sábado, 31 de agosto de 2013

Conquiste credibilidade

Construir uma reputação que nos conceda o aval da credibilidade não acontece da noite para o dia. Nossa trajetória de vida e nossos relacionamentos sinalizarão o quanto somos benquistos, responsáveis e dignos ou não de confiança.

A credibilidade é galgada dia a dia por meio de nossas atitudes e nossos posicionamentos diante das pequenas coisas, por mais simples que pareçam. Devemos ser responsáveis em tudo o que fazemos, pois nossas ações despertam a imaginação das pessoas quanto aos fatos realmente importantes e urgentes.

Pessoas com credibilidade são aquelas que desenvolvem um conjunto de atitudes como a honestidade, a humildade, a integridade, a lealdade, a pontualidade, a dignidade, a transparência, o coleguismo, a ética, a competência profissional e a constância. Esses atributos conferem aos que os cultivam status de responsabilidade e confiança.

Quando você conquistar a confiança de alguém, este dará crédito a todas as suas ações, pois, com base em seus comportamentos já demonstrados, a pessoa se sentirá confortável para acreditar em suas ideias e propostas. Ela confiará nos frutos, nos resultados de suas atitudes.

Na Bíblia lemos sobre homens e mulheres que, por meio de sua conduta, tornaram-se dignos de confiança e influenciaram muitas pessoas. Vejamos alguns desses exemplos.

José se tornou governador do Egito; Daniel foi nomeado primeiro-ministro da Babilônia; Abigail conquistou o reconhecimento de Davi e tornou-se sua esposa; Ester ganhou a confiança do rei Artaxerxes, o título de rainha e salvou o seu povo; Paulo alcançou a credibilidade dos gentios e veio a ser o maior pregador desse povo.

Finalmente, o Senhor Jesus conquistou a confiança da Sua noiva, a Igreja, que o aguarda ansiosa para o grande encontro reservado a todos os que creem em Suas promessas.

Jesus, o nosso maior exemplo de credibilidade, durante toda a Sua trajetória, conquistou o status de responsabilidade e confiança diante do povo, não abrindo mão do propósito de Sua vinda como Filho de Deus a esta terra: salvar, libertar e restaurar o ser humano, que estava condenado ao inferno.

Que como Ele possamos comprometer-nos em construir e deixar para as próximas gerações um legado de credibilidade, e que nossos relacionamentos sejam pautados na integridade, na lealdade e na transparência, pois assim influenciaremos a nossa geração a buscar ser digna de respeito e confiança.

Deus o abençoe!

Pastora Elizete Malafaia 

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Visita Pastoral - Uma Responsabilidade Dada Por Deus

Deus deu aos presbíteros de Sua Igreja a responsabilidade de pastorear seu Rebanho. Paulo diz em Atos 20.28 “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue” (ACF). Na mesma linha, Pedro escreveu em 1 Pedro 5.1-3 “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar: Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho”(ACF).

Esta não é uma tarefa pequena. Oficiais da igreja prestarão contas a Deus por deixar de lado seu ofício. Na verdade, Hebreus 13.17 diz “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil”(ACF). Uma das principais maneiras de fazer essa supervisão é através da visita pastoral.

Mesmo assim, triste dizer, visitas pastorais nem sempre são realizadas de uma maneira que permita às partes envolvidas colherem os melhores benefícios espirituais. Uma coisa que você pode fazer, para melhorar o benefício de uma visita pastoral, é se preparar para ela. Se as famílias se preparassem para as visitas pastorais, o tempo gasto nelas seria muito mais proveitoso. Então, como alguém pode se preparar?

Fazendo um inventário espiritual

Em primeiro lugar, use a ocasião de uma visita pastoral para fazer um inventário espiritual da sua vida. Examine a si mesmo, sua relação com Deus e outros (sua família, vizinhos, colegas de trabalho, o mundo, etc.), para determinar como você está espiritualmente. Procure respostas para perguntas do tipo: Como tenho certeza de que sou um cristão? Estou envolvido com estudos bíblicos regulares e oração? Posso dizer com certeza que estou, diariamente, morrendo para o pecado e vivendo mais honradamente? Com quais pecados estou lutando? Posso apontar para áreas da minha vida nas quais estou crescendo? Se você tem uma família, pergunte-se essas coisas: Como minha família está, espiritualmente? O que estou fazendo em relação às devocionais familiares? Consigo ver evidências da graça na vida de meus filhos? Meus filhos estão mostrando um crescente interesse pelas coisas do Senhor? Eles gostam de oração, leitura bíblica, ir aos cultos e cantar hinos e salmos? Se você se preparar dessa forma, será capaz de dar uma resposta substancial quando for questionado sobre seu crescimento espiritual. Além do mais, será espiritualmente beneficiado do tempo de autoexame.

Sendo honesto sobre seus problemas

Desse inventário espiritual deve fluir outra área de preparação. Existe alguma área, na sua vida cristã, na qual você está tendo algum problema? Em Tiago 5.16, nós somos chamados a confessar nossos pecados uns aos outros. A visita pastoral é a hora perfeita para se abrir e ser honesto sobre seus problemas. Você está enfrentando dificuldades ao estudar a Bíblia consistentemente ou nas devocionais familiares? Existe algum pecado, em particular, que continue te derrotar? Não espere até o problema tornar-se insuperável. Esteja preparado para compartilhar seus problemas e para procurar conselho e oração.

Procurando o conselho de seus presbíteros

A terceira área de preparação tem a ver com a solicitação direta por ajuda. Esteja preparado para perguntar àqueles que te visitam se eles veem alguma área na sua vida, que você tenha algum problema (ou na vida de seus familiares), que precise ser abordada. Não tenha medo de fazer esse tipo de pergunta. Todos nós estivemos cegos espiritualmente para algo em algum momento. Buscar o conselho daqueles que já passaram por situações parecidas trará a você percepções úteis para lidar com seus problemas. Da mesma maneira, pergunte aos seus presbíteros se há algo que você poderia fazer para servir ao Senhor. Todos nós prometemos apoiar o trabalho da igreja com nosso tempo, talentos e tesouros. Descobrir onde nós podemos ser úteis não somente nos abençoa como nos dá a oportunidade de ser benção para nossos irmãos e irmãs no Senhor.

Seus médicos espirituais estão aqui para te servir

Quando alguém vai ao médico fazer um check-up, geralmente pensa sobre como está se sentindo. Essa pessoa avalia suas várias dores e aflições procurando determinar quais são importantes e quais não. A tragédia é que, às vezes, essa pessoa pode errar ao não contar ao médico sobre um determinado sintoma por não considerá-lo importante, ou pior, por estar com medo do que possa significar. Porém, esse sintoma pode ser um sinal de alerta para alguma doença séria que poderia ser mais bem tratada se descoberta no estágio inicial. Se o problema é ignorado, a doença piora até que medidas extremas sejam necessárias, ou até que seja tarde demais. Seus presbíteros são médicos da alma. A tarefa deles será muito mais simples, e mais efetiva, se você examinar-se e falar aberta e francamente com eles sobre sua condição e necessidades espirituais. Lembre-se que uma grama de prevenção é melhor que um quilo de cura. Esse ditado é verdadeiro para nossa vida espiritual também. Vamos praticar medicina preventiva espiritual!

Abaixo, está uma lista de perguntas que tanto presbíteros quanto congregantes podem utilizar para uma revisão antes de uma visita pastoral.

Testem a si mesmos para saber se estão na fé; examinem a si mesmos. (2 Co 13.5)

1. Seu entendimento de si mesmo
 - Você tem certeza de que é um cristão?
 - Você está envolvido em estudo bíblico regular? Ou ainda, você está tendo alguma dificuldade com estudo bíblico regular ou devocionais familiares?
 - Como é sua vida de oração? Você ora regularmente?
 - Você pode apontar para áreas em sua vida nas quais você tenha crescido, recentemente?
 - Existe alguma área em sua experiência cristã na qual você esteja tendo dificuldade?
 - Existe algum pecado ou tentação, em particular, que continua a te derrotar?
 - Onde você gostaria de estar, espiritualmente, daqui a 1, 5 e 10 anos?

2. Seu entendimento de Deus
 - O que Deus te ensinou sobre Ele mesmo ultimamente? Ou, qual atributo de Deus tem sido mais significante para você nesses dias?
 - Existe alguma verdade/doutrina teológica com a qual você esteja tendo dificuldade, sinta-se confuso ou que precisa de esclarecimento? Alguma das suas crenças teológicas mudou?
 - Quais livros cristãos você leu ultimamente?
 - Você é capaz de compartilhar sua fé com outros? Se não, você estaria interessado em aprender a compartilhar? Você gostaria de ser discipulado?

3. Sua relação com o mundo
 - Se você tem uma família, como eles estão, espiritualmente? O que você está fazendo com relação a devocionais familiares (leitura bíblica, oração, catecismo, etc)?
 - Você vê alguma evidência da graça na vida de seus filhos? Eles estão demonstrando um interesse crescente pelas coisas do Senhor? Eles gostam de orar e ler a Bíblia? Eles são batizados? Eles estão prontos para fazer uma profissão de fé?
 - Como é seu relacionamento com seu cônjuge? Filhos? Outros?
 - Como outros veem sua caminhada cristã (casa, vizinhos, trabalho, igreja, etc)?
 - Como você está procurando afetar o mundo a sua volta com sua fé cristã?

4. Sua relação com a igreja
 - O que você gostaria de ver melhorado na nossa igreja?
 - O que você gosta na nossa igreja?
 - Qual conselho nós podemos te dar nesse momento?

Autor: Joseph A. Pipa Jr | | Tradutor: Jéssica Lima
Divulgação: EstudosGospel.Com.BR

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Fundamentos para um compromisso integral com Cristo Jesus

Dallas Willard é um pensador cristão e autor da seguinte frase: 
“(…) O custo do descomprometimento é a paz permanente, uma vida repleta de amor, fé que vê tudo na perspectiva do domínio supremo de Deus para sempre, esperança que sobrevive aos momentos mais aflitivos, força para fazer o que é certo e resistir ao poder do mal“.

As razões que o levou a escrever esta mensagem se encontram na importância de um discipulado pessoal na vida do cristão, a busca pelo caráter de Cristo e como essa busca tem se desvanecido nas congregações atuais. A partir do seu profundo e dinâmico estudo sobre essas perspectivas, vamos ressaltar 4 fundamentos daquele que se entrega a um compromisso integral com Jesus.

Paz permanente - Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp.4:6)
Quando Willard fala sobre descomprometimento diz “que não se pode ser discípulo de Cristo sem sacrificar coisas que costumam ser procuradas na vida humana”, sendo que a entrega plena às coisas do Reino de Deus trará uma paz permanente em um coração atribulado e afoito pelas adversidades na vida.

Fé - E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. (Mc. 9:23-24) 
Busca gera fé e fé gera mais fé. A fé nunca nascerá em um coração que tem medo de experimentar o inalcançável. Para isso ele reforça que devemos ver todas as coisas como domínio supremo de Deus. Uma tarefa difícil para nós que somos tão orgulhosos e cheios de nós mesmos, mas uma tarefa mais simples para um coração humilde.

Esperança - Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, o qual é a salvação da minha face, e o meu Deus. (Sl. 42:11)
Em tempos de aflição facilmente somos levados à desesperança do tempo. Somos hoje ensinados a ter resultados imediatos o que retira de nós a capacidade de sermos longânimes em nossas emoções. Temos medo de nossas próprias emoções e somos fracos em suportar pressões das adversidades da vida.

Por fim, força motivadora - ... Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. (Rm. 8: 36-39)

Como discipulador de vários jovens tenho visto que suas juventudes estão regradas de motivações instantâneas. Fatores da vida, adversidades, alegrias, emoções e toda carga de sentimentos para produzir conduzir e concretizar sonhos são como fogo em palha: uma chama que se ascende rápido, mas que se desvanece ainda mais rápido.

Nesse sentido, os olhos fitos em Jesus, o alvo da salvação, aprendendo a ser como ele e aprendendo do seu caráter nos dá a força que motiva nossas decisões. Se ouvimos uma disciplina, um ensino ou se recebemos uma tarefa, devemos ter em Cristo a força para agir sobre o que é ensinado e disciplinado: “força para fazer o que é certo e resistir ao poder do mal”.

Autoria: Calebe Aires

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

JESUS - O Médico dos Médicos

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!

Deus é esse médico, o médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.

Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.

Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!

Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”

Ele também é o maior reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.

Jesus é o primeiro oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.

Ele também é o primeiro emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.

Ele é o melhor otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.

Jesus também é o maior psiquiatra da história, há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!

Deus também é o melhor ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!

A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.

Ele também é o primeiro hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.

Jesus é ainda, o maior doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário FAZER nada, apenas crer e receber!

O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!

Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!

No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!

O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!

Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.

Seu nome é Jesus. Glórias a Deus!

Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010 / Ministério Palavra da Verdade

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Novela faz apologia ao aborto e demoniza religião; Pr. Silas comenta.

A novela “Amor à Vida”, da TV Globo, exibiu nesta quinta-feira (22), uma cena em que uma mulher dá entrada no hospital com hemorragia. Porém, um médico muçulmano se nega a atendê-la. A equipe tenta salvar a moça, mas ela acaba morrendo. Começa então um discurso patético sobre “aborto ilegal”. Clique aqui para ver a cena.

Pr. Silas Malafaia comenta:

O que a novela da Globo fez é coisa de bandido mau caráter, porque as afirmações são inescrupulosamente mentirosas, vejamos:

Mentira número 1:

Que o aborto clandestino é uma das principais causas da morte de mulheres no Brasil. O número de mortes maternas no Brasil é menos de 2 mil por ano e o aborto corresponde a 5% dessas mortes, segundo o DataSUS. Só para você ter uma ideia, o IBGE investigou a existência de óbitos entre 2009 e 2010 e o número de mulheres mortas neste período foi de 443.166, significa que o aborto corresponde a menos de 1% do total da morte de mulheres. Vejam o nível da mentira e do absurdo para enganar a sociedade.

Mentira número 2:

O aborto é uma questão de saúde pública. Esta é a mentira mais usada na mídia para tentar aprovar esta aberração. Com o item anterior eu já respondo a essa segunda mentira, se querem determinar a questão da saúde pública é o que o aborto causa, sendo ele legal ou ilegal. Só para você saber: as mulheres que abortam são 4 vezes mais propensas a internações psiquiátricas do que as outras mulheres, 9 vezes mais propensas a suicídio, e 11 vezes mais propensas a problemas em uma gravidez posterior.

Mentira número 3:

O imbecil que escreveu a novela de maneira preconceituosa e diabólica tenta ridicularizar a fé religiosa ao colocar o médico se abstendo de atender a paciente porque ela atentou contra a lei divina e é uma pecadora. QUE INSINUAÇÃO BANDIDA! QUE ABSURDO! Um médico pode rejeitar fazer um aborto não por convicções religiosas, mas sim pelo juramento que faz quando se forma. O médico foi feito para promover a vida e não a morte. A estupidez do argumento da novela é uma afronta ao telespectador. Como falei, um médico pode rejeitar fazer o aborto, mas jamais rejeitar uma paciente que fez o aborto e chega no hospital pedindo socorro. É uma incoerência estúpida e ridícula. Nenhum médico religioso que recebe uma paciente com hemorragia, fruto de um aborto, nega o atendimento por questões da sua fé.

ALGUMAS VERDADES QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESTA QUESTÃO:

1. O feto não é prolongamento do corpo da mulher. Na gestação, ele é o agente ativo e a mãe o passivo.

2. A prova que não é prolongamento do corpo da mulher é que se não estivesse envolvido pela cápsula no útero feminino, ele seria expulso como corpo estranho. Ele está em simbiose com a mãe por nutrientes para o seu desenvolvimento, e inclusive é ele que regula o líquido desta cápsula.

3. A vida começa na concepção e é um ato intra ou extra uterino até a morte.

4. Nenhum ser humano é mais humano do que outro. Nenhum corpo vivo pode tornar- se pessoa se já não for em essência.

5. 99,99% dos abortos são frutos da promiscuidade e da irresponsabilidade do ser humano.

O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, desmoraliza a farsa da novela da Globo sobre o aborto e comenta de maneira brilhante o que a grande mídia não o faz: denunciar a propaganda escancarada em favor do aborto, com base em mentiras. CLIQUE AQUI e leia o artigo.

Pastor Silas Malafaia

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O compromisso com o testemunho do evangelho

O apóstolo Paulo menciona três disposições inabaláveis do seu coração em relação ao evangelho:

"Eu estou pronto" (Rm 1.14); "eu sou devedor" (Rm 1.15) e "eu não me envergonho" (Rm 1.16). Temos aqui três verdades: A obrigação do evangelho: "sou devedor"; a dedicação ao evangelho: "estou pronto"; e a inspiração do evangelho: "não me envergonho".

Vamos examinar esses três compromissos com o evangelho.

Em primeiro lugar, eu estou pronto a pregar o Evangelho (Rm 1.14).

A demora de Paulo em ir a Roma não era falta de desejo do apóstolo, mas impedimentos circunstanciais alheios à sua vontade. Esse atraso, na verdade, enquadra-se no sábio arbítrio de Deus, pois resultou na escrita desta epístola, que tem merecido o encômio de ser "o principal livro do Novo Testamento e o evangelho perfeito".

Paulo sempre esteve pronto a pregar. Ele pregava em prisão e em liberdade; nas sinagogas e nas cortes; nos lares e nas praças. Pregava em pobreza ou com fartura. Ele chegou a dizer: "ai de mim, se não pregar o evangelho" (1Co 9.16). Pregar o evangelho era a razão da sua vida.

Em segundo lugar, eu sou devedor do Evangelho (1.15).
Há duas maneiras de alguém se endividar. A primeira é emprestando dinheiro de alguém; a segunda é quando alguém nos dá dinheiro para uma terceira pessoa. É no segundo caso que Paulo se refere aqui. Deus havia confiado o evangelho a Paulo como um tesouro que ele tinha que entregar em Roma e no mundo inteiro. Ele não podia reter esse tesouro. Ele precisava entregá-lo com fidelidade.

Deus nos confiou sua Palavra. Ele nos entregou um tesouro. Precisamos ir e anunciar. Sonegar o evangelho é como um crime de apropriação indébita. O evangelho não é para ser retido, mas para ser proclamado. Ninguém pode reivindicar o monopólio do evangelho. A boa nova de Deus é para ser repartida. É nossa obrigação fazê-la conhecida de outros.

Proclamar este evangelho em todo o mundo e a toda criatura não é questão de sentimento ou preferência; é uma obrigação moral; é um dever sagrado.

Em terceiro lugar, eu não me envergonho do Evangelho (1.16).
Paulo se gloria no evangelho e considera alta honra proclamá-lo. Ao considerarmos, porém, todos os fatores que circundavam o apóstolo, nós poderíamos perguntar: Por que Paulo seria tentado a envergonhar-se do evangelho ao planejar sua viagem para Roma? Porque o evangelho era identificado com um carpinteiro judeu que fora crucificado. Porque naquela época como ainda hoje os sábios do mundo nutriam desprezo pelo evangelho.

Porque o evangelho, centralizado na cruz de Cristo, era visto com desdém tanto pelos judeus como pelos gentios. Porque pelo evangelho Paulo já havia enfrentado muitas dificuldades. Porém, a despeito dessas e outras razões, Paulo pode afirmar, com entusiasmo: "Porque não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16).

Hoje há três grupos bem distintos: Primeiro, aqueles que se envergonham do evangelho. Segundo, aqueles que são a vergonha do evangelho. Terceiro, aqueles que não se envergonham do evangelho. Em quais desses grupos você se enquadra? Qual tem sido o seu compromisso com a proclamação do evangelho?

Que Deus desperte sua igreja, para que como um exército poderoso, cheio do Espírito Santo, se levante para proclamar com fidelidade o evangelho da graça. Pregar outro evangelho ou sonegar o evangelho é um grave pecado; porém, anunciar o evangelho, é o maior de todos os privilégios!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 25 de agosto de 2013

O que diz a Bíblia sobre racismo, preconceito e discriminação?

O primeiro item a compreender nesta discussão é que há uma só raça: a raça humana. Caucasianos, africanos, asiáticos, indianos, árabes, judeus, etc, não são de diferentes raças, mas ao invés disto, são de diferentes etnias da raça humana.

Todos os seres humanos têm as mesmas características físicas (com pequenas variações, é claro). Mas principalmente, todos os seres humanos são criados à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Deus ama o mundo inteiro (João 3:16). Jesus entregou Sua vida por todos no mundo inteiro (I João 2:2). O “mundo inteiro”, obviamente, inclui todas as etnias da humanidade.

Deus não mostra parcialidade ou favoritismo (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9), e nem nós deveríamos. Tiago 2:4 descreve a qualquer um que mostra discriminação como juiz “de maus pensamentos”. Devemos sim amar a nosso próximo como a nós mesmos (Tiago 2:8).

No Velho Testamento, Deus dividiu a humanidade em dois grupos “raciais”: judeus e gentios. A intenção de Deus era que os judeus formassem um reino de sacerdotes, ministrando às nações gentias. Mas ao contrário, em sua maioria, os judeus se tornaram orgulhosos de sua posição e desdenharam dos gentios. Jesus Cristo colocou fim a isto, destruindo a parede divisória da hostilidade (Efésios 2:14).

Todas as formas de racismo, preconceito e discriminação são afrontas à obra de Cristo na cruz.

Jesus nos ordena que amemos uns aos outros assim como Ele nos ama (João 13:34). Se Deus é imparcial, e nos ama com imparcialidade, isto significa que precisamos amar aos outros com o mesmo alto padrão.

Jesus nos ensina, ao final de Mateus 25, que tudo o que fizermos com o menor de Seus irmãos, faremos a Ele. Se tratarmos uma pessoa com desprezo, estamos maltratando uma pessoa criada à imagem de Deus; estaremos ferindo alguém que Deus ama e por quem Jesus morreu.

O racismo, em formas variantes e vários graus, tem sido uma praga na humanidade por milhares de anos. Irmãos e irmãs de todas as etnias, isso não pode ocorrer! Para as vítimas do racismo, preconceito e discriminação: você precisa perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Não, os racistas não merecem seu perdão, mas nós, muito menos ainda, merecemos o perdão de Deus!

Aos responsáveis pelo racismo, preconceito e discriminação: vocês precisam se arrepender e apresentar-vos “a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça” (Romanos 6:13) Que Gálatas 3:28 seja completamente cumprido: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz



sábado, 24 de agosto de 2013

A Verdadeira Vida Abundante

A Verdadeira Vida Abundante

A ideia de vida abundante para muitos, é uma vida de alegria e conquistas. E, na verdade, é. Uma alegria que não depende de situações que somente alegram e conquista, no maior sentido da palavra; Superior à que satisfaz ao ego, somente.

O ouvir o som da responsabilidade ou deveres, tem dado um lugar enorme ao som “macio” da conquista de uma situação livre de pedras no caminho, para então, irmos adiante. Fugindo desta forma de conquista, apenas, ouvimos:
- “Não me fale, isso”! Eu não quero ouvir mais sobre, mais deveres, ou dificuldades, pois Jesus já conquistou tudo para mim. 
O pragmatismo impensado, gritando, com toda a sua indignação em relação a esse “desconforto”, em ouvir toda a verdade, mais do que bradando para uma verdadeira conquista.

Este é o triste retrato que temos visto, sendo “pintado”; A ideia torpe fomentada.Tem se tornado insuportável, este “peso” imposto por pregadores e igrejas que, neste “casamento”, de interesses, tem arrastado “os filhos” para um descuidado exemplo.

A vida abundante deixou de ser a vida que supera dificuldades e resiste a tempestades, para ser, simplesmente, a vida que obtém primeiro, para ser feliz depois.

Jesus conquistou de fato, uma vida abundante para nós, os que o aceitamos, sem dúvida; mas como isso tem sido deturpado!

A vida abundante é ABUNDANTE. Porém, antes disso é VIDA. Vida é algo bem maior; Algo maior do que humanamente a sustem feliz.

“Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?” (Mt. 6.25). Não fosse assim, seria, a boa parte dos cristãos no mundo, sofredores de alguma falta, uns fracassados e, com eles, boa parte dos servos presentes no antigo e novo testamento.

Não é necessário ir muito longe para ver os frutos, destes que absorvem este ensino carente ou ignorante de um contexto Bíblico. Nos dias atuais, o amor ao Deus da benção se esfria e com ele, todos os atributos desse amor, afinal, com a desculpa de que Jesus já pagou o preço para que tenhamos uma vida abundante, temos, é que tê-la, somente!!

Para que, o restante? De que serve pensar em outros atributos, como os frutos do Espirito, tão deixados de lado na “NEO” prática cristã que só busca para si?

É a nossa triste crença atual e inclusive cristã, do ter, que infelizmente é bem maior do que o SER.

Vida abundante é a vida que transborda de vida. Não, de conquistas materiais, de empregos e cargos e tudo o mais que a igreja entende, como sendo de direito, porque ela já sofreu muito…

Por conta de certos equívocos em relação a essa ideia de “restituição” a qualquer preço, nos tornamos bem parecidos com as classes sociais que querem mais os seus direitos, em detrimento da coletividade. Não há como não alertar a esta igreja “consumista” de bênçãos e milagres, que não admite o viver sem eles.

Gostaria de saber onde se enquadram os que vivem uma vida de privações ao redor do mundo, ou que abrem mão de suas vidas em favor do evangelho? “Dormiram no ponto”? Estão cegos pelo pecado? São carentes de uma fé genuína?

A vida “abundante” dos cristãos que se refestelam em “shows gospels” que levam a uma expressão-carnal-santa, dentro das igrejas, não suportam nem a si, em momentos onde o Deus da benção os quer fazer crescer, o que dirá, ao restante dentro e fora dela. O Fruto, é o amor frio, que tem “resfriado” a muitos. Vida abundante passou a ser a vida que vai para as ruas e lá, ao invés de glorificar e anunciar o Salvador e seu amor diante da incapacidade do pecador, está mais para conquistar o direito de resposta, aos ofensores da igreja.

Deus honra a seu povo, e quer pra ele o melhor; A Igreja deve conquistar e avançar para conquistar o mundo para Deus.O problema, é que conquistar o mundo para Deus, é outra coisa…

Autor: Rogério Ribeiro

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sobre a santificação

Santifica-os  na verdade… E por eles me santifico para que também eles sejam santificados na verdade.” (João 17.17 e 19)

A doutrina bíblica da santificação está intimamente ligada à doutrina da justificação e de tal maneira que muitas vezes elas chegam a ser confundidas.

Tal confusão, segundo os reformadores do século XVI, era um dos principais erros da igreja romana que até hoje ensina que se nos tornarmos suficientes santos, acabaremos também sendo justificados.

A Bíblia, porém, nos ensina exatamente o contrário: primeiramente somos justificados e disso é que resulta a nossa santificação.

Em primeiro lugar, a justificação é algo que ocorre uma única vez, quando estará completa e perfeita. Ninguém é justificado mais de uma vez! Já a santificação é um longo processo que perdura desde os primeiros passos da vida cristã até o momento em que morremos fisicamente.

A justificação é algo que ocorre fora de nós, enquanto que a santificação é algo que tem lugar no nosso íntimo! É algo que está fora de nós. Diz respeito ao nosso relacionamento com a lei.
Ambas as questões têm a ver com dois aspectos diferentes do pecado: 

Todo pecado tem dois lados:
O primeiro aspecto do pecado é aquilo que conhecemos por “culpa”. Ser culpado significa “ser passível de castigo”, o que nada tem a ver com os sentimentos de culpa tão fortemente ressaltados pelos psicólogos,

O segundo aspecto diz respeito a algo que existe dentro de nós e que chamamos “corrupção”.

A culpa é algo que está fora de nós. Diz respeito ao nosso relacionamento com a lei, enquanto que a corrupção tem a ver com algo que está dentro de nós – a nossa natureza corrompida e pecaminosa.
Deus trata desses dois aspectos do pecado:

A questão da culpa, por meio da justificação:CRÊ NO SENHOR JESUS E SERÁS SALVO”, ou seja, justificado. No momento em que aceitamos Jesus como nosso único e suficiente salvador, Deus nos declara não mais culpados e passamos a ser considerados justos – e isso ocorre de uma vez para sempre. Ninguém cresce na justificação: somos justificados de uma vez para sempre

Isso, porém, não é santificação, já que esta consiste na dissolução da nossa corrupção mas não mediante o imputar a justiça de Cristo a nós de uma vez por todas,mas mediante a gradual inclusão  da santidade de Cristo em nós. A santidade é um atributo exclusivo de Deus.

Qualquer manifestação de santidade que se veja neste mundo, em alguém ou em alguma coisa, existe por estar relacionada com Deus.

É que a santidade de Deus, de alguma maneira, fluiu para tal pessoa ou coisa, pois o propósito e o objetivo da santificação é tornar-nos santos  aos olhos do Senhor.

Quando somos justificados pela simples aceitação de Jesus como nosso Salvador, fica anulado o fato de estarmos sujeitos à punição. Somos revestidos da roupagem de Cristo – E AGORA É NECESSÁRIO QUE NOS TORNEMOS SANTOS EM NOSSO INTERIOR

Tenha sempre em mente o ensino bíblico, em Hebreus 12:14: SEGUI A PAZ A SANTIFICAÇÃO, SEM A QUAL NINGUÉM VERÁ O SENHOR.” Você tem consciência da sua própria corrupção? Está  crescendo na graça? Está  se mostrando mais fiel em sua vida de oração?

Se quiser crescer na santificação, utilize-se dos meios da graça. Comece a dedicar mais tempo à oração.  Dedique-se a uma nova e mais profunda obediência aos seus preceitos. Não continue  na pobreza da obediência apenas parcial. Acerque-se de Deus mais e mais. Deixe que Ele o toque.

SAIBA QUE O TOQUE DE JESUS É SENSACIONAL E TRANSFORMADOR. E ASSIM VOCÊ CERTAMENTE CHEGARÁ A CONHECER AS BÊNÇÃOS DA SANTIDADE DE DEUS E O SIGNIFICADO DE SUA SANTIFICAÇÃO.

Preparado e adaptado pelo Pastor Sérgio Salém

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O VALOR DAS ESCRITURAS NA FORMAÇÃO DO CARÁTER.

As Escrituras são sinônimo de Lei, no Salmo 1. Ele mostra que o homem tem opções entre dois caminhos, que levam a duas atitudes e a duas conseqüências. A chave do Salmo é a busca pela felicidade. A educação religiosa é tarefa de levar o homem a ter uma consciência de escolha e não fazer a escolha por ele. A felicidade não é automática, mas é fruto da vida que começa com uma escolha correta.

O que não se deve fazer para conseguir a felicidade
Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. (Sl 1.1,4,5).
Há os que escolhem o caminho negativo para a busca da felicidade. Começam por andar no “conselho dos ímpios”, ou seja, aceitando sua forma de pensar. É uma maneira sutil de tentação em que a pessoa é atraída pelas idéias bonitas e convidativas e passa a achá-las naturais e normais. Numa vida em sociedade, com as muitas pressões, as pessoas são pressionadas a pensarem como as outras.

O que seria um simples aceitar de idéias se aprofunda quando a pessoa “se detém no caminho dos pecadores”, que são aqueles que vivem em rebeldia contra Deus. Deter-se é participar, é exercer atividades e praticar atos que os pecadores praticam sem qualquer arrependimento. Muitos crentes tomam atitudes perigosas quando dizem: “Qual é o problema?. Todo mundo faz isso”. O que começou moldando o pensamento, acabou determinando a ação.

O caminho ainda está pela metade. Aquele que aceita o padrão dos outros, e pratica os mesmos atos, passa a pertencer ao mesmo grupo. Este é o sentido de “se assenta na roda dos escarnecedores”. A pessoa adota o estilo de vida dos escarnecedores, os quais se constituem nos piores tipos de pessoas em relação à fé, pois são os mais distantes de um verdadeiro arrependimento.

A consequência do caminho negativo.
A vida das pessoas que tomam esse caminho é marcada pela instabilidade, conforme se observa no versículo 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. (Sl,.1.4); “Moinha” é a palha que voa quando o grão é peneirado. Em vez de frutos, só há palha. Outra marca desse tipo de vida é a condenação: Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. (Sl.1.5). No juízo não há argumentos para se livrar da condenação. Não só a condenação, como também a alienação é marcas das pessoas que tomam o caminho fácil para a busca da felicidade. Não participam do verdadeiro valor da comunhão entre as pessoas. A vida dessas pessoas é falsa, porque toda a base é falsa.

A educação deve levar a pessoa a ter consciência dos riscos da vida negativa para a felicidade. Deve também levar a um amadurecimento de tal forma que a pessoa tome decisões por si mesma e não ceda às pressões de outros. Muitos entram pela via negativa porque não cresceram e amadureceram o suficiente para tomar decisões com liberdade. O alvo da educação religiosa é a liberdade que o indivíduo deve ter nas decisões em questões de fé e vida.

O verdadeiro caminho para a felicidade
Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.( Sl.1.2,3,6). – Em primeiro lugar, é ter prazer na Lei do Senhor (v.2; cf sl 119.12-16). É por aí que tudo começa. Não se trata de moldar o caminho pelo próprio esforço e com idéias próprias, mas é viver segundo a Palavra de Deus.  Em vez de se sentir atraído pelos ímpios, pecadores e escarnecedores (v.1), o homem deve sentir alegria na Lei do Senhor. Quando começamos a nos distanciar da Bíblia, a preferir outras coisas ou pessoas, a estarmos em comunhão com os irmãos, estamos em perigo. Em segundo lugar, é preciso meditar na lei do Senhor (v.2). Meditar é torná-la prática na vida. Quando meditamos, estamos moldando o pensar, e isso refletirá muito na qualidade da vida espiritual. 
A Consequência do caminho positivo.
O resultado é uma vida estável. A “árvore plantada” dá uma ideia de segurança, estabilidade. Será uma vida de equilíbrio também Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

(Sl.1.3), pois “dá seu fruto na estação própria e cujas folhas não caem”. Nada acontece fora do tempo de Deus e sem um propósito definido em sua vida. Os sucessos, a prosperidade, são conseqüências de uma vida que procura a felicidade conforme a vontade de Deus. Não se trata de mero sucesso ou prosperidade materiais, mas uma vida cuja felicidade origina-se numa vida de comunhão com Deus. 
Há ainda a visão conseqüente que temos quando meditamos na Palavra de Deus e vivemos segundo ela (v.6). Tanto o “caminho dos justos” como o dos “ímpios”, Deus conhece. Passamos também a conhecê-los pela sabedoria que a Palavra nos dá (cf Sl 72).

A educação religiosa irá primar pela formação do caráter cristão. Somente pela escolha do caminho da Palavra de Deus é que é possível essa formação. O homem precisa ser contemplado em todas as suas facetas, e todas elas precisam ser redimidas. Só a Palavra de Deus é que poderá, mediante a ação do Espírito Santo, fazer a obra de transformação. O conteúdo da educação é a Palavra.

Pr. Adilson Faria Soares

Por Litrazini


Graça e Paz