segunda-feira, 1 de junho de 2015

PERFEITO EM CRISTO JESUS.

A quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo;
(Colossenses 1.28)


Você não sente em sua própria alma que a perfeição não está em você? Cada dia não lhe tem ensinado isto? Cada lágrima que escorre de seu olho, clama: “imperfeição”; cada palavra áspera que procede dos seus lábios, murmura: “imperfeição”. Você tem tido também com frequência o sonho de ter, por um momento que seja, alguma perfeição em si mesmo.

Mas em meio a esta triste conscientização de imperfeição, aqui está o conforto para você – você é “perfeito em Cristo Jesus” . “Aos olhos de Deus, você é “completo nele,” mesmo agora você é “aceito no Amado”.

Mas há uma segunda perfeição, ainda a ser realizada, para toda a descendência. Não é agradável aguardar o tempo em que toda a mancha do pecado será removida do cristão, e no qual ele será apresentado irrepreensível diante do trono de Deus, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante?

A Igreja de Cristo, então, será tão pura, que nem mesmo o olho da Onisciência verá uma mancha ou defeito nela; tão santa e tão gloriosa, que Hart falou a verdade quando disse: “Vestido com as vestes do meu Salvador, santo como o que é Santo.”

Então conheceremos, e provaremos, e sentiremos a felicidade desta ampla mas curta frase: “Completo em Cristo.” Só então poderemos compreender plenamente as alturas e profundidades da salvação de Jesus.

Acaso, o teu coração não salta de alegria com este pensamento?

Tenebroso como tu és, tu serás iluminado um dia; imundo como tu és, tu serás limpo.

Oh, esta é uma salvação maravilhosa! Cristo toma um verme e o transforma em um anjo;

Cristo toma uma coisa deformada e a torna incomparável em sua glória, incomparável em sua beleza, e apta para ser companheira de serafins.

Ó minha alma, levanta-te e admira esta bendita verdade da perfeição em Cristo.

Texto de autoria de Charles Haddon Spurgeon, traduzido e adaptado pelo Pr Silvio Dutra.

Por Litrazini

Graça e Paz