terça-feira, 30 de novembro de 2010

Porque devemos perdoar

Perdoar significa deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram.

É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido.

O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho.

De modo que devemos perdoar aqueles que nos ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt 6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem-estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).

O perdão é um ato da minha vontade. O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão.

É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.

O servo não questiona, ele simplesmente obedece.

O PERDÃO PODE SER:

Natural – Origina-se no próprio homem

Sobrenatural – Ë de competência divina.

A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano.

O perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

Quem não perdoa é prisioneira do seu passado. Perde a capacidade de viver do presente. Tem dificuldade em analisar a situação como de é de fato. Ele encara o presente com os olhos do passado.

Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado. Fica com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).

Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa. É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.

Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertos.

José Gomes

Adaptado por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como Cristo cresce em nossas vidas e nós diminuímos?

É necessário que ele (Jesus) cresça e que eu diminua. (João 3.30)


Somente através de uma união profunda com Cristo, isso poderá acontecer.

União profunda com Cristo é viver por Ele, com Ele, para Ele, através d`Ele e n`Ele

Jesus só poderá governar nossa vida, quando o nosso eu for destronado.

Deus tem o melhor para nós e pode fazer o melhor de nós através de nossas vidas, isso é possível subjugando a nossa vontade à vontade divina, que é decorrente da dependência total de Cristo.

Ao crucificar as nossas vontades, paixões e nos submetermos a Cristo, o pecado deixa de nos dominar.

E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo, perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo? (Lc.9.23-25)

União com Cristo é viver em santidade (se afastar do pecado, olhar o mundo com os olhos de Deus), amor (dar a nossa vida por amor d`Ele) e obediência irrestrita a Deus.

Para que essa união aconteça é necessário ter intima e constante comunhão com Deus.

Ao morremos com Cristo, Ele passa a viver através de nós e, se estamos n`Ele, nos tornamos habitação do Espírito Santo.

Ao nos alimentar da Palavra de Deus, ela passa a ser parte da nossa vida, daí passamos a compreender e vivenciar as verdades através do conhecimento bíblico; Daí, temos o modo de agir, de falar mudados, a vida transformada pelo agir do Espírito Santo e, como aconteceu em Antioquia, local onde pela primeira vez surgiu o nome cristianismo (as pessoas eram conhecidas por ter suas atitudes parecidas com Cristo - Atos 11.26), também poderemos refletir o caráter de Cristo.

Ao desenvolver comunhão intima com Deus, buscar sua Palavra, ter vida transformada pelo agir do Espírito através da Palavra, seremos verdadeiros discípulos, aquele que aprende e segue os ensinamentos do seu mestre.

Para ser discípulo de Cristo não basta conhecê-Lo, é preciso ter compromisso com Ele; não basta seguí-Lo, é necessário imitá-Lo; não basta reconhecê-Lo como Mestre, é preciso estar disposto a renunciar muitas coisas por amor a Ele, ser-Lhe obediente e submisso; não basta cultuá-Lo, é preciso ter comunhão com Ele.

Discípulos são trazidos a Jesus pelo Pai e por isso conseguem ser perseverantes; confiam plenamente nas palavras de Cristo e as considera suficientes; O seguem, não por interesse, mas por amor e gratidão; apresentam o fruto do Espírito: amor, alegria, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão.

Até os descrentes agradecem a Deus pelas vidas dos discípulos.

Para que isso aconteça convém que Cristo cresça e nós diminuamos a cada dia, pois quando estamos fracos é que somos forte, porque é Deus em nós.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

domingo, 28 de novembro de 2010

Ditadura da beleza

Amigos, o mundo vive uma onda maluca de supervalorização de um padrão estético imposto pela mídia. Medidas exatas, corpo perfeito, peso ultra controlado, sempre de olho nas tendências das supermodelos esqueléticas que desfilam pelas passarelas dos grandes centros.

A ordem é o corpo esguio, retilíneo, com ossos à mostra. Forma esquelética. Tudo super. Tudo ultra. Tudo mega. Tudo na conta do exagero e do excesso.

É o limite, o extremo da filosofia do culto ao corpo. A fixação pelo tal padrão de beleza. Quem foi que disse que a Gisele Bündchen é o ápice da beleza feminina?

Quem falou que para ser bonita, você tem que ter as pernas de girafa da Naomi Campbell?

Tudo bem que seja melhor parecer com o Tom Cruise do que com o José Serra, mas viver tentando ser um ou outro é onde realmente mora o problema.

Venderam para nós, pobres mortais, quem a gente tem que ser. Com quem temos que parecer. Espelhar-se em alguém que não foi feito para ser você. Muita gente vive em função disso. Precisa comprar revista de moda para saber como se vestir. Precisa assistir novela para conseguir mobiliar sua casa. Assiste o Jornal Nacional para copiar o penteado da F. Bernardes. Isso é viver numa escravidão sem limites. Para quem está verdadeiramente livre, não faz o menor sentido.

Muitos discordarão desta premissa, mas para mim, belo é o que lhe cai bem. Belo é aquilo que foi feito para você, sem exageros nem excessos, sem imposições nem prejulgamentos. Sem preconceitos nem escolhas feitas por outrem. Evidentemente há que se utilizar o crivo do bom senso.

Já dizia Salomão, que disso entendia muito bem: “como jóia de ouro em focinho de porco, assim é a mulher bonita que não tem discrição”. Porque também a gente vê cada coisa na rua que tenha a santa paciência. Imensos ventres balouçando seus lipídeos descaradamente, supostamente valorizados por um acessório umbilical. Traduzindo para o Colunetês: panças horrorosas chacoalhando para fora da calça com um piercing ridículo pendurado na ponta. Aí já é demais.

Antes que meus velhos conhecidos me acusem de incoerência, apresso-me em explicar que existe uma enorme diferença entre controle de peso e alimentação equilibrada visando à saúde e esta opressão estética.

Até mesmo como cristão, preciso zelar por meus hábitos, de maneira que meu corpo, santuário do Espírito Santo como é, não seja contaminado e apodrecido com tanta gordura saturada, açúcares e farinhas brancas, corantes cancerígenos e assemelhados.

Se eu descubro que o sobrepeso me expõe a um risco potencializado de doenças cardiovasculares, diabetes, problemas intestinais, ortopédicos e musculares, é evidente que tenho que fazer o máximo possível para minimizar seus efeitos. Não há nada de errado com isso. Pelo contrário, ouso dizer que manter uma alimentação saudável faz parte inclusive do desenvolvimento da nossa espiritualidade.

Vivemos à mercê de um estilo de vida sedentário e estressante, no qual não temos tempo para sentar e comer com qualidade, estamos sempre correndo, pensando na próxima atividade. Tudo isso é nocivo à saúde e, como cristãos, temos o dever de cuidar para que esta situação não nos engolfe e massacre. Ponto. Na outra linha. Parágrafo.

Fazer qualquer coisa na vida sem equilíbrio e sem a correta motivação vai dar errado.

Todo exagero não combina com o cristianismo. Tudo o que tem sua origem no conceito e na filosofia do sistema pecaminoso e decaído deste mundo (aliás, “mundo” é o sistema) não pode acabar bem.

Portanto, vida saudável, sim. Prisão estética, não.

Hábitos saudáveis, sim. Paranoia de academia, não.

Zelar pela aparência, sim. Viver tentando copiar os outros, não.

Sem mencionar as cirurgias plásticas para tirar daqui, encher dali, modelar não sei onde.

Tanta coisa que deveria ser remodelada na parte de dentro, fica sempre para depois.

A lipo da alma ninguém faz.

A do bucho todo mundo quer fazer.

Viver contente com o que somos é o segredo para a felicidade e a realização.

Autor: Marcos soares

Por Lidiomar

Graça e Paz

sábado, 27 de novembro de 2010

A Provisão divina e o Propósito do Reino de Deus

A provisão divina é um sub produto da obediência.

Ela não é um, salário pago por trabalho realizado ou por serviços prestados.

Jesus prometeu que, se buscarmos o Reino e a justiça de Deus, todas as provisões de que necessitamos para a vida nos serão acrescentadas.

Tudo que for necessário para que vivamos de maneira justa como súditos do seu Reino nos será fornecido. Entretanto, nosso coração e nossa mente, nossa vontade e nosso desejo devem estar submissos ao Senhor e Rei.

A obediência envolve muito mais do que uma simples aderência às regras e aos regulamentos ou a mera mudança de comportamento.

Podemos ter atitudes corretas e ainda assim possuir um coração rebelde e desobediente. Este é um problema bastante antigo, que remonta ao Jardim do Éden.

Não é a toa que Isaías registrou a seguinte reclamação de Deus a respeito de seu povo: Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, com a boca e com os lábios, me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído (Is. 29.13)

No que diz respeito ao Senhor, a obediência eterna de um coração desobediente, não é obediência genuína.

A obediência que libera a provisão do Reino começa no coração que manifesta-se externamente. Em outras palavras, a verdadeira obediência é resultado de um coração obediente.

A obediência falsa, meramente externa não passa de um estratagema para tentar manipular Deus a nos dar o que desejamos. Este plano fracassa sempre.

Por isso muitos cristãos vivem perplexos. Eles vão à igreja, lêem a bíblia, oram, dão o dízimo e dedicam parte do seu tempo à congregação, porém, nada parece dar resultado.

Os depósitos celestiais parecem estar fechados, qual o motivo disso?

Eles não levam uma vida correta. Seu coração não está limpo diante de Deus. Apesar de sua demonstração eterna de justiça, seu íntimo não está em consonância com o governo do Reino divino

Na Bíblia, a provisão abundante e a prosperidade estão ligados à obediência a Deus.

Pouco antes de os Israelitas cruzarem o rio Jordão para chegar à terra prometida, Moisés lhes transmitiu a seguinte incumbência e promessa de Deus:

E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus; bendito serás na cidade, e bendito serás no campo.Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres. (Dt. 28.1-6)

Quando obedecemos ao Senhor de todo o coração suas bênçãos inundam nossas vidas. Ser abençoado no fruto de nosso ventre e no fruto da terra significa que Deus abençoa e protege nossos investimentos.O aumento dos rebanhos mostra que a nossa riqueza será multiplicada. Aonde quer que formos e tudo o que tocarmos será abençoado. Sucesso, graça e influência crescerão a cada instante.

No Reino de Deus, o propósito atrai a provisão

A nossa provisão está ligada ao propósito. Assim como Deus dá às aves tudo que necessitam para serem aves, Ele nos fornece o que necessitamos para cumprir nosso propósito como seus súditos e filhos.

Baseado no livro Aplicando o Reino de Deus – Myles Munroe

Por Lidiomar

Graça e Paz

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Utopia de um Sonhador

Alimento um sonho em toda a minha história ministerial: ver a expressão clara da unidade do Corpo de Cristo no Brasil. Persegui este sonho, assisti a algum avanço. Graças ao Pai, muitas denominações já se despiram da individualidade e buscam hoje comunhão com as outras. Até nas músicas cantadas em nossas igrejas está havendo uma quebra de barreiras; e isso é muito bom.


No entanto, persiste no cenário evangélico um quadro que me preocupa: alguns pastores e líderes ainda estão descomprometidos com aquilo que o Espírito Santo já promoveu. Lamentavelmente, alguns líderes ainda evitam “misturar-se”, temendo perder a hegemonia de liderança.

É aqui que me deparo com o desafio. Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte. Que temos feito? Como temos agido?

Cristo é o dono da igreja (1 CO 3.11). Ele não fundou mais de uma igreja. Assim, quando olha do céu a terra, Ele vê um povo, uma família só. Tudo que foge a este plano é afronta a Cristo.

Lamentavelmente, a unidade é ameaçada pelos interesses pessoais daqueles que se isolam, especialmente por aqueles que se afirmam proprietários de igrejas. Estes não atentam para o fato de que Deus não deu igrejas a pastores, e sim o contrário.

Meu sonho é ver essas diferenças caírem por terra. Não alimento qualquer fantasia de ver uma única denominação, mesmo porque creio que Deus potencializa a diversidade denominacional a favor do Reino. No entanto, insisto para que o coração dos líderes se desprenda de sua individualidade, de seus empreendimentos, e volte-se plenamente para o Senhor e Sua obra. Sonho em ver multidões reunidas não para ostentar uma denominação ou um ministério, mas para proclamar as virtudes do Senhor. Seria isto uma utopia? Talvez a utopia de um sonhador!

Se não puder contemplá-la nesta vida, certamente verei a unidade plena e perfeita no céu, onde não haverá mais tribos, raças, templos, denominações línguas e governos. Todos entregarão sua coroa ao Cordeiro (AP 21.24).

O evangelho conta com aqueles que Deus levantou para patrocinar cruzadas, programas de TV, evangelismo pessoal e de massa, eventos que fazem acontecer nossa missão sem manipulação e sem interesses pessoais. O que importa mesmo é a expansão do Reino.

Reafirmo o que sempre digo: o que nos une é muito maior do que o que nos separa. Em Cristo, somos um. Nele devemos seguir.

A Ele a glória!



“Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte.”

Pr. Jabes Alencar

A Graça e a Paz de Cristo Jesus.
 
Moacir Neto.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Afinal, Quem é Jesus Cristo??

A Segunda pessoa da Trindade, o Filho Eterno encarnou-se e viveu na terra como Jesus Cristo o Deus-homem. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Filipenses. 2.5 a 8.

Cinco palavras referentes a Cristo resumem toda a Bíblia:


PREPARAÇÃO:
O Antigo Testamento – é uma preparação para o advento de Cristo

MANIFESTAÇÃO:
Os Evangelhos – Tratam de sua manifestação ao mundo.

PROPAGAÇÃO:
O Livro de Atos – trata de sua propagação (seu nome e seus ensinos).

EXPLANAÇÃO:
As Epístolas – Explanam sua doutrina

CONSUMAÇÃO:
O Apocalipse – Trata da consumação de todas a coisas referentes a ELE.

Cristo ressurgiu dos mortos e ainda vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva.

Ele é o fato mais importante da história e a força mais vital no mundo de hoje.

A Bíblia sem Jesus seria a matemática sem os números, a física sem a matéria ou a biologia sem a vida.

O Nome de Cristo permanece sozinho. Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome.

Nenhum credo pode contê-lo, nenhum catecismo pode explicá-lo, carne de nossa carne, o próprio Deus do nosso próprio Deus. A Ele, pois, seja a glória., o domínio e o poder para todo sempre. “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”: Colossenses 2.9.

Atributos de Jesus que só pertencem a Deus
Vemos que Jesus é Onipotente, Onipresente e Eterno em Mateus 28.18 e 20: “E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”;

João 16.30 revela sua Onisciência: “Agora, sabemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue...”

A Imutabilidade
de Jesus é comprovada em Hebreus 13.8 que diz: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente” .

Comprovamos também que todos os atributos do Pai estão em Cristo em Colossenses 2.9 “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO

Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS –
Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa “Salvador”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO –
(provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O Ungido de Deus”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR
– No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade:“E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”: Filipenses 2.11.

4 - O VERBO
– (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI
– Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM
– É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano:

João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”.

I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”.

Romanos 8.3: “Deus enviando seu próprio Filho em ...”

João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Cumprindo a missão pela unidade - Texto de Jabes de Alencar

O Espírito Santo ostenta uma bandeira: da Unidade Cristã. Tal Unidade deve ser, conforme Cristo previu, o principal instrumento de comunicação do Evangelho.


Pela Unidade “os homens saberão que Deus enviou a Jesus” (Jo 17).

Pela Unidade a igreja se revela um Corpo (e não vários corpos).

Pela Unidade o mundo poderá ver Jesus na igreja: esta é a nossa missão.

A missão de tornar o Senhor Jesus conhecido das Nações não deve ser feita apenas pelo aspecto da proclamação. Sabemos que “Proclamação” e “Presença” são termos comumente usados pelos teólogos das missões. Para estes, a proclamação se dá pela pregação, enquanto que a presença se manifesta pela expressão prática daquilo que se prega. Logicamente, é no aspecto da presença que reafirmo a necessidade da Igreja viver sua Unidade. A Unidade Bíblica transcende o significado da união comum. União pode ser um cacho de uvas belo e coeso. No entanto, cada uva “vive” sua individualidade. Já a Unidade seria o resultado das uvas amassadas todas juntas, de modo que ninguém pudesse separar umas das outras. Penso que este deve ser o aspecto da Unidade Cristã.

Mas, como administrar esse conceito no contexto das Denominações? Não é fácil, certamente. Muitos líderes denominacionais vivem “enclausurados” em seus sistemas administrativos, defendem com ardor sua “doutrina”, consideram por demais precioso o “nome” que deu ao seu rebanho e valoriza em excesso a placa. Não sou contra as Denominações – como o fazem alguns apologistas da Unidade – senão não poderia ser pastor de uma. Mas gosto de dizer que se a placa de uma igreja fosse importante ela deveria ficar do lado de dentro. Isso me dá o direito de afirmar que, acima das motivações denominacionais deve estar o interesse de anunciar a Jesus.

Vejo isso como um desafio para a igreja de hoje, que se prolifera exponencialmente com suas variadas placas. Entretanto, seria um lapso de fé afirmar que a Unidade é impossível. Não sou ingênuo ao ponto de pensar que os pastores irão acordar amanhã com uma visão extraordinária sobre esse assunto. Sei que seus conceitos, chamada específica, metodologia de trabalho, fundamentos doutrinários etc., talvez não permitam um avanço tão significativo para este fim.

Entretanto, sei também da urgência que há no reino espiritual para que nos desnudemos de nossos conceitos pessoais e abracemos sinceramente a missão que nos foi confiada. Nas duas últimas décadas, tenho visto um avanço neste particular. A criação de Conselhos de Pastores e Ordens de Ministros é um referencial. É quase inadmissível uma cidade que não tenha um conselho ou uma ordem. Isto não significa que a Unidade já está estabelecida, mas é um bom indicativo.

Lembro-me dos dias da minha infância, quando muitos pastores brigavam entre si para defenderem suas doutrinas. Hoje, se essa briga acontece é de forma muito mais sutil. Naquela época, uma questão me perturbava: como seria no Céu? Cada crente no seu gueto? A Unidade da igreja há de prevalecer. Temos que ser contumazes na defesa desta prática. Cristo tem apenas um Corpo, uma Noiva, uma Igreja. Obviamente que o PROMOTOR da Unidade é o Espírito Santo, não o homem. Mas nós, pastores, temos que ser agentes participantes. Esta é uma tarefa que nos confere: abrir nosso coração para a atuação do Espírito e permitir que se estabeleça no seio evangélico aquilo que pulsa no coração de Deus: “que todos sejam um".

A Graça e a Paz de Cristo Jesus
 
Moacir Neto

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A carteira e a Bíblia

Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração. Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer a um e amar ao outro ou se há de chegar a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” Lucas 13:34; Lucas 16:13

Em um sábado à tarde, meu vizinho tocou a campainha da minha casa e me disse:

– Você já sabe que o vidro da porta do seu carro está quebrado?

Saí correndo porta afora. Havia cacos por toda parte. Em pleno dia furtaram objetos do interior do veículo.

- Mas o que levaram? Pensei. Dei falta de duas coisas: minha carteira e a Bíblia

Mal entrei em casa e novamente tocaram a campainha. Um desconhecido trazia minha Bíblia. Ele a encontrara aberta sobre a calçada um pouco adiante da minha casa e, como nela estava escrito meu nome e endereço, veio devolvê-la. Alegrei-me por recuperá-la; obviamente, quanto à carteira, nunca mais a vi.

Na pressa o ladrão confundiu a Bíblia com uma bolsa… quando constatou o erro, jogou-a fora e levou somente a carteira

Foi a escolha dele. Também é a de nossa sociedade moderna, que ama o materialismo e despreza Deus.

Mas será que é a escolha correta?


Jesus advertiu Seus discípulos: “Não ajunteis tesouros na terra… onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu… Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração… Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” Mateus 6:19-21,24

Qual tem sido a sua escolha?

A Bíblia ou a carteira?

O seu futuro eterno depende dessa opção.

“Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Características de líderes bem sucedidos

Penso que existem várias características de um homem de Deus bem-sucedido. Não há uma fórmula, mas algumas qualidades aparecem na maioria daqueles que tem um algo a mais no ministério. Algumas das características abaixo não estão listadas em ordem de importância.

Alguns princípios poderiam ser colocados como sub-pontos.

1. Comprometimento total com Deus.

2. Comprometimento total com a família.

3. Comprometimento total com a Palavra.

4. Comprometimento total com a oração.

5. Comprometimento total com as pessoas. Ele pastoreia pessoas e não uma organização bem-sucedida.

6. Caráter irrepreensível.

7. Ética a toda prova.

8. Não se envolve em demasia com dinheiro.

9. É um homem de uma só mulher.

10. Tem sonhos e objetivos definidos e persevera em atingi-los.

11. É um modelo positivo para os seus comandados.

12. Sabe pregar de forma bíblica, contextual e dinâmica.
13. Usa estratégias modernas sem negociar os valores inegociáveis do Evangelho.

14. Usa o ministério leigo de forma eficaz.

15. Sabe delegar tarefas sem exigir perfeição dos seus comandados.

16. Admite seus erros e procura corrigi-los.

17. Tem um grupo de amigos a quem presta contas e a quem ele dá total liberdade para criticá-lo e rir das suas falhas.

18. Cultiva a humildade. Todo grande homem é pequeno.

19. Lê muito e atualiza seu ministério e suas estratégias incessantemente.

20. Ouve críticas e trabalha com oposição sem tornar-se amargo ou retaliação.

21. Não guarda rancores daqueles que o abandonam ou lhe causam mal.

22. Fica feliz e aplaude o sucesso dos colegas de ministério.

23. Não passa adiante notícias negativas de colegas que erram; antes os protege e ajuda.

24. Cultiva a ilusão sem ficar desiludido.

25. Não se isola dentro da sua igreja ou denominação, mas participa ativamente de encontros interdenominacionais.

26. Não tem medo de concorrência e motiva os membros a buscarem o crescimento, ainda que seja fora do seu arraial.

27. Sua igreja tem muitos ministérios, dando oportunidade a todos os membros de trabalharem e crescerem.

28. Não tem receio de falar de finanças e encontra um equilíbrio saudável e bíblico para ensinar os membros a serem dizimistas e ofertantes.

29. Dá ênfase ao louvor e adoração.

30. Tem uma igreja bem localizada, bem equipada, limpa, agradável, bonita e moderna.

31. Investe na educação, priorizando discipulado, casais, jovens, adolescentes e crianças.

Dr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz