quinta-feira, 31 de maio de 2012

Deus usa ousados, não medrosos. Ide...! IDE...?


Jesus nos deixou uma missão em Marcos 16.15: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”.

O profeta Isaías já tinha sido constrangido a isso, veja em Isaias 6.8: “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim”.

Nós também oramos:

- Senhor, eis-me aqui, envia-me a mim. Lindo né!! O Senhor diz:

- Vai, o mundo é a sua igreja. Nós, respondemos:

- Senhor, eu não estou pronto, preciso aprender mais, tenho medo de fazer besteira.

Nesta tarde, eu estava meditando, entristecida, inconformada com líderes totalmente despreparados nas igrejas; pessoas com pouco conhecimento bíblico se tornando pastores com um intensivão de alguns dias. Meu Deus, como está a sua igreja. Pastores, ovelhas doentes, gerando ovelhas doentes.

Daí o Senhor me trouxe a memória os textos acima.


Temos o livre arbítrio, não quer ir, não vá, porém, o evangelho precisa ser pregado, a seara é grande os seifeiros são poucos e, Deus usa quem se dispõe. Eles não conhecem, não estão preparados, mas, se dispõe, estão obedecendo, estão indo no meu lugar, no seu lugar e, no de tantos que pensam e agem como nós.

Deus usa os corajosos, 2 Timóteo 1.7 diz: “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação”.

Se parasse aí já seria constrangedor, mas, não para, pois somos corresponsáveis pelos atos praticados por aqueles que foram no nosso lugar, por conta da nossa omissão e medo. Um dia, vamos dar conta dos nossos atos a Deus, como alerta o Apóstolo Paulo aos Romanos 14.12: “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus”.

Enquanto pessoas despreparadas, porém, destemidas e ousadas estão cumprindo a ordenança do Ide, estamos em nossas poltronas confortáveis, assistindo novelas que corrompem os bons costumes e, criticando aqueles que arregaçaram as mangas e se dispuseram a propagar as boas novas do evangelho de Cristo, apesar de suas limitações.

Estudamos, aprendemos, ouvimos a Palavra e não saímos do lugar.

- Mas Deus, tento fazer as coisas direito, tenho temor do Senhor e nada dá certo; Porque?

A Bíblia diz em Mateus 6.33: “...buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

O que seria a Justiça divina?

Quem está sendo instrumento de Deus?

Pense nisso.

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Você ainda ouve a voz de Deus? Ou ELE não fala mais?


 “Ah, Israel, se me ouvisses..”. Sl 81.8

NADA É MAIS RECOMPENSADOR DE QUE OUVIR O QUE DEUS TEM A NOS DIZER.
A Bíblia diz explicitamente que Deus ainda fala tão poderosamente quanto nos dias em que ela foi escrita. Sua voz espera se ouvida. “Ah, Israel, se me ouvisses..”.

1. PORQUE DEUS FALA HOJE?
Nosso Deus não se isolou do mundo, nem das pessoas. É um Deus que se comunica.

* ELE NOS AMA TANTO QUANTO AMAVA AS PESSOAS NOS TEMPOS DO ANTIGO TESTAMENTO
- Quando somente uma pessoa fala e outra só escuta, não existe comunhão.
- Deus ainda nos fala hoje porque deseja estabelecer conosco um relacionamento de amor que envolve uma comunhão entre as duas partes.

* DEUS NOS FALA, PORQUE PRECISAMOS DE SUA ORIENTAÇÃO DEFINIDA E DECISIVA EM NOSSAS VIDAS.
- Tal como aconteceu com Josué, Moisés,Jacó Noé.
- Como seus filhos precisamos de seus conselhos para sermos eficazes na tomada de decisões.

* DEUS NOS FALA HOJE, PORQUE ELE SABE QUE NECESSITAMOS DE CONSOLO E SEGURANÇA COMO ACONTECIA COM OS CRENTES DE OUTRA ERA.

* DEUS NOS FALA HOJE, PORQUE DESEJA QUE O CONHEÇAMOS.

2. COMO DEUS FALOU NOS DIAS DO ANTIGO TESTAMENTO?
Se Deus ainda fala, de que forma Ele o faz? Como foi no Antigo Testamento.
DEUS FALOU POR REVELAÇÃO DIRETA: (Gn.12:1-3) Abraão e os demais patriarcas.
DEUS FALOU POR MEIO DE SONHOS: (Gn.37:6-11)
DEUS FALOU POR MEIO DE SUA PALAVRA ESCRITA. (Ex.20; 2Tm.3:16)
DEUS FALOU POR MEIO DOS PROFETAS. (Hb.1:1)
DEUS FALOU POR MEIO DE CIRCUNSTÂNCIAS. (Jz.6:11-40) A história de Gideão.
DEUS FALOU POR MEIO DE ANJOS. (Jz.6:11-12)

3. COMO DEUS FALA HOJE?
* POR MEIO DE SUA PALAVRA. (SL.1)
A revelação escrita é a verdade progressiva a respeito de Deus anunciada pelo próprio Deus.(2Tm.3:16; Sl.119:9)
(Sl.119:130) “Ao meditarmos na palavra de Deus, com um pedido ou decisão; Ele fala conosco”.
Às vezes Deus nos leva a mesma mensagem várias vezes.

* ATRAVÉS DO ESPIRITO SANTO. (At.13:2)
Na verdade a maneira principal pela qual Jesus falou no Novo Testamento foi pelo Espirito Santo.
Hoje Deus fala ao nosso espírito pelo Seu Espírito que vive, habita e permanece em nós.

É UMA FALA AO CORAÇÃO (ISm.16:7)
“SE ANDARMOS DIRETAMENTE NO ESPIRITO, SUBMISSOS AO SEU PODER, TEMOS O DIREITO DE ESPERAR OUVIR DE DEUS TUDO AQUILO QUE PRECISAMOS. O ESPIRITO SANTO QUE VIVE EM NÓS E FALA CONOSCO DEVERIA SER A MARCA NATURAL DE NOSSO ESTILO DE VIDA COMO CRENTES”. (Ef.2:22)

* POR OUTRAS PESSOAS. (At.8:6-8)
Através de pessoas nas mãos de Deus. Às vezes ele usa a simplicidade das crianças.

* CIRCUNSTÂNCIAS
Seja uma observação; uma leitura; um acontecimento inesperado.

4. MANEIRAS QUE DEUS CAPTA NOSSA ATENÇÃO
“A FALA DE DEUS A NÓS MERECE NOSSA CONCENTRAÇÃO MÁXIMA”.
Para evitar que fiquemos insensíveis à Sua voz, Deus tem seus meios de captar nossa atenção.
Podemos estar envolvidos com nossos negócios ou com nossa família, mas, se ouvirmos Deus falando conosco, imediatamente saberemos o que fazer. O problema é que nem sempre andamos no Espirito.(Gl.5:16). Há ocasiões que escolhemos fazer as coisas a nosso modo. Estamos caminhando tão depressa em determinada direção que se, Deus falar conosco, não o ouviremos, pois não estamos em sintonia cm ele.

UM ESPIRITO INQUIETO
Veja Ester 6:1, o Rei Assuero perdeu o sono e foi ler as crônicas.
Creio que uma das maneiras mais simples pelas quais Deus consegue captar nossa atenção é fazer-nos inquietos.
Podemos estar dando seqüência normal a nossa vocação etc..quando uma inquietação começa a surgir dentro de nós. Dessa maneira, a inquietude pode nos levar a ouvir a voz de Deus.

UMA PALAVRA DE OUTRAS PESSOAS
- IISm.12 – Natã repreende Davi.
-  Conselhos de homem de Deus: Pastor; conselheiro, e pregações na igreja.
-  IICr.10 – Roboão preferiu ouvir os jovens, não aos anciãos.

BÊNÇÃOS (Rm.2:4)
Bênçãos incomuns: Espirituais ou materiais. ELE SABE DE NOSSO FUTURO E AGE COMO UM PAI QUE PROVÊ E ACIMA DE TUDO: AMA.

ORAÇÕES NÃO RESPONDIDAS

CONCLUSÃO: QUE DEUS NOS AJUDE A SERMOS SENSÍVEIS A SUA CONSTANTE VOZ. A VERDADE É QUE DEUS SEMPRE ESTÁ FALANDO CONOSCO.

QUANDO FOI A ULTIMA VEZ QUE VOCÊ OUVIU A SUA VOZ, OU ELE NÃO NOS FALA MAIS?

Fonte: AD Perus

Por Litrazini

Graça e Paz




terça-feira, 29 de maio de 2012

O QUE É PENTECOSTES?


E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar (Atos 2.1)

Pentecostes era uma das festas de Jeová, registradas em Levítico 23. Anualmente, esta festa apontava para o tempo no qual o Espírito Santo viria ao mundo como Paracleto (Consolador).

Por séculos, a festa havia sido realizada sem nenhum sinal do cumprimento dessa promessa. Mas agora chegara o momento: Pentecostes, que era um tipo, se cumprira. Cinqüenta dias após a ressurreição do Senhor, dez dias após Sua ascensão, os discípulos foram “revestidos de poder” (Lc 24.49).

O Espírito Santo, a terceira Pessoa da Trindade, desceu para estar com eles e habitar neles (João 14.17). Não é nenhuma surpresa o fato de Deus ter predeterminado o exato momento em que tal evento deveria acontecer.

Pentecostes foi também o marco do nascimento da Igreja, o corpo de Cristo sobre a terra. Paulo deixa isso bem claro: “Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo”( 1Co. 12.13).

A Igreja começou sob circunstâncias favoráveis. Os discípulos estavam “todos concordemente no mesmo lugar”. Como o fato dessa unidade não ter sido mantida deve afligir o coração do Senhor! “Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).

O Senhor Jesus expressamente declarou Seu desejo quanto a isso na oração que fez em João 17: “Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós” (v. 11).


O Espírito Santo procura nos conduzir em toda a verdade. A unidade dos crentes permanece como um princípio fundamental da doutrina cristã, apesar de, na prática, se vê apenas ruína. Porém, Deus não abre mão de Seus princípios e quer mostrar essa verdade ao coração de Seus filhos!

“Se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-Lo enviarei” (João 16.7)

Pentecostes marca a vinda do Espírito Santo, cumprindo a promessa do Senhor aos Seus discípulos.

Como os discípulos iriam manter o testemunho do Senhor e Salvador após a ascensão dEle? Estavam expostos a todo tipo de mal. Mas o Senhor havia feito uma maravilhosa provisão. Ele pediu ao Pai que lhes desse “outro Consolador” para habitar com eles para sempre (João 14:16). Esse Consolador era o “Espírito da verdade” (v. 17), o qual sela cada crente verdadeiro para mostrar que este pertence ao Senhor Jesus e é também a garantia do cumprimento de todas as promessas do Salvador.

Qual é a função do Espírito aqui no mundo?

Ele está com os crentes, agindo por meio deles, e dentro deles, habitando neles e os direcionando (v. 17). Ele conduz os redimidos em toda a verdade, lhes dando entendimento da mente de Deus e da Palavra (cap. 16:13). Embora sendo uma Pessoa da Trindade, Ele não reivindica nem fama nem autoridade para Si mesmo, mas glorifica o Filho de Deus, do qual testifica continuamente (cap. 15:26; 16:13-15). Esses aspectos de Sua obra podem ser apreciados somente pelos cristãos verdadeiros.

Quanto aos não salvos, o Espírito Santo convence o mundo “do pecado, e da justiça e do juízo” (16:8-11). Ele é tipificado pela mulher que varre a casa até encontrar a moeda perdida. Da mesma maneira, o Espírito esquadrinha o mundo para ver onde existem almas que podem ser conduzidas ao Salvador.

O Espírito Santo preenche o vazio deixado pelo Senhor que ascendeu ao céu após ter realizado Sua missão aqui.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz




segunda-feira, 28 de maio de 2012

A rota no percurso da batalha pela vida


Vencendo as doenças físicas, emocionais e espirituais

E como vencer essas enfermidades do corpo, da alma e do espírito?

Uma senhora foi a uma consulta médica de rotina e descobriu que estava com uma doença terminal e teria poucos dias de vida. O médico lhe informou:

- D. Suzana, seu caso é raro e grave. Você só tem 04 meses de vida.

O marido, filhos e netos ao tomarem conhecimento do fato, choraram amargamente a falta antecipada daquela pessoa tão querida. Mas consolando a todos que estavam presentes, como um belo sorriso, D. Suzana disse:

- Não se preocupem. Ainda tenho 04 meses para ser feliz. Vou viver intensamente e dar valor a cada segundo que me resta. Vou fazer de cada momento uma oportunidade de ser e fazer feliz a quem me cerca.

Todos ficaram pasmos com tal declaração.

E para testificar as palavras de D. Suzana, todos ficaram na espreita para ver sua atitude. Todos ficaram surpresos, pois ela parecia mais feliz do que antes. Curtia cada momento, cada detalhe. Ninguém podia ver uma lágrima em seus olhos a não ser sorriso e brilho no olhar.

E assim foi feito em todos aqueles 04 meses e todos os anos que lhe foram acrescentados. Porque D. Suzana viveu muitos anos ainda. Superou a doença e encarou o problema fazendo dele uma solução para rever suas questões e ser feliz. Aliás, muito feliz. (A.D.)

A preocupação supera a inspiração que impede a criatividade, gerando a rotina, o enfado que por sua vez gera a insatisfação, ocasionando o desânimo, a apatia, trazendo a tristeza, enfermidades e por fim a morte.

Esse processo é triste e mais real que se imagina, porém, pode ser revertido, como na ilustração. Claro que temos que trabalhar para sobreviver, todavia, isso pode ser feito de maneira que não provoque o ciclo acima.

Precisamos traçar uma programação diária, estabelecendo disciplina e determinação para que seja cumprida. Nessa programação é necessário incluir leitura bíblica, oração, envolvimento de trabalho voluntário para o Reino de Deus, entre outros.

Fazendo isso, estaremos ocupando a nossa mente, o nosso tempo, (a Bíblia alerta para não dar lugar para o diabo), com tarefas que edificam que restauram as nossas emoções, pois estaremos alimentando o nosso corpo físico, emocional e espiritual, fazendo com que haja equilíbrio entre eles, eliminando os sentimentos nocivos que seriam originados pelo maligno, por práticas incompatíveis com a Palavra, ou por distúrbios emocionais.

Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11). Repetidas vezes o Senhor disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de alegria e júbilo.

A partir daí, o Espírito Santo passa a gerar em nosso interior o seu fruto que é a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio. A alegria restaura o ânimo, que gera satisfação mesmo em pequenas coisas, tirando todo o enfado, afastando a rotina, revelando a cada dia, novidade de vida, estimulando a criatividade, pois o novo foco estará direcionado para as coisas de Deus, O Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4.8: que tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Provérbios 17.22 diz que o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. 

Os problemas e aflições continuarão, a própria Palavra nos conforta em 2 Co.4.8,9, quando diz: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu (Jesus)vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. (João 10.10)

A escolha é minha, é sua, é nossa!!

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz


domingo, 27 de maio de 2012

Concepções errôneas sobre a espiritualidade


Existem algumas concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um in­crédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma desci­da suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa.

De fato, em alguns casos os problemas aumen­tam e a estrada fica mais difícil!

Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam.

Muitas ve­zes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mos­trar-nos o próximo passo conforme necessário. 

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.


Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.
Não é triste que essa idéia seja anunciada em muitos lugares hoje? A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano! Todos, temos problemas e você não deixa de ser espiri­tual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porquê. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam total­mente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.
A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a re­moção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exa­to. O mapa lhe diz como chegar a um determinado desti­no. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que en­vie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz



sábado, 26 de maio de 2012

Os Intelectuais Estão Procurando?


Os homens e mulheres que são considerados parte da elite intelectual, estão à procura do mesmo sentido para a vida, do mesmo senso de realização, mas muitos deles são detidos nessa busca pelo orgulho pessoal. Eles gostariam de salvar-se a si mesmos, pois o orgulho alimenta a auto estima, levando-nos a crer que podemos passar sem Deus.

O famoso escritor e filósofo inglês, Bertrand Russell, produziu, com abundância, obras acerca da ética, moral e da sociedade humana, tentando provar o que ele acreditava serem os erros da Bíblia. A respeito desse orgulho intelectual, Russell escreveu o seguinte: "Todos os homens gostariam de ser Deus, se lhes fosse possível; e alguns têm dificuldade em reconhecer esta impossibilidade."
Desde o começo dos tempos, o homem tem dito como Lúcifer: "Serei semelhante ao Altíssimo" (Is. 14:14).

E a busca continua. O coração precisa ser satisfeito, e a maioria dos intelectuais chega a um ponto de sua existência quando a vida acadêmica, a comunidade científica, as atividades políticas ou econômicas não satisfazem mais.

Um excelente crítico do cenário cultural escreveu: "O homem, apesar de ser humano, procura sempre e sempre escapar à lógica de sua própria realidade, e deseja encontrar seu verdadeiro eu, seu humanismo, sua liberdade, mesmo que somente possa fazê-lo através de uma total irracionalidade ou de um misticismo completamente infundado." 

Estamos presenciando as conseqüências de o homem buscar seu verdadeiro eu em experiências místicas e novos cultos, e naquilo que denominam "nova consciência". "O homem hoje deseja experimentar a Deus. Nem fé, nem conhecimento são a palavra chave, mas experiência."

E à medida que se intensifica este anseio pela experiência, as falsas filosofias e os falsos deuses se tornam aceitáveis. Um intelectual europeu afirmou:


"Há séculos que empreendemos a busca daquele ideal que os gregos denominaram ataraxia, a idéia de uma calma tranqüila, de profunda satisfação interior, que transcende as inquietações, frustrações e tensões do viver diário. Muitos a procuraram através da filosofia e religião, mas sempre tem havido uma busca paralela de atalhos."

Certo escritor americano afirma: "À medida que aumenta de intensidade a busca do homem por novas experiências, novos líderes, novas esperanças, existe também aquele anseio contínuo de encontrar-se outra alternativa para um futuro que parece ser tão negro."

Os homens estão desesperadamente desejosos de paz, mas a paz de Deus não é a ausência de tensões e tumultos, mas, sim, uma paz, que, mesmo em meio a tensões e tumultos, continua a existir.

Em Calcutá, na Índia, desejei visitar uma grande serva de Deus que é conhecida no mundo como Mãe Teresa. Eu chegara bem cedo, e as irmãs não queriam perturbar Mãe Teresa, pois três pessoas haviam morrido em seus braços naquele dia, e ela acabara de recolher-se a seu quarto para descansar um pouco. No entanto, o oficial que me levara até lá enviou um recado a ela, e daí a alguns instantes ela apareceu. Imediatamente, aquela santa mulher deu-me a impressão de uma pessoa que goza de paz interior em meio à tormenta. É a paz que ultrapassa todo entendimento, e todos os desentendimentos também.

Como precisamos deste tipo de paz, nesta geração que está senda despedaçada por inquietude interior e desespero! Os jornais diários são exemplos clássicos de um quadro negativo. Terrorismo, bombardeios, suicídios, divórcios e um pessimismo geral são as doenças do dia atual, pois o homem, em seu orgulho, recusa-se a voltar-se para Deus.

Entretanto, o intelectual sincero, aquele que cultiva uma mente aberta juntamente com a busca do coração, faz uma descoberta maravilhosa. Diz o Dr. Rookmaaker: 


"Não podemos entender a Deus perfeitamente, nem conhecer sua obra completamente. Mas ele não nos pede que o aceitemos com uma fé cega. Pelo contrário, ele nos pede que olhemos ao redor, e reconheçamos que as coisas que ele nos ensina através de seu Filho, seus profetas, e seus apóstolos são verdadeiras, são reais e são relativas a este mundo, o cosmo que ele criou.

Portanto, nossa fé nunca pode ser considerada como irracional, nem como algo pré-fabricado. A fé não significa o holocausto do intelecto para quem crê na versão bíblica da História."

Extraido do livro: Como Nascer de Novo de Billy Graham

Por Litrazini

Graça e Paz



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Morando na aldeia do arrependimento e na Rua da Frustração


Uma vez que você decidiu abandonar o seu lugar fixo no banco da igreja ou sair do confortável assento acol­choado no fundo da igreja para persegui-lo, Deus envia um aviso de mudança de endereço para você. Desse momento em diante, você se torna um viajante, um peregrino em eterna peregrinação ao lugar da presença de Deus.

O problema é que aquele que você está perseguindo nunca fica imóvel o suficiente para que o homem o coloque em uma caixa permanente (embora finjamos que consegui­mos). É quase como escolher partir do Egito para caçar a Deus em meio ao Mar Vermelho. O encontro inicial com o Deus da nuvem que se move ou da coluna de fogo é apenas o começo.

O ato de cruzar um capítulo da vida é miraculoso e inesquecível. Mas, há outro cruzamento a sua frente, do lado mais distante de um deserto que tem um teste de fé anexado a ele. (E não há retorno para os confortos e iguari­as do Egito do passado).

— Mas eu não gosto de viver com este... este, este sentimento de intranqüilidade. Algum dia deixarei de sentir que preciso de mais dele?

Ajudaria se lhe dissesse que todas os luminares espirituais do passado viveram no endereço da frustração? Eles moram na rua Sede Santa, na aldeia do Arrependimento e o código postal deles é o Desespero Divino. A sede é maior do que aquilo que recebem, e o descontentamento divino os levam a fazer uma ora­ção parecida com esta: "Mostre-nos a tua glória". Eles não base­aram a sua fé no sucesso de sua busca; mas basearam a sua bus­ca na força de sua fé.

O arrependimento pode acelerar o processo de entrada na presença dele. O arrependimento é como "adorar sobre esteróides". O verdadeiro arrependimen­to produz uma tristeza piedosa que é uma ponte sobre a fenda do pecado que nos separa dele. Deus também dá à luz o desespero e o quebrantamento.

Se a adoração suplica pela presença de Deus, parece que o arrependimento coloca uma exigência pela presença dele, pois Ele disse que não desprezará um espírito quebrantado e um co­ração quebrantado e contrito.


O papel moeda ou nota de dólar americano são conhecidos como notas de demanda. Toda a fé dos governantes dá garantia a elas, e isso exige um valor em troca. Toda a fé de Deus em si mes­mo dá suporte as suas afirmações so­bre arrependimento. Isso faz surgir uma demanda legítima pela presença dele; e a abastece como o apertar do acelera­dor de um carro.

Nosso problema é que consideramos o arrependimento "uma visita ocasional à aldeia do Arrependi­mento". Deus nos chama a um estilo de vida de arrependimento, o que signi­fica morar na aldeia.

Você sente como se não conse­guisse mais suportar o peso de sua sede? Sua frustração o faz sentir-se como se estivesse à beira da depres­são?

Pode parecer assim, mas o pro­blema é que você está desiludido com o homem (provavelmente nenhum ho­mem em particular) e está cansado daquilo que chamamos de igreja (em­bora você ame a sua igreja local).

Pode parecer assim, mas você nunca esteve em lugar melhor que esse! Por quê?
A frustração é o ende­reço para onde Deus envia os ungi­dos.

Seja grato por todos os dons e bênçãos, mas não é uma "bênção de Deus" agir como se você "tivesse o suficiente dele". Deus dá à luz uma frustração em seu coração que o compele a caçá-lo para obter cada vez mais de sua presença. Isso faz com que você queira muito mais dele! Esse é verda­deiramente o único "casamento feito nos céus".

A nossa fé não se baseia em sentimentos, mas é abastecida pela paixão. Nós ancoramos a nossa fé nas coisas que Deus disse e prometeu em sua Palavra inspirada, mas a paixão fornece a coragem, dirige a busca e serve ao Deus da Palavra.

As Escrituras dizem que Deus efetua em nós tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele/Sua vontade vai atrair todos os homens para Ele.

Nós vive­mos como se o primeiro mandamento dissesse: "Reconheça a existência do Senhor nosso Deus e vá a encontros com ele, em respeito ao seu poder de nos enviar para o inferno". Na verdade ele diz: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimen­to".

Extraído do Livro Os Descobridores de Deus de Tommy Tenney

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ser grande é um privilégio! O que fazer?


Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo (Mateus 20.26)

Era uma vez um menino que sentia vontade de ser bem grande e resolveu procurar alguém que pudesse lhe ensinar como fazer para ser grande.

Foi andando, andando e, de repente, parou diante de uma árvore enorme e perguntou:

- O que você faz para ser tão grande? A árvore respondeu:

- Eu dou frutas, flores, sombra, purifico o ar, agasalho as aves e minha madeira é muito útil ao homem. Eu sirvo.

O menino continuou sua caminhada, encontrou um grande rio e perguntou:

- E você, o que faz para ser grande? O rio disse:

- Eu levo barcas, abasteço de água as populações, irrigo as terras e forneço várias espécies de peixe. Eu sirvo.

Aquele menino continuava perguntando e prestando atenção às informações e ia crescendo com todas as respostas que ouvia:

Da professora, ele ouviu: - Para que a geração jovem aprenda ética, cidadania e tenha educação e instrução. Eu sirvo.

Do médico, ele ouviu: - Para que o homem seja saudável na mente e no corpo. Eu sirvo.

Do religioso, ele ouviu: - Para construir uma comunidade de irmãos, filhos de Deus, que saibam repartir o pão. Eu sirvo.

Do policial rodoviário, ele ouviu: - Na orientação aos motoristas, na disciplina e na segurança do trânsito e na prevenção do acidente. Eu sirvo.

Dos animais ele também obteve respostas:

O urubu disse: - Elimino da superfície da terra todo cadáver não sepultado. Eu sirvo.

A Abelha disse: - Eu espalho pólen nas flores e fabrico o gostoso mel. Eu sirvo.

E o menino não parou, foi perguntando, perguntando e pensando chegou às conclusões:

- Tudo só é grande quando serve;

- Tudo só é importante quando é útil;

- Tudo só é necessário e essencial quando, de alguma forma, constrói um mundo melhor.

Ele entendeu e ficou feliz com o que conheceu.

- Quando eu crescer também quero ser grande, vou começar hoje a servir, seja em casa, na escola, na rua, porque para Deus grande é quem serve.

Como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mt. 20.28)

Digo-lhes verdadeiramente que nenhum escravo é maior do que o seu senhor, como também nenhum mensageiro é maior do que aquele que o enviou. (João 13.16)

Servir não é privilégio de muitos. Servir é para gente grande. Servir é para gente que se conhece, e está seguro de sua identidade, a tal ponto que nada nem ninguém o diminui.

Servir é para gente que conhece o coração das pessoas, a ponto de não se deixar decepcionar o suficiente para que o serviço seja abandonado.

Servir é para quem conhece o amor, de tal maneira que desconhece preço elevado demais para que possa continuar servindo.

Servir é para quem conhece o fim a que se pode chegar servindo e amando, de tal maneira que não é motivado pelo reconhecimento, a gratidão ou a recompensa, mas pelo próprio privilégio de servir.

Servir é para poucas pessoas, só para os parecidos com Jesus.

Lidiomar T. Granatti - Litrazini

Graça e Paz



quarta-feira, 23 de maio de 2012

O que é o dom de falar em línguas estranhas?

O que é esse fenômeno dos dons das línguas e para que serve? É isso de Deus?

Falando sobre o fenômeno muitos líderes mencionam o livro de Atos e 1 Coríntios para entender sobre o falar em línguas. Mas diferentes líderes tem diferentes opiniões.

Para explicar o dom de línguas, Ed Rene Kivitz, pastor batista, explica em um vídeo sobre a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes e sobre o que Paulo fala em sua carta aos coríntios. Citando passagens de Atos 2, 10, 8, 19, ele diz que o Espírito Santo veio sobre judeus, gentios, samaritanos e prosélitos e esse evento serve para atestar a universalidade do Espírito Santo.

Para ele o dom existe mas o fenômeno em Atos não é de falar em línguas estranhas ou dos anjos que o apóstolo Paulo fala na carta aos coríntios. Segundo ele, o fenômeno descrito em Atos são idiomas humanos, e usados para a pregação do Evangelho.

Segundo Kivitz, os dons são diversos e nem todos tem o dom das línguas. Ele na época de sua mensagem, por exemplo, revela que não teve ainda a experiência, mas confessa que tem o desejo de ter, não sentindo obrigação em ter. Ele nega ainda que a falta dessa experiência não significa que não tenha recebido o batismo do Espírito Santo.

Para o líder presbiteriano, o Rev. Augustus Nicodemus, com o fenômeno da descida do Espírito Santo descrito em Atos, as línguas mencionadas se tratavam de idiomas humanos. Segundo ele, em 1 Coríntios, Paulo não está dizendo que Paulo fala a língua dos anjos, e que a carta assim não prova que as pessoas possam falar em todas as línguas dos homens e dos anjos.


Já Marco Feliciano, pastor pentecostal que ora em línguas, fala desse dom em sua mensagem Línguas de Fogo como “nosso legado pentecostal”. Ele cita também a carta aos Coríntios, para explicar sobre o dom, e afirma que aquele que ora em espírito não ora aos homens, mas ora a Deus, “porque somente Ele entende”. Segundo ele, a própria pessoa que ora não sabe o que está orando, porque não é ela mas sim o espírito.

“Aquele que ora fala das necessidades do seu espírito, as necessidades da sua alma.”

O apologista Johnny Bernardo, fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR) menciona que as línguas de Atos 2 e da carta de Paulo se referem ao dom espiritual de línguas. Ele, que vem de igreja pentecostal, afirma que as “as línguas, concedidas pelo Espírito Santo, são desconhecidas de quem fala e por quem as ouve”. No entanto, ele diz, não se trata de articulações irracionais, que produzem sons estranhos, nem tão pouco de “ruídos”, “grunhidos”, “gritos” e “ecos desconexos”.

“Os dons espirituais formam a base do crescimento espiritual e capacita o crente para o serviço. O dom de línguas, apresentado nas Escrituras, faz parte dos chamados ‘Dons de Inspiração’”, disse ele ao The Christian Post.

“O fato dos discípulos, no dia de Pentecostes, terem falado línguas dos estrangeiros que estavam em Jerusalém, não quer dizer que as línguas estranhas sejam outros idiomas. Naquele dia, falaram independentemente da aprendizagem intelectual; havia idiomas extremamente difíceis para se aprender instantaneamente. O Espírito Santo usou aquelas línguas estranhas especificamente, para que os povos ouvissem em seus próprios idiomas ‘as grandezas de Deus’ (Atos 2. 7,8 e11)”.


Portanto, além de Atos 2, outras referências bíblicas ao dom de línguas são as que estão presentes principalmente nas epístolas paulinas e referem-se a uma comunicação entre o crente e Deus, de acordo com o apologista. Ele explica que há dois aspectos do dom de línguas e/ou línguas estranhas explicados em I Coríntios 14. 2,13:

“(1) ‘não fala aos homens, mas a Deus, porque ninguém o entende’. (v.2) Com base neste trecho, fica claro que as línguas estranhas não são idiomas conhecidos dos homens, porque, conforme declara Paulo, ninguém entende”.


“(2) ‘Pelo o que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.’ (v.13) Paulo adverte quanto ao uso indisciplinado das línguas estranhas. Segundo o apóstolo, o padrão correto deveria ser o falar em língua estranha seguida de interpretação. Tomando como base a declaração paulina, o dom de língua deve ser usado com objetivo de ‘edificação.’ Infelizmente, em boa parte das igrejas evangélicas, tal dom tem sido usado de maneira incorreta, por crentes com pouco ou nenhum conhecimento das Escrituras”.

Fonte: The Christian Post

Por Litrazini

Graça e Paz