quarta-feira, 13 de setembro de 2017

OS MANDAMENTOS DE DEUS SÃO NECESSÁRIOS

Então o Senhor, o próprio Senhor, fez chover do céu fogo e enxofre sobre Sodoma e Gomorra. Assim ele destruiu aquelas cidades e toda a planície, com todos os habitantes das cidades e a vegetação. [Gênesis 19.24-25]

A história de Sodoma e Gomorra mostra a ira flamejante de Deus sendo derramada sobre pessoas pecadoras.

Refletir e meditar essa história é uma experiência inquietadora. É por isso que eu fico profundamente comovido quando leio ou falo sobre ela. Mesmo ficando frequentemente furioso com pessoas ímpias que recusam mudar os seus rumos, o sofrimento e a agonia terríveis que aconteceram em Sodoma me perturbam.

Eu também sinto a angústia mental que Abraão sofreu quando rogou a Deus. Apesar de as pessoas ímpias de Sodoma se recusarem a mudar, Abraão desejou sinceramente que o desastre não caísse sobre elas.

Hoje, algumas pessoas querem atenuar os mandamentos de Deus. Elas pensam que as pessoas devem ser tratadas somente com amor e tolerância e que não devem ser amedrontadas por exemplos da ira de Deus.

Paulo diz exatamente o oposto. Na carta aos coríntios, ele conta diversas histórias sobre a ira de Deus contra os pecadores. Depois ele declara: “Essas coisas ocorreram como exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram” (1Co 10:6).

Pessoas arrogantes e teimosas desprezam a Palavra de Deus e riem de palavras bem intencionadas de advertência. Elas se sentem tão bem acerca de si mesmas que, todas as vezes que alguém lhes disser sobre a extensão da misericórdia e da graça de Deus, isso apenas as deixará piores do que eram antes.

Isso é o que acontece quando as pessoas tentam se ver livres dos mandamentos de Deus. Devemos nos guardar desse falso ensino.

Não é suficiente para essas pessoas trazer destruição sobre si mesmas. Elas querem nos arrastar com elas. Como as pessoas de Sodoma, elas não entendem que seus pecados logo serão punidos.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz