quarta-feira, 30 de novembro de 2016

UMA SÉRIA ADVERTÊNCIA

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece (João 3:36).

Um crente estava pregando na rua, quando alguém da multidão que ouvia o interrompeu: “Onde é o inferno?” O pregador não se distraiu. Ele continuou dizendo a seus ouvintes o que a Bíblia diz sobre o julgamento vindouro.

Mas ele também mostrou-lhes como a salvação pode ser encontrada em Jesus Cristo, o Salvador do mundo.

“Onde é o inferno?” gritou a voz da multidão mais uma vez. “Eu lhe fiz uma pergunta. É óbvio que você não pode responder”. – “Sim, eu posso”, respondeu o pregador,

“O inferno está no fim de uma vida sem Deus e sem Jesus Cristo”.

Muitas vezes ouvimos a palavra inferno proferida no dia-a-dia. As pessoas a usam para descrever tudo o que é realmente desagradável. Ela está na boca de todos.

A Bíblia, no entanto, nunca usa o termo para descrever qualquer condição na terra. É, antes, a expressão para o destino final daqueles que se recusam a crer no Filho de Deus e não querem servi-Lo.

O próprio Cristo falou repetidamente sobre o inferno. Ele disse: “Não temais os que matam o corpo… Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei” (Lucas 12:4-5).

Ele estava se referindo a Deus. Que aviso sério e urgente!

É uma advertência decorrente de amor, pois o Filho de Deus, que falou estas palavras, deu a Sua vida por nós, para que nunca cheguemos a este destino terrível. Então, todos devem recebê-Lo em sua vida pela fé!

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A FÉ CRISTÃ

A fé é um dos principais fundamentos da religião cristã. Todo homem possui a capacidade de crer. A Bíblia define a fé nestes termos: A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das que não se vêem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho.Hebreus11:2.

1- A FÉ CRISTÃ BASEIA-SE NAS SAGRADAS ESCRITURAS. A BÍBLIA.

a- Jesus Cristo sempre citou a Bíblia.  … E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus… Lucas 4: 1-13

b- Jesus Cristo sempre atestou a superioridade das Sagradas Escrituras. Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. Mat. 22:29; Mateus, 24:35; João 5:39; João 10:35; II Timoteo 3:16.

2- JESUS CRISTO É O AUTOR E O CENTRO DA FÉ CRISTÃ.

a- Ele é antes de todas as coisas. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:2-3; Col. 1:15-17

b- Ele é o anunciado pelos profetas. E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz; Mat. 1:21-22; Marcos 1:1-2; Lucas. 4: 14-21

c- Ele é o redentor da humanidade. Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra. Isaías 54:5; Romanos 3:24; Colossenses 1:14

3- A RESSURREIÇÃO E A VIDA ETERNA SÃO AS MAIORES ESPERANÇAS DA FÉ CRISTÃ.

Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. I Cor. 15:20-22; I Cor 15:17-20

4- A ESPERANÇA CRISTÃ ESTÁ NOS CÉUS.

Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. João 14:1-3; Filip. 3:20; Hebreus 11:16.

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

LIBERTAÇÃO DA SUPERSTIÇÃO E DA FEITIÇARIA

Milhões de pessoas estão sob o domínio do diabo — sem sabê-lo. Todo aquele que busca refúgio nos tenebrosos poderes das trevas com qualquer pergunta, uma doença ou um problema, ao invés de dirigir-se ao Deus vivo, entrega-se ao diabo e fica sob seu domínio.

Sabemos bem que todo aquele que toca a rede elétrica de alta-tensão, sucumbe sem consideração ao seu efeito fatal — não interessando se ele “só queria experimentar uma vez” se o fez “só por brincadeira” ou se achou que “uma vez só não faz mal”. Com a mesma certeza, todo aquele que entra nos domínios do diabo fica sob o seu poder.

O QUE É SUPERSTIÇÃO E FEITIÇARIA?
É uma terrível “lista negra” de coisas, que parecem inofensivas para muitos —, mas que mesmo assim são iscas do diabo, para apanhar e destruir almas humanas:

Tudo que deve trazer sorte ou azar nos faz dependentes de poderes das trevas. Qualquer tipo de adivinhação — também o uso de pêndulos e a crença no horóscopo, arrastam-nos para o domínio do diabo. Pais e mães pecam — frequentemente sem sabê-lo, contra seus filhos, colocando-os sob o domínio de Satanás através de práticas supersticiosas ou através do “benzimento”.

ONDE HÁ SUPERSTIÇÃO E FEITIÇARIA EM TUA VIDA?
A maioria das pessoas descobrirá os negros vestígios da ação diabólica em sua vida, logo que se colocarem sob a clara luz da palavra de Deus.

O diabo tem direito adquirido sobre todo homem que pratica superstição e feitiçaria — ele domina seu corpo, sua alma e seu espírito. Na maioria dos casos surge uma pressão sobre o espírito — acaba a fome pela Palavra de Deus — os instintos animalescos ficam fortes — os nervos falham — lentamente o homem é arruinado pelo medo, e ele começa a ter pavor desvairado da morte — da hora em que se realizará o acerto de contas do diabo e o espírito do homem irá para o abismo.

O QUE DEUS, O SENHOR, DIZ SOBRE FEITIÇARIA E SUPERSTIÇÃO?
Todo aquele que quiser, pode conhecer o julgamento do Deus vivo Todo- poderoso sobre feitiçaria e superstição: “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz  tal coisa é abominação ao Senhor; e por essas abominações o Senhor teu Deus os lança de diante de ti” (Deuteronômio 18.9-12).

Portanto, é bem possível receber respostas sobre o futuro através desse caminho diabólico. É possível curar doentes por meio de poderes diabólicos. É possível consultor os mortos. Mas aquele que o faz é uma abominação ao Senhor. Desse modo ele sucumbiu ao poder da mentira, às trevas diabólicas, e vai pagar caro o dom enganoso de Satanás.

EXISTE ALGUMA SALVAÇÃO?
Ninguém pode libertar-se sozinho do domínio de Satanás! Só existe um que é o mais forte — e que venceu o forte: Jesus Cristo, o Filho de Deus. Isto é a maravilhosa e libertadora mensagem de vitória do evangelho:

“Para isto se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo” (1 João 3.8). Ele veio para que “destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” (Hebreus 2.14-15). Ele “despojando os principados e aspotestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz” (Colossenses 2.15).

O QUE DEVEMOS FAZER?
Levar profundamente a sério o pecado do superstição. Deixar que o Espírito de Deus revele onde houver o menor vestígio desse pecado em tudo vida. Diante da face de Deus, olhar para trás até à infância!

Confessar esse pecado como abominação diante do Senhor Jesus, o Salvador pessoal, e crer no seu sangue derramado, que purifica de todo pecado. A palavra de Deus, que – não mente -, garante-nos que Jesus Cristo levou em nosso lugar também o pecado da superstição e da feitiçaria, pois ele tomou sobre si o pecado do mundo e o tirou. Seu sangue é mais poderoso e forte do que todo pecado, e o extirpa completamente. Creia na Palavra, que diz a ti: ”o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7). “O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.5).

Jesus Cristo não somente perdoa o pecado, mas ele também liberta do poder do pecado e das algemas de Satanás. Ele entregou sua vido para nos libertar da escravidão do diabo. Ele nos resgatou pelo seu próprio sangue, o preço foi pago, estamos livres! Temos nas mãos a carta de alforria, que diz: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8.36). “Porque fostes comprados por bom preço” (1Coríntios 6.20).

Completamente livre! Uma grandiosa mensagem para prisioneiros, que viviam no medo do escravo. Apoiemo-nos na sua garantia, que sua Palavra nos dá, e agradeçamos porque ele te deu a liberdade. O diabo não tem mais direito sobre nós. Ele é um inimigo vencido, que é afugentado pelo nome de Jesus Cristo.

Entregando nossa vido completamente ao domínio de Jesus, Satanás não continua com nenhuma área da vida em suas mãos! Somente aquilo que é governado por Jesus Cristo, está completamente seguro do inimigo. Aquele que permanece nele, está seguro numa fortaleza — e o diabo não pode tocá-lo!

Este é um fato que a Bíblia confirma e que podemos experimentar diariamente: “Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Coríntios 15.57).

Fonte: Folheto evangelístico do ministério Aconselhamento Bíblico, Dra. Gertrud Wasserzug.

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 27 de novembro de 2016

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A IRA?

Lidar com a ira é um tópico muito importante. Um conselheiro experiente disse que 50% das pessoas que vieram ao seu consultório para aconselhamento tinham problemas com ira. Ela pode destruir a comunicação e acabar com relacionamentos, além de arruinar a alegria e saúde de muitos.

É muito comum que pessoas tentem justificar sua ira, ao invés de aceitar a responsabilidade por seu comportamento. Há um tipo de ira que a Bíblia chama de indignação justa, mas ela não deve ser confundida com a ira da qual estamos falando aqui. 

EM PRIMEIRO LUGAR, IRA NEM SEMPRE É UM PECADO.
Deus é raivoso (Salmo 7:11; Marcos 3:5), e os crentes são comandados a se irarem (Efésios 4:26). Duas palavras gregas são usadas no Novo Testamento para a nossa palavra “ira”. Uma (orge) significa “paixão, energia”; a outra (thumos) significa “agitado, fervendo”. O dicionário Webster define a ira como “emoção excessiva, paixão despertada por um sentimento de injustiça ou erro”; essa injustiça pode ter sido contra nós ou outra pessoa.

Biblicamente falando, a ira é uma energia dada por Deus para nos ajudar a resolver problemas. Exemplos de ira bíblica incluem Paulo confrontando Pedro por causa de seu mau exemplo em Gálatas 2:11-14, Davi estando chateado ao escutar o profeta Natã narrando sua injustiça (2 Samuel 12) e Jesus ficando irado pela forma em que alguns judeus tinham defamado o louvor no templo de Deus em Jerusalém (João 2:13-18). Note que nenhum desses exemplos de ira envolveram auto-defesa, mas defesa de outras pessoas ou de um princípio.

No entanto, a ira se torna um pecado quando é causada por motivos egoístas (Tiago 1:20), quando o objetivo de Deus é destorcido (1 Coríntios 10:31), ou quando a ira permanece por muito tempo (Efésios 4:26-27). Ao invés de usar a energia gerada pela ira para atacar o problema em mão, a pessoa é que acaba sendo atacada.

Efésios 4:15, 19 diz que devemos falar a verdade em amor e crescer em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, e não permitir com que palavras insensíveis ou destrutivas saiam de nossas bocas.

Infelizmente, esse falar venenoso é uma característica comum do homem pecador (Romanos 3:13-14). A ira se torna um pecado quando permitimos com que transborde sem limites, resultando em um cenário no qual todos presentes se machucam (Provérbios 29:11), devastando tudo e todos, com consequências irreparáveis.

A ira também se torna um pecado quando o que está irado se recusa a se acalmar, e acaba guardando rancor ou mágoas dentro de si (Efésios 4:26-27). Isso pode causar depressão e irritabilidade com qualquer coisinha, geralmente com coisas que não tinham nada a ver com o problema original. 

PODEMOS LIDAR COM A IRA DE UMA FORMA BÍBLICA:

1) AO RECONHECER E ADMITIR QUE NOSSA IRA E A FORMA NA QUAL LIDAMOS COM ELA SÃO EGOÍSTAS (Provérbios 28:13; 1 João 1:9). Essa confissão deve ser a Deus e àqueles que se machucaram como resultado de nossa ira. Não devemos minimizar esse pecado e dizer que “as coisas esquentaram um pouco o outro dia” ou ao tentar transferir a culpa: “bem, se você não tivesse agido do jeito que agiu...”

2) AO VER QUE DEUS TEM CONTROLE SOBRE TUDO.
Isso é de grande importância especialmente quando outras pessoas fizeram algo para nos ofender especificamente. Tiago 1:2-4; Romanos 8:28-29 e Gênesis 50:20 apontam ao fato de que Deus é soberano e em total controle sobre TODAS as cirscunstâncias e pessoas que cruzam nosso caminho. Nada acontece conosco que Ele não permite.

E assim como todos esses versículos ensinam, Deus é um Deus BOM (Salmo 145:8,9,17) que faz coisas boas e usa todas as coisas em nossas vidas para o nosso bem e para o bem daqueles que estão ao nosso redor! Refletir nessa verdade até que penetre nossas cabeças e corações vai influenciar como reagimos com aqueles que nos machucaram muito. 

3) AO DAR ESPAÇO PARA A IRA DE DEUS.
Isso é especialmente importante em casos de injustiça, especialmente quando executados por homens “malignos” a pessoas “inocentes”. Gênesis 50:19 e Romanos 12:19 nos dizem que não devemos fazer o papel de Deus. Deus é correto e justo, e podemos confiar que Aquele que conhece tudo e vê tudo vai agir justamente (Gênesis 18:25). 

4) AO NÃO RETORNAR MAL AO INVÉS DO BEM (Gênesis 50:21; Romanos 12:21).

Isso é de grande importância para converter nossa ira em amor. Assim como as nossas ações se originam em nossos corações, assim também nossos corações podem ser alterados por nossas ações (Mateus 5:43-48). Isso quer dizer que podemos mudar nossos sentimentos em relação a uma pessoa ao mudar como escolhemos agir ao redor dessa pessoa. 

5) AO ESCOLHER SE COMUNICAR BEM PARA RESOLVER O PROBLEMA. Há quatro regras básicas para comunicação, de acordo com Efésios 4:15,25-32:
a) Seja honesto no seu falar (Efésios 4:15,25). As pessoas não podem ler nossas mentes. Fale a verdade EM AMOR. 
b) Não acumule (Efésios 4:26-27). Não devemos permitir que o que está nos incomodando acumule até que finalmente perdemos o controle. Compartilhar e lidar com o que está nos incomodando antes de chegar a esse ponto é muito importante. 
c) Ataque o problema, não a pessoa (Efésios 4:29,31). Devemos manter o volume de nossa voz baixo (Provérios 15:1). Gritaria é geralmente considerada uma forma de ataque. 
d) Aja, não reaja (Efésios 4:31-32). Por causa de nossa natureza pecaminosa, nosso primeiro impulso é geralmente pecaminoso (verso 31). O tempo que passamos “contando até dez” deve ser usado para refletir em uma resposta que agrada a Deus (verso 32) e para nos lembrar que a ira deve ser usada para resolver problemas, não para criar outros problemas maiores. 

6) Em último lugar, DEVEMOS FAZER A NOSSA PARTE PARA RESOLVER O PROBLEMA (Atos 12:18).
Não podemos controlar como outras pessoas vão responder, mas podemos cuidar do que deve ser mudado da nossa parte. Superar um temperamento explosivo não vai acontecer da noite para o dia.

No entanto, através de orações, estudos Bíblicos e dependência do Espírito Santo de Deus, podemos ter vitória. Assim como talvez nós deixamos com que a ira fizesse parte de nossas vidas através de prática habitual, também precisamos praticar responder da forma correta até que se torne um novo hábito que substitui os velhos hábitos. Leia a seguir alguns versículos do livro de Provérbios que lidam com o tópico da ira:
6:34 - ... porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança.

14:17 - Quem facilmente se ira fará doidices; mas o homem discreto é paciente.
14:29 - Quem é tardio em irar-se é grande em entendimento; mas o que é de ânimo precipitado exalta a loucura.
15:1 - A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
15:18 - O homem iracundo suscita contendas; mas o longânimo apazigua a luta.
16:32 - Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade.
19:11 - A discrição do homem fá-lo tardio em irar-se; e sua glória está em esquecer ofensas.
19:19 - Homem de grande ira tem de sofrer o castigo; porque se o livrares, terás de o fazer de novo.
22:24,25 - Não faças amizade com o iracundo; nem andes com o homem colérico; para que não aprendas as suas veredas, e tomes um laço para a tua alma.
27:4 - Cruel é o furor, e impetuosa é a ira; mas quem pode resistir à inveja?
29:8 - Os escarnecedores abrasam a cidade; mas os sábios desviam a ira.
29:22 - O homem iracundo levanta contendas, e o furioso multiplica as transgressões.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 26 de novembro de 2016

ELE PODIA TER DESISTIDO

Ele podia ter desistido. Ninguém saberia o contrário. Jesus podia ter desistido.

Uma olhada no útero podia tê-lo desencorajado. Deus é desenfreado como o ar e ilimitado como o céu. Ele diminuiria seu mundo para o ventre de uma moça por nove meses?

Ele podia ter desistido. Se não, Ele podia ter pelo menos parado repentinamente. Ele teria que se tornar humano? Que tal ser luz? É uma idéia. O céu podia abrir, e Cristo podia cair na Terra em forma de uma luz branca. E então na luz podia ter uma voz, uma voz como um estrondo, um trovão, de bater os dentes. Agitada em uma rajada de vento e os anjos como acompanhamento, e o mundo inteiro é avisado.

E a estrebaria? Não é outra razão para Cristo desistir? As estrebarias são fedidas, sujas. Como eles irão cortar o cordão umbilical? E quem vai cortá-lo? José? Um carpinteiro insignificante de uma cidade pequena? Não existe um pai melhor para Deus? Alguém com educação, uma linhagem. Alguém com um pouco de influência? Esse sujeito não pôde nem arrumar um quarto de hotel. Você acha que ele tem o necessário para ser o pai do Criador do Universo?

Jesus podia ter desistido. Imagine a mudança que teria que fazer, a distância que teria que percorrer. O que seria tornar-se humano?

O amor vai até o fim... e Cristo saiu da eternidade ilimitada para ser limitado pelo tempo para tornar-se um de nós. Ele não precisava. Ele podia ter desistido. Em qualquer fase ao longo do caminho ele podia ter abandonado.

Quando Ele viu o tamanho do útero, podia ter parado.

Quando viu quanto sua mão iria ser pequena, quão suave sua voz iria ser, quão faminta sua barriga iria estar, podia ter parado.

No primeiro cheiro da fedida estrebaria, na primeira rajada de vento frio. Na primeira vez que arranhou seu joelho ou assoou seu nariz ou comeu pão queimado, podia ter virado e ido embora.

Quando viu o chão sujo da sua casa em Nazaré.

Quando José deu um trabalho para fazer.

Quando seus companheiros de escola dormiam durante a leitura do Torá, o seu Torá.

Quando o vizinho tomou seu nome em vão.

Quando o fazendeiro preguiçoso culpou Deus por causa da sua colheita pobre.

Em qualquer momento Jesus podia ter dito: “É isso! Já chega! Estou indo pra casa.” Mas Ele não fez isso.

Ele não fez, porque Ele é amor. E “o amor... tudo suporta” (I Cor.13:4-7).

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

VERDADEIRA LIBERDADE

Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.(Gálatas 5.1)

O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

MAS O QUE SIGNIFICA ESSA LIBERDADE CRISTÃ?
Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito.

A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.

Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”, escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne” (Gl 5.13).

Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16).

Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los.

De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.

Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’” (v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.

A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. … Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. … Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Gálatas 5.1-15

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

SINAIS DOS TEMPOS

"Os sinais da sua vinda mais se mostram cada vez. Vencendo vem Jesus". Este é parte do texto de um hino composto por Lutero. Não me lembro exatamente quando, mas, considerando que a data da reforma, está aí na casa dos 500 anos. Jesus disse que à medida em que o tempo final se aproximar, os falsos profetas se multiplicarão e dirão assim: olha ele ali, veja mais para lá, não, está mais adiante (Mt 24),

Na época em que estudava no Seminário, dizia-se muito, que Jesus estava para voltar a qualquer momento. Jesus prometeu que a geração que presenciar o florescimento da Figueira (símbolo de Israel), presenciará estas ocorrências. Resta saber, se a figueira floresceu em 1948, quando a ONU lhe devolveu o estatus de nação, ou quando ocupar toda a Terra que lhe foi prometida.

O desenho do mundo para o tempo do arrebatamento inclui Israel assentado no território que a ele foi dado por Deus e não pela ONU. Hoje não ocupa nem 15% deste território. Terá de haver muita luta ali para acontecer a reocupação total. E será exatamente esta luta, que se transformará no Armagedom (Leia Mt 24 inteiro).

Lembre-se de que depois do arrebatamento da Igreja, Israel, será novamente a essência da videira e retornará ao centro das ações de Deus na Terra (leia Rm 9-11).

Jesus disse que vem como um ladrão, sem que estejamos esperando, e este evento é anunciado demais. O diabo infiltrou em nosso meio agentes capazes de fomentar falsas esperanças, e criar falsas esperanças é de grande interesse para o diabo.

Cá entre nós, a lua avermelhada está muito distante de ser algo parecido com lua de sangue, conforme está descrita na Bíblia. 

O mapa profético desenhado na Bíblia descrevendo o mundo dos últimos tempos não parece totalmente terminado. No entanto alguém pode estar interpretando tudo isso, erroneamente, inclusive eu. Por isso, precisamos estar preparados para o caso de ter havido algum cochilo teológico de todos nós.

E se ele tivesse vindo ontem, hoje pela manhã, ou à noite e nos encontrasse espiritualmente adormecidos? Ele disse que quando acontecer, haverá uma aparente situação de paz e segurança, mas na realidade ocorrerá uma repentina destruição.

Ubirajara Crespo

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

UMA CHAMADA RADICAL

E, andando junto do mar da Galiléia, viu Simão, e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. E Jesus lhes disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens. E, deixando logo as suas redes, o seguiram. E, passando dali um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes, E logo os chamou. E eles, deixando o seu pai Zebedeu no barco com os jornaleiros, foram após ele. (Mc .1.16-20)

Desde a cena à margem do mar da Galiléia até à cena da chamada e envio dos discípulos, os Evangelhos não escondem que entre a multidão de seguidores havia os comprometidos com um compromisso radical. Um texto que ilustra isso é o do jovem rico. Afinal ninguém pode servir a dois senhores (Lc 18.18-23; Mt 6.24).

Jesus não fundou comunidades locais, mas deu origem a um movimento de carismáticos itinerantes. O movimento de Jesus é, antes de tudo, uma desestabilização da religião institucionalizada na sinagoga e no templo. Os discípulos primitivos tornaram-se apóstolos que, itinerantes, andavam de lugar em lugar, sempre em busca de simpatizantes ou prosélitos à sua pregação. Num primeiro momento, dentro do Judaísmo; depois, fora dele. 

É curioso notar que, no relato introdutório de Atos, a igreja primitiva de Jerusalém foi dirigida por doze apóstolos (cf. At 1.12ss). Lucas projeta no passado seu ideal presente de uma igreja dirigida por um colegiado. Fato que é visto contrariamente nas alusões de Paulo à igreja de Jerusalém, pois, em sua visita, três anos depois, ele não encontrou senão a Pedro (cf. Gl 1.18). Onde estavam os demais? A resposta é que estavam pregando e curando, à luz do que Jesus havia feito e recomendado que eles fizessem (cf. Mc 3.13ss ou Lc 10.1-11).

Numa segunda viagem, Paulo encontra as três colunas (cf. Gl 2.9). O grupo dos doze ou dos 120 dispersou-se logo no início do Cristianismo, tornando-se uma comunidade de itinerantes. O próprio ministério de Paulo revestiu-se dessa característica. Essa característica de Jesus e de seus discípulos tem um contorno sociológico. 

Os discípulos, com nítidas características carismáticas, são os moldadores das tradições mais antigas, e constituem o pano de fundo social de uma parte significativa da tradição sinótica. Seus esforços pela recuperação das palavras (logias) de Jesus, através de citações em suas pregações missionárias, representam a melhor fonte do que hoje se convencionou chamar de Evangelho anterior aos evangelhos.

Podemos dizer que certas ordens de Jesus como Rabi, a esses discípulos, são por eles perpetuadas em seus comportamentos e formas de convívio social, pois foram eles que praticaram e transmitiram tais palavras. Foram eles que deram as bases missionárias e que fundaram igrejas como Samaria, Cesaréia, Antioquia e Damasco.

O mais interessante nesse movimento missionário dos discípulos são as normas éticas, porque fazem referências diretas ao comportamento dos seguidores de Jesus, mesmo em estilo missionário. Nesta ética, encontra-se o fundamento sociológico, com sérias implicações político-econômicas, pois envolvem renúncia a lugar estável (cf. Mt 8.20), à família (cf. Mt 10.37-39), à prosperidade (cf. Mt 4.22; 19.37), e ao sustento (cf. Mt 6.25-33; 10.8-10).

Paulo Lockmann

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 22 de novembro de 2016

PORQUE TEM O REINO DE DEUS PRIORIDADE SUPREMA?

Buscai primeiro o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Lucas 12:31

É fácil de perceber porque Jesus diz: BUSCAI PRIMEIRO... se toda a vida humana, tanto no presente como no futuro está determinada pela opção que o individuo faz, a favor ou contra o Reino de Deus, esta determinação de Jesus revela que é uma questão de vida ou morte. Não há razão para deixar para depois, é urgente, deve ser feito agora.

A verdade é que a pessoa determinada por sua decisão pessoal se viverá ou não no Reino de Deus, não importa a época em que venha de forma visível. Cada um tem que tomar a decisão no tempo que se chama hoje, pois dela depende fundamentalmente a sua salvação .

Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado (Hb 3.13)

Fica assim claro que Jesus considera como coisa secundária a preocupação com comida, bebida, roupa, etc. estas coisas não podem ocupar a preocupação dos seguidores de Jesus como mais importantes da vida. Embora sejam necessárias. De uma forma ou de outra, mais a uns, menos a outros, mas a todos distribui o indispensável para a vida.

Quem perde tempo preocupando em demasia com estas coisas, não consegue perceber os desafios que o Reino de Deus faz, e fracassa.

Jesus jamais barateia a entrada no Reino. (ele não faz liquidação). Trata-se de algo a ser alcançado por meio de luta (Mt 11.22), que só se consegue atravessando uma porta estreita e andando por um caminho apertado. (Mt 7.13-14).

A justiça dos que pretendem entrar no Reino de Deus tem que ser superior à dos escribas e fariseus (Mt 5.20), os mais ferrenhos e minuciosos cumpridores dos mandamentos no tempo de Jesus.

Os que se preocupam com as necessidades de cada dia e nisto desperdiçam o seu tempo, ficarão surpresos, quando na vinda do Reino, ao ser-lhes apontado “o fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos”, já que nunca socorreram aos que tinham fome, sede, nudez, enfermidades, ou andavam sem ter onde se hospedar os estavam presos (Mt 25.41.46).

Esta é a simples e fundamental razão porque Jesus coloca acima de todas as coisas o seu imperativo de preocupação com o Reino de Deus.

Transcrito Por Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

SEGUNDA CHANCE

Era pequena o suficiente para passar despercebida. Apenas duas palavras. Eu sei que li essa passagem centenas de vezes. Mas nunca a tinha percebido.

Mas eu não a deixarei passar despercebida de novo. Ela está destacada em amarelo e grifada em vermelho. Pode ser que você queira fazer o mesmo. Veja em Marcos, capítulo 16. Prepare o seu lápis e aprecie esta joia no sétimo versículo (aqui está). O versículo diz assim: “Vão e digam aos discípulos dele e a Pedro: Ele está indo adiante de vocês para a Galileia”.

Você percebeu? Leia novamente.

“Vão e digam aos discípulos dele e a Pedro: Ele está indo adiante de vocês para a Galileia”.

Agora fale para mim se isso não é um tesouro escondido.

Se eu parafraseasse as palavras, “Não fiquem aqui, vão e digam aos discípulos”, uma pausa, então um sorriso, “e especialmente a Pedro, que ele está indo adiante de vocês para a Galileia”.

Que frase. É como se todo o céu tivesse visto a queda de Pedro – e é como se todo o céu quisesse ajudá-lo a levantar-se novamente. “Tenham certeza e digam a Pedro que ele não foi deixado de fora. Digam a ele que uma falha não resulta em um fiasco”.

Uau! Não é de se surpreender que eles o chamem de evangelho da segunda chance.

Aqueles que conhecem estes tipos de coisas dizem que o Evangelho de Marcos é realmente as anotações transcritas e os pensamentos ditados por Pedro. Se isto for verdade, então foi o próprio Pedro quem incluiu estas duas palavras! E se estas realmente forem palavras dele, não posso deixar de imaginar que o velho pescador teve que limpar uma lágrima e engolir um aperto na garganta quando ele chegou neste ponto da história.

Não é todo dia que você ganha uma segunda chance. Pedro devia saber isso. Da próxima vez que ele viu Jesus, ele ficou tão animado que mal vestiu seus calções antes de pular na água gelada do Mar da Galileia.

Também foi suficiente para, como dizem, fazer com que este galileu do interior levasse o evangelho da segunda chance até Roma onde o mataram. Se você já se perguntou o que levaria um homem a estar disposto a ser crucificado de cabeça para baixo, talvez agora você saiba.

Não é todo dia que você encontra alguém que lhe dará uma segunda chance – muito menos alguém que lhe dará uma segunda chance todo dia.

Mas em Jesus, Pedro encontrou ambos.

Max Lucado

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 20 de novembro de 2016

O SENHOR DO UNIVERSO É MEU PAI

E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? (Lc 18.7)

Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a ele. (1Jo.3.1)

O mesmo Pai vos ama (João 16:27).

Um menino estava de pé na praia, no momento em que um barco de pesca regressava, margeando a costa. O menino fazia grandes sinais para chamar a atenção dos passageiros. Próximo dele havia um homem que o estava observando, e lhe disse:
- “Não seja bobo, o barco não vai mudar de rumo só porque você está acenando”. Porém, inesperadamente, o barco virou e se aproximou da margem.

Lançaram o bote ao mar e este veio recolher o menino. Já a bordo, o menino gritou para o homem que ficou na praia:
- “Senhor, eu não sou bobo; o capitão do barco é meu pai!”.

Esta historieta contém um ensino para nós cristãos.

Por que o capitão mudou de rumo? Não foi porque o menino tinha direito de parar o barco, mas porque se tratava de seu filho.

Quando as circunstâncias da vida são difíceis e não há esperança, será que Deus pode mudar o curso das coisas pela oração de um só homem?

Sim, e Aquele que governa o universo sempre o faz, desde que seja para o bem do crente, pois este não é só um homem, mas Seu filho.

Semelhante ao menino da praia, podemos ser incompreendidos, porém, não deixemos de orar a Deus, apesar de Sua grandeza e, às vezes de Seu silêncio, pois Ele é nosso Pai, que nos conhece pessoalmente.

Aquele menino era insignificante diante de um barco, mas ocupava o lugar mais importante no coração do capitão que controlava o navio.

Extraído do devocional BOA SEMENTE

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 19 de novembro de 2016

COMO POSSO APRENDER A CONFIAR EM DEUS?

Não podemos confiar em alguém que não conhecemos, e esse é o segredo de aprender a confiar em Deus. Quando alguém diz: "Confie em mim", temos uma de duas reações. Ou podemos dizer: "Sim, eu vou confiar em você", ou podemos dizer: "Por que eu deveria?" No caso de Deus, confiar nEle é a consequência natural quando entendemos por que deveríamos.

A principal razão por que devemos confiar em Deus é que Ele é digno de nossa confiança. Ao contrário dos homens, Ele nunca mente e nunca deixa de cumprir as Suas promessas. "Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?"(Números 23:19, Salmo 89:34)

Ao contrário dos homens, Ele tem o poder de realizar os Seus planos e propósitos. Isaías 14:24 nos diz: "Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará."

Além disso, os Seus planos são perfeitos, santos e justos, e Ele faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam e são chamados segundo o Seu propósito santo (Romanos 8:28). Se nos esforçarmos para conhecer a Deus através da Sua Palavra, veremos que Ele é digno da nossa confiança, a qual vai crescer diariamente. Conhecê-lo é confiar nEle.

Podemos aprender a confiar em Deus ao vermos como Ele provou ser confiável em nossas vidas e nas vidas dos outros. Em 1 Reis 8:56 lemos: "Bendito seja o SENHOR, que deu repouso ao seu povo de Israel, segundo tudo o que prometera; nem uma só palavra falhou de todas as suas boas promessas, feitas por intermédio de Moisés, seu servo." O registro das promessas de Deus está em Sua Palavra para que todos possam lê-lo, assim como o registro da Sua realização.

Documentos históricos verificam esses eventos e falam da fidelidade de Deus para o Seu povo. Todo cristão pode dar testemunho pessoal da confiabilidade de Deus ao vermos a Sua obra em nossas vidas, cumprindo as Suas promessas para salvar as nossas almas, usar-nos para os Seus propósitos (Efésios 2:8-10) e consolar-nos com a paz que excede todo o entendimento ao corrermos a corrida que Ele planejou para nós (Filipenses 4:6-7, Hebreus 12:1).

Quanto mais experimentarmos da Sua graça, fidelidade e bondade, mais confiaremos nEle (Salmo 100:5, Isaías 25:1).

Uma terceira razão para confiar em Deus é que realmente não temos uma outra alternativa sensata. Devemos confiar em nós mesmos ou em outros que são pecadores, imprevisíveis, não confiáveis, de sabedoria limitada e que frequentemente fazem más escolhas e decisões influenciadas pela emoção?

Ou, ao invés, devemos confiar no Deus todo-poderoso, onisciente, gracioso, misericordioso e amoroso, sabendo que Ele tem boas intenções para nós?

A escolha deve ser óbvia, mas deixamos de confiar em Deus porque não O conhecemos. Como já foi dito, não podemos esperar confiar em alguém que seja essencialmente um estranho para nós, mas isso é facilmente sanado.

Deus não se fez difícil de encontrar ou conhecer. Tudo que precisamos saber sobre Deus, Ele graciosamente disponibilizou na Bíblia, a Sua Santa Palavra para o Seu povo. Conhecer a Deus é confiar nEle.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A ESCOLHA

“Escolhei, hoje, a quem sirvais: se os deuses a quem serviam vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. (Josué 24.15).

Estava o Povo de Deus acompanhado em Siquém. Josué, o líder chama a atenção do povo para as bênçãos derramadas por Jeová desde a chamada de Abraão até aqueles dias. Naquele momento histórico impunha-se a necessidade da proclamação de novos princípios de fé, e conduta. Porque urgia escolher a quem servir.

Ao Deus Eterno de Abraão, eu aos deuses feitos por mãos humanas? O que não era admissível era o consentimento de culto idólatra ao lado do culto a Jeová!

Na história de nossa vida. Você já pensou na escolha que você também precisa fazer? Como nos dias de Josué você está sendo convocado para realizar sua escolha. O que você não pode é continuar na posição em que se encontra. Você diz que serve ao Senhor, não é verdade? E aquele seu probleminha, que você acha tão simples, mas que está levando você a pensar em tanta coisa… Coisas não sei se aprovadas por Deus… Onde está a sua fé?

Você, sem perceber, está consentindo que deuses estranhos habitem seu coração… E a eles você esta servindo cegamente. Você diz que serve ao Senhor, mas… aquilo que você chama de “pequenino vicio”, é que o escraviza tanto, está corroendo as suas reservas espirituais, está roubando, sorrateiramente, o direito de Jesus sobre a sua vontade… Você diz que serve ao Senhor, mas aquela sua vaidade, aqueles seus “insignificantes interesses pessoais tantas vezes pecaminosos, estão minando a sua alma, e você, por isso, perdeu a capacidade de manter comunhão com o Infinito…

Você precisa parar um pouquinho, para escolher. Há urgência e necessidade nessa escolha que só você poderá fazer. Porque, como ensinou Jesus, “ninguém pode servir a dois senhores”. A quem é que você irá escolher? “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Deus tem um, plano melhor do que conseguimos imaginar.

Você é feliz? Acorda com um propósito? Anda com brilho nos olhos e um sorriso no rosto? Ou a vida se tornou um fardo pesado demais? Você está ansioso ou abatido? O futuro parece sombrio? Você luta com pensamentos sombrios de falta de sentido, fracassos e derrotas? Ao explorarmos a Bíblia percebemos princípios transformadores que podemos aplicar e veremos as possibilidades de felicidade reais para nossa vida.

É praticamente certo de que a decepção, a angústia e as provas afligirão sua vida em algum momento, porque vives em um mundo cheio de pecados, porém, Deus é maior do que suas preocupações, dificuldades e desafios. Deus é a sua segurança quando enfrentas a incerteza. Ele pode ser a sua paz. Ele é a sua sabedoria quando você se encontra perplexo. Quando ficas preso nas cadeias dos hábitos aparentemente insuperáveis. Ele está pronto para conceder poder sobrenatural a fim de te libertar. E, quando se sente só, Ele está próximo.

Por isso, quando enfrentas ansiedades paralisantes e medos avassaladores, Ele fala ao seu coração. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei Mateus 11.28. Quando os fardos da vida parecem intransponíveis, Deus te convida a lançar sobre Ele toda a sua ansiedade, “Lançai sobre Ele (Jesus) toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós”. I Pedro 5.7.

E, quando o futuro parece incerto, Ele te lembra: não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, Porque Eu sou o teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel, Isaías 41.10.

Em Deus você encontra descanso e esperança para o futuro. O Senhor tem um plano extraordinário para a sua vida. Ele tem a preocupação pessoal de que você viva a vida em sua plenitude. Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente. João 10.10.

O plano de Deus para você é uma vida de plenitude física, mental, emocional e espiritual. Alguns benefícios de suas escolhas serão quase de imediato, porém, a maioria virá aos poucos. Continue a fazer a escolha certa em sua vida e, com o tempo, você ficará surpreso com a mudança que Deus realizara em sua vida.

Faça a escolha certa, escolha ser fiel a Deus e, servi-lo em espírito e em verdade.

Pr Milton F. Teixeira

Por Litrazini

Graça e Paz