quarta-feira, 11 de maio de 2011

TENTAMOS FUGIR DAQUILO PARA O QUE DEUS SE APRESSA

Provavelmente a dor e o quebrantamento o trouxeram para Deus da primeira vez, e a dor e o quebrantamento certamente vão conduzi-lo de volta a Ele, sem falta. Você já percebeu que aquilo para que Deus se apressa é exatamente aquilo de que nós fugimos? "O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido" (e fazemos todo o possível para evitar a dor e o quebrantamento).

O quebrantamento pode vir atra­vés da tristeza, da calamidade ou do pecado. Também pode vir de nossa determinação de buscá-lo, obedecer-lhe, e ousar coisas impossíveis a que Ele nos inspira. O quebrantamento contrito é humildade auto-imposta. O jejum é uma maneira de fazer isso.

Paulo era um caçador de Deus, que estava sempre procurando o pró­ximo lugar onde Deus iria romper so­bre uma cidade ou nação. Seu vício compulsivo de caçar a Deus e aos pro­pósitos dele o tornaram bem familiari­zado com o quebrantamento. Este é o diário de viagem dele em apenas um capítulo de Atos: "... tendo sido impe­didos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na província da Ásia"... Eles tentaram entrar na Bitínia. mas o Espírito de Jesus os impediu... De­pois que Paulo teve essa visão, preparamo-nos imediatamente para partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos tinha chamado para lhes pregar o evangelho".''

Esse é o padrão de um caçador de Deus inveterado. Paulo estava bem versado na arte de "correr os dedos sem parar pelas pregas do véu", procurando pelos mais recentes lugares de acesso divino. O ho­mem vivia em descontentamento divino.

"Espere aí. Paulo não disse que ele havia aprendido a viver contente em qualquer estado ou condição?", você pode pergun­tar. Sim, ele aprendeu. Ele também continuou definindo o que chamava de "contente": "Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer cir­cunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartu­ra. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situa­ção, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade".

Paulo vivia em um constante estado de piedosa tensão e descontentamento divino. Ele expressou sua inabalável sede por Deus no meio de uma vida atribulada por cons­tante adversidade e obstáculos impossíveis. Ele repetida­mente seguiu ao Senhor até os portais da morte e o adorou a cada passo do caminho.

Esse fariseu, que se tornou apóstolo, era um inveterado caçador de Deus que constantemente buscava mais de Deus, mais almas e mais vitórias sobre as forças das trevas. A vida dele era uma grande busca por mais um encontro com Deus e mais uma oportunidade de agradar e adorar aquele que morreu por ele.

Seus escritos expressam uma magnífi­ca retórica de frustração divina: "Vocês não sabem que den­tre todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prê­mio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio... Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado".
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Esse é o padrão de um caçador de Deus inveterado. Paulo estava bem versado na arte de "correr os dedos sem parar pelas pregas do véu", procurando pelos mais recentes lugares de acesso divino. O ho­mem vivia em descontentamento divino.

Às vezes, os caçadores de Deus ficam tão frustrados que fazem com que todos os outros se sintam frustrados também. Parece que tudo o que querem é "agarrá-lo".

Os caçadores radicais de Deus, que se tornam pessoas que agarram a Deus, têm um jeito de entrar em nossas reuni­ões com seus cabelos ainda cheirando a fumaça dos encontros recentes no aposento superior em algum lugar. Eles estão sempre procurando outro fogo de adoração para abanarem com sua paixão. Então, Deus tende a apa­recer e fica quase impossível de se conduzir a igreja como de costume.

Algumas pessoas — aqueles que nunca "agarram" a Deus, pois se recusam a persegui-lo — perguntam com freqüência: "Porque esses tipos radicais não se acomodam em algum car­go de diácono e se concentram em fazer boas obras para Deus nos finais de semana? Eles agem como se essa coisa de Deus fos­se alguma vocação de tempo integral e nunca estão satisfeitos".

Eu conheço uma pessoa que agar­rou a Deus e que afirmou: "Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus "

Extraído do livro os descobridores de Deus - Tommy Tenney

Por Lidiomar!!

Graça Paz