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sábado, 13 de junho de 2026

A NATUREZA DO AMOR A DEUS

Jesus não teve a menor hesitação em afirmar que o primeiro, o maior e principal dos mandamentos era este: “Amarás teu Deus...” (Mc 12.30).

Para o Senhor era a obediência a este mandamento que dava à fé que Ele pregava toda a sua novidade.

É o amor a Deus que cria uma atmosfera nova para a relação entre o ser humano e o criador.

Um relacionamento de intimidade e de estar à vontade na presença de Deus.

O cristão é aquele que ama a Deus e, por isso, alegra-se em sua presença e no fazer sua vontade.

Ele o busca porque o ama e tem prazer em encontrar-se com Ele e em manter comunhão com Ele através do Espírito Santo.

É evidente que este amor não está preso ou condicionado a benefícios recebidos ou sujeito a flutuações da vida.

O amor a Deus é um sentimento que envolve toda a vida da pessoa.

A descrição que Jesus faz deste amor é até certo ponto a mesma que é feita por Dt 6.5 onde este mandamento se encontra originalmente: é algo que envolve todo coração, toda alma e toda a força.

Isto quer dizer que envolve o sentimento e se prolonga por toda a vida e alcança todas as ações da pessoa.

Mas Jesus acrescentou algo que não se encontra no texto original: “todo o teu entendimento”. Não era algo desvinculado do raciocínio, é um amor consciente de si mesmo, de sua existência, que reflete sobre a sua razão de ser, na natureza e sobre suas consequências na vida de cada dia.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 15 de fevereiro de 2025

PESSOA RADIANTE

No mundo de hoje a ênfase é dada sobre a ação.

Tudo se move a grande velocidade: vá, vá, vá! Depressa, depressa, depressa!

E quando vamos à igreja esperamos que Deus responda imediatamente à nossa oração.

“Deus”, oramos, “cura-me. Tu sabes quanto sofro. Tu tens todo o poder no universo. Por favor, cura-me agora”.

Então abrimos os olhos e esperamos que Deus nos tenha curado imediatamente.

Se não o fez, ficamos profundamente desapontados e, muitas vezes, com raiva.

Mas com esse tipo de atitude Deus jamais pode fazer alguma coisa por nós.

Deus deseja que gastemos tempo em sua presença.

Quer que nós, paciente e persistentemente, esperemos que seus propósitos se desenrolem.

Espere no Senhor e busque a face de Deus.

Se você tiver espinhos de perplexidade persistente em sua vida não se desanime.

Decida-se a nunca se afastar da presença do Senhor.

Sua graça é tudo que necessitamos; por meio de nossas insuficiências, frustrações e fraquezas o poder de Cristo pode mostrar seu esplendor.

Gaste tempo em oração. E permita que a graça do Senhor Jesus Cristo faça de você uma pessoa radiante.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 10 de junho de 2024

O QUE É SER CRISTÃO

Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos (Atos 11:26).

Relata-se aqui a origem do termo "cristãos".

O termo foi cunhado nesta antiga cidade da Síria e desde então aqueles que entregam sua vida ao Redentor Jesus Cristo têm levado este nome.

Ser um cristão nada tem que ver com a terra onde moramos, conforme muitos, erroneamente, acreditam.

Na língua chinesa, a palavra usada para nomear um "cristão" significa literalmente "pessoa de Jesus".

Os genuínos cristãos devem ser pessoas que reflitam nitidamente a pessoa de Cristo.

Bem sabemos que esta palavra perdeu muito do seu significado nos dias de hoje.

Deixando de lado as diversas organizações que operam sob uma bandeira cristã, sem, contudo, obedecer aos princípios bíblicos, existem também muitas pessoas que individualmente professam ser cristãs.

Elas se empenham para levar um vida reta, porém não possuem uma relação pessoal com Cristo.

Temos de admitir que é difícil achar hoje em dia as verdadeiras "pessoas de Jesus", mas ainda há muitas delas por aí, graças a Deus!

Não basta pertencer a uma igreja e obedecer a determinadas formalidades para ser um cristão; é preciso crer no Senhor Jesus Cristo como Salvador pessoal e segui-lo.

É este o sentido de nossa vida e é assim que ganhamos a aprovação de nosso Senhor no céu.

No final das contas, isto é o que realmente importa!                                                                          

Extraído do devocional "Boa Semente 2002" / Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 23 de maio de 2023

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA DIVINA

De acordo com o ensino claro das Escrituras, observamos que o Espírito Santo possui sentimentos, intelecto, emoções e vontade, o que o torna uma Pessoa, e não uma “força ativa”.

O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo.

Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade

Não é só Pessoa; também é divino. ELE É DEUS

Em toda a Bíblia podemos ver claramente que o Espírito Santo é o próprio Deus.

A primeira referência bíblica ao Espírito Santo está em Gênesis 1:2: “O Espírito de Deus pairava por sobre as águas”.

No entanto, GênESIS 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.

Em Colossenses, escrevendo à Igreja de Colossos sobre o Senhor Jesus Cristo, no meio de outras grandes verdades, Paulo nos diz: 

“Nele foram criadas todas as coisas; nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste” (Col. 1:16, 17).

Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estavam juntos criando o mundo e é da máxima importância para todos os cristãos compreender e aceitar estes fatos, tanto na teologia como na prática.

Orlando Martins

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

JESUS CRISTO


A Segunda pessoa da Trindade, o Filho Eterno encarnou-se e viveu na terra como Jesus Cristo o Deus-homem. Ler Filipenses 2.5 a 8.

Cinco palavras referentes a Cristo resumem toda a Bíblia:

PREPARAÇÃO:  O Antigo Testamento – é uma preparação para o advento de Cristo
MANIFESTAÇÃO: - Os Evangelhos – Tratam de sua manifestação ao mundo.
PROPAGAÇÃO: -  O Livro de Atos – trata de sua propagação (seu nome e seus ensinos).
EXPLANAÇÃO:-  As Epístolas – Explanam sua doutrina
CONSUMAÇÃO:- O Apocalipse – Trata da consumação de todas a coisas referentes a ELE.

Cristo ressurgiu dos mortos e ainda vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva.

Ele é o fato mais importante da história e a força mais vital no mundo de hoje.

A Bíblia sem Jesus seria a matemática sem os números, a física sem a matéria ou a biologia sem a vida.

O nome de Cristo permanece sozinho. Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome.

Nenhum credo pode contê-lo, nenhum catecismo pode explicá-lo, carne de nossa carne, o próprio Deus do nosso próprio Deus.

 A Ele, pois, seja a glória., o domínio e o poder para todo sempre. “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”: Colossenses 2.9.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

domingo, 20 de outubro de 2019

É O DIABO/SATANÁS UMA PESSOA OU UMA FORÇA/PERSONIFICAÇÃO DO MAL?


Embora tenha convencido muitas pessoas de que não exista, Satanás definitivamente é um ser real e pessoal, a fonte de toda incredulidade e de todo tipo de mal moral e espiritual do mundo. Ele é chamado por vários nomes na Bíblia, incluindo Satanás (que significa "adversário" - Jó 1:6, Romanos 16:20), o diabo (ou seja, "caluniador", Mateus 4:1, 1 Pedro 5:8), Lúcifer (Isaías 14:12), a serpente (2 Coríntios 11:3, Apocalipse 12:9) e muitos outros.

A existência de Satanás como um ser pessoal é provada pelo fato de que o Senhor Jesus Cristo reconheceu-o como tal. Jesus se referiu a ele com frequência pelo nome (por exemplo, Lucas 10:18, Mateus 4:10) e chamou-o de "o príncipe deste mundo" (João 12:31; 14:30, 16:11).

O apóstolo Paulo chamou Satanás de "deus deste mundo" (2 Coríntios 4:4) e "príncipe das potestades do ar" (Efésios 2:2). O apóstolo João disse: "o mundo inteiro jaz no Maligno" (1 João 5:19) e que Satanás "engana todo o mundo" (Apocalipse 12:9). Seria difícil ter essas descrições de uma força impessoal ou uma mera personificação do mal.

As Escrituras ensinam que antes do homem e do mundo serem criados, Deus havia criado "miríades de anjos" (Hebreus 12:22), um exército celestial de seres espirituais de grande força e inteligência. Os mais elevados desses seres são os querubins, os quais são assistentes no trono de Deus, e o "querubim ungido" era originalmente o próprio Satanás (Ezequiel 28:14). Ele era "cheio de sabedoria e perfeito em formosura."

No entanto, Deus não criou Satanás como um ser mau. Os anjos, como o homem, foram criados como espíritos livres, e não como máquinas irracionais. Eles foram totalmente capazes de rejeitar a vontade de Deus e se rebelar contra a Sua autoridade, se quisessem.

O pecado básico, tanto no homem quanto nos anjos, é o pecado gêmeo da incredulidade e orgulho. Satanás disse em seu coração: "Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte; subirei acima das alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo" (Isaías 14:13,14). Novamente, estas não poderiam ser as ações ou motivações de uma força impessoal.

Jesus também nos falou de algumas das características de Satanás. Cristo disse que ele era um assassino desde o princípio, não se firmando na verdade porque não há verdade nele, e que mente quando fala porque a sua língua nativa é a de um mentiroso e pai da mentira (João 8:44).

É crucial que os cristãos reconheçam a realidade de Satanás e entendam que ele anda em derredor como leão que ruge procurando alguém para devorar (1 Pedro 5:8). É impossível vencer o pecado e a tentação do diabo por nós mesmos, mas a Escritura nos diz como ser forte. Precisamos nos vestir de toda a armadura de Deus e resistir à tentação (Efésios 6:13).V

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 5 de julho de 2018

O ESPÍRITO SANTO É ...


O Espírito Santo é uma pessoa da Trindade, e como tal Ele é Deus e possui os atributos da divindade.

A Bíblia é o nosso tira-teima. Muitos confiam na palavra dos gurus, dos líderes religiosos que se dizem ungidos e senhores da verdade. Mas a Bíblia nos ensina em quem devemos confiar. Façamos como fizeram os bereanos. Eles examinaram se o que Paulo e Silas ensinavam estava conforme as Escrituras (At 17.9-11).

“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (At 5.3-4).

Afinal, Ananias mentiu ao Espírito Santo ou a Deus? Se o Espírito Santo fosse uma força ou uma energia de Deus, não caberia a repreensão de Pedro.

Ninguém mente a uma coisa, a uma força ou poder. Como também não mentimos a um jumento ou a um tijolo. Pessoas mentem a pessoas.

Ao dizer que Ananias mentiu ao Espírito e, em seguida, ao afirmar que mentiu a Deus, o apóstolo fez uma declaração explícita da divindade do Espírito. Não teria sentido Pedro dizer que Ananias mentiu ao “poder de Deus” e depois dizer que “mentiu a Deus”. Na verdade, assim como o Filho e o Pai são um (Jo 10.30), o Espírito e o Pai são um. Os três são um.

“A doutrina da Trindade não afirma que as três pessoas estão unidas numa pessoa, ou três seres num só ser, ou três deuses num só Deus (triteísmo); nem, por outro lado, que Deus simplesmente se manifesta em três diferentes modos (trindade modal, ou de manifestações); mas, ao invés disso, que há três eternas distinções na substância de Deus.

A doutrina da igreja sobre a Trindade afirma que há em Deus três hipóstases distintas ou subsistências – Pai, Filho e Espírito Santo – cada um possuindo uma única e mesma natureza divina embora de maneira diferente. Os pontos essenciais são:
1) a unidade da essência;
2) a realidade das distinções imanentes ou ontológicas. Há um Deus; Pai, Filho e Espírito Santo são este Deus uno; há esta distinção entre Pai, Filho e Espírito Santo quanto ao lançamento de uma base suficiente para o emprego recíproco dos pronomes pessoais; cada um – Pai, Filho, e Espírito Santo – tem uma peculiaridade incomunicável aos outros; nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus” (Teologia Sistemática, Augustus H. Strong, vol. I, Editora Teológica, 2002, páginas 452-3).
À vista disso, desejar adorar somente ao Pai e rejeitar o Filho e o Espírito não funciona. “Todos devem honrar o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho não honra o Pai que o enviou” (Jo 5.23).

O Espírito Santo não é uma força, uma energia, um poder. Não é uma coisa inanimada, impessoal. Ele age, fala, ensina, consola, convence as pessoas do pecado.

O Espírito Santo ajudou os apóstolos a se lembrarem das palavras de Jesus (Jo 14.26); O Espírito dá testemunho de Cristo (Jo 15.26); convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8); orientou Filipe na evangelização de um homem, no deserto (At 8.25-40); falou a Pedro (At 10.19); escolheu Barnabé e Saulo para o desempenho de importante missão (At 13.2). Convenhamos, uma força ativa não fala.

Jesus ordenou que o batismo fosse ministrado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Três nomes, três pessoas. Não disse Ele: “Em nome do Pai, e do Filho e do Poder de Deus, ou da energia do Pai, ou da força ativa de Deus”.

O Senhor Jesus disse que o Consolador, o Espírito de verdade habita em nós e estará sempre conosco (Jo 14.17). Ao mesmo tempo o Senhor Jesus assegurou: “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Porque é onipresente (atributo exclusivo da divindade), o Senhor Jesus pode estar com cada um de nós. Quem afinal está conosco? O Consolador ou o Senhor Jesus? Os dois. Aliás, os três: Pai, Filho e Espírito Santo, porque os três são um; “nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus”.

É o Espírito Santo que guia à verdade (Jo 16.13). Quem O rejeita, de forma consciente e deliberada, não pode entender com clareza as coisas divinas. Continuarão com escamas nos olhos. Continuarão em trevas e algemados por Satanás.

O Senhor Jesus disse que viria “outro Consolador” [parakletos] (Jo 14.16), “literalmente chamado para o lado de alguém, ajudador; auxiliador, consolador.

Cristo exerceu esta função aos discípulos”. Ao dizer “outro Consolador”, o Espírito Santo, afirmou tratar-se de outro do mesmo tipo, (outro = allos, outro da mesma espécie, e não heteros, “outro diferente”). Logo, o Deus Filho deu testemunho explícito da divindade do Espírito Santo. Viria outro igual a Ele em divindade. Não seria um menos poderoso, uma força, uma energia, uma coisa (cf. Jo 15.26; 16.7).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A PESSOA E A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo é uma realidade viva e presente na vida da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Entretanto, Ele não é uma força ou energia, mas uma pessoa que Deus enviou para que este efetuasse a obra de regeneração na vida do pecador e operasse a santificação no crente.

“E eu rogarei ao pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” – Jo 14:16. O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade Santíssima e,à semelhança do Pai e do Filho, é Deus.

A palavra “espírito”, no Antigo Testamento, vem do hebraico. Sua transliteração é “ruach”, que significa “vento”. No Novo Testamento, por sua vez, o vocábulo vem do grego “pneuma”, que significa “vento, hálito ou respiração”. Ambos os termos possuem correlação com a ação divina (Jo 3:8). Ele não é fruto de emoções, nem de qualquer sensação, mas sim representa Deus presente em nossas vidas.

Sendo assim, quanto maior compreensão houver a respeito das verdades bíblicas, mais o Espírito Santo derrama sobre nossas vidas o seu precioso fruto, o qual, por conseguinte, gera uma vida cristã mais dinâmica e cheia da presença de Deus.

Nas páginas da Bíblia, ele é tratado como Deus, e é assim que devemos crer, pois desde o princípio o Espírito Santo é tratado como Deus. Ademais, basta uma simples exegese do texto de Gn 1:2 para compreendermos a divindade da terceira Pessoa da Trindade. Em Gn 1:1-2 está escrito: “No principio criou Deus os céus e a terra, e a terra era sem forma e vazia e o Espírito de Deus se movia pela face das águas.” – Gênesis 1:1-2.

O ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Na velha aliança, o Espírito de Deus vinha por meio de possessão sob uma classe restrita de pessoas: sacerdotes, reis, juízes e profetas. Não havendo ninguém no Antigo Testamento que tenha experimentado o agir permanente do Espírito como no contraste de como o mesmo se apresentava no Novo Testamento, a habitação no AT era seletiva e temporária.

O Espírito “apoderava-se” de certas pessoas do Antigo Testamento, como Josué (Números 27:18), Davi (1 Samuel 16:12-13) e até mesmo Saul (1 Samuel 10:10). No livro de Juízes, exemplificando, vemos o Espírito “apoderando-se” dos vários juízes que Deus levantara para libertar Israel de seus opressores. O Espírito Santo viera sobre estes indivíduos somente em seletos momentos específicos.

A habitação era um sinal do favor de Deus sobre aquele indivíduo (no caso de Davi), e, se o favor de Deus abandonava uma pessoa, o Espírito saía (por exemplo, no caso de Saul, em 1 Samuel 16:14). A principal diferença é a habitação permanente do Espírito nos crentes no tempo que se chama hoje. Como Jesus disse a respeito dessa mudança no ministério do Espírito: “Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.” (João 14:17).

O ESPÍRITO SANTO NO NOVO TESTAMENTO
Já na Nova Aliança, vivemos a dispensação da Graça ou o Ministério do Espírito, que se revela por meio da ação do Espírito em favor de todo e qualquer salvo. No NT, o Espírito Santo habita em todos os cristãos, dirige a Igreja, santifica os cristãos e os ornamenta com os dons espirituais. A presente era, por causa das extensas atividades do Espírito Santo, tem sido chamada de era ou dispensação do Espírito.

Uma avaliação mais cuidadosa mostrará que na Bíblia mais ou menos 90% do material que compõe a pneumatologia [1] é encontrado nas páginas do NT que se relacionam com a era da Graça. Este período é distinto, pois apresenta o desenvolvimento do Reino de Deus entre os homens, por meio da ação do Espírito.
“O Reino de Deus não é comida e nem bebida, mas paz, alegria e justiça no Espírito Santo.” – Romanos 14:17

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA
De acordo com o ensino claro das Escrituras, observamos que o Espírito Santo possui sentimentos, intelecto, emoções e vontade, o que o torna uma Pessoa, e não uma “força ativa”.

De acordo com o pastor e teólogo pentecostal Antônio Gilberto: “personalidade é o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam uma pessoa” [2].

As Escrituras evidenciam, com clareza e simplicidade, que todos estes atributos o Espírito Santo possui e suas ações evidenciam essa verdade.

O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo. Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade. Mas não é só Pessoa; também é divino.

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA DIVINA: ELE É DEUS
Em toda a Bíblia podemos ver claramente que o Espírito Santo é o próprio Deus, e que desta feita podemos concluir que os atributos que as Escrituras lhe conferem são os mesmos do próprio Deus [3].

A primeira referência bíblica ao Espírito Santo está em Gênesis 1:2, onde lemos: “O Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. No entanto, Gên. 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. E, em Colossenses, escrevendo à Igreja de Colossos sobre o Senhor Jesus Cristo, no meio de outras grandes verdades, Paulo nos diz: “Nele foram criadas todas as coisas; nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste” (é conservado em ordem e harmonia, BLH) (Col. 1:16, 17).

Por fim, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estavam juntos criando o mundo e é da máxima importância para todos os cristãos compreender e aceitar estes fatos, tanto na teologia como na prática.

Orlando Martins

Por Litrazini
Graça e Paz


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Afinal, Quem é Jesus Cristo??

A Segunda pessoa da Trindade, o Filho Eterno encarnou-se e viveu na terra como Jesus Cristo o Deus-homem. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Filipenses. 2.5 a 8.

Cinco palavras referentes a Cristo resumem toda a Bíblia:


PREPARAÇÃO:
O Antigo Testamento – é uma preparação para o advento de Cristo

MANIFESTAÇÃO:
Os Evangelhos – Tratam de sua manifestação ao mundo.

PROPAGAÇÃO:
O Livro de Atos – trata de sua propagação (seu nome e seus ensinos).

EXPLANAÇÃO:
As Epístolas – Explanam sua doutrina

CONSUMAÇÃO:
O Apocalipse – Trata da consumação de todas a coisas referentes a ELE.

Cristo ressurgiu dos mortos e ainda vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva.

Ele é o fato mais importante da história e a força mais vital no mundo de hoje.

A Bíblia sem Jesus seria a matemática sem os números, a física sem a matéria ou a biologia sem a vida.

O Nome de Cristo permanece sozinho. Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome.

Nenhum credo pode contê-lo, nenhum catecismo pode explicá-lo, carne de nossa carne, o próprio Deus do nosso próprio Deus. A Ele, pois, seja a glória., o domínio e o poder para todo sempre. “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”: Colossenses 2.9.

Atributos de Jesus que só pertencem a Deus
Vemos que Jesus é Onipotente, Onipresente e Eterno em Mateus 28.18 e 20: “E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”;

João 16.30 revela sua Onisciência: “Agora, sabemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue...”

A Imutabilidade
de Jesus é comprovada em Hebreus 13.8 que diz: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente” .

Comprovamos também que todos os atributos do Pai estão em Cristo em Colossenses 2.9 “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO

Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS –
Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa “Salvador”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO –
(provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O Ungido de Deus”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR
– No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade:“E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”: Filipenses 2.11.

4 - O VERBO
– (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI
– Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM
– É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano:

João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”.

I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”.

Romanos 8.3: “Deus enviando seu próprio Filho em ...”

João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.