domingo, 28 de fevereiro de 2021

RELACIONAMENTO DO OLEIRO COM O BARRO

Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos. (Is.64.8)

“...Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. (Jr. 18.4-6)

Quando vimos a Jesus pela primeira vez, a nossa vida espiritual não tem muita forma.

Submetemo-nos a Jesus como nosso Senhor e Salvador e começamos a pedir a Deus que molde as nossas vidas de acordo com a Sua vontade. "... nós somos o barro, tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos"

Como pedaço de barro podemos deixar-nos moldar e transformarmo-nos no produto que o oleiro tinha em mente nós sermos, no entanto não podemos expressar o nosso amor para com Ele.

Não podemos experimentar nenhuma espécie de intimidade se permanecermos neste nível de relacionamento.

Um pedaço de barro está baseado na maneira como pode ser usado. Quando ficamos completos e descobrimos que Deus nos pode usar, sentimo-nos bem conosco próprios.

Mas quando fazemos algo errado ou não temos um propósito claro, sentimo-nos culpados e distantes de Deus.

Frequentemente, nos escondemos porque pensamos que Ele está zangado conosco por causa das coisas erradas que fazemos.

Efésios 2:10 diz "Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos."

Esta escritura está afirmando que é importante nós submetermo-nos a Deus e permitir que Ele transforme as nossas vidas em algo que Lhe traga glória.

No entanto Ele não quer que o nosso relacionamento fique estagnado neste nível. Ele que continuemos a crescer mais profundo na nossa intimidade.

Por Litrazini

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Graça e Paz

sábado, 27 de fevereiro de 2021

DEVEMOS INVOCAR O NOME DO SENHOR

"Então invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do SENHOR; e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu, dizendo: É boa esta palavra." (1RS 18:24) .

Agora que você já definiu qual é seu Senhor, invoque seu nome. Isaías diz: “Buscai ao senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.”

Interessante é que todo o povo se agradou na palavra de Elias. Hoje acontece, quando falamos de Cristo, ou de suas maravilhas, e muitos se agradam, porém não tomam a decisão correta no final.

Invocar à Deus consiste em humilhação do homem e exaltação do Senhor, porém se isso não for feito de coração, não obterá resultado.

Os profetas de Baal, dançavam, pulava, se retaliavam, mancavam, gritavam e até profetizavam, porém o resultado foi um silêncio total.

Imagine as coreografias feitas pelos profetas de Baal. Muitos poderiam dizer: “como eles dançam bonito! Certamente seu deus está muito satisfeito.” Mas não é isso que a Bíblia relata.

É comum observarmos pessoas incrédulas, ao se deparar com tragédias, dizer: “Ai meu Deus! Jesus!”. Outros dizem: “Víchi Maria!”. Mas nem sabem o que estão falando.

Invocar à Deus consiste em mais do que dizer palavras agradáveis. É necessário fazer uso do coração. Todo o coração.

A natureza do homem é tricotômica (corpo / alma / espírito), e Jesus nos orienta à amá-lo com nosso corpo (força), alma e espírito (entendimento): "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento." (MC 12:30)

Ricardo Martins Ribeiro 

Por Litrazini

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Graça e Paz


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

CONHECERMOS A DEUS PELAS ESCRITURAS

 Somente por meio das Escrituras podemos encontrar informações precisas que esclareçam nossas dúvidas legítimas, pois elas são realmente a Palavra de Deus.

As Escrituras nos ensinam que Deus é uma Pessoa real que possui atributos, alguns ímpares e outros, compartilhados com sua criação. Em sua soberania e sabedoria, Deus jamais pode ser comparado ao homem.

Seus pensamentos (os de Deus) são incomparavelmente superiores aos da sua criação, quer seja celestial ou humana. "Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Is 55.9).

Deus é absoluto! Sua justiça e imparcialidade são infalíveis, e não podem ser comparadas com os critérios humanos.

Outro aspecto que deve ser observado é a abrangência do conhecimento de Deus; enquanto julgamos pelo que vemos e pelo que ouvimos, Deus "não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos" (Is 11.3).

Deus não vê como o homem vê: "O homem vê o exterior, porém o SENHOR o coração" (1Sm 16.7). As Escrituras nos ensinam que os critérios e os julgamentos de Deus são absolutamente superiores aos nossos critérios, julgamentos, opiniões e pensamentos.

Se temos sede de justiça, certamente Deus fará justiça, não segundo os critérios humanos. A Palavra de Deus profetiza: "Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em campo fértil, e o campo fértil será reputado por um bosque; e o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. O efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança, para sempre" (Is 32.15-17).

Isso significa que existirão novos céus e nova terra com um governo justo e eterno - e estamos aguardando esse reino (Is 65.17; 2Pe 3.13).

Podemos estar certos de que a existência de Deus está comprometida com a justiça imparcial. Aqueles que se adiantam hão de reconhecer o seu erro.

Márcio Souza  - Revista da Defesa da Fé  

Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

ENTRANDO NO DESERTO

 Mas quando Elias está no auge de sua crise, o Senhor lhe pergunta: O que é que você está fazendo aqui, Elias? Em outras palavras podemos dizer que o Senhor lhe falava que ele estava fora de seu lugar, que aquela atitude não combinava com o plano de Deus para a vida dele.

E embora Elias tenha ouvido a voz de Deus, ele ainda não estava suficientemente próximo dela a ponto de permitir que ela encobrisse a voz do desânimo em sua vida.

Ele ouve Deus o chamando e questionando porque estava ali, mas sua resposta está carregada de desânimo, o que revela qual voz falava mais alto em seu coração naquele momento:

“Respondeu ele: Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos; porque os filhos de Israel deixaram o teu pacto, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem.” I Reis 19:10

Deus, contudo, não fala mais nada com Elias na caverna, a não ser chamá-lo para fora.

Há uma figura espiritual aqui. Deus não vai jogar nosso jogo emocional. Não adianta ouvirmos sua voz na caverna e ficarmos nos defendendo e consumindo em autocomiseração.

Deus espera de nós uma atitude neste momento, e Ele deixa bem claro qual é o passo necessário quando chama o profeta para fora: “Ao que lhe disse Deus: Vem cá fora, e põe-te no monte perante o Senhor” (I Re.19:11a).

Deus não nos chamou para viver no vale, deprimidos e entristecidos, mas sim para vivermos no monte, nos lugares altos.

Habacuque declarou que Deus faz nossos pés como os da corça, nos faz andar em nossos lugares altos (Hb.3:19).

Não podemos nos entregar às circunstâncias e deixar que elas nos desanimem. Somos chamados a viver acima delas!

Era isto que Deus estava falando a Elias: “Pare de choramingar e rastejar. Eu reconheço sua dor, estive ao seu lado até agora. Mas chegou a hora de levantar a cabeça. Saia deste buraco e venha para o monte, para os lugares altos que eu tenho para você”.

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

PORQUE AMAR A DEUS

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4.19). Se não fosse essa revelação de Deus a seu respeito o cristão sentiria por ele aquilo que sentem os que não o conhecem: medo, respeito, e pavor.

O cristão ama a Deus porque ele é seu Pai criador, assim como o sentimento humano leva o filho a amar seu pai terreno, da mesma forma ele gera no coração do cristão o amor para com seu pai eterno.

É porém, o amor revelado em Cristo na cruz para a redenção humana a maior força para atrair a pessoa a amar a Deus.

É um mandamento, que se inicia com o verbo AMARÁS. Apesar de Deus não ter necessidade, ele deseja ser amado pelos seus filhos.

Ele quer que o ser humano se relacione com ele em termos de amor, o único tipo de relacionamento que é natural ao modo de ser do próprio Deus.

O primeiro benefício do amor de Deus é que a pessoa se reveste de uma nova alegria em sua vida. Há um novo prazer na alma e seu relacionamento com Deus supera qualquer experiência religiosa que possua quem não tem tal amor.

Aquilo que antes eram deveres religiosos se torna motivo de festa, desaparecem todas suas impressões de obrigatoriedade e tudo se torna novo.

Este amor se reflete na vida diária do adorador. Seu relacionamento se fundamenta e fortifica no amor. Sua conduta passa a ser orientada por novos critérios. Há uma nova forma de considerar as suas posses e de entende-las como posses do próprio Deus.

O amor a Deus é a mola que faz desabrochar um novo estilo de vida, todo um novo estado de sentimentos interiores. É um novo fato para a existência. É por isso que Jesus declarou ser este o maior, o principal e o primeiro de todos os mandamentos.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

COMO LIDAR COM A SOLIDÃO

 O apóstolo Paulo, um dos mais destacados líderes da igreja primitiva, descreveu episódios de solidão em II Timóteo 4.6-21.

Assim, mesmo aqueles que são intensamente espirituais e devotados a Deus, também lutam com as profundezas da solidão.

UTILIZE SEU TEMPO 

Resista à tentação de não fazer nada. Use seu tempo para cuidar de suas necessidades físicas, alimentando-se corretamente, descansando, exercitando-se, evitando drogas e álcool e cuidando de sua aparência.

CUIDE-SE MENTAL, ESPIRITUAL E SOCIALMENTE 

Não fique viciado em televisão. Leia bons livros e revistas.  Cuide de suas necessidades espirituais, lendo a Bíblia. Ela proporciona orientação, instrução, encorajamento e esperança.

Ore e passe algum tempo com pessoas que compartilhem sua fé. Cuide de suas necessidades sociais, cultivando amizades.

Tome a iniciativa, mas seja generoso e paciente. Amizade leva tempo. Encontre alguém que esteja em pior estado do que o seu e ajude-o.

MINIMIZE O SOFRIMENTO 

Não fique remoendo o sofrimento em sua mente, vezes e mais vezes. Não se torne amargo nem rancoroso. Ninguém gosta de ficar perto de pessoas cínicas ou ressentidas.

Aborde o problema, lidando com ele. Não lhe dê demasiada importância, mas ore a respeito.

RECONHEÇA A PRESENÇA DE DEUS 

Onde está Deus quando nos sentimos sós? Deus está em toda parte. Não existe lugar onde estejamos que Ele também não esteja.

Ele prometeu: "Nunca o deixarei, jamais o abandonarei" (Js 1.5).

Abra os olhos e reconheça a Sua presença.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

O QUE SIGNIFICA CRER NO EVANGELHO

Crer envolve em primeiro lugar, aceitar como verdade, aquilo que não é demonstrável imediatamente e aceitável pelo simples raciocínio, ou apreciável pelos sentidos. 

Jesus estabeleceu uma condição fundamental para a complementação do arrependimento: a de que o homem aceite como verdadeiro o que lhe é pregado pelo próprio Cristo.

Crer é aceitar e demonstrar esta aceitação pelo depositar confiança.

Em todo o pano de fundo na história do povo de Israel a convocação divina nunca é a de que o povo acredite em certas verdades a respeito de Deus, mas a de confiar nele.

O imperativo “crede”, para Jesus tem este mesmo sentido. É preciso confiar e assim comprovar que se acredita.

Crer é uma atitude possível somente a quem está aberto ao que é surpreendente.

Crer naquilo que é possível ou costumeiro não envolve qualquer significado.

Não se pode dizer com propriedade: “eu creio que amanhã nascerá o sol”. Isto não envolve qualquer fato surpreendente.

Se alguém disser, no entanto: “amanhã o sol nascerá no oriente” ai sim, será uma afirmação contrário ao que é usual. 

Ainda que Cristo não nos convide a fazer uma declaração deste tipo é importante perceber que só uma pessoa disposta a aceitar o surpreendente pode realmente ter fé.

Quando Natanael duvidou que Jesus fosse anunciado pelos profetas, por ser ele de Nazaré, estava com razão.

De lá se acreditava que nada poderia vir de bom. Mas ao ser convidado a crer (vem e vê) ele aceitou a possibilidade do impossível.

Foi e creu. “...Jesus respondeu, e disse-lhe: Porque te disse: Vi-te debaixo da figueira, crês? Coisas maiores do que estas verás. E disse-lhe: Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem. (Jo 1.43-51).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


domingo, 21 de fevereiro de 2021

BENEFÍCIOS DE BUSCAR O DESCANSO EM DEUS

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." (Mt. 11.28-30)

A Promessa para quem busca o descanso em Deus, para quem vai até Ele: eu vos aliviarei!

Você tem o direito de chorar, mas não mergulhe no problema, não deixe que ele roube a sua alegria, ofusque o seu brilho que vem de Deus.

Salmo 30.5 declara, na parte b do verso: “... o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã...”, ou seja, o choro “pode”, isso implica possibilidade, direito, tempo limitado, determinado, e não o resto da vida.

O Senhor sempre nos dará livramentos, sempre nos dará descanso, alívio, porque Ele é um Deus de pactos, de alianças e cumpre a todas as Suas promessas. Apegar-se a elas, estudar cada uma delas, examiná-las e acima de tudo, vivê-las.

Quem aprende a descansar em Deus tem alívio, tem refrigério. Aprende Dele, pois Ele é manso e humilde.

Isto significa alguém que se permite ser acessível, disponível, pois a mansidão abre caminhos, abre portas. Não há impedimentos. Diferente de alguém agressivo, repulsivo, que ninguém pode se aproximar.

Você parou para pensar que pessoas agressivas não tem amigos, são solitárias, ninguém gosta de estar perto delas, pois nunca sabe quando “a bomba vai estourar”. Entretanto, os mansos herdarão a terra (Mt 5.5).

Vemos duas características da personalidade de Jesus aqui, manso e humilde.

Humildade fala de simplicidade. Fala de portas abertas para a multidão se aproximar, independente de sua posição social, seu nível intelectual, todos podem aproximar-se de um homem manso e humilde.

Não é alguém arrogante, prepotente, mas humilde. Essa figura descrita na palavra, dá-nos sempre, a certeza de que temos livre acesso a Ele.

Um dos maiores benefícios que encontramos na busca do verdadeiro descanso, é que temos a certeza que vamos achar o que procuramos. Deus se preocupa com a nossa saúde emocional, com a nossa alma. Ele diz: “ achareis descanso para vossas ALMAS. E ele termina dizendo: porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

Por Litrazini

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Graça e Paz 


sábado, 20 de fevereiro de 2021

O QUE FAZER EM BUSCA DA CURA DIVINA

O QUE FAZER EM BUSCA DA CURA DIVINA

O que deve fazer a pessoa quando ora pela cura divina para si?

1) Ter a certeza de que está em plena comunhão com Deus e com o próximo (6.33; 1Co 11.27-30; Tg 5.16; ver Jo 15.7).

2) Buscar a presença de Jesus na sua vida, pois é Ele quem comunica ao coração a necessária fé para a cura (Rm 12.3; 1Co 12.9; Fp 2.13; Mt 17.20).

3) Encher sua mente e coração da Palavra de Deus (Jo 15.7; Rm 10.17).

4) Se a cura não ocorre, continuar e permanecer nEle (Jo 15.1-7), examinando ao mesmo tempo sua vida, para ver que mudanças Deus quer efetuar na sua pessoa.

5) Pedir as orações dos presbíteros da igreja, bem como dos familiares e amigos (Tg 5.14-16).

6) Assistir a cultos em que há alguém com um autêntico e aprovado ministério de cura divina (cf. At 5.15,16; 8.5-7).

7) Ficar na expectativa de um milagre, i. e., confiar no poder de Cristo (7.8; 19.26).

8) Regozijar-se caso a cura ocorra na hora, e ao mesmo tempo manter-se alegre, se ela não ocorrer de imediato (Fp 4.4,11-13).

9) Saber que a demora de Deus em atender as orações não é uma recusa dEle às nossas petições. Às vezes, Deus tem em mente um propósito maior, que ao cumprir-se, resulta em sua maior glória (Jo 9.13; 11.4, 14,15, 45; 2Co 12.7-10) e em bem para nós (Rm 8.28).

10) Reconhecer que, tratando-se de uma pessoa dedicada, Deus nunca o abandonará, nem o esquecerá. Ele nos ama tanto que nos tem gravado na palma das suas mãos (Is 49.15,16).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

A PENALIDADE DO PECADO

O grande sacrifício de Jesus não só se tornou a expiação dos pecados do homem, mas também tornou se a vitória que derrotaria a morte, a qual de qualquer outra forma teria sido o destino inevitável de todos os homens que nascem sob a maldição do pecado.

O pecado carrega a sua própria penalidade inevitável, e essa penalidade é a morte.

O nosso Criador é justo e correto e por isso exigiu que a penalidade pelo pecado fosse paga.

Porque Deus é amoroso e misericordioso, assim como justo, Ele enviou o Seu Filho unigênito para pagar a pena pelos nossos pecados, sabendo que senão estaríamos condenados por toda a eternidade (João 3:16).

O amor e a misericórdia de Deus são grandemente demonstrados pelas palavras de Jesus ainda pendurado na cruz, perto de morrer, quando pediu que Deus perdoasse aqueles que estavam matando-o em sua ignorância (Lucas 23:34).

É fácil supor que a falta de vontade do homem de se render totalmente em obediência à Palavra de Deus e a lei seja resultado de sua falta de conhecimento e sabedoria.

A ironia dessa conclusão é que a fatalidade produzida para Jesus na cruz se torna a fatalidade espiritual para aqueles incapazes de superar a mesma ignorância que ainda assola grande parte da humanidade hoje.

O homem pecador que se recusa a aceitar o dom da salvação fornecido por Jesus pelo Seu sacrifício é certamente o produto da ignorância rebelde e pecado que separam um homem da sabedoria de Deus.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

RESTAURANDO O VASO

“Os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz” (Lc. 16.8); ...”Sede, portanto prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”  (Mt. 10.16).

Não são poucos os Cristãos que por falta de habilidade e por excesso de simplicidade, tem tido uma caminhada cristã de sucessivas derrotas. Muitas vezes,  baixamos a guarda e ficamos desatentos e pouco vigilantes, esquecemos que desde o dia em que Deus nos “libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seus amor” (Co. 1.13), teve início um grande combate dentro e fora de nós, Uma guerra declarada contra o verdadeiro cristão, através da carne, do mundo e do diabo, com o único intuito de nos afastar do nosso novo caminho com Deus.

“Em Cristo somos mais que vencedores”, “Nada poderá nos separa do amor de Deus” e “Tudo podemos naquele que nos fortalece”. Todavia não podemos esquecer que precisamos fechar as brechas de nossa vida, para que o inimigos não as use para nos derrotar, como tem acontecido a muitos.

Quem pensa que fechar esses buracos em nossas vidas é tarefa fácil, está muito enganado. Pois, exige esforço e renúncia de nossa parte.

 “...Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e sigam-me” (Lc. 9.23); “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue.” (Hb. 12.4). Fechar as brechas para o pecado e para o inimigo é responsabilidade nossa, do dia todo e de todo dia.

É o Senhor quem nos adverte, dizendo: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mt. 26.41). Pouco depois de dizer isso, Jesus encontrou os discípulos dormindo.

Deus não tem lata de lixo. “Deus é especialista em reciclagem: ELE TRANSFORMA LIXO HUMANO EM LUXO HUMANO.” Alimentar o erro é dar lugar ao diabo, é favorecer o adversário. É suicídio; é fazer gol contra.

Deus quer que fechemos as brechas que existem em nossas vidas que favorecem o adversário. “Deixar a mentira e falar a verdade. Não dar lugar à ira. Não furtar, antes trabalhar. Não proferir palavra torpe, mas a que for boa para edificação. Não entristecer o Espírito de Deus” (Ef. 4.25-32).

Sem a prática de uma operação tapa-buracos e restaurar os danos ocorridos em nossas vidas, através de um sincero arrependimento, nossa via de acesso a Deus fica bloqueada. E: “O que  confessa as suas transgressões e as deixa, alcançará misericórdia”.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

O REMÉDIO PARA A CULPA É O SANGUE

Na farmácia de Deus só o sangue pode minorar os efeitos dolorosos do pecado e da culpa.

E quase todas as coisas segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. Hb 9:22.

Sem perdão de pecado não há libertação da culpa.

Será, pois, que, culpado sendo, numa dessas coisas, confessará aquilo que pecou. E a sua expiação trará ao Senhor, pelo pecado que cometeu; uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira, ou uma cabrinha pelo pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação do pecado. Lv 5:5-6.

Este procedimento apresentado no Velho Testamento é um tipo do sacrifício universal que Jesus Cristo veio realizar em benefício de todos os pecadores. Assim, pecado perdoado, culpa apagada.

Uma vez tratado o pecado pela obra consumada de Cristo crucificado, temos a garantia de sua anulação. Pecado perdoado significa culpa sem efeito.

Ninguém pode viver debaixo de um forte sentimento de culpa, quando a sua causa já foi anulada. Só há complexo de culpa, quando há culpa real. Só há sentimento de culpa quando o pecado ainda não foi perdoado.

Jesus Cristo veio a este mundo como o Cordeiro de Deus, a fim de tirar o pecado do mundo. Aquele que não conheceu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. 2Co 5:21.

Em Cristo, Deus nos incluiu para nos justificar, e deste modo, nos perdoar de todo pecado. Aquele que já foi perdoado por Cristo encontra-se agora justificado. Pois quem morreu justificado está do pecado. Rm 6:7.

Cristo se identificou conosco na humanidade a fim de nos atrair em seu corpo, e por este meio, nos fazer integrantes de sua morte e ressurreição. Ora, se já morremos com Cristo, temos recebido a sentença de morte para o pecado e conseqüentemente a justificação pela fé.

Se estamos justificados pelo sangue de Cristo, estamos perdoados de todos os nossos pecados. Se estamos perdoados dos nossos pecados, também estamos sem culpa.

Por meio da obra soberana de Cristo, Deus nos perdoa de todos os nossos pecados e nos isenta de toda culpa.

Uma vez libertados da tirania do pecado pelo sacrifício eficiente de Jesus Cristo, somos também libertados das cobranças sufocantes de culpa.

Uma conta paga não pode ser mais cobrada. Uma mente isentada das pressões do pecado não precisa viver mais sob as insinuações da culpa.

Quando o fogo é apagado, logo a fumaça que tanto incomoda desaparece. Assim, desde que o pecado foi anulado, a culpa ficou sem efeito.

Pr. Glenio Fonseca Paranaguá

Por Litrazini

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Graça e Paz

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

O PLANO DA SALVAÇÃO

Os teólogos chamam a obra de Deus de Plano da Salvação. Assim, eles dividem essa obra em alguns pontos, a fim de facilitar a compreensão de cada detalhe tão importante nela apresentado.

Quando Deus nos dá o sei Filho, como está descrito em João 3.16, para que creiamos nele, ele nos dá sem cobrar nada. Ele envia Cristo ao mundo sem se importar se alguém o aceitará ou não.

É evidente que em sua onisciência ele sabe que milhares crerão. Mas como ele é Deus, quer propor essa possibilidade ao homem, independente de o homem aceitar ou não.

Deus nos ama, e isso atende às suas próprias exigências do seu amor; não importa se nós o amamos também. Ele nos ama, e por isso nos dá gratuitamente seu Filho Jesus.

Isso é o que chamamos 'graça'. Ele dá sem nada cobrar; é de graça.

Em outras palavras, graça é o favor de Deus, é o favor que não merecemos, pois pecamos. Graça é favor imerecido.

Somos salvos pela graça (Ef. 2.8). O favor de Deus é que gera a nossa salvação. Mas em seguida ao favor de Deus existe a participação humana, a nossa resposta positiva ou negativa ao que Deus fez.

Podemos recusar o que Deus fez, rejeitando o chamado, o convite à salvação. Mas também podemos aceitar que a morte de Cristo tem como objetivo salvar minha alma de estar afastada eternamente de Deus. 

Assim, a nossa participação já não é chamada de graça. Graça é o que Deus faz. Nós participamos da salvação através da 'fé': 'Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus'. (Ef 2.8)

O apóstolo afirma aqui que a salvação vem de Deus (pela graça sois salvos), e tem a participação humana (por meio da fé). Primeiramente Deus prepara o dom, o favor, depois nos apropriamos dele por intermédio da fé, ou seja, usamos a nossa fé para ter acesso ao que Deus quer nos dar.

Observe ainda que novamente Paulo afirma que a salvação é um presente (um dom) de Deus para o homem.

Quando um ensinamento bíblico é apresentado de forma exaustiva e convincente, chamamos esse ensino de doutrina. Doutrina bíblica é o conjunto de textos sagrados, não isolados em seu sentido, que formam o fundamento ou a base de um ensino geral sobre determinado assunto.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

RENOVAÇÃO ESPIRITUAL

A doutrina da salvação é apresentada na Bíblia de forma clara e eficiente. A doutrina da Salvação se ocupa basicamente de:

Apresentar elementos e ferramentas que afastem o pecado humano que faz separação entre ele e Deus;  

Propor uma nova vida de vitória entre Deus e o homem salvo.

'Portanto agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito'. (Rm 8.1) Essa afirmação é uma obra interior e completa, realizada no interior do homem, em seu coração e em sua mente.

Em outra passagem Paulo diz para renovarmos nossos pensamentos, renovarmos aquilo que vai dentro de nossa mente: 'E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente'. (Rm 12.2)

Assim, o 'arrependimento' é o que o homem faz para conseguir de graça o perdão de Deus.

A fé na obra de Cristo morto na cruz leva-nos a arrepender-nos de nossos pecados.

O arrependimento traz o perdão de Deus e esse perdão derruba a barreira de separação entre nós e o Criador.

Devemos nos arrepender de ter ignorado e rejeitado o cuidado de Deus para conosco.

De ter nos afastado de Deus enquanto Ele queria aproximar-se de nós.

De tê-lo rejeitado e, seguindo nossos próprios desejos, ter vivido uma vida de pecado aos olhos dele. Depois disso, o homem e o seu Salvador, devem andar juntos para que nós cresçamos espiritualmente.

Ou, nas palavras de Paulo, transformemo-nos pela renovação da nossa mente. Hebreus também diz: 'Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos'. (Hb 6.9).

O escritor estava falando que os cristãos deviam crescer espiritualmente, e não ficar apenas agindo e pensando como crianças na fé. Deviam deixar a doutrina de arrependimento, batismo e conversão, pois isso era coisa para novos convertidos.

Eles, pelo tempo que estavam na igreja, deviam ocupar-se de coisas mais maduras, mais fortes, mais elevadas. Coisas que acompanham a salvação.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 14 de fevereiro de 2021

JESUS REINA E GOVERNA

Ele é a suprema autoridade. E toda pessoa que não se submete ao seu governo sofre as consequências. 

Sl 2:1-9 - “... o Senhor zombará deles. Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os confundirá, dizendo: Eu tenho estabelecido o meu Rei sobre Sião, meu santo monte. Falarei do decreto do Senhor; ele me disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei. Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão. Tu os quebrarás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro”.

O fato das pessoas não se submeterem a Ele não significa que Ele perdeu a autoridade, ou que não tem poder. Todos que não o obedecem sofrem as consequências. - Jz 21:25 - “Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos”. Quem governava era Deus, mas se o povo não se submetesse a Ele não havia paz.

Toda pessoa desde quando nasce, está no reino das trevas. Por causa da Independência decretada por Adão. Por causa disso a natureza humana desde Adão até hoje está em pecado. (reino das trevas)

O pecado (independência do homem) faz com que ele não se submeta ao governo de Deus e viva segundo a própria vontade.

Ef 2:1-9 - “Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais outrora andastes, ... Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele, e com ele nos fez sentar nas regiões celestes em Cristo Jesus, para mostrar nos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça, pela sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé e isso não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie”.

Estando nós mortos nos nosso delitos e pecados, Ele nos deu vida juntamente com Cristo. Ele nos ressuscitou juntamente com Cristo. Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino da Luz segundo a operação da Suprema Grandeza do seu Poder. O mesmo poder que ressuscitou Cristo dentre os mortos (Ef 1:18-23 )

Jesus é quem opera em nós a mudança de reino.

Só Ele é capaz de fazer esta obra. Não conseguimos por sacrifício. Nem por boas obras Mas pela Graça, mediante a Fé

Conversão é a Mudança de governo. Mudança de reino

O Reino de Deus não é no céu, após a morte. O Reino de Deus começa quando nós cremos em Jesus e começamos a obedecê-lo.

Por Litrazini

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Graça e Paz

sábado, 13 de fevereiro de 2021

MISERICÓRDIA DIVINA

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus.

Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24).

“A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós o merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos.

O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros não. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Examine o âmago da fé cristã. Não aceite apenas a versão de outra pessoa qualquer, só de ouvir dizer, mas analise você mesmo a Bíblia.

O evangelho de João e o livro de Romanos podem ser boas opções para começar, ou para renovar e esclarecer a sua compreensão.

Porém, há mais um passo a dar. Por mais que alguém estude e pondere o cristianismo, há a necessidade de tomar uma decisão pessoal – Depositar a fé em Jesus, dedicando a vida a segui-lo, não como um grande mestre do passado, mas como o meu Salvador vivo, como o meu Senhor.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

IMATURIDADE ESPIRITUAL

O escritor da epístola aos Hebreus fez um sério alerta quando escreveu: “... e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento (Hb 5.12)”.

Aí está revelado o motivo de muitos cristãos estacionarem na fé, não podendo ingerir um alimento espiritual mais sólido por causa de sua negligência espiritual.

Estes cristãos não crescem espiritualmente devido a falta de compromisso com Deus, pois ainda não renunciaram ao tempo para dedicarem-se as coisas do alto (Col 3.2).

O cristão carnal ou imaturo ama as coisas do mundo achando que “não há nada de mal” em dedicar-se aos entretenimentos e diversões mundanas. Não entende porque estas coisas ofendem a Deus, por isso correm o risco de se destruírem espiritualmente.

Devido a sua imaturidade e falta de conhecimento das Escrituras, não sabem que os cristãos são apenas peregrinos nesta terra (Hb 11.13) e que os verdadeiros filhos de Deus devem “morrer” e “renunciar” ao mundo (Gl 6.14; 1João 2.15).

Os cristãos espirituais vivem pelo Espírito de Deus, por isso possuem grande discernimento espiritual. Sabem diferenciar o evangelho genuíno de falsas doutrinas humanas (Ef 4.14). Estes não são insensatos, pois entendem verdadeiramente qual a vontade de Deus.

O apóstolo Paulo advertiu: Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef 5.17). Os cristãos espirituais oram constantemente e mantêm um relacionamento íntimo com Deus, por isso não são enganados pelo espírito do mundo, o espírito que opera nos “filhos da desobediência” (Ef 2.2).

Infelizmente, os que não levam a vida cristã a sério, correm o risco de serem deixados para trás quando Jesus voltar para buscar a Sua “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5.27). Apenas irão subir com o Senhor os que realmente renunciaram a si mesmos, morreram para o mundo e tomaram sua cruz, assim como Jesus determinou (Mc 8.34).

“... porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”(Mt 7.14).

Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

O PROBLEMA DO HOMEM COM DEUS

Gn 3:1-7 - “... Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu. Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; pelo que coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.” (Gn.3.1-7)

Adão tinha uma vida perfeita no Éden, até a natureza naquele tempo era mais bela, sem abrolhos nem espinhos. Ele tinha comunhão com Deus, que passeava no jardim na viração do dia.

Até aquele momento, Adão vivia numa relação de total dependência de Deus, necessitava da orientação de Deus para tudo, era dirigido por Deus e pela sua sabedoria.

Havia uma atitude interior de independência no coração do homem que foi expressa pela desobediência.

Foi assim que o pecado entrou no mundo. “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.” (Rm. 5.12)

Quando Adão pecou, sua natureza humana se degenerou. O pecado tornou-se parte de sua natureza e também herança de toda a raça humana, pois todos são descendentes de Adão.

Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos.” (Gn 5:1-2) Rm 5:19.

Todos são pecadores, pois todos vem de Adão, logo todos precisam de cura para esta doença chamada pecado. (egoísmo, rebeldia, independência)

O problema de Adão é o problema de toda a raça humana.

O maior problema do homem com Deus não é o que ele faz, mas o que ele é. É a sua atitude interior de Independência de Deus.

Por Litrazini

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Graça e Paz