segunda-feira, 31 de março de 2014

O dilúvio de Noé foi global ou local?

Quando se examina as passagens bíblicas, fica claro que o dilúvio foi global. Gênesis 7:11 afirma que “se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”. É aparente, a partir de Gênesis 1:6-7 e 2:6 que o ambiente pré-dilúvio era muito diferente do que o que temos hoje.

Baseados nesta e em outras descrições bíblicas, assim como em registros fósseis e achados geológicos atuais, é razoavelmente especulado que outrora a terra se encontrava coberta por algum tipo de toldo de água. Este toldo poderia ser um toldo de vapor ou consistir de anéis, de alguma forma parecidos com os anéis de Saturno. Isto, em combinação com a grande camada de água subterrânea, ambas jorrando sobre a terra, (Gênesis 2:6) teria resultado em um dilúvio global.

Os versos mais claros que mostram a extensão do dilúvio são Gênesis 7:19-23: “E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos. Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos. E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu. Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.”

Na passagem acima, não apenas encontramos a palavra “todo” (e suas derivadas) usada repetidamente, mas também encontramos expressões como “e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos”, “Quinze côvados acima prevaleceram as águas; e os montes foram cobertos” (o suficiente para permitir a passagem da arca com segurança acima deles), e “E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu”. Se estas descrições não forem para descrever um dilúvio universal cobrindo toda a terra, não sei como Deus poderia tê-lo feito de forma mais clara.

Além disso, se o dilúvio foi somente localizado, por que Deus instruiu Noé a construir uma arca ao invés de simplesmente fazer com que os animais migrassem e dizer a Noé para fazer o mesmo? E por que Ele instruiu Noé a construir uma arca grande o suficiente para abrigar todos os diferentes tipos de animais terrestres encontrados na terra nos dias de hoje?

Pode-se notar que até os dinossauros começam pequenos, e não teria sido necessário que Noé tivesse trazido para dentro da arca animais já crescidos.

Deus instruiu Noé a colocar dois de cada animal terrestre (vida aquática estava excluída) para dentro da arca (Gênesis 6:19-22) com exceção de “animais limpos”, e em relação a todas as aves, deveria haver sete de cada tipo na arca (Gênesis 7:2-3).

Pedro também descreve a universalidade do dilúvio em II Pedro 3:6-7, onde afirma: “Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios.” Nestes versos Pedro compara o julgamento “universal” vindouro ao dilúvio do tempo de Noé e afirma que o mundo que outrora existia foi inundado com água.

Também, a promessa de Deus (Gênesis 8:21; 9:11; 15) de nunca mais mandar tal dilúvio já teria sido quebrada se se tratasse apenas de uma inundação local. Além disso, todos os homens no mundo de hoje, segundo Gênesis 9:1,19, descendem dos três filhos de Noé, e muitos escritores bíblicos posteriores aceitaram a historicidade do Dilúvio mundial (Isaías 54:9; I Pedro 3:20; II Pedro 2:5; Hebreus 11:7).

Por último, o Senhor Jesus Cristo creu no Dilúvio universal e o tomou como o tipo de destruição vindoura do mundo, quando Ele retornar (Mateus 24:37-39; Lucas 17:26-27).

Há muitas evidências fora da Bíblia que apontam para uma catástrofe mundial como um dilúvio global. As várias sepulturas fósseis encontradas em todos os continentes, a grande quantidade de depósitos de carvão que exigiriam que grandes quantidades de vegetação fossem cobertas rapidamente, o fato de que fósseis oceânicos foram encontrados em topos de montanhas ao redor do mundo, as mais de 270 histórias de dilúvios vindas de todas as partes do mundo, e a grande extensão de formações geológicas mostrando vastas camadas de depósitos de sedimentos (incluindo aqueles encontrados no Grand Canyon (Estados Unidos), tudo isto validando a ocorrência de uma inundação global.

Fonte: GotQuestion

Litrazini

Graça e Paz



domingo, 30 de março de 2014

Conquistando o Melhor de Deus

“Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra. ”  (Is. 1.19) O segredo para possuir o melhor vindo de Deus é a obediência, em todo os tempos nunca alguém que obedeceu as diretrizes de Deus não viu o seu poder manifesto.

A obediência é o fator principal que nos conduz para uma vida de vitórias, aquele que aplica o seu coração em ouvir a voz de Deus, certamente terá a provisão de Deus em sua vida e viverá por longos dias; Vida longa de dias está na sua mão direita; e na esquerda, riquezas e honra. (Pv. 3.16)

Aquele que obedecer as leis do seu criador verá a sua gloria resplandecer, ainda nos acrescenta a palavra do Senhor, Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.  (Sl. 91.16). Aquele que teme ao Senhor, tem por promessa Dele, riquezas e honras aqui na terra e moradia eterna nos Céus.

Trilhar no caminho determinado pelo o Senhor, nos dá direito a prorrogação de vida em paz, isto significa que, mesmo que em nossa volta tudo seja vendaval, se estivermos dentro do limiar de Deus, nada poderá nos atingir, pois os cuidados do Senhor ira sobressair sobre nós, e a sua mão irá nos conduzir por onde andarmos; Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz (Pv. 3.2).

Todo aquele que declina o seu coração e aplica a sua alma em seguir por reto caminho, esta é uma pessoa sabia, porque O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência. (Pv. 9.10). Fazer o que é correto é uma das características de alguém que teme a Deus, pois, este entende que, aquilo que é mau não provem de Deus, logo, os verdadeiros filhos de Deus afasta o seu pé de qualquer vereda de injustiça e maldade, este, não segue de acordo as circunstâncias, mais, olha somente para Cristo. Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal. (Pv. 4.27).

Pertencer a Deus é a maior das riquezas que alguém pode ter, isto sim quem é ter sabedoria! E sabedoria não se compra, pois muitos têm riquezas, porém, são tolos, vivem aleatoriamente, ou então, armazenam tesouros para si aqui na terra, se esquecem, que ainda hoje pode ser o seu ultima dia aqui; Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam (Mt. 6.19); mais, aquele que é sábio possui a verdadeira riqueza, Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e tudo o que mais se deseja não se pode comparar com ela.  (Pv. 8.11), eis ai, uma preciosidade incalculável, que nada nem ninguém, pode tirar de você, Obedecer a Deus.

Consequentemente aquele que anda sob a justiça de Deus alcança a sua benevolente complacência, tão logo, vêm às bênçãos sobre este, porque, isto é promessa de Deus, Riquezas e honra estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça. (Pv. 8.18), e estando as bênçãos guardadas no bom deposito de Deus, aqueles que de fato são seus filhos, que estão debaixo das suas asas, tendem a usufruir os bens pertencente ao pai, certamente, este sempre ira ouvir Deus lhe perguntar; o que você quer? Naquela mesma noite Deus apareceu a Salomão, e disse-lhe: Pede o que queres que eu te dê. (2Cr. 1.7).

Se você se considera uma pessoa sábia eu te pergunto: Você teme a Deus?
Se, não, então sinto muito em te informar, por mais conhecimento e domínio das letras e ciência que você possua, ainda lhe falta algo. Preste atenção o que é necessário para ter a verdadeira sabedoria, diz a Bíblia, Filho meu, guarda as minhas palavras, e esconde dentro de ti os meus mandamentos.  (Pv. 7.1), isto será vida para a tua alma, e adorno ao teu pescoço. (Pv.3.22)
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Então, a maneira para você conquistar o melhor de Deus, é buscar entendimento na sua palavra, logo, você terá sabedoria para caminhar aqui na terra, dentro dos parâmetros de Deus, Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; (Pv. 24.3). Obviamente, isto atrairá as riquezas de Deus sobre você, e, você irá viver apossado das maravilhas oriundas do reino Dele.

Pastora Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 29 de março de 2014

A existência dos anjos

Desde o início dos tempos os anjos estão entre nós. Eles são protagonistas principais em uma guerra espiritual que iniciou no céu, a morada de Deus e dos anjos.

Em teologia sistemática o estudo dos anjos recebe o nome de Angelologia. A palavra deriva do grego: “angelos” = mensageiro e “logia” = estudo. Em um termo geral a palavra é usada para descrever todo o ser com ligação e procedência divina que não façam parte da Santíssima Trindade.
A existência dos anjos remota milênios atrás. Na verdade, não se sabe exatamente em que período do tempo os anjos foram criados.

É impossível precisar a data da criação dos anjos. No entanto, é possível estabelecer a ocasião e o contexto histórico para o surgimento dos anjos.
Para colocar em ordem a origem do homem com as explicações da ciência, historiadores acreditam que existiram três jardins. O jardim mineral (Ezequiel 28.13), o jardim vegetal (Ezequiel 31.8,9) e o jardim animal (o que explicaria a existência dos dinossauros). Estes paraísos não eram o mesmo Éden de Adão.

Os anjos foram criados antes da criação da terra. A primeira menção a existência dos anjos no contexto bíblico se dá logo após a expulsão de Adão e Eva do jardim do Edén. A Bíblia em Gênesis 3.24, menciona que um querubim (anjo de uma classe elevada), foi colocado a entrada do jardim para impedir que o homem retornasse.

No Antigo Testamento a palavra hebraica que se refere aos anjos, é encontrada 108 vezes. Já no Novo Testamento, a forma grega da palavra aparece 165 vezes.

Todas as criaturas de Deus foram criadas com um propósito. Os anjos foram criados com o propósito de adorar e servir a Deus (Isaias 6.3) e por isso eles habitam a mesma esfera espiritual que Deus (Salmos 104.4; Hebreus 1.14). Em uma dimensão superior a nossa.

Os anjos, mesmo sendo espirituais, são seres impares, com características que os distinguem dos demais. São diferentes em todos os sentidos: capacidade, força, sabedoria, poder e em aspectos físicos.

O número de anjos existentes é incalculável. Apesar de não tornar explícito o número de anjos, a Bíblia deixa a informação de que são muitos, OS relatos bíblicos insinuam serem milhões.

A visão de Daniel fala em “milhares de milharese “milhões de milhões” (Daniel 7.10), João também viu “milhões de milhões” e “milhares de milhares” (Apocalipse 5.11). Outrossim, quando Jesus esta para ser preso, aproximadamente 600 homens vieram com Judas para levá-lo (uma corte é aproximadamente a décima parte de uma legião ’1000′), quando Pedro reagiu, cortando a orelha de Malco (João 18.10), Jesus lembra o discípulo que se Ele (Jesus) rogasse ao Pai, receberia o auxílio de 12 legiões de anjos. Uma legião ou tropa, entre os soldados romanos era equivalente a 6000 homens, ou seja, Deus enviaria 120 anjos para cada soldado romano. Em uma batalha um único anjo feriu 185000 homens (Isaias 37.36)

Os anjos habitam uma dimensão espiritual, são seres invisíveis aos olhos naturais, mas segundo o propósito de Deus eles podem se fazer visíveis (Mateus 1.20).Portanto, são eles, invisíveis ao nosso mundo material, apesar de existirem e estarem a nossa volta.
                                                
Apesar de serem superiores a nós, os anjos são “espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hebreus 1.14), estão sempre ao nosso redor (Salmos 34.8) e até trabalham a nosso favor (Salmos 91), mas sempre sob a ordem do Senhor. Podem colaborar até com o pecador (Atos 8.26,35) e também induzir o pecador (Atos 10.5-6)(ATENÇÃO: Os anjos não são pregadores ou evangelistas, apesar de seguirem as ordens de Deus, eles não são responsáveis pela pregação do evangelho ’1 Pedro 1.12).

Nem toda vez que a Bíblia usa a frase “Anjo do Senhor”, esta se referindo aos seres angelicais. Por vezes a frase é usada para designar a manifestação de Cristo no Antigo Testamento. Quando isso acontece recebe o nome de Teofania, pois é Cristo se manifestando em forma corpórea de anjo.

A palavra Teofania (do grego theos = Deus e phanein = aparecer) seria aplicada a qualquer manifestação de Deus, entretanto, os estudiosos têm reservado o termo, para fazer menção a manifestação de Cristo no Antigo Testamento. Tais manifestações não são apropriadas para este tempo, nossos dias, receberam a encarnação do próprio Emanuel (Deus conosco ‘Isaias 7.14′).
Mas nem sempre o uso da frase “Anjo do Senhor” se refere a Teofania.

Desde o início dos tempos os anjos estão entre nós. Eles são protagonistas principais em uma guerra espiritual que iniciou no céu, a morada de Deus e dos anjos. Um símbolo perfeito no céu, um anjo consagrado e coroado como sinete da perfeição divina (Ezequiel 28.12), entre todos os seres do céu, ele era o mais belo, toda a inspiração divina havia sido dedicada a formar aquele que seria, dentre todos, o melhor.

Talvez toda a análise bíblica em torno dos anjos e as principais informações sobre a vida destes seres, esteja intimamente ligado aos relatos que as escrituras fazem sobre Lúcifer (Isaias 14.12). O ser perfeito de Deus, provávelmente foi criado juntamente com os demais anjos, a exceção do homem, todos os seres criados por Deus foram assim criados pelo seu mandar (Salmos 148.5). Lúcifer porém, manteve características singulares.

A perfeição de Lúcifer era incomparável, inigualável. Ele representava o melhor que havia no céu, na verdade ele era o símbolo máximo da perfeição existente neste lugar. Sua sabedoria e sua posição em relação aos demais anjos, seu poder de persuasão foram dádivas de Deus para o exercício do ministério que ele desenvolvia.

Sua beleza era incomparável, os olhos humanos ou qualquer imagem que você possa ter de belo, não se comparam a beleza deste ser. Suas vestes eram feitas de todo o tipo de pedras preciosas (Ezequiel 28.13) e há quem acredite que cada passo deste anjo produzia um som de adoração a Deus (Leia Ezequiel 31.8 e 9).

Este ser ocupava na hierarquia celeste a posição de um querubim (Ezequiel 28.14). Mas não um querubim como os demais, mas um querubim ungido. Há quem acredite que ele ocupava uma posição superior ou semelhante a de Miguel, que era um Arcanjo (Príncipe dos Anjos). A base para esta afirmação esta no fato de Cristo ter identificado Lúcifer como sendo um “arc” (Príncipe) – príncipe deste mundo (João 12.31; João 14.30; João 16.11).

O privilegio deste ser era tão grande, que uma análise minuciosa das escrituras, nos leva a acreditar que ele tinha uma íntima e incomparável comunhão com o Criador (Jó 38.7). Além disso ele tinha livre acesso ao trono de Deus, entre os querubins que ficavam sob o trono, todos permaneciam parados no mesmo lugar, e quando andavam não se viravam de costas para o trono, entretanto, uma análise da Bíblia nos leva a acreditar que Lúcifer circulava livremente em volta do trono, para lá e para cá (Ezequiel 10; Ezequiel 28.14).

Entre as funções exercidas por este ser perfeito, a sua criação tinha um propósito ainda maior. Ele era o regente e talvez o mentor de toda a adoração a Deus através de instrumentos (Ezequiel 28.13). Como líder nato, dotado de uma grande sabedoria, poder, beleza e principado, sua capacidade de louvor e adoração a Deus, lhe renderam o título de diadema de louvor.

Autoria: Joel Engel

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 28 de março de 2014

Jovens determinados e capacitados.

1)- O inimigo quer jovens sem defeito, de boa aparência, cheios de sabedoria, doutos em ciência, versados no conhecimento e competentes no palácio.

2)- Se o inimigo quer jovens assim imagine Deus!!!

Daniel significa: Deus é meu juiz. Ananias: Deus e gracioso. Misael: Quem é como Deus? Azarias: Servo de Deus.
Deus diz: jovens: sois fortes, já vencestes o maligno e a Palavra de Deus habita em vós. Para vencer primeiro a Palavra habita em vós.

3)- Maioria assombrosa de mortes são de jovens nas drogas, todos os tipos de vícios, o Diabo sabe a forca do jovem nas mãos de Deus ele sabe o que fizeram:

Jose, que passou por todas as lutas e venceu, Davi vencia sempre. Daniel e seus amigos. Quanto mais capacitado mais Deus usa, veja a vida de Paulo.

4)- O inimigo mudou o nome, cultura, língua, o que comer, o que falar, mas não conseguiu mudar a determinação de servir a Deus o caráter dos jovens de Deus.

5)- Dos 12 aos 16 anos Daniel determinou não se contaminar e aos 80 anos continuava orando três vezes ao dia, na cova dos leões e vencendo sempre firme.

6)- Temos que tomar decisão firme e certa para toda a vida, diga sou cristão em qualquer situação; não troque Deus por nada, você e importante para Deus.

7)- Daniel e seus amigos foram honrados por Deus e pelos reis, Deus foi muito glorificado na vida deles, deram muitos frutos para Deus nos três reinados.

8)- Daniel chegou a administrar 120 províncias, anos vieram trazer resposta de sua oração, Deus chamou de Varão Valoroso, era muito capacitado para Deus.

9)- Os inimigos de Daniel foram estraçalhados pelos leões com as suas famílias, em cada vitoria os reis adoravam a Deus e honravam a Deus sempre.

10)- O rei vai dizer a você.... Servo do Deus vivo ! Deus a quem contínuamente serves poderia te tirar da boca dos leões ? e Você dirá: O MEU DEUS FECHOU A BOCA DOS LEOES, ME LIVROU DA FORNALHA ARDENTE, ME LIVRA DO FOGO, ME RENOVA AS FORÇAS, NÃO ME ESQUECE, ME FORTALECE SEMPRE.

QUE VOCÊ SEJA SEMPRE UM JOVEM CAPACITADO E DETERMINADO NAS MÃOS DE DEUS ELE QUER TE USAR E TE TORNAR UMA BENÇÃO NA SUA OBRA.

AUTOR: ELI AZEVEDO

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 27 de março de 2014

Como vencer o mau humor

É difícil é se livrar do mau humor. Mas mesmo sendo difícil, não é impossível. Aqui está como fazê-lo:

Vá ao evangelho
Se há um momento de pregar o evangelho para si mesmo, é esse. Lembrar a si mesmo do evangelho é o maior choque de realidade possível. Lembrar a si mesmo do evangelho e permitir que essas verdades atravessem sua mente e seu coração é lembrar a si mesmo das mais profundas realidades do universo. Você se lembrará de que é um pecador que merece a ira de Deus, que o próprio Deus entrou nesse mundo como um homem, que ele carregou todo o seu pecado e condenação, que ele sofreu a ira de Deus em seu lugar, que ele morreu a morte que você merecia, que ele ressuscitou em triunfo e que toda a justiça dele foi dada a você.

Algumas pessoas dizem que quando você está mau-humorado, você deve meditar. Elas estão certas, exceto que, ao inés da meditação oriental de esvaziar a mente, você precisa da meditação cristã de encher a mente, quando você deliberadamente enche sua mente com a verdade do evangelho.

Chame pelo nome
Tendo pregado o evangelho a si mesmo, você agora está em posição de chamar o mau humor pelo nome. É pecado. É exatamente o tipo de pecado pelo qual Jesus precisou morrer. Nunca há uma desculpa para estar mal humorado. Ser mal humorado é ser destemperado, rude, grosseiro e egoísta.

Você fica mal humorado quando a vida não vai do jeito que você gostaria, quando outros interrompem seus planos para uma vida fácil e pacata, quando outros te irritaram de alguma forma. Você pode até acordar mal humorado por nenhuma razão aparente.

O mau humor se instala em sua mente, de forma que você fica remoendo todas as formas em que foi injustiçado. Você se torna irritável e impaciente. Você explode com os outros e se justifica. Há uma categoria de ira justa (“Irai-vos, mas não pequeis”, diz Efésios 4.26), mas nunca há um mal humor justo. Jesus ficou irado e indignado perante os mercadores no templo e com os discípulos que queriam impedir as crianças de irem até ele. Mas ele não estava mau humorado. Mau humor um pecado, simples assim.

Trate pelo nome
Você reconheceu que seu mau humor é pecado. Esse é um grande primeiro passo, mas pecado é um termo genérico. Você deveria avançar mais um passo adiante e chamar esse pecado pelo nome bíblico. Mau humor não é um termo que a Bíblia usa, então é melhor usar irritabilidade, impaciência ou ira injusta. Talvez os três juntos. Essas são as formas em que a Bíblia descreve mau humor e, em todos os casos, são descritas como pecado. Você pode tentar disfarçar com eufemismos (“estou lutando com isso” ou “está tudo bem, só estou passando por dificuldades”), mas no fim é só mais um desses pecados.

Ao chamar o mau humor pelo nome certo – o pecado da ira injusta, o pecado da irritabilidade ou o pecado da impaciência – você não dá espaço a si mesmo para nenhuma desculpa e se coloca em uma posição de lidar com isso apropriadamente. E a forma correta de lidar com isso é pedir perdão a Deus.

Observação: eu sei que isso tudo soa um tanto formal, mas todos esses três passos podem ser realizados em questão de segundos. Pode valer a pena demorar mais que isso, especialmente quando o mau humor se torna um padrão, mas no calor da batalha, esse tipo de pensamento pode ser realizado de forma bem rápida.

Vá até a fonte
Você foi ao evangelho, você chamou o pecado pelo que ele é e pediu perdão por ele. Agora é a hora de ir até a fonte e tentar estabelecer a razão desse mau humor. Pode ser que você esteja se permitindo meditar no que é ruim e pecaminoso e que seu humor pecaminoso tem a ver com seus pensamentos pecaminosos. Pode ser que alguém pecou contra você. Pode ser que você tenha pecado contra seus filhos ou seu cônjuge. Pode ser que o orgulho é a causa, e seu mau humor é uma resposta a alguma vergonha ou a ter sido ignorado. Pode ser que você teve um sonho durante a noite e, de alguma forma, seu cérebro está confundindo o sonho com a realidade (é só comigo que isso acontece?). Pode até ser que você nunca encontre a fonte.

Mas se, e quando, você a encontrar, você também encontrou meios claros de responder – um pedido de perdão (quando você pecou contra alguém), uma confrontação (quando alguém pecou contra você) ou uma boa risada de si mesmo (quando você percebe que está de mau humor apenas por que seu orgulho foi ferido).

Responda o pecado com a verdade
A forma de vencer o erro – o tipo de erro que leva ao mau humor – é responder a ele com verdade. A verdade é sempre mais poderosa que o erro. O problema com o mau humor é que é muito, muito difícil ser razoável consigo mesmo.

Em seu mau humor, você precisa agir de forma contrária ao que sente. Quando você se sente mau humorado, é hora de agir de formas fiel e alegre, e confiar que seus sentimentos vão seguir suas ações.Alguns podem fazer isso simplesmente meditando a respeito do que é verdadeiro. Mas para muitos outros, uma ajuda extra é necessária, e nós podemos obtê-la: verdade adicionada de boa música é uma combinação poderosa. É uma combinação que pode facilmente redirecionar o coração para o lado oposto. Então cante! Cante sobre o que é verdadeiro – sobre Deus, o evangelho e a obra de Cristo. Então aja, de forma piedosa e fiel.

O pecado do mau humor, como qualquer outro pecado, é uma questão do coração. Nossa tentação é sempre lidar com as manifestações, ao invés da raiz. A melhor e mais duradoura forma de vencer o mau humor é sempre ir ao cerne e lidar com as causas mais profundas.

POR TIM CHALLIES / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 26 de março de 2014

A Igreja dos sonhos de Jesus é uma Igreja que sabe adorar

O tema da adoração tem sido cantado e pregado com muita frequência desde o inicio deste século. Muito se fala em adoração. Milhares de cd´s são gravados todos os anos e muitas canções compostas. Mas apesar toda essa efervescência, os crentes parecem está associando adoração apenas com música.

Em seu diálogo com a mulher samaritana, Jesus disse que estava chegando um tempo em que os verdadeiros adoradores adorariam o Pai em espirito e em verdade, e Ele acrescentou que são estes que o Pai está procurando.

A palavra adoração no grego é proskuneo e significa precisamente se curvar para beijar a mão. Ou seja, a Bíblia ensina que adoração é rendida a Deus em reconhecimento da sua autoridade de Rei. Lucas nos informa acerca de um leproso que se aproximou de Jesus e o adorou. O cenário é de um homem sujo de lepra chegando perto de Jesus e lhe prestando revência curvando-se diante Dele. Lucas é enfático ao dizer que o leproso ‘o adorou dizendo: Mestre, se tu quiseres podes tornar-me limpo’. Aquele homem reconheceu Jesus como Rei poderoso e capaz de fazer maravilhas.

A adoração se manifesta como expressão de humilhação e não na exposição de talentos. Ao adorar a Jesus, aquele leproso mostrou-se sujeito a vontade do Senhor. Ele disse “se quiseres”.

Embora seja possível adorarmos a Deus em meio a um grupo, não se pode adorar a Deus como grupo. A adoração envolve bem mais do que vozes bem entoadas. A adoração deve envolver o coração, a alma. Havia uma multidão andando junto com Jesus, mas o destaque foi dado a um leproso que ali jazia.

Os evangelhos sempre mostram Jesus sondando o coração das pessoas e percebendo suas intenções. Não raro lemos nos evangelhos: “e Jesus vendo-lhes o coração e percebendo suas intenções disse…” Jesus viu as intenções da viúva pobre, viu a soberba e pretensão dos ricos que ofertaram antes dela. Jesus enfatizou na parábola do publicano e do fariseu a disposição humilde do publicano que era oposta a oração do fariseu. Ao sondar o coração da multidão que Lhe seguia Ele ainda parafraseou Isaías: “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim!” e também repreendeu seus seguidores ao afirmar: “porque me chamais Senhor e não fazeis o que eu mando?”.

Para Deus deve haver uma conexão direta do nosso coração com nossa boca e as nossas ações. (Inclusive para sermos salvos temos que crer com o coração e confessar com os lábios).

Já dissemos que na adoração nos rendemos a Deus reconhecendo-O como rei. Era costumeiro no antigo Oriente os servos de um rei ter suas orelhas furadas. Esse era um símbolo de que enquanto vivesse aquele servo seus ouvidos cativos à voz do rei, seu senhor. Em Roma, homens importantes eram chamados de dominus por seus servos. O termo dominus significa dominador. Então os servos alegavam que eram parte do domínio de seus donos.

Nós somos chamados para sermos servos de Deus, precisamos viver nossas vidas sob o domínio de Deus e está pronto a cumprir sua vontade. Em todas as culturas, a adoração exige dos adoradores uma vida dentro da vontade do seu senhor. As adoradoras de Diana se prostituíam, os adoradores de Moloque sacrificavam seus filhos, os adoradores do sol entregavam coração ainda pulsando, enfim, cada adoração exige o cumprimento da vontade do ser adorado. Obviamente não quero comparar o Deus Todo Poderoso com os falsos deuses das culturas pagãs, o que quero é deixar claro que a adoração é algo que excede a música.

Adoradores e músicos nem sempre são as mesmas pessoas. A verdadeira adoração consiste muito mais numa atitude intima da alma do que na música entoada. Uma das mais profundas expressões de adoração da Bíblia seja aquela contida no salmo 103.1: “bendize ó minha alma ao Senhor e tudo o que há em mim, bendiga ao seu santo nome”. Adorar a Deus é muito mais do que simplesmente entrar na igreja e acompanhar o louvor que foi previamente escolhido para aquele momento. O coração deve estar totalmente envolvido na adoração e com isso não estou falando sobre a questão emotiva, mas na sinceridade e na retidão de quem adora. O salmista diz que sua alma bendiria ao Senhor e não apenas sua alma, mas tudo o que nele havia. Perceba que o salmista fala da sua alma e de todas as suas ações (tudo o que há em mim).

Ou seja, a adoração não é apenas um momento na vida do adorador, mas um estilo de vida que tem continuação dentro ou fora do templo. Ao dizer que o pai procura os verdadeiros adoradores, Jesus deixa claro que aos olhos do Pai, a adoração só tem valor quando é fruto de uma vida totalmente entregue e consagrada a Senhor. Nesta perspectiva, se faz necessário entender que a adoração não é movimento musical como alguns pensam. Os cristãos devem ver na adoração um estilo de vida.

A nossa adoração deve ser incondicional e rendida somente a Deus. Davi adorou a Deus quando seu filho morreu, Jó adorou a Deus quando todos os seus bens e família se foram e Habacuque disse que se alegraria em Deus quando todas as calamidades possíveis se levantassem contra ele. Essa é a adoração incondicional que Jesus espera da sua Igreja. O leproso não esperou ser curado para depois adorar a Jesus, ele adorou primeiro.

Infelizmente há dois tipos de pessoas que se multiplicam dentro das igrejas. O primeiro tipo é semelhante aos samaritanos: adoram a quem não conhecem . Jesus disse isso com todas as letras para a mulher samaritana. Adorar a quem não se conhece é uma ação nula em si mesma, pois a adoração a Deus não é por nenhuma outra razão senão pelo fato de Ele ser quem é! O segundo tipo pode ser comparado aos pagãos mencionados por Paulo em Romanos 1. São aqueles que tendo o conhecimento de Deus não O adoraram como Deus nem o serviram.

Jesus disse para a mulher samaritana que a hora tinha chagado quando os verdadeiros adoradores adorariam ao Pai aonde quer que estivessem e não apenas “neste monte ou em Jerusalém”.

Adoração é a maior expressão de integridade e amor que um cristão deve render a Deus. Para Jesus a adoração não se centra num ritual especifico, mas numa vida inteira de rendição e exaltação do senhorio de Deus. O louvor só pode ser extraído dos lábios, mas a adoração não. Ela sai do coração regenerado, das ações diárias de uma pessoa que verdadeiramente teve um encontro com Deus.

Autor: Missionário Rosivaldo

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 25 de março de 2014

O Valente da Aldeia

Havia uma aldeia que possuía entre seus membros um guerreiro. Um combatente que treinava todos os dias buscava as melhores armas e estava pronto para defender sua aldeia do ataque inimigo. Como já fizera algumas vezes com sucesso. O tempo foi passando e, acostumado à paz e sossego entre seus familiares e amigos, o valente parou de treinar.

E admirando o estilo de vida de seus familiares e amigos um dia quis ser como eles. Deixou as armas de lado e passou a agir igual a todo mundo sem preocupar-se em defender a aldeia. E com o apoio da comunidade: "Venha divertir-se um pouco conosco; "Que mal que faz?" 

Passaram-se mais alguns dias... O inimigo vigiava de longe e foi se aproximando. Sabiam de tudo.

O Mal se organizou e foi cavalgando até a aldeia para espalhar a morte e o terror. Queriam sangue, destruição, queriam matar, saquear e destruir a aldeia e os familiares e amigos do valente. 

Anoiteceu. 
Chegaram sem que ninguém houvesse percebido, quando todos festejavam, e foram pegos de surpresa. A carnificina começara... Alguém lembrou do único combatente e defensor da aldeia e foram correndo chamá-lo. Ao encontrarem sua tenda encontraram-no dormindo após a orgia e bebedeira. Ao acordá-lo lhe disseram: 

- O inimigo nos encontrou! Pelo amor de Deus! Proteja-nos!
- Você treinou a vida inteira para isso! Onde estão suas armas?
- Eles são muitos, mas você já os derrotou no passado e pode derrotá-los agora não é mesmo?????
- Rápido !!! Por ali !!! 

Ainda anestesiado pela festa, mas consciente do que estava havendo, ouvindo gritos e vendo as labaredas de fogo saindo da boca do Mal, teve medo. Ainda assim, tentou lutar, mas não estava preparado. Já esquecera como se combatia este inimigo. Já esquecera os golpes e já havia há muito abandonado suas armas... 

Amanheceu...
A aldeia fora dizimada e o valente derrotado e humilhado.

Seu corpo tornou-se peça de zombaria por parte do exército inimigo... que se instalou no local, tomando posse da terra e dos pertences da comunidade. 

(...) Trazendo esta ilustração para nossas vidas, podemos fazer uma comparação interessante: Existem muitas famílias e círculos de amigos que dependem da Fé e intercessão de um Valente, aquele Crente, Servo do Senhor, Filho do Deus Vivo, que se por um lado, evangeliza estes mesmos amigos e familiares esforçando-se por levá-los a Jesus, por outro lado, recebe em troca convites indecentes para relaxar e desfrutar os prazeres do mundo com eles. 

Mas ele se nega e permanece firme na Palavra de Deus, treinando todos os dias, ou seja, orando, jejuando e lendo as Sagradas Escrituras, intercedendo junto ao Pai pelas vidas que ainda não entenderam ou não aceitaram o Plano de Salvação: seus entes queridos. Por este motivo, seus amigos e familiares por muitas vezes foram libertos do Mal e alcançaram bênçãos e a misericórdia de Deus. 

Mas... O dia em que o Valente Cristão Evangélico relaxar, "parar de treinar", e abandonar as suas "armas", a "aldeia" pode ser atacada de surpresa... Se você se encaixa nesta ilustração, este alerta é para você meu irmão/irmã em Cristo. 

Sede sóbrios, vigiai. O vosso adversário, o Diabo, anda em derredor, rugindo como leão, e procurando a quem possa tragar (IPe 5:8). 

Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na FORÇA do seu PODER.

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo; pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes. Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, orando por todos os santos (Ef 6:10-18). Quem comete pecado é do Diabo; porque o Diabo peca desde o princípio. 

Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo (IJo 3:8).

Autor: Ricardo Miranda

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 24 de março de 2014

Dicas de interpretação da Bíblia

1. Nunca use um texto sem o seu devido contexto, são os versículos que vem antes e depois daquele que estamos estudando. No contexto achamos versículos ou exemplos que nos esclarecem ou definem o significado de uma palavra obscura.

2. Entenda que na Bíblia existem figuras de retórica: são várias figuras de linguagem que a Bíblia emprega, e todas são necessárias para ilustrar verdades divinas e profundas.

São palavras que não podem ser tomadas ao pé da letra, pois são figuras de retóricas (metáfora, parábola, sinédroque, hipérbole, etc.) I Co 11.26 “todas as vezes que beberdes o cálice..” não quer dizer que vamos beber o recipiente onde se coloca o vinho,mas sim o conteúdo dele. (sinédroque). Nm 13.33 “vimos ali gigantes e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos... as cidades são grandes e fortificadas até o céu. (hipérbole)

Entendendo as parábolas:

Esta é a figura de linguagem preferida de Jesus. Nos evangelhos vamos encontra-la o tempo todo.

Para entender bem uma parábola, é necessário buscar seu objetivo, que normalmente se encontra no início ou no final da parábola.

Agora cuidado: devemos nos prender nos traços principais das parábolas e não nos detalhes que complementam a narrativa. 

Exemplo: Jesus nos ensina a orar com insistência, só que não podemos dizer que “Deus” esteja dormindo, e que a porta está fechada, pois isso vai contra as Escrituras. (Sl 33.18; 121.4; Pv 15.3; Is 59.1)

A necessidade de interpretar a Bíblia:

1. Para um correto entendimento: At 8.31 O eunuco, lia as Escrituras, mas não a entendia. O evangelista Felipe, aproximando-se começou a orienta-lo. Quando não há o verdadeiro ensino surgem as heresias (Pv 29.18 Os 4.6).

2. Para não perdemos nossa identidade: Dt 1.15 Moises grande legislador de Israel, tem a preocupação de ensinar corretamente a lei ao povo. O tempo acaba nos fazendo esquecer a lei. 

Em Juízes 2.10 lemos que havia uma nova geração que não conhecia o Senhor nem os seus poderosos fatos. O ensino da Palavra vem para corrigir isso.

3. Para não sermos guiados por ventos de doutrina: Ef 4.13-14. Paulo, aos Efésios os exorta a conhecer a Deus e estar alerta às doutrinas enganosas dos homens.  Quem está firmado na Palavra não sai abraçando qualquer doutrina.

Atitudes para uma boa interpretação da Bíblia:
1. Respeito: I Ts 2.13 O zombador nunca encontrará verdades na Bíblia, assim como um cego estará desorientado numa montanha.

2. Amor a verdade: Jo 3.19-20 Quem manuseia o livra da verdade, deve ser amante dela, ou então estará debaixo da condenação.

3. Prudência: Há aqueles que querem conhecer todos os mistérios de Deus de uma vez só. Quem corre atrás de mistérios desenfreadamente corre riscos (Pv 18.12; Mt 24.23-26; II co 12.7). 

Suba um degrau de cada vez na escada do conhecimento. 

O ensino é um processo, um fruto que leva tempo até amadurecer.

Conclusão:
Esforce-se e descubra os grandes segredos da Bíblia. Ela é uma pérola de grande valor, pela qual vale a pena todo nosso esforço Mt 13.16

“Eu vejo Deus sentado no seu trono e dirigindo tudo muito bem “ João Wesley

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 23 de março de 2014

Animo ! Reaja ! Não fique caído !

1)- Porque sete vezes cairá o justo e se levantara. Pv. 24. 16. Davi caiu e se levantou. Deus nosso Pai esta no caminho à nossa espera. Levante e a vá a Ele.

2)- Deus animou a Elias dizendo: Tem 7 mil que não adoraram a baal, você não esta só, a obra precisa continuar levante-se coma e continue sua obra.

3)- Deus te diz em Prov 24:10 : Se te mostrares frouxo no dia da angustia as suas forças serão poucas. Você nunca estará só, Deus é contigo sempre.

4)- Veja os sofrimentos de Paulo II Cor 11; 23 a 27. E ele sempre saía animando as igrejas e disse: nosso leve e momentânea tribulação e a nossa então ?

5)- Leia o livro dos mártires que morreram para que nós pudéssemos ter Cristo agora, queimados, jogados na fogueira, torturados, apedrejados e eu chorando ?

6)- Lembra dos amigos de Daniel na fornalha ardente? Disseram se Deus quiser ele nos livra e nos livrará e senão não adoraremos a seu deus oh rei, isto é fé.

7)- Lembra de Daniel ameaçado de morte continuou a orar 3 vezes ao dia, foi jogado na cova dos leões e nada aconteceu, os inimigos dele foram estraçalhados.

8)- Lembra de Neemias? Sempre perseguido e dizendo estou fazendo uma grande obra de modo que não posso parar, terminou os muros de Jerusalém. Isto é fé.

9)- Os cristãos primitivos foram feitos tochas humanas e iluminaram os a cidade com os corpos dos cristãos em Roma, mais Cristo foi glorificado na vida deles.

10)- Lembre-se de milhões sendo perseguidos e mortos hoje por não negarem a Cristo, quantos precisando de uma palavra para poder abençoar os outros ali.

11)- Deus te diz: nunca esquecerei de ti, Ainda que a mãe esquecesse do filho que mama todavia eu nunca esquecerei de ti. Jesus disse: estarei convosco sempre.

12)- Lembre das vitórias de Davi, tenha coragem, a vitória tem a pagar mesmo, pois Deus não usa preguiçoso, mais varão e guerreira preparados para a guerra.

QUE AS BENÇÃOS DE DEUS TRANSBORDEM EM SUA VIDA GUERREIRA (0)DE DEUS. SEJA FIRME E CONSTANTE SEMPRE ABUNDANTE NA OBRA DO SENHOR

Autor: Eli Azevedo

Por Litrazini

Graça e Paz


sábado, 22 de março de 2014

O Sussurro de Deus

"Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade". (Eclesiastes 5:10)

Conta-se que um amigo levou um índio para passear no centro de São Paulo. 

Seus olhos não conseguiam acreditar na altura dos edifícios e ele mal conseguia acompanhar o ritmo frenético das pessoas indo e vindo.

Espantava-se com o barulho ensurdecedor das sirenes, dos automóveis, das pessoas falando em voz alta. De repente, o índio falou: "Ouço um grilo!"

O amigo espantado retrucou: "Impossível ouvir um inseto tão pequeno nessa confusão!" O índio insistiu que ouvia o cantar de um grilo. Tomando o seu cicerone pela mão, levou-o até um canteiro de plantas. 

Afastando as folhas, apontou para o pequeno inseto.

"Como?" Perguntou o amigo, ainda sem crer.

O índio pediu-lhe algumas moedas, e então jogou-as na calçada. 

Quando elas caíram e se ouviu o tilintar do metal, muita gente se voltou.

“Escutei o grilo porque o meu ouvido está acostumado com este tipo de barulho”.
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As pessoas aqui ouvem o dinheiro caindo no chão porque foram condicionadas a reagirem a esse tipo de estímulo.

Depois arrematou: "A gente ouve o que está acostumado ou treinado a ouvir."

Vivemos em um mundo materialista. A vida nos impõe que sejamos muitas vezes duros. Acabamos nos tornando céticos. 

A voz de Deus não é ouvida senão por aqueles que tem o ouvido sensível. 

Muitas vezes a correria da vida e as agitações da nossa alma inquieta não nos permite perceber o Divino.

Treinamos os nossos sentidos para reagir apenas aos impulsos da sobrevivência, mas há realidades que só se percebem com o espírito. 

Aqueles que aquietam o coração e se deixam tocar pelo Eterno, escutam o sussurro de Deus.

Desejo que todos consigamos, apesar do tumulto que nos cerca, escutar o sussurro de Deus.

Autor desconhecido

Por Litrazini

Graça e Paz



sexta-feira, 21 de março de 2014

A PREDESTINAÇÃO BÍBLICA: Coerência e verdade


Em todo o contexto das Escrituras – Antigo e Novo Testamentos – há declarações fortíssimas convergindo para uma só e soberana Verdade: Deus concebeu e executou um fantástico Plano de Salvação, incluindo, potencialmente, a humanidade inteira!

No limitado, mas valioso espaço de que dispomos aqui, tomaremos, para comprovação do que temos afirmado, algumas passagens de ambos os Testamentos:

• Ezequiel 18.23: “Desejaria eu, de alguma maneira, a morte do ímpio? – diz o Senhor Jeová. Não desejo, antes, que se converta dos seus caminhos e viva?”

• Isaías 55.1,7: “Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. [...]. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar.”
• Evangelho segundo João 3.16-17; 6.51: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. [...] Eu [Jesus] sou o pão que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”
• Atos dos Apóstolos 10.34-35: “E abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e obra o que é justo.”

Prova insofismável de que Deus não privilegia alguns encontra-se no ministério de Jesus Cristo, que é “a expressa imagem da sua pessoa” (Hebreus, 1.3). Na verdade, sendo a revelação humana do Ser espiritual de Deus, Jesus compadeceu-se das multidões, e não apenas de alguns em meio à massa. Mateus escreveu: “E saindo Jesus, viu uma grande multidão e, possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos” (Mt 14.14).  Confirmativamente, Marcos registrou: “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas” (Mc 6.34). 

Importa considerar-se que Deus não fez o homem como um robô, mas como um ser moral, livre para escolher seus posicionamentos. Um ser inteligente, inserido num contexto existencial regido por um princípio de responsabilidades, no contínuo processo de causas e efeitos. Assim, pois, a salvação, provida graciosa e potencialmente para todos, só se efetiva na vida daquele que a quiser; daquele que aceitar a mínima condição requerida: crer, em forma de atitude, na absoluta eficácia do Sacrifício que Jesus Cristo fez em seu favor, para a eterna absolvição de sua alma diante do Tribunal de Deus.  Está escrito: 


• Evangelho segundo João 3.18,19,36: “Quem crê nele [Jesus Cristo] não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. [...] Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.”

Sobre a fundamentação bíblica que temos invocado, consideremos a seguinte palavra do apóstolo Paulo aos Romanos: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto. Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou” (Romanos, 8.28-30).

Reflitamos sobre a afirmação “os que dantes conheceu, também os predestinou”.  O que se diz aí?  Que a predestinação é consequência  de um pré-conhecimento.  Trata-se, pois, de uma “pré-visão”, e não de uma “pré-determinação”.  Ou seja, em sua onisciência, Deus teve conhecimento de todas as pessoas que iriam usar o seu livre-arbítrio para aceitarem o Caminho da Salvação – Jesus Cristo –, provido por Ele.  Diante disso, alistou-as para serem chamadas, justificadas e glorificadas. Assim, mediante a previsão, operou-se a prévia destinação.  Jesus foi claramente incisivo em seu ensinamento salvífico: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João, 14.6).

Entender que Deus escolhe uns e rejeita outros, pura e simplesmente, porque é soberano – é não discernir a santidade da soberania divina. Afinal, Deus, que condena a acepção de pessoas, faria o que condena?  Pois está escrito: “Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e sois redarguidos pela lei como transgressores” (Tiago, 2.9).

Rejeitar-se a idéia da predestinação fatalista é uma questão impositiva a todo cristão sinceramente interessado pela Verdade das Escrituras.

Poder-se-á, contudo, objetar: E as afirmações do apóstolo Paulo em sua epístola aos Romanos, no trecho englobado pelos versículos 6 a 33 do capítulo 9?  O que fazer com a questão dos gêmeos Esaú e Jacó, e do endurecimento de Faraó, e dos vasos para honra e para desonra?
Eis a resposta:
O mesmo Paulo, que faz as referidas colocações teológicas, é categórico em afirmar, noutra epístola: “Porque isso é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade” (1Timóteo, 2.3-4).

O que afirma Paulo? “Deus, nosso Salvador, quer que todos os homens se salvem”.  Todos os homens!  E não uma casta de privilegiados!

Paulinamente, “que diremos, pois?” Sim, que diremos, pois, a estas coisas?

Com sensatez e coerência, isto: se Paulo estivesse, no citado trecho de sua epístola aos Romanos, defendendo a predestinação fatalista – aquela que acata a idéia de que Deus escolhe uns e rejeita outros, porque é soberano – só haveria uma forma de colocar a questão: Paulo estaria contradizendo-se e contrapondo-se ao macrocontexto das Escrituras.

Conclusão: não é possível ser essa a posição do Apóstolo.  Na verdade, o que se tem aí é um daqueles “pontos difíceis de entender” aos quais se refere o apóstolo Pedro, em sua segunda epístola universal: “E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos [...] torcem” (2 Pedro, 3.15-16).

Ora, pontos difíceis, mas não impossíveis de entender!  O que se requer, para um entendimento correto dos tais pontos, particularmente deste que temos abordado, é uma exegese douta, como diria Pedro, isto é, uma interpretação sábia, dirigida pelo Espírito Santo, capaz, então, de atinar com o verdadeiro sentido das afirmações paulinas; sentido respaldado pela coerência interna das Escrituras.

E aqui se faz oportuno lembrar uma sensata colocação de Agostinho, em “De doctrina christiana”: qualquer interpretação feita de certa parte de um texto poderá ser aceita se for confirmada por outra parte do mesmo texto, e deverá ser rejeitada se a contradisser (apud ECO, Umberto. Interpretação e superinterpretação, 2001).

Na verdade, o que precisamos é discernir os dois sentidos bíblicos da questão predestinista: a que se refere à salvação dos que, livremente, optaram por ela, designados como os “dantes conhecidos por Deus” (Rm 8.28-30), e a que se refere à missão confiada por Deus a alguns, em favor de outros ou dos outros. Esta última, sim, consiste em escolha específica de Deus, distinguindo homens para a execução de tarefas especiais em sua obra.

É nesse segundo sentido, integrante do conceito de predestinação, nas Escrituras, que se coloca, por exemplo, a palavra do Senhor, dirigida ao profeta Jeremias: “Assim veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Antes que te formasse no ventre, te conheci; e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações  te dei por profeta” (Jr 1.4-5).  É aqui, também, que se enquadra a declaração de Jesus a seus discípulos: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós; e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça” (Jo 15.16).

Com efeito, foram aqueles discípulos escolhidos para, à exceção de Judas Iscariotes, estabelecerem os fundamentos da Igreja de Cristo na terra. E nisso consistiu o fruto permanente da produção espiritual deles. Não se tratou, pois, de uma escolha para a salvação, mas para o serviço na seara de Deus.

É a Verdade o que temos buscado. Tão somente! E, sem a mínima pretensão, disponibilizamos, aos que quiserem, o detalhado entendimento que julgamos ter alcançado a respeito do assunto aqui exposto.
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Maria Helena Garrido Saddi, professora universitária, doutora em Letras. Membro da Catedral Evangélica Hebrom. hgsaddi@gmail.com

Por Moacir Neto

Graça e Paz