quinta-feira, 30 de junho de 2016

QUE LUGAR DAMOS A JESUS?

E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. (Lucas 2:7)

O crucificaram, e, com ele, outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.(João 19:18)

Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus (Marcos 16:19).

Quando o Criador do mundo veio à Terra como uma criança pequena, Ele não foi aceito aqui, embora tenha vindo para os Seus (João 1:11), ou seja, para o que era Seu por direito. Como Seu berço houve apenas uma manjedoura, uma calha de alimentação para animais.

Anos depois, conforme desenvolvia Seu ministério público, o Senhor Jesus explicou a um homem que desejava segui-Lo: “As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mateus 8:20).

Após completar Seu ministério aqui, Lhe foi dado o último lugar reservado para Ele: a cruz. Que humilhação para o Filho de Deus!

O mundo rejeitou o único Homem justo que colocou os pés aqui, e Lhe mostrou todo o mal ao qual a humanidade está propensa.

Entre o céu e a terra, foi-Lhe dado um lugar de vergonha entre dois criminosos.

E o céu se fechou, pois Jesus Cristo estava sofrendo julgamento de Deus sobre o pecado no lugar dos pecadores perdidos.

No entanto, quando o Senhor morreu e ressuscitou triunfante, Deus deu-Lhe o lugar de honra: “Assenta-te à minha mão direita” (Salmo 110:1).

A questão para nós é: Jesus ocupa o lugar de honra no meu coração, o lugar de Senhor e Salvador?

Ou como os Seus contemporâneos, eu só Lhe reservo os lugares de vergonha?

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O QUE PRECISAMOS SABER SOBRE FESTAS JUNINAS?

Vamos começar falando sobre as origens da festa. Existem, pelo menos, duas teorias para a origem da expressão “festa junina”. A primeira que pode vir de São João, através do título “joanina” e outra referente ao mês de sua celebração, junho, portanto, “junina”. Embora não saibamos ao certo a origem dos termos, fato é que há um personagem principal em todo esse período, o mártir cristão João Batista, filho de Isabel e Zacarias.

Tudo começou quando a Igreja cristã canonizou João Batista, a partir daí foram-lhe conferidas duas honrarias: o título de santo, “São João”, e uma festa, a festa de São João. Mas o que se celebra nessa festa? Com base no Evangelho de Lucas 1.26,36, João Batista nasceu seis meses antes de Jesus. Portanto, se o nascimento de Jesus — o Natal — é celebrado em 25 de dezembro, logo o de João Batista deveria ser celebrado seis meses antes, em 24 de junho. Em outras palavras, a festa de São João, ou a festa junina, é o Natal de João Batista — é claro que estas datas são simbólicas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento de Jesus, nem do Batista.

Por outro lado, a velha Europa que recebeu o cristianismo já tinha sua própria cultura. Uma das tradições mais conhecidas era o “midsommar”, o costume de acender grandes fogueiras no solstício de verão (21 a 23 de Junho), a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade no hemisfério norte. Há registros de que os Druidas e Vikings acendiam fogueiras em seus cultos de adoração e também para espantar maus espíritos.

No período de evangelização de tais povos, infelizmente, a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Assim, pouco a pouco as fogueiras se tornaram também um elemento cultural da festa de São João Batista. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).

Quando a festa foi trazida ao Brasil por intermédio dos imigrantes portugueses, algumas mudanças aconteceram. A primeira delas e, talvez a mais importante, foi a absorção plena da festa junina pela população rural. Por causa da grande safra agrícola de Junho, as comidas à base de milho se tornaram indispensáveis para a celebração, sem falar das roupas, músicas e instrumentos caipiras, as danças de roda, quadrilha (de origem francesa) e as balas de Cosme e Damião, que no imaginário popular da maioria, não passam de um patrimônio folclórico de seus ancestrais.

Ainda que haja aspectos religiosos na festa de São João, como o de fazer pedidos ao santo ou oferecer comidas a ele, na maioria dos lugares, as festas juninas já perderam o caráter de festa religiosa. A festa de São João (24/Jun) nada mais é do que comer milho e dançar com família e amigos; a festa de Santo Antônio (13/Jun), mais conhecida como o Dia dos Namorados, é um dia para dar presentes para o cônjuge ou levá-lo(a) para jantar; já a festa de São Pedro e Paulo (29/Jun), ninguém mais se lembra do que se trata.

Em meio a toda essa história, levanta-se a seguinte questão: um cristão protestante deve participar de festas juninas? Baseado no que já falamos até aqui, podemos tirar três princípios práticos para a nossa vida.

Primeiro, entendo que os cristãos protestantes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação de São João, pois isso implicaria em culto idólatra e falso. Segundo, se você for convidado para ir à casa de um amigo católico neste dia para comer milho etc., fique à vontade para aceitar, desde que não haja atos religiosos ali presentes. Terceiro, entendo que não há pecado nenhum em comer milho, pamonha, curau, dançar quadrilha, ouvir música caipira e vestir xadrez, desde que tudo isso esteja livre de vínculos religiosos. Acho que ser contra qualquer tipo de festividade que tenha origem no catolicismo é uma posição complicada. Quem sustenta tal posição deveria abster-se de celebrar também o dia dos namorados.

Finalmente, livremo-nos de escândalos, confusões ou estresses desnecessários. Se algum irmão que você conhece é contra festa junina, em todos os níveis, não o convide para celebrar algo do tipo, preserve a paz. Oro para que tais festividades nos ajudem a compreender melhor nossa relação com a cultura em que estamos inseridos. Não somos do mundo, mas vivemos nele.

Nossa tarefa é rejeitar aquilo que não combina com os princípios da Palavra e desfrutarmos das coisas boas da vida com a consciência tranquila.

JEAN FRANCESCO

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 28 de junho de 2016

A RELAÇÃO ENTRE FÉ E FAMÍLIA

“Se alguém não cuida dos seus e especialmente dos de sua família, tem negado a fé e é pior que um incrédulo”. (1 Timóteo 5.8)

EXISTEM VÁRIAS DIMENSÕES DE CUIDADO FAMILIAR: espiritual, emocional e físico. Embora o texto de nossa reflexão se refira, basicamente, ao cuidado material e físico, de trazer suprimento aos familiares (1 Tm 5.4,16), oferecendo um teto, roupas e comida à mesa, vemos que as Escrituras ensinam sobre o cuidado espiritual (Ef 6.4; 1 Tm 5.4,5), e também reconhecem a importância do cuidado emocional.

Por exemplo, é importante demonstrar apreciação e carinho aos filhos, uma vez que o próprio Jesus ouviu do Pai Celeste a frase: “Tu és meu filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3.17). Portanto, devemos ler acerca desse ‘cuidado’ do qual Paulo fala a Timóteo, de uma forma mais abrangente do que somente provisão material.

HÁ UMA RELAÇÃO ENTRE A FÉ E A FAMÍLIA. As Sagradas Escrituras nos revelam que se alguém não cuida de sua família nega a sua fé. Muitos cristãos têm separado uma coisa da outra, achando que podem viver bem a sua fé em Deus apesar de estarem maltratando a família; mas um assunto está profundamente ligado ao outro.

Existe muita gente hoje em dia nas igrejas que adora ao Senhor nos cultos, mas o negam com seus pecados familiares. Esta dicotomia em relação a fé e família nos tem roubado muito. É tempo de compreender que estes assuntos são inseparáveis. Eles estão tão ligados que uma área acaba afetando a outra.

O apóstolo Pedro advertiu aos maridos que suas orações podem ser atrapalhadas por uma conduta errada no relacionamento com suas esposas:
“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações”. (1 Pedro 3.7)

Percebemos que as orações são abortadas quando um marido cristão não se conduz adequadamente no relacionamento conjugal, e se desrespeita a esposa como vaso mais frágil. Este é um exemplo do “departamento” da fé sendo afetado pelo “departamento” da família!

Outro exemplo das Escrituras é visto na afirmação apostólica de que a autoridade de um homem de Deus em seu ministério está relacionada com sua conduta familiar:
“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher… e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)”. (1 Timóteo 3.2,4-5)

A Palavra de Deus revela que o candidato ao episcopado deve ser irrepreensível. Ser marido de uma só mulher, ter filhos exemplares, governar bem sua casa. Por quê? Porque se fé e família são duas coisas tão relacionadas, ele não pode ser exemplo apenas em uma destas áreas. Se a fé que ele proclama está tão interligada à família, então ele deve demonstrar isto em sua própria casa.

Todo mover de Deus, todo avivamento que encontramos tanto na Bíblia como na história, parece estar relacionado com restauração familiar. Veja o que os profetas declararam acerca da família (no contexto do mover de Deus):
Mas para vós outros que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas… ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição.” (Malaquias 4.2,6)

O profeta Malaquias fala de restauração no relacionamento entre pais e filhos. Já o profeta Joel, usado por Deus, falou do derramar do Espírito Santo alcançando não apenas os pais, mas também seus filhos:
“E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.” (Joel 2.28-29)

Não há como separar os assuntos de fé e família. Quem não vive o padrão divino para a família está ferindo sua fé, sua própria relação com Deus. Isso só ressalta o valor da família no plano divino para a humanidade.

Deus não abençoa a família apenas porque ela é importante para nós, mas primeiramente porque ela é importante para Ele!

Mas o que torna a família algo tão importante e especial assim? E qual a importância da família para Deus? Por que o Senhor protegeu a família dessa forma (com mandamentos familiares que geram bênçãos para os que os guardam e juízo para os que os desobedecem)? Porque a família é algo que Deus usa para se revelar, para se fazer conhecer.

Texto retirado do artigo "Fé e Família", escrito por Luciano Subirá e publicado originalmente no Orvalho.org

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 27 de junho de 2016

AMAR É PERDOAR

Mateus 18:21-22 - Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete.

Há pessoas que dizem que é difícil perdoar. No entanto, creio que esta afirmação surge porque muita gente não sabe ao certo o que é perdoar.

Neste ensinamento de Jesus aprendemos que devemos perdoar setenta vezes sete; mas, então, o que é perdoar?

Perdoar não é um sentimento. Perdoar não é esquecer tudo, ou melhor, não é ter uma aminésia!  Perdoar é uma decisão. O que sente não interessa, porque a decisão de perdoar está no seu coração e você está livre.

Você pode perdoar e continuar a sentir-se incomodado, aborrecido com a pessoa, mas pela Palavra de Deus, podemos ver que perdoar é fácil: não é um sentimento, é uma decisão.

Há pessoas que se recusaram a perdoar a outros e acabaram doentes ou paralisadas, sem que nada funcionasse na sua vida. Muitas doenças estão relacionadas com a falta de perdão.

Você tem que perdoar ao seu vizinho, ao colega, ao patrão, seja a quem for. Senão é você que vai ficar mal na vida, pois Deus também não lhe perdoará as suas ofensas.

Em Mateus 18:33-35, Jesus disse que se nós não perdoarmos do coração, cada um ao seu irmão, as suas ofensas, Deus também não nos perdoaria as nossas ofensas e até nos deixaria nas mãos dos atormentadores que são demônios.

Deus perdoou-nos as nossas maiores ofensas e nos deu salvação. Nós não temos o direito de não perdoar aos outros.

Você também pode ter que acordar cedo para ir trabalhar e não lhe apetecer, mas você sabe que tem que ir, por isso, levanta-se não porque lhe apeteça, mas porque é uma obrigação.

Quando tiver que perdoar alguém faça-o quer sinta ou não. Diga a Deus:
 - Oh Deus, eu perdôo aquela pessoa que me magoou e partir de agora não guardo nada no meu coração contra ela. Mesmo que no dia seguinte você se sinta ainda magoado, o que interessa é a sua decisão feita na véspera e a pessoa está perdoada e o seu coração está limpo. Se a outra pessoa não quiser perdoar o problema é dela, já não é seu.

A Bíblia conta-nos em Mateus 18:21-35, que um certo homem devia muito dinheiro ao rei, e quando foram fazer contas, o rei teve misericórdia, e perdoou-lhe toda a dívida.Quando este homem saíu da presença do rei, foi ter com aqueles que lhe deviam pequenas quantias, e como não lhe podiam pagar, lançou-os na prisão. Quando o rei soube disto entregou este homem aos carrascos, confiscou todos os seus bens, e toda a sua família foi vendida como escravos, até que pagasse toda a dívida.

Mateus 18:34-35 - E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um, a seu irmão, as ofensas.

Algumas pessoas dizem: Eu perdôo, mas não posso esquecer. Mas, quando Deus lhe perdoa alguma falta, você fica como se nunca tivesse pecado. Ele não se lembra mais disso. Nós também temos que fazer o mesmo, que.é., perdoar e esquecer o mal que nos fizeram; é apagar de coração as ofensas cometidas contra si.

A razão de algumas pessoas sofrerem de artrite, úlceras no estômago e até esgotamentos cerebrais, noites sem dormir, etc, é porque elas se recusam a perdoar. E porque não perdoam, Deus também não lhes pode perdoar; por conseguinte, sofrem as maldições que o diabo lhes quiser pôr.

Se alguém o ofender perdoe-lhe nesse mesmo instante, não deixe passar um dia sem perdoar. Porquê? Porque está a dar lugar ao diabo, que virá a si com pensamentos errados acerca dessa pessoa. E à medida que o tempo passa, rancor começa brotar do seu coração e a sua comunhão com Deus fica cortada.

Quando Jesus ensinou que nos devemos perdoar 70 vezes 7, estava a dizer que, se fôr necessário devemos perdoar 490 vezes por dia, isto é perdoar sempre sem esmorecer, porque é assim que Deus faz também.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 26 de junho de 2016

UMA LONGA CAMINHADA

Eles te sustentarão nas suas mãos para que não tropeces com o teu pé em pedra. Salmo 91:12

Não deis descanso a vossa alma enquanto não adentrar nas promessas que Deus te fez; não deixe teus olhos pestanejar, enquanto você não ver cumprido em tua vida àquilo que Deus já determinou para ti; não cesse de buscar, enquanto não tomar posse das riquezas incontestáveis de Deus para contigo; não vacile os teus pés, enquanto não pisar na terra que o Senhor teu Deus já te deu por herança.

Não pare de respirar enquanto o teu fôlego não suspirar por completo a vida de Deus; não feche os teus lábios, enquanto tua boca não testemunhar aquilo que Deus te fez; não pare, não retroceda, não recue, não desista dos teus sonhos, não se dê por vencido, persista em possuir tudo o que Jesus já conquistou para você na Cruz do Calvário. “Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança da proposta.” Hebreus. 06:18

Não se abatam, se as coisas estão parecendo ficar cada dia pior; não esmoreça, se você tem clamado, mas ainda não obteve resposta; Para tudo, tem um tempo determinado por Deus, confie no agir Dele, continue firme a acreditar, porque Deus é fiel para cumprir todas as suas promessas sobre nós, de qualquer forma, um dia, as portas abrirem-se-á, em tua vida; não recue diante das batalhas, mas marche, a resposta vem.

Guarde o teu coração a perseverar firme em oração, insista em contemplar o sol da justiça de Deus sobre a tua vida; não permita que o cansaço, a aflição, e o medo, façam sombra sobre você; acredite no que diz a palavra de Deus, essa situação vai ser alterada; Deus vai criar um novo cenário para tua vida, Creia! “Cheguemos, pois com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Hebreus 04:16

Não se deixe ser vencido pela incerteza, pelas circunstâncias, ou pela situação que por momento se apresenta; não aceite que o mal venha a matar os teus sonhos, a tua esperança; não permita que o inferno venha celebrar o teu fim, nem os teus inimigos venha saborear da tua derrota, creia em Deus; ultrapasse os limites da tua fé, faça algo que você nunca fez, chame atenção de Deus para ti, se preciso for, enfrente a multidão, mesmo que você não tenha mais forças, ou então, suba numa figueira espinhosa, mas, atraia a presença de Jesus; Ele vai passar e vai parar, para te falar, vai entrar em tua casa, resolver a tua causa, vai ceiar contigo, vai mudar a tua historia, restituir o que você perdeu; plantar o que arrancado foi; concertar o que torto está; vai curar o que está doente; sarar o que ficou enfermo, Jesus vai te livrar da condenação dos homens e do inferno e vai te justificar. “E, correndo adiante, subiu a uma figueira brava para ver; porque havia de passar por ali.” Lucas 19:04

Não perca a sua fé, nem queira caminhar sozinho, a jornada é muito longa, tem muitas pedras pelo caminho, você pode tropeçar e cair se estiver só, conseqüentemente ficará no chão, permita que Jesus seja teu companheiro, que Ele agarre nas tuas mãos, daí, mesmo que você oscile e tropece, você não cairá, e se ainda, cair, não ficará prostrado, porque Ele te levantará.

É tempo de guerra, seja um combatente, vencedor; não perca tempo com coisas inúteis e vãs, discussões tolas e disse-me; não jogue tuas pérolas para os porcos, nem teus banquetes para os cachorros, você é menina dos olhos de Deus, separem-se, deixe que os porcos e os cachorros fiquem no lugar que lhes cabem, não se ajunte a eles, você é preciosidade de Deus, não se diminua por causa da aparente opressão, não permita que a nuvem pesada que esteja passando sobre ti, venha esconder o teu brilho, mova-se de lugar.

Saia da região sombria, entre debaixo do reflexo de Cristo, esconda-se no esconderijo do Altíssimo, lá, nenhuma avalanche do mal conseguirá de atingir. “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.” Salmo 91:01

Se os dias estão difíceis e a caminhada parece alongar-se mais, não temas, mas confie, há um Deus que contigo está, Ele é infalível em tudo o que faz, Ele não deixará que vacile os teus pés, que mortandade te atinja; que pestilência te alcance; que armas forjadas prevaleçam sobre ti, nem que palavras malignas te abatam.

O Senhor Teu Deus, tudo tem visto, Ele não deixará que teus acusadores prosperem; que os invejosos triunfem; que os corações perversos se sustentem; que os teus perseguidores se levantem. O Senhor teu Deus irá à tua frente, desfará os laços do passarinheiro, as emboscadas das trevas, interceptará os dardos inflamados do mal, despedaçará os grilhões do maligno, e te fará, muito mais, que um vencedor. “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.” Isaias 55:11

Confie em Deus, e prossiga; grande será a tua recompensa!

Pra. Elza Carvalho

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 25 de junho de 2016

OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS

O Reino de Deus é como o administrador de uma propriedade rural que saiu bem cedo de manhã a fim de contratar pessoas para trabalhar em sua vinha. Eles concordaram em receber uma moeda de prata por dia, e foram trabalhar.

Mais tarde, por volta das nove da manhã, o administrador viu alguns desempregados andando pela praça da cidade. Ele lhes propôs que fossem trabalhar em sua vinha a um preço justo. E assim foram.

O administrador fez o mesmo por volta do meio-dia e de novo às três da tarde. Às cinco horas, ele saiu e ainda encontrou homens desocupados. E perguntou a eles: “Por que estão aí o dia inteiro, sem fazer nada?”. Eles responderam: “Porque ninguém nos contratou”. Então, ele os contratou também para trabalhar na vinha.

Quando o expediente terminou, o proprietário da vinha instruiu seu capataz: “Chame os trabalhadores e pague o salário deles. Comece com os que foram contratados por último e prossiga até os primeiros”.

Os que foram contratados às cinco horas da tarde vieram e cada um deles recebeu o mesmo valor acertado com os primeiros.

Quando os que foram contratados primeiro viram isso, imaginaram que iriam ganhar mais. Contudo, receberam o mesmo valor.

Revoltados, reclamaram com o administrador: “O último grupo trabalhou apenas uma hora, e você pagou a eles o mesmo que nós, que trabalhamos como escravos o dia inteiro debaixo de um sol escaldante”.

Ele respondeu ao que falava em nome de todos: “Amigo, não fui injusto. Nós concordamos com esse valor, não concordamos? Então, pegue seu dinheiro e vá embora.

Decidi dar ao último grupo o mesmo que daria a você. Será que não posso fazer o que quero com meu dinheiro? Você vai se mostrar mesquinho por eu ter sido generoso?”. Aí está, mais uma vez, a Grande Inversão: os primeiros terminando por último, e os últimos terminando primeiro. Mateus 20.1-16

Cristo não administra o mundo consultando-nos, perguntando o que julgamos ser correto ou adequado. Naturalmente, fazemos nossa quota de queixas contra sua administração. Mas grande parte de nosso descontentamento, expresso como uma preocupação com a justiça, consiste somente em uma inveja desprezível e ciúme mesquinho.

Do que você não gosta em se tratando do modo como Deus administra as coisas?

Tu és preciso, Senhor, quando me perguntas: “Você se ressente de minha generosidade?”.

Não é fácil me acostumar com uma vida de misericórdia extravagante quando cresci em meio a cálculos meticulosos de direitos e benefícios. Amém.

Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 24 de junho de 2016

POR QUE DEUS PERMITE QUE COISAS BOAS ACONTEÇAM A PESSOAS MÁS?"

Esta questão é semelhante ao seu oposto: "Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam a pessoas boas?" Ambas as perguntas se referem ao que parece ser a injustiça desconcertante que testemunhamos todos os dias. O Salmo 73 é a nossa resposta às mesmas perguntas que atormentaram também o salmista. Encontrando-se em terrível angústia e agonia de alma, ele escreve: "Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos" (Salmo 73:2-3).

O autor deste Salmo era um homem chamado Asafe, um líder de um dos corais do templo. Obviamente, ele não era um homem rico, mas um que havia dedicado a sua vida ao serviço de Deus (veja 1 Crônicas 25). Mas, como nós, ele tinha passado por algumas dificuldades e questionou a injustiça de tudo. Ele observou as pessoas más ao seu redor vivendo por suas próprias regras e acumulando e desfrutando de toda a riqueza e prazeres do mundo. Ele se queixa: "Para eles não há preocupações, o seu corpo é sadio e nédio. Não partilham das canseiras dos mortais, nem são afligidos como os outros homens" (Salmo 73:4-5).


Asafe estava observando pessoas que não tinham problemas. Elas podiam pagar suas contas. Elas tinham muito para comer e uma abundância de luxos. Por outro lado, o pobre Asafe estava preso a dirigir o coral e tentar viver piedosamente. E para piorar as coisas, a sua escolha de servir a Deus não parecia estar lhe ajudando. Ele começou a invejar essas pessoas e até mesmo a questionar a Deus a respeito de por que permitiria tal coisa acontecer!

Quantas vezes nos encontramos na mesma situação que Asafe? Dedicamos nossas vidas a servir a Deus. Então observamos pessoas ímpias e perversas ao nosso redor obtendo novas posses, casas luxuosas, promoções no trabalho e roupas bonitas, enquanto lutamos financeiramente.

A resposta encontra-se no resto do salmo. Asafe invejou essas pessoas más até perceber uma coisa muito importante. Quando entrou no santuário de Deus, ele compreendeu plenamente o seu destino final: "Em só refletir para compreender isso, achei mui pesada tarefa para mim; até que entrei no santuário de Deus e atinei com o fim deles. Tu certamente os pões em lugares escorregadios e os fazes cair na destruição. Como ficam de súbito assolados, totalmente aniquilados de terror! Como ao sonho, quando se acorda, assim, ó Senhor, ao despertares, desprezarás a imagem deles" (Salmo 73:16-20). Aqueles que têm riquezas temporárias na Terra são na realidade mendigos espirituais porque não têm a verdadeira riqueza – vida eterna.

Há muitos momentos em que não entendemos o que está acontecendo conosco, nem entendemos como a providência divina funciona. Quando Asafe entrou no santuário de Deus, ele começou a ver que não havia necessidade de ter inveja da prosperidade dos ímpios porque a sua prosperidade era uma ilusão. Ele começou a compreender que o enganador antigo, Satanás, havia usado mentiras para distraí-lo da realidade de Deus.

Ao entrar no santuário, Asafe percebeu que a prosperidade é uma realização fugaz, como um sonho agradável que nos agrada apenas por pouco tempo, mas, quando despertamos, percebemos que não era real. Asafe repreende a si mesmo por sua própria estupidez. Ele admite ser "embrutecido e ignorante" ao invejar o ímpio ou ter ciúmes dos que perecem. Os seus pensamentos, em seguida, voltaram-se para a sua própria felicidade em Deus quando percebeu o quanto mais alegria, satisfação e verdadeira prosperidade espiritual ele tinha no Criador.

Podemos não ter tudo o que queremos aqui na terra, mas um dia iremos prosperar por toda a eternidade por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Sempre que somos tentados a experimentar o outro caminho, devemos lembrar que a outra estrada é um beco sem saída (Mateus 7:13). Mas o caminho estreito diante de nós através de Jesus é o único caminho que leva à vida eterna. Essa deve ser a nossa alegria e conforto. "Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra.... Os que se afastam de ti, eis que perecem; tu destróis todos os que são infiéis para contigo. Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no SENHOR Deus ponho o meu refúgio…" (Salmo 73:25, 27-28).

Não precisamos nos preocupar quando coisas boas parecem acontecer a pessoas ruins. Precisamos apenas manter o nosso foco em nosso Criador e entrar em Sua presença a cada dia através do portal da Sua Santa Palavra. Lá encontraremos a verdade, contentamento, riquezas espirituais e alegria eterna.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 23 de junho de 2016

SEM A PRESENÇA DE DEUS, NÃO DÁ

Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.

Dado ao grande número de erros que o povo de Israel, recém-liberto da escravidão do Egito, vinha cometendo no caminho rumo à Terra Prometida, Deus, no capítulo 34 de Êxodo, diz a Moisés que ao invés de continuar a caminhada com eles, mandaria em seu lugar um de seus anjos para guia-los e dar-lhes vitória sobre seus inimigos, pois é Deus fiel para cumprir com a promessa que havia feito aos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó.

Moisés, ao ouvir essa afirmativa da parte de Deus, começa a interceder para que o Senhor não se ausentasse do meio deles. Ele chega a radicalizar quando disse: “Sem tua presença não sairemos daqui”. Moisés, diante das muitas experiências que tivera com Deus, sabia o quão importante era ter sua presença nessa caminhada.

Mas, afinal de contas, o que o povo queria não era chegar e possuir a Terra Prometida, e isso Deus havia garantido que faria por meio de seu anjo, então, por que a presença dEle era indispensável?

A presença de Deus era indispensável na caminhada e na conquista, não porque elas corriam risco de não acontecer dada a ausência de dEle, mas porque a presença de Deus lhe daria mais do que a conquista da terra e bem-sucessão numa caminhada de perigos, a presença de Deus era a demonstração real, segundo o que cria Moisés, da Graça que concedia favores sem que houvesse motivos para eles (Ex 34.12–13).

Com a presença de Deus e a manifestação de Sua graça, Moisés sabia que poderia ter conquistas infinitamente maiores que as materiais. Por meio da graça, Deus lhes poderia mostrar o caminho que deveriam seguir para agradá-lo. Foi por meio dessa mesma graça que Moisés conseguiu ver o próprio Deus.

Não diferente da época retratada acima, existem poucas pessoas que valorizam a presença de Deus hoje em dia. O único que ansiava por ela, como visto no texto, foi Moisés. E ele intercedeu por isso. Esse povo que almejava somente a conquista, mais tarde precisou morrer para dar lugar a uma nova geração, porque eles não conseguiram transcender o natural e crer no sobrenatural, por mais que ele se manifestasse a eles todos os dias. Eles creram no relatório amedrontado dos espias, mas não conseguiram crer que o Senhor lhes daria vitória sobre as nações que habitavam a Terra Prometida.

Quando fazemos a opção de viver somente assimilando o natural e crendo através das possibilidades humanas de que as coisas de Deus podem ou não acontecer em nossas vidas, com toda certeza, morrermos no “deserto” sem que alcancemos uma promessa se quer. Precisamos viver o natural, mas saber que Deus, de maneira sobrenatural, pode fazer acontecer muitas coisas em nossas vidas.

Foi através de Abrão e Sara, uma mulher estéril, que Deus começou a constituir a Nação de Israel. Sara chegou a rir quando o Anjo do Senhor disse a Abrão, quando o casal já estava idoso, que ela teria um filho. E foi o que aconteceu.

Com Deus não inexiste possibilidades de cumprimento de suas promessas, por mais que elas pareçam absurdas do ponto de vista da lógica, a não ser que resolvamos nos ater e crer somente de maneira natural.

O natural é superado quando passamos a valorizar a presença sobrenatural de Deus e o enxergamos não somente pelos feitos, mas por aquilo que ele é. Israel viu a Deus somente pelos seus feitos, o que não pode provocar efeitos de fé, mas de insatisfação quando as cosias não ocorriam como eles queriam.

Devemos buscar experiências diretamente com Deus e não com seus feitos. Moisés buscou isso e obteve. Ele viu a Deus. O povo não viu a Deus, senão seus feitos: viram Faraó ser derrotado, o Mar Vermelho se abrir, comeram Maná, viam a Coluna de Fogo que os clareava durante a noite, viram água sair da rocha…

Não busque ou se contente com a intervenção do sobrenatural em sua vida, busque a presença de Deus, pois é ela que traz a graça que nos faz ir além das possiblidades, porque por é por meio dela que nós, meros seres errantes, conseguimos ter e obter mais do que ou simplesmente o que não merecemos

Fernando Pereira

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 22 de junho de 2016

MARCOS — JESUS, O SERVO SOFREDOR

Então ele [Jesus] começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do homem sofresse muitas coisas… fosse morto e três dias depois ressuscitasse. Marcos 8.31

O ponto central do Evangelho de Marcos é a cruz de Cristo. Quando os doze apóstolos compreenderam quem Jesus era e o confessaram como Messias, ele começou a ensiná-los sobre a cruz. Isso foi um divisor de águas no ministério de Jesus, bem como no Evangelho de Marcos.

Antes disso, Jesus havia sido aclamado como mestre e como curador popular. Ele, no entanto, não havia vindo para ser esse tipo de Messias.

Assim, daquele momento em diante, ele ensinou seus discípulos abertamente sobre a necessidade de seus sofrimentos e de sua morte.

Marcos registra que, em outras três situações distintas, Jesus solenemente predisse sua morte. Na verdade, aproximadamente um terço do Evangelho de Marcos é dedicado à sua paixão.

A essência do ensino de Jesus se encontra em sua declaração de que “era necessário que o Filho do homem sofresse”. Por que ele deve sofrer? Qual é a origem desse seu senso de obrigação?

É porque as Escrituras devem se cumprir. Por que, então, “o Filho do homem”?

Ao usar esse hebraísmo para designar ser humano, Jesus estava se referindo a Daniel 7. Nessa visão, “alguém semelhante a um filho de homem” (ou seja, uma figura humana) vem sobre as nuvens e se aproxima do Ancião de Dias (Deus). Ele então recebe autoridade e poder soberano, de modo que todas as pessoas o servirão, e seu reino jamais será destruído (Dn 7.13-14).

Jesus adotou o título (Filho do homem), mas mudou o seu papel. De acordo com Daniel, todas as nações o serviriam. De acordo com Jesus, ele tinha vindo para servir, e não para ser servido.

Na verdade, Jesus fez o que mais ninguém havia feito: ele fundiu as duas imagens do Antigo Testamento, a do servo que sofre em Isaías e a do Filho do homem que reina em Daniel, pois primeiro Jesus deve carregar os nossos pecados e apenas depois ressuscitar e entrar na glória.

E saiu Jesus, e os seus discípulos, para as aldeias de Cesaréia de Filipe; e no caminho perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? E eles responderam: João o Batista; e outros: Elias; mas outros: Um dos profetas. E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo. […] Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos. Dizia-lhes também: Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte sem que vejam chegado o reino de Deus com poder. Marcos 8.27-9.1


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 21 de junho de 2016

O QUE VOCÊ QUER DE DEUS?

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.” Mateus 06:7-8

Temos por costume, nos achegarmos diante de Deus com uma listra de pedidos, porém, constam mais coisas supérfluas do que necessárias; falamos desordenadamente tudo o que queremos que Deus faça para conosco, descarregamos nossa bagagem de qualquer forma, esperando que Deus esteja com as mãos abertas por baixo para agarra-las; “Mas faça tudo decentemente e com ordem.”  I coríntios 14:40

Certo que, a palavra nos diz: “invoca-me no dia da angustia eu te livrarei, e tu me glorificaras” Salmo 50:15, isto quer dizer; no momento em que se está angustiado, deve-se chamar por Ele, em seu favor, pedir-lhe reforço para sair daquele mal, mostrando-lhe a razão de se estar ali, justificando-se, ou seja, reconhecendo que não merece, que é culpado por estar naquela circunstância, mas, que precisa do auxílio Dele, para sair daquela situação.“No dia da minha angustia clamo a ti, porquanto me respondes.” Salmo 86:07

Porém, muitas vezes, nem nós mesmos sabemos o que queremos; hoje se quer, amanhã se não quer mais, somos relapsos em nosso querer, não sabemos se de fato o que pedimos, queremos; porque, em momentos nos desesperamos diante de Deus requerendo algo, mas, se a circunstância mudar, nós, mudamos também o nosso querer, e aquilo o qual almejamos tanto, não terá mais tanto valor, fica em segundo plano. Devido a isto, sendo Deus conhecedor de todo o futuro, do fim das coisas, já que lhes são reveladas antes de dar-se inicio, pois, tudo o que nasce, é porque já fora feito, criada por Ele, logo, tantas coisas que lhe pedimos, Ele não nos entrega, visto estarmos pedindo por caprichos do momento. “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.” Tiago 04:03

Quando a nossa solicitação diante de Deus confere com aquilo que Deus tem para nós, antes mesmo de acabarmos de pedir, já nos é remetido, pois, é desejo de Deus agir em nosso favor, é desejo de Deus cumprir as suas promessas, isto se, estivermos na legalidade do seu Espírito, debaixo das suas ordenanças, dentro da sua vontade.” E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos; porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.” I João 03:22

Assim sendo, certamente, muito mais do que lhe pedimos ou desejamos, Deus enviará para nós, porque diferente de nós, Deus não dá só o que foi pedido, não usa de mesquinhez. Ele completa, enche a aljava do necessário, para que haja total abastança, e, nunca mais, aquilo venha nos faltar. Deus tem prazer em fazer as nossas vasilhas transbordarem. “Daí, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo.”Lucas 06:38.

Precisamos é: sermos diretos, naquilo que queremos alcançar, agir como Deus age, sem rodeios, sem dar trégua para o inimigo se opor, acertarmos o nosso alvo; sermos específicos e claros, fazer encaixar a nossa vontade na vontade Dele, mostrar a Ele nossa necessidade, sem subterfúgios ou conversas paralelas, assim sendo, como Ele já sabe de tudo, apressuradamente, Ele ouvirá o nosso clamor, e derramará sobre nós, bênçãos, sem medidas. “E elas, e aos lugares ao redor do meu outeiro, eu porei por bênção; e farei descer a chuva a seu tempo; chuvas de benção serão.” Ezequiel 34:26

Fale diretamente com Deus aquilo que você precisa, e receba Dele a tua vitória. “Tu, ó Deus, mandaste a chuva em abundância, confortaste a tua herança, quando estava cansada.”Salmo 68:09

Pra. Elza Amorim Carvalho

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 20 de junho de 2016

UM CLAMOR PELA INTERVENÇÃO DE DEUS

“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada” (Sl 119.126).

O salmista, olha ao seu redor e vê sua nação mergulhada numa grande crise. Essa crise é resultado da apostasia religiosa e do colapso moral. A lei de Deus, reguladora da fé e conduta, estava sendo violada. Ainda hoje, essa crise permanece. A lei de Deus está sendo escarnecida. Os dez mandamentos estão sendo desprezados como coisa de nenhum valor. Por isso, também, devemos clamar por uma intervenção de Deus. Vejamos em que sentido a lei de Deus está sendo violada:

EM PRIMEIRO LUGAR, O ÚNICO DEUS ESTÁ SENDO SUBSTITUÍDO POR OUTROS DEUSES. O primeiro mandamento estabelece que há um só Deus. Os deuses dos povos foram criados pelo homem, mas o Deus verdadeiro é o criador, provedor e salvador do seu povo. Nele devemos colocar nossa confiança. Fora dele não há salvação.

EM SEGUNDO LUGAR, O CULTO ESPIRITUAL ESTÁ SENDO CORROMPIDO PELA IDOLATRIA. O segundo mandamento mostra que o único Deus vivo e verdadeiro deve ser adorado da maneira que ele mesmo prescreve em sua palavra. Portanto, toda forma de idolatria é uma deturpação do culto. Deus não busca adoração, mas adoradores que o adorem em espírito e em verdade.

EM TERCEIRO LUGAR, O NOME DE DEUS TEM SIDO DESONRADO PELA FALTA DE REVERÊNCIA. O teceiro mandamento revela que o nome de Deus deve ser santificado. Tomar seu nome em vão é desonrar a Deus, utrajar sua glória e ofender sua santidade. Palavras imorais, piadas indecorosas e expressões desprovidas de reverência com o santo nome de Deus é uma ofensa ao Altíssimo.

EM QUARTO LUGAR, O DIA DO SENHOR TEM SIDO DESPREZADO PELA SECULARIZAÇÃO. A sociedade está cada vez mais secularizada. Os homens esquecem-se de Deus, buscam seus próprios interesses e fazem isso, inclusive, no dia que Deus reservou para o seu povo adorá-lo. A guarda do dia do Senhor nos foi dada para nosso deleite em Deus e o nosso descanso das lides da vida.

EM QUINTO LUGAR, OS PAIS TÊM SIDO DESONRADO PELOS FILHOS EM NOSSA GERAÇÃO. Honrar pai e mãe é o caminho da longevidade e da prosperidade. Honrar pai e mãe é um gesto que agrada a Deus, fortalece a família e abençoa a sociedade.

EM SEXTO LUGAR, A VIDA HUMANA ESTÁ SENDO BANALIZADA. O sexto mandamento trata da sacralidade da vida. Só Deus tem poder para dar a vida e autoridade para tirá-la. Somos guardiões do próximo e não seus flageladores. Não podemos tirar do próximo o seu bem maior, a própria vida.

EM SÉTIMO LUGAR, A HONRA DO PRÓXIMO ESTÁ SENDO AVILTADA. Os valores morais estão de ponta-cabeça nessa sociedade hedonista e imoral. O aviltamento do sexo, o incentivo ao adultério e a prosmicuidade dos costumes aproxima nossa geração de Sodoma e Gomorra.

EM OITAVO LUGAR, A HONESTIDADE NO TRATO COM DINHEIRO ESTÁ EM FRANCO DECLÍNIO. Depois que a lei de Deus tratou do respeito à vida e à honra do próximo, o oitavo mandameneto lida com o respeito aos bens do próximo. Em vez de roubar, o homem deve trabalhar. Em vez de usar de espertezas para saquear o alheio, o homem deve socorrer os necessitados.

EM NONO LUGAR, O NOME DO PRÓXIMO TEM SIDO ENLAMEADO PELA MALEDICÊNCIA. O nono mandamento lida com a honra ao nome do próximo. Em vez de falar mal, devemos considerar uns aos outros em honra. Em vez de desmerecer o próximo com calúnias mordazes, devemos abençoá-lo com atitudes nobres.

EM DÉCIMO LUGAR, DESEJAR ILICITAMENTE O QUE É DO PRÓXIMO É FAZER DO CORAÇÃO UM LABORATÓRIO DE CRIMES. O décimo mandamento é o único do decálogo que é subjetivo. Deus considera não apenas nossas ações, mas, também, nossas motivações. Ele vê não apenas nossos atos, mas, também, perscruta nossas motivações.

Em face do exposto, devemos também clamar: “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 19 de junho de 2016

MÚSICA, SHOW OU ADORAÇÃO?

Em nossos dias, muitas pessoas confundem adoração com show, com cantar bonito, com espetáculo, com gravar CD e com ganhar cachê. Mas por trás de toda essa onda de falsa adoração sabemos o que se esconde: a síndrome de Lúcifer que sempre leva o homem a querer ser adorado e exaltado.

Muitas pessoas ficariam espantadas se descobrissem que a música entoada por muitos cantores famosos nem sequer passa do teto da igreja. Se pararmos para analisar as coisas descobriremos que os cânticos entoados hoje em dia mais seguem a tendências criadas pelo mundo e adotadas pelas igrejas do que propriamente louvor de verdade.

1. QUEM É O ADORADOR?
O adorador é aquela pessoa que confessou a Jesus como seu Senhor e se submeteu ao governo divino (Hb. 13.15-17). A pessoa que louva a Deus não pode usar seus lábios para falar qualquer palavra que seja desagradável a Deus. O louvor é um modo de elogiar a Deus por suas características tão maravilhosas, como poderemos elogiar a Deus com nossos lábios e depois usarmos os mesmos lábios para falar coisas que entristecem o coração de Deus? Não se pode servir a dois senhores.

O salmista se preocupava com seus lábios por isso orou a Deus pedindo para que seus lábios sempre falassem palavras que fossem aceitas por Deus (Sl. 19.14). Então nos lábios de quem louva deve sempre estar às palavras que são como perfume ao olfato de Deus e não como coisas podres.

Quem louva deve também está sempre pronto para lutar contra tudo o que se levanta contra o conhecimento de Deus (Sl. 149.6). Cantar até passarinho canta, mas adorar apenas quem nasceu de novo consegue!

2. A VIDA DO ADORADOR
A vida de quem adora precisa ser limpa dos pecados, especialmente aqueles cometidos com a boca e com o coração. Quando Isaías se encontrou com Deus, a única parte do seu corpo que Deus tocou foi a sua boca (Is. 6.6), sabe por quê? Porque para Deus uma pessoa que tem os lábios sujos não serve para lhe prestar serviços. Quando é que uma pessoa possui lábios impuros?

a) Quando ela mente – As palavras que saem da boca de uma pessoa revela de quem essa pessoa é filha, quem fala a verdade mostra que é filho de Deus (Sl. 15.1-2), mas quem fala mentiras revela que na verdade é filho do Diabo (Jo. 8.44) aos mentirosos está reservado o inferno (Ap. 21.8).

b) Quando ela fala palavras torpes – as pessoas que falam palavras de louvor a Deus e com esses mesmos lábios falam palavras torpes, indecentes e palavrões além de estarem entristecendo o coração de Deus (Mt. 12.34), estão também condenando as suas almas ao inferno (Mt. 12.36,37).

3. A APARIÇÃO PÚBLICA DO ADORADOR
Infelizmente muitas igrejas estão se tornando em palcos para apresentação de talentos humanos e nada mais que isso. Há igrejas aonde o palco é cuidadosamente decorado com refletores coloridos, máquinas de gelo seco, fumaça, globos de luzes, etc. nós bem sabemos que tudo isso é herança que as igrejas tomam emprestado do mundo. Esse tipo de acessório é peculiar dos antigos palcos de rock e de boates e discotecas. Mas o cristão que de fato quer adorar a Deus foge de tais coisas, pois toda essa parafernália serve apenas para chamar a atenção das pessoas para o ser humano que está ali na frente posicionado e não permite que Deus apareça, apenas o homem.

Então quem ministra louvor na igreja deve ter todo cuidado para não imitar os artistas famosos mesmo aqueles que dominam o mundo gospel. Jesus disse que o perfeito louvor é aquele que sai da boca das crianças, ou seja, é aquele simples, vazio de vaidades e vanglórias.

Por todas essas razões quem louva deve se portar com decência no seu vestuário, no modo como e comporta e, sobretudo no tipo de musica que trás para dentro da casa de Deus. É triste que os cantores evangélicos estejam procurando a todo custo imitar os mundanos. Eles arrepiam seus cabelos para se parecerem com os cantores ímpios, se vestem como eles, fazem parodias com suas musicas e até os convidam para participarem da gravação de seus CD´s. Eles perderam noção do que fazer e do que não fazer nas ministrações.

Pr. Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini

Graça e Paz