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domingo, 22 de março de 2026

FILHO DO HOMEM

A expressão "filho do homem" é encontrada muitas vezes, tanto no Velho como no Novo Testamento.

Originalmente, foi usada como sinônimo de "homem".

"Eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?" (Is 51.12)

Chegando ao Novo Testamento, "filho do homem" é usado quase exclusivamente para falar sobre Jesus.

O próprio Cristo utilizou esta expressão, segundo os quatro relatos do evangelho, para se identificar inúmeras vezes.

Assim, Ele enfatiza sua própria humanidade, o fato que Ele se fez carne e habitou entre homens (João 1:14).

Mas esta descrição jamais é usada para sugerir que Jesus era mero homem.

Contra as doutrinas humanas que sugerem que Jesus era um homem glorificado, a Bíblia ensina que Ele é Deus que se humilhou.

"Que será, pois, se virdes o Filho do Homem subir para o lugar onde primeiro estava?" (João 6.62)

Paulo confirma a mesma coisa em Filipenses 2:5-8.

Assim, o Filho do Homem mostrou sua autoridade na terra (Mc 2:10,28).

Depois de sua morte e ressurreição, Ele afirmou que tinha recebido toda autoridade (Mt 20:28).

Como Daniel o viu descendo nas nuvens, Jesus prometeu vir nas nuvens em julgamento (Mc 13:26).

Algum tempo depois da ascensão de Jesus, Estevão foi privilegiado em ver "o Filho do Homem, em pé à destra de Deus" (Atos 7:56).

Vamos obedecer ao Filho do Homem, que tem toda autoridade.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 19 de março de 2024

UM DEUS E TRES PESSOAS

O Pai é a Fonte de todas as coisas (1Co 8.6) “...pelo qual são todas as coisas”.

Ele é aquele que planejou e ordenou a redenção. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

A encarnação foi o cumprimento de seu decreto previamente anunciado em Sl 2.7: “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.”

Ele também deu-nos o Messias como expiação pelos nossos pecados (Is 53.6,10).

De maneira semelhante, Ele concedeu o Espírito Santo a seu povo (At 2.18; Ef 1.17).

Quanto a Deus, o Filho, foi por meio dEle que toda a obra da criação se realizou (Jo 1.3; 1 Co 8.6);

Significa que Ele era também o Senhor Deus, ao qual se refere o Sl. 90, o Criador que fez as montanhas, as colinas e toda a terra.

Ele é também o Sustentador e Preservador do universo material que Ele criou (Hb 1.2,3).

Ele era a Luz que veio ao mundo para salvar os homens do poder das trevas (Jo 1.9; 8.12) por meio de sua perfeita obediência à lei e sua morte expiatória na cruz (Hb 1.3).

O Espírito Santo é aquela pessoa da Trindade que inspirou a redação das Escrituras (1Co 2.13; 2Pe.1.21), e manifesta o Evangelho aos redimidos de Deus (Jo 16.14).

Ele comunica os benefícios do Calvário a todos quantos verdadeiramente creem e receberam Cristo como Senhor e Salvador (Jo 1.12,13);

Ele penetra em suas almas a fim de santificar seus corpos como templos vivos de Deus (1 Co 3.16; 6.19), após terem nascido de novo pela sua graça transformadora (Jo. 3.5,6).

Ensina aos cristãos as palavras de Cristo, de modo que possam entendê-las e crer nelas (Jo 14.26; 1 Co 2.10), e dá testemunho de Jesus tanto por sinais externos como por convicção interna (Jo 15.26; At. 2.33,38,43).

Ele santifica e congrega os membros de Cristo num organismo vivo, que é o verdadeiro templo do Espírito Santo (Ef 2.18-22) e concede a cada membro dons especiais da graça e do poder (1 Co 12.7-11)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 17 de março de 2023

JESUS É CHAMADO DEUS PELO PRÓPRIO PAI

Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho… o qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder (Hb.1.1-3)

O salmo 102 é comovente, pois Jesus Cristo declara profeticamente:

“Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias, os teus anos são por todas as gerações” (Sl 102.24).

Então o Pai responde: “Os teus anos nunca terão fim”. (Sl 102.27) 

E logo relembra sua glória de Criador dos céus e da terra, e afirma que Ele é “o mesmo”, Aquele que não está sujeito ao tempo.

Os primeiros versículos da epístola de Hebreus expõem a grandeza de Deus filho, superior aos profetas, através dos quais Deus falou nos tempos antigos, e também superior aos “anjos”, que Lhe devem adoração. 

O contraste com eles é acentuado pela declaração do Pai acerca do Filho: “O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo” (Sl 45:6).

Deus também disse: “Tu és meu Filho, hoje te gerei” (Hb 1.5).

Mediante estas palavras sabemos que após os judeus terem recusado a mensagem divina entregue pelos profetas, o Pai introduziu o Filho no tempo e O enviou ao mundo. 

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (João 1:14).

Deus Pai nos falou pelo Filho.

Que mistério o da encarnação!

Deus Filho entrou em nossa natureza, porém a Bíblia afirma que não conheceu nem cometeu pecado.

Por isso podia ser o Sacrifício santo, o único capaz de nos substituir para expiar nossos pecados na cruz.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

PAZ COM DEUS

A Bíblia apresenta Jesus como sendo ao mesmo tempo perfeitamente humano (embora sem pecado) e perfeitamente divino (Is 9.5-6; João 1.1-2; 3.16; 8.58; Colos 1.15-19; 1Tm 3.16; Hb 13.8; 1João 5.20).

A carta aos Filipenses diz de Jesus: "pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens" (Filip 2.6-7).

Em outras palavras: Ele não agarrou-se à Sua divindade, mas humilhou-se por amor a nós.

Em outro lugar o próprio Jesus disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10.30).

"Porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus." Colos 1.19-20.

A Bíblia Viva diz: "Porque Deus queria que tudo dEle mesmo estivesse em seu Filho.

Foi por meio daquilo que seu Filho fez que Deus abriu um caminho para que tudo viesse a ele, todas as coisas no céu e na terra, pois a morte de Cristo na cruz trouxe para todos a paz com Deus através de seu sangue."

Jesus é o único em quem Deus realmente habitou plenamente

Jesus é Aquele que resgatou todo o Universo e, portanto, também chegará ao objetivo com ele...

Por isso, em profunda adoração, só podemos citar a passagem de Isaías 46.5: "A quem me comparareis para que eu lhe seja igual? E que coisa semelhante confrontareis comigo?"

“Porque aprouve a Deus que, nele (Jesus), residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.”

Extraído do livro EJesus

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 10 de março de 2022

O FILHO DO DEUS VIVO

“...Os tempos antigos e modernos adquirem sentido apenas em Jesus, que somente Ele é a chave para a compreensão da história e que, na verdade, sem Jesus toda ela não faz sentido."(O Barão von der Ropp)

Mas também as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias têm seu cumprimento em Jesus.

Mil e quinhentos anos antes de Seu nascimento foi profetizado, dentre muitas outras coisas:

Viria da tribo de Judá (Gn 49.10).

Descenderia da casa de Davi (Is 11.1; Jr 33.21).

Nasceria de uma virgem (Is 7.14).

Viria ao mundo em uma pequena aldeia chamada Belém (Miq 5.1-2).

Morreria em sacrifício (Is 53.1-2).

Perderia Sua vida através de crucificação (Sl 21.1-21).

Ressuscitaria dos mortos (Sl 16.8-11; Is 53.10-12).

Voltaria à terra (Zac 14.4).

Apareceria nas nuvens do céu (Dn 7.13).

Sobre a primeira vinda de Jesus há ao todo 330 profecias, que impressionam pela exatidão e são extremamente diferenciadas – e todas elas cumpriram-se literalmente e podem ser verificadas e comprovadas.

Em vão procuramos por profecias semelhantes acerca de qualquer outro grande homem da história ou sobre qualquer outra religião.

Todas essas profecias somente podem referir-se a um único homem. Ele já cumpriu a maior parte delas, e da mesma forma cumprirá também as que ainda faltam: Jesus, o homem de Nazaré, o Filho do Deus vivo!

Ninguém além dEle, em toda a história do mundo, pode reivindicar para si esse direito. E Ele, este único, incomparável e maravilhoso Senhor, chama a você:

"O que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora" (João 6.37).

Para onde iremos, senão a Jesus?

Extraído do Livro EJesus

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

DONS DO FILHO – PARTE II

Para facilitar e equipar o corpo da Igreja - Efésios 4.10 a 13 e 1Co.12.28

Os dons que o Filho de Deus deu são essenciais para assegurar que as duas primeiras categorias de dons sejam aplicados no corpo da Igreja.

PROFETA – Um porta voz ou proclamador espiritualmente maduro com uma mensagem dirigida de forma especial e divina à igreja ou ao mundo.

Uma pessoa dotada unicamente em certas épocas com compreensão para eventos futuros.

É aquele que aponta a direção para a Igreja. Enxerga onde a Igreja está caminhando, para onde ela deve ir, tem a visão de Deus para encaminhar a Igreja.

Não é adivinho, que prevê o futuro, nem determina passos práticos na vida individual dos cristãos.

É um canal de revelação de Deus para a igreja. Ajuda os santos a compreenderem o que foi revelado pelo Senhor.

O profeta pode ser movido mais em palavra de sabedoria, como Ágabo, At 21.10-11; ou em exortação, edificação e consolação, como no caso de Judas e Silas, At 15.32.

EVANGELISTA – Refere-se principalmente a um dom especial de pregar ou testemunhar de forma a trazer o descrente à experiência da salvação.

Funcionalmente, o dom de evangelista opera para o estabelecimento de novos trabalhos, enquanto pastores e professores o sucedem para organizar e sustentar o novo trabalho estabelecido.

Essencialmente, o dom do evangelista opera para estabelecer convertidos e reuni-los, espiritual e literalmente, ao corpo de Cristo.

É a pessoa que Deus usa para estender o alcance do evangelho e fazer com ele seja obedecido nas diferentes localidades.

As características deste ministério podem ser vistas nas vidas de Felipe e Timóteo, At 21.8.

Trabalha com a Igreja preparando o povo, evangelizando, batizando, ensinando a doutrina, estabelecendo presbíteros e corrigindo desvios.

Não é o homem que prega para uma multidão e converte todo mundo. Fazer discípulos é uma tarefa de todos os filhos de Deus, uma ordem de Jesus.

Evangelista é aquele que traz a visão de Deus para a Igreja obedecer esta ordem.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

domingo, 10 de janeiro de 2016

UNIGÊNITO SIGNIFICA GERADO?

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1.14- Almeida CF). 

Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (Jo 1.18).

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). 

Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito” (Hb 11.17).

Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos” (1 Jo 4.9).
 
UNIGÊNITO (monogenes) é usado cinco vezes, todas nos escritos do apóstolo João, acerca de Jesus como o Filho de Deus; em Hb 11.17 é traduzido por “unigênito”, sobre a relação de Isaque com Abraão.

Com referência a Jesus, a frase “o Unigênito do Pai” (Jo 1.14), indica que, como o Filho de Deus, Ele era o representante exclusivo do Ser e caráter daquele que o enviou. No original, o artigo definido está omitido tanto antes de “Unigênito” quanto antes de “Pai”, e sua ausência em cada caso serve para enfatizar as características referidas nos termos usados.

O objeto do apóstolo João é demonstrar que tipo de glória ele e seus companheiros apóstolos tinham visto. Sabemos que ele não está fazendo somente uma comparação com as relações terrenas, pela indicação da preposição para, que significa “de, proveniente de”.

A glória era de uma relação única e a palavra “Unigênito” não implica um começo de Sua filiação. Sugere, de fato, a relação, mas esta deve ser distinguida da geração conforme é aplicada aos homens. Podemos apenas entender corretamente o termo “unigênito” quando usado para se referir ao Filho, no sentido de relação não originada. “A geração não é um evento no tempo, embora distante, mas um fato independente do tempo.

O Cristo não se tornou, mas necessariamente é o Filho. Ele, uma Pessoa, possui os atributos da deidade pura. Isto torna necessária a eternidade, o ser absoluto; sobre este aspecto Ele não é `depois´ do Pai” (Moule). A expressão também sugere o pensamento de afeto mais profundo, como no caso da palavra hebraica yachid, traduzida no Antigo Testamento por “único” (Gn 22.2,12; Pv 4.3; Jr 6.26; Am 8.10); “unigênito” (Zc 12.10) e “predileta” (Sl 22.20; 35.17).

Em Jo 1.18, a cláusula “O Filho unigênito, que está no seio do Pai”, expressa Sua união eterna com o Pai na deidade e a intimidade e o amor inefáveis entre eles, o Filho tomando parte em todas as deliberações do Pai e desfrutando de todos os Seus afetos. Outra leitura é monogenes theos, “Deus Unigênito”.

Em Jo 3.16, a declaração: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito”, não deve ser considerado que signifique que Jesus se tornou Filho Unigênito na encarnação. O valor e a grandeza do dom acham-se na filiação daquele que foi dado. Sua filiação não era o efeito de Ele ser dado.

Em Jo 3.18, a frase: “O nome do unigênito Filho de Deus”, põe a ênfase na plena revelação do caráter e da vontade de Deus, o Seu amor e graça, conforme são transmitidos no nome daquele que, estando numa relação sem igual com Ele, foi dado por Ele como o objeto de fé.

Em 1 Jo 4.9, a declaração: “Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo”, não quer dizer que Deus enviou ao mundo aquele que ao nascer em Belém se tornaria Seu Filho. Contraste com a declaração paralela encontrada em Gl 4.6: “Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho”, o que não pode significar que Deus enviou aquele que se tornou Seu Espírito quando Ele o enviou “

(Dicionário W.E.Vine) / Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Batismo

Naquela ocasião Jesus veio de Nazaré da Galiléia e foi batizado por João no Jordão. Marcos 1.9

O ministério de João Batista havia criado um alvoroço. Ele se viu no centro de um grande avivamento espiritual. Grandes multidões convergiam para a margem do rio Jordão para ouvirem seu apelo ao arrependimento e para serem batizadas. Isso porque o juízo era iminente, dizia ele, e conclamava as pessoas a fugir da ira vindoura.

Talvez tenham sido as notícias desse movimento de avivamento que convenceram Jesus a deixar sua casa e os parentes para juntar-se a ele.

Contudo, não é de surpreender que, quando Jesus se apresentou a João para ser batizar, este tenha a princípio se recusado a fazê-lo. Ele já havia falado de Jesus como alguém superior a ele, de quem não era digno nem de desamarrar suas sandálias.

Parecia mais apropriado que Jesus batizasse João do que João batizasse Jesus. Mas Jesus insistiu.

É também estranho para nós que Jesus tivesse pedido para ser batizado. Afinal, o batismo de João era um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados, mas Jesus não tinha pecado.

Talvez, então,ele desejasse se identificar com seu povo, sabendo que um dia levaria seus pecados. Em todas as circunstâncias, o batismo de João era uma iniciação para remanescente purificado de Israel.

Quando Jesus se ergueu das águas batismais, o céu se abriu, o Espírito desceu sobre ele emforma de pomba, e uma voz clamou: “Este é o meu Filho... em quem me agrado” (Mt 3.17).

Essas palavras uniram dois textos do Antigo Testamento. Primeiro, “este é o meu Filho” ecoa o Salmo 2.7, em que Deus declarou que orei davídico era seu filho. Segundo, “em quem me agrado” ecoa Isaías 42.1, no qual Deus declarou seu prazer em seu servo.

Assim Jesus foi declarado Filho e servo de Deus.

O batismo deJesus foi um belo momento trinitário, quando o Pai reconheceu o Filho e o Espírito desceu sobre ele. Foi o instante do chamamento de Jesus, algo semelhante ao chamado dos profetas, autorizando-o e equipando-o para a suamissão.

Entãoveio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?

Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.

E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. (Mateus 3.13-17)

Retirado de ABíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

Por Lidiomar

Graça e Paz

sexta-feira, 11 de março de 2011

Deus nunca desiste

Como eu sei que Deus está comigo? E se tudo isto for brincadeira?

Como você sabe que é Deus quem está falando?

A escuridão terrível e abafada da dúvida. A mesma escuridão que você sente quando senta em um banco polido de uma capela funerária e ouve o obituário de uma pessoa que você ama mais que a vida

A mesma escuridão que você sente quando ouve as palavras, "O tumor é maligno. Temos que operar."

A mesma escuridão que cai sobre você quando percebe que acaba de perder o temperamento... de novo.

A mesma escuridão que você sente quando percebe que o divórcio que você nunca quis chegou ao final.

A mesma escuridão na qual Jesus gritou, "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?"

Palavras apropriadas. Porque quando duvidamos, Deus parece estar muito longe.

É exatamente porque Ele escolheu estar tão perto.

Através do tempo, apesar do povo de Deus esquecer seu Deus muitas vezes, Deus não se esqueceu deles. Ele manteve Sua palavra.

Deus não desistiu. Ele nunca desiste. Quando José foi jogado em um buraco por seus próprios irmãos, Deus não desistiu.

Quando Moisés disse, "Eis-me aqui, envie Arão," Deus não desistiu.

Quando os israelitas libertados preferiam ser escravos no Egito ao invés de leite e mel, Deus não desistiu.

Quando Arão estava fazendo um falso deus exatamente ao mesmo tempo em que Moisés estava com o verdadeiro Deus, Deus não desistiu.

Quando somente dois dos dez espias consideravam que o Criador era poderoso o suficiente para libertar a criatura, Deus não desistiu.

Quando Sansão contou o segredo a Dalila, quando Saul riu de Davi, quando Davi conspirou contra Urias, Deus não desistiu.

Quando a palavra de Deus foi esquecida e os ídolos humanos brilharam, Deus não desistiu.

Quando os filhos de Israel foram levados cativos, Deus não desistiu.

Ele poderia ter desistido. Ele poderia ter virado as costas. Ele poderia ter ido embora da desordem desprezível, mas Ele não o fez.

Ele não desistiu.

Quando Ele se tornou carne e foi vítima de uma tentativa de assassinato antes de ter dois anos de idade, Ele não desistiu.

Quando o povo de sua própria cidade tentou O empurrar de um penhasco, Ele não desistiu.

Quando seus irmãos O ridicularizaram, Ele não desistiu.

Quando Ele foi acusado de blasfemar Deus por pessoas que não temiam a Deus, Ele não desistiu.

Quando Pedro O adorou à Ceia e O maldisse à fogueira, Ele não desistiu.

Quando as pessoas bateram em Seus rosto, Ele não bateu de volta.

Quando os espectadores o insultaram, Ele não os insultou.

Quando um chicoteador dilacerou Seus lados, Ele não se virou e ordenou aos anjos que estavam aguardando a empurrar aquele chicoteador goela abaixo dos soldados.

E quando as mãos humanas prenderam as mãos divinas em uma cruz com cravos, não foram os soldados que seguraram firme as mãos de Jesus. Foi Deus quem as segurou firme. Porque aquelas mãos feridas foram as mesmas mãos invisíveis que carregaram o cântaro e a tocha dois mil anos antes. Eram as mesmas mãos que trouxeram luz dentro da escuridão terrível e abafada. Elas vieram fazer isso de novo.

Então, da próxima vez que a dúvida entrar, escolte-a para fora. Fora para o monte. Fora para o Calvário. Fora para a cruz onde, com sangue santo, a mão que carregou a chama, escreveu a promessa, "Deus desistiria do Seu próprio Filho antes de desistir de você."

Autor: Max Lucado

Por Lidiomar

Graça e Paz

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O que Deus fez em Jesus

No principio Deus criou o homem. Quase imediatamente o homem falhou através da rebelião. Então, depois de milhares de anos de preparação, em um momento preciso, Deus fez com que uma jovem virgem chamada Maria ficasse grávida, ela estava comprometida com um carpinteiro chamado José.

O filho que nasceu era o Filho do próprio Deus. Na juventude Jesus trabalhou na carpintaria de seu pai. Enfrentando as tentações que cada um de nós enfrenta, ele cresceu sem nenhum pecado.

Quando tinha por volta de 30 anos de idade, deixou seu oficio para começar a proclamar a mensagem do Reino de seu Pai celestial.

Dezenas de milhares o seguiram, um grande número foi curado, e inclusive houve mortos que foram ressuscitados. Os lideres religiosos e do governo o consideravam uma ameaça. Por isto colaboraram e arranjaram mentiras para acusá-lo e matá-lo.

Jesus é traído, preso, julgado, acoitado e pregado em uma cruz. Sua sentença de morte por crucificação era destinada aos criminosos comuns.

Ele não se defendeu, mas foi voluntariamente, mesmo podendo chamar a um imenso número de anjos para o resgatar. Nas palavras do profeta Isaias, foi como um cordeiro ao matadouro.
E morreu.

Na cruz Jesus disse, “está consumado” Este é o ponto mais dramático em toda a História, porque Jesus não estava referindo-se apenas à sua vida, mas ao problema do pecado.

Jesus tornou-se o remédio de Deus.

Por sua obediência, ele satisfez as exigências de Deus como o “sacrifício perfeito para o pecado”.

Por isso, o Cristianismo despojado da cruz não tem nada de Cristianismo.

Jesus foi colocado em uma sepultura de um influente líder judeu. Lacraram o túmulo.

Três dias mais tarde, para perplexidade até de seus seguidores mais próximos, ressuscitou dentre os mortos.

Seus discípulos encontraram o sepulcro vazio e sentiram-se sacudidos até o mais profundo de seu ser.

Mas Jesus apareceu a eles, e depois centenas de outros. Ele os consolou e tranqüilizou, lhes afirmando que este evento incrível era o propósito do coração de Deus. Depois de 40 dias, subiu aos céus, onde se juntou a Deus, seu Pai.

Então o Pai concedeu a seu Filho a honra mais alta e suprema de ser o cabeça de tudo o que há na terra e nos céus.

Assim, Jesus foi feito tanto Senhor e Cristo, posições que segue tendo hoje. “Senhor” é uma palavra que se refere a domínio. “Cristo” se refere a sua capacidade para salvar. Ele e somente Ele tornou-se o Salvador da humanidade.

Deste lugar de autoridade, Jesus nos convida a tornarmos seus seguidores – novas criaturas!

Como não dizer que isto é algo totalmente maravilhoso?

Não estou seguro de que a mente humana pode captar por completo.

Que tipo de amor é este, em que um Pai sacrifica seu único Filho?

No entanto isto ocorreu, e muito literalmente, por uma razão central e majestosa: para que você e eu pudéssemos restabelecer o tipo de ralação pessoal com Deus que Ele queria que existisse desde o principio.

Ele tornou isto possível para retornarmos ao lar. Ele tornou a resposta para a grande questão da vida.

Este processo – a forma como voltamos espiritualmente ao lar – é o que agora queremos ver mais de perto.

Esta é a consumação e o propósito da nossa jornada.

Autora: Kenia

Por Lidiomar

Graça e Paz

domingo, 2 de janeiro de 2011

A plenitude do tempo

Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho. Gálatas 4.4

Por que a encarnação aconteceu exatamente nessa época (por volta do ano 5 a.C., aproximadamente um ano antes da morte de Herodes, o Grande, em 4 a.C.)?

Dois mil anos haviam se passado desde o chamado de Deus a Abraão e a promessa de abençoar todas as famílias do mundo através de sua família.

Por que, então, esse longo intervalo entre a promessa e o seu cumprimento?

Paulo afirmou que Deus enviou seu Filho “quando chegou a plenitude do tempo” (Gl 4.4), mas não deu nenhuma indicação de como esse tempo foi determinado.

Muitas especulações têm sido levantadas, especialmente no que diz respeito à situação sociopolítica da época. Certamente muitas circunstâncias foram favoráveis à rápida propagação e à pronta aceitação do evangelho.

Primeiro, havia a pax romana no império. As legiões estavam em toda a parte, mantendo a paz e protegendo os viajantes dos ataques de bandidos (nas estradas) e piratas (no mar).

Segundo, o grego era a língua vigente no Império, o que contribuiu bastante para o evangelismo já que a Septuaginta (o Antigo Testamento em grego) estava disponível. Por fim, havia uma grande fome espiritual. Os velhos deuses romanos não despertavam mais o interesse das pessoas. As religiões de mistério ofereciam um tipo de regeneração pessoal, mas era mais evidente o anseio espiritual do que a satisfação desse anseio. E havia aquelas pessoas consideradas tementes a Deus, que ficavam na entrada da sinagoga, atraídas pelo monoteísmo judaico e seu elevado padrão de ética, e com quem Paulo regularmente compartilhava o evangelho.

Durante um período de apenas dez anos (48-57 d.C.) Paulo viu a igreja estabelecida em quatro províncias romanas: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia. Ele pôde declarar: “Assim, desde Jerusalém e arredores, até o Ilírico, proclamei plenamente o evangelho de Cristo” (Rm 15.19).

Assim, de várias maneiras, aquele foi o tempo oportuno para a evangelização do mundo.

Mas agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco, Quando partir para Espanha irei ter convosco; pois espero que de passagem vos verei, e que para lá seja encaminhado por vós, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia.

Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos. Porque pareceu bem à macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais.Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá, passando por vós, irei à Espanha.

E bem sei que, indo ter convosco, chegarei com a plenitude da bênção do evangelho de Cristo: Romanos 15.23-29

Retirada de A Bíblia Toda, o Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

Por Lidiomar

Graça e Paz

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Afinal, Quem é Jesus Cristo??

A Segunda pessoa da Trindade, o Filho Eterno encarnou-se e viveu na terra como Jesus Cristo o Deus-homem. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Filipenses. 2.5 a 8.

Cinco palavras referentes a Cristo resumem toda a Bíblia:


PREPARAÇÃO:
O Antigo Testamento – é uma preparação para o advento de Cristo

MANIFESTAÇÃO:
Os Evangelhos – Tratam de sua manifestação ao mundo.

PROPAGAÇÃO:
O Livro de Atos – trata de sua propagação (seu nome e seus ensinos).

EXPLANAÇÃO:
As Epístolas – Explanam sua doutrina

CONSUMAÇÃO:
O Apocalipse – Trata da consumação de todas a coisas referentes a ELE.

Cristo ressurgiu dos mortos e ainda vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva.

Ele é o fato mais importante da história e a força mais vital no mundo de hoje.

A Bíblia sem Jesus seria a matemática sem os números, a física sem a matéria ou a biologia sem a vida.

O Nome de Cristo permanece sozinho. Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome.

Nenhum credo pode contê-lo, nenhum catecismo pode explicá-lo, carne de nossa carne, o próprio Deus do nosso próprio Deus. A Ele, pois, seja a glória., o domínio e o poder para todo sempre. “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”: Colossenses 2.9.

Atributos de Jesus que só pertencem a Deus
Vemos que Jesus é Onipotente, Onipresente e Eterno em Mateus 28.18 e 20: “E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”;

João 16.30 revela sua Onisciência: “Agora, sabemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue...”

A Imutabilidade
de Jesus é comprovada em Hebreus 13.8 que diz: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente” .

Comprovamos também que todos os atributos do Pai estão em Cristo em Colossenses 2.9 “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO

Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS –
Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa “Salvador”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO –
(provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O Ungido de Deus”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR
– No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade:“E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”: Filipenses 2.11.

4 - O VERBO
– (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI
– Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM
– É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano:

João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”.

I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”.

Romanos 8.3: “Deus enviando seu próprio Filho em ...”

João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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