Ele está entronizado acima dos querubins. Ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Ele sempre existiu com o Pai, antes que houvesse mundo. Ele e o Pai são um.

4 - ELE É O PRÍNCIPE DA PAZ
Nossa paz não é ausência de problemas. Nossa paz é uma pessoa. Nossa é paz é Jesus. Onde Ele governa a paz é estabelecida.

O QUE JESUS FAZ

1 - TRIUNFO DA GLÓRIA SOBRE A AFLIÇÃO Is.9. 1
A Galiléia era a terra de gente escrava, atrasada, pobre, espoliada, inculta, marginalizada, esquecida. Mas Jesus viveu na Galiléia, ensinou as multidões, curou os enfermos, libertou os cativos e restaurou a dignidade das pessoas. Onde Jesus chega, ele restaura o desvalido, ele ergue o caído, ele exalta o abatido. Maria cantou o MAGNIFICAT "O Senhor dispersou os que no coração alimentam pensamentos soberbos. Derrubou dos seus tronos os poderosos e exaltou os humildes."

Onde Jesus está o aflito encontra consolo, o perdido acha o caminho da vida, o escorraçado levanta-se com dignidade e a Galiléia que jazia em trevas encontra a luz mais fulgurante.

2 - TRIUNFO DA LUZ SOBRE AS TREVAS Is.9.2
Trevas falam de ignorância, cegueira, engano, mentira, perdição e miséria. Onde Jesus está ausente, aí prevalece o pecado, o vício, a escravidão e a cegueira espiritual. Porém, quando Jesus chega em uma vida raia a luz. No nascimento de Jesus houve luz em plena noite. Ele é o Sol da Justiça. Jesus é a verdadeira luz que veio ao mundo.

Quem o segue não andará em trevas. Luz é conhecimento. Jesus veio para revelar o Pai. Ele é Deus feito carne. Ele é a exegese de Deus. Luz é pureza. Jesus é puro e o purificar. Luz é vida. Quando Jesus entra no coração de uma pessoa ele quebra o jugo da escravidão e estabelece a verdadeira liberdade.

3 - TRIUNFO DA ALEGRIA SOBRE A TRISTEZA Is.9. 3
Onde Jesus chega nasce a verdadeira alegria. O Natal foi anunciado como boa nova de grande alegria para todo o povo. Hoje, as pessoas vivem entrincheiradas pela tristeza. Elas têm diversão, mas não alegria. Elas promovem festas e banquetes, mas não experimentam alegria. Elas têm dinheiro, sucesso e fama, mas nada disso preenche o vazio do coração.

Só Jesus oferece a alegria que satisfaz. Só na presença de Deus há alegria verdadeira. A alegria que Jesus dá é ultra circunstancial. Ela brota no meio das lágrimas, cresce no deserto da vida, frutifica na dor e se mantém firme mesmo diante da morte.


4 - TRIUNFO DA LIBERTAÇÃO SOBRE A OPRESSÃO Is.9. 4
O Jesus do Natal foi "ungido com o Espírito Santo para curar todos os oprimidos do diabo". Ele veio pregando boas novas aos quebrantados, curando os quebrantados de coração e libertando os cativos. Onde há luto e cinzas, ele traz o fulgor da sua glória. Onde há pranto e dor, ele derrama o óleo da sua alegria. Onde há espírito angustiado, ele inspira canções de louvor.

Só Jesus pode libertar o homem da tirania do pecado. Só Jesus pode arrancar o homem do império das trevas e da potestade de Satanás. Só Jesus tem poder para despedaçar todo jugo que nos oprime e declarar nossa alforria.

5 - TRIUNFO DA PAZ SOBRE A GUERRA Is. 9. 5. Onde o Jesus do Natal reina acabam as facções, as guerras, os conflitos, os preconceitos. Vivemos num mundo fragmentado e esmagado pelo ódio. Nações se levantam contra nações. Há conflitos raciais desumanos. Há contendas dentro da família. Há guerra dentro do coração do homem e da mulher. O ser humano é uma guerra civil ambulante.

A maior necessidade das pessoas não é de mais dinheiro, mais conforto ou mais diversão. A nossa maior necessidade é de Jesus. Onde ele reina não há espaço para o ódio, para a mágoa nem para a vingança. Onde Jesus chega reina o amor, o perdão e a reconciliação, pois ele é o Príncipe da Paz!

6 - TRIUNFO DO REINO DE DEUS SOBRE OS REINOS DO MUNDO Is.9. 7
Onde Jesus está, aí está presente o Reino de Deus. Onde ele chega, aí chega o domínio de Deus. Onde está o Rei, aí está o Reino. Esse Reino não é geográfico, político ou ideológico. Ele não é conquistado pela força nem pelas armas.

O Reino de Deus é o Reino de Justiça, paz e alegria do Espírito Santo. Este Reino é o governo de Jesus nos corações. É o senhorio de Jesus sobre a vida daqueles que confessam o seu nome. Este Reino está entre nós e dentro de nós. Porém, ele será plenificado na Segunda vinda de Jesus. Este Reino avança vitorioso. Ele é indestrutível, inabalável, eterno.

Reis caem, nações deixam de existir, mas o Reino de Cristo permanece para sempre. Este Reino governará de mar a mar e a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar.

Todo joelho vai se dobrar diante de Jesus e toda a língua vai confessar que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai.

Esta é a sublime mensagem do Natal!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

De Deus vem o socorro em meio às lutas

Texto. Salmos 46.1 – 11

• SERÁ QUE DEUS SABE QUE SOFREMOS?

• Embora todo crente às vezes, passe por tempos de aridez espiritual, isto é normal. Deus quer estar perto de seu povo e prover-lhe a ajuda e consolo.

• Este Salmo evidência fé e confiança em Deus, em ocasiões de instabilidade e insegurança.

• Em Deus temos poder e capacidade de enfrentar as incertezas e lutas da vida.

• Temos “Refúgio”: Fala de abrigo no perigo, mostrando que Deus é nossa real segurança na Tribulação.

• Temos uma “Fortaleza”: Refere-se à força divina na peleja do crente contra seus inimigos e inclui o poder de Deus que opera em nós e nos capacita a vencer os obstáculos da vida.

I – OS SOFRIMENTOS DA HUMANIDADE:

a) Sofrimentos seculares na Natureza
: Camada de Ozônio (Atmosfera), Mar (Peixes), Ar (Poluição), Florestas (Queimadas-Roraima), Meio Ambiente, Ecologia, Enchentes, efeito “EL NINO”. Descontrole total da Natureza...

b) Sofrimento Familiar:
Vícios, Drogas, Prostituição, Homossexualismo, Álcool, Infidelidade, Rebeldia nos filhos, Falta de Amor nos Casais, Casamentos Destruídos, etc.

• Mulheres que são espancadas, maltratadas, traídas e humilhadas – Vêm para igreja, muitas vezes espancadas pelos maridos.

• Homens que são incompreendidos, mal amados, traídos e rejeitados pela mulher, filhos e parentes.

c) Sofrimento Financeiro:
Desemprego, Falência, Pobreza, Miséria, Cheques sem Fundos, Nome no SPC, AGIOTA, Conta p/ Pagar e Receber, Trabalha e não Recebe, o Governo não Paga. Não dar para pagar o Aluguel, Telefone, Luz e Água.

d) Sofrimento Social e Político:
Menores Abandonados, Favelados, Sem Terra e Tetos, Fome, Falta de Assistência Hospitalar, Educacional, Velhinhos Desamparados

• Nunca se consegue elaborar um plano social satisfatório, só promessas ...

• Os Políticos estão desacreditados, corrupção imperando. Entra um governo e a gente sente saudades do que saiu – um pior do que o outro...

II – SOFRIMENTOS DE PAULO POR AMOR AO EVANGELHO

a) 2 Co. 11.16 – 30: Trabalhos, açoites, prisões, perigo de morte, 195 chicotadas, apedrejado, 3 naufrágios, perigos de: rios, salteadores, entre seu povo, no deserto, nas cidades, entre falsos irmãos,

b) 2 Co. 12.10 “Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas angústias, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então é que sou forte.

III – O RESULTADO DAS TRIBULAÇÕES

a) Rm. 8.31-39 = O Cântico de Vitória

• V. 37 “Em todas as coisas somos mais que vencedores !!!

b) Salmo 46.11 “O SENHOR DOS EXÉRCITOS ESTÁ CONOSCO; O DEUS DE JACÓ E O NOSSO REFÚGIO E FORTALEZA !”.

• Deus é “socorro bem presente nas tribulações”. Ele está ao alcance do seu povo e quer que busquemos seu socorro em qualquer momento de necessidade.
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• Ele é suficiente em qualquer situação e nunca nos deixa só. NÃO PRECISAMOS TEMER!!

Autor: Pr. Suedem Medeiros

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

AMIGO, PARE E PENSE!

Em meio ao corre-corre diário, o homem perdeu as condições de pensar um pouco em si e nos valores mais altos da vida.

A vida é um constante corre-corre. Corre-se de manhã à noite. De manhã corre-se para o trabalho, do trabalho para a casa, da casa para a escola e assim por diante. É um constante correr.

Corre-se atrás do dinheiro, do trabalho, do estudo, do emprego, da riqueza, da fama, do prestígio, etc.

Os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos, as décadas, os séculos, os milênios, tudo corre velozmente.

Moisés, sabedor dessa verdade, já dizia há séculos atrás: “Todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro”, (Salmo 90.9).

Mas, em meio ao corre-corre da vida, é preciso parar um pouco.

Parar para refletir, parar para fazer uma análise da situação, parar para uma auto-análise da vida, para uma auto-crítica.

Sim é preciso parar para ver se vale a pena todo esse desespero de vida. Não somente parar, mas sobretudo pensar.

Pensar em quê? Pensar na vida. Pensar que a vida passa. Pensar que tudo é vaidade e aflição de espírito, Eclesiastes 2.17. Pensar que tudo passa. Passa a infância. Passa a mocidade. Passa a vida adulta. Passa a velhice. E chegamos às portas da morte.

Quanta gente não quer nem pensar nestas coisas. Mas é preciso pensar. Parar e pensar que a vida não consiste somente no material, mas sobretudo no espiritual.

É preciso pensar não somente na vida presente, mas também na vida futura.

É preciso pensar que “a duração da nossa vida é de setenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos. (Salmo 90.10)

É chegado o tempo de parar e pensar nas coisas de Deus, nas coisas que São lá de cima, nas coisas de valor permanente e eterno, nas coisas espirituais e eternas.

Pare e pense na sua alma. Pense na eternidade que o aguarda. Pense que há uma vida além túmulo.

Lembre-se de que a nossa vida não se acaba com a morte física.

Pense que há um céu e um inferno. Um céu de luz e um inferno de trevas, densas trevas.

Você já imaginou onde vai passar a eternidade?

Pois então pense nisto: você vai viver eternamente no céu ou no inferno.

Hoje você pode escolher o céu, escolhendo Jesus. Pensando em Jesus. Aceitando o que Ele fez por você na cruz.

Pensando em Deus, na Bíblia, na salvação. Pense que a eternidade o espera. Pense na salvação graciosa que Jesus lhe dá.

Nestes últimos dias, quando Deus nos dá oportunidade de livremente decidir, o chamado tempo da graça, pare e pense, que Deus quer a sua salvação.

Pense nas coisas que são lá de cima e não nas que são da terra. Pare e deixe de pensar no que é apenas material e passageiro e comece a pensar no futuro e no além. No futuro de sua alma e no além com Deus.

Deus ama você e quer salvá-lo hoje mesmo.

Aceite a Jesus como seu salvador e será salvo.

Que Deus o ajude a decidir e que a sua decisão não demore.

(Pr. J.C.V.)

Por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz