sábado, 30 de abril de 2016

DESPERTAI-VOS PORQUE É CHEGADA A TUA HORA

“Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado; Assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado”. (Provérbios 24.33,34)

A Palavra de Deus, em Romanos 13.11, adverte: “E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé”. E ainda, em Efésios 5.14, ordena: “Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”.

Estes e outros textos bíblicos servem para demonstrar o cuidado de Deus em prevenir, orientar, advertir e estimular-nos a sermos uma igreja acordada e sempre pronta para o momento mais aguardado de todos os tempos: A Vinda do Senhor.

A vida espiritual acontece num plano abstrato, porém real e consistente. E tudo o que acontece no mundo natural possui um correspondente no mundo espiritual. Assim, no mundo espiritual também há nascimento, saúde, crescimento, alimentação, sono, vida e morte.

Se no mundo natural é fácil reconhecermos alguém que está dormindo, no mundo espiritual isto já não é tão fácil. Muitos estão em sono profundo. E o pior é que não querem reconhecer seu estado de desligamento. Revelar a uma pessoa que ela está dormindo espiritualmente pode resultar em reações imprevisíveis e desagradáveis, mas quando obtemos sucesso, o resultado é altamente compensador.

Uma igreja sonolenta não consegue mobilizar seus trabalhadores nas atividades evangelísticas, nem sequer consegue unir os que já estão evangelizando. Vive numa tediosa rotina de trabalhos semanais cansativos e desgastantes, mas uma igreja despertada promove reuniões tão cheias da presença de Deus, que o povo retorna para suas casas lamentando pelo término do culto.

O sono espiritual traz conseqüências indesejáveis para o “dorminhoco” e também para o seu próximo, pois pode contagiá-los e amortecer o seu ânimo na obra de Deus. A obra de Deus requer dos trabalhadores uma atitude lúcida e uma postura ativa e vigilante. Mas, como ter lucidez se não estiver acordado? E como ser ativo e vigilante, se não estiver despertado?

Felizmente o despertamento também é contagioso. Quando um crente admite que esteve dormindo e busca o despertamento, e propõe-se a viver uma vida espiritual ativa, seu comportamento vai propagando junto aos vizinhos, gerando na igreja um efeito dominó e provocando um avivamento maravilhoso.

Carlos Alberto Ferreira Ribeiro

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 29 de abril de 2016

REDENÇÃO ATRAVÉS DA MORTE DE CRISTO

Então, Pilatos saiu outra vez fora e disse-lhes: Eis aqui vo-lo trago fora, para que saibais que não acho nele crime algum… Então, entregou-lho, para que fosse crucificado (João 19:4, 16).

Em João 19, versículos 1 a 16, vemos Jesus Cristo sendo julgado perante o governador romano Pilatos.

A atmosfera é hostil para o acusado. No curso do processo Pilatos repetidamente afirma que Jesus era inocente (veja João 18:38; 19:4 e 6). Mas foi tudo em vão.

Tornou-se mais claro que os acusadores, os líderes religiosos de Israel, queriam se livrar deste homem “problemático”. Eles colocaram pressão sobre Pilatos e também excitaram o povo contra Jesus.

Finalmente Pilatos entregou o Filho de Deus para ser crucificado de modo a não pôr em perigo o favor do imperador Tibério e sua própria posição.

Assim, todos os participantes são culpados do pior erro judicial da história do mundo, a sentença e a morte do único Homem justo.

Mas a morte de Jesus também deve ser vista a partir de um outro aspecto. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio à Terra para levar sobre si o castigo de Deus sobre o pecado e morrer como o substituto em seu lugar.

Todo mundo precisa desse substituto por causa de seus próprios pecados, de modo a ser capaz de estar diante do trono do julgamento de Deus. E Cristo foi esse Substituto para todos. Mas cada um deve vir a Ele pessoalmente.

Devemos voltar do nosso caminho de obstinação e sinceramente confessar nossa culpa diante dEle.

Quem se entrega ao Salvador, Jesus Cristo, torna-se participante da redenção que Ele trouxe através da Sua morte.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 28 de abril de 2016

OS DESAFIOS DO CRISTIANISMO

O cristianismo, hoje em dia, positivamente, cada vez se universaliza mais. Está presente na maioria dos países, etnias e classes sociais, e sua força missionária está em expansão. No entanto, o cristianismo atual tem de enfrentar sérios desafios e obstáculos, tanto externos quanto internos.

Não se pode menosprezar o desafio do Islã, que se expande, não aceita a laicidade do Estado, a liberdade religiosa com igualdade perante a lei. Os Estados islâmicos são espaços de restrição, discriminação e repressão ao cristianismo missionário.

A imigração a partir deles já afeta a cultura européia. O zelo expansionista desses Estados, alimentado pelos petrodólares, é real e crescente. O nacionalismo bramânico, na Índia, ou o budista, em Myanmar (ex-Birmânia), também atestam o endurecimento das outras grandes religiões em relação à fé cristã.

No Ocidente — historicamente um espaço geopolítico do cristianismo — sofremos a violenta devastação causada pelo secularismo. Assistimos à drástica redução do número de freqüentadores dos cultos, à indiferença, ao materialismo prático consumista e à negação de valores cristãos.

Uma minoria de praticantes exerce uma religiosidade individualista e subjetiva, sem impacto na vida cultural. Essa falha vem sendo preenchida por diversos tipos de misticismo.

Internamente, o cristianismo sofre de dois grandes males: o liberalismo e o neofundamentalismo.

O liberalismo moderno — filho do racionalismo e neto do iluminismo — cede, rapidamente, lugar ao liberalismo pós-moderno, ou revisionismo. A verdade não mais é atingida apenas pela razão; simplesmente ela não pode ser atingida. Não há verdade revelada; não há verdade objetiva e universal, mas apenas o relativismo da verdade de cada um.

A autoridade das Sagradas Escrituras e da tradição apostólica, o caráter único da Igreja como agência do reino, e a unicidade de Jesus Cristo como Senhor e Salvador são negados e combatidos. Portanto, morrer pela boca dos leões ou pela mão dos gladiadores se torna algo exótico ou ridículo.

O neofundamentalismo possui uma eclesiologia débil e equivocada, baseada na sociologia e não na teologia. Fragmenta de forma trágica e interminável as “denominações”, dilacerando o Corpo de Cristo — Igreja una, santa, católica e apostólica — ao promover o espírito sectário e intolerante, o antiintelectualismo, o legalismo, o moralismo, a irresponsabilidade social e cívica, e a proliferação de distorções doutrinárias (e de usos e costumes).

Esses males adoecem os membros da comunidade de fé, que deveria ser terapêutica e agência de transformação histórica. A liderança da Igreja — rígida, autofágica, ambiciosa, carreirista, narcisista, triunfalista — abandona os seus soldados feridos, foge dos riscos. É incapaz de se unir, de expressar gestos de solidariedade, ou de elaborar respostas adequadas aos desafios atuais.

Mea culpa, mea maxima culpa . Que o Senhor da Igreja tenha piedade de nós. Que ele purifique e reavive o seu Corpo, ilumine o nosso discernimento, a nossa dependência do Espírito Santo, o nosso conhecimento e compromisso com a Palavra, e aumente a nossa paixão missionária.

Que faça, poderosamente, florescer entre nós uma ortodoxia com compaixão.

Revista Ultimato - Ano XXXVIII n.º 297 - Novembro/Dezembro 

Robinson Cavalcanti

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 27 de abril de 2016

O VERDADEIRO E O FALSO EVANGELHO

“Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gl 1.6-8).

O evangelho é a maior e melhor notícia que o homem pode ouvir. Essa mensagem não emana da terra, vem do céu. Não procede do homem, mas de Deus. Suas origens recuam à eternidade. Suas consequências desdobram-se para dentro da eternidade.

O apóstolo Paulo, inspirado pelo Espírito Santo, fala acerca desse verdadeiro evangelho ao mesmo tempo que denuncia o falso evangelho.

Em sua carta aos Gálatas, o grito altissonante da liberdade cristã, o apóstolo dos gentios trata desse magno assunto. Essa missiva foi a primeira epístola escrita pelo apóstolo Paulo. Escreveu-a para combater a influência perigosa dos judaizantes que atacavam a fé cristã e perturbavam a igreja.

Os judaizantes tentaram levar os gentios convertidos de volta para o Judaísmo. Diziam para eles que se não se circuncidassem e se não guardassem os preceitos da lei de Moisés jamais poderiam ser salvos (At 15.1,5). Diziam que só a fé em Jesus não era suficiente para a salvação. Acrescentavam à fé em Cristo, as obras da lei.

Os judaizantes pregavam uma espécie de sinergismo, a cooperação do homem com Deus para sua salvação. Porém, o que ensinavam pervertia completamente a essência do evangelho. O ensino insofismável das Escrituras é que somos salvos pela graça, mediante a fé, e isso não vem de nós; é dom de Deus.

Os crentes gentios, mormente os da província da Galácia, influenciados por esses falsos mestres, estavam passando depressa para outro evangelho, um evangelho diferente, falso, humanista, um outro evangelho. Não era um outro evangelho da mesma substância, mas um outro evangelho completamente oposto ao verdadeiro evangelho.

Não podemos acrescentar nada à obra completa de Cristo. Não somos salvos pelas obras da lei nem podemos cooperar com Deus em nossa salvação. A salvação vem de Deus. Ele a planejou na eternidade, executa-a no tempo e a consumará na segunda vinda de Cristo.

O evangelho é a boa nova de Deus acerca dessa salvação. O evangelho trata da encarnação, vida, obra, morte e ressurreição de Cristo.

Somos salvos não por aquilo que fazemos para Deus, mas por aquilo que Deus fez por nós em Cristo Jesus. Somos salvos não pelo caminho que abrimos da terra ao céu, mas pelo novo e vivo caminho que foi aberto para nós do céu à terra. Essa é a mensagem do verdadeiro evangelho.

Qualquer outro evangelho, que nos venha por uma suposta revelação angelical ou mesmo por uma suposta pregação apostólica, que divirja do já revelado evangelho, o evangelho da graça, deve ser rechaçado peremptoriamente.

O verdadeiro evangelho não aceita novas revelações. O cânon das Escrituras não está aberto para novos acréscimos. A Bíblia tem uma capa ulterior. Não temos que buscar novas revelações forâneas às Escrituras; precisamos nos voltar sempre para o antigo evangelho, o evangelho da graça.

Nossa fé não está construída sobre essas inovações engendradas no enganoso coração do homem, mas está firmada na eterna, infalível, inerrante e suficiente palavra de Deus. Apeguemo-nos ao verdadeiro evangelho e rejeitemos o falso evangelho!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 26 de abril de 2016

PASSOS PARA AJUDAR A CONHECER A PALAVRA DE DEUS.

ESTUDAR A PALAVRA
2ª Timóteo 2.15 diz: Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade.

Muitos cristãos lêem a Bíblia, mas quantos realmente estudam a Bíblia? A palavra estudar significa empenhar-se, exercitar-se. O verbo manejar significa dominar, ter conhecimento praticar a verdade.

PERGUNTAS ESPECÍFICAS A FAZER QUANDO FOR ESTUDAR UMA PASSAGEM BÍBLICA
Qual é o assunto principal desta passagem?
Quem são as pessoas mencionadas?
Quem está narrando?
Sobre quem essa pessoa esta falando?
Qual é o versículo chave?
O que a passagem me ensina sobre Jesus?
Há algum pecado mencionado que preciso confessar ou deixar de cometer?
Há uma ordem que eu deva obedecer?
Há uma promessa que eu deva declarar?
Há uma oração registrada que eu deva fazer?

MEDITAR NA PALAVRA.
Salmo1.2 diz que somos abençoados se tivermos prazer na lei do Senhor e meditarmos nela de dia e de noite. Meditar significa ponderar sobre ela, parar e digeri-la mentalmente como uma vaca rumina o pasto.

ORAR PARA COMPREENDER A PALAVRA
Provérbios 2.3 instrui (clame) por entendimento e por discernimento (grite) bem alto.
Em Salmos 119.18 o salmista ora: Abre os meus olhos para que eu veja as maravilhas da tua lei.

Devemos pedir a Deus que nos dê compreensão. A oração sincera suplicando por orientação fará com que a Bíblia torne-se algo vivo enquanto estivermos estudando.

MEMORIZAR A PALAVRA.
É muito importante decorar a Escritura; uma vez que estiver enraizada na nossa memória, poderemos recorrer a ela.

O objetivo dessas estratégias de estudo é ajudar para podermos aplicar a Palavra de Deus as nossas atitudes e atividades diárias.

A Palavra deve influenciar o nosso modo de viver; A revelação real de Deus ocorre em nossas vidas pela Palavra de Deus.

A Bíblia é um documento da história sagrada, da história salvífica, onde o salvação é revelado por Deus. O nosso Salvador se mostra através de fatos históricos que se sucedem no tempo e não em instantes.

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 25 de abril de 2016

NÃO SE DEIXEM ABATER

Mantenham-se alerta. Eu os estou incumbindo de um trabalho perigoso. Vocês serão como ovelhas correndo no meio de um bando de lobos, portanto não chamem atenção para vocês. Sejam espertos como a serpente, mas inofensivos como as pombas. Não sejam ingênuos.

Alguns irão contestar as motivações de vocês; outros tentarão manchar sua reputação – só porque vocês creem em mim.

Não fiquem deprimidos se forem levados perante as autoridades civis. Sem saber, eles fazem a vocês – e a mim – um grande favor, dando-lhes um palanque para pregar as novas do Reino! E não se preocupem com o discurso. As palavras certas serão ditas. O Espírito do Pai de vocês irá providenciá-las.

Quando o povo perceber que é o Deus vivo que vocês apresentam, não algum ídolo que os faça sentir-se bem, eles irão se voltar contra vocês, até mesmo membros da família.

Aqui está uma grande ironia: proclamar tanto amor e experimentar tanto ódio. Mas não desistam. Não se deixem abater. No final, valerá a pena.

Vocês não estão perseguindo o sucesso, mas apenas tentando sobreviver. Sejam sobreviventes!

Antes que se esgotem as opções, o Filho do Homem estará de volta. 

Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas. Acautelai-vos, porém, dos homens; porque eles vos entregarão aos sinédrios, e vos açoitarão nas suas sinagogas; … porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem. Mateus 10.16-23

Vivemos, espiritual e moralmente, em um mundo hostil. Precisamos ser realistas neste sentido. O que não devemos fazer é tirar conclusões apocalípticas dessa experiência.

Discussões familiares, discórdia social, mal estar na igreja não são o fim. Cristo é o fim.

Que situação hostil você está enfrentando?

Em cada obstáculo que eu encontrar hoje, Cristo Salvador, buscarei tua ajuda, esperarei tua vinda. Mostra-me como viver em tempos difíceis com o coração leve. Amém.

Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 24 de abril de 2016

BÍBLIA E A INTIMIDADE

Não podemos conhecer verdadeiramente a Deus sem conhecer sua Palavra

Quanto mais profunda for a fundamentação na Palavra de Deus, mais estável será a vida cristã. Como exemplos bíblicos podemos citar as transformações de Saulo o perseguidor que se tornou Paulo o apóstolo e Simão em Pedro.

Paulo esteve por 3 anos no deserto e caiu no esquecimento (Gl. 1.15-18). Tempo dedicado a vida com Jesus e, com a leitura do Antigo Testamento, o que fundamentou seu ministério.

Do mesmo modo, cada momento que passamos com o estudo Palavra de Deus nos ajuda na preparação  para o plano que Deus tem para nós.

A Palavra de Deus é a chave para adquirirmos sabedoria, ela está associada ao envolvimento das pessoas com a Palavra.

A Lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes (Sl.19.7);

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso (Sl.111.10);

Os teus mandamentos me tornam mais sábios que os meus inimigos (Sl. 119.98);

Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento (Pv. 2.6);

O temor do Senhor é o princípio as sabedoria, e o conhecimento do Santo é o entendimento (Pv.9.10)

Portanto quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha (Mt. 7.24).

O objetivo de estudarmos a Bíblia não é acumular fatos e mais fatos para impressionar os outros com nosso conhecimento. Esse foi o erro dos líderes judeus que crucificaram Jesus.

Nossa meta no estudo bíblico é conhecer, amar e obedecer a cada dia mais a Deus. Somente quando crescermos em sabedoria e conhecimento de Deus, estaremos preparados para enfrentar os desafios de nosso mundo atribulado.

Transcrito Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 23 de abril de 2016

A JUSTIÇA DE DEUS

Justiça não significa o cumprimento da Lei. Por esta razão é que Jesus não aprovou a conduta da guarda dos mandamentos do jovem rico, Mc 10:17-21.

Outrossim encontramos na parábola dos trabalhadores, quando o Senhor da vinha decidiu pagar por inteiro ao que tinha chegado na última hora do dia. Os assalariados acharam o dono da vinha injusto ou o seu procedimento ilegal. Afinal eles tinham trabalhado todo o dia debaixo de um sol escaldante e acabaram por receber um denário. Não compreenderam a atitude do dono da vinha.

A justiça de Deus não pode ser comparada à justiça da Lei. Os famosos fariseus dizimavam o endro o cominho, a hortelã e, no entanto, o seu coração não era justo porque não usavam de misericórdia para com o seu semelhante, segundo os Evangelhos.

A justiça de Deus é incomparável à justiça dos homens. Neste mundo imperam as leis injustas dos homens porque são baseadas em critérios de conveniência e por esta razão, existem os conflito laborais, sociais e econômicos.

Até mesmo a democracia é injusta na sua gênesis. Sabemos que nem sempre as multidões ajuízam corretamente os governantes.

O Reino de Deus é firmado em justiça, Is 9:7 e esta manifesta-se no caminho estreito daquele que segue o Senhor da Glória. Como acima referi à cerca do encontro do jovem rico com o Senhor Jesus, a proposta era de se libertar de todos os seus bens e de seguir o Mestre.

Muitas eclésias insistem no legalismo dos seus membros impondo-lhes regras de vestuário, dízimos, alimentos puros e impuros além de uma permanente frequência aos cultos, aos jejuns e a outras práticas.

O Leitor, certamente que se recorda que dois homens subiram ao Templo para orar. Um era fariseu e diante de Deus falava da sua boa conduta enquanto que o outro se humilhava diante de Deus arrependido dos seus pecados. Diz a narrativa que este foi justificado porque foi sincero ou seja, justo diante de Deus, enquanto que o outro baseado no legalismo, foi rejeitado.

Justiça é que repartas o teu pão com o faminto e recolhas em casa o necessitado. Então romperá a tua luz como a alva, e a tua justiça irá adiante da tua face, e a glória do Senhor será a tua retaguarda, Is 58:7 e 8.

Autoria: Amilcar Rodrigues

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 22 de abril de 2016

É HORA DE DESPERTAR!

O povo hebreu teve diversas oportunidades para gozar de um despertamento incomparável. Sua história alterna períodos de avivamento com outros de sono profundo. Entre os reis mais abençoados, vemos em 2 Crônicas 14.5, o rei Asa mostrando um dos maiores chamados ao despertamento já acontecidos.

Vejamos como Deus responde ao despertamento com grandes vitórias. Tantos outros, como Esdras, Neemias, Josafá e Josias operaram memoráveis momentos de despertar seguido de vitória.

Na história da igreja cristã também vemos grandes despertamentos (como o que ocorreu recentemente na Coréia). O que nos entristece é vermos que, tal como o povo hebreu, as igrejas também alternam momentos de vitória com épocas de sono espiritual.

Precisamos seguir os exemplos dos vitoriosos; avaliar cada um dos tipos de sono e decidir em qual deles estamos enquadrados, para sairmos da letargia e, assim, sermos poderosos para verdadeiramente contribuirmos para a manifestação do poder de Deus na terra.

Ninguém jamais se engane! Acordar de um sono espiritual não é nada cômodo, nem confortável. É preciso tomar o remédio próprio para cada tipo de sono. Veja a tabela:

TIPO DE SONO REMÉDIO
1. Ignorância Ler, ouvir e guardar a Palavra de Deus.
2. Acomodação Assumir novos compromissos.
3. Desinteresse Buscar o GALARDÃO de Deus.
4. Medo Orar para Deus abrir-lhe os olhos.
5. Auto-Suficiência Aprender a confiar nos companheiros
6. Rebeldia Consertar-se com Deus e com o líder.
7. Morte Crer em Cristo e no seu poder.

De qualquer modo, Provérbios 28.13b, apresenta uma promessa para nos ajudar a despertar de qualquer tipo de sono. Também em Tiago 5.16 temos uma receita para espantar qualquer tipo de sono.

Jesus sabe que não é nada fácil esperar que a pessoa acometida de sono espiritual sinta disposição de orar pelo despertamento. Por isso Ele criou a igreja, na confiança de que os irmãos acordados orem pelos que dormem e que ajudem a manter os companheiros alerta. Em Mateus 26.40 vemos o Senhor Jesus repreendendo os discípulos pela falta de companheirismo (estavam adormecidos). No versículo 43 vemos que Jesus volta a encontrá-los adormecidos.

Muitas vezes o sono espiritual cria barreira entre os irmãos, impedindo-os de orar uns pelos outros. E é com isso que o inimigo conta para tentar derrotar a igreja.

Mas nós podemos frustrar seus planos malignos através da ministração de um grande conserto. A igreja precisa recordar quando foi a última vez que foi ministrada uma oportunidade para conserto entre os irmãos. Cada um sabe o que tem feito contra o outro. Cada um pode procurar seu irmão para pedir perdão e “zerar” a dívida. É chegada a tua hora!

Os judeus estavam dormindo espiritualmente na primeira vinda de Jesus. Mesmo tendo vivido experiências memoráveis dos milagres de Deus, não foram capazes de reconhecer na pessoa de Jesus, o Messias que tanto esperavam. Seu sono os levou a pensarem que Jesus teria que vir cheio de pompa para assumir um reino corruptível na terra. Por causa do seu sono, perderam o privilégio de desfrutar do verdadeiro reino de Deus.

A igreja precisa estar atenta para que Jesus não a encontre dormindo. Ele mesmo adverte, em Lucas 18.8: “Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?”. Para que Jesus ache fé na terra precisamos estar bem acordados, seja qual for o tipo de sono. Em Mateus 24.33-35 Jesus nos adverte acerca de sua volta.

Se todos os motivos já não fossem suficientes para nos envolvermos no despertamento, precisamos considerar que a volta de Cristo está próxima e ai daquele que for encontrado dormindo. Está mais do que na hora de despertarmos.

Em nome de Jesus, não importa qual seja o tipo de sono, vamos despertar, para a glória de Deus em nossas vidas!

Carlos Alberto Ferreira Ribeiro

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 21 de abril de 2016

DESERTO DE JOÃO BATISTA

Houve um sujeito bastante interessante que conviveu com um deserto pela sua vida toda. Uma das figuras mais excêntricas em toda a Bíblia, de quem pouco se fala e a respeito de quem os detalhes fornecidos são capazes apenas de relacioná-lo com aquele típico profeta estraga-prazeres.

Suas vestes eram fora de moda e rústicas. Sua dieta, um tanto esquisita. Ele cresce e ministra no deserto (Lc 1:80). Ele tem uma vida frugal e no mínimo diferente. Lembra muito o Elias do Velho Testamento, por seus modos não convencionais e pela coragem de denunciar os podres dos palácios. Aliás, assim ele é escatologicamente identificado pelo próprio Senhor Jesus (v.14), de quem também recebe o título de “o maior nascido de mulher”.

Este João, quando lhe perguntavam quem era, tinha uma resposta direta e objetiva, na ponta da língua: “sou apenas uma voz”. Importante para a nossa reflexão é que esta voz clamava justamente no deserto. Apesar de suas credenciais extremamente elevadas, ele nunca pretendeu ser mais do que isso. Nem mesmo quando os outros tentaram a fazê-lo (Jo 1:19-23).

Tinha uma missão bem definida e concentrou todos os seus esforços para cumpri-la. Viveu e ministrou isolado e solitário. Sim, há muitas e boas lições a respeito do deserto na vida de João Batista.

Desertos não preparam celebridades. Primeiro porque elas não gostam do ostracismo. Elas precisam estar na mídia. Quem quer a luz das câmeras apontada para si não pode ir para o deserto. Elas não o alcançarão ali.

Depois de viver e crescer nesse ambiente rude e solitário, João Batista, o maior de todos os profetas estava pronto para dizer: “Convém que ele cresça e eu diminua” (João 3:30). A julgar pelos títulos cada vez mais criativos e pomposos, os atuais “profetas” preferiram a versão do “convém que ele cresça e eu apareça”. Talvez esteja falando um pouco de deserto para essas versões modernizadas de profetas.

Desertos deixam uma marca precisa sobre o valor do tempo e da vida (Mt 3:1,2). João Batista tinha isso como base da sua mensagem (“Arrependei-vos porque o tempo está próximo”), além de ter entrado e saído de cena na hora exata. Ele era um arauto, alguém que precedia o Rei. Uma vez feito o seu serviço, ele ficou na dele. Passou o bastão e os discípulos que tinha e não teve medo de apresentá-los a Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” foi a senha para que todos entendessem claramente que o seu ministério tinha chegado ao fim.

Sem crise, sem ciúmes, sem ressentimentos. Era a prova de que ele tinha aprendido no deserto que as coisas tem que acontecer no momento certo.

Desertos preparam pessoas dispostas a não negociar valores eternos (Mt 14:3-5). Quem vive e trabalha no deserto, depois de tudo que passou ali, saberá manter-se forte o suficiente para não se dobrar diante dos mais poderosos (Mc 6:20).

O deserto forja um caráter provado e uma estrutura forte. Desertos geram mais do que idealistas ou visionários. Desertos geram pessoas com convicções inabaláveis. Não tente subornar quem foi criado no deserto, porque vai se dar mal. Vai ouvir o que não quer e mais um pouco.

Os desertos fizeram parte da vida de gente importante. Desertos foram a moldura, árida, inóspita, cruel até, mas que abrigou verdadeiros tesouros.

Marcos Soares

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 20 de abril de 2016

RENDA-SE À SEDE PELO SENHOR

Deveríamos nos tranquilizar e nos sentir encorajados quando Deus nos leva ao ponto em que não sabemos se rimos ou se choramos. Isso significa, pelo menos, que Deus está trabalhando em nós "tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele".

Quando você se rende à sede, não se importa mais com o que diz. Dirá: "Se eu somente puder tocar na bainha de seu manto... se eu puder ter um encontro com Ele". Se você chegar ao ponto de correr o ris­co de perder o controle da situação, a minha pergunta é: Por que tentar man­ter o controle? Quando você não sabe se ri ou se chora, você pode estar em uma boa posição.

E possível que a plenitude e o vazio existam lado a lado? Sim.
A profunda satisfação e a sede infinita podem coexistir em um coração? Sim.
Como podem a alegria e a dor almejar irradiar na mes­ma face, ao mesmo tempo?

Pergunte a Esdras, o sacerdote do Antigo Testamento. Ele sabia a resposta. Davi, o salmista, e Paulo, o apóstolo, também. Eles viviam constantemente neste estranho estado de tensão celestial entre o desejo consumidor e a satisfação esmagadora da presença dele.

Eu lhe asseguro que o avivamento verdadeiro não pode acontecer na ausência desses componentes. Devemos ser gratos por todas as coisas que Ele tem feito para nós (Ele não aceitará a ingratidão humana) e devemos ansiar por mais da sua presença manifesta. Ele é estranhamente atra­ído por nossa ansiedade e "apetite santo" por sua visita e presença manifesta.

No dia em que você se arrependeu se seus pecados e recebeu a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, pensou que tinha tirado "o máximo" de Deus para abastecê-lo para o resto da vida? Já disse antes, mas digo de novo: isso é como dizer que uma refeição irá sustentar todas as neces­sidades do seu corpo pelo resto da vida. Não irá. O dia da sua salvação foi somente o início de uma vida nova como um "novo filho".

Você precisa de constante exposição à Palavra, ao Espí­rito, ao povo de Deus, à igreja. A presença de Deus é o ar que nosso homem espiritual respira. Não foi em tom de brincadeira que Jesus se intitulou de "O Pão da Vida". Ele é verdadeiramente o nosso alimento, água, alegria, rocha e escudo, quem nos cura, nos liberta, redime, nosso pastor, grande sumo sacerdote, advogado. Precisamos enumerar mais coisas? Está claro que precisamos dele em todos os momentos da nossa vida.

Jesus disse: "pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma".  O que isso significa? Os ramos de uma videira são "gratos" por pertencerem à videira e à raiz. Mas, também têm necessidade de tirar mais e mais sus­tento da videira. Essa é a figura de Deus sobre a gratidão e a ansiedade ao mesmo tempo.

Extraído do livro Os descobridores de Deus de Tommy Tenney

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 19 de abril de 2016

OPOSIÇÃO E ENCORAJAMENTO

Zorobabel […] e Jesua […] começaram a reconstruir o templo de Deus em Jerusalém. E os profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam. Esdras 5.2

Sempre que a obra de Deus prospera, podemos esperar o surgimento de oposição. Em Jerusalém ela começou com os samaritanos e continuou mais tarde com outros que estavam ansiosos para interromper a reconstrução do templo.

Eles foram bem sucedidos durante algum tempo, e nesse período ocorreram dois encorajamentos.

Primeiro, uma pesquisa nos arquivos da realeza babilônica revelou que os judeus tinham recebido plena autorização para reconstruir o templo.

Assim, foi enviada a seguinte mensagem ao governador do território situado a oeste do Eufrates, em Jerusalém, e aos seus oficiais: “Não interfiram na obra que se faz nesse templo de Deus” (Ed 6.7).

Segundo, dois profetas especialmente designados por Javé, Ageu e Zacarias, encorajaram veementemente a Zorobabel para que concluísse a sua obra.

Estas foram as palavras de exortação de Ageu: “Quem de vocês viu este templo em seu primeiro esplendor? Comparado a ele, não é como nada o que vocês veem agora? Coragem! Ao trabalho. Porque eu estou com vocês, declara o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.3-4).

A palavra do Senhor também veio a Zacarias, dizendo: “As mãos de Zorobabel colocaram os fundamentos deste templo; suas mãos também o terminarão” (Zc 4.9). Assim, “Zorobabel […] e Jesua […] começaram a reconstruir o templo de Deus em Jerusalém. E os profetas de Deus estavam com eles e os ajudavam” (Ed 5.2).

A reconstrução do templo começou em 520 antes de Cristo e foi concluída em 515 antes de Cristo, aproximadamente setenta anos depois da destruição do templo anterior, como Jeremias havia profetizado.

Tendo celebrado com alegria a dedicação do templo, os sacerdotes e o povo celebraram a Páscoa, como se tivessem sido novamente redimidos.

Na verdade, era exatamente isso que havia acontecido. Eles estavam começando a perceber o padrão tríplice de sua redenção, com Javé chamando Abraão de Ur, Israel do Egito e os exilados da Babilônia.

Esses três chamados eram prenúncios da grande redenção realizada por Deus através de Jesus Cristo.

E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus nos fizeste reis e sacerdotes; e reinaremos sobre a terra. Apocalipse 5.9-10; ler tambem Ap.14.1-6

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Litrazini:


Graça e Paz

segunda-feira, 18 de abril de 2016

AINDA QUE A FIGUEIRA NÃO FLORESÇA

"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação… ”. Habacuque: 3:17-19.  

Nos tempos do profeta Habacuque as forças estrangeiras estavam para invadir Judá. Babilônia levantara-se como uma ameaça constante. Alem disso internamente o povo estava desacreditado em Deus, violento, idolatra.

Veja como o profeta retrata a cena: "...Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que razão me mostra a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim … " (Hb.1:1-4). Hoje não é muito diferente daqueles tempos, pois á nível mundial estamos vivendo um caos.

Para todo lado existe a impunidade, a injustiça, a violência, a falta de paz está presente. Sabemos que este mundo é constituído de famílias e quantas destas estão passando hoje por calamidades, por perseguições políticas, perseguições raciais ou religiosas, mas perseguições em família.

Para todos os lados que você olha, e os meios de comunicação tais como: rádio, TV, Internet, cinema, jornais, revistas, etc. não nos deixa mentir, divulgam diariamente informações, de uma sociedade corrompida pelo pecado, pelo engano, pela soberba, pelo orgulho. Judá de hoje está sendo ameaçada pelos Babilônicos que estão à espreita querendo tragar seus habitantes por completo e implantar o seu reinado de opressão, de cativeiro.

De fato A Babilônia insiste em querer oprimir e invadir se possível for a alma e o espírito de cada um de nós. Tal como o profeta Habacuque tem que sair do estado de inércia e lutar a favor das famílias. As suas declarações e profecias não foram ditas ao vento. Veja o que ele fala: "Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada”.(Hb.1:5) Eu creio que através da obra expiatória de Jesus Cristo. Sua vida, morte e ressurreição tudo pode mudar na família.

Talvez você não veja nenhum motivo para se regozijar, se alegrar, pois quem sabe muita coisa está acontecendo em sua vida e em sua família de ruim que você nunca programou. Seu sonho tem virado pesadelo. O marido não é aquilo que você queria, ou a esposa que você pensou em passar o resto de seus dias aqui na terra. Seu castelo desmoronou e agora ficam os questionamentos, as cobranças os devaneios da vida. Veja bem. Habacuque no seu tempo também passou por situações complicadas e ainda por cima tinha que levar a sua mensagem a um povo obstinado de coração que se rebelara contra Deus.

Humanamente falando, nada à sua frente parecia fazer sentido, porém havia em sua vida a presença de Deus que fazia a diferença e com esta presença a esperança chegava nos momentos mais difíceis fazendo-o enxergar bons resultados onde nada se aproveitava. Será que não é isto o que Deus tem para sua vida?

Jesus Cristo é a sua única opção na vida e com ela tudo vai mudar. Você vai sorrir novamente, vai olhar a vida com mais realismo, vai ser um homem, uma mulher mais maduro (a) e convicto, com um discernimento claro e firme do que Deus tem reservado para você e a sua família.

Não olhe para as circunstâncias. Seja lá o que você tem passado, Deus está do teu lado e com certeza se confiares Nele a solução virá mais rápido do que você pensa, pode acreditar. Sabe o que falta para a benção chegar e ser completa? É quando você entender de fato e verdade a mensagem do profeta.

Leia novamente, agora meditando e calmamente, deixando que o Espírito Santo ministre às suas necessidades: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.

O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas”.

Pr. Nélson R. Gouvêa

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 17 de abril de 2016

É ENORME A FORÇA DA ORAÇÃO!

A oração de uma pessoa obediente a Deus tem muito poder. (Tg 5.16c)

É perfeitamente possível sentir-se relaxado durante a oração e depois dela, mas a oração é muito mais do que um exercício mental. Ela tem um valor enorme em muitos aspectos da vida cristã.

Tiago afirma que a oração tem muito poder. Muitos crentes têm na lembrança a versão mais conhecida: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.

Foi por causa da oração de Abraão que Deus se dispôs a poupar Sodoma e Gomorra caso houvesse pelo menos dez pessoas arrependidas (Gn 18.30).

Foi por causa da oração de Isaque que Rebeca engravidou e deu à luz os gêmeos (Gn 25.21).

Foi por causa da oração de Jacó que Esaú e seus quatrocentos homens armados não tocaram nem num fio de cabelo dele, de suas quatro esposas e de seus doze filhos (Gn 33.4).

Foi por causa da oração que Ana obteve a mesma bênção de Sara, Rebeca, Raquel e a mulher de Manoé (1Sm 1.17).

Foi por causa da oração que o rei Ezequias escapou da morte avisada e viveu mais quinze anos (2Rs 20.5).

Foi por causa da oração da igreja que as correntes que mantinham Pedro preso se soltaram e ele pôde sair da prisão (At 12.5-8). E assim por diante: ontem, hoje e amanhã.

A oração tem muito poder, muita força, muita eficácia, mas não é uma coisa tão fácil como pode parecer.

Tiago toma todo cuidado para não baratear a oração. Ele não diz simplesmente: “A oração tem muito poder” omitindo as palavras “de uma pessoa obediente a Deus” ou “de um justo”.

O segredo da oração que Deus ouve não é mencionado apenas por Tiago. O salmista recorda: “Se eu tivesse guardado meus pensamentos no coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18).

A oração bem-sucedida depende de uma estreita comunhão com Cristo: “Se vocês ficarem unidos comigo, e as minhas palavras continuarem em vocês, vocês receberão tudo o que pedirem” (Jo 15.7).

Tiago destaca ainda outros elementos da oração: ela precisa ser assídua, fervorosa, insistente e perseverante.

A oração força o exercício da piedade e da disciplina pessoal!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz