domingo, 17 de janeiro de 2016

CONFORTO PARA TEMPOS DIFÍCEIS

Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim. — João 14.1

Todas as vezes que nos sentirmos angustiados e ansiosos, confiemos em Cristo e nos fortaleçamos com suas palavras.

Nós devemos receber o conforto que Cristo oferece nessa passagem. É como se Cristo estivesse nos dizendo: “O que você está fazendo? Por que você está se encolhendo? Você está com medo da morte?

Encoraje-se e anime-se. Nem tudo está perdido, mesmo se o Maligno, o mundo ou a sua consciência aborrecê-lo e apavorá-lo. Você não estará arruinado caso não sinta a minha presença. Você não se lembra de que eu lhe disse isso há muito tempo e deixei essas palavras reconfortantes para fortalecê-lo e preservá-lo?”.

A partir dessas e de outras palavras de Cristo, devemos começar a conhecê-lo da maneira correta. Devemos desenvolver uma confiança mais amorosa nele.

E devemos prestar mais atenção às suas palavras do que a qualquer coisa que possa aparecer diante dos nossos olhos, ouvidos e sentidos. Pois, se somos cristãos e permanecemos próximos a ele, sabemos que ele fala conosco.

Nós aprendemos nessa e em outras passagens que ele deseja nos confortar com suas palavras. Tudo o que ele diz ou faz nada mais é do que palavras e ações amistosas e reconfortantes.

Podemos estar certos de uma coisa: um coração pesaroso, tímido e temeroso não vem de Cristo. Cristo não amedronta corações nem os deprime.

Ele veio a esta terra, cumpriu sua missão e ascendeu ao céu para tirar o sofrimento e o temor dos nossos corações e para substituí-los por corações, consciências e mentes alegres. Esta é a razão pela qual ele promete enviar o Espírito Santo aos seus seguidores.

Por meio do Espírito, ele quer fortalecer e preservar seus seguidores depois de sua partida. Quem for capaz de confiar no que Cristo diz nessa passagem estará em boa forma espiritual e terá vencido mais da metade da batalha.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.                              

Por Litrazini


Graça e Paz