terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Um Novo Ano Repleto da Presença de Deus

Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui. (Ex. 33.15)

Nos últimos tempos, os templos estão repletos, números, números e números, em todos os sentidos, quantidade de dinheiro, quantidade de pessoas, barganha, todavia, a presença de Deus, essa não é tão grande.

Por conta do pecado do povo, como vemos no texto de êxodo capítulo 33, Ele (Deus) continuaria abençoando, contudo sua presença só foi possível, graças à interferência e intercessão de Moisés.

E enviarei um anjo adiante de ti, e lançarei fora os cananeus, e os amorreus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus, e os jebuseus, A uma terra que mana leite e mel; porque eu não subirei no meio de ti, porquanto és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho. E, ouvindo o povo esta má notícia, pranteou-se e ninguém pôs sobre si os seus atavios. Porquanto o Senhor tinha dito a Moisés: Dize aos filhos de Israel: És povo de dura cerviz; se por um momento subir no meio de ti, te consumirei; porém agora tira os teus atavios, para que eu saiba o que te hei de fazer.  Então os filhos de Israel se despojaram dos seus atavios, ao pé do monte Horebe. (Êx. 33.2-6).

[...]E Moisés disse ao Senhor: Eis que tu me dizes: Faze subir a este povo, porém não me fazes saber a quem hás de enviar comigo; e tu disseste: Conheço-te por teu nome, também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que me faças saber o teu caminho, e conhecer-te-ei, para que ache graça aos teus olhos; e considera que esta nação é o teu povo. Disse pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar. Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui. (Êx.33.12-15).

Temos a opção de ter a presença de Deus conosco ou não, depende das atitudes e comportamento de cada um de nós.

Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. (Is.59.2).

Catástrofes, violência, injustiça, (sinais eminentes da volta de Cristo); tem sido difícil a convivência em meio a tudo isso, o que nos fortalece e nos capacita a sair de todas essas situações é Deus. Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. (Sl. 46.1) Agora pensa o que seria de nós sem Ele.

Em Deus está a minha salvação e a minha glória; a rocha da minha fortaleza, e o meu refúgio estão em Deus. (Sl. 62.7).

Tal qual o povo de Deus comandado por Moisés, desfrutou de sua presença durante o êxodo para a Canaã, também podemos desfrutar de sua companhia e presença durante o ano de 2014.

Sejamos gratos a Deus por todas as coisas que ocorreram nesse ano que está findando, pois sua Palavra nos diz: E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (Rm. 8.28), mesmo as que nos parecem ruins.

Que em 2014: Sigamos, pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros. (Rm 14.19)

Nesse Ano Novo: Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Is. 43.18-19)

FELIZ ANO NOVO!!

Que o Senhor esteja presente em sua vida em todos os momentos do Novo Ano, dando sabedoria, discernimento, entendimento, autoridade, revelação, conhecimento, capacitação para desfrutar de sua companhia, e cumprir o propósito para nossas vidas nesse e em todos os anos que estão por vir até a sua volta, são os desejos dos integrantes dos blogs http://www.reflexoesevangelicas.com.br/ e http://www.kairosministeriomissionario.com/

Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

A Existência do Mal

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta: 


- Deus fez tudo que existe?  Um estudante respondeu corajosamente:

 - "Sim, fez!" 
- Deus fez tudo, mesmo? 
- Sim, professor - respondeu o jovem. 

O professor replicou: 

- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau. O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. 

Outro estudante levantou sua mão e disse: 

- Posso lhe fazer uma pergunta, professor? 
- Sem dúvida, respondeu-lhe o professor. 

O jovem ficou de pé e perguntou: 

- Professor, o frio existe? 
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio? 

O rapaz respondeu: 

- Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. 

O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor. 

- E a escuridão, existe? - continuou o estudante. 

O professor respondeu: 

- Mas é claro que sim.

O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana. A escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. 
- A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:

 - Diga, professor, o mal existe? Ele respondeu: 
- Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu: 

- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal é resultado da falta de Deus nos corações. 
- É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz

Autor Desconhecido

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 29 de dezembro de 2013

Um ano novo ou um novo ano?

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano

Toda a nossa vida se move no tempo. Há um passado com suas gratas memórias, que nos fazem bem à lembrança, cuja acumulação de experiências constrói o nosso ser e nos edifica; e memórias ingratas, que é melhor esquecer, especialmente as memórias das nossas falhas e das falhas dos outros em relação a nós. Quanto ao passado — aos "Anos Velhos" —, vivemos entre as memórias da graça e a memória das desgraças.

Nosso tempo de hoje é o resultado desse tempo de ontem, mas é também uma breve passagem em direção ao tempo do amanhã, com seus sonhos e seus temores, seus alvos e suas dúvidas, suas aspirações e suas inseguranças. Se não podemos fazer mais nada em relação ao passado, apesar do seu caráter de imponderável e da soberania de Deus, podemos fazer algo pelo futuro: pensar, planejar, decidir, comprometer.

Na mera troca de calendário, se vai o “Ano Velho” e chega o Ano-Novo, em seu ciclo periódico, até a nossa morte.

Porém, o Ano-Novo pode vir a ser um novo ano, um ano qualitativamente diferente, abençoado e abençoador, em nossas respostas à voz de Deus em nossa vida e nos relacionamentos e empreendimentos de que participarmos, como novos objetivos, novos valores, novas prioridades.

Para os servos do Senhor as coisas velhas podem sempre se tornar em coisas novas.

Como cidadãos do reino do céu, nossa presença no reino da terra pode contribuir para um mundo novo, menos violento, menos injusto, menos desonesto, menos mentiroso, menos hipócrita, menos opressor, menos discriminador. Podemos ser mais “sal” e mais “luz” para o mundo em 2014?

Entre a avaliação do “Ano Velho” e a construção do novo ano, passamos pela consciência da finitude e do pecado, pela necessidade do arrependimento, pela busca da santificação.

Mas como construir o novo em uma Igreja tão marcada pelo velho: o divisionismo, o isolacionismo, o caciquismo, o sectarismo, o moralismo, o legalismo, os cismas, as heresias? Um mundo novo e sadio a partir de uma Igreja enferma?

Entre a pessoa nova e o mundo novo, há a Igreja nova, a família nova, a comunidade nova, o trabalho novo, o país novo, os hábitos novos e, tantas vezes, pessoas novas ou relacionamentos renovados (feitos novos outra vez!).

Não sejamos meros espectadores do virar do calendário do Ano-Novo, mas, em Cristo, construtores do novo ano. 

Robinson Cavalcanti / Ultimato

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 28 de dezembro de 2013

A criação dos anjos

“Quando os anjos foram criados, Deus tinha ciência de que um deles – Satanás -se rebelaria?  Por que, então, criou os an­jos?”

Sim, tinha. Um dos atributos de Deus é onisciência. Seu conhecimento é perfeito, absoluto. Ele conhece o passado, o presen­te e o porvir. Conhece tão bem o eterno passado como o futuro eterno.

Temos de nos conscientizar dessa verdade. Temos de nos conformar com ela, porque não a pode­mos negar. Se Deus não conhecesse o eter­no futuro, Ele não seria Deus. Só concebe­mos Deus como aquele ser que tem todo o poder’ no Céu, no Universo, e na Terra.

Deus criou os anjos porque necessitava de­les para o servirem, para o glorificarem, para o adorarem.

A previsão da rebeldia de um grupo não podia impedir que o Todo-poderoso deixasse de executar o que fora planejado.

Como oportuna, incluamos na resposta a esta consulta a seguinte pergun­ta que constantemente nos é feita, e da qual muitos se valem para depreciar a obra de Deus: “

Se Deus sabia que o homem ia pecar, por que o criou?”

Respondemos – Deus apesar de saber disso, criou o ho­mem por causa do seu imensurável amor para com aqueles que haveriam de herdar a salvação: Hb 1.14. O plano divino é eternal e, por isso, nenhuma força no universo pode modificá-lo ou impedir que ele se rea­lize.

Por causa dos que não quiseram no passado, dos que rejeitam no presente e dos que recusarão no futuro a graça ofere­cida por Deus, esse Deus de amor não po­deria deixar de mostrar a sua inefável bon­dade para com aqueles que no passado aceitaram, para com os que no presente es­tão recebendo, e para com os que no futuro aceitarão com corações transbordando de alegria o eternal plano de salvação.

Essas verdades sublimes, que não podem ser contraditadas, estão reveladas na Palavra inspirada do apóstolo Pedro: “Eleitos se­gundo a presciência de Deus o Pai, em san­tificação do Espírito para a obediência”, 1 Pe 1.2a.

Não aceitamos uma predestinação arbitrária que permite uma vida desregra­da para os “contemplados” porque isso ofende a santidade de Deus. Mas cremos numa eleição em santificação do Espírito para a obediência.

 Foi para isso que Deus nos chamou, e isso glorifica o seu nome.

Extraído do livro “A Bíblia Responde”, Editora CPAD / CACP

Por Litrazini
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Graça e Paz

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Como saber a direção de Deus para 2014?

Para responder a esta pergunta, analisarei duas situações que considero relevantes quando o assunto é compreender a direção do Senhor para nossa vida: as decisões que tomadas com a orientação de Deus e as que são tomadas sem ela.

Quando tomamos decisões sem, antes, buscar a direção do Senhor, seguimos o nosso raciocínio lógico, deixamos que as emoções nos dirijam e tendemos a trilhar o caminho mais fácil. Consequentemente, perdemos a visão espiritual e preocupamo-nos apenas com o que é imediato. Por isso, em Mateus 6.25, Jesus recomendou: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.

O homem pode ser enganado pelos seus próprios desejos. Infelizmente, até cristãos se têm deixado conduzir pelos sentimentos, desejos e pelas concepções próprias, tomando atitudes precipitadas; alguns têm baseado a sua fé puramente nas emoções.

As emoções são importantes e devem ser consideradas. Inclusive, a Palavra de Deus afirma que a paz é o árbitro (Colossenses 3.15). Contudo, as emoções, sozinhas, podem até atrapalhar nossa capacidade de raciocinar com clareza. Portanto, não permitamos que elas dirijam a , nossa vida.

A razão também é falha. Raramente ela poderá, sozinha, levar-nos a uma escolha acertada. Quem é dirigido só pela razão e/ou pelas emoções está fadado ao fracasso, pois suas escolhas são feitas com base apenas no que ele entende. Assim, precisamos submeter nossas escolhas e decisões a Deus e recorrer à Sua Palavra, para descobrir o melhor caminho a seguir.

Nós vivenciamos o “aqui e agora”, mas Deus sabe exatamente o que ocorrerá depois. O Senhor é onisciente e presciente, sabe de tudo antecipadamente. Devemos, portanto, entregar a direção da nossa vida ao nosso Criador, sendo obedientes à Sua Palavra e à Sua voz, pois o Senhor guiará os nossos passos, e o sucesso será uma consequência.

Quando o Senhor está na direção de nossa vida, podemos continuar caminhando neste mundo com paz e segurança, certos de que Jeová Jireh suprirá nossas necessidades, porque Deus não muda. Aquele mesmo Senhor que abriu o mar Vermelho e alimentou Israel durante os 40 anos que este povo peregrinou no deserto cuida de nós e supre as necessidades espirituais, emocionais e materiais de todos quantos entregam sua vida a Ele.

Então, entreguemos nossa vida a Cristo, estudemos a Palavra e oremos antes de tomarmos qualquer decisão. Aguardemos Sua resposta, porque o Senhor prometeu: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre (Mateus 7.7,8).

SUGESTÕES DE LEITURA:
Salmo 37; Provérbios 3.5-8; o livro Na direção de Deus, de Silas Malafaia

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus

A renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus melhores e mais profundos tesouros.

Bem, acontece que há algo bastante impopular na geração de hoje! Eu posso até ver quem esteja franzindo as sobrancelhas, e com certa indignação dizendo: "Renúncia? Não brinque comigo!" Quem é que é encorajado a renunciar qualquer coisa nes­tes dias de hoje? Se eu mencionasse algumas áreas, eis as respostas que eu ouviria:

Renuncie os seus direitos “Você está brincando? Eu vou é entrar com um processo na justiça!”

Renuncie o seu futuro - “Não dá! Já tomei as minhas decisões.”

Renuncie a sua vontade - “Não eu! Eu não me rendo a ninguém.”

Renuncie os seus sonhos - “Nunca! Depois de tanto que eu trabalhei!”

Renuncie o seu companheiro - “Eu? É a minha vida!”

Renuncie as suas finanças - “O quê? Tenho planos de me aposentar!”

Nós temos criado uma geração de rapazes e moças que são obstinados, briguentos, indepen­dentes. Renúncia é uma palavra que não está no seu vocabulário. É pena, pois a renúncia é a chave que abre os cofres de Deus que contêm os seus me­lhores e mais profundos tesouros. Com paciência ele espera pela nossa rendição, espera que paremos de lutar contra ele, que permitamos que o seu plano tenha o seu curso normal, que nos voltemos para ele e alcancemos a nossa segurança e realização. Quando ele testemunha o nosso agir assim, passa a revelar-nos a si mesmo e também a sua vontade com uma profundidade muito maior.

Ao longo dos anos eu tenho conhecido o Senhor. Renunciar a minha vontade para me ater ao seu ca­minho era muito mais difícil no início. Quando eu era mais jovem, muitas vezes eu disse que queria que o seu plano se concretizasse; mas eu resistia a ele muito mais do que posso me lembrar, especial­mente quando ele incluía retornos e desaponta­mentos. Finalmente, depois de me cansar de correr atrás das conseqüências de minhas próprias esco­lhas, aos poucos fui percebendo que o caminho de Deus era melhor.

Eu concordei com o que entendi ao ler as seguin­tes palavras num livro que aprendi a apreciar. Até hoje não li nada melhor que descreva a luta do dar e tomar dos meus primeiros anos de vida cristã. São palavras de uma coleção de orações e devoções dos puritanos.

Quando Tu queres me guiar, eu é que me controlo.
Quando Tu queres ser soberano, eu é que dirijo a minha vida.
Quando Tu queres tomar conta de mim, eu me basto.
Quando eu deveria depender de tuas provisões, eu me supro.
Quando eu deveria submeter-me à tua providência, eu faço a minha vontade.
Quando eu deveria ponderar, honrar, e confiar em ti, eu me sirvo.
Eu critico e corrijo as tuas leis para se adequarem a mim.
Em vez de a ti eu busco a aprovação dos homens, e eu sou por natureza um idólatra.
Senhor, o que eu mais quero é levar o meu coração de volta para Ti.13

Esta é a confissão honesta de uma vida que ain­da não se rendeu ao Senhor. O que é triste é que, embora estas palavras sejam tão antigas, elas des­crevem a situação de muitos que pertencem à famí­lia de Deus nos dias de hoje.

Extraído do livro Intimidade com o Todo-Poderoso de autoria de Charles R. Swindoll

Por Litrazini
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Graça e Paz

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Qual É a Diferença Que Há Em Nós

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. (Ef. 2.13)

A bíblia é a mais infinita fonte de sabedoria, nela está contido todo e qualquer assunto por mais complexo que seja. Nela está toda a resposta para qualquer questionamento. Toda a pessoa que faz da bíblia seu manual de vida certamente este possui riquezas infinitas, carrega dentro de si tesouros incalculáveis, bens que nunca olhos viram.

Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. (1Co.2.9), porém para entender o que nela está contido, é preciso muito mais que apenas ler, pois, se só ler funcionasse, todos conheceriam a Deus na sua essência e formosura, entretanto, muitos a têm com amuleto, muitos, a deixam aberta em um salmo sob o domínio da poeira, não foi isso que o Senhor mandou que fizéssemos. Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; (João.5.39), Ele nos instruiu que lêssemos minuciosamente atentando para o seu conteúdo, relêssemos quantas vezes preciso for até entendêssemos o que está escrito, não da nossa forma, mais como ela é, pois a Bíblia nada mais é do que uma carta com recomendações de Deus para nossas vidas.

Tempos atrás, alguém que estivesse distante da sua terra natal, da sua parentela, escrevia uma missiva, e, de alguma forma fazia com que a chegasse aos seus, foi exatamente isto que Deus fez, apesar Dele estar em nosso meio, porém por estarmos em forma humana e tendo o homem desobedecido o que Ele tinha lhe dito, sendo deslocado na sua presença, isto fez com que os nossos olhos espirituais ficassem vedados para com Deus, Deus é Espirito (João 4.24ª).

Apesar Dele estar tão perto de nós, ao mesmo tempo parece estar muito distante, porque nosso entendimento não assimila com conectividade a nossa relação com Ele, porém Deus de cuja origem somos, pois termos linhagem celestial, fez com que de alguma forma fosse escrita a Bíblia, para que tenhamos consciência e sabermos dos fatos que acontecem nos céus e das coisas que estão por vir, Ele nos descreve tudo o que nos espera se decidirmos voltar para nossa pátria. E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. (Gn. 2.8 ).

A Palavra de Deus contém instruções para que venhamos ter progresso em nossa jornada nesta terra longínqua, ela é a bussola que nos guiará por ventos favoráveis até alcançarmos o que Deus tem para nós, é o mapa que nos direcionará até os tesouros escondidos, Em quem estão todos os tesouros da sabedoria e da ciência. Colossenses 2:3, Por isso que, sábio é, aquele que procura viver o que nela está descrito, este não só garante vida longa, mais eterna, porque os olhos dos que vêem não olharão para trás; e os ouvidos dos que ouvem estarão atentos. (Is. 32.3)
.
Entretanto, o que mais encontramos, são pessoas que dizem que segue as suas instruções e andam igualmente àqueles que não leem e não sabem. Então, o que de fato acontece? Essas pessoas enganam a si mesmas, já que a Deus ninguém pode enganar, não há como viver com Deus e ter vida dupla, Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro (Mt. 6.24ª), Ou então, este, apenas leu e não absorveu, tornando-se mais indouto que quaisquer um: Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? e não vos lembrais (Mc. 8:18), justamente porque o coração desta pessoa nunca voltou-se para seu Criador, vive aparentemente na religiosidade, sem nunca ter sido tocado por Deus.

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios (Ef. 5.15), aquele que um dia sentiu o sopro da vida de Deus adentrar em seu ser, jamais olhe para atrás, pois este tem convicção plena do futuro que lhe espera, como alguém já escreveu, não existe caminho certo para os que não sabem para onde ir. Se, tão somente somos de Deus, precisamos está certos de quem somos, daquilo que almejamos. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus (Ef. 2.19)..

O filho de Deus não compactua com as coisas do seu adversário, aqueles que são nascidos de Deus não podem agir e viver como vivem aqueles que ainda não o conhecem, se já formos resgatados por cristo, não podemos retornar a sermos escravos do mundo, o mundo age nas trevas, a escuridão domina sobre aqueles que vivem por ele, Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também .(Ef. 2.3).

Se estamos em Cristo e se somos Dele, qual é a diferença que há entre as nossas vidas e a daqueles que ainda não o Serve?

Estamos vivendo a palavra ou estamos andando maquiados pela mão do inimigo? Que o Senhor nos olhe com Misericórdias!

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A Porta Negra

Conta-se que Napoleão Bonaparte, sempre que um soldado era condenado ao pelotão de fuzilamento por uma transgressão militar, ele lhe dava uma oportunidade de escolha como último desejo. A PORTA NEGRA. Ele perguntava: preferes o fuzilamento ou a porta negra? A pessoa, na maior parte das vezes, escolhia o fuzilamento.

Poucos aventuravam entrar pela PORTA NEGRA. 

Um de seus soldados certa vez lhe perguntou:
- General, o que há afinal atrás da terrível porta negra, que todos a temem?
- A liberdade, meu caro, a liberdade! – foi a resposta. Porém os homens preferem o mal conhecido do que enfrentar o desconhecido.

Para muitos, a salvação, a liberdade, parece tão obscura e terrível que eles sempre a rejeitam, com medo das coisas que vão perder. Preferem ficar perdidos e sofrendo, preferem viver escravizados e serem condenados a entregarem-se a algo desconhecido. Satanás cegou o entendimento dos homens para que para eles não lhes resplandeça a glória de Deus. O homem prefere crer na mentira do mundo do que aceitar a verdade do evangelho. A verdade lhes parece a PORTA NEGRA de Napoleão Bonaparte.

Por que razão as pessoas rejeitam a verdade?

1. A verdade nem sempre é bonita.
A mentira costuma vir enfeitada. Ela precisa de disfarce, de propaganda. O objetivo da mentira é enganar, matar, destruir. Satanás é o pai da mentira. Veja as propagandas de cigarro, por exemplo. 

2. A verdade nem sempre é branda.
Muitas vezes ela é dura, confrontadora

3. A verdade nem sempre é amada
Mudaram a verdade de Deus em mentira (Romanos 1)

4. A verdade é na maioria das vezes rejeitada, desacreditada:
- “Eu não creio que Deus pode condenar, se Ele é amor.
- “Eu não creio que seja necessário Jesus para ser meu salvador”
- “Eu não creio que existe inferno”.
- “Eu não creio, não creio....” 

Já na mentira... como é fácil alguém crer na mentira... e por quê?
Porque a mentira vem tão disfarçada que geralmente parece verdade....
Graças a Deus que temos Jesus no coração. Ele é a diferença e que nos ajuda a ter discernimento, porque depois de alguém conhecer a Jesus conhece a verdade e a verdade liberta...

Autor desconhecido

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O que é o Natal?

Há quem diga que o Natal, a história que conta e celebra o nascimento de Jesus, no dia 25 de dezembro, na verdade é a mistura de várias outras histórias e mitologias de alguns deuses pagãos da antiguidade. Entre estes ilustres personagens que emprestaram suas histórias figurariam, principalmente, Horus (egípcios), Mitra e Attis (persas e romanos) e até mesmo Krishna (hindus) que, segundo as fontes históricas dos seus povos de origem, bem antes da história do Jesus dos cristãos, teriam nascido no dia 25 de dezembro, também através de uma virgem. Coincidência?

Alguns outros elementos e símbolos utilizados nas festas natalinas também teriam seus correspondentes nas tradições pagãs como a árvore de natal, guirlandas e a troca de presentes nesta data. Seria, então, o Natal uma grande farsa, um plágio ou uma celebração pagã disfarçada de festa cristã?

De fato, a conversão do imperador Constantino e a transformação do cristianismo na religião oficial do Império Romano, no século IV, provocou uma grande mistura das tradições pagãs romanas com as tradições cristãs. Festas, datas e costumes pagãos foram remodelados e recontados utilizando-se agora nomes e personagens da história cristã. É verdade também que o dia 25 de dezembro foi “tomado emprestado”. Talvez, quem sabe, na intenção de provocar uma melhor assimilação dos conceitos cristãos nos romanos, que foram sendo convertidos ao cristianismo.

As datas e festas foram mantidas para facilitar a compreensão pedagógica da história do “novo” Deus que era apresentado ao mundo da época. Independentemente das tradições pagãs e da acusação de suposta tentativa de plágio por parte da religião cristã, o fato é que o Jesus histórico é real e comprovável através de centenas e milhares de fontes documentadas dentro e fora dos textos bíblicos. Alguns historiadores e pesquisadores indicam que o nascimento de Jesus teria ocorrido na verdade entre os meses de maio a julho, mas não se pode afirmar com certeza a data do nascimento de Jesus.

Até mesmo o ano do seu nascimento é impreciso, com uma margem de erro de até 6 anos. O que nos importa então é o testemunho de homens e mulheres que andaram com Jesus, estiveram presentes durante os seus feitos, foram testemunhas oculares, relataram suas impressões e experiências, dedicaram suas vidas a segui-lo e até foram capazes de morrer por ele depois de tudo o que vivenciaram. A vida e a história contada por esta gente é o que dá sentido ao Natal cristão, muito além da confirmação ou comprovação da data em que Jesus tenha nascido.
Os escritores dos Evangelhos e dos demais textos do Novo Testamento são unânimes em afirmar não só a humanidade e historicidade de Jesus, mas que nele foi manifestada corporalmente a Graça e a Glória de Deus. E ainda mais: foram capazes de afirmar, correndo risco de vida, que Jesus havia ressuscitado dentre os mortos, o que as autoridades da época proibiram severamente de se falar. Por que alguém seria capaz de enfrentar torturas, perseguição, prisão e o perigo de perder a própria vida por uma história que se soubesse que era mentirosa? Seria muito mais simples negar tudo, mas eles preferiram pagar com a própria vida do que mudar a versão dos fatos. Deus se fez carne, assumiu a forma de homem por amor à humanidade, isso é o centro da mensagem e celebração do Natal.

Falando a respeito de Jesus, o Evangelho de João afirma categoricamente: “O Verbo (Palavra) se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, glória como do Filho único de Deus”  (João 1.14) e ainda “porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou o seu único Filho para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a Vida Eterna” (João 3.16). O apóstolo Paulo diz também: “Sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Fp. 2.6-7).

E Jesus? O que Ele diz a respeito de si mesmo? “Eu e o Pai somos um.” (João 10.30), “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” ( João.11.25), “Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Ap. 1.8 ). Por que dar crédito a textos tão antigos? Novamente afirmo que mais importante do que os textos em si, além da informação histórica, é o testemunho daqueles que os escreveram. De alguma forma, Deus se manifestou e se deixou testemunhar entre todos os povos da terra desde o início da criação.

Algumas culturas absorveram a revelação e a transformaram para o bem, outras para o mal. A exemplo disso, ninguém pode negar que até mesmo o cristianismo tenha cometido seus equívocos na tentativa de decifrar e encapsular Deus com exclusividade. Nenhuma religião do mundo pode conter toda a revelação de Deus, mas em Jesus toda a plenitude de Deus foi exposta ao mundo. Mitra, Horus, Attis, Krishna, Dionísio e outros deuses pagãos da antiguidade na verdade foram apenas lampejos e tentativas do homem entender Deus. Todos eles carregam o arquétipo do Cristo, tem alguma informação ou aproximação histórica com Jesus, mas são apenas imagens desfocadas da entrada de Deus na história humana.

Por amor, Deus se permitiu ser conhecido até mesmo fora do contexto bíblico com a intenção de facilitar a compreensão das boas novas e do sacrifício eterno do Cordeiro de Deus antes mesmo da fundação do mundo. Muitas outras culturas tentaram se aproximar de Deus através das suas próprias histórias, mas todos estes mitos e histórias só fazem sentido se entendidos através de Jesus, em quem Deus se apresentou à humanidade definitiva e absolutamente.

Apesar de a data ter vindo de fora do cristianismo e ter ganho um sentido extremamente comercial, o Natal é uma das maiores oportunidades que os cristãos de hoje têm para testemunhar que Deus se deu como presente para toda a humanidade, a fim de que todo aquele que Nele crer encontre a Vida Eterna.

Em verdade, o Natal é para ser celebrado, relembrado e testemunhado todos os dias. Mas ganha ênfase na mídia e no inconsciente coletivo do mundo todo no dia 25 de dezembro. Por que não utilizar esta data para explicar ao mundo o verdadeiro sentido do Natal? O Deus que se deu e se fez presente na história do Natal te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Pablo Massolar

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 22 de dezembro de 2013

Por que celebramos o Natal em 25 de dezembro se Jesus não nasceu nesta data?

Sabemos que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, como popularmente se convencionou. Aliás, antes do ano 300 d.C. os cristãos sequer comemoravam o nascimento de Jesus. Isso passou a ocorrer por volta de 330 d.C., quando eles decidiram cristianizar a festa pagã do solstício, que acontecia no início do inverno.

Em Lucas 2.8, temos uma pista de quando Jesus nasceu. Nesse texto, é dito que, na noite em que o filho de Deus nasceu, os pastores estavam no campo, em vigília, guardando o rebanho. Não era inverno em Israel. Logo, não poderia ser em dezembro.

Ele provavelmente nasceu em outubro, durante a Festa dos Tabernáculos, em 15 de Tishrei (no calendário judaico). Essa é uma das três maiores festas judaicas e simboliza a presença de Deus habitando, “tabernaculando”, no meio do Seu povo (Êxodo 25.8).

Se é assim, por que comemoramos o dia 25 de dezembro como o Natal?
Porque sendo o tempo de Deus o kairós (o eterno), e não o kronos (cronológico), para o Senhor, o importante é reconhecermos que Ele nos amou de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Porque o mais importante do Natal não é o dia em que Jesus nasceu, e sim o fato de ter nascido como homem, habitado entre nós e nos salvado.

É isto que comemoramos; este é o significado do Natal! Essa festa aponta para a necessidade de Cristo nascer em cada coração, trazendo vida, cura, libertação, comunhão com o Pai!

Então, que você possa celebrar esse maravilhoso Presente, que é Jesus, confraternizando-se nessa data com sua família, seus amigos e irmãos. Que seja um tempo para você louvar e agradecer a Deus por tudo o que Ele tem feito; por todas as lutas e vitórias que lhe concedeu! Que seja um tempo de projetar novos sonhos e de realizá-los!

SUGESTÃO DE LEITURA:
Lucas 2.8

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini
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Graça e Paz


sábado, 21 de dezembro de 2013

A tentação de ser normal

Muitos anos já se passaram desde o dia em que ele fora chamado por Deus. Na época ele era apenas um menino que servia a um sacerdote. Depois disso, Samuel se tornara um profeta e um juiz do povo de Israel. Contudo, os seus dias de juiz já haviam passado. Sentindo o peso dos anos, ele havia passado a tarefa para seus filhos. Já estava na hora de se aposentar.Esse, contudo, não é um daqueles dias pacatos da vida de aposentado. Samuel ouve um barulho e, quando vai à janela, vê uma comitiva chegando. Todos os líderes da nação de Israel estão vindo bater à porta de Samuel. “Será que eles não sabem que eu me aposentei?” – pensou Samuel – “Bem, acho que um profeta nunca se aposenta de verdade…”

Depois de se cumprimentarem, Samuel lhes pergunta o porquê da visita. Os líderes vão direto ao ponto: “Eis que já estás velho, e teus filhos não andam nos teus caminhos. Constitui-nos, pois, agora um rei para nos julgar, como o têm todas as nações” (1 Sm 8.5 – Grifo meu) Talvez a cena não tenha se desenrolado exatamente do jeito que descrevi, mas os líderes usaram exatamente essas palavras acima. Se você continuar lendo o texto verá que nem Samuel nem Deus gostaram muito daquilo que os líderes disseram.

Samuel, de fato, estava velho e seus filhos não seguiam seu exemplo. Até aí tudo certo. A segunda parte da fala é que foi problemática. Primeiro porque eles não vieram pedir o direcionamento de Deus. Eles já haviam tomado a decisão de pedir um rei sem sequer pedir a opinião divina. Um profeta deveria ser consultado pelo povo, não ordenado por ele. Essa postura, porém, é apenas um reflexo da decisão que os líderes de Israel haviam tomado. Eles queriam um rei. Não queriam mais que Deus os governasse. Eles desejavam agora receber ordens de um rei, um jovem e chefe militar, cercado de toda a pompa, não mais de um profeta velho.

Por quê? Por que eles se recusaram a receber as direções de Deus e decidiram tirar a posição de Rei de Israel do Todo-Poderoso para dá-la a um humano qualquer? A própria fala deles revela a razão. Eles queriam um rei como todas as nações. Em outras palavras, eles estavam cansados de ser diferentes.

A mesma tentação à qual os israelitas sucumbiram, continua presente na vida dos cristãos até hoje. Às vezes é ruim ser o único dos seus colegas que não vai para o barzinho depois do expediente. O único que não fica olhando para o corpo da mulher do outro. A única que não fala mal do marido. O único casal de namorados da turma que não tem relações sexuais. Talvez você não seja o único, porque existem outros cristãos que convivem com você, mas, mesmo assim, em muitos contextos ainda somos minoria. Não é fácil se manter firme fazendo parte da minoria. Somos seres sociáveis, queremos nos entrosar, queremos ser aceitos no grupo. Isso é particularmente desafiador na juventude. O impulso de seguir o grupo faz com que muitos se desviem nessa fase da vida.

Porém, a tentação de ser normal não se resume a isso. Também queremos, dentro da igreja, ser igual aos demais. Queremos ter as mesmas opiniões, as mesmas posturas e as mesmas práticas que todos os outros. Muitas vezes seguimos, sem questionar, o padrão deixado pelos nossos pastores e líderes. Não me entenda mal. Devemos seguir os bons exemplos que temos ao nosso redor. Porém, ainda que o seu pastor pregue muito bem, você precisa pregar exatamente como ele? Será que Deus precisa de duas pessoas que preguem do mesmo jeito? Só porque os outros estão fazendo a vontade de Deus, não quer dizer que precisamos copiá-los. Deus tem um plano exclusivo para você. Deus nos chama a sermos diferentes.

O Senhor está procurando pessoas que estejam dispostas a pensar fora da caixa. A fazer o que ninguém mais está fazendo. Questionar o que outros não questionam. Ir aonde outros não vão. Ao invés de seguir o modelo dos outros, devemos seguir a direção particular de Deus a nós. Somente assim nossa vida haverá de fazer a diferença nesse mundo. Afinal, fazer o que todos fazem pode até não ser errado, mas certamente é irrelevante.

Nossa oração não deve ser como a dos líderes de Israel que falaram com Samuel. Deve ser como a de Moisés: “Então Moisés lhe respondeu: Se não fores com teu povo, não nos faças sair deste lugar. Como é que os outros povos poderão saber que estás contente com o teu povo e comigo, se não fores conosco? A tua presença é que mostrará que somos diferentes dos outros povos da terra” (Ex 33.15-16 NTLH- Grifo meu)

Deus estava com o povo de Israel na época de Samuel, mas eles não queriam mais as direções de Deus, só as suas bênçãos. No caso de Moisés foi o contrário. Deus disse que iria embora, porém os abençoaria com a posse da terra prometida. Moisés orou dizendo que só a benção de Deus não era o bastante. Ele queria a companhia e a direção de Deus.Quem você deseja imitar: os líderes de Israel ou Moisés? Você deseja ser como todos os demais ou diferente?

Bráulio Brandão / Lagoinha.com

Por Litrazini
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Graça e Paz