domingo, 31 de outubro de 2010

Os únicos salvos?

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4.12)

Muitas pessoas dizem que os “crentes” são arrogantes, pois "se consideram os únicos salvos". Infelizmente essa é uma interpretação muito comum — e muito errada também. Não são os “crentes” que dizem isso, mas é a Bíblia que expressamente nos informa que os únicos a serem salvos da condenação eterna são os que crêem no Senhor Jesus (Atos 4.12).

Aquele “crente” que somente vai “à igreja”, que talvez até lê a Bíblia, dá o dízimo e observa as regras e estatutos de sua denominação e não tem o Senhor na condição de seu Salvador pessoa, é perdido assim como qualquer outro ser humano. Apenas se engana a si mesmo. Será que você ainda pertence a essa categoria de pessoas?

Cada vez mais as religiões cristãs e até não cristãs tendem a pregar o ecumenismo. Algumas delas, que até bem pouco tempo atrás eram bem veementes quanto as suas doutrinas, hoje em dia têm se tornado cada vez mais "politicamente corretas" e estão ensinando que todas as religiões são capazes de salvar o ser humano.

Os crentes verdadeiros, porém, não pregam “religião”, mas o Senhor Jesus Cristo. É somente através dEle que o ser humano pode ser salvo.

Os verdadeiramente salvos pregam a verdade da Palavra de Deus, porque foram salvos com base nela. E essa verdade não se molda a nada, não muda. Nunca!

Se você é uma dessas pessoas que consideram os “crentes” arrogantes por esse motivo, entenda que a questão não é se os “crentes” são os únicos salvos ou não, mas que O Senhor Jesus Cristo é o único que salva.

Ser “crente” é uma conseqüência da salvação, que somente é encontrada no Senhor Jesus.

Aceite o Senhor Jesus em sua vida, obedecendo a ordem divina - Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam: Atos 17.30 – a palavra “notifica” ou “anuncia” significa no grego também “ordena”), e passe, realmente, a gozar da certeza da salvação.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

sábado, 30 de outubro de 2010

Você sabe o que Jesus oferece?

Ele oferece a verdadeira liberdade ao nos livrar do pecado, como disse: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36)

Ele liberta da ira, do ódio, do egoísmo, da mentira, do orgulho, dos vícios, do engano de Satanás.

Ele oferece a vida abundante e verdadeira, cheia de propósitos e de objetivos para que possamos curtir, como disse: "O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." (João 10:10)

Ele preenche o vazio que há em nós, dá a razão da nossa existência, do nosso viver, da felicidade plena, e nos enche de alegria verdadeira e constante.

Quem quer isto?

Ele nos faz viajar nas coisas espirituais, na Sua Palavra e promessas, Nos faz caminhar ao Seu lado, arrebatando-nos, dando sonhos, visões, e oferecendo uma linda viagem para o céu, para estarmos ao Seu lado por toda a eternidade, como disse: "Virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 14:6)

Alguém desejaria algo assim?

Quanto aos problemas, destes, Ele não nos livra, mas novamente prova ser verdadeiro. Antes, nos adverte que teremos muitos problemas, como disse: "No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João 16:33)

Mas Ele nos dá esperança, pois venceu, e promete estar para sempre ao nosso lado, mesmo em meio aos problemas, como disse: "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." (Mateus 28:20)

Ele nos livra de encarar os problemas de modo errado; "Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada." (Romanos 8:18)

Livra-nos da expectativa e ansiedade (que é o que faz sofrer diante dos problemas), ao afirmar que Ele tem cuidado de nós: "Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." (Filipenses 4:6)

“E disse aos seus discípulos: Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir. Pois a vida é mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário. Considerai os corvos, que não semeiam nem ceifam; não têm despensa nem celeiro; contudo, Deus os alimenta.

Quanto mais não valeis vós do que as aves! Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Porquanto, se não podeis fazer nem as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.

Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé? Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas." (Lucas 12:22-31)

Esta é a promessa de Jesus, quem vai querer! É isto que Ele tem a oferecer!? Amor? Paz? Perdão? Felicidade? Alegria? Vida plena e sem ansiedade? Comunhão e intimidade com Deus? Resposta ao que pedirmos com fé em oração? Salvação? Vida eterna?

E tudo de graça, porque Ele já pagou o que era devido, com a sua própria vida e seu sangue derramado, devido ao amor com que me amou? Como diz: "Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós." (Romanos 5:8)

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:33)

Jair Souza Leal

Por Lidiomar

Graça e Paz

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tempo de milagres

Amigos, vocês já repararam como o timing dos milagres registrados na Bíblia é diferente? O que eles têm em comum é o fato de que nenhum deles jamais comportou explicação científica, médica ou humana. Porém, o que determinava um milagre não era o tempo que levava para acontecer e, sim, que o ocorrido não podia ser enquadrado na lógica, na filosofia, na religião ou nas possibilidades naturais.

Houve milagres que aconteceram instantaneamente.

Foi o caso do cego Bartimeu. “Que queres que eu te faça?” “Que eu torne a ver”. Pronto. Imediatamente curado. Não demorou nada, não exigiu nada a não ser a fé. Aconteceu na hora. O homem deixou a capa e nunca mais foi ao oftalmologista nem para trocar os óculos.

Uma mulher que sofria de hemorragia foi curada no exato instante em que simplesmente tocou na orla do manto de Jesus, sem nem ter falado com ele. Na hora, assim. De bate pronto.

Outros milagres aconteceram depois de um processo.

Lembra da história de Naamã? Eliseu mandou que ele se banhasse sete vezes no rio Jordão para só então ver-se milagrosamente livre da incurável lepra.

E o cego de nascença, de João 10? Jesus, estranhamente para nós e provavelmente para espanto do cego (que ainda não podia ver o que estava acontecendo, mas podia imaginar), cuspiu no chão para fazer lodo, lambuzou os olhos do sujeito, mandou que ele fosse se lavar no tanque de Siloé e só então ele voltou vendo. Curioso.

Em ambos os casos a coisa não foi instantânea. Mas se alguém perguntasse a Naamã ou ao cego se valeu a pena esperar, não tenho dúvida sobre qual seria a resposta.

Houve milagres que não aconteceram porque faltou fé.

Jesus deixou de operar milagres e sinais na cidade onde ele crescera por causa da incredulidade deles (Mateus 13.58)

E houve milagres que simplesmente nunca aconteceram porque não era para acontecer.

Não chegaram, nem na hora nem depois. Depois de ver a mão de Deus operando de formas mais variadas, inclusive por seu intermédio,

Paulo ficou sem ver removido um espinho na carne que recebeu. O milagre simplesmente não aconteceu. Neste caso não era falta de fé, era simplesmente uma questão de que não era para acontecer.

Em uma análise que talvez seja por alguns considerada como simplista, podemos concluir que, ao contrário do que se anda dizendo por aí, esta coisa de milagres nunca foi linear.

Ninguém pode dizer que descobriu um método infalível de se obter um milagre, simplesmente porque este método não existe.

Quem opera o milagre, afinal de contas, não é a fé de quem o deseja nem o poder de quem o opera.

Quem realiza, ainda que por instrumentalidade de alguém a quem é concedido, é Deus. E Deus simplesmente não pode ser encaixotado em métodos ou formatos. Ele não está sujeito a leis nem a regulamentos. Ele não tem que dar satisfação à nossa teologia ou às nossas interpretações. Ele faz o que ele quer, do jeito que quer, na hora que quer, para quem ele quer, por meio de quem ele achar melhor.

Tento imaginar o que Deus sente quando vê pessoas falando em nome dEle a respeito de qual é a melhor maneira de conseguir um milagre. Não sei se ele se ri ou se ele se indigna, ou se ele se ri até se indignar. O que eu sei é que todo milagre sempre serviu a algum propósito. Nunca um milagre foi feito apenas para dar notoriedade a quem o fez. A exceção são os milagres feitos pelo poder de Satanás, como foi o caso de Janes e Jambres, que resistiram a Moisés, imitando seus sinais diante de Faraó. Esses foram executados apenas para se opor ao servo de Deus.

Podem estar certos disso: se algum dos meus queridos leitores estiver mesmo precisando de um milagre em sua vida, uma dessas três coisas pode acontecer.

Alguns verão a mão do Senhor operar instantaneamente; outros a verão operando através de um processo; outros, ainda, verão a mão de Deus operando, mesmo que não vejam um milagre acontecer. Pode ser que você ainda não o recebeu por falta de fé, mas nem sempre a razão será esta.

A ação de Deus é sempre completa. Ela não seguirá os caprichos do nosso coração enganoso, mas se efetuará de acordo com os seus desígnios eternos e graciosos. Não sei quanto a você, mas este pensamento traz uma renovação da minha confiança em Deus e tira de cima dos meus ombros a obrigação de realizar o impossível.

Porque o impossível não é minha tarefa.

É tarefa de Deus.

Marcos Soares

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A Unidade da Igreja – Texto de Jabes de Alenc

Na pós-modernidade a palavra de ordem é “globalização”. Segundo o dicionário, globalização significa, entre outras coisas, “a associação de diferentes em torno de uma idéia, um projeto ou um assunto específico”. O significado é pertinente se o relacionarmos ao que poderíamos chamar de “globalização eclesiástica”. Este é um tremendo projeto de Deus.

Estamos assistindo este mover de unidade no seio da igreja, especialmente na Igreja Brasileira. Sou filho de um dos pioneiros da Assembléia de Deus no Brasil. Cresci no meio eclesiástico e sempre me inquietou o fato de ver a divisão ou desunião do povo de Deus. Um questionamento aparentemente infantil me colocava diante de uma situação intrigante. Me perguntava: se todos pertencemos a um só Senhor e vamos para o mesmo e único céu, porque somos tão desunidos?

Graças a Deus que com o tempo muita coisa mudou. Com alegria podemos ver que a coisa está andando. Hoje já temos pastores e membros de diferentes denominações com o mesmo propósito, realizando muitos projetos juntos. Isso tem realmente glorificado o nome de Jesus. Esta Unidade pode ser aferida nos mais variados eventos em todo o Brasil, especialmente aqueles promovidos por Conselhos e Associações de Pastores.

Participando de alguns desses eventos, acabei por concluir que a hora da unidade é chegada. Não há mais tempo de perder tempo. A luta pela unidade não pode ser algo isolado, de apenas um ou outro pastor. Deve ser mesmo uma luta “globalizada”. E não pode ser, também, uma unidade superficial, “de cima do muro”. Tem que ser algo prático.

A princípio, devemos entender que a unidade da Igreja não é um projeto de homens, mas sim, um projeto de Deus. A própria trindade pode ser um paradigma de unidade: três pessoas distintas formam um único Deus.

Em segundo lugar, precisamos ter consciência de que a unidade da Igreja não é apenas um projeto de Deus, mas sim a vontade de Deus para a Igreja. Esta vontade foi objetivamente expressada pelo Senhor Jesus na sua oração sacerdotal registrada por João no capítulo 17 de seu evangelho: “Pai eu quero que eles sejam um...”.

Em terceiro lugar, precisamos compreender que a unidade da Igreja é uma realidade. Foi conquistada por nós na cruz e, portanto, não precisamos lutar para promover a unidade. Antes, devemos celebrá-la, pois já foi estabelecida na cruz do calvário, através do sangue de Jesus!

Portanto, precisamos considerar e valorizar esta unidade. A palavra de Deus, no Salmo 133, nos diz que através da unidade, quando os irmãos estão em união, o Senhor ordena a Benção e a vida para sempre. Assim, podemos afirmar que a bênção e a vida são resultados da prática da unidade. Lamentavelmente, muitas desculpas e dificuldades são apresentadas para justificar a falta de unidade. No entanto, estamos convictos de que não há nada que possa nos separar; não há dificuldade ou divergência que não possa ser superada. Devemos rejeitar qualquer espírito de divisão, pois sabemos que o maior inimigo da unidade da Igreja é o próprio Diabo – que veio para matar, roubar e destruir os projetos de Deus.

Não há fórmula mágica para a unidade, mas creio que há pelo menos quatro pontos imprescindíveis a considerar e que precisamos pôr em prática:

1º) Respeito às Diferenças. Unidade não se estabelece quando eu passo a ser como o outro é, ou exigir que o outro mude e passe e ser como eu sou. Antes, Unidade se estabelece quando eu aceito meu irmão e o respeito, sem relevar as diferenças. Uma vez que a graça de Deus é multiforme, devemos compreender que Deus não se limita às formas que nos separam.

2º) Ninguém tem o monopólio ou a exclusividade da fé. Pensar que um grupo é detentor da fé perfeita, que Deus privilegiou alguma comunidade com uma “graça” sobrenatural em detrimento da “desgraça” de outras é assumir publicamente que o senhor desse grupo é inimigo de Deus. A fé se manifesta de formas diferentes, entretanto com a mesma finalidade e eficácia.

3º) Vivemos para nos completar a não para competir. Somos incompletos em nós mesmos. É uma ilusão alguém pensar que se pode conduzir uma igreja de forma isolada. Uma casa se constrói com materiais de construção organizados. Um amontoado de materiais não pode ser chamado de casa, ainda que ali se encontrem todos os elementos para a construção. É necessário organizar, um completar o outro.

4º) O que nos une é muito maior do que o que nos separa. A Cruz de Cristo nos une. Os conceitos religiosos nos separam. Nos separam os costumes, a forma de cultuar, os relativos... Devemos nos unir com os absolutos: nosso credo, nossa convicção de que Cristo nos fez um só povo.

Se vivermos na dimensão espiritual, certamente que nossos olhos não se atentarão para questões bobas, pequenas, que só causam constrangimento e nunca a comunhão. O pendor para a carne provoca confusão. A vida no espírito promove comunhão.

Celebremos, portanto, a unidade da Igreja, e vivamos a plenitude do projeto estabelecido por Deus.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Você está enfrentando um dilema? Deus pode te ajudar e orientar!

Agora acontece a mesma coisa que se sucedeu antes. Cristo, em sua presença visível, nos deixou, mas a arca de sua aliança continua aqui, a sua presença sacramental.

Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Lembre-se dessa palavra: Todos os dias, independente das circunstâncias. Jesus ainda está aqui.

Outra palavra do Novo Testamento é: Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.

Quem se importa? A quem você pode recorrer?

Onde são tomadas as decisões entre o certo e o errado?

Como posso lutar se não há um poder maior de justiça para examinar a erosão causada pelo pecado?

Como devemos lutar contra os nossos inimigos?

Devemos tentar seguir somente com as nossas próprias forças?

Você não conseguirá vencer os desafios sozinho!

Você não conseguirá vencer Satanás com a sua própria força. A ajuda divina está sempre disponível

Viva a vida, confie em Deus, e clame a Ele. Esta é a combinação que resulta na vitória.

Se quisermos combater os nossos adversários espirituais, devemos fazê-lo através do poder de Deus: mas antes é necessário remover de nossos corações o mal que fizemos, através de um sincero arrependimento.

A fé e a ausência de ofensas a Deus e aos homens, na consciência, formam uma combinação vitoriosa.

Você está com problemas?

A tentação lhe encurralou?

O seu conjugue não é salvo?

Aquele que prometeu te amar, honrar e proteger te abandonou?

... Procure refúgio e força em Deus!...

Você não está sozinho. Há alguém ao seu lado nessa batalha. Ele te apoiará e conduzirá até a vitória...

Nenhum de nós consegue vencer sem a ajuda de Deus.

Preciso de um sentimento permanente da presença do Senhor.

Preciso de uma nuvem durante o dia e de uma coluna de fogo no percurso da noite.

Na hora mais escura, quando as luzes deste mundo tiverem se apagado, preciso saber que Deus está comigo e cuida de mim.

Pecador, qual é a sua esperança? Quem lhe abrirá o caminho quando você morrer?

Que amigo dividirá as águas e o deixará passar?...

Você precisa saber que Jesus nunca falha.

Volte para ele agora.

Extraído da obra: A Revivoltime. Pulpit, de C.M. Ward

Por Lidiomar

Graça e Paz

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Senhor te abrirá seu bom tesouro – Texto de Jabes de Alencar

Nós temos direito ao tesouro que o Senhor nos tem preparado. Muitas pessoas ao invés de pegar os tesouros de Deus, pegam o tesouro que o diabo os oferece, irmãos tenham sabedoria para resistir e dizer não a estes falsos tesouros.
A bíblia nos diz que somos co-herdeiros com Cristo, por isso temos direito ao tesouro de Deus. Tenha ousadia para penetrar no santuário, pois esta é a casa de seu pai e Ele lhe dá liberdade, lhe dá o direito porque Deus abriu o seu bom tesouro. Não faça uso de mediadores para chegar até Deus, porque há um só mediador que é Jesus Cristo, não viva como um mendigo espiritual, viva em vitória conhecendo seus direitos, porque o véu foi rasgado para que tivéssemos liberdade para adentrar à presença do Senhor.
(Sl 95:3,5) Porque o Senhor é Deus grande, e rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois Ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca. Deus é o dono de tudo, é o dono do tesouro e o dá a quem Ele quiser.
O caminho para o tesouro de Deus é Jesus Cristo, bloqueie em sua mente todo e qualquer engano que satanás tenta para nos iludir com seus falsos tesouros. Se você precisa de paz, se precisa de vida, entre nos tesouros de Deus. Nos museus do Egito pode-se ver que há um enorme tesouro guardado. Há muitos homens que tem verdadeiros tesouros guardados, agora imagine os tesouros de Deus que é o dono de todo o mundo e nos convida a andar com Ele nas ruas de Jerusalém celestial. A bíblia está cheia de promessas quanto ao tesouro de Deus para nossas vidas, portanto não permita que satanás o engane dizendo que estas promessas não são para sua vida.
(At 8,16:17) O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se somos filhos, logo somos herdeiros também, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que com ele sejamos glorificados.
Tenha sempre consigo o mapa desta mina que é a sua bíblia e não perca o caminho, o caminho para o tesouro é Jesus Cristo que é o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai a não ser por Ele. Entre no tesouro de Deus e receba a vida eterna através de nosso Senhor e salvador Jesus Cristo. Levante a cabeça e viva como alguém que é rico, não de uma riqueza banal, mas das riquezas espirituais que estão em Cristo Jesus.
A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
Moacir Neto

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Escutando a voz de Deus

Jesus preferiu estar sozinho com o verdadeiro Deus a ficar junto à multidão de pessoas equivocadas. Não era uma voz de fora que Jesus ouviu, era uma voz interior.

A marca da ovelha era o que lhe tornava capaz de ouvir a voz do Pastor. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora (Jo.10.3). A marca de um discípulo é a sua capacidade de ouvir a voz do Mestre. “Escutem, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com ele e ele comerá comigo” (Ap.3.20).

O mundo soca a mão na sua porta; Jesus apenas bate.

A vozes gritam por sua adesão; Jesus mansamente pede.

O mundo promete prazer rápido; Jesus promete um jantar tranqüilo ... com Deus. “Entrarei em sua casa e cearei com ele e ele ceará comigo”. Qual voz você escutas??

Não há um momento que Jesus não esteja falando. Nenhum sequer. Nunca haverá um quarto muito escuro... um saguão muito envolvente... um escritório muito sofisticado... que o terno Amigo, sempre marcando presença e que sempre nos acompanha, implacavelmente não esteja lá, batendo à porta dos nossos corações, com toda gentileza, esperando ser convidado a entrar.

Poucos ouvem essa voz. Um número ainda menor abre a porta.

Cercada de promessas evanescentes de prazer, está a promessa eterna de sua presença. “E Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”(Mt.28.20). “Eu nunca o deixarei; eu jamais o abandonarei” (Hb.13.5).

Não há qualquer outro coro que soe tão alto a ponto de não permitir que a voz de Deus seja ouvida... se decidirmos ouvi-la.

“Não se admirem disso, porque está chegando a hora em que todos os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos. Aqueles que fizeram o bem, vão ressuscitar para a vida eterna. Mas aqueles que fizeram o mal, vão ressuscitar para ser condenado” (Jo.5.28,29).

Um dia virá em que todos ouvirão a voz dele. Haverá um dia em que todas as outras vozes serão silenciadas, e somente a voz dele será ouvida. Alguns escutarão sua voz desde o primeiro instante.

Não é que ele nunca tenha se pronunciado, mas é que eles nunca a ouviram. Para esses, a voz de Deus será a voz de um estranho. Eles a ouvirão uma vez e nunca mais. Vão passar a eternidade fugindo das vozes que seguiram na terra.

Mas os outros serão chamados de seus túmulos por uma voz familiar, pois são ovelhas que conhecem seu pastor, são servos que abriram a porta quando Jesus bateu.

Nesse dia, a porta se abrirá novamente. Somente dessa vez. E não será Jesus que entrará em nossa casa; seremos nós que entraremos na casa dele.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

domingo, 24 de outubro de 2010

Onde estão os "Abisais"? – Texto de Jabes de Alencar

Gosto muito de Davi. É um dos meus personagens favoritos do Antigo Testamento. Isso por que sua história não omite seus sucessos e seus fracassos e em todos os episódios de sua vida encontramos lições preciosas.


Detenho-me aqui num momento curioso, registrado em 2 Samuel 21.15-17. Davi guerreiro, entusiasmado, bravo, corajoso, toma posição à frente de seus soldados e vai à luta contra os filisteus: não era uma batalha fácil, e homem de Deus se esgotou.

Davi se cansou e, enquanto ainda ofegava, o gigante Isbi-Benobe procurou feri-lo. Na situação em que Davi se encontrava, nem seria necessário usar a lança de 300 ciclos de cobre. Bastava um golpe com a espada virgem do gigante. Davi morreria, sem escapatória. Foi aí que Abisai entrou em cena. O amigo de Davi protegeu o Rei matando o gigante.

Tal episódio me faz refletir um pouco sobre nossa jornada ministerial. Por vezes somos desafiados em batalhas tão sombrias que nos deixam exaustos. Isso mesmo! Não somos robôs, por isso nos cansamos. O ativismo nos cansa, a correria, as pressões e até mesmo os cultos nos cansam em algum momento. É impressionante como em nosso cansaço os discípulos de Isbi-Benobe aparecem. Eles se proliferam em velocidade assustadora. Pessoas que querem se aproveitar da nossa fragilidade para minar nossa estrutura. É muito mais fácil encontrar um Isbi-Benobe que um Abisai.

A batalha nos mostra o quanto precisamos de amigos. Não podemos nos isolar em nossos gabinetes, nos fechar no nosso “mundo santo” e viver esta individualidade bruta que insiste em caracterizar nossa geração. Precisamos de Abisai, pois Isbi-Benobe já o temos em fartura. A “espada virgem” do inimigo está bem ali, nos cercando, aguardando nosso momento de fragilidade, aquele momento em que nada podemos fazer senão nos render ao pecado. “O perigo mora ao lado”. Isbi-Benobe procura com insistência “apagar a lâmpada de Israel”.

Se muitos pastores tivessem um Abisai ao lado, certamente não teriam sido surpreendidos pelo inimigo. Sei de homens de Deus que se expuseram ao fracasso por não terem ao lado alguém que lhe ajudasse, lhe protegesse. Às vezes a nossa vaidade pastoral é que nos afastam dos sinceros Abisais. Precisamos cultivar em nossos relacionamentos amizades que nos ajudem a atravessar os momentos críticos. Não podem ser amizades que nascem do dia pra noite. São amizades cultivadas ao longo de vivências. Procure ao seu redor identificar seus verdadeiros Abisais.

Talvez você tenha mais de um, ponto pra você! Mas se não tiver algum, procure imediatamente construir relacionamentos que lhe transmita segurança. Cerque-se de pessoas honestas, sinceras e também corajosas. Amigos que não estão interessados nos favores que poderão usufruir desta amizade. Antes, devem ser amigos que estejam aptos a te socorrer em qualquer instância. Amigos de verdade. Ainda existem “Abisais”, e eles podem estar tão perto quanto longe. Cabe-nos convocá-los para estar conosco na peleja.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
 
Moacir Neto

sábado, 23 de outubro de 2010

Deus fala a todas as pessoas?

A Bíblia diz que Deus fala a todas as pessoas

O Antigo Testamento reconhece que Deus se revela tanto aos judeus como aos gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl. 19.1-4).

Jesus sempre se mostrou disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc. 7.1-10; Lc. 17.11-19). Quando Deus revelou ao apóstolo Paulo que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial a igreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos - E viu o céu aberto, e que descia um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas, e vindo para a terra.; E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou. - At.10.11;15

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24). “A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos. O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Examine o âmago da fé cristã. Não aceite apenas a versão de outra pessoa qualquer, só de ouvir dizer, mas analise você mesmo a Bíblia. O que ela ensina: O evangelho de João e o livro de Romanos podem ser boas opções para começar, ou para renovar e esclarecer a sua compreensão.

Todavia, por mais que alguém estude e reflita, há a necessidade de tomar uma decisão pessoal de crer em Jesus, dedicando sua vida a segui-lo como Único Senhor e Salvador.

Graça e Paz

Lidiomar T. Granatti

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fazer da vida algo belo - Texto de Jorge Linhares

Para Deus nós sempre temos muito valor, independente da situação que estamos vivendo. O amor de Deus é impossível de ser descrito. Mas, para satanás nós valemos alguma coisa se estivermos deprimidos, loucos, revoltados, doentes, a ponto de passarmos uma mensagem de derrota e destruição para todos aqueles que nos amam.


A vida passa rapidamente, isso é uma grande verdade que também encontramos na Bíblia:

“...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento.”(Salmos 90.9)

Temos de aprender a viver. Ou vamos deixar para aprender isso na hora de morrer? Esse não é o propósito de Deus para nós! Temos de aprender a fazer da nossa vida algo bonito para Deus.

Fazer dela algo que realmente cause motivação nas outras pessoas, de modo que eles desejam viver assim também.

Precisamos escapar das ciladas que o inimigo arma para deixar nossa vida pior. Ele quer que tenhamos baixa qualidade de vida.

Se estivermos bem, sabendo viver, vamos poder ajudar muito mais os outros. Seremos pessoas muito mais agradáveis, que exalam o bom perfume de Cristo. Vamos amar a vida, ser mais realizados. O maior patrimônio que alguém pode construir é aprender com Deus a viver todos os dias da vida em plenitude. Mesmo que as dificuldades venhas, a diferença será na maneira em que vamos olhar para elas.

Você pode aprender mais, lendo o livro “Querem te matar, antes porém te adoecer”.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus,

Moacir Neto

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fazer as pazes com Deus? Impossível!

Mas também por nós, a quem será tomado em conta, os que cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor.

- “A senhora está seriamente doente, não é?”, perguntou um homem que fazia visitas evangelísticas em hospitais a uma paciente que jazia no leito sem a menor esperança de cura.

- “Sim, mas eu estou perfeitamente confortada”, foi a resposta dela.

- “Então a senhora já fez as pazes com Deus?”

- “Não”, falou a mulher com impressionante calma. O visitante ainda insistiu:

- “A senhora não acha que é tempo de fazer isso?” A resposta foi curta:

- “Não”.

O visitante ficou confuso. Se aquela mulher não era completamente indiferente a Deus, então, pensou, deveria ser muito arrogante. Continuou, intrigado:

- “A senhora está consciente do fato de que seus dias estão contados e que em breve terá de comparecer diante do Deus santo?”

- “Sim, eu sei muito bem disso”.

- “E isso não lhe causa temor?”, perguntou o homem cada vez mais curioso.

- “Não, não tenho o menor temor”.

A paciente olhou para o visitante e sorriu. E, por fim, explicou:

- “Eu não fiz as pazes com Deus. Eu não tenho como fazer e nem poderia fazer se quisesse. Mas o meu Salvador, Jesus Cristo, fez “a paz pelo sangue da sua cruz” (Colossenses 1:20).

- É isso o que a Bíblia diz, e ela é a Palavra de Deus. Eu descanso na obra de redenção que o meu Senhor Jesus realizou por mim na cruz.

- Minha alma está em perfeita paz.

- Eu posso me encontrar com meu Senhor sem medo de nada”.

O visitante respirou aliviado.

Extraído do site Boa Semente

Por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Primeiro Deus - Texto de Jorge Linhares

Não há duvida de que Deus deve estar em primeiro lugar. Logo, o nosso compromisso com Ele deve ser levado muito a sério.


O versículo que ilustra bem a conversão de uma pessoa é este: “Se, com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Rm 10.9

É como um contrato firmado entre duas partes. De um lado, o homem perdido; o que lhe cabe é confessar publicamente que Jesus é seu Senhor e acreditar na ressurreição de Cristo. Do outro lado, Deus, que se compromete a dar-lhe a salvação.

Se eu sou convertido, eu também sou um comprometido, eu fiz uma aliança com o Senhor e ele comigo.

A partir do nosso encontro com o Salvador, tudo em nossa vida muda. Daí em diante, as coisas de Deus devem vir em primeiro lugar. Passamos a ser: “...Raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.” (I Pe 2.9)

E para que?

Para proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

Temos para com Deus um compromisso de vida. Esse contrato foi assinado com sangue. Ao morrer na cruz, Jesus confirmou a nova e definitiva aliança.

A nós cabe obedecê-lo em tudo, viver em santidade, enfim, fazer a sua vontade.

Lembro-me bem de quando entrei para a faculdade. Eu não deixei claro desde o inicio que eu era cristão.

Como não expus logo minha fé, passei por muitos constrangimentos. Meus colegas contavam piadas imorais para mim. Logo já estava participando de rodinhas.

Um dia, porém, depois de sofrer todo o primeiro mês de aula, reconheci qual era o meu problema. Eu me sentia envergonhado de ser crente. Então eu resolvi tomar uma posição e levei o Senhor a sério. Assumi um compromisso com Jesus.

No dia seguinte, cheguei mais cedo à faculdade e coloquei em cada carteira um Evangelho de João e um folheto “Onde você passará a eternidade?”. Quando os meus colegas chegaram, quiseram saber qual o louco que fizera aquilo. Perguntaram:

- Quem espalhou esses folhetos?

- Eu, Jorge, amigo de vocês. Eu quero me desculpar por não ter revelado antes que sou cristão.

Eu me envergonhei de Jesus, mas agora eu declaro publicamente: eu sou de Cristo!

Daquela posição vacilante que eu ocupara desde o inicio das aulas, passei a líder. Eu assumi todas as lideranças possíveis dentro da faculdade.

Isso só aconteceu porque eu glorifiquei a Deus. Eu o coloquei em primeiro lugar.

Cada homem, mulher, jovem ou criança deve colocar seu compromisso com o Senhor em primeiro lugar.

Certamente isso será um testemunho de vida para todos os que estão à sua volta. Entretanto deve vir do coração, deve haver sinceridade, pois Deus conhece o íntimo de cada um.

Um comprometimento sincero com o Senhor produz um relacionamento muito estreito de amizade com Ele.

O compromisso que assumimos com Deus deve nortear nossa vida. Ele deve estar acima de tudo.

A Graça e a Paz de Cristo Jesus,

Moacir Neto

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Preparado para ser grande – Texto de Jorge Linhares

Nem todo mundo está preparado para ser grande. Muitos ao iniciarem o processo de crescimento são paralisados por não estarem prontos para alcançar esse objetivo. E você?


Deus nos criou para sermos grandes. E ainda hoje ele quer nos abençoar com todas as sortes de bênçãos. Infelizmente, porém, nem todos estão preparados para ser grande. É comum encontrarmos pessoas vivendo numa grande adversidade.

Vamos pegar como exemplo a figura de Calebe. Não encontramos muito a respeito dele na Bíblia, mas o que achamos é suficiente para que o tomemos como modelo.

Na divisão da terra que Deus havia prometido ao seu povo, Calebe ficou com o monte Hebrom. Ele pode chegar diante de Josué e reclamar para si aquele monte. Calebe não veio do nada e pediu algo tão grande assim. Ele passou por um processo. Ele foi liberto da escravidão do Egito. Depois de receber a promessa da herança da nova terra, ele perseverou 40 anos no deserto, junto com os que não creram, e mais cinco anos na terra prometida. Até que chegou o momento de dizer: este monte é meu por promessa. Seu coração confiava plenamente no Senhor. Ele semeou esperança e perseverou em sua fé. Deus fez dele um grande homem. Calebe tinha um coração derramado diante de Deus.

E, se você deseja aprender mais sobre a vida desse grande homem de Deus adquira o livro: “Preparado para ser grande” do Pastor Jorge Linhares.

Que o Senhor te abençoe.

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,
 
Moacir Neto