sexta-feira, 22 de maio de 2015

DECLARAÇÃO DE GUERRA!

Sejam obedientes e não deixem que a vida de vocês seja dominada por aqueles desejos que vocês tinham quando eram ignorantes. (1Pe 1.14)

Os crentes dispersos pelas cinco diferentes regiões que formam a atual Turquia foram feitos um povo dedicado a Deus a fim de obedecerem a Jesus Cristo (1.2). Portanto, a vida deles não deve ser dominada por aqueles desejos que eles tinham antes (1.14).

Vale a pena observar esse apelo de Pedro à santificação como aparecem em outras versões:

Na Nova Bíblia Viva – “Não voltem atrás aos seus velhos caminhos – a prática do mal – porque naquele tempo não conheciam nada melhor”.

Em A Mensagem – “Não se acomodem aos velhos caminhos do pecado, quando vocês faziam só o que queriam”.

Em Cartas às Igrejas – “Que o vosso caráter não seja regulado pelos desejos doutros tempos”.

Na Bíblia de Jerusalém – “Não consintais em modelar vossa vida de acordo com as paixões de outros”.

Na Tradição Ecumênica da Bíblia – “Não vos conformeis com os desejos pecaminosos de outrora”.

Na Edição Pastoral – “Vocês não devem mais viver como antes quando eram ignorantes e se deixavam guiar pelas paixões”.

A Bíblia não é uma coleção de máximas colhidas, reunidas, editadas, impressas e encadernadas. Ela é um todo. Um autor combina com outro.

O que Pedro escreve aqui, Paulo também escreveu com outras palavras: “Quando alguém está em Cristo, torna-se uma pessoa totalmente nova por dentro. Já não é mais a mesma pessoa. As coisas antigas já passaram e teve início uma nova vida!” (2Co 5.17, NBV).

Antes da conversão, não era necessário (nem possível) oferecer resistência ao pecado, aos desejos da carne, às paixões, à cultura mundana e às potestades do ar. Agora é preciso declarar guerra a tudo isso.

“Porque o que a nossa natureza humana quer é contra o que o Espírito quer, e o que o Espírito quer é contra o que a natureza humana quer” (Gl 5.17).

A cultura de ontem é de ontem, a cultura de hoje é hoje!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz