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domingo, 5 de abril de 2020

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO


Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

Como acontecimento inicial de conversão e novo nascimento, o batismo não pode ser perdido nem repetido mas a plenitude recebida neste batismo precisa ser conservada e se for perdida precisa ser recuperada.

Há casos em que a plenitude do Espírito Santo é perdida por causa do pecado mas também há casos na Bíblia, que mesmo sem a evidência de pecado, pessoas foram cheias do Espírito Santo mostrando que em certos momentos de crise precisamos de um novo revestimento de poder.

Atos 2.4 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 4.8 – “Pedro, cheio do Espírito Santo, falou às autoridades”, e não somente Pedro mas as Escrituras dão testemunho de Barnabé (At 11.24) , Estevão (At 6.5 e 7.55) e de Paulo (At 13.9).

Atos 4.31 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 9.17 – “para que fiques cheio do Espírito Santo”.

Atos 13.52 – “Os discípulos transbordavam de alegria e do Espírito Santo”.

A plenitude do Espírito Santo não pode ser descrita cientificamente em  uma definição, mas pode ser explicada por algumas passagens que a Bíblia nos descreve como sendo a supremacia do Espírito Santo sobre a natureza pecaminosa  e caída dos homens.

Passagens como Romanos 8. Gálatas 5; Efésios 5; Colossenses 3; são passagens que falam de características de uma vida cheia do Espírito Santo.

Somos batizados com o Espírito Santo porque fazemos parte do corpo de Cristo. Quem é batizado com o Espírito Santo é batizado no corpo de Cristo.Porém devemos entender o porque da ordem de sermos cheios do Espírito Santo:

O Espírito Santo é o elo entre Cristo e o Cristão – Cristo subiu aos céus e vive nos seus discípulos através do seu Espírito Santo que em nós habita.

O Espírito Santo manifesta a vida de Cristo em nós – Já não sou mais eu quem vive mas Cristo vive em mim.

O Espírito Santo controla nossa natureza pecaminosa – Se pelo Espírito mortificardes a carne então vivereis.

O Espírito Santo glorifica a Jesus em nossa vida – Ele me glorificará porque receberá do que é meu.

O Espírito Santo é nosso intercessor – Não sabemos orar como convém mas o Espírito Santo intercede por nós.

O Espírito Santo é nosso Consolador, Auxiliador – Eu rogarei ao Pai e ele vos dará um outro consolador.

O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Sem dúvidas poderíamos duplicar esta lista várias vezes mas o que dissemos até aqui é suficiente para concluirmos que sem o Espírito Santo não pode haver vida cristã autêntica, ou vivemos na esfera do Espírito ou da carne, a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, quem está na carne não pode agradar a Deus, somente podem agradar a Deus aqueles que vivem no Espírito.

Transcrito Por Litrazini

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 17 de setembro de 2019

RECEBER O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?


E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.  Atos 2:38-39

O batismo com o Espírito Santo é um presente, não é um prêmio, não tem nada a ver com merecimento, é uma experiência definida e pessoal, um revestimento de poder: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”- Lc 24.49.

É a capacitação para ser uma testemunha de Cristo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”- At 1.8.

Para receber essa unção, prêmio, poder... do Espírito se faz necessário observar alguns critérios, dentre eles

TEMOS QUE NASCER DE NOVO.
Ter o Espírito habitando dentro de si e pertencer a Jesus: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” - Rm.8.9.

DEVEMOS PEDIR.
A Bíblia diz que se pedirmos, a oração será atendida: “Pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” - Lc.11.10.

DEVEMOS NOS ENTREGAR
O apóstolo Paulo mostra com clareza essa necessidade quando ele diz: “Apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo” - Rm.12.1.

DEVEMOS DESEJAR OBEDECER AO ESPÍRITO.
Se quiser estar imersos no Espírito Santo, precisamos estar preparados para obedecê-lo: “E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem” - At.5.32.

PRECISAMOS CRER.
Paulo perguntou: Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?: GL.3.2. A resposta é obviamente, fé. Precisamos crer que, se pedirmos, receberemos.

TEMOS QUE EXERCITAR O QUE DEUS NOS DEU.
Havendo pedido, havendo recebido, havendo o desejo de receber, tendo crido, precisamos responder de uma forma bíblica.
Atos 2.4 diz: “Começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. Isto significa que eles falavam com as palavras o que o Espírito Santo lhes dava. O Espírito Santo dava as palavras, os apóstolos e os discípulos respondiam voluntariamente.

Havia uma ação com base na fé, e não meramente uma aceitação passiva da bênção. É importante comunicar ao novo discípulo ao orar com ele, que o Espírito Santo não vai forçar a sua boca.

O Espírito Santo não vai falar. As línguas são dadas pelo Espírito, mas quem fala é o discípulo. Portanto, ele mesmo deve exercer a sua vontade para falar. É ele que movimenta a sua boca. Ele que abre e fala, confiando que o Espírito Santo vai dar as línguas.

O batismo no Espírito Santo, para todos os cristãos, de todas as épocas, de todas as denominações e de todos os lugares. A mesma experiência que foi acessível à Igreja Primitiva pode ser provada pelos cristãos nos dias de hoje.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)
Graça e Paz

domingo, 7 de outubro de 2018

COMO SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO.


Se você pensa que eu tenho uma receita para te dar eu lamento te desapontar. Não existem receitas. O que pode existir são disposições que facilitem o enchimento do Espírito Santo.

CRER QUE PODEMOS SER CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO.
Essa é vontade de Deus para sua vida, e para a vida de todos os cristãos. Deus quer nos encher com seu Espírito. 

PEDIR A DEUS QUE O ENCHA DO ESPÍRITO SANTO.
Precisamos pedir pois a palavra diz que Deus dará o Espírito a todos que lhe pedir. O quanto oramos para sermos cheios aponta o quando desejamos de fato sermos cheios.

DESEJAR A PLENITUDE PARA A GLÓRIA DE JESUS E NÃO PARA A PRÓPRIA EXALTAÇÃO.
Somos cheios ou enchidos com o Espírito Santo com um propósito e o propósito é glorificar a Cristo. Muitos cristãos desejam ser cheios do Espírito Santo por várias razões, mas o Espírito veio para glorificar a Cristo.

OBEDECER A DIREÇÃO DO ESPÍRITO SANTO.
Muitos cristãos desejam ser cheios do Espírito Santo mas não seguem suas orientações, assim não apenas cauterizamos nossa mente como apagamos o Espírito que também pode ser entristecido.

Eu não sei se são apenas essas disposições necessárias para o enchimento do Espírito Santo mas também sei que diante dessas disposições o Espírito Santo pode nos guiar a todos os caminhos necessários para que cheguemos a fonte da água viva que é Jesus.

Ronaldo Perini

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

BATISMO DO ESPÍRITO SANTO


Jesus prometeu aos seus seguidores que eles fariam obras ainda maiores do que as dele, e nós sabemos que, depois de terem recebido o batismo do Espírito Santo, os discípulos pregaram com poder e realizaram grandes milagres. Sua participação nas grandes obras consistia de crer. O poder de realizar milagres não era deles próprios, mas  vinha de Deus e fluía através deles, porque eles criam.

A finalidade do batismo do Espírito Santo é que nós diminuamos, de maneira que a presença e o poder de Deus possam habitar em nós e fluam abundantemente, por nosso intermédio. “Glória seja dada a Deus, que pelo Seu grandioso poder operado em nós é capaz de fazer muito mais do que nós jamais ousaríamos pedir ou mesmo pensar, infinitamente além de nossas mais sublimes orações, anseios, pensamentos ou esperanças.” (Ef. 3.20). É Deus que faz a obra em nós. E quanto mais confiarmos nele e quanto menos dependermos de nós mesmos, mais ele terá possibilidades de agir.

Jesus referiu-se muitas vezes ao Espírito Santo como o Espírito da Verdade. “Quando vier o Espírito Santo, que é a verdade, Ele guiará vocês a toda a verdade.” (Jo 16.13). O Espírito Santo da verdade habita em todos os crentes e os orienta em tudo. Mas ser batizado no Espírito significa muito mais que isto; Significa “mergulhar em” ou “saturar”.

O batismo do Espírito Santo é uma experiência de purificação total, e de despojamento. É o farol da verdade de Deus, pondo à mostra cada recanto da nossa vida. A finalidade do batismo é lavar-nos com um jato fortíssimo e esvaziar-nos da nossa auto-confiança, do nosso orgulho, das nossas pequeninas tendências de trapaça, dos pretextos aos quais nos agarramos, de todas as coisas que bloqueiam a nossa fé e impedem a entrada do poder de Deus e da sua presença em nossa vida.

O batismo do Espírito Santo tem um duplo propósito: a purificação e o preparo do vaso para receber poder divino; e, depois, o enchimento do vaso com o seu poder. As duas ocorrências são simultâneas, porque  quando Ele começa a saturar nosso ser, põe em evidência e ao mesmo tempo retira o entulho empilhado dentro de nós.

Jesus disse: “Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas.” (At. 1.8). Ele não disse que o poder nos pertencia, mas que o poder nos encheria e operaria por nosso intermédio. Somos recipientes, vasos e canais. Por mais que tentemos, nunca seremos o conteúdo. Somos copos contendo água viva. A água pode saciar a sede dos homens, mas um copo vazio não satisfaz a ninguém.

Pessoas dizem suplicar a Deus que os batize no Espírito Santo, mas nada lhes acontece. O erro está no fato deles olharem para os seus próprios sentimentos em vez  de se fixarem na realidade de Deus. É sempre nos sentimentos que se encontra o obstáculo. As sensações não constituem o batismo. O batismo é uma transformação interior.

Amor, alegria e paz fazem parte do fruto do Espírito Santo em nós. A origem da alegria não está nas circunstâncias felizes, mas nos conhecimentos dos mandamentos de Jesus, na sua obediência e no descansar nele. “Achadas as tuas palavras, logo as  comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração.” (Jeremias 15.16).

Somos criaturas que gostam de se fixar á hábitos. Temos sempre deixado que os nossos sentidos comandem nossas reações. Mas Cristo veio morar em nós para que a sua alegria possa nos encher completa e plenamente. Não são as nossas emoções, nem a nossa mente, nem tampouco os nossos sentidos que nos incitam a regozijar. Isso vem do nosso espírito nascido do Espírito Santo. É ali que reside a nossa vontade.

Ronaldo Perini

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 5 de julho de 2018

O ESPÍRITO SANTO É ...


O Espírito Santo é uma pessoa da Trindade, e como tal Ele é Deus e possui os atributos da divindade.

A Bíblia é o nosso tira-teima. Muitos confiam na palavra dos gurus, dos líderes religiosos que se dizem ungidos e senhores da verdade. Mas a Bíblia nos ensina em quem devemos confiar. Façamos como fizeram os bereanos. Eles examinaram se o que Paulo e Silas ensinavam estava conforme as Escrituras (At 17.9-11).

“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (At 5.3-4).

Afinal, Ananias mentiu ao Espírito Santo ou a Deus? Se o Espírito Santo fosse uma força ou uma energia de Deus, não caberia a repreensão de Pedro.

Ninguém mente a uma coisa, a uma força ou poder. Como também não mentimos a um jumento ou a um tijolo. Pessoas mentem a pessoas.

Ao dizer que Ananias mentiu ao Espírito e, em seguida, ao afirmar que mentiu a Deus, o apóstolo fez uma declaração explícita da divindade do Espírito. Não teria sentido Pedro dizer que Ananias mentiu ao “poder de Deus” e depois dizer que “mentiu a Deus”. Na verdade, assim como o Filho e o Pai são um (Jo 10.30), o Espírito e o Pai são um. Os três são um.

“A doutrina da Trindade não afirma que as três pessoas estão unidas numa pessoa, ou três seres num só ser, ou três deuses num só Deus (triteísmo); nem, por outro lado, que Deus simplesmente se manifesta em três diferentes modos (trindade modal, ou de manifestações); mas, ao invés disso, que há três eternas distinções na substância de Deus.

A doutrina da igreja sobre a Trindade afirma que há em Deus três hipóstases distintas ou subsistências – Pai, Filho e Espírito Santo – cada um possuindo uma única e mesma natureza divina embora de maneira diferente. Os pontos essenciais são:
1) a unidade da essência;
2) a realidade das distinções imanentes ou ontológicas. Há um Deus; Pai, Filho e Espírito Santo são este Deus uno; há esta distinção entre Pai, Filho e Espírito Santo quanto ao lançamento de uma base suficiente para o emprego recíproco dos pronomes pessoais; cada um – Pai, Filho, e Espírito Santo – tem uma peculiaridade incomunicável aos outros; nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus” (Teologia Sistemática, Augustus H. Strong, vol. I, Editora Teológica, 2002, páginas 452-3).
À vista disso, desejar adorar somente ao Pai e rejeitar o Filho e o Espírito não funciona. “Todos devem honrar o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho não honra o Pai que o enviou” (Jo 5.23).

O Espírito Santo não é uma força, uma energia, um poder. Não é uma coisa inanimada, impessoal. Ele age, fala, ensina, consola, convence as pessoas do pecado.

O Espírito Santo ajudou os apóstolos a se lembrarem das palavras de Jesus (Jo 14.26); O Espírito dá testemunho de Cristo (Jo 15.26); convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8); orientou Filipe na evangelização de um homem, no deserto (At 8.25-40); falou a Pedro (At 10.19); escolheu Barnabé e Saulo para o desempenho de importante missão (At 13.2). Convenhamos, uma força ativa não fala.

Jesus ordenou que o batismo fosse ministrado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Três nomes, três pessoas. Não disse Ele: “Em nome do Pai, e do Filho e do Poder de Deus, ou da energia do Pai, ou da força ativa de Deus”.

O Senhor Jesus disse que o Consolador, o Espírito de verdade habita em nós e estará sempre conosco (Jo 14.17). Ao mesmo tempo o Senhor Jesus assegurou: “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Porque é onipresente (atributo exclusivo da divindade), o Senhor Jesus pode estar com cada um de nós. Quem afinal está conosco? O Consolador ou o Senhor Jesus? Os dois. Aliás, os três: Pai, Filho e Espírito Santo, porque os três são um; “nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus”.

É o Espírito Santo que guia à verdade (Jo 16.13). Quem O rejeita, de forma consciente e deliberada, não pode entender com clareza as coisas divinas. Continuarão com escamas nos olhos. Continuarão em trevas e algemados por Satanás.

O Senhor Jesus disse que viria “outro Consolador” [parakletos] (Jo 14.16), “literalmente chamado para o lado de alguém, ajudador; auxiliador, consolador.

Cristo exerceu esta função aos discípulos”. Ao dizer “outro Consolador”, o Espírito Santo, afirmou tratar-se de outro do mesmo tipo, (outro = allos, outro da mesma espécie, e não heteros, “outro diferente”). Logo, o Deus Filho deu testemunho explícito da divindade do Espírito Santo. Viria outro igual a Ele em divindade. Não seria um menos poderoso, uma força, uma energia, uma coisa (cf. Jo 15.26; 16.7).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 7 de maio de 2018

O ESPÍRITO SANTO E SEU AGIR SOBRENATURAL EM NOSSAS VIDAS


O Espírito Santo aparece no cenário bíblico no segundo versículo de Gênesis, trazendo vida sobre uma superfície “sem forma e vazia”. Ele se revela como uma incubadora, fazendo florescer toda a obra do Criador.

No original hebraico a palavra “pairava” significa incubar. Ele estava preparando a Terra para um momento tremendo. Não havia forma, apenas trevas e abismo, porém, mesmo com todas essas características negativas, o Espírito Santo trabalha para transformar tudo.

Veja como a Palavra de Deus descreve aquele momento: “A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas” (Gênesis 1.2).

Nossas vidas, em certos momentos, podem estar como a Terra estava antes de o Espírito Santo iniciar seu trabalho. Podemos estar vivendo em trevas e abismos, mas temos um amigo perfeito, que não nos abandona pelas nossas imperfeições, mas nos ajuda, incentiva e prepara nossas vidas.

Após a criação da Terra, o Espírito Santo passa a atuar na criação do homem. Quando o homem foi formado do pó da terra (Gênesis 2.7) ele só ganhou vida quando Deus soprou nele o fôlego. O homem não viveu até que Deus soprasse em suas narinas. Podemos ler: “[...] e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente” (Gênesis 2.7).

No hebraico a palavra Espírito Santo é transcrita como Ruach HaKodesh. O substantivo ruach significa, literalmente, “sopro” ou “vento”. Aquele sopro de Deus sobre aquela forma sem vida representava o agir do Espírito Santo na criação. Como está escrito: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”, (Gênesis 1.26).

O homem passaria a conviver com a presença da Santíssima Trindade. O primeiro homem, Adão, tinha livre acesso ao Pai. Conversava com Ele todos os dias, face a face. Andava lado a lado com Ele, entrava na presença do Todo Poderoso com liberdade e intimidade.

No Antigo Testamento essa intimidade espiritual vinha temporariamente sobre os sacerdotes, reis, profetas e ungidos. O Espírito antes vinha sobre ungidos de Deus, tomando eles para cumprir os propósitos divinos, mas não permanecia sempre com eles.

O grande profeta Elias foi um dos homens que recebia o poder do Espírito Santo, tinha autoridade para enfrentar reis, dar ordens ao clima e ao tempo, mas ainda assim não podia ter a totalidade da presença do Santo Espírito.

Já na vida de Davi Ele se manifestou em alto nível de amizade, desde quando Davi era pastor de ovelhas, quando ainda cantava salmos além do deserto, no pasto com as ovelhas. No dia de sua unção pelas mãos do profeta Samuel, o Espírito Santo confirmou o seu chamado.

Conforme está escrito em 1 Samuel 16.13: “Então Samuel tomou o vaso de azeite, e o ungiu no meio de seus irmãos; e daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. Depois Samuel se levantou, e foi para Ramá”.

Somente em Atos 2 o Espírito Santo é derramado sobre “toda a carne”, cumprindo-se a profecia de Joel 2.28. O próprio apóstolo Pedro, cheio do Espírito de Deus, cita essa passagem bíblica como referência do que estava acontecendo naquele instante.

A expressão “derramado” representa bem essa manifestação gloriosa do Espírito Santo de Deus. Sua energia, entregue aos profetas, sacerdotes e reis do Antigo Testamento, agora é lançada sobre todo o homem que almeja ser um instrumento de valor para o Reino de Deus.

Pr Joel Engel

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 19 de abril de 2018

A PROMESSA DO ESPÍRITO SANTO


E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que, disse ele, de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações qe o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra (Atos 1:4-8)

1. O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO É UMA PROMESSA DO PAI
• O profeta Joel já havia profetizado: “E acontecerá depois que derramarei do meu Espírito sobre toda carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias” (Jl 2:28,29).
• O derramamento do Espírito quebra a barreira do preconceito sexual, etário e social. • Jesus disse que enviaria o outro Parácleto, o Espírito Santo, para estar para sempre conosco. Jesus reafirma a promessa, quando Deus derramaria água sobre o sedento e torrentes sobre a terra seca. 

2. O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO É RESULTADO DE UMA ESPERA OBEDIENTE
• os discípulos deveriam permanecer na cidade até que fossem revestidos de poder (Lc 24:49). Talvez o último lugar que gostariam de ficar fosse Jerusalém, o palco de queda e fracasso na vida deles. Mas o cenário do fracasso deve ser o lugar da restauração.
• É mais fácil sair do que ficar. É mais fácil ser um ativista do que depender de Deus. É mais fácil confiar em nossa força do que no poder do Espírito Santo. Mas a ordem é capacitação do alto antes de ação na terra. Ilustração: A igreja do Evangelho Pleno em Seul – O pastor gasta 70% do seu tempo orando e meditando na Palavra.

3. O DERRAMAMENTO DO ESPÍRITO É RESULTADO DA EXPECTATIVA DE UMA VIDA DE PODER – Atos 1:5,8; Lc 24:49
• O batismo com o Espírito Santo deu-se no Pentecoste, quando o Espírito veio para estar para sempre com a igreja. Agora, todos nós que cremos, somos batizados pelo Espírito Santo, no corpo de Cristo. Com o batismo do Espírito, veio também o revestimento de poder.
• Devemos igualmente esperar uma vida de poder. O evangelho é o poder de Deus. O Reino de Deus consiste não de palavras, mas de poder. Foi essa sede de poder do alto que levou os homens santos de Deus a clamar. Ilustração: A reunião de oração do clube santo, na rua Aldersgate Street no dia 1/1/1738.
• O evangelista Moody foi abordado por duas mulheres da igreja Metodista Livre. Estamos orando por você, disseram elas. Moody começa também a orar. Logo veio sua gloriosa experiência em Nova York. Ele disse que não trocaria esse enchimento do Espírito ainda que lhe dessem em troca o mundo inteiro.

• Mas poder para que?
a) Poder para sacudir o jugo do medo
b) Poder para tirar os olhos da especulação para a ação (At 1:6-8)
c) Poder para morrer (At 1:8)
d) Poder para perdoar (At 1:8)
e) Poder para ir além fronteiras (At 1:8)
f) Poder para para pregar (At 1:8).

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

MANTENDO COMUNHÃO COM O ESPÍRITO SANTO

“Mas agora, assim diz o SENHOR que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu...” Is 43.1-13

É conhecido o amor do Espírito Santo para conosco, seu cuidado, o zelo, Ele tudo faz para que tenhamos paz e estejamos aptos para nos encontrarmos com o Senhor Jesus, quando do arrebatamento da igreja. Agora, devemos conservar a comunhão com ele, procurando não pecar, não resistir, não entristecer e muitos outros cuidados que devemos ter.

ENTRISTECER AO ESPÍRITO SANTO
Veja a advertência de Ef. 4.30. A ofensa a uma pessoa é um golpe muito forte. Se ele entristece é porque nos ama e não quer que pratiquemos coisas incompatíveis com sua santidade.

O ESPÍRITO SANTO PODE SER ENTRISTECIDO DAS SEGUINTES MANEIRAS:
Quando nos rebelamos, Is 63.10. A rebeldia é resultado da insubordinação, de pessoas que sempre querem ser opositores.

O Espírito Santo não pode habitar em coração de onde procede desejos ímpios, palavras duras e torpes. Leia Ef. 4.29-31. O cristão deve possuir pensamentos puros e palavras de graça aos que ouvem (Gl 4.6).

Amor às coisas mundanas. João adverte em I Jo 2.15 quanto ao amor ao mundo, o que incita um ciúme santo da parte do Espírito Santo (Tg 4.5). Sorrateiramente as novelas, determinados programas de televisão vão dividindo o amor do cristão. Olha! Ninguém pode agradar a dois senhores, afirmou Jesus Cristo.

Resistência ao Espírito Santo At 7.51. Contém uma acusação séria contra os poderes que resistiam ao Espírito Santo através da abstinação, pessoas de dura cerviz, cujo pescoço não se curva. Incircuncisos de ouvidos (desatenção); e de coração (possuíam indisposição para atender).  

As pessoas resistem ao Espírito Santo, por não estarem interessadas em ouvi-lo, alegando que não tem tempo, mas na verdade, trata-se de um espírito rebelde.

A continuada reação ao Espírito Santo leva-nos a procrastinação (deixar para fazer depois o que pode ser feito agora), o receio das malévolas consequências do pecado, irão desaparecendo a ponte de não sentirem a gravidade do pecado. Quem resiste ao Espírito Santo, torna-se insensível a sua voz.

A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO
O pecado da blasfêmia é imperdoável, porque o que assim procede afasta-se conscientemente do plano redentor de Deus.

A prática de tal pecado pode ocorrer em nossos dias, mas poucas pessoas as cometem. A pessoa que se aflige por temer tê-lo cometido, prova que não o praticou.

OUTROS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER

Ausência de oração. O cristão que não ora está rejeitando o auxílio do Espírito Santo. Pois é uma realidade que assim como dependemos do ar para viver, precisamos dele para conforto e auxílio na ocasião necessária.

Quanto às advertências do espírito Santo. As nossas atitudes devem ser de evitar toda impureza, e satisfação das paixões carnais, pois os que ouvem a voz do Espírito Santo e não a atendem, ultrajam (pecam conscientemente) a Ele e vem causar escândalo.

Não apagar o Espírito (I Ts 5.19). O fogo deve ardem continuamente sobre o altar (Lv 6.12-13). O fogo não pode ficar sem lenha (vidas consagradas e abandono do pecado). O fanatismo e o formalismo são opostos e podem apagar a chama pentecostal.

É Preciso vigiar todo tempo para que não venhamos a perder a glória do Senhor.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A PESSOA E A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo é uma realidade viva e presente na vida da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Entretanto, Ele não é uma força ou energia, mas uma pessoa que Deus enviou para que este efetuasse a obra de regeneração na vida do pecador e operasse a santificação no crente.

“E eu rogarei ao pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” – Jo 14:16. O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade Santíssima e,à semelhança do Pai e do Filho, é Deus.

A palavra “espírito”, no Antigo Testamento, vem do hebraico. Sua transliteração é “ruach”, que significa “vento”. No Novo Testamento, por sua vez, o vocábulo vem do grego “pneuma”, que significa “vento, hálito ou respiração”. Ambos os termos possuem correlação com a ação divina (Jo 3:8). Ele não é fruto de emoções, nem de qualquer sensação, mas sim representa Deus presente em nossas vidas.

Sendo assim, quanto maior compreensão houver a respeito das verdades bíblicas, mais o Espírito Santo derrama sobre nossas vidas o seu precioso fruto, o qual, por conseguinte, gera uma vida cristã mais dinâmica e cheia da presença de Deus.

Nas páginas da Bíblia, ele é tratado como Deus, e é assim que devemos crer, pois desde o princípio o Espírito Santo é tratado como Deus. Ademais, basta uma simples exegese do texto de Gn 1:2 para compreendermos a divindade da terceira Pessoa da Trindade. Em Gn 1:1-2 está escrito: “No principio criou Deus os céus e a terra, e a terra era sem forma e vazia e o Espírito de Deus se movia pela face das águas.” – Gênesis 1:1-2.

O ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Na velha aliança, o Espírito de Deus vinha por meio de possessão sob uma classe restrita de pessoas: sacerdotes, reis, juízes e profetas. Não havendo ninguém no Antigo Testamento que tenha experimentado o agir permanente do Espírito como no contraste de como o mesmo se apresentava no Novo Testamento, a habitação no AT era seletiva e temporária.

O Espírito “apoderava-se” de certas pessoas do Antigo Testamento, como Josué (Números 27:18), Davi (1 Samuel 16:12-13) e até mesmo Saul (1 Samuel 10:10). No livro de Juízes, exemplificando, vemos o Espírito “apoderando-se” dos vários juízes que Deus levantara para libertar Israel de seus opressores. O Espírito Santo viera sobre estes indivíduos somente em seletos momentos específicos.

A habitação era um sinal do favor de Deus sobre aquele indivíduo (no caso de Davi), e, se o favor de Deus abandonava uma pessoa, o Espírito saía (por exemplo, no caso de Saul, em 1 Samuel 16:14). A principal diferença é a habitação permanente do Espírito nos crentes no tempo que se chama hoje. Como Jesus disse a respeito dessa mudança no ministério do Espírito: “Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.” (João 14:17).

O ESPÍRITO SANTO NO NOVO TESTAMENTO
Já na Nova Aliança, vivemos a dispensação da Graça ou o Ministério do Espírito, que se revela por meio da ação do Espírito em favor de todo e qualquer salvo. No NT, o Espírito Santo habita em todos os cristãos, dirige a Igreja, santifica os cristãos e os ornamenta com os dons espirituais. A presente era, por causa das extensas atividades do Espírito Santo, tem sido chamada de era ou dispensação do Espírito.

Uma avaliação mais cuidadosa mostrará que na Bíblia mais ou menos 90% do material que compõe a pneumatologia [1] é encontrado nas páginas do NT que se relacionam com a era da Graça. Este período é distinto, pois apresenta o desenvolvimento do Reino de Deus entre os homens, por meio da ação do Espírito.
“O Reino de Deus não é comida e nem bebida, mas paz, alegria e justiça no Espírito Santo.” – Romanos 14:17

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA
De acordo com o ensino claro das Escrituras, observamos que o Espírito Santo possui sentimentos, intelecto, emoções e vontade, o que o torna uma Pessoa, e não uma “força ativa”.

De acordo com o pastor e teólogo pentecostal Antônio Gilberto: “personalidade é o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam uma pessoa” [2].

As Escrituras evidenciam, com clareza e simplicidade, que todos estes atributos o Espírito Santo possui e suas ações evidenciam essa verdade.

O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo. Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade. Mas não é só Pessoa; também é divino.

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA DIVINA: ELE É DEUS
Em toda a Bíblia podemos ver claramente que o Espírito Santo é o próprio Deus, e que desta feita podemos concluir que os atributos que as Escrituras lhe conferem são os mesmos do próprio Deus [3].

A primeira referência bíblica ao Espírito Santo está em Gênesis 1:2, onde lemos: “O Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. No entanto, Gên. 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. E, em Colossenses, escrevendo à Igreja de Colossos sobre o Senhor Jesus Cristo, no meio de outras grandes verdades, Paulo nos diz: “Nele foram criadas todas as coisas; nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste” (é conservado em ordem e harmonia, BLH) (Col. 1:16, 17).

Por fim, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estavam juntos criando o mundo e é da máxima importância para todos os cristãos compreender e aceitar estes fatos, tanto na teologia como na prática.

Orlando Martins

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

O ESPÍRITO SANTO E A SALVAÇÃO

Ele exerce um papel fundamental na salvação do homem, levando o incrédulo a reconhecer seus pecados e a voltar-se para Deus. Veja como isso ocorre:

ARREPENDIMENTO, At 2: 38
O arrependimento é um sinal de que a pessoa está passando pelo processo de conversão, resultado do trabalho do Espírito Santo no coração humano. Isso é fundamental porque, morto em seus delitos e pecados, Ef 2: 1-3, o homem não tem condições próprias de voltar-se para Deus. Sua natureza, corrompida pelo pecado, impede-o de aproximar-se do Senhor.

O ARREPENDIMENTO É CARACTERIZADO POR MUDANÇA DE PENSAMENTO E DE ATITUDES, Rm 12: 1-2.
O homem abandona o pecado, o antigo “eu" e sua rebeldia contra Deus. Há, portanto, uma mudança de opinião, uma revisão de conceitos, uma tomada de nova posição na vida espiritual que surge da convicção de pecado e do arrependimento.

NOVO NASCIMENTO, Jo 3: 3 a 5
O arrependimento e o novo nascimento estão intimamente ligados, ambos ocorrendo mediante a disposição do homem de aceitar a ação divina.
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Jesus ensinou que a missão do Espírito Santo é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo, Jo 16: 8-11. Esse processo resulta na conversão.

Em Tito 3: 5 Paulo afirma: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo”.

Após esse processo, a pessoa de Cristo passa a ocupar o lugar central na vida do convertido. Os bens materiais, os ideais humanos, etc. ficam para trás, colocados em segundo plano.

TESTIFICAÇÃO DA SALVAÇÃO
Depois do processo da conversão, o Espírito Santo passa a habitar o convertido, dando-lhe testificação de sua salvação.

SALVAÇÃO PELA FÉ, Ef 2: 8
A Bíblia ensina que somos salvos pela fé, e não pelas obras, v. 9. Quem poderia nos dar certeza ao ponto de podermos crer e afirmar que somos salvos? O Espírito Santo é quem testifica em nossos corações que somos filhos de Deus, Rm 8: 16.

SALVAÇÃO E CONVICÇÃO, Gl 4: 6
Uma das armas usadas por Satanás, para impedir que a pessoa tenha convicção de sua salvação depois que ela aceita Jesus é semear a dúvida no coração. Contudo, o Espírito Santo dá certeza e confiança de que /fomos redimidos.

SALVAÇÃO E FILIAÇÃO.
A salvação recebida em Cristo Jesus nos assegura o direito de filiação a Deus, Jo 1:12. Adquirimos o direito de filhos por adoção, Rm 8: 15.

Lidiomar T, Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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