terça-feira, 30 de abril de 2013

ARREBATAMENTO E REVELAÇÃO

Como será a segunda vinda de Cristo?

A segunda vinda de Cristo se verificará em duas fases.

A primeira é o Arrebatamento da Igreja.
Será em segredo "num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados", 1 Co 15.52.

Nesta primeira fase, Jesus virá somente até as nuvens. Nesse dia solene, "estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro; estando duas moendo no moinho, será levada uma e deixada a outra" (Mt 24.40,41); "estarão dois numa cama; um será tomado, e o outro será deixado", Lc 17.34. Nesse dia se manifestará "o homem do pecado, o filho da perdição". "Já o mistério da injustiça opera: somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; então será revelado o iníquo...", 2 Ts 2.6,7.

Esse "um que agora resiste" é a Igreja, o povo de Deus. A sua resistência está nas orações cheias de fé e poder que milhões de crentes fazem continuamente subir ao Céu. Essa igreja, esse povo santo, será tirado, então não haverá mais empecilho e o "homem do pecado se manifestará".

Aí principia a Grande Tribulação, sob o reinado pessoal do Anticristo, que durará sete anos.

Desses momentos indescritíveis, quando a ira de Deus cair sobre a humanidade que rejeitou o Salvador, a "Igreja Filadélfia" será guardada: "Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra". Ap 3.10.

A segunda fase é a chamada revelação de Jesus em glória:
"E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dele", Mt 25.31,32.

Nesse dia, sim, "aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e glória", Ap 1.7.

É nesta fase que Jesus se manifestará a Israel, que estará a ponto de sucumbir sob os exércitos confederados do Anticristo. Nesse soleníssimo dia, os israelitas, já quase na sua totalidade na Palestina, ao olharem para as mãos do Messias, que surge, perguntarão: "Que feridas são essas nas tuas mãos?" O meigo nazareno responderá: "São as feridas com que fui ferido em casa de meus amigos!" Então, "olharão para mim a quem traspassaram; e o prantearão como quem pranteia por um unigênito e chorarão amargamente por Ele. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém", Zc 13.6; 12.10,11.

Extraído de A Bíblia Responde. - Casa Publicadora das Assembléias de Deus, (CPAD)

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Famílias a serviço de Deus


"Temos o privilégio de sermos cooperadores de Deus no estabelecimento do seu Reino."

O apóstolo Paulo, na conclusão da sua carta aos Romanos, faz a mais longa saudação de todas as suas cartas. Nessa conclusão, ele cita várias pessoas e algumas famílias que estavam a serviço de Deus. Essas pessoas e essas famílias servem de exemplo para nós ainda hoje. Voltemos ao passado e aprendamos com esses irmãos e irmãs que nos precederam.

Casas abertas para acolher (Rm 16.3-5,14,15)
Priscila e Áquila foram cooperadores do apóstolo Paulo. A casa deles era um local de reunião, onde a igreja de Deus se congregava. Tanto em Corinto quanto em Roma a  casa de Priscila e Áquila era um santuário, onde a igreja se reunia. Eles eram hospitaleiros e acolhedores. Faziam da casa deles uma extensão da igreja e um porto seguro para as pessoas buscarem refúgio em Deus.

Esse casal abriu seu lar para hospedar a igreja de Deus, arriscando a própria vida, pois aquele era um tempo de perseguição. Nos versículos 14 e 15, o apóstolo Paulo cita mais duas casas, onde grupos da igreja se reuniam para adorar a Deus e proclamar sua Palavra.

Hoje, precisamos de famílias que abram as portas da sua casa para que o evangelho de Cristo seja também proclamado. O lar é um dos principais instrumentos na evangelização do mundo. Não podemos abrir mão de fazer da nossa casa uma extensão da igreja do Deus vivo.

Corações abertos para consolar (Rm 16.13)
O apóstolo Paulo faz referência à mãe de Rufo como uma mulher que cuidou dele como se fosse sua mãe. Essa mulher que recebe elogio tão auspicioso nem tem seu nome citado na terra, mas certamente era conhecida no céu. Há grandes nomes no Reino de Deus que permanecerão incógnitos na terra e anônimos na história.

É algo maravilhoso investir na vida dos filhos de Deus, ser bálsamo para os que sofrem, ser âncora para os que enfrentam as tempestades da vida. A mãe de Rufo foi uma mãe para o apóstolo Paulo. Esse bandeirante do Cristianismo encontrou nessa mulher um apoio, um encorajamento, que só uma mãe era capaz de lhe dar.

Temos o grande desafio de sermos abençoadores. Devemos abrir não apenas a nossa casa, mas também o nosso coração para encorajarmos as pessoas. Nossa língua precisa ser medicina que leva cura; nossas palavras precisam ser mel que alimenta; nossos atos precisam ser gestos altruístas que abençoam.

Mãos abertas para trabalhar (Rm 16.3,6,9,12)
O apóstolo Paulo cita várias pessoas que foram suas cooperadoras no trabalho de Deus, gente que pôs a mão no arado, que se diligenciou para fazer a obra de Deus.

Priscila e Áquila foram seus cooperadores (Rm 16.3).

Maria é citada como uma irmã que muito trabalhou pela igreja de Roma (Rm 16.6).

Urbano era cooperador de Paulo em Cristo (Rm 16.9).

Trifena e Trifosa trabalhavam no Senhor e Pérside muito trabalhou no Senhor (Rm 16.12).

A igreja de Deus deve ser uma equipe de trabalhadores. Deus nos dá a salvação e nos chama para o trabalho. Temos o privilégio de sermos cooperadores de Deus no estabelecimento do seu Reino.

Fonte: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 28 de abril de 2013

Como posso saber se algo é pecado?


Há dois aspectos envolvidos nesta questão:
(1) Há coisas que a Bíblia especificamente menciona e declara como pecado.
Exemplos disto incluem: Provérbios 6:16-19; Gálatas 5:19-21; I Coríntios 6:9-10. Não pode haver dúvidas que estas Escrituras apresentam tais atividades como pecaminosas, coisas que Deus não aprova. Assassinato, adultério, mentira, roubo, etc. – não há dúvidas de que a Bíblia apresenta tais coisas como pecado.

(2) O ponto mais difícil está em determinar o que é pecado em áreas que a Bíblia não apresenta diretamente.

Quando a Bíblia não menciona um determinado assunto, temos, em Sua palavra, alguns princípios gerais que nos guiarão.

(a) Quando não há referência específica na Escritura, é bom perguntar não se determinada coisa é errada, mas se é realmente boa.
A Bíblia fala, por exemplo, em remir o tempo (Colossenses 4:5). Nossos poucos dias aqui na terra são tão curtos e preciosos em relação à eternidade, que não devemos jamais perder tempo com coisas egoístas, mas usá-lo somente com coisas boas “ para promover a edificação” (Efésios 4:29).

(b) Um bom teste é determinar se podemos honestamente, em sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use a atividade em particular para Seus próprios bons propósitos.

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). Se há lugar para a dúvida se algo agrada a Deus, então melhor é desistir. “...e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23).

(c) Precisamos nos lembrar de que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus.
Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (I Coríntios 6:19-20). Esta grande verdade deve ter um verdadeiro impacto no que fazemos e aonde vamos com nossos corpos.

(d) Devemos avaliar nossas ações não somente em relação a Deus, mas também em relação a seus efeitos em nossa família, nossos amigos e outras pessoas em geral.

Mesmo se algo em particular possa não nos ofender pessoalmente, se for ofensivo ou afetar a outra pessoa, isto é errado. “Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça. Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos” (Romanos 14:21; 15:1).

 (e) Lembrem-se, finalmente, de que Jesus Cristo é nosso Senhor e Salvador, e não se pode permitir que nada mais tome a prioridade de que estejamos em acordo com Sua vontade.
Não se pode deixar que nenhum hábito, recreação ou ambição tenha um excessivo controle sobre nossas vidas: somente Cristo tem esta autoridade. “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma” (I Coríntiois 6:12). “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Colossenses 3:17).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de abril de 2013

Conversa franca


Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. [João 15.3-5]

O tempo Passa!
As pessoas mudam...
Os líderes mudam...
A igreja muda...
A cidade muda...
O estado muda...
A paisagem muda...

O formato da janela também muda, ora com grade, ora com tela, ora sem nada

O tamanho das pessoas lá fora também muda, ora maiores, ora menores, dependendo do andar e altura...

Porém, as lágrimas, os sentimentos e a dependência de Deus, pode aumentar mas, nunca parar , João 15.1 diz: Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor, videira representa fonte de vida.

Esses momentos de comunhão, de bate papo, de desabafo, de intimidade com o Nosso Senhor não pode parar porque por Ele, para Ele, Com Ele e n`Ele são todas as coisas. João 8.12: Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

Nesses momentos nossa alma é lavada.

O Senhor arranca a sujeira, a mágoa, a tristeza, nos restaura, renova, fortalece e sobre tudo nos alimenta para que possamos resistir à mais uma porção diária em nossas vidas. João 6.35: Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.

A alegria, paz, amor..., sabedoria e direção necessárias nos são dado nesses momentos

Dedique tempo para ter qualidade de vida espiritual.


Tenha conversas francas com o Pai Celestial, antes de tomar decisões, independente do grau de importância, mesmo em situações que pareçam ser insignificantes, elas farão a diferença na sua vida e, na vida daqueles que o cercam.

A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade: Lamentações 3.22,23

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O GRANDE PROPÓSITO DE DEUS


Mas ele lhe respondeu: Falas como qualquer doida; temos recebido o bem de Deus e não receberíamos também o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.Jó2:10 

O Deus de Jó não era uma criatura graciosa, na beirada do céu, tirando presentinhos embrulhados em papel prateado e dizendo: "Isso vai deixá-lo feliz. Você vai gos­tar." Esse não é o Deus dos céus.

O Deus soberano dos céus dispõe e dispensa o que traz glória a ele. Ele nos envia não só o que é bom, mas também a adversidade. Nosso grande Deus não é obrigado a nos encher de conforto. 

Está vendo esta verdade? "Temos recebido o bem (so­mos rápidos em fazer isso) e não receberíamos também o mal?" Você está pronto para receber a adversidade? 

Na car­ne, na perspectiva horizontal você vai ficar ressentido; vai fugir dela; vai sentir amargura em relação ao Senhor, e dirá: "Que tipo de Deus é esse?"

Mas, na dimensão espiri­tual, vai reconhecer que ele tinha o direito de enviar tanto o desagradável quanto o agradável. Sem esse conceito, você jamais poderá perseverar em meio à pressão. Vai explodir por causa dela!

Ouça, nosso maior alvo na vida não é ser feliz ou ficar satisfeitos, mas dar glória a Deus. Isso contraria a nossa cultura ocidental.

Todo propósito de um pai para a sua família é que seja feliz e satisfeita. Poucos pais — muito poucos — têm como alvo que a família glorifique primeiro a Deus. Gastamos os dedos, chegando ao osso, até o últi­mo dia de nossas vidas para podermos ficar felizes e satis­feitos — e tudo que temos para mostrar como resultado são dedos ossudos.

Nada disso; o grande alvo de Deus para as nossas vidas é glorificá-lo; como disse o apóstolo Paulo, "quer pela vida, quer pela morte"(Filipenses 1:20). 

Ouça o conselho de Jó quando as calamidades se vão:

Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; Não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso. Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; Ele fere, e as suas mãos curam. De seis angústias te livrará, E na sétima o mal te não tocará. Na fome te livrará da morte; Na guerra, do poder da espada. Do açoite da língua estarás abrigado e, Quando vier a assolação, não a temerás. Da assolação e da fome te rirás.Jó 5:17-22

Veja bem, o grande alvo de Deus para nós não é que estejamos confortáveis ou satisfeitos, nem que sigamos um "plano maravilhoso" de sorrisos constantes, felicidade, nenhuma calamidade, nenhum mal e nenhum problema. 

É errado dizer ao não-cristão: "Confie em Deus e seus pro­blemas desaparecerão... Creia em Jesus e não será mais derrotado." Isso é injusto. É claramente não bíblico! 

Em vez disso, por que não ser sincero e dizer: "Creia em Jesus Cristo e poderá entrar num mundo de desafios que nunca conheceu antes, porque se tornará objeto da atenção do próprio Jesus, e os traços de caráter dele serão formados em sua vida.

Para ser franco, não há possibilida­de de eles serem formados sem o fogo e a perda. Desde que nosso alvo é glorificar Cristo, podemos esperar algu­ma perda." Essa é a realidade!

Quando você sofre e perde, tal coisa não significa que está sendo desobediente. De fato, pode significar que está bem no centro da vontade de Deus. O caminho da obediência é muitas vezes marcado por períodos de sofrimento e perda. 

Jó admite honestamente: "Eis que, se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo" (Jó 23:8). Eis um homem com um corpo apodrecido, deteriorado; sem filhos e com uma esposa impertinente. Seu coração pesa e ele sai à noite em busca de Deus, clamando: "Olho e não o vejo!" 

As perdas são períodos solitários de crise. 

Eis que, se me adianto, ali não está; se tomo para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; esconde-se à direita, e não o diviso. Jó23:8, 9 

Quando você tiver atravessado dias assim, saberá exa­tamente o que Jó está dizendo. 

Extraído do livro Perseverança de autoria de Charles Swindoll 

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Por que a poligamia é pecado e crime se na civilização antiga era permitido?


Entenda uma coisa: além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia.

Na civilização antiga, as famílias eram organizadas em tribos e viviam sob o regime do patriarcado, que dava ao homem poderes sobre a família e domínio sobre a mulher. A poligamia era livremente praticada naquela época porque ainda não haviam sido reveladas as leis divinas que regem os relacionamentos e outros aspectos da vida. O padrão de comportamento ético e moral da população era baseado em questões culturais, no senso comum.

Ainda assim, a lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel.

Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14).

O ciúme que as irmãs Raquel e Leia tinham do marido, Jacó, causou inúmeros problemas familiares a elas, aos filhos e ao patriarca (Gênesis 30.1-24; 37.1-4,17-36).

O menosprezo que Ana sofreu por parte de Penina, a outra esposa de Elcana, causou-lhe muito sofrimento (1 Samuel 1).

Salomão, por motivos políticos, casou-se com 700 princesas e teve 300 concubinas. Por fim, acabou adorando outros deuses, desobedecendo ao Senhor, e sofrendo funestas consequências (1 Reis 11.1-11).

Os países muçulmanos ainda hoje adotam a poligamia, por uma questão cultural. Porém, só a família monogâmica tem a chance de manter um relacionamento estável, tanto na área espiritual como na emocional, porque esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8.

Nesse texto bíblico não é dito que o homem se unirá a suas mulheres. Está no singular: um homem se unirá a uma mulher, especificamente à sua mulher, e não à de outrem. Jesus enfatizou o casamento de um homem com uma só mulher, e não o de um homem com várias mulheres, ou vice-versa. Ele condenou o adultério.

Em suma, vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus. Leia
Êxodo 20.14,17; Levítico 18; Deuteronômio 22.2; 1 Timóteo 3.2,12; Tito 1.6.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Mateus 5.27,28,32; 19.18; João 8.11; 1 Coríntios 6.15,16,18

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 24 de abril de 2013

A Oração Para Vencer Satanás


Estamos vivendo uma era maligna. Satanás, auxiliado por anjos caídos e demônios, está determinado a roubar e destruir. Se não nos apoiarmos no poder da oração, não seremos capazes de abater o poder de Satanás.

O diabo nunca se preocupou muito com os rituais da igreja – mas tem medo mortal da oração genuína. Quando uma pessoa começa a orar de verdade, começa a descobrir novas e diversas formas de oposição da parte de Satanás.

Satanás é mentiroso e o pai da mentira ele tem prazer em roubar e destruir, mas Cristo nos concede autoridade sobre a obra dele, quando aprendemos a orar.

Para sabermos como a oração pode desbaratar o poder de Satanás, quando ele estiver operando em nossos amigos e antes queridos, precisamos entender o que a Bíblia ensina sobre ele.

Sendo o dirigente do louvor celestial, Satanás tinha acesso a Deus. Isaias diz o seguinte a seu respeito: “ Como caíste do céu o estrela da manha , filho da alva?  Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração e subirei ao céu acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. Contudo serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo abismo.”  (Is 14 . 12 – 15 .).

E Ezequiel tem outras informações: “ Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras te cobrias; o sárdio, o topázio, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro de te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado foram eles preparados. Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti. Na multiplicação do teu  comercio de encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei profanado fora da monte de Deus, e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem... todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti vens a ser objeto de espanto, e jamais subsistirás.”(Ez 28.13-17,19.).


Por esse texto, vemos que Satanás ocupava uma posição de grande proeminência no glorioso reino celestial de Deus. Mas por que ele deseja nos roubar e destruir ?

Deus criou o homem à sua própria imagem, e deu-lhe domínio, satanás teve inveja da posição que o homem ocupava, e desde o início tentou destruir essa criatura especial de Deus. Assim que Adão e Eva morreram espiritualmente por causa de seu pecado, Deus fez a seguinte promessa: “porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente, este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar. ” ( Gn 3.15.). Assim, Satanás sabe que sua derrota final e suprema virá por meio da humanidade.

Examinando a história humana, vemos que ele tem tentado impedir que essa promessa se realize. Primeiro, ele tentou corromper a raça humana: ”Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram, então disse o Senhor:” O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora naquele tampo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos, estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade. Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra, e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração; então se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração;... Porém Noé achou graça diante do Senhor.”(Gn 6.1-6,8).

O objetivo de Satanás era corromper a raça humana para que o descendente da mulher ( Jesus Cristo) não fosse puro. Desse modo, Ele não poderia trazer destruição ao seu reino. Entretanto, Deus ainda contava com um homem que não havia sido corrompido. Somente uma família achou graça aos olhos de Deus. Assim, Noé foi o meio pelo qual toda a raça humana se salvou de uma destruição total e completa.


Mas Satanás continuou com sua oposição, tentando destruir o povo da Israel. Depois fez tentativas para destruir o Cristo menino. Por fim fez com que o Filho de Deus fosse pendurado numa cruz. Entretanto, a cruz não significou o fim de Jesus. Pois foi exatamente pela morte de nosso Senhor na cruz que Ele derrotou a Satanás,. E é pela morte e ressurreição de Jesus Cristo que nós também temos autoridade sobre Satanás e suas obras. Desse modo, somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou.

Extraído do Livro Oração A chave do avivamento de Paul Y. Cho

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tendo a sua consciência cauterizada por um ferro quente


Os cristãos não deveriam ficar surpresos — Deus nos advertiu sobre isso na Sua Palavra há muito tempo. O apóstolo Paulo chamou isso de "ter a consciência cauterizada".(Lc.10.27). O pecado quer formar calo na nossa sensibilidade interior à voz de Deus e entorpecer a dor do pecado para que ele não mais incomode você a fazer coisas que você nunca faria nas melhores circunstâncias.

Agora as boas notícias: se você puder aumentar o seu nível de sensibilidade para com a voz de Deus e para com o pecado, então você pode despertar o milagre na sua vida. Como posso reivindicar tal coisa? Lembre-se de que era a compaixão que movia Jesus ao plano do milagre.

Pareço me lembrar do falecido John Wimber dizer: "Você não consegue separar as boas novas das más novas". Isto acontece quando você se esforça para misturar a compaixão com a apatia, com prioridades erradas, ou com o pecado. Esta é uma das consequências mais custosas para quem esta "sobrecarregado". Considere esta descrição de Marta e pergunte se você se tornou "boas novas" ou "más novas" para as pessoas que você encontra ou com quem trabalha diariamente:
 
Marta escolhe muitas coisas, muitas preocupações, muitos fardos e não seria feliz sem eles. Ela não é feliz com eles, porque eles não podem lhe dar paz, mas ela também não pode descansar sem eles... Seu fardo é de escolha e não de necessidade. Jesus não agradeceu a Marta por suas muitas coisas, muito menos por suas muitas preocupações. Tudo o que era requerido poderia bem ter sido produzido por suas mãos ativas com um espírito livre. Mas seu coração ama o cuidado, o fardo e as distrações variadas. Essas foram a porção da sua alma antes, e ela ainda está amorosamente ligada a elas.(Lc.6.8-10)

Você já sentiu a frustração do Espírito Santo causada pela calosidade humana?
Parece ocorrer frequentemente no meio dos cultos da igreja, quando existe um rio de adoração fluindo para cima e a presença de Deus é rica. Então alguém sente que está na hora de seguir em frente e diz: "Vamos continuar o culto".

Isto entristece frequentemente o Espírito e faz com que Deus diga: "Vamos sair do culto — eles querem tempo entre eles mesmos outra vez". Não deveríamos ficar surpresos quando a presença manifesta de Deus desaparece instantaneamente. Este é um caso em que "a pressão das pessoas esvazia a Presença".

Há ocasiões em que é "certo" ou apropriado mover da adoração para mais alguma coisa. (Geralmente quando sentimos genuinamente que Deus está pronto para abençoar Seu povo pela Sua Palavra ou pelo ministério às necessidades pessoais). Não estou tentando julgar ninguém que encurte um culto de adoração. Meu ponto é que devemos honrar o Espírito Santo. Paulo deixou claro que podemos entristecer o Espirito Santo pelas nossas palavras e obras.(Rm.12.1)

Oro para que Deus nos dê a sensibilidade de saber quando usar qual chapéu: o chapéu do serviço de Marta à humanidade ou o chapéu da adoração de Maria diante da Divindade. Nós precisamos desesperadamente da sabedoria de Deus dia a dia. Nesse meio tempo, vivemos voluntariamente em tensão entre os dois ministérios da Igreja.

Extraído do livro Caçando Deus Servindo ao homem de autoriaTommy Tenney

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Conquiste credibilidade!


Suas atitudes no dia a dia transmitirão bons ou maus conceitos sobre você.

Construir uma reputação que nos conceda o aval da credibilidade não acontece da noite para o dia. Nossa trajetória de vida e nossos relacionamentos sinalizarão o quanto somos benquistos, responsáveis e dignos ou não de confiança.

A credibilidade é galgada dia a dia por meio de nossas atitudes e nossos posicionamentos diante das pequenas coisas, por mais simples que pareçam. Devemos ser responsáveis em tudo o que fazemos, pois nossas ações despertam a imaginação das pessoas quanto aos fatos realmente importantes e urgentes.

Pessoas com credibilidade são aquelas que desenvolvem um conjunto de atitudes como a honestidade, a humildade, a integridade, a lealdade, a pontualidade, a dignidade, a transparência, o coleguismo, a ética, a competência profissional e a constância. Esses atributos conferem aos que os cultivam status de responsabilidade e confiança.

Quando você conquistar a confiança de alguém, este dará crédito a todas as suas ações, pois, com base em seus comportamentos já demonstrados, a pessoa se sentirá confortável para acreditar em suas ideias e propostas. Ela confiará nos frutos, nos resultados de suas atitudes.
 
Na Bíblia lemos sobre homens e mulheres que, por meio de sua conduta, tornaram-se dignos de confiança e influenciaram muitas pessoas. Vejamos alguns desses exemplos.

José se tornou governador do Egito; Daniel foi nomeado primeiro-ministro da Babilônia; Abigail conquistou o reconhecimento de Davi e tornou-se sua esposa; Ester ganhou a confiança do rei Artaxerxes, o título de rainha e salvou o seu povo; Paulo alcançou a credibilidade dos gentios e veio a ser o maior pregador desse povo.

Finalmente, o Senhor Jesus conquistou a confiança da Sua noiva, a Igreja, que o aguarda ansiosa para o grande encontro reservado a todos os que creem em Suas promessas.

Jesus, o nosso maior exemplo de credibilidade, durante toda a Sua trajetória, conquistou o status de responsabilidade e confiança diante do povo, não abrindo mão do propósito de Sua vinda como Filho de Deus a esta terra: salvar, libertar e restaurar o ser humano, que estava condenado ao inferno.

Que como Ele possamos comprometer-nos em construir e deixar para as próximas gerações um legado de credibilidade, e que nossos relacionamentos sejam pautados na integridade, na lealdade e na transparência, pois assim influenciaremos a nossa geração a buscar ser digna de respeito e confiança.

Deus o abençoe!

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 21 de abril de 2013

LIBERTADO


“Do SENHOR vem a salvação.” “Todo aquele que comete pecado é servo do pecado… Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jonas 2.9; João 8.34-36)

Buba nasceu em uma aldeia africana. Formado durante longos anos em uma escola religiosa, ele se tornou chefe de sua aldeia. Era conhecido por seu caráter violento e ódio contra os cristãos. Como muitos de seus conterrâneos, tinha medo dos espíritos, pois acreditava que cada infortúnio era consequência da raiva dos seres espirituais. Por isso, muito esforço e dinheiro era necessário para apaziguá-los. Era obrigatório consultar os feiticeiros e obedecer a eles… uma verdadeira escravidão.

Porém, um dia algo aconteceu. De repente tudo escureceu ao seu redor; ele perdeu a visão. Desesperado, consultou todos os religiosos e curandeiros que conhecia, mas nem a magia nem a religião puderam ajudá-lo. Não havia o menor sinal de cura nem de melhora. Quanto mais suplicava e se debatia nas trevas, mais triste sua situação moral ficava. Tudo era escuridão! Depois de muitos meses de cegueira resolveu dar fim à sua vida. Mas não obteve êxito. Desorientado e abalado, começou a se fazer as perguntas que realmente importam: Deus existe? Quem Ele é? Será que pode me curar?

Buba pediu que outra pessoa lesse a Bíblia para ele, e assim encontrou Jesus Cristo, o Senhor, o Deus todo-poderoso, que nos livra do medo do diabo e da morte. Buba entregou seu coração ao Senhor Jesus. Que transformação ocorreu! Mas continuou cego…

“Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor.” Colossenses 1.13

“Ele (Jesus) participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo, e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.14-15)

Depois de uma tentativa de suicídio, Buba se converteu ao Senhor. E começou a se questionar se Deus podia usá-lo, um homem cego, em Sua obra.

Buba não foi curado, e supôs que essa era a vontade de Deus para ele. Mas isso não o impediu de ser um homem que transbordava de alegria, e de ser ativo para seu Mestre. Muitos aldeões conheceram o Senhor por meio de seu testemunho. E uma mudança na vida social se tornou visível: os campos passaram a ser cultivados corretamente; as casas e espaços comunitários receberam cuidados que nunca tiveram antes; os habitantes daquele local começaram a se comportar de forma diferente. Os fetiches foram destruídos.

Certo dia se ouviram prantos na aldeia. Uma jovem mulher acabara de morrer durante o parto e iam enterrá-la. Segundo a tradição do lugar, o bebê recém-nascido deveria ser enterrado vivo junto com a mãe. Indignado com tal ideia, Buba decidiu cuidar do menino.

Foi o início do que mais tarde se tornaria um orfanato. Ali as crianças eram bem alimentadas, felizes e aprendiam sobre o verdadeiro Deus e Seu Filho, Jesus Cristo. A atmosfera espiritual da aldeia era agradável graças àquele cego que conhecia o Deus da paz.

Do mesmo modo, Deus quer que todos sejam libertados de seus temores, que O conheçam como único e verdadeiro Deus, que experimentem uma vida plena nEle, e que sejam úteis, apesar das dificuldades e limitações que possam ter

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 20 de abril de 2013

Deus criou o mal?


À primeira vista pode parecer que, se Deus criou todas as coisas, então deve também ter criado o mal. Entretanto, há aqui um pressuposto que deve ser esclarecido. O mal não é uma “coisa”, como uma pedra ou a eletricidade. Você não pode ter um pote de mal! Mas o mal é algo que acontece, como o ato de correr. O mal não tem uma existência própria, mas na verdade, é a ausência do bem. Por exemplo, os buracos são reais, mas somente existem em outra coisa. À ausência de terra, damos o nome de buraco, mas o buraco não pode ser separado da terra.

Quando Deus criou todas as coisas, é verdade que tudo o que existia era bom. Uma das boas coisas criadas por Deus foram criaturas que tinham a liberdade em escolher o bem. Para que tivessem uma real escolha, Deus deveria permitir a existência de algo além do bem para escolher. Então Deus permitiu que esses anjos livres e humanos escolhessem o bem ou o não bem (mal). Quando um mau relacionamento existe entre duas coisas boas, a isso chamamos de mal, mas não se torna uma “coisa” que exige ter sido criada por Deus.

Examine o exemplo de Jó em Jó capítulos 1 e 2. Satanás quis destruir Jó, e Deus permitiu que Satanás fizesse tudo, exceto matá-lo. Deus permitiu que isto acontecesse para provar a Satanás que Jó era reto porque amava a Deus, e não porque Deus o tinha tão ricamente abençoado. Deus é soberano, e no controle máximo de tudo o que acontece. Satanás nada pode fazer a não ser que tenha a “permissão” de Deus. Deus não criou o mal, mas Ele permite o mal. Se Deus não houvesse permitido a possibilidade do mal, tanto a espécie humana quanto os anjos estariam servindo a Deus por obrigação, não por escolha. Ele não quis “robôs” que simplesmente fizessem o que Ele gostaria que fizessem por causa de sua “programação”.

A resposta que a Bíblia nos dá é: Deus tem um propósito perfeitamente bom para a existência do mal. Vejamos a seguir. A Bíblia não só ensina que Deus sabe de todas as coisas, mas que Ele determinou, com precisão, o Seu plano para toda a história do universo. Deus detalhadamente determinou a existência e história para cada criatura desde antes da criação. Ele escreveu a história do mundo para a Sua glória, de sorte que tudo ocorre de acordo com o Seu perfeito plano e nada acontece sem ser previamente decretado por Deus. Em Isaías 46:9-10, Deus apresenta como evidência de Sua divindade o fato de que Ele tem determinado e declarado o fim desde o início. Ele diz: “...Eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim... o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Isaías 46:10).

Não existe um átomo sequer em todo o universo que não esteja a cada momento sendo sustentado e guiado por Deus. Em Colossenses 1:16-17, Paulo diz: “...Tudo foi criado por meio dele e para Ele... Nele, tudo subsiste.” Hebreus 1:3 explicitamente diz que Ele “sustenta todas as coisas pela palavra do Seu poder.” Vimos então que Deus tem planejado e determinado o percurso de toda a criação (incluindo Satanás e todas as suas ações, como sua queda e as tentações que ele apresenta a nós, seres humanos). O mal que existe hoje não ocorre por acidente, mas porque Deus tem determinado em Seu perfeito plano que deveria ser assim. Isto pode ser surpreendente ou até vergonhoso para muitos, mas para Deus, não. Ele diz: “Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas cousas (Isaías 45:7). É notável que neste versículo Ele até usa o verbo mais forte (bara no Hebraico é a mesma palavra usada em Gênesis 1:1) para referir-se ao Seu envolvimento intencional com o mal. De fato, Ele até apresenta isto como evidência de Sua divindade, em contraste com os ídolos que são incapazes de fazer bem ou mal (Isaías 41:23).

O inspirado profeta Jeremias apresenta a pergunta retórica: “Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande? Acaso, não procede do Altíssimo tanto o mal como o bem?” (Lamentações 3:37-38). É claro que a resposta esperada é que nada de bom ou mau ocorre sem que proceda de Deus. Semelhantemente, o profeta Amós pergunta: “Sucederá algum mal à cidade, sem que o SENHOR o tenha feito?” (Amós 3:6).

Basicamente, não há uma resposta a estas perguntas que possamos compreender totalmente. Como seres humanos limitados, jamais podemos compreender inteiramente um Deus infinito (Romanos 11:33-34). Às vezes pensamos que compreendemos por que Deus faz determinada coisa, e mais tarde descobrimos que era para um propósito diferente daquele que havíamos pensado. Deus vê as coisas sob uma perspectiva eterna. Nós vemos as coisas sob uma perspectiva terrena. Infelizmente, por natureza, preferimos a nossa própria concepção de Deus àquela do Deus verdadeiro.

Concluindo, a Bíblia ensina claramente que tudo que Deus criou era “muito bom” (Gênesis 1:31). Semelhantemente, a Bíblia termina descrevendo em Apocalipse 21 e 22 um período futuro quando tudo voltará a ser muito bom. Apocalipse 21:4 diz: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram.” Isto significa que quase toda a Bíblia, de Gênesis 3 a Apocalipse 20, trata do tempo quando o mal existe.

Este é o tempo em que nós vivemos. Entretanto, é confortador, mesmo quando entendemos pouco do propósito de Deus para o mal, saber que tudo começou “muito bom” e há de terminar assim também!

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz