sábado, 30 de junho de 2012

A Água Verdadeira


“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna. Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la”. João 4.13-15

O INTERESSE DE JESUS: OFERECER ÁGUA VIVA.

Uma água que saciasse toda a sede espiritual daquela mulher: a sede de Deus.

Uma água que purificasse o seu coração sujo pelo pecado.

Uma água que trouxesse alívio às suas dores, as suas aflições, aos seus sofrimentos.

Uma água que oferecesse vida eterna.

O INTERESSE DA MULHER: PROVAR DE UMA ÁGUA MILAGROSA.

Uma água que saciasse toda sua sede física.

Uma água que lhe possibilitasse menos esforço físico.

Uma água visível, palpável, que ela pudesse ver, beber e constatar o seu poder milagroso.

Jesus oferece o que é realmente importante. O homem busca o que acha que é importante.

O homem está constantemente preocupado em satisfazer apenas suas necessidades físicas. Deus, além de satisfazer as nossas necessidades físicas, também pode e quer satisfazer a nossa necessidade espiritual, a nossa sede da alma.

“Um pregador estava falando sobre o poder de Deus em transformar pecadores perdidos em pessoas abençoadas e felizes.

Uma pessoa da multidão, então, questionou o pregador apontando para um mendigo presente dizendo:
- O seu Deus é poderoso o bastante para mudar a roupa deste mendigo? O pregador, então, respondeu:
- O meu Deus não pode apenas mudar a roupa deste mendigo, mas pode também mudar o mendigo que está dentro dessa roupa!”

O ser humano está buscando o trivial, Deus está oferecendo o mais importante.

O homem está buscando solução para os seus problemas materiais, Deus está oferecendo solução definitiva para o problema espiritual do homem

Veja o que Jesus oferece:

1. ELE OFERECE VIDA E SALVAÇÃO ETERNA
Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. (João 5:24)

2. ELE OFERECE VIDA ABUNDANTE
O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. (João 10:10)



3. ELE OFERECE LIBERTAÇÃO.
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8:32)

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. (Gálatas 5:1)

4. ELE OFERECE AMOR SEM FIM.
Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim. (João 13:1)

5. ELE OFERECE PAZ VERDADEIRA.
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; (Isaías 9:6)

CONCLUSÃO:
“Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33).

Autor: Pr Iranildo dos Santos Tomé

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Como se exerce autoridade em oração?



Satanás faz mais oposição às orações do povo de Deus do que a qualquer outra coisa.

Assim como José, que prosperou no Egito, embora passando por reveses temporários, Daniel também foi usado por Deus. No primeiro ano do governo de Dario, futuro governante universal do Oriente Médio, Daniel recebeu uma interpretação especial do texto de Jeremias 25.13. Ao perceber as implicações dessa nova interpretação para Jerusalém, começou sua conhecida oração intercessora, em favor de seu povo.

Principiou por confessar seus pecados, embora sua inabalável fidelidade a Deus fosse reconhecida por todos os judeus que se encontravam no cativeiro. Depois passou a pedir perdão para o seu povo, como vemos no capítulo nove. Em seguida, ele se põe a pedir o favor de Deus para seu povo: Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparta-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, de teu santo monte; porquanto por causa dos nossos pecados, e por causa das iniquidades de nossos pais, se tornaram Jerusalém e o teu povo opróbrio para todos os que estão em redor de nós...” (Dn 9.16,17).

Em Zacarias 3, encontramos um verso em que o Senhor diz o seguinte  a   Satanás: ” O Senhor te  repreende, o Satanás, sim, o Senhor que escolheu Jerusalém te repreende; não é este um tição tirado de fogo? ” ( V. 2. ).

Paulo também compreendeu bem a batalha espiritual que temos de enfrentar, pois disse: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais  do mal, nas regiões celestes.”( Ef 6. 12. ).

Satanás foi derrubado da posição que ocupava nos lugares celestiais, uma posição aliás bastante elevada. Nós fomos criados como seres um pouco mais elevados que os anjos, já que podemos entender as realidades espirituais. Satanás já sabe, desde os tempos do jardim do Éden, que seu reino será destruído por meio da humanidade. Deus lhe deu o titulo de “príncipe da potestade de ar”. (Ef 2. 2.). Como ele pode exercer autoridade sobre a atmosfera da terra, ele tem conseguido exercer influencia sobre as nações. 

Contudo, Deus tinha dado autoridade ao homem, mas este a perdeu por ocasião da queda, devido ao pecado de Adão. Entretanto, nunca houve uma época em que não houvesse uma testemunha de Deus no mundo. Seu povo sempre pôde exercer autoridade através da oração e intercessão. Depois Cristo veio ao mundo e permitiu que os homens o julgassem e crucificassem. Contudo, pela sua vida sem pecado, sua morte propiciatória na cruz, e sua gloriosa ressurreição, Ele ficou com as chaves da morte e do túmulo, e percebeu “toda autoridade”. (Mt 28. 18.).

E hoje, temos diante de nós a ordem de ir ao mundo todo, e fazer discípulos de todas as nações, para o reino de Deus. E essa ordem é fundamentada no fato de que Cristo conquistou toda a autoridade no céu e na terra.

Quando aprendemos a orar no Espírito Santo, e entendemos que recebemos autoridade espiritual, podemos imobilizar as forças de Satanás que atuam numa pessoa, em comunidades e até em nações, entretanto, Satanás, que é um mentiroso e o pai da mentira, tenta convencer-nos de que ele está no controle de tudo. Mas quando aprendemos a jejuar, orar e exercitar nossa legítima autoridade espiritual, Satanás e suas hostes são obrigados a se renderem à vontade de Deus.

Como é essencial que conheçamos e compreendamos a importância da oração. Mas, se não aprendermos a orar, não haverá meios de ver a vontade de Deus realizada em nossa vida e ministério. Contudo, primeiro precisamos ter o desejo de orar.

Nosso problema é que pensamos muito sobre a oração, lemos muito coisa a respeito dela, e até recebemos instruções acerca da oração, mas não oramos.

Chegou a hora de compreendermos que a oração é a fonte do poder.

Chegou a hora de permitirmos que o Espírito Santo opere em nós um novo quebrantamento e submissão a Deus.

Chegou a hora de aprendermos a exercitar nossa autoridade espiritual procurando impedir a operação de demônio.

Chegou a hora de orarmos.   

Inspirado no Livro Oração, a chave do avivamento de Paul Y. Cho

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz



quarta-feira, 27 de junho de 2012

O segredo da verdadeira liberdade


Cristo nos libertou para que nós sejamos realmente livres (Gálatas 5.1a NTLH).

Quando nos tornamos discípulos de Cristo, desenvolvemos as atitudes do verdadeiro seguidor de Jesus, experimentamos o perdão de Deus, que nos liberta do pecado, e passamos a viver pela graça, conforme Gálatas 1.6: Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho.

Por meio de Seu sacrifício na cruz do Calvário, Jesus nos libertou da escravidão do pecado, garantiu-nos o privilégio de sermos filhos de Deus e comissionou-nos para darmos continuidade à Sua missão de implantar o Seu Reino na terra. Nesse Reino, as pessoas são livres para viver o evangelho, que transforma o ser humano no corpo, na alma e no espírito.

O segredo da liberdade que temos em Cristo não é uma licença para pecar, mas uma oportunidade para servir aos outros. Porém, isso só acontecerá quando deixarmos Jesus reinar em nossa vida e formos repletos e transbordantes do Seu amor. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade (Gálatas 5.13)
.

O amor é a palavra-chave de toda liberdade sadia. Quem ama vive bem e promove o bem-estar do outro. Porém, somente desfrutará da verdadeira liberdade concedida por Cristo aquele que ama a Deus, ama a si mesmo e ao seu próximo.

Em contrapartida, a liberdade sem o amor divino leva à depravação, à perversão, à destruição, à ruína, à corrupção, à desorganização, à sexualidade distorcida e à imoralidade.

Presenciamos no mundo uma falsa liberdade, que não cultiva o amor ao próximo. Esse comportamento gera violências, roubos, assassinatos, calúnias, destruição das famílias e conflitos de relacionamento.

A realidade é que o ser humano não faz uso da liberdade pautada no amor de Deus, pois, se o fizesse, o Espírito Santo o encheria do verdadeiro amor, um dos atributos do fruto do Espírito.

Em Gálatas 5.6, o apóstolo Paulo enfatiza que a verdadeira liberdade cristã somente será vivida quando o homem compreender que sua fé abençoará a sua vida e a de outras pessoas, quando ele agir em função do amor

O que faltava aos cristãos da Galácia era justamente esse amor divino. Estar preso a dogmas humanos não garante espiritualidade. Somente o agir do Espírito Santo pode banir o egoísmo e vencer a luta contra a natureza carnal.

Quando amamos Deus e o priorizamos como Senhor, amamos as pessoas, pois o Seu amor domina nosso coração.


Uma pessoa cheia do amor e da graça de Deus obedece a Ele e cumpre os princípios da Sua Palavra. Essa sim é a verdadeira liberdade!

Autora: Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 26 de junho de 2012

Homens da maior firmeza


O rei Uzias se envaideceu e entrou no templo para queimar incenso no altar do Senhor, o que não lhe competia fazer. Então o sacerdote Azarias entrou depois dele, com oitenta outros sacerdotes, “homens da maior firmeza”, e resistiram ao rei” (2 Cr 26.16-18).

A expressão “homens da maior firmeza” é muito significativa. Não eram homens comuns, sem certezas, sem coragem, sem lastro. Eram homens especiais, dispostos a enfrentar a autoridade do Estado.

Sem firmeza, ninguém suporta a provocação, a provação e a tentação.

Sem firmeza, ninguém suporta certos lugares, certos acontecimentos, certas circunstâncias.

Sem firmeza, ninguém suporta o vazio, a solidão e a saudade.

Sem firmeza, ninguém suporta o imprevisto, o revés e a ruína.

Sem firmeza, ninguém suporta a tristeza, o estresse e a depressão.

Sem firmeza, ninguém suporta a dor, a doença e a morte.

Sem firmeza, ninguém suporta a pressão da carne, o curso deste mundo e a opressão das potestades do ar.

Sem firmeza, ninguém suporta a indiferença alheia, o desamor e o ódio.

Sem firmeza, ninguém suporta a crise da adolescência, a crise da meia-idade e a crise da terceira idade.

Sem firmeza, ninguém suporta o que é difícil, o que é complexo e o que é arriscado.

Sem firmeza, ninguém suporta a distância, a demora e a incomunicabilidade.

A falta de firmeza explica o abandono da fé, do entusiasmo, da esperança, do compromisso cristão.

A falta de firmeza explica o desânimo, o medo, a indecisão, a precipitação.

A falta de firmeza explica a decepção, o fracasso, a fuga, o escândalo.

Homens da maior firmeza são aqueles que fecham a boca de leões, que extinguem a violência do fogo, que da fraqueza tiram força, que põem em fuga exércitos de estrangeiros.

Homens da maior firmeza são aqueles que saem de sua terra e de sua parentela para uma terra desconhecida em obediência ao Senhor.

Homens da maior firmeza são aqueles que dizem não à mulher de Potifar. 
.
Homens da maior firmeza são aqueles que preferem ser maltratados junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado, pois contemplam o galardão (Hb 11).

Daí a exortação: “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor” (1 Co 15.58).

Retirado de Pastorais para o Terceiro Milênio (Editora Ultimato 2000)

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Receber o Batismo com o Espírito Santo?


E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.  Atos 2:38-39

O batismo com o Espírito Santo é um presente, não é um prêmio, não tem nada a ver com merecimento, é uma experiência definida e pessoal, um revestimento de poder: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”- Lc 24.49.

É a capacitação para ser uma testemunha de Cristo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”- At 1.8.

Para receber essa unção, prêmio, poder... do Espírito se faz necessário observar alguns critérios, dentre eles

Temos que nascer de novo.
Ter o Espírito habitando dentro de si e pertencer a Jesus: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” - Rm.8.9.

Devemos pedir.
A Bíblia diz que se pedirmos, a oração será atendida: “Pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” - Lc.11.10.

Devemos nos entregar
O apóstolo Paulo mostra com clareza essa necessidade quando ele diz: “Apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo” - Rm.12.1.

Devemos desejar obedecer ao Espírito.
Se quiser estar imersos no Espírito Santo, precisamos estar preparados para obedecê-lo: “E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem” - At.5.32.

Precisamos crer.
Paulo perguntou: Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?: GL.3.2. A resposta é obviamente, fé. Precisamos crer que, se pedirmos, receberemos.

Temos que exercitar o que Deus nos deu.
Havendo pedido, havendo recebido, havendo o desejo de receber, tendo crido, precisamos responder de uma forma bíblica.

Atos 2.4 diz: “Começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. Isto significa que eles falavam com as palavras o que o Espírito Santo lhes dava. O Espírito Santo dava as palavras, os apóstolos e os discípulos respondiam voluntariamente.

Havia uma ação com base na fé, e não meramente uma aceitação passiva da bênção. É importante comunicar ao novo discípulo ao orar com ele, que o Espírito Santo não vai forçar a sua boca.

O Espírito Santo não vai falar. As línguas são dadas pelo Espírito, mas quem fala é o discípulo. Portanto, ele mesmo deve exercer a sua vontade para falar. É ele que movimenta a sua boca. Ele que abre e fala, confiando que o Espírito Santo vai dar as línguas.

O batismo no Espírito Santo, para todos os cristãos, de todas as épocas, de todas as denominações e de todos os lugares. A mesma experiência que foi acessível à Igreja Primitiva pode ser provada pelos cristãos nos dias de hoje.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz


domingo, 24 de junho de 2012

É Jesus o único caminho para o Céu?


“Sou basicamente uma boa pessoa, então vou para o Céu.” “OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.” “Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.” “Acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.”

Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).

É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23).

Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).

“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).

Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado.

Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). 

A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas consequências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago.
 

Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz



sábado, 23 de junho de 2012

Medo - Um Gigante que Pode ser Vencido!


Supere-o com atitudes corajosas. A coragem não é ausência de medo, mas a superação do medo.
“No amor não há medo. Antes o perfeito amor lança fora o medo, porque o medo produz tormento. Aquele que teme não é aperfeiçoado em amor”. (1 João 4:18)

1) Definindo o que é “Medo”.

O Dr. David Kornfield define o medo como:

“um desejo sufocante de nos esconder, defender-nos ou fugir de algo ou alguém que nos incomoda ou nos ameaça”.

2) Quais são as consequências na vida de uma pessoa dominada pelo medo:

1) O medo ofusca a visão;

2) O medo paralisa;

3) O medo provoca o isolamento da pessoa;

4) O medo provoca um desgaste emocional;

5) O medo pode levar a pessoa a perder o contato com a realidade;

6) O medo pode bloquear emocionalmente.

3) Superando o medo.

1. Desenvolva sua fé em Deus (1 Jo 5:4). “Fé é coragem!”

2. Encha-se de amor (1 Jo 4:18). “No amor não há medo”.

3. Não tire os olhos do Senhor (Hb 12:2). “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”.

4. Use a armadura de Deus (Ef 6:11-18). “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais...” 

5. Use a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus (Ef 6:17) “Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”; 

6. Descanse naquilo que a Bíblia diz:

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio”. (Salmo 91:1,2)

Disse Oliver Wendel Holmes:
“O que se encontra atrás de nós e o que se encontra à frente são problemas menores, comparados com o que existe dentro de nós”.

Pr. Josué Gonçalves

Por Litrazini

Graça e Paz




sexta-feira, 22 de junho de 2012

Rompendo as barreiras do sofrimento


Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Podemos constatar em nossas vidas as palavras do Mestre.“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dando assim poder ao que nos feriu ontem de ferir hoje e amanhã também..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, a deixar para trás, a olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão. Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam. “A quem perdoais alguma cousa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11).

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão. Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.


Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão do inimigo, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir que a cura interior de Deus se efetue, aliviando as dores da alma.

O perdão é a provisão divina para garantir a nossa felicidade. Você pode culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo que você sofre hoje. 

Exponha a Deus sua necessidade de perdoar e a sua dificuldade em fazê-lo, renuncie ao ressentimento e à vingança.

Permita que o amor de Cristo feche a ferida do seu coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver feliz, libertos de traumas emocionais.


O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Graça e Paz


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Anjo da guarda existe? É bíblico?


A Escritura menciona claramente que Deus envia os seus anjos para a nossa proteção: “Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra” (Sl 91.11,12).

Mas algumas pessoas vão além dessa ideia de proteção geral e pensam que Deus dá um “anjo da guarda” específico para cada indivíduo no mundo, ou ao menos para cada cristão.

As palavras de Jesus a respeito dos pequeninos têm servido de apoio para essa ideia: “Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste” (Mt 18.10). Contudo, nosso Senhor pode estar dizendo que os anjos designados para a tarefa de proteger as criancinhas têm pronto acesso à presença de Deus. (Para usar uma analogia esportiva, os anjos podem valer-se da marcação “por zona” em vez da marcação “homem a homem”.)

Quando os discípulos em Atos 12.15 dizem que o “anjo” de Pedro devia estar batendo à porta, isso não implica necessariamente na crença do anjo da guarda individual. Poderia ser que um anjo estivesse guardando ou tomando conta de Pedro naquela situação específica.

Parece não haver, entretanto, qualquer apoio convincente para a ideia de “anjos da guarda” individuais no texto da Escritura. Mas cremos que os anjos em geral têm a tarefa de proteger o povo de Deus.

Não adore anjos, não ore a eles nem os procure.

A ”adoração de anjos” (Cl 2.18) era uma das doutrinas falsas ensinadas em Colossos. Além disso, no livro de Apocalipse um anjo adverte João para que ele não o adore: “Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a Deus!” (Ap 19.10).

Nem devemos orar aos anjos. Devemos orar a Deus somente, o único que é onipotente e, assim, capaz de responder à oração e o único que é onisciente e, portanto, capaz de ouvir as orações de todo o seu povo de uma só vez.

Paulo nos adverte contra o pensamento de que outro “mediador” possa estar entre nós e Deus: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1Tm 2.5).

Se oramos aos anjos, estamos implicitamente atribuindo-lhes posição igual à de Deus, o que não devemos fazer. Não há exemplo na Escritura de alguém orando a um anjo específico ou pedindo ajuda a anjos.

Além disso, a Escritura não nos autoriza a buscar aparições de anjos. Eles se manifestam a nós de forma que não os vemos. Buscar tais aparições parece indicar curiosidade doentia ou o desejo por uma espécie de evento espetacular em vez do amor a Deus e a devoção a ele e à sua obra.


Embora os anjos tenham realmente aparecido em várias ocasiões na Escritura, com toda a certeza as pessoas a quem eles apareceram nunca procuraram essas aparições. Nosso papel é antes conversar com o Senhor, que é o próprio comandante das forças angelicais.

Contudo, não parece errado pedir a Deus para cumprir a sua promessa em Salmos 91.11 de enviar anjos para proteger-nos em tempos de necessidade.

Autoria: Wayne Grudem


Por Litrazini 

Graça e Paz

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Tristeza segundo o mundo, ou tristeza segundo Deus?

II Coríntios 7.9-10 - "A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito."

Paulo escreveu isso para a Igreja, não para o mundo.arrependimento é para o mundo tanto quanto o é para a Igreja. Nessa passagem, "arrependimento" vem da palavra grega metanoia que significa "mudança da mente". Deus não está procurando arrependimento de pecados somente, mas uma mudança de mente e de coração através do processo de pensamento que tolera essa maneira de viver. Ele quer que arrependamos do caráter que alimenta o pecado.

Arrependimento é mais do que se desculpar por alguma coisa feita. Paulo disse que há uma tristeza que não produz arrependimento, mas a morte! Nem todas as tristezas são piedosas. Nem todas as lágrimas são motivadas por um arrependimento genuíno.

Através do verso acima, entendemos que há um tipo de tristeza (do mundo) que nos leva à morte e outro (tristeza piedosa) que nos leva à vida. Qual é a diferença entre "a tristeza do mundo e a tristeza piedosa? A diferença é simples: a tristeza do mundo focaliza você, enquanto a tristeza piedosa focaliza Cristo. A tristeza de acordo com o mundo se preocupa com as consequências resultantes do pecado, não com o fato de que o pecado tem nos separado do coração de Deus. Quando uma pessoa está preocupada em como o pecado pode afetar seu status, seu bem-estar, sua posição ou reputação, não é uma tristeza piedosa. Isso produz um enfoque egoístico, que leva aquela pessoa, cada vez mais, a um estado de endurecimento do coração! Isso eventualmente leva à morte!

Para ilustrar essa diferença, vamos examinar a vida e os motivos do rei Saul e do rei Davi. Deus ordenou ao rei Saul que atacasse Amaleque e destruísse totalmente tudo que lá tivesse. Ele tinha de matar homens, mulheres, crianças e bebês, gado, ovelhas, camelos e burros. Saul foi para a guerra; entretanto, ele trouxe o rei Agague vivo e ficou com o melhor do gado, das ovelhas, dos animais confinados, dos cordeiros e com tudo que era bom, sem destruir tudo. Então, a Palavra do Senhor veio ao profeta Samuel sobre a desobediência de Saul à ordem de Deus. Samuel confrontou Saul porque em seu coração não havia arrependimento. Saul se defendeu dizendo que havia feito tudo o que Deus lhe havia ordenado. Samuel apontou especialmente o que Saul havia omitido e, quando Saul viu que Samuel estava correto, ele se desculpou e culpou o povo. Samuel declarou que era a Saul que havia desobedecido a ordem do Senhor. Quando Saul percebeu que não havia ninguém mais para ele culpar, rspondeu: Pequei; honra-me, porém, agora diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor teu Deus (1 Samuel 15.30). Ele reconheceu os seus pecados como muitos fazem quando são apanhados em flagrante. Entretanto, era uma tristeza do mundo, pois ele estava preocupado com a exposição de seu pecado diante dos líderes e dos homens de Israel, não porque ele havia pecado contra Deus. Sua resposta era para guardar sua reputação e o seu reino, e seu motivo era a ambição egoísta. Como resultado, o reino que ele tentou proteger duramente da sua própria maneira foi tirado dele. Ele temeu o homem mais do que temia a Deus, o qual é a motivação daqueles que buscam seus próprios interesses!

Agora veja o rei Davi. Ele cometeu um adultério com Bate-Seba, esposa de Urias, o heteu, o servo fiel de Davi. Quando Davi menos esperava, ela estava grávida como resultado de seu pecado; mas seu esposo não quis dormir co ela enquanto os seus homens estavam no campo de batalha. Davi, então, colocou Urias na linha de frente da batalha e deu ordens a Joabe, o capitão, para retirar os homens de detrás dele para que os inimigos o matassem. Davi cometeu um adultério e premeditou um assassinato para cobrir o seu pecado o seu pecado. Então, ele foi confrontado pelo profeta Natã e, quando seu pecado foi exposto, Davi disse a Natã: Pequei contra o Senhor (2 Samuel 12.13). Saul e Davi confessaram que haviam pecado, mas Davi compreendeu sobre quem ele havia pecado e caiu com a face no chão em arrependimento. Davi não estava preocupado com o que seus líderes ou os homens de Israel poderiam pensar dele; ele se preocupou apenas com o que Deus pensava sobre ele, pois sabia que havia machucado o coração de Deus. Ele clamou, dizendo: Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante dos teus olhos... (Salmo 51.4). Davi era um homem segundo o coração e Deus, enquanto Saul tinha seu coração em seu próprio reino. Davi foi sustentado pelo seu amor a Deus; Saul foi destruído pelo seu amor próprio.


John Bevere - Extraído do Livro: Voz do que Clama

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto