terça-feira, 30 de setembro de 2014

É A BÍBLIA VERDADEIRAMENTE A PALAVRA DE DEUS?

Nossa resposta a esta pergunta não irá apenas determinar como vemos a Bíblia e sua importância para nossas vidas, mas também, ao final, provocar em nós um impacto eterno. Se a Bíblia é de fato a palavra de Deus, devemos então estimá-la, estudá-la, obedecer-lhe e nela confiar. Se a Bíblia é a Palavra de Deus, dispensá-la, então, é dispensar o próprio Deus.

O fato de que Deus nos deu a Bíblia é evidência e exemplo de Seu amor por nós. O termo “revelação” significa simplesmente que Deus comunicou à humanidade como Ele é e como nós podemos ter um correto relacionamento com Ele. São coisas que não poderíamos saber se Deus, na Bíblia, não as tivesse revelado divinamente a nós.

Embora a revelação de Deus sobre Si mesmo tenha sido dada progressivamente, ao longo de aproximadamente 1500 anos, ela sempre conteve tudo que o homem precisava saber sobre Deus para com Ele ter um bom relacionamento. Se a Bíblia é realmente a Palavra de Deus, é portanto a autoridade final sobre todas as questões de fé, prática religiosa e moral.

A pergunta que devemos fazer a nós mesmos é: como podemos saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e não simplesmente um bom livro? O que é único sobre a Bíblia que a separa de todos os outros livros religiosos já escritos? Existe alguma evidência de que a Bíblia é realmente a Palavra de Deus?

Estes são os tipos de perguntas que merecem análise se formos seriamente examinar a afirmação bíblica de que a Bíblia é a verdadeira Palavra de Deus, divinamente inspirada, e totalmente suficiente para todas as questões de fé e prática.

Não pode haver dúvida sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus. Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.”

A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus.

Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina.

UMA DAS PRIMEIRAS EVIDÊNCIAS INTERNAS DE QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É A SUA UNIDADE. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.

OUTRA EVIDÊNCIA INTERNA QUE INDICA QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É OBSERVADA NAS PROFECIAS DETALHADAS CONTIDAS EM SUAS PÁGINAS. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem.

Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade.

Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia.

Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.

UMA TERCEIRA EVIDÊNCIA INTERNA DA ORIGEM DIVINA DA BÍBLIA É NOTADA NA SUA AUTORIDADE E PODER ÚNICOS. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor.

A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus

Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto.

UMA DAS EVIDÊNCIAS EXTERNAS É O CARÁTER HISTÓRICO DA BÍBLIA. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos.

Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.

OUTRA EVIDÊNCIA EXTERNA DE QUE A BÍBLIA É A PALAVRA DE DEUS É A INTEGRIDADE DE SEUS AUTORES HUMANOS. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado.

Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos.

A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

UMA ÚLTIMA EVIDÊNCIA EXTERNA DE QUE A BÍBLIA É VERDADEIRAMENTE A PALAVRA DE DEUS É SEU “CARÁTER INDESTRUTÍVEL”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.

Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita.

Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes.

A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.

Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

E O SENHOR TE GUIARÁ CONTINUAMENTE

“E o Senhor te guiará continuamente” (Isaías 58.11) Não um anjo, mas Jeová te guiará. Ele disse que não iria atravessar o deserto diante do seu povo, um anjo deve ir adiante deles para guiá-los no caminho; mas Moisés disse: “se tua presença não vai comigo, não nos faça subir daqui.”

Cristão, Deus não tem lhe deixado na sua peregrinação terrena, sob a orientação de um anjo; ele irá na vanguarda. Você não pode ver a nuvem e a coluna de fogo, mas o Senhor nunca te abandonará.

“O Senhor te guiará.” Quão certo é que ele faz isto! Quão certo é que Deus não nos abandonará!

Seus preciosos “eu devo” e “eu vou” são melhores do que os juramentos dos homens.

“Eu nunca te deixarei, nem te desampararei.”

Então, observe o advérbio continuamente. Nós não somos meramente guiados algumas vezes, mas temos tido um monitor perpétuo; não ocasionalmente, para ser deixados ao nosso próprio entendimento, e assim a vagar, mas estamos constantemente ouvindo a voz orientadora do Grande Pastor, e se nós seguirmos de perto em seus calcanhares, não devemos errar, mas seremos guiados por um caminho certo para uma cidade na qual habitaremos.

Se você tem que mudar a sua posição na vida, se você tem que emigrar para terras distantes; se deveria acontecer que você fosse lançado na pobreza, ou erguido de repente numa posição mais responsável do que aquela que você ocupa agora; se você é jogado no meio de estranhos, ou entre inimigos, ainda não tema, porque “o Senhor te guiará continuamente”.

Não há dilemas dos quais você não será livrado se viver perto de Deus, e seu coração se manterá aquecido com amor santo.

Não fica confuso quem anda na companhia de Deus. Como Enoque, caminhe com Deus, e você não pode confundir o seu caminho. Você tem sabedoria infalível para dirigi-lo, imutável amor para lhe confortar e eterno poder para defendê-lo. “Jeová” – marque a palavra – “Jeová te guiará continuamente”.

Texto de autoria de Charles Haddon Spurgeon, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 28 de setembro de 2014

JESUS CRISTO, NOSSO DEUS E SALVADOR

A natureza de Cristo é um dos aspectos mais fundamentais da mensagem do evangelho. A Escritura ensina que dentro de Sua pessoa una, Cristo possuía uma natureza humana e divina. Sua natureza divina não tem princípio, tendo seu ser na eternidade. Sua natureza humana começou quando Cristo foi concebido pelo Espírito Santo na virgem Maria.

Para o crente, a divindade de Cristo nos garante que Seu sacrifício foi suficiente. O resgate de uma alma é custoso – esse preço é o sangue divino! A solução para a infinidade do pecado foi o valor infinito da obediência de Cristo – infinito devido à natureza divina de Cristo. Seu sacrifício teve eficácia eterna porque Ele é o Deus eterno.

A ESCRITURA APRESENTA MUITAS PROVAS DA DIVINDADE DE CRISTO.
* A Escritura atesta Sua divindade (Mt 1.23; Fp 2.5-11; Tito 2.13; Hb 1.8).
* Deus Pai atesta a divindade de Cristo (Mt 3.17; 17.5; Mc 9.7; 2 Pe 1.17).
* O próprio Cristo afirmou a sua divindade. Ele afirma ser um com o Pai (João 10.30, 38) como o Filho de Deus (Mc 14.61-62).
* Várias outras pessoas testificam que Jesus é Deus, como Tomé (Jo 20.28); Pedro (Mt 16.16); Paulo (Atos 9.5); e até demônios (Mt 8.29).

JESUS ATESTA SUA TRANSCENDÊNCIA SOBRE HOMENS E ANJOS. Ele transcende Jonas e Salomão (Mt 12.41ss; Lc 11.31ss), Moisés e Elias (Mt 17.3; Mc 9.4), Davi (Mc 12.36), e João Batista (Mt 11.11); e Cristo é superior aos anjos, que são Seus servos (Mt 4.11; Mc 1.13), Seu exérctio (Mt 26.53), e aqueles que fazem Sua vontade (Mt 16.27; 25.31; Mc 8.38).

Atributos de Deus são atribuídos a Jesus, como eternidade (Jo 8.58), onipotência (Ap 1.8), onipresença (Jo 1.48), onisciência (Jo 2.25) e imutabilidade (Hb 13.8).

Ele recebe a honra que é dada somente a Deus, como o batismo divino (Mt 28.19), benção divina (2 Co 13.4), adoração divina (Hb 1.6) e honra divina (Jo 5.23).

Ele realiza tarefas divinas como o perdão de pecados (Mc 2.10-12), a criação (Jo 1.3), providência (Jo 5.17), ressurreição e juízo (Jo 5.22), preservação (Jo 10.28) e redenção e graça (Ef 1.7).

Ele faz exigências divinas como a fé em Sua pessoa (Jo 14.1; 5.24; 6.40; 8.51) e amor supremo (Mt 10.37, 39; Lc 17.33). Ele aceita adoração religiosa (Mt 8.2; 9.18; 14.33; 15.25).

ELE RECEBE OS NOMES DE DEUS: Deus Forte e Pai da Eternidade (Is 9.6), Senhor Justiça Nossa (Jr 23.6), Senhor e Deus (Jo 20.28), Deus bendito eternamente (Rm 9.5), Senhor de todos (At 10.36) e verdadeiro Deus e vida eterna (1 Jo 5.20).

HÁ CINCO RAZÕES POR QUE CRISTO DEVE SER VERDADEIRAMENTE DEUS:
* Para o fardo que precisou ser suportado e a batalha que precisou ser lutada, Ele precisava de poder divino para conseguir dar e tomar de volta Sua própria vida.
* Sua divindade era necessária para obter o infinito valor por Sua satisfação da justiça divina.
* A divindade de Cristo permitiu que Ele merecesse justiça eternal.
* Ele precisava ser divino para conseguir aplicar a salvação que mereceu.
* Ele deve ser divino para ser um objeto digno de nossa adoração.

Thomas Watson em seu sermão “Cristo, o Mediador da Aliança” esboçou quatro aplicações dessa doutrina da divindade de Cristo para a vida do crente.

Uso 1: Admire a glória deste Deus-homem. Watson aconselhou-nos a ver a “Divindade de Cristo brilhando através da humanidade” (Ap 1.16). Adore-O na beleza de Sua santidade (Sl 96.9)!

Uso 2: Porque Cristo é divino, o crente de procurar a salvação somente em Cristo. Sua divindade forjou a justiça necessária para salvação. Watson disse: “Se pudéssemos chorar rios de lágrimas, superássemos Moisés no monte, se fôssemos moralistas precisos, inculpáveis diante da lei, se chegássemos ao mais alto grau de santificação nesta vida, nada disso nos salvaria – se não buscássemos os méritos daquele que é Deus”.Olhe para Jesus (Hb 12.2)!

Uso 3: Porque Ele é divino e humano em uma pessoa, os crentes podem ter grande conforto em saber que estão intimamente unidos a Ele. Watson escreveu: “Tudo que Cristo, em qualquer de suas naturezas, pode fazer pelos crentes, ele fará”.“Confiai no SENHOR perpetuamente;  porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna” (Is 26.4).

Uso 4: Maravilhe-se diante do amor de Cristo, que humilhou-se a Si mesmo, embora fosse igual a Deus, tornando-se obediente até a morte. Os crentes devem receber Cristo como seu marido celestial (Ct 1.13). Watson disse que todo crente “deveria ter Jesus Cristo escrito em seu coração”.
JOEL BEEKE / Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 27 de setembro de 2014

DEUS VÊ NOSSO SOFRIMENTO

O povo Hebreu estava sofrendo com o governo de Faraó e a escravidão no Egito. Eles trabalhavam duro. Viviam em grande sofrimento, aflição e miséria, sem nenhuma esperança.

Através de seu sofrimento, clamaram a Deus e Deus os ouviu e providenciou a libertação do seu povo ”Pois o clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e também vejo a opressão com que os egípcios os estão oprimindo. Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires meu povo, os filhos de Israel, do Egito “.(Ex. 3.9,10)

Muitas pessoas estão vivendo numa escravidão, tem trabalhado muito e ganhado pouco e às vezes é tão pouco que não dá para o seu sustento ou o sustento digno da sua família. Outros infelizmente nem conseguem um trabalho digno para se sustentar.


Outros vivem numa escravidão tirana, não imposta por Faraó, mas pelo diabo que escraviza e penaliza suas vítimas, nas Drogas, nos Vícios, nas Doenças e no Pecado.

Você que está sofrendo aproxime-se e conte tudo para Jesus, pois Ele veio para destruir as obras do Diabo I João 3:8. Ele veio para que tenhamos Vida João 10:10. Enquanto o diabo fala no ouvido que você não vai conseguir e não vai dar mais um passo para sua conguista. Jesus diz que nós iremos sim, da um passo para nossa conguista e que conseguiremos sair desse sofrimento que parece não ter mais fim.

Deus vê toda e qualquer aflição que acontece aqui na terra, ” Disse o Senhor: Vi a aflição do meu povo” Êxodo 3:7.

Assim como Deus levantou Moisés para libertar o povo das mãos de Faraó e do Egito. Hoje Deus deixou Jesus como nosso Libertador e Salvador. Basta a gente clamar por Ele, recebê-Lo como nosso Libertador e Salvador e Ele virá em nosso socorro!

Muitas pessoas estão presas as doenças, nós não estamos isentos de enfrentarmos enfermidades. Quando estivermos sendo provados pela doença, o Senhor vem ao nosso leito para que possamos suportar a provação. “O Senhor o sustentará no leito da enfermidade” Salmos 41:3.

Nunca estamos sós, Deus sempre esta do nosso lado nos observando e vendo nosso sofrimento. Nenhum de nós foi chamado por Jesus para vivermos uma vida deprimida e traumatizada.

O diabo escraviza, Jesus liberta, o diabo coloca doenças, Jesus cura as doenças, o diabo traz terror e opressão, Jesus traz paz e libertação. “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti” Isaías 26:3.

Quando nós estivermos nos sentindo presos por algo, seja um sentimento de culpa ou algo parecido, temos que ter o exemplo do povo Hebreu quando se viu afligido por Faraó, clamou a Deus e obteve sua resposta. Devemos ter Deus como nosso refugio e fortaleza: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares” Salmos 46:1, 2.


Deus está no controle de todas as coisas e que Ele não nos deixará nem nos desamparará Dt 31:8

Deus esta vendo todo o teu sofrimento agora, confie Nele, que Ele tudo fara por você agora. Você não esta sozinho, Deus esta a teu lado nesse momento vendo todo teu sofrimento, clame a Ele agora e fique na paz, sinta a Paz.

Pr. Marcos Monte

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

JESUS, HUMANO COMO NÓS

Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana. [Hebreus 2.14]

O primeiro capítulo de Hebreus enfatiza que Jesus Cristo é um com o Pai (compartilhando seu ser) e o segundo enfatiza que Jesus Cristo se tornou um conosco (compartilhando o nosso ser).

Aquele que é superior aos anjos por um pouco foi feito menor do que eles. Na verdade, há um propósito fundamental para a humanização do Filho de Deus: “Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus [...] tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles” (v. 10).

QUATRO VERDADES FUNDAMENTAIS SÃO APRESENTADAS AQUI:

PRIMEIRO, ELE PARTICIPOU DE NOSSA CONDIÇÃO HUMANA.
Ele tomou nossa “carne e sangue” para si (v. 14). Experimentou a fragilidade e a vulnerabilidade de um ser humano, pois tinha um corpo humano real (comia, bebia e se cansava), e emoções humanas reais (alegria, tristeza, compaixão e ira).

SEGUNDO, ELE FOI TENTADO COMO NÓS.
Ele mesmo sofreu quando tentado” (v. 18). Na verdade, ele “passou por todo tipo de tentação” (4.15). Em sua encarnação, ele colocou de lado sua imunidade à tentação e se expôs a ela. E suas tentações foram reais, como as nossas, porém, ele não sucumbiu a nenhuma delas, portanto, nunca pecou.

TERCEIRO, ELE PARTICIPOU DE NOSSOS SOFRIMENTOS.
O pioneiro de nossa salvação Deus tornou “perfeito, mediante o sofrimento” (2.10). Não que ele fosse imperfeito no sentido de ter pecado, mas sua identificação conosco, em nossa humanidade, seria incompleta se ele não tivesse sofrido como sofremos.

QUARTO, ELE PARTICIPOU ATÉ MESMO DE NOSSA MORTE.
“Vemos, todavia [...] Jesus, coroado de honra e de glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte” (v. 9). Não que ele precisasse morrer, pois não tinha pecado algum. Mas ele carregou os nossos pecados, e foi por eles que ele morreu.

Como conseqüência da encarnação, Jesus Cristo pode nos representar diante do Pai e pode solidarizar-se com as nossas fraquezas.

Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos. Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles. Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos, Dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos,Cantar-te-ei louvores no meio da congregação. E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu.

E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;
E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.
Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão. Por isso convinha que em tudo fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados. Hebreus 2:9-18


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

UMA CENA ESTRANHA

Mas, quando eles o viram andar sobre o mar, cuidaram que era um fantasma, e deram grandes gritos. Porque todos o viam, e perturbaram-se; mas logo falou com eles, e disse-lhes: Tende bom ânimo; sou eu, não temais. E subiu para o barco, para estar com eles, e o vento se aquietou; e entre si ficaram muito assombrados e maravilhados (Marcos 6:49-51)

Os discípulos estavam tentando atravessar o mar da Galiléia, e tinham grandes dificuldades em remar por causa do vento contrário.

É estranho perceber que eles pensaram que o Senhor Jesus fosse uma aparição – todos viram a forma de um Homem andando sobre o mar, e se aproximando mais rápido do que eles podiam remar. Não é de estranhar que eles gritassem tanto e estivessem absolutamente apavorados!

Mas não era uma aparição. Era o próprio Senhor Jesus, o Criador, interferindo em Sua criação. Ele é o Mestre dos mares, e de todas as tempestuosas ondas e correntes.

O Senhor Jesus falou aos discípulos: “Tende bom ânimo; sou eu, não temais”. Ele subiu para o barco e tudo – o vento e o coração dos discípulos – se acalmou.

DIANTE DAS TEMPESTADES E PROVAÇÕES DA VIDA, AS ONDAS QUE NOS ASSUSTAM, O VENTO QUE SOPRA EM DIREÇÃO CONTRÁRIA A DOS NOSSOS DESEJOS, PROBLEMAS E AFLIÇÕES AUMENTANDO, DORES QUE PARECEM NOS ENGOLIR, QUAIS SÃO OS RECURSOS DIVINOS PARA NÓS?

A aproximação do Senhor Jesus que calmamente chega sobre a turbulenta esfera de nossas circunstâncias, em perfeito controle de cada detalhe que abala nossa paz.

Como é maravilhoso saber que até o medo que nos assola é eliminado com a Sua presença!

Os discípulos ficaram sobremodo contentes em ter o Senhor juntos deles naquele momento!

E nós também só precisamos pedir que Ele suba ao nosso frágil barco.

Há melhor companhia que o Senhor da glória?

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini:


Graça e Paz

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A ESPERANÇA DO CANSADO E O SABER DO JOVEM

“Pois tu és a minha esperança, Senhor Deus; tu és a minha confiança desde a minha mocidade”. – Salmos 71:5

Pelejar, disse o ancião cansado das lutas, depois de assentar-se debaixo da palmeira de frente para o jovem que incansavelmente lhe fazia perguntas sobre as trajetórias da sua vida. Mas o Senhor se arrepende de alguma coisa que tenha feito? Replicou aquele jovem, maneando a cabeça positivamente respondeu aquele Senhor; arrependo-me de muitas coisas que fiz, mas, me arrependo muito mais de muitas coisas que deixei de fazer.

Deixando-se levar por sua mente na extensão do horizonte continuou; A vida passa tão rápido quanto uma estrela que cruza o céu, para ver quando ela desloca-se de um canto para o outro é preciso está olhando para alto naquele exato momento, e em um tom afirmativo balbuciou. As estrelas sempre passam mais poucos conseguem vê-la! A maioria está sempre preocupados com tudo que há ao seu redor.

E, são muitos os agrilhoes da vida que prender suas vistas para baixo, cansaço, decepções, frustações, amarguras, desanimo, isto são elos que se entrelaçam em um só intuito, nos deter, impedir que continuemos a lutar. É necessário sermos mais forte que eles, ter mais resistência que suas duras correntes, caso contrario, ficaremos presos, seremos mais um olhando para o chão.

Admirado e preocupado aquele jovem respirou fundo e perguntou; então Senhor o que é preciso para quem está caminhado pela estrada agora não ser vencido?

O Senhor fez ar de risos e lhe disse: Não responderei eu, mais o rei Salomão, um jovem que teve de tudo, conquistou tudo, sabedoria, poder riquezas lhes sujeitaram, E todos os reis da terra buscavam a presença de Salomão, para ouvirem a sabedoria que Deus tinha posto no seu coração. 2 Crônicas 9:23, Ele percorreu um bom trajeto bem…porém, perdeu-se na estrada, e quando chegou a hora dele subiu ao pódio para alcançar o mais precioso de todos os prêmios, ele havia saído do caminho certo.

Ele disse; Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva; Eclesiastes 12:1-2 está é uma resposta sabia de alguém que não conseguiu ser sábio quando preciso foi!

Vagarosamente continuou o Senhor; Enquanto somos jovens, curtimos, vivemos a vida aleatoriamente achando que tudo é festa, jamais imaginados a velhice em nossas portas, vivemos no auge da nossa virilidade, sempre somos cheios de si, eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo, vou comprar isso, vou ser aquilo, quase nunca perguntamos ao nosso criador se podemos, se é bom, se é o que Ele quer.

Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? Mateus 16:26, Esquecemos que o tempo e traiçoeiro, vai nos levando como a gente quer ir, só que, quando chega no meio do tempo ele olha para e nos diz acabou seu tempo. Dai nos perguntamos fazer o que agora? Se não nos resta mais forças para nada! Olhamos para nossa volta e vemos que nada fizemos, apenas desperdiçamos nosso melhor tempo.

Então meu jovem continuou o ancião a melhor coisa a fazer é deixar o Criador conduzir a coração, Salomão, enquanto fazia o que Deus queria foi sábio, no instante que ele seguiu o seu desejo, emprenhou-se os seus ouvidos, contaminou sua alma, pecou o seu coração, perdeu tudo, só lhe restauram as palavras. Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão; porquanto desviara o seu coração do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera.1 Reis 11:9

Enquanto se pode, cante, dance, aproveite, mais nunca se esqueçam, Nada tem valor se não vir de Deus.

Vamos caminhando por mais cansada que a vida pareça ser sempre vale apenas viver, O Segredo é confiar em Deus nunca desistir.

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini

Graça e Paz



terça-feira, 23 de setembro de 2014

UM INTERCESSOR AMADO NO CÉU

Como Daniel precisamos continuar orando, mesmo que a resposta demore a chegar até nós, ainda que ela já tenha sido deferida no céu

1. Daniel é um dos maiores exemplos da oração que temos na Bíblia. Ele ora com seus amigos (Dn 2:17-18) e os magos são poupados da morte. Ele ora com as janelas abertas para Jerusalém e Deus o livra da cova dos leões (Dn 6:10). Daniel orou, confessando o seu pecado e os pecados do povo, pedindo a restauração do cativeiro babilônico (Dn 9:3). Agora, Daniel está orando novamente em favor da sua nação (Dn 10:1-3).

2. O texto de Daniel 10.1-21tem muitas lições importantes a nos ensinar sobre oração e jejum. Também nos fala dos reflexos que as orações da igreja produzem no céu. Este texto ainda nos ensina grandes lições sobre batalha espiritual. 

3. VEJAMOS, ALGUMAS LIÇÕES SOBRE AS MARCAS DE UM INTERCESSOR AMADO NO CÉU:
I. RECEBE O FARDO DO SEU POVO SOBRE OS OMBROS – V. 1-3
1. Choro pelo povo – v. 2
• Este é o ano terceiro de Ciro. Daniel tem aproximadamente 84 anos. Já é um ancião. Ele orou, chorou e jejuou pela libertação do cativeiro. Agora o povo está em Jerusalém, mas está sob fogo cruzado. A oposição dos samaritanos interrompeu a construção do templo. O povo voltou, mas a restauração plena ainda não aconteceu. Daniel, então, mesmo distante, aflige a sua alma e chora pelo povo.
• Os fardos do povo de Deus precisam pesar em nosso coração. Jamais seremos verdadeiros intercessores a não ser que sintamos o peso das aflições do povo sobre nossos ombros.

2. Jejum e oração pelo povo – v. 3,12
• Daniel se abstém de alimentos. Ele deixa por 21 dias o convívio social e se recolhe para um tempo de quebrantamento, jejum e oração em favor da sua nação.
• Muitos judeus prefiriram ficar na Babilônia que voltar a Jerusalém. Gostaram da Babilônia. Ele, Daniel, não voltou por causa da sua idade e também porque na Babilônia podia influenciar mais profundamente os reis persas. Mas durante os 70 anos de cativeiro, mesmo ocupando altos cargos, nunca se esqueceu de Jerusalém. Diariamente orava pela cidade (Dn 6:10).
• Precisamos resgatar a importância do jejum na vida da igreja. Jejum é alimentar-se da essência e não apenas do símbolo. Jejum é fome de Deus, é saudade de Deus.

3. O motivo do jejum e da oração – v. 1
• Daniel está jejuando e orando por duas razões:
1) Muitos judeus se esqueceram de Jerusalém e mostravam pouco interesse em voltar do exílio;
2) Os poucos que voltaram enfrentavam dificuldades sem precedentes em sua tarefa de reconstruir o templo e a cidade. 
• Os samaritanos haviam apelado ao rei da Pérsia e a obra ficou paralisada. Parecia que os poucos que haviam retornado fizeram-no sem um verdadeiro motivo. Parecia que tudo foram em vão. Foi por esta razão que Daniel estava orando e jejuando.

II. RECEBE ESPECIAL VISITAÇÃO DO CÉU – V. 4-12
1. O esplendor do Anjo – v. 4-6
• Alguns estudiosos como Stuart Olyott, Evis Carballosa, Young e Leopold entendem que a descrição desse anjo é uma teofania e trata-se da segunda Pessoa de Trindade. As razões é a descrição é muito semelhante àquela apresentada em Apocalipse 1:13-17. Também, entendem que só a presença de Jesus poderia provocar tanto impacto e só ele pode tocar e restaurar vidas.
• Outros estudiosos Calvino, Osvaldo Litz, Ronald Wallace entendem que a descrição é mesmo de um anjo, sobretudo, porque no v. 13 esse anjo é resistido e precisa de reforço espiritual.
• As descrições do anjo são magníficas: a) Seus vestidos – v. 5 ; b) Seu corpo – v. 6 ; c) Seu rosto – v. 6 ; d) Seus olhos – v. 6 ; e) Seus braços – v. 6 ; f) Seus pés – v. 6 ; g) Sua voz – v. 6

2. A reação de Daniel – v. 7-12
a) Discernimento (v. 7) – Só Daniel conseguiu discernir a voz do anjo. Os outros ouviram, temeram e fugiram, mas só Daniel compreendeu. Foi assim também com Saulo de Tarso no caminho de Damasco (At 9:7; 22:9). Só aqueles que vivem na intimidade de Deus discernem a voz de Deus. Houve uma irresistível percepção do céu na terra. Ao fugirem os demais, Daniel ficou sozinho perante o Anjo do Senhor.
b) Quebrantamento (v. 8) – Quando Daniel ficou sozinho diante do ser celestial, seu corpo se enfraqueceu. Daniel cai prostrado diante do fulgor do Anjo. Diante da manifestação da glória de Deus, os homens se prostram e se humilham. A glória de Deus é demais para o frágil ser humano suportar.
c) Consolação (v. 12) – O Daniel que está prostrado ouve agora palavras doces e encorajadoras. Ouve que é amado no céu (v. 11). Ouve que suas orações foram ouvidas (v. 12). Ouve que o que é ligado na terra é ligado no céu. Ouve que Deus aciona seus anjos para atender os seus filhos quando esses se colocam de joelho em oração (v. 12b).Por isso, Daniel não deve ter medo (v. 12).

III. RECEBE RESPOSTA ÀS SUAS ORAÇÕES – V. 12-13
1. Resposta Imediata – v. 12
• Daniel aplicou o coração para compreender e para se humilhar diante de Deus. Temos nós feito isso? Hoje as pessoas que julgam compreender querem ser grandes. Daniel queria ter luz na mente e joelhos dobrados. Os teólogos deveriam ser os homens de coração mais quebrantado.
• Daniel é informado que sua oração foi deferida logo que ele começou a orar. Deus tem pressa em responder àqueles que clamam a ele.

2. Resposta Mediada – v. 12b
• Daniel não apenas respondeu a oração de Daniel, mas destacacou um anjo para trazer a resposta a Daniel. Os céus se movem para atender a igreja. Os anjos são espíritos ministradores em favor dos que herdam a salvação (Hb 1:14).

3. Resposta Resistida – v. 13
• Deus levanta a cortina e mostra para Daniel que há dois andares no mundo: o físico/material e o espiritual. Muitas vezes só enxergamos as coisas no plano físico. Mas sobre as nossas cabeças desenrola-se uma outra cena, no mundo invisível, espiritual, uma batalha espiritual. Há guerra espiritual entre os anjos de Deus e os anjos do mal. Quando a igreja ora, trava-se uma batalha nas regiões celestes.

IV. RECEBE DISCERNIMENTO DOS PROPÓSITOS DE DEUS NA HISTÓRIA – V. 14
1. Discernimento quanto ao tempo do fim – v. 14
• Daniel receberá uma longa revelação a respeito do futuro e contemplará o que há de acontecer ao povo de Deus (v. 14). A visão se estenderá não apenas aos anos imediatamente posteriores; mas até ao fim do mundo. A revelação será detalhada em Daniel 11 e 12, um dos tempos mais extraordinários da Bíblia.
• Essa revelação registra a história, escrita em considerável detalhe, antes mesmo dos eventos se realizarem.

2. Discernimento quanto à batalha espiritual – v. 13,20
a) A Hostilidade (v. 13,20) – O anjo fala com Daniel sobre a batalha travada nas regiões celestes. Há resistência espiritual às orações dos santos. Paulo diz que a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra principados, potestades, dominadores deste mundo tenebroso e forças espirituais do mal. Muitos acontecimentos na terra são reflexos dos acontecimentos no mundo dos espíritos.
b) O Ajudador (v. 21) – Miguel é o arcanjo. O defensor do povo de Deus (Dn 12:1). Seu nome é citado 5 vezes na Bíblia (uma vez em Judas, uma vez em Apocalipse e três vezes em Daniel).

V. RECEBE O TOQUE ESPECIAL DO CÉU – V. 10-19
1. O toque para levantar-se – v. 10-14
• O Anjo do Senhor toca em Daniel. Ele estava prostrado com o rosto em terra e enfraquecido. Deus o levanta através da sua voz e do seu toque. Mas o que pode levantar esse homem?
a) Saber que é amado no céu – v. 11
b) Saber que os céus se movem em resposta às suas orações – v. 12
c) Saber que o futuro está nas mãos de Deus – v. 14

2. O toque para abrir a boca e falar – v. 16-17
• Daniel é tocado nos lábios como Isaías. Quando é tocado, ele sente dores (como de parto). Ele se sente fraco e desfalecido. Só aqueles que se quebrantam diante de Deus têm poder para falar diante dos homens.
• Daniel está estasiado diante do fulgor da revelação do anjo que lhe toca (v. 17). Só pode falar com poder aos homens, aqueles que ficam em silêncio diante de Deus.

3. O toque para ser fortalecido – v. 18-21
• O Anjo de Deus toca a Daniel agora para o fortalecer. O Anjo lhe diz: Não tenha medo (v. 19). O Anjo reafirma que ele é amado no céu (v. 19). O Anjo ministra Paz àquele que está aturdido por causa do fulgor da revelação. Duplamente o anjo lhe encoraja: Sê forte! Sê forte!

CONCLUSÃO
1. Daniel capítulo 10 nos enseja algumas lições práticas:
a) Quem são os verdadeiros inimigos do trabalho de Deus?
1) O grupo dos desencorajados;
2) Os samaritanos que se opõem à obra;
3) Os reis persas que atendem aos samaritanos;
4) Sobretudo, os anjos caídos (v. 13,20) – A nossa guerra principal não é contra o desânimo, nem contra os homens, mas contra os principados e potestades. Os homens não crêem porque o príncipe deste mundo cega o entendimento dos incrédulos (2Co 4:4).

b) Quais são as armas apropriadas para o conflito em que estamos engajados?
• Esse conflito exige que nos entreguemos à oração, ao jejum, ao pranto e ao quebrantamento.
Precisamos discernimento para entendermos a luta que se trava no mundo visível e também no invisível.
• Como Daniel precisamos entender que há poder de Deus liberado através da oração. 
• Como Daniel precisamos continuar orando, mesmo que a resposta demore a chegar até nós, ainda que ela já tenha sido deferida no céu.

Autoria: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini:

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

SE DEUS CONHECE NOSSAS NECESSIDADES, POR QUE ELE NOS MANDA ORAR?

A maioria de nós não gosta de se humilhar. E oração é um ato de humildade. Oração é um ato de fraqueza. Quando oramos, admitimos a Deus que precisamos desesperadamente de ajuda. Que somos fracos, necessitados, e não temos o controle de todas as coisas. Que não somos autossuficientes.

Mas Deus se grada desse ato de humildade. Então, em 1 Pedro 5.6-7, ele nos diz: Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

Nós nos humilhamos “sob a poderosa mão de Deus”. Em outras palavras, a oração reconhece que Deus é soberano e controla todas as coisas. Nos curvamos perante sua soberania. Reconhecemos que Deus governa com sua mão poderosa e que não podemos controlar qualquer coisa em nós mesmos.

A oração aguarda pelo “tempo oportuno” para que Deus nos exalte. Esperar por Deus é humilhante porque, novamente, reconhecemos que não podemos mudar qualquer coisa e precisamos esperar que Deus mude. Precisamos esperar pacientemente por Aquele que conhece o fim e o começo de todas as coisas, que é infinitamente sábio e sabe o tempo absolutamente perfeito de vir nos resgatar ou suprir nossas necessidades. Ele sabe a hora perfeita de responder nossas orações. Nossa aflição não vai demorar um segundo além do que Ele determinar.

Deus nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades. Por que precisamos contar a Deus as nossas aflições quando ele já as conhece? Por que pedir é um ato de humildade, e como Deus resiste ao orgulhoso mas dá graça ao humilde (1 Pedro 5.5), a oração nos coloca na posição de receber graça. Deus deseja tanto nos conceder graça que nos conta qual é a melhor forma de a recebermos!

Deus nos diz para lançar nossas ansiedades sobre ele “porque ele tem cuidado de vós”. Quando oramos, é importante nos lembrarmos que Deus, o criador das galaxias, o sustentador do céu e da terra, está atento a nós – individualmente.

Deus ama e se preocupa profundamente com seus filhos individualmente. Ele nos conhece pelo nome. Ele contou cada fio de cabelo em nossas cabeças. Então ore porque Deus cuida de você, de suas ansiedades e necessidades. Se ele alimenta as aves do campo e os pássaros no céu, quanto mais não cuidará de seus filhos comprados com sangue?

Não seja orgulhoso. Não banque o valentão que enfrenta a vida sozinho. Se humilhe sob a poderosa mão do Todo Poderoso, que é misericordioso, generoso e pronto a derramar sua graça. Lance sobre ele suas ansiedades e ele te exaltará em tempo oportuno.

MARK ALTROGGE / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org

Por Litrazini:


Graça e Paz

domingo, 21 de setembro de 2014

RESISTINDO ÀS PRESSÕES DO MUNDO

Os perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados. Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. [2 Timóteo 3.13-14]

A Segunda Carta de Paulo a Timóteo foi sua última carta, escrita pouco tempo antes de seu martírio. Sua preocupação principal ainda é com o que irá acontecer ao evangelho quando ele não estiver mais por perto para guiar e ensinar a igreja.

Em 2 Timóteo 3.1-5, Paulo adverte Timóteo de que os “últimos dias” (que Jesus inaugurou) incluiriam “tempos terríveis” (v. 1). Em seguida ele apresenta um quadro vívido desses dias. Ele relaciona dezenove características dos últimos dias, sendo que a pior de todas é a deturpação do amor.


As pessoas serão “mais amantes dos prazeres do que amigas de Deus”, avarentas, egoístas e soberbas. De fato, as pessoas não terão amor pela família (v. 3). A falta do verdadeiro amor irá destruir os relacionamentos.

Paulo temia que Timóteo fosse arrastado por essa torrente de egoísmo, e insiste com ele para permanecer firme e resistir às pressões do mundo.

Em 2 Timóteo 3.10 e 14, Paulo se dirige a Timóteo usando duas palavras gregas monossilábicas, su de, que aparecem no texto como: “mas você” (v. 10) e “quanto a você” (v. 14).

Timóteo precisava ter uma conduta diferente, em evidente contraste com a cultura contemporânea, e, se necessário, permanecer só.

Paulo afirma que Timóteo tem “seguido de perto” o seu ensino e a sua conduta. Ele então exorta Timóteo a continuar no mesmo caminho: “permaneça nas coisas que aprendeu” (v. 14).

Assim, os versículos 10-13 descrevem a lealdade de Timóteo ao apóstolo, no passado, e os versículos 14-17 o conclamam a permanecer leal no futuro. Ele tinha boas razões para agir desta forma — ele sabia que quem o estava instruindo era o próprio apóstolo Paulo, cuja autoridade apostólica era reconhecida por ele, e também porque conhecia as Escrituras desde a infância, reconhecendo-as como theopneustos (literalmente, “sopradas por Deus”) e úteis.

Esses dois fundamentos se aplicam até hoje. O evangelho em que crêem os cristãos é o evangelho bíblico, referendado pelos profetas de Deus e pelos apóstolos de Cristo.

Somos gratos por essa dupla autenticação.

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. [...] Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. (2 Timóteo 3:1-17)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini

Graça e Paz