quinta-feira, 15 de setembro de 2016

QUAL CAMINHO ESCOLHER?

Qual é o homem que teme ao SENHOR? Ele o ensinará no caminho que deve escolher. Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz, para o meu caminho (Salmo 25:12 e 119:105; Atos 2:28).

Quando eu e minha família vamos excursionar no campo, sempre nos deparamos com várias encruzilhadas e hesitamos qual caminho devemos tomar. Para não nos perdermos, usamos um mapa detalhado e seguimos os marcos indicados no caminho.

No âmbito espiritual, de igual modo os filhos de Deus dispõem de recursos para tomar boas decisões, as que são importantes para toda a vida: escolha do cônjuge, da profissão ou do lugar de moradia.

A Bíblia, a Palavra de Deus, é o “mapa” de orientação geral. Nela talvez não encontremos por escrito uma resposta literal a todas as nossas indagações, mas se a lermos, orando para que o Espírito Santo abra nosso entendimento, nos impregnaremos dos pensamentos de Deus. É como uma criança que sabe qual atitude seus pais tomariam em determinada situação. A isto o apóstolo chama de estar cheio do conhecimento da vontade de Deus (Colossenses 1:9).

Porém, temos também à nossa disposição um segundo recurso: a oração, para pedir a Deus que nos revele Sua vontade em situações concretas. E a nossa atitude deve ser a de abandonar nossa vontade pessoal e esperar de fato Suas respostas. Dessa maneira, Deus se encarregará de demarcar nosso caminho, mostrando-nos o que escolher. Leiamos atentamente Sua Palavra e esperemos antes de agir, para que não nos arrependamos e depois culpemos a Deus (Provérbios 19:3)!

Instruir-te-ei e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti (Salmo 32:8-9).

O crente tem recursos para tomar boas decisões: a Palavra de Deus, que lhe ensina; também dispõe da oração para conhecer o caminho que se deve seguir. Então, como devemos interpretar as situações que nos apresentam? É correto pensar que sempre existe uma aprovação divina quando as coisas parecem agradáveis, e que existe um desaprovação sistemática quando as circunstâncias são contrárias? Não!

Quando o profeta Jonas desobedeceu a Deus ao se recusar a ir para Nínive, encontrou no momento oportuno um barco que ia na direção oposta (Jonas 1:3). Por outro lado, quando o apóstolo Paulo pregava o evangelho em Éfeso, tinha muitos adversários, contudo, seu ministério era eficaz (1 Coríntios 16:9).

No caso de Jonas, as circunstâncias foram momentaneamente favoráveis, mesmo quando estava fazendo sua própria vontade, desafiando a Deus. Para Paulo a presença de adversários seguramente era uma carga difícil de suportar; no entanto, contava com a aprovação de Deus no ministério que estava desempenhando.

Deus pode usar situações adversas para impedir que continuemos a fazer nossa própria vontade, mas não devemos descansar neste pensamento. Temos que buscar todos os dias a Sua vontade e andarmos nela.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini

Graça e Paz