quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Experimentando a Presença de Deus


A presença do Senhor é essencialmente redentora, curadora e consoladora

Frank Lauback (1884-1970), um desconhecido missionário que trabalhava numa remota região muçulmana das Filipinas, experimentou seguidamente a presença de Deus em sua cabana ao pé da montanha, passando dias em jubilosa consciência da presença de Deus com orações de louvor e adoração fluindo continuamente do seu coração.

Num fabuloso livreto devocional chamado O Jogo dos Minutos, Lauback sugere que os cristãos podem procurar manter Deus na mente pelo menos um segundo em cada minuto do dia. Suas cartas foram publicadas em forma de livro em Letters by a Modern Mystic (Cartas de um Místico Moderno) com frases preciosas como as seguintes:

“Qualquer pessoa pode transformar uma pequena e rude cabana em um palácio, apenas inundando-a com a presença de Deus (40). Hoje, Deus parece por trás de tudo. Eu o sinto por toda parte (44). Eu decidi manter o Senhor Todo o tempo em minha mente (49).

Tente chamar Jesus para a sua mente pelo menos um segundo a cada minuto (56) Convide-o a partilhar tudo o que você faz, pensa ou diz ... Ter o Senhor na mente a cada minuto que está acordado (58). Veja quantos minutos dessa hora você pode lembrar ou tocar Cristo por pelo menos uma vez a cada minuto, quer dizer, trazê-lo para a sua mente pelo menos um segundo de sessenta segundos (58). Nenhuma prática foi melhor do que esta: a de fazer de todos os pensamentos uma conversação com o Senhor (59)”.

Logo depois dessas experiências, seu ministério se expandiu para o mundo inteiro através do programa de alfabetização: “Each One Teach One” (Cada Um Ensinando Um), usado para ensinar mais de 60 milhões de pessoas a ler em sua língua em 34 países emergentes.

Foi o único missionário americano a ser honrado com a sua foto num selo de 30 cents, comemorativo dos grandes americanos, em 1984. Publicou mais de 50 livros, sendo reconhecido como um dos maiores educadores de todos os tempos. Ele conseguiu experimentar a presença de Deus mesmo em meio à agenda movimentada, estando na presença de pessoas quase que o tempo todo.

A presença do Senhor é essencialmente redentora, curadora e consoladora. Isso é muito importante terapeuticamente. 

Tenho encontrado muita gente e a história é parecida: elas crêem que Deus as ama, mas também desejam ser amadas pelos amigos, parentes e precisam desesperadamente da atenção dos outros.

Como consequência são muitas vezes controladas pelas pressões do grupo de amigos ou pelas opções da rede social. Muitas reconhecem que têm medos diversos de rejeição social, do não ser popular, das ameaças de isolamento, da violência verbal, do bullying, da humilhação pública, e assim por diante.

Embora sejam cristãs na superfície, no fundo do coração se preocupam mais com a opinião alheia, mais o que os outros dizem e pensam.

Preocupados excessivamente com a auto-estima e tentando agradar ao máximo, damos ouvidos as vozes intrusas que se alimentam das nossas fraquezas. Crescemos com medo de ser rejeitados, ridicularizados ou expostos, de não ser convidadas para a festa, de ser ignorados na roda de colegas e dificilmente dizemos não quando deveríamos fazê-lo.

Como fazer a vontade de Deus em meio a comunidades que reverenciam a opinião de poucos, mostram favoritismo, honram alguns em detrimento de outros? Talvez sua história seja semelhante.

Reconheçamos que o Senhor está pessoalmente presente nas nossas vidas. Façamos um esforço deliberado para reconhecer e experimentar a pessoa do Espírito em cada instante da vida.

Movamo-nos em direção à luz da sua presença em nossa consciência e psique.

Abramos a mente e compartilhemos todos os nossos pensamentos e planos (definidos e automáticos) com Ele.

Andemos constantemente durante o dia em relacionamento de comunicação e comunhão com o Senhor Jesus através da Palavra. Mas acima de todas as estratégias devocionais, devemos praticar a presença de Deus a fim de alcançarmos a realidade do conhecimento de Deus

Autoria: Pr. Rubens Muzio (Sepal)

Por Lidiomar

Graça e Paz




terça-feira, 30 de agosto de 2011

Errando o Alvo

Um dos vocábulos usadas para a palavra pecado no Novo Testamento significa "errar o alvo". Pecar é não viver de acorde com os princípios de Deus. Todos nós erramos este alvo; não existe uma só pessoa que seja capaz de cumprir todas as leis de Deus, em todos os tempos.

E para alguns, até mesmo os padrões do mundo são difíceis de serem observados. Um dos espetáculos mais eletrizantes que podemos assistir é o dos Jogos Olímpicos Mundiais. Alguns atletas preparam-se durante anos e anos, disciplinando o corpo e a mente a fim de superar recordes cada vez mais elevados, e muitas vezes não alcançam seu objetivo.

Certa patinadora no gelo disse que temia que uma queda um dia viesse a prejudicar seu desempenho. Disse ela: "Pense só no volume de tempo que eu tenho investido nisso, e no que outras pessoas também investiram para ajudar-me. Um só erro basta para destruir tudo."

Na vida espiritual, estamos constantemente errando. Não existe possibilidade de apresentarmos um desempenho perfeito.

O Rei Davi disse: "Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." (Sl. 14:3.)

O profeta Isaías confessa: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho." (Is. 53:6.)

Nós todos fomos afetados pelo pecado de Adão. Davi disse: "Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe." (Sl. 51:6.) Isto não significa que ele nascera de uma união ilegal, mas que ele herdara de seus país a tendência para pecar.

"Por que temos que ser castigados por algo que Adão fez?"

Pense nisso. Será que você teria agido diferentemente de Adão? Estou certo de que eu não teria.

Nós todos somos pecadores por escolha própria. Quando atingimos a idade da razão, e nos defrontamos com a escolha entre o bem e o mal, todos falhamos. Deliberamos ficar com raiva, ou mentir, ou praticar atos egoísticos. Passamos adiante mexericos ou denegrimos o caráter de alguém. Nenhum de nós pode realmente confiar no próprio coração, assim como ninguém pode confiar em um leão.

Em certa reserva florestal da África Oriental, os leões podem vaguear à vontade, como se estivessem em seu próprio habitat. Os visitantes têm permissão para atravessar a área de carro ou de jipe, para ver os animais, mas são advertidos a que nunca se aproximem deles. Uma senhora, porém, arriou a vidraça do veículo para ver melhor e, inesperadamente, um leão a atacou, ferindo-a gravemente. Aquele animal parecera tão manso, tão dócil, mas em questão de instantes tornou-se feroz.


A Bíblia aplica este princípio da seguinte maneira: "Eis que o pecado jaz à porta" (Gn. 4:7.) Quando as circunstâncias favorecem, a maioria das pessoas é capaz de qualquer coisa. Davi foi um exemplo clássico. Premido pelas circunstâncias do desejo carnal, ele possuiu a mulher de outro homem; depois, tomou previdências para que o marido dela fosse eliminado, enviando-o para a linha de frente da batalha.

Mas alguém pode estar dizendo: "O senhor faz todo mundo parecer tão podre que isso não pode realmente ser verdade." Naturalmente, que não é. Mas é possível um indivíduo possuir moral ilibada e, no entanto, não ter amor por Deus, que é o requisito fundamental da lei.

E quando deixamos de preencher os requisitos de Deus, somos culpados e estamos sob condenação. O fato de sermos culpados implica em que merecemos castigo.

A própria santidade de Deus reage contra o pecado: "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens..." (Rm. 1:18.)

Extraído do Livro COMO  NASCER  DE  NOVO de autoria de Billy Graham

Por Lidiomar

Graça e Paz


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Jesus, o remédio para uma igreja enferma


Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: 

Éfeso simboliza a igreja apostólica; 

Esmirna, a igreja dos mártires; 

Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; 

Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; 

Sardes, a igreja da Reforma; 

Filadélfia, a igreja das missões modernas e 

Laodicéia, a igreja contemporânea. 

Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica. 

Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas: 

1. Jesus conhece profundamente a sua igreja 
Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. 

Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida. 

2. Jesus não se impressiona com aquilo que impressiona a igreja. 
O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. 

À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. 

A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. 

À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. 

À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”. 

3. Jesus não se contenta com doutrina sem amor nem com amor sem doutrina. 
Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. 

Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.
4. Jesus sempre se apresenta como solução para os males da igreja. 
A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. 

À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. 

À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. 

Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja. 

5. Jesus se apresenta à sua igreja para fazer alertas e também promessas. 
Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. 

Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. 

Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu! 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Transcrito por Lidiomar 

Graça e Paz


                                                                                                                                                                   




domingo, 28 de agosto de 2011

Palavra de Deus



Salmos 119.105 – Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.

O capítulo 119 do Livro de Salmos contém 175 versículos, todos mencionando a excelência da palavra de Deus.

Salmos 119.11 – Guardei a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. 119.140 – A tua palavra puríssima, por isso o teu servo te ama. 

Dt 32.2 – Goteje a minha palavra como a chuva, destile o meu dito como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva.

Isaías 40.8 – Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra de Deus permanece eternamente.

Isaías 55.11 – Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.

Mt 4.4 – Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Mt 24.35 – O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não há de passar.

Jo 15.3 – Vós já estás limpos pela palavra que eu vos tenho falado. 


Jo 17.17 – Santifica-os na palavra a tua palavra é a verdade.

2 Tm 2.15 - Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

2 Tm 3.16 – Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redargüir [replicar/responder argumentando], para corrigir, para instruir [ensinar] em justiça [a virtude de dar a cada um aquilo que é seu]. Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

2 Tm 4.1-2 – Conjuro-te diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes [insistir] a tempo e fora de tempo, redarguas [responder argumentando], repreendes [advertir ou censurar com veemência], exortes [animar/aconselhar], com toda a longanimidade [paciência, coragem intrepidez] e doutrina [ensinamento/catequese cristã]...

2 Tm 4.13 – Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos [pele de cabra ou ovelha em que a Palavra foi inicialmente escrita; livros].

Cl 3.16 – A palavra de Cristo habite em vós abundantemente...

Hb 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

Tg 1.20 – Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

Ap 22.19 - Se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro. Dt 4.2 – Nada acrescentareis à palavra que vos mando.

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Transcrito por Lidiomar

Graça e Paz




sábado, 27 de agosto de 2011

O que significa que Jesus salva?


"Jesus salva" é um slogan popular em adesivos, placas em eventos esportivos e até mesmo em faixas que são puxadas no céu por aviões de pequeno porte. Infelizmente, poucos dos que veem a frase "Jesus salva" verdadeiramente e completamente entendem o que isso significa. Há uma tremenda quantidade de poder e verdade nessas duas palavras. 

Jesus salva, mas quem é Jesus? 
A maioria das pessoas entende que Jesus era um homem que viveu em Israel cerca de 2000 anos atrás. 

Praticamente todas as religiões do mundo enxergam Jesus como um bom professor e / ou um profeta. No entanto, apesar dessas coisas sobre Jesus definitivamente serem verdadeiras, elas não transmitem quem Jesus realmente é, nem explicam como ou por que Jesus salva. 

Jesus é Deus em forma humana (João 1:1, 14). Jesus é Deus que veio para a Terra como um verdadeiro ser humano (1 João 4:2). Deus tornou-se um ser humano na pessoa de Jesus para nos salvar. Isso traz à tona a seguinte questão: por que precisamos ser salvos?

Jesus salva, mas por que precisamos ser salvos?
A Bíblia declara que todo ser humano que já viveu pecou (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23). Pecar é fazer algo, seja em pensamento, palavra ou ação, que contradiz o caráter perfeito e santo de Deus. 

Por causa do nosso pecado, todos nós merecemos o julgamento de Deus (João 3:18, 36). Deus é perfeitamente justo, por isso Ele não pode permitir que o pecado e o mal permaneçam sem punição.

Uma vez que Deus é infinito e eterno, e que todo pecado é, em última instância, contra Deus (Salmo 51:4), somente um castigo eterno e infinito é suficiente. Morte eterna é a única punição justa para o pecado. Esse é o motivo pelo qual precisamos ser salvos.


Jesus salva, mas como Ele salva? 
Porque pecamos contra um Deus infinito, ou uma pessoa finita (nós) tem que pagar pelos seus pecados por uma quantidade infinita de tempo, ou uma pessoa infinita (Jesus) deve pagar por nossos pecados uma só vez. 

Não há outra opção. Jesus nos salva ao morrer em nosso lugar. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus se sacrificou em nosso favor, pagando a penalidade infinita e eterna que só Ele poderia pagar (2 Coríntios 5:21, 1 João 2:2). 

Jesus tomou sobre Si a punição que merecemos a fim de nos salvar de um destino eterno horrível, a consequência justa de nossos pecados. Por causa do Seu grande amor por nós, Jesus deu a Sua vida (João 15:13) para pagar a penalidade que merecíamos, mas não podíamos pagar. 

Jesus ressuscitou em seguida, demonstrando que Sua morte foi realmente suficiente para pagar a penalidade pelos nossos pecados (1 Coríntios 15). 

Jesus salva, mas quem Ele salva? 
Jesus salva todos os que recebem o Seu presente da salvação. 

Jesus salva todos aqueles que confiam plenamente e somente no Seu sacrifício como o pagamento pelo pecado (João 3:16, Atos 16:31). 

Enquanto que o sacrifício de Jesus tenha sido perfeitamente suficiente para pagar pelos pecados de toda a humanidade, Jesus só salva aqueles que pessoalmente recebem o mais precioso dos Seus presentes (João 1:12).

Se você agora compreende o que significa que Jesus salva, e deseja confiar nEle como seu Salvador pessoal, certifique-se de que você entende e acredita no seguinte e, como um ato de fé, comunique o seguinte a Deus. "Deus, eu sei que sou um pecador e sei que por causa do meu pecado, mereço ser eternamente separado de ti. Mesmo sem merecer, obrigado por me amar e oferecer o sacrifício pelos meus pecados através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

Creio que Jesus morreu pelos meus pecados e confio apenas nEle para me salvar. 

Deste ponto em diante, ajude-me a viver a minha vida para ti e não para o pecado. 

Ajude-me a viver o resto da minha vida em gratidão pela salvação maravilhosa que Tu tens fornecido. 

Obrigado, Jesus, por me salvar!" 

Fonte: GotQuestion 

Transcrito por Lidiomar 

Graça e Paz

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Verdadeira liberdade


Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Gálatas 5.1

O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

Mas o que significa essa liberdade cristã?

Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito.

A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.

Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”, escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne”(Gl.5.13)

Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16). 

Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los. 

De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. 

Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.

Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.


A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la. 

Leitura recomendada: Gálatas 5.1-15 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007) 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 




quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Escravos dos poderes sobrenaturais


“Pelo seu nome (o nome de Jesus) vos são perdoados os pecados.” 1João 2.12 

“Debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” Atos 4.12

Uma missionária nos contava suas experiências. O que mais a marcara não eram as condições de vida difíceis e às vezes perigosas. Ao consagrar sua vida à evangelização, ela havia renunciado todas as comodidades e, portanto, não esperava conforto e facilidades.

Porém, o que mais a impressionou ao trabalhar com povos que praticavam a bruxaria era constatar a força dos ataques satânicos. Essas pessoas viviam escravizadas sob uma grande opressão.

Através do culto a ídolos, da magia e de outras tantas maneiras, Satanás manipula as pessoas como se fossem marionetes. Infunde medo e opressão. Mas que privilégio é mostrar o glorioso Vencedor, o Senhor Jesus, o único que pode nos livrar totalmente do poder do diabo. Hebreus 2.14-15. 

Quão universal e extraordinário é o poder do Senhor! 

Assim como o Senhor Jesus Se humilhou até o ponto de morrer por nós na cruz, “também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra…” Filipenses 2.9-10. “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades… nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 8.37-39. 

Vale lembrar que não são apenas os povos considerados primitivos que estão sob domínio satânico. 

Atualmente, nos países “cristãos”, o ocultismo e muitas outras formas de feitiçaria têm alcançado uma enorme legião de praticantes, inclusive dentre as elites e os formadores de opinião. 

A vontade de manipular poderes sobrenaturais é inerente a todo ser humano. E nessa busca as pessoas nem se dão conta da escravidão a que estão submetidas.

Acham que são livres e especiais, acima da grande massa de ignorantes que os rodeiam. É o poder do engano! 

E somente o Senhor Jesus pode nos libertar de tamanho engano, pois só Ele é a verdade João 14.6. 

Extraído Devocional Boa Semente 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

SOFRIMENTOS INCOMPREENDIDOS


"Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor. 

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a conse­qüência de nossa imperícia. 

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas: 

"Por que sofre o justo?"; 

"Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?"; 

"Por que o ím­pio, que amaldiçoa e escarnece da divinda­de parece vencer e prosperar em todas as coisas?; 

"Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversida­de, pela tragédia e pela destruição?" 

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encon­trarem falidos e desamparados. 

Estas per­guntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?" 

Ainda hoje prevalecem essas conjectu­ras. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumen­tam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas anti­gas, a fim de evoluirmos espiritualmente." 

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão-somente negati­vo?" 

Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os ho­mens? 

O grande enigma do sofrimento dos jus­tos é nos impossível decifrar. 

A par destas difíceis perguntas, há ain­da quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniqüidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvá­rio?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.


Entretanto, como a questão do sofri­mento dos justos afeta decididamente o nosso dia adia, Rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus per­mite a provação. 

De fato, temos de convir, quer queira­mos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gos­taríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual. Os ter­remotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários. 

A razão por que Deus permite certas coisas, encon­tra-se além das nossas conjeturas. Contu­do, poderemos estudar suas obras na natu­reza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si", diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fa­zê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pen­sar, deliberada, segura e irresistivelmente. 

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós re­servados: "Não retarda o Senhor a sua pro­messa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos. Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, nin­guém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7. 

Extraído do Livro a bíblia responde - Casa Publicadora das Assembléias de Deus – CPAD 

Por Lidiomar 

Graça e Paz 



terça-feira, 23 de agosto de 2011

O QUE DEUS NÃO PODE FAZER


Uma das declarações mais assombrosas sobre Jesus é o resumo: "nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca" (Isaias 53:9, ACF).

Jesus foi obstinadamente verdadeiro. Cada palavra sua foi precisa e certeira, cada frase sua foi verdadeira. Não trapaceava nos exames. Não alterava os livros. Nem uma única vez esticou a verdade. Jamais obscureceu a verdade. Nunca evadiu a verdade. Simplesmente disse a verdade. Não se achou engano em sua boca.

E se Deus pudesse agir à sua maneira em nós, nenhum engano seria achado em nossas bocas.

Deus anela que sejamos como Jesus. seu plano, se você lembrar, é moldar-nos segundo as linhas de seu Filho (Romanos 8:28). O que tenta não é diminuir ou minimizar nosso engano, mas sim eliminá-lo. Deus é taxativo quanto à falta de verdade: "O que usa de engano não ficará dentro da minha casa" (Salmo 101:7, ACF).
 

Nosso Mestre tem um código de honra estrito. De Gênesis até Apocalipse, o tema é o mesmo: Deus ama a verdade e aborrece o engano. Em 1 Coríntios 6:9-10 Paulo faz uma lista das pessoas que não herdarão o Reino de Deus. As pessoas que descreve é uma espinhosa variedade dos que pecam sexualmente, dos idólatras, dos adúlteros, dos que vendem seus corpos, dos bêbados, dos que roubam e, aqui está: dos que mentem.

Tal rigor talvez surpreenda. Você quer dizer que minhas mentirinhas e lisonjas despertam a mesma ira celestial que o adultério e o assalto? Evidentemente que sim. Deus vê o trapacear na declaração do imposto de rendas do mesmo modo como vê o prostrar-se diante de ídolos.

"Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu deleite" (Provérbios 12:22, ACF).

"Estas seis coisas o SENHOR odeia (...) língua mentirosa" (Provérbios 6:16-17, ACF).

"Destruirás aqueles que falam a mentira; o SENHOR aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento" (Salmo 5:6, ACF).

Por quê? Por que tanta severidade? Por que uma posição tão rigorosa?

Por uma razão: a falta de veracidade é absolutamente contrária ao caráter de Deus. Segundo Hebreus 6:18, é impossível que Deus minta. Não é que Deus não mentiria ou que tenha escolhido não mentir; não pode mentir. Que Deus minta seria a mesma coisa que um cachorro voasse ou que uma ave latisse. O livro de Tito ecoa das mesmas palavras que o livro de Hebreus: "Deus, que não pode mentir..." (Tt 1:2, ACF).


 Deus sempre diz a verdade. Quando faz uma aliança, a guarda. Quando afirma algo, quer dizer isso. Quando proclama a verdade, podemos acreditar. O que Ele diz é verdade. Até "Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:13, ACF).

Satanás, por outro lado, acha impossível dizer a verdade. Segundo Jesus, o diabo é o "pai da mentira" (João 8:44). Se você se lembra, o engano foi a primeira ferramenta que o diabo tirou de seu bolso. No jardim do Éden Satanás não desalentou Eva. Não a seduziu. Não se aproximou dela sub-repticiamente. Simplesmente mentiu para ela. "É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? (...) Certamente não morrereis" (Gênesis 3:1,4, ACF).

Extraído do Livro Simplesmente Como Jesus de Max Lucado

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Os caminhos de Deus


Deus não está buscando uma forma exterior de santidade; Ele quer ver uma mudança de coração…

"Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus " (Is 40:3 - grifo do autor).

O caminho de Deus passa pelo meio do deserto e é no ermo que seu caminho é preparado. É a estrada ou rodovia que leva à vida de exaltação; por esse caminho, descobrimos como Deus vive e pensa.

"Porque os meus pensamentos não são os vossos pen­samentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos" (Is 55:8, 9 - grifo do autor).

Poucos andaram por essa estrada, no entanto, muitos estão sendo preparados por Deus para que andem nela. É isso o que diz Isaías 35:6, 8:

"... pois águas arrebentarão no deserto, e ribeiros no ermo. E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo... " (grifos do autor).

E no deserto que o caminho do Senhor é preparado. Seu nome: Caminho Santo!

Uma das definições de santidade é "pureza de vida". Jesus disse: "Bem-aventurados os limpos de coração..." (Mt 5:8 - grifo do autor). O caminho ou método para uma vida de santidade plena é o coração puro.

O Senhor não retornará para uma Igreja impura e sem santidade. Ele virá ao encontro de uma Igreja sem manchas, rugas ou qualquer outra impureza. Muitos querem santificar-se observando regras e costumes e fracassam na vida cristã. São como os judeus dos dias de Jesus que queriam receber a salva­ção guardando a lei e os costumes.

Muitas pessoas acham que ter santidade é viver segundo regras tangíveis, tais como: não usar maquilhagem nem este ou aquele tipo de vestimenta, não ver televisão, etc. São tentativas feitas no sentido de obter san­tidade interior. Mas Deus não está à procura de formas exterio­res de santidade; Ele quer um coração recto e justo diante dele. Jesus disse em Mateus 23:26: "... limpa primeiro o interior do copo (o coração), para que também o seu exterior fique limpo".

Se o seu coração é puro, você não quererá se vestir de forma indecente. Uma mulher pode usar vestido longo e mes­mo assim mostrar uma atitude sensual; enquanto outra veste calças compridas e tem um coração puro.

Um homem pode gloriar-se de nunca haver se divorcia­do, mas tem o coração cheio de lascívia e desejos sexuais por outras mulheres. Isso é santidade?

Se seu coração é puro, um aparelho de Tv. em sua casa não o levará a olhar programas de baixo nível que não edifiquem sua vida. Alguns afirmam que é mundanismo ter um aparelho de Tv. em casa. Um móvel ou um aparelho electrónico não pode determinar se uma pessoa é crente ou mundana. Você pode não ter aparelho de Tv. em casa e continuar pecando em seu cora­ção. Se você é limpo de coração, desejará apenas o que Deus deseja!

O deserto é crucial na vida de todo crente, pois é ali que Deus purifica os motivos e intenções do coração. Deus está neste momento preparando o nosso coração para o retorno de seu Filho.

Extraído do Livro Vitória no Deserto de autoria de John Bevere

Por Lidiomar

Graça e Paz