sábado, 31 de outubro de 2015

O DESAFIO DE OBEDECER E PERSEVERAR EM MEIO ÀS TRIBULAÇÕES

O apóstolo Paulo, em carta SUA AOS Romanos, Destaca Três imperativos vitais para a Vida Cristã. Que imperativos São sos? Vejamos: "Regozijai-vos nd Esperança, pacientes Sede de na tribulação, perseverantes na Oração" (Rm 12.12).

EM PRIMEIRO LUGAR, PRECISAMOS TER UMA ESPERANÇA DE ALEGRIA CHEIA (Rm 12.12a). A Esperança E o Combustível Que nsa Alimenta em Nossa jornada rumo ao futuro.

Sem Esperança, tombaremos Vencidos nas Estradas de na vida. Sem Esperança Nossa alma murcha sem calor tórrido da existencia, o Nosso sorriso apaga-se em NOSSOS Lábios EO choro amargo embaça Nossa Visão. Sem Esperança A Vida Torna-se hum fardo pesado, um grito de Dor, Uma sinfonia de gemidos.

A Esperança E o óleo que unge Nossa Cabeça, A alma Força Que Tonifica A Nossa, Uma Motivação Que impulsiona a Nossa Caminhada. MUITAS PESSOAS NAS Já naufragaram tempestades da vida e perderam a Esperança de Livramento. Otras, Só esperam Aquilo Que lhes Traz desesperança. Nós, todavia, somos daqueles Que esperam Até MESMO contra a Esperança.

Nossa Esperança Não É Uma Expectativa vaga, mas Uma Certeza experimental. Não Se confunde, Porque o amor de Deus é Derramado NOSSOS EM Corações. Por ISSO, Tempo e de avançarmos Rumo ao Futuro com hum cântico nsa Lábios e desfraldando o pendão da Vitória, regozijando-Nós na Esperança.

EM SEGUNDO LUGAR, PRECISAMOS TER UMA Paciência TRIUNFADORA NA tribulação (Rm 12.12b). A vida Não É UM Parque de Diversões NEM Uma Colônia de Férias. NÃO Vivemos n'uma estufa espiritual NEM Estamos Blindados contra vicissitudes da vida Como. Estamos Sujeitos Às borrascas Perigosas e Como crises Mais avassaladoras.

MUITAS vezes, somos assolados POR circunstancias amargas. E UMA Doença sepultura, um Divórcio doloroso, um luto traumático. MUITAS vezes, somos atacados com armas de grosso calibre e NOSSOS Inimigos conspiram contra NÓS Paragrafo nsa Destruir. Somos Vítimas de calúnias injuriosas, de acusações levianas e de mentiras destrutivas. De: Não raro, Ao passarmos POR ESSE vale de prova, POR ESSE deserto causticante, ficamos impacientes e Até Revoltados.

A Ordem da Palavra de Deus, porem, nos lev Paragrafo Outra Direção. Devemos Ser Pacientes de na tribulação. A Paciência Aqui Não É Uma atitude estóica de suportar a dor com OS DENTES trincados, mas LIDAR COM E Uma tribulação com hum otimismo inabalável.

AE UMA tribulação prensa Que nsa esmaga, o rolo compressor Que passa Sobre Nós Como hum descascador de Cereais Que separa a palha do grão. Como tribulações NÃO VEM Paragrafo nsa Destruir, mas Paragrafo nsa purificar, Paragrafo nsa tornar Mais parecidos com Jesus, Que Aprendeu Pelas Coisas que sofreu.

Se VOCÊ ESTÁ Sendo Provado, acalme Seu Coração. Tenha Paciência, POIS ESTÁ Deus Trabalhando.

EM TERCEIRO LUGAR, PRECISAMOS TER UMA FIRME NA Perseverança Oração (Rm 12.12c). A Uma Oração E usina de Poder Que mantém Nossa vida em Movimento. Sem Oração Não Há Força Paragrafo caminharmos vitoriosamente. A Oração une hum Fraqueza humana à onipotência divina e Conecta o altar com o trono. A Oração Liga A terra Ao Céu.

QUANDO oramos, movemos A Mão Que Daquele Movimento O Mundo. O Deus soberano escolheu Agir na História POR intermedio da Oração de Seu povo. Tornamo-nsa Parceiros de Deus Nenhum Governo do Mundo POR Meio da Oração. Mas, Não basta orar; precisamos perseverar na Oração.

Muitos TEM Entusiasmo Para Começar Uma Reunião de Oração, mas perdem o vigor No Meio do Caminho e retrocedem. O fogo NÃO altar da Oração NÃO PODE apagar. Precisamos orar sem cessar. Precisamos orar sempre sem esmorecer. Essa E UMA Batalha sem trégua, um Luta sem pausa. Se Uma Igreja Parar de orar, ELA Perde o Poder. A Oração, porem, abre o Caminho Para a plenitude do Espírito ea plenitude do Espírito Produz Santidade e Poder.

Os Grandes avivamentos da História foram precedidos POR perseverantes reunioes de Oração. Os Grandes Problemas do Mundo foram vencidos quando uma Igreja de Deus se pos de Joelhos. De: Não cesse de orar, pois Coisas Grandes da parte de Deus estao hum Caminho.

Hernandes Dias Lopes

Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

O QUE É HALLOWEEN?

Certa vez dois garotos bateram na minha porta e disseram: “Gostosuras ou travessuras?” Além de ter achado engraçado ver os dois meninos rindo com as sacolas cheias de balas e bom bons, isso me fez pensar em toda a polêmica em torno do Halloween.

O QUE É, AFINAL, ESSA FESTA TÃO POLÊMICA?
Existem muitas lendas sobre a suposta origem do Halloween. A mais confiável origem do Halloween é a festa de Samhain celebrada pelos celtas nas Ilhas Britânicas entre 600-800 d.C. A festa não tinha absolutamente nada a ver com as bruxas ou feiticeiros; era basicamente uma celebração em favor dos mortos, organizada pelos sacerdotes druidas que marcava o fim do verão entre 31 de Outubro até 2 de Novembro.

Como uma festa pagã, alguns acreditavam que os espíritos dos familiares voltavam para abençoá-los de alguma maneira. Mas que fique bem claro, não havia abóboras, bruxas, disfarces e nem gostosuras ou travessuras.

Com a entrada do cristianismo nas ilhas britânicas e a conversão dos celtas, aconteceu uma mescla entre essas duas culturas. As festas da tradição cristã começaram a se mesclar e transformar a festa dos celtas. Encurtando a história, depois de algum tempo a festa cristã do “Dia de todos os santos”, ou “Dia de finados” ou “Dia dos Mártires”, pulou do mês de Maio para o mês de Novembro, assim o Samhain foi adaptado e passou a ser comemorado na véspera do “Dia de todos os santos”.

A Igreja tentou mostrar aos celtas que Cristo venceu o poder da morte. Essa é a razão do nome "All Hallow's eve” = "véspera de todos os santos” ou “Hallow Evening” = “noite sagrada”. As palavras foram se aglutinando até que chegamos ao conhecido Halloween.

Na Idade Média, enquanto comemoravam a festa, crianças saíam de porta em porta pedindo bolos, doces, em troca de orações pelos mortos de cada família. Era um gesto tipicamente “cristão” e louvável.

No século 19 os irlandeses emigraram para os Estados Unidos e trouxeram a festa deles junto. Aqui, então, começou a descaracterização da celebração cristã-celta. Com o passar do tempo, em vez de oração pelos mortos, as crianças começaram a fazer travessuras com aqueles que não davam os doces - o que acontece até hoje.

Inspirados na lenda de “Jack, O Lanterna”, os irlandeses trouxeram abóboras iluminadas para decorarem a festa. Os elementos espirituais da festa foram se perdendo. E embora a Igreja continuasse sua homenagem aos mártires cristãos do passado, muitas pessoas associavam ainda mais a festa com a lenda de que os espíritos dos mortos retornavam ao mundo dos vivos. Alguns acreditam também que o histórico de perseguição da Igreja Católica em relação às bruxas e feiticeiros, de alguma forma, contribuiu para que esses dois personagens se tornassem os grandes “homenageados” e “vítimas” da verdadeira história.

Outros associam a mudança de Halloween para o “dia das bruxas” como uma paródia do "Day of Martin Luther" = “Dia de Martinho Lutero”, que mundialmente é o Dia da Reforma Protestante. As explicações são várias, mas o fato é que até hoje as bruxas e feiticeiros são os protagonistas da festa.

Embora o Halloween seja uma festa fraca e distante da cultura brasileira - ela só é verdadeiramente forte na América do Norte e algumas regiões da Europa -, é importante entendermos sua história e as consequências de participarmos dela. Algumas ideias práticas para concluir essa reflexão:

1. Antes de participar de qualquer celebração, busque conhecer sua história, não seja iludido;
2. Hoje em dia não há praticamente nenhuma relação do Halloween com a fé cristã;
3. As crianças também não querem orar por ninguém, mortos ou vivos, querem só os doces mesmo;
4. Como cristão, sei que as almas dos mortos não podem retornar para o nosso mundo e apenas Cristo nos dá o poder de vencer a morte!
5. Essa festa não acrescenta porcaria nenhuma para a nossa cultura além de confusão;
6. Prefiro celebrar, no dia 31 de Outubro, a Reforma protestante, pois ela, sim, realmente trouxe a luz da Verdade para este mundo escuro e cheio de confusão.

Ah, eu já ia esquecendo; abri a porta para os dois meninos - 7 anos cada um - que me pediam gostosuras, dei dois bom bons para eles e disse: “Vocês me pedem doces por um dia, Jesus pode dar uma vida doce e gostosa para vocês a vida inteira."

JEAN FRANCESCO

Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O QUE A BÍBLIA ENSINA A RESPEITO DA TRINDADE?

A coisa mais difícil a respeito do conceito cristão da Trindade é que não há maneira de explicá-lo adequadamente. A Trindade é um conceito impossível de ser totalmente compreendido por qualquer ser humano, quanto mais explicado.

Deus é infinitamente maior do que nós, por isso não devemos esperar que sejamos capazes de compreendê-Lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus, que Jesus é Deus e que o Espírito Santo é Deus. A Bíblia também ensina que há um só Deus. Mesmo podendo compreender alguns fatos sobre a relação das diferentes pessoas da Trindade umas com as outras, no geral, a Trindade é incompreensível à mente humana. Entretanto, não significa que não seja verdade ou fora dos ensinamentos da Bíblia.

Ao estudar este assunto, lembre-se de que a palavra “Trindade” não é usada nas Escrituras. Este é um termo usado em uma tentativa de descrever o Deus triúno, e o fato de haver 3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus. Compreenda que DE JEITO ALGUM se sugere aqui que haja 3 Deuses.

A Trindade é 1 Deus feito de 3 pessoas. Não há nada errado em usar o termo “Trindade”, mesmo que esta palavra não se encontre na Bíblia. É mais prático dizer a palavra “Trindade” do que dizer “3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus”. Se isto for problema para você, considere isto: a palavra avô também não é usada na Bíblia. Mesmo assim, sabemos que havia avôs na Bíblia. Abraão foi avô de Jacó. Então, não fique obcecado com termo “Trindade”. O que realmente importa é que o conceito REPRESENTADO pela palavra “Trindade” existe nas Escrituras. Terminada esta introdução, mostraremos versículos bíblicos na discussão sobre a Trindade.

1) HÁ UM SÓ DEUS: Deuteronômio 6:4; I Coríntios 8:4; Gálatas 3:20; I Timóteo 2:5.


2) A TRINDADE CONSISTE DE TRÊS PESSOAS: Gênesis 1:1; 1:26; 3:22; 11:7; Isaías 6:8; 48:16; 61:1; Mateus 3:16-17; 28:19; II Coríntios 13:14. Nas passagens do Velho Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Gênesis 1:1, é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Gênesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se referem a mais de duas pessoas, NÃO há dúvidas.

Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, APENAS. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).

Em Isaías 48:16 e 61:1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61:1 com Lucas 4:14-19 para ver que é o Filho falando. Mateus 3:16-17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14 são exemplos de 3 pessoas distintas na Trindade.

3) OS MEMBROS DA TRINDADE SÃO DISTINTOS UNS DOS OUTROS EM VÁRIAS PASSAGENS: No Velho Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Gênesis 19:24; Oséias 1:4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2:7, 12; Provérbios 30:2-4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27:18) e de “Deus” (Salmos 51:10-12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45:6-7; Hebreus 1:8-9).

No Novo Testamento, João 14:16-17 é onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Ajudador, o Espírito Santo. Isto demonstra que Jesus não considerava a Si mesmo como sendo o Pai ou o Espírito Santo. Considere também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Estava Ele falando consigo mesmo? Não. Ele falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai

4) CADA MEMBRO DA TRINDADE É DEUS: O Pai é Deus: João 6:27; Romanos 1:7; I Pedro 1:2. O Filho é Deus: João 1:1, 14; Romanos 9:5, Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; I João 5:20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5:3-4; I Coríntios 3:16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8:9; João 14:16-17; Atos 2:1-4).

5) A SUBORDINAÇÃO DENTRO DA TRINDADE: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, em vista do Deus infinito. Em relação ao Filho, veja: Lucas 22:42; João 5:36; João 20:21; I João 4:14. Em relação ao Espírito Santo veja: João 14:16; 14:26; 15:26;16:7 e principalmente João 16:13-14.

6) AS TAREFAS DOS MEMBROS INDIVIDUAIS DA TRINDADE:
O Pai é a fonte máxima ou causa de:
1) o universo (I Coríntios 8:6; Apocalipse 4:11);
2) revelação divina (Apocalipse 1:1);
3) salvação (João 3:16-17); e
4) as obras humanas de Jesus (João 5:17;14:10).
O Pai PRINCIPIA todas estas coisas

O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras:
1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8:6; João 1:3; Colossenses 1:16-17);
2) divina revelação (João 1:1; Mateus 11:27; João 16:12-15; Apocalipse 1:1); e
3) salvação (II Coríntios 5:19; Mateus 1:21; João 4:42).
O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.

O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras:
1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1:2; Jó 26:13; Salmos 104:30);
2) divina revelação (João 16:12-15; Efésios 3:5; II Pedro 1:21);
3) salvação (João 3:6; Tito 3:5; I Pedro 1:2); e 4) feitos de Jesus (Isaías 61:1; Atos 10:38).
Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.

Nenhuma das ilustrações populares são descrições completamente apuradas da Trindade. O ovo (ou maçã) falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, e não são o ovo, cada qual separadamente. O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um Deles é Deus. A ilustração da água é de alguma forma melhor, mas ainda falha em adequadamente descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são estados da água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas ou estados de Deus, mas cada qual separadamente é Deus. Então, enquanto estas ilustrações podem nos dar uma idéia da Trindade, esta não se faz totalmente precisa.

Um Deus infinito não poderá ser totalmente descrito por uma ilustração finita. Em vez de focalizar na Trindade, tente focalizar na grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Romanos 11:33-34).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

AMOR E OBEDIÊNCIA


Se obedecemos AOS ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o Nosso Coração.  (1Jo 2.5a)

Podemos PROVAR AOS Outros EA NÓS NÃO mesmos that somos mentirosos NEM Hipócritas. Essa Certeza Pessoal nsa Fara Muito Bem E nsa ajudará a repelir como setas da desconfiança e da Dúvida Que o causador inescrupuloso e mentiroso Atira contra O Nosso peito (Ap 12.10).

Sem Respeito Que Diz Ao Nosso Relacionamento com Deus, o amor ea obediencia precisam Estar sempre juntos.

A desobediência nega o amor ea obediencia Afirma o amor. A Ordem Correta E o amor Antes da obediencia. ISSO ELE Porque E Que vai Produzir e Proteger um obediencia. O amor é uma Força motriz da obediencia.

O Mandamento do amor supera o Mandamento da obediencia.

O Amor Está subentendido NAS Tábuas da Lei, Porque ELA Só seria cumprida se houvesse de amor.

MESMO nenhum regime da lei, Moisés falava Já em Amor: "O Senhor, Nosso Deus, vai Pôr VOCÊS à prova, para Ver se, de Fato, o Amam com Todo o Coração e com Toda a alma" (Dt 13,3).

Sem discurso de despedida, não Limiar da Terra Prometida, Moisés, AOS 120 anos, associou OS verbos amar e Obedecer: "Se obedecerem VOCÊS AOS mandamentos do Senhor ... EO amarem ..." (Dt 30.16).

Muitos Anos Depois, Quando hum de SEUS Ouvintes, POR Sinal hum fariseu, era qua perguntou-LHE O Mais Importante Mandamento da lei, Jesus Responde: "Ame o Senhor, seu Deus, com Todo o Coração, com Toda a alma e Toda a mente "(Mt 22,37). E AINDA acrescenta: "Toda a lei de Moisés e Os ensinamentos dos Profetas [IstoÉ em Todo o Antigo Testamento] se baseiam Nestes Dois mandamentos". (V 40; O Primeiro E o amor a Deus eo Segundo, parecido com o Primeiro, Outros amar E OS).

Portanto, João TEM Toda Razão when Diz Que "se obedecemos AOS ensinamentos de Deus, sabemos que amamos a Deus de todo o Nosso Coração".

A prova that Deus Mais requer E o amor!

Retirado de Refeições diarias Discípulos com OS. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 27 de outubro de 2015

OLHANDO TORTO

Jesus estava à mesa com os pecadores e publicanos – cobradores de impostos. O que surpreende, entretanto, não é que Jesus esteja à vontade na companhia de gente mal falada, mas que pessoas de reputação duvidosa e moral escandalosa se sintam perfeitamente à vontade na mesa de Jesus.

Passando por ali, viu Levi, filho de Alfeu, sentado na coletoria, e disse-lhe: "Siga-me". Levi levantou-se e o seguiu. Durante uma refeição na casa de Levi, muitos publicanos e "pecadores" estavam comendo com Jesus e seus discípulos, pois havia muitos que o seguiam.

Quando os mestres da lei que eram fariseus o viram comendo com "pecadores" e publicanos, perguntaram aos discípulos de Jesus: "Por que ele come com publicanos e ‘pecadores’?" Ouvindo isso, Jesus lhes disse: "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar justos, mas pecadores". [Marcos 2.14-17]

Fariseus, escribas, publicanos e pecadores. Os fariseus, nome que significa “separados”, eram o mais ortodoxo e rigoroso segmento do judaísmo dos dias de Jesus. Eles se consideravam “o verdadeiro Israel”.

Os escribas, também chamados doutores da Lei, eram estudiosos e mestres da Torah, o texto sagrado dos judeus. À época os judeus eram colônia romana e pagavam impostos exorbitantes.

Os publicanos eram os judeus coletores de impostos que trabalhavam para Roma nas províncias e colônias romanas. Além de serem considerados traidores de Israel, eram repudiados pelos fariseus e mestres da Lei, pois não apenas faziam o serviço sujo para Roma como também estavam envolvidos em corrupção, cobrando impostos abusivos em benefício próprio.

HÁ RAZÕES PARA ESTE APARENTE PARADOXO.

JESUS NÃO USAVA SUA AUTORIDADE PARA SE DISTINGUIR, MAS PARA SEDUZIR. O biógrafo de Jesus, Marcos, parece desenvolver sua narrativa de modo a nos conduzir propositadamente a essa cena. Apresenta Jesus ensinando com uma autoridade jamais vista anteriormente, e contrapondo seu ensino ao modelo dos religiosos escribas e fariseus. Admiradas, as pessoas se perguntavam a respeito de Jesus: “O que é isso? Um novo ensino? De onde vem essa autoridade?” (Marcos 1.22,27).

Os mestres de Israel formavam uma casta iniciada na Torah, e por isso se julgavam acima do povo simples, com quem falavam assentados “na cadeira de Moisés”. Jesus se misturava entre as gentes, e enquanto falava compartilhava os mistérios do reino de Deus a quem estivesse de coração aberto. Geralmente os pecadores estavam mais prontos a ouvir, pois não se sentiam intimidados nem menosprezados por Jesus. Sim, Jesus revela mistérios espirituais aos simples e pecadores.

JESUS NÃO USAVA SEU PODER PARA DESTRUIR, MAS PARA PROMOVER LIBERTAÇÃO. Os demônios devem temer a Jesus. Os seres humanos, não. Diante de Jesus os espíritos maus davam passos para trás, em tom suplicante para que não fossem destruídos (Marcos 1.23-26).

JESUS NÃO AMEAÇA OS SERES HUMANOS COM SEU PODER ESPIRITUAL. Não é um feiticeiro gerando medo, adulação indevida e subserviência. Diferentemente dos neofariseus, Jesus coloca os homens em pé, os ensina a andar com suas próprias pernas e os conduz à autonomia responsável e reverente a Deus. Sim, Jesus expulsa demônios e liberta seres humanos.

JESUS NÃO USA SUA PUREZA PARA SEGREGAR, MAS PARA ABRAÇAR OS EXCLUÍDOS. O leproso que de Jesus se aproxima sabe que pode ser purificado. Na tradição de Israel, o leproso era impuro, e todo aquele que com ele tivesse contato se tornaria igualmente impuro. Mas Jesus, ao tocar o leproso, purifica o leproso. Com o seu toque, em vez de ser maculado pela lepra, transfere sua pureza ao leproso (Marcos 1.40-42). Sim, Jesus abraça os impuros.

JESUS NÃO USAVA SUA VIRTUDE PARA CONDENAR, MAS PARA OFERECER PERDÃO. O paralítico que lhe é apresentado tem seus pecados perdoados (Marcos 2.5-7). Os religiosos, partindo do princípio que somente Deus pode perdoar pecados, expressam sua contrariedade. Jesus poderia lhes estender a mão: “Muito prazer, Deus em carne e osso”. Sabedor de seu direito e do débito dos homens, Jesus estende a mão como oferta de aproximação, perdão e reconciliação.

O olhar de Jesus não é condenatório. Sua voz não é acusadora. Seu tom não é moralista. Sua mensagem não é de juízo, mas de salvação. Não vem para promover “o dia da vingança de Deus”, mas para anunciar “o ano da graça do Senhor”. Sim, Jesus perdoa pecados.

JESUS NÃO USA SUA TRADIÇÃO RELIGIOSA PARA SE EXIMIR DAS DORES DO MUNDO, MAS PARA PROMOVER A VIDA. Os religiosos querem saber se é lícito curar no sábado (Marcos 3.1-6). A interpretação de que guardar o sábado implica distanciamento ao sofrimento humano é absolutamente rejeitada por Jesus

A Torah é caminho de vida e não pode ser usada para garantir aos religiosos o lugar confortável e asséptico da omissão diante do ser humano que sofre. O sábado foi criado para o homem, e não o homem para o sábado, ensinou Jesus (Marcos 2.17). Sim, Jesus usa sua religião em favor da vida.

Devem ser temidos os homens que se valem de sua autoridade e poder espiritual para intimidar e abusar de gente simples, sua pretensa superioridade moral para segregar os pecadores, sua pseudo virtude para condenar os que não se encaixam em seus padrões de pureza, sua religião para lavar as mãos enquanto o mundo chora.

De fato, não surpreende que publicanos e pecadores se sintam à vontade na companhia de Jesus. A mesa está posta: partilha dos mistérios divinos, ação que promove libertação, abraços de inclusão, oferta de perdão, compaixão, solidariedade e generosidade.

Para quem imagina que Jesus é condescendente com pecadores e seus pecados, corações corruptos, e comportamentos imorais, é importante sublinhar que chamava todos ao arrependimento. Não legitimava a vida torta. Mas não olhava torto para ninguém. Aliás, olhava sim. Olhava torto para os que acreditavam que não precisavam se arrepender.

ED RENÉ KIVITZ

Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

PROSTITUIÇÃO ESPIRITUAL

Grego pomeia: relação sexual ilícita, incluindo prostituição, devassidão, incesto, libertinagem, adultério e imoralidade habitual. A palavra descreve tanto imoralidade física quanto espiritual.

O sentido que comumente se atribui a palavra é como sinônimo de fornicação, isto é, a prática sexual pré matrimonial. Isto é prostituição, sim, mas prostituição não é somente isto, pois engloba todos os atos de imoralidade.

Essa palavra pode adquirir outros sentidos, de acordo com o sentido que o autor quiser lhe emprestar. No mundo, a palavra prostituição pode ser relativo a uma troca imoral, pessoas que dão coisas para receber outras coisas, prática esta que ofende a moral e ética. Mulheres e homens que alugam seus corpos por dinheiro, bens, necessidades. Isto é uma forma de prostituição (Ex.23.32 e II Reis 17.17).

Prostituir é vender a própria honra, a própria dignidade, é sacrificar o amor-próprio e a auto-valorização em troca de alguma outra coisa = prostituição espiritual. Nós freqüentemente somos forçados a escolher entre o que é reto aos olhos de Deus, aquilo que Deus quer e exige de nós, e aquilo que é melhor (pelo menos aparentemente) aos nossos olhos. Como ocorreu em Números 25.1,20: Para possuírem as mulheres moabitas, os hebreus adoraram os deuses estranhos, e se inclinaram diante de ídolos feitos por mãos humanas.

Nesse sentido, Adão e Eva se prostituíram quando desobedeceram a Deus para poder saborear o fruto da árvore da vida. Abraão prostituiu-se quando mentiu para não correr o risco de ser morto por causa de sua linda mulher (Gn.12.12,13 e 20.2). Isaque repetiu o mesmo erro (Gn.26.7). Jacó mentiu para obter a benção de seu pai (Gn.27.6 a 29).

Ocorre a prostituição quando as pessoas cristãs se vendem para obter o que desejam ou almejam. Negam a sua fé em Cristo, jogam para fora a honestidade e a pureza de suas mãos por dinheiro, por prazer, pela fama, pela diversão. E isto, infelizmente, é comum e rotineiro em nossas igrejas: pessoas que vendem a própria fé, a própria paz, a comunhão com o Espírito de Deus por dinheiro, por prazer e por uma qualquer outra mórbida forma de satisfação.

Pedro prostituiu-se para não ser capturado e morto com Jesus, mas depois de revestido com o poder do Espírito Santo, recusou-se a prostituir por dinheiro oferecido por Simão, o mágico (Atos.8.18 a 20).  É preciso que fique claro: toda vez que alguém que se diz cristão, deliberada e espontaneamente faz qualquer coisa contrária à palavra de Deus, para ganhar algo ou não perder algo que tem, está se prostituindo espiritualmente.

Jesus tem que valer mais do que tudo em nossas vidas, e por ele temos que renunciar a tudo. Enquanto houver alguma coisa no mundo, neste mundo, que valha tanto ou tão mais do que Jesus, estamos sujeitos a nos prostituir para tê-lo ou não perde-lo.

Toda vez que você faz alguma coisa, qualquer coisa, de forma consciente e deliberada, que venha a magoar, entristecer o coração de Deus para conseguir satisfazer uma necessidade, um desejo, um capricho, uma "inclinação da carne" (concupiscência), você estará vendendo a sua fé, sacrificando a sua comunhão e comunicação com Deus. A carne estará se manifestando e dominando a sua vida, a sua alma, o seu espírito.

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 25 de outubro de 2015

FAZENDO BOM USO DAS ARMAS ESPIRITUAIS

"Vai, ajunta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo a lei; e se eu perecer, pereci." (Et 4:16.)

Estamos em meio à uma grande e expressiva guerra, à qual temos de enfrentar com segurança e direção de Deus

JEJUANDO E ORANDO
"Vai, ajunta todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim..." (Et 4:16.)
Vemos essa estratégia na vida de todos os guerreiros de Deus. Foi assim com Daniel, Gideão, Neemias, Esdras, Davi, etc. Não foi diferente com Ester. Ela convocou o povo para jejuar e orar, vencendo, assim, a força e a estratégia do diabo no mundo espiritual. Se você quer vencer uma guerra com a direção de Deus, saiba que essa é a primeira estratégia da sua vitória: o jejum e a oração.

Nunca se esqueça de que a nossa luta não é contra car­ne e nem sangue, mas contra principados e potestades, con­tra as forças do mal (Ef 6:12).

AGINDO
"Depois irei ter com o rei, ainda que seja con­tra a lei. E se eu perecer, pereci." (Et 4:16c.)
Quando guerreamos, colocamos em risco a nossa própria vida para vencermos a guerra. Os covardes não fazem isso, porque são passivos, neutros. Entretanto, essa nunca foi a postura de Deus. O Senhor sempre mostrou, para o povo, que eles deveriam ser guerreiros com base nas estra­tégias dadas por Ele (Et 5).

O medo nos paralisa diante da situação. Mas, temos uma arma para vencer o medo: a fé. Conseguimos vencer pela fé, porque ela não se paralisa diante da cir­cunstância nem em meio à situação. A dimensão da fé está acima da dimensão humana.

Reconhecemos que é difícil enfrentar uma guerra; não é fácil para ninguém. Mas, a única coisa que você não pode fazer é se acovardar e fugir. O medo paralisa a fé e estanca a ação.

CRENDO QUE DEUS PELEJA POR NÓS
"Enviaram-se as cartas por intermédio dos correios a to­das as províncias do rei, para que destruíssem, matassem e aniquilassem a ...e para que lhes saqueas­sem os bens." (Et 3:13.)

Satanás usou Hamã, um homem que tinha um cargo político, para tentar destruir o povo de Deus. O plano do inimigo foi colocado em prática, mas o Senhor era com aque­le povo. "Se Deus é por nós quem será contra nós?" (Rm 8:31.) Deus se encarregou de vencer o inimigo com a mes­ma estratégia que Hamã havia pensado em usar.

Toda a autoridade que se levanta contra o povo de Deus será destruída, porque quem toma a nossa causa é o Se­nhor.

Quando nós estamos sob a direção de Deus, o nosso ini­migo é confundido, vencido pela sua própria estratégia. Por isso, nunca manche suas vestes com a vingança; Deus é o verdadeiro juiz e sabe, muito mais que nós, como punir o inimigo. Deus vai à frente das nossas batalhas, por isso não devemos temer as ameaças, as acusações, as falcatruas.

Devemos ter a postura de não entrar no jogo do inimi­go, de não deixar que ele tire a nossa atenção do alvo, com estratégias mentirosas e covardes. Temos de caminhar na oração, no jejum, na ação, crendo que o Senhor vai à nossa frente pelejando por nós.

"Veio o temor de Deus sobre todos os reinos daquelas terras, quando ouviram que o Senhor havia pelejado contra os inimigos de Israel." (2 Cr 20:29.)

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 24 de outubro de 2015

VIVENDO PARA ELE QUE NOS SALVOU

E ele Cristo morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. (2Co.5.15)

E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens (Colossenses 3:23).

Seu nome é Ricardo. E é o trabalhador mais diligente de uma pequena fazenda isolada na costa do Peru. É alto, forte e cheio de energia. E, além disso, zeloso pelos interesses de Pedro, seu patrão.

As pessoas da vizinhança lhe perguntam: “Por que você continua a trabalhar para Pedro? Você podia ganhar mais em qualquer outro lugar!” sua resposta é sempre a mesma: “Pedro salvou minha vida”.

Dez anos antes Ricardo era um proscrito. Mentalmente deficiente e com surtos de violência, ele costumava perambular pelos campos. Foi assim que Pedro o encontrou e passou a cuidar dele.

Todos os dias Pedro deixava comida para Ricardo na parte mais baixa da fazenda. E começou a lhe falar sobre o amor de Deus. Ricardo ouviu e creu. Sua vida foi transformada por inteiro e trabalhar para Pedro era uma honra para ele.

Queridos cristãos, para quem você vive? Você considera uma honra gastar suas forças e seus bens para o Senhor?

Sabemos que ele nos salvou, mas vivemos como se isso não tivesse a menor importância.

Dizemos que ele é nosso Salvador, mas agimos como se nossa salvação estivesse nos recursos do mundo. 

Há um caminho mais excelente: deixar Aquele que morreu e ressuscitou por nós, Jesus Cristo, viver em nós (Gálatas 2:20).

Não há nada que se compare com esse tipo de vida. Não há riqueza maior, satisfação maior, alegria maior, realização maior.

Aos olhos humanos, viver assim é uma total loucura e desperdício, pois tomar a cruz de Cristo e segui-Lo implica sofrimentos enormes.

Mas quem nega a si mesmo descobre que a ressurreição de Cristo também se torna a nossa ressurreição. Descobre também quais “são as riquezas da glória deste mistério… que é Cristo em vós, esperança da glória” (Colossenses 1:27).

Extraído do devocional BOA SEMENTE 

Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

É BÍBLICO DANÇAR NO ESPÍRITO?

Existem várias expressões bíblicas que se referem a “dançar” e “bailar”. Contudo, nenhuma passagem das Escrituras fala de “dançar no Espírito”. Esta frase é nova. Não é bíblica nem teológica. Somos informados pelas Sagradas Escritoras que os povos antigos manifestavam seus sentimentos por meio das danças.

Após uma grande vitória de seus maridos ou parentes, quando voltavam das batalhas em defesa de suas vidas ou da pátria, as mulheres, incluindo esposas e filhas, saíam ao encontro dos vitoriosos com cânticos e danças (Juízes 5.11,34). Miriã, a profetisa irmã de Arão e e Moisés, e todas as mulheres libertas do cativeiro egípcio, celebraram a passagem do Mar Vermelho “com tamboris e com danças” (Êxodo 15.20). Em tempos remotos, havia uma celebração ao Senhor em Israel e as filhas de Israel saíam a dançar em ranchos celebrando a “solenidade do Senhor em Siló” (Juízes 21.19-21).

Davi, após conduzir a Arca da Aliança da casa de Obed-Edom até a cidade de Jerusalém, ia “bailando e saltando diante do Senhor” (2Samuel 6.16). Com o passar do tempo, essa prática tornou-se comum em Israel. Jeremias fala que depois de uma bem-sucedida colheita “a virgem se alegrava na dança” e “também os mancebos e os velhos” celebravam da mesma maneira (Jeremias 31.13). Também em suas Lamentações o profeta acrescenta:“Cessou o gozo de nosso coração; converteu-se em lamentação a nossa dança” (Lamentações 5.15).

Parece que os profetas de Baal, durante sua cerimônia sacrificial, usavam uma espécie de música aos gritos e dança aos saltos ao redor do altar (lReis 18.26). Do lado sensual, havia também em Israel a conhecida “dança do ventre”, que ainda hoje é praticada com frequência no Oriente Médio. As filhas de Sião, quando perderam o temor a Deus, adicionaram ao seu andar a dança do ventre – o que foi severamente condenado pelo Senhor (Isaías 3.16). Salomé, a filha de Herodias, dançou também dessa maneira (Marcos 6.22).

No Novo Testamento, em algumas de suas passagens, a música e as danças encontram-se em evidência, sendo praticadas nas solenidades judaicas. Jesus comparou a situação de seus dias com aqueles que diziam: “Tocamo-vos flautas, e não dançastes” (Mateus 11.17). O irmão do filho pródigo ficou indignado quando ouviu e viu “a música e as danças” para seu irmão (Lucas 15.25). Entre as nações semíticas, as danças sagradas eram observadas tanto por homens como por mulheres, mas, pelo que parece, nunca se apresenta homens dançando com mulheres.

Existem inúmeras recomendações bíblicas dizendo que os santos devem se alegrar no Senhor (SaImo 32.11) e servir a Ele com alegria (SaImo 100.2). Maria, a mãe de Jesus, foi uma jovem santa do Novo Testamento. Ela agradeceu a Deus dizendo: “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1.46-47), mas não existe nenhuma recomendação no Novo Testamento, que é o manual de orientação para a igreja cristã na dispensação da Graça, dizendo que se deve “dançar no Espírito”.

Além disso, certas danças que existem por aí, em certos meios evangélicos, não são espontâneas, mas ensaiadas com antecipação e apresentadas ao público como “dançar no Espírito”. Por outro lado, existem também aqueles que aproveitam os momentos festivos e neles procuram extravasar suas emoções e euforias, além das regras pré-estabelecidas pela sobriedade e ética cristã.

Paulo fala de “orar no Espírito”, “bendizer no Espírito” e “cantar no Espírito”, mas jamais de “dançar no Espírito”. Não ignoramos as manifestações do Espírito Santo no meio do povo de Deus. Sabemos que em alguns momentos não é fácil mesmo se controlar diante do derramamento do poder de Deus. Contudo, a sabedoria divina nos ensina, que via de regra, quanto mais o cristão está cheio do Espírito, mais controlado ele fica, pois a manifestação do Espírito traz ao crente o amadurecimento e a sobriedade cristã.

Descontrole não é sinal de estar totalmente controlado pelo Espírito de Deus.

Há outras maneiras mais suaves, dentro do campo da ética, de se agradecer a Deus pelo seu amor e bondade, do que certas práticas extravagantes que podem até despertar a curiosidade carnal.

Pr. Severino Pedro da Silva

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O AMOR INABALÁVEL DE DEUS

Estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios […] nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 8.38-39)

Romanos 8 é, sem dúvida, um dos capítulos mais conhecidos da Bíblia, especialmente os doze versículos finais, em que Paulo alcança as mais sublimes alturas.

Depois de descrever os principais privilégios dos cristãos justificados — paz com Deus, união com Cristo, liberdade da lei e vida no Espírito — a mente de Paulo, guiada pelo Espírito, passa a desvendar todo o plano e propósito de Deus, da eternidade passada à eternidade ainda por vir.

Ele começa citando cinco convicções inabaláveis (v. 28): Deus age em todas as coisas; ele age para o bem do seu povo; ele age assim para aqueles que o amam e que foram chamados de acordo com o seu propósito.

Sabemos de tudo isso, Paulo escreve, mas nem sempre entendemos.

A seguir, vêm cinco afirmações inegáveis (v. 29-30), que descrevem em detalhes aquilo que Paulo quis dizer com “propósito” de Deus. Elas se referem ao povo de Deus, a quem Deus conheceu de antemão (isto é, que ele decidiu amar) e predestinou para ser conforme a imagem de seu Filho; a quem também chamou para si através do evangelho, justificou e, por fim, glorificou.

Nossa glorificação é expressa como algo que aconteceu no passado, pois ela já está garantida, apesar de só ocorrer no futuro.

Assim, Paulo se desloca do passado para o futuro, até chegar a cinco perguntas irrespondíveis:

“Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (v. 31).

“Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?” (v. 32).

“Quem fará alguma acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” (v. 33).

“Quem os condenará? Foi Cristo Jesus que morreu; e mais, que ressuscitou e está à direita de Deus, e também intercede por nós” (v. 34).

Quem nos separará do amor de Cristo?” (v. 35).

Assim, Paulo nos apresentou cinco convicções sobre a providência de Deus, cinco afirmações sobre seu propósito e cinco perguntas sobre seu amor.

Todas juntas nos dão cinco certezas a seu respeito. Necessitamos urgentemente dessas certezas, pois no mundo de hoje não encontramos firmeza em lugar nenhum.

Para saber mais: Romanos 8.28-39

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz