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terça-feira, 19 de março de 2024

UM DEUS E TRES PESSOAS

O Pai é a Fonte de todas as coisas (1Co 8.6) “...pelo qual são todas as coisas”.

Ele é aquele que planejou e ordenou a redenção. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

A encarnação foi o cumprimento de seu decreto previamente anunciado em Sl 2.7: “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.”

Ele também deu-nos o Messias como expiação pelos nossos pecados (Is 53.6,10).

De maneira semelhante, Ele concedeu o Espírito Santo a seu povo (At 2.18; Ef 1.17).

Quanto a Deus, o Filho, foi por meio dEle que toda a obra da criação se realizou (Jo 1.3; 1 Co 8.6);

Significa que Ele era também o Senhor Deus, ao qual se refere o Sl. 90, o Criador que fez as montanhas, as colinas e toda a terra.

Ele é também o Sustentador e Preservador do universo material que Ele criou (Hb 1.2,3).

Ele era a Luz que veio ao mundo para salvar os homens do poder das trevas (Jo 1.9; 8.12) por meio de sua perfeita obediência à lei e sua morte expiatória na cruz (Hb 1.3).

O Espírito Santo é aquela pessoa da Trindade que inspirou a redação das Escrituras (1Co 2.13; 2Pe.1.21), e manifesta o Evangelho aos redimidos de Deus (Jo 16.14).

Ele comunica os benefícios do Calvário a todos quantos verdadeiramente creem e receberam Cristo como Senhor e Salvador (Jo 1.12,13);

Ele penetra em suas almas a fim de santificar seus corpos como templos vivos de Deus (1 Co 3.16; 6.19), após terem nascido de novo pela sua graça transformadora (Jo. 3.5,6).

Ensina aos cristãos as palavras de Cristo, de modo que possam entendê-las e crer nelas (Jo 14.26; 1 Co 2.10), e dá testemunho de Jesus tanto por sinais externos como por convicção interna (Jo 15.26; At. 2.33,38,43).

Ele santifica e congrega os membros de Cristo num organismo vivo, que é o verdadeiro templo do Espírito Santo (Ef 2.18-22) e concede a cada membro dons especiais da graça e do poder (1 Co 12.7-11)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

A CASA DO PAI

Assim como a casa física existe para a proteção do corpo, a casa espiritual existe para a proteção da alma.

Você nunca viu uma casa mais sólida:

O telhado nunca goteja, as paredes nunca racham, e o alicerce nunca estremece.

Você nunca viu um castelo mais esplêndido:

O mirante alargar-lhe-á a visão, a capela o tornará humilde, a sala de estudos lhe dará direção, e a cozinha o nutrirá.

Já morou numa casa como essa? Possivelmente não.

É mais provável que você tenha dado pouca importância ao alojamento de sua alma.

Criamos casas elaboradas para nossos corpos, mas nossas almas são relegadas a uma choupana na encosta, onde o frio da noite nos envolve e a chuva nos encharca.

É de admirar que o mundo esteja tão cheio de corações gelados?

Não tem de ser desse jeito. Não temos de morar do lado de fora.

Não é plano de Deus que o seu coração perambule como um beduíno.

Deus quer que você saia do frio exterior e viva... com Ele.

Sob seu teto há espaço disponível. À sua mesa, um lugar está posto. Em sua sala de estar, há uma cadeira reservada para você.

E Ele quer que você vá morar em sua casa. Mas... por que desejaria Ele que você lhe partilhasse o lar?

Simples. Ele é seu Pai.

Você foi feito para viver na casa de seu Pai.

Qualquer lugar menos que o dEle é insuficiente. Qualquer lugar longe dEle é perigoso.

O único lugar capaz de proteger-lhe o coração é o lugar para o qual ele foi construído. E seu Pai quer que você habite nEle.

Extraído do livro A Grande Casa de Deus de Max Lucado

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O PAI APONTA PARA CRISTO

Então lhe perguntaram: “Onde está o seu pai?” Respondeu Jesus: “Vocês não conhecem nem a mim nem a meu Pai. Se me conhecessem, também conheceriam a meu Pai”. (João 8.19) 

Quando os fariseus perguntaram: “Onde está o seu pai?” eles estavam dizendo: “Nós não ouvimos o testemunho do Pai. Os milagres que você realizou, como ressuscitar mortos, nada significam”.

Os fariseus queriam que Jesus colocasse o Pai diretamente em frente dos seus olhos para que eles pudessem senti-lo e tocá-lo, como fariam com uma parede. De outra forma, eles não creriam nem aceitariam o que ele estava dizendo.

Porém Cristo apontou para o testemunho do Pai, não para que eles sentissem e tocassem o Pai, mas para que eles cressem.

O testemunho do Pai deveria ter levado todos eles à sua Palavra. Filipe também disse a Cristo: “Mostra-nos o Pai” (Jo 14.8). Mas Cristo não nos mostra o Pai da maneira como talvez o queiramos ver.

Em vez disso, o Pai nos mostra Cristo, que diz: “O Pai me aponta a vocês, não o contrário. Ele é quem mostra Cristo a vocês. Ele testifica de mim. Vocês devem fazer o que ele diz e ouvir minhas palavras e meu testemunho”.

Esse é o principal ponto do argumento: nós sempre devemos manter Cristo diante dos nossos olhos.

O mal nos tenta continuamente para abandonarmos a Cristo e procurarmos o Pai, dizendo-nos: “Isso ou aquilo agradará a ele”. Enquanto isso, ignoramos Cristo – aquele que o Pai enviou para que ouvíssemos apenas ele.

Respondemos como os fariseus responderam e rejeitamos Cristo. Imaginamos: “Onde está o Pai?”. Essa é a pergunta que o mundo faz. Essa é a maior tentação para a nossa fé.

Devemos nos dedicar à Palavra de Cristo e nos treinar para nos apegar a ela de tal maneira que nunca percamos Jesus de vista. 

Retirado de Somente a Fé - Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 2 de outubro de 2016

PAI, GLORIFICA O TEU NOME


“Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei.” Jo 12.27-28

Confesso não ter o costume de escrever devocionais. Normalmente, meu coração arde mais ao analisar um texto bíblico e tentar expô-lo, seja em formato de artigo ou sermão. Entretanto, observando meus últimos escritos, aqueles que são aplicados de forma mais incisiva em nosso dia a dia, me descobri focado em um tema muito relevante, a “esperança”.

Como já disse algumas vezes, essa esperança mira no que há de vir, lá no “céu em glória”. Porém, e o “agora”?

Na passagem acima, notamos algo bem claro nas palavras do Mestre: Ele estava angustiado. Estava a sofrer. Sentia, no íntimo de seu ser, o oposto de esperança.

Porém, quem não estaria com este mesmo sentimento quando prestes a carregar o fardo do pecado e sentir o gosto amargo da ira de Deus?

“Pai, glorifica o teu nome”.
A lição que o Senhor nos deixa nestes versículos é que Deus, nosso Pai, deve ser glorificado em todos os momentos de nossa vida. Tudo tem um propósito. Textos como Ec 3.1 e Rm 8.28 foram inspirados pelo Espírito e escritos para nos lembrar de tais momentos e adversidades, como vemos:

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.” Ec 3.1 “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Rm 8.28

Ainda, independente do que você sinta, das dores que lhe afligem a alma, dos males que lhe devoram os sonhos ou dos pesadelos que lhe espantam o sono, tenha certeza de que nada, absolutamente nada, foge das mão do Senhor. Saiba, acima de tudo, que seu sofrimento tem um propósito final – o de glorificar ao nosso Pai!

Aprendemos com o sofrimento. Aprendemos com os erros. Adquirimos experiências com as derrotas. Vemos isso, por exemplo, na carta de Paulo aos irmãos de Roma. “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que atribulação produz a paciência, a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Rm 5.1-5

Cristo nos ensina a aceitar o sofrimento. Não de maneira que nos faça crer que não há algo mais que a aflição, mas de um modo onde nossa vontade se submeta à do Pai.

Nosso Pai deve ser glorificado. Feito isto, dando primazia de tudo a Deus, glorificando-O no dia da angústia, tenho por certo que ouviremos dEle a frase que a Cristo foi dita, “eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei”.

Ah, que sonho! Que prazer! Ver que até mesmo através de nossos sofrimentos o nome do Senhor é glorificado. Que este seja o verdadeiro foco de nossas vidas, crescer no Pai rendendo-lhe, sem reservas, toda honra, glória, poder e louvor, glorificando seu santo nome.

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Pai, perdoa lhes


O diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo.  

Dos espectadores, “Desça da cruz se você é o Filho de Deus!” 

Dos líderes religiosos, “Salvou outros, mas não pode salvar a si mesmo”. 

Dos soldados, “Se você é o rei dos judeus, salve-se a si mesmo”. 

Palavras amargas. Cheias de sarcasmo. Odiosas. Irreverentes. 

Já não era suficiente ele estar sendo crucificado? Já não era suficiente ele estar sendo envergonhado como um criminoso? Os pregos não eram suficientes? A coroa de espinhos era muito suave? A surra foi muito breve? 

Para alguns, parece que sim... 

De todas as cenas ao redor da cruz, esta é a que mais me irrita. Que tipo de pessoa, eu me pergunto, zombaria de um homem que está morrendo? Quem seria tão baixo a ponto de despejar o sal do desprezo em feridas abertas? Como é baixo e pervertido zombar de alguém atormentado pela dor... 

As palavras lançadas naquele dia tinham a intenção de ferir. E não há nada mais doloroso do que palavras que têm a intenção de ferir... 

Se você sofreu ou está sofrendo por causa das palavras de alguém, você ficará feliz em saber que há um bálsamo para esta laceração. Medite nestas palavras de 1 Pedro 2.23: 

“Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça”. 

Você percebeu o que Jesus não fez? 

Ele não revidou. Ele não reagiu com raiva. Ele não disse, “Eu vou te pegar!” “Venha aqui e fale isso na minha cara!” “Espere até depois da ressurreição, camarada!” Não, estas declarações não foram encontradas nos lábio de Cristo. 

Você percebeu o que Jesus fez?

Ele “entregava-se àquele que julga com justiça”. Ou dizendo de um jeito mais simples, ele deixou o julgamento para Deus. 

Ele não assumiu a tarefa de procurar a vingança. Ele não exigiu um pedido de desculpas. Ele não contratou caçadores de recompensas e não enviou um bando armado. 

Ele, espantosamente ao contrário, falou em defesa deles. “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lucas 23.34)... 

“não sabem o que estão fazendo”. 

E quando você pensa sobre nisso, eles não sabiam. Eles não tinham a menor ideia do que estavam fazendo. Eles eram uma multidão louca e agitada, bravos com alguma coisa que não conseguiam ver eles descontaram, de todas as pessoas, em Deus. Mas eles não sabiam o que estavam fazendo. 

Sim, o diálogo daquela manhã de sexta-feira foi amargo. As pedras verbais tinham a intenção de ferroar. Como Jesus, com um corpo destruído pela dor, olhos encobertos pelo seu próprio sangue e pulmões ansiando por ar, pôde falar em favor de alguns bandidos cruéis vai além da minha compreensão. 

Nunca, nunca vi tamanho amor. Se alguém já mereceu vingança, foi Jesus. Mas ele não se vingou. Ao invés disso morreu por eles. 

Como ele pôde fazer isso? 

Eu não sei. Mas sei que de repente minhas feridas parecem menos doloridas. Meus rancores e ressentimentos são repentinamente infantis. 

Às vezes eu me pergunto se não vemos o amor de Cristo tanto nas pessoas que ele tolerou como na dor que ele suportou. 

Maravilhosa graça. 

Autor: Max Lucado 

Por Lidiomar



quarta-feira, 2 de março de 2011

Eu sou um Milagre, não faço milagres

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.

Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.

Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. (João 15.1-8)

Sou um milagre, não faço milagres, sou um instrumento daquele que o faz, apenas tenho o privilégio de ser o canal condutor do poder do Senhor.

Todavia, para que isso ocorra é necessário que alguns critérios como buscar a Deus de todo coração, ter comunhão e vida com o Senhor, através de leituras bíblicas e oração diariamente, sejam observados. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.(Jeremias 29.12,13)

Não podemos apenas seguir à Deus mas seguir com Deus ao nosso lado em todo o tempo, a oração não deve ser limitada a períodos e, logo depois por o Senhor pra fora do restante do nosso dia. Contudo, isso não quer dizer que devemos ser pretensos espirituais e ter uma vida de extremos. Não!

Podemos ter uma vida normal sem excluir Deus da nossa rotina diária, nesse ponto entra a verdadeira dependência.

Se você, ainda tem dificuldades de discernir, ou mesmo, ouvir a voz de Deus, simplesmente pare e questione: Nessa situação que estou vivenciando, qual seria a atitude de Jesus?

Precisamos glorificar o Nome do Senhor, atribuindo a Ele o milagre, que por sua vez nos honrará porque Deus é Fiel e honra aqueles que o honram, porém, não divide a sua glória com ninguém.

Jesus influenciou multidões e nos deixou o legado para fazer o mesmo.

O papel do verdadeiro cristão é influenciar multidões não apenas com Palavras, mas, com atitudes que reflitam o caráter e a mente de Cristo, assim poderemos fazer o diferencial por onde passarmos.

Você tem feito diferença por onde passa?

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

No essencial, unidade. No não essencial, liberdade. Em tudo, amor.

Fala-se muito sobre unidade. Porém, pratica-se muito pouco. Efésios 4 instrui os crentes a "manter" a unidade. Especificamente no versículo 4 e no verso 13 fala da meta do ministério cristão como sendo "atingir" unidade.

"Unidade é definida como o Estado de ser indivisível ou ininterrupto. É a representação de todo numeral menor. Ela tem a qualidade de ser unida em um. Unidade pode denotar uma combinação de todas as peças, elementos e indivíduos em um todo eficaz" (Wikipedia).

"É a representação de todo numeral menor". Isso seria a palavra "um", usada para descrever a muitos. Então, como você adorar, que Igreja você assistir, ou mesmo suas conclusões sobre uma doutrina bíblica especial não são causas, ou até mesmo pistas da unidade dos cristãos. A maioria tem uma lista de crenças e práticas que outras pessoas devem aceitar e praticar antes de poder se unificar a eles. Isso não é "unidade", isso é "homogeneidade". Dizer as mesmas palavras e praticar as mesmas atitudes não conduz ninguém sequer perto do que transformar os cristãos em "um".

Uma leitura cuidadosa da oração de Jesus em João 17 revela a verdadeira unidade cristã. Ouça as palavras do Mestre. " E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim. Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo" (João 17.20–24).

Assim como o pai e o filho são "um", se Cristo habita em nós, temos que ser "um". Unidade começa e tem sua origem em nossa relação individual com Jesus Cristo. Se você não é um com Deus, por meio de Cristo, é impossível que tenha unidade com outro cristão. É esta relação de amor sobrenatural que resulta na "unidade", não na observância de doutrinas e usando expressões cristãs ou participar da mesma Igreja.

Unidade nada tem a ver como a maneira como adoramos, ou no que aprovamos ou reprovamos. Cada cristão verdadeiro é um com Deus Pai, um com Jesus e por causa dessa unidade infinita e indivisível, também tem que ser um com qualquer outra pessoa que está em Cristo Jesus. Por isso Jesus orou estas surpreendentes palavras sobre o amor de Deus por nós: “... amaste a eles, assim como me amaste a mim" (João 17.23b).

Quem compreende o que Jesus diz em sua oração tem que admitir que ainda não vive a unidade. Deus me ama como Ele ama Jesus! Deus lhe ama, caro amigo, com o mesmo amor puro que Ele tem pelo seu filho Jesus.

Que maravilha! O alicerce da unidade dos cristãos é - "Deus amou o mundo…" (João 3.16). O Deus-amor nos une consigo mesmo em Cristo. E só há um número que pode descrever essa unidade de Deus com seu povo, "Um".

A unidade é um dom de amor, é a expressão máxima da graça do Deus incomparável.

Deus estava em Cristo. Jesus, com uma mão, segura a mão de Deus o Pai e com a outra mão segura a mão dos pecadores para dessa maneira aproximar os pecadores do Deus Santo, redimir os nossos pecados e tornar-nos "um". Fomos "reconciliados" com Deus e justificados por Cristo. Tudo isso aconteceu sem nossa mínima intervenção, sem nossos esquemas e habilidades.

Não temos o direito de decidir com quem temos comunhão, com quem adoramos ou com quem nos relacionamos em Cristo. Em qualquer lugar onde encontramos alguém que confessa Jesus Cristo como Senhor e Salvador e se relaciona com Jesus, não podemos decidir se vamos ou não ser “um” com ele. Em Cristo já somos “um” e não há como mudar esse fato.

Qualquer um que está em comunhão com Cristo tem que ser bem-vindo à mesa da unidade. Viver outra coisa é pecado e revela que estamos longe do Pai.

Pr. Silmar Coelho

Por Lidiomar

Graça e Paz

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Vamos conhecer a natureza de Deus?

A Natureza de Deus e os Nomes

Deus é Espírito pessoal, eterno, infinito e imutável. O Espírito é um ser real, verdadeiro, mas invisível, constituído dos poderes de: pensar, sentir, querer e os de consciência e direção própria.

Assim é Deus, nele não há o desequilibro e entre os poderes de pensar, querer e sentir. (O homem é um espírito que possui uma lama e habita num corpo).

Podemos ter uma idéia melhor de Deus estudando o significado dos seus nomes que aparecem na Bíblia:

ELOHIM– “Deus” Esta palavra emprega-se sempre que sejam descritos ou implícitos o poder criativo e a onipotência de Deus. Elohim é o Deus-Criador. A forma pura significa plenitude de poder e representa a Trindade. Elohim é a primeira expressão de Deus na Bíblia (Gênesis 1.1).

JEOVÁ– Os 72 sábios judeus que Ptolomeu Filadelfo rei do Egito encarregou de traduzir os textos do Velho Testamento para o grego (285 anos antes de Cristo) por temer e tremer em pronunciar o Nome de Deus como JEOVÁ, substituíram por Senhor, assim como encontramos em nossas traduções.

Observando Deus a necessidade entre os homens desceu para ajudá-los e salvá-los ao assumir esta revelação, ele revela-se a si mesmo como “Jeová”.

O nome Jeová tem sua origem no verbo “ser” e inclui os três tempos deste verbo, passado, presente e futuro, significa “Serei o que Serei” o “eu Sou” significa “Deus Absoluto”, “Deus Eterno Imutável”; “Deus que subsiste por Si mesmo”
independente de tudo, Ele que era, que é e que há de ser.

Em outras palavras “O Eterno”, Também significa: Eu me manifestei, me manifesto e ainda me manifestarei. Originalmente expressavam o Nome de Deus pelas consoantes
JHVH, evitando vogais; posteriormente tiravam as vogais de ADONAI e ELOIM (Senhor) e, acrescentaram a estas consoantes daí a ficar desconhecida a real pronúncia.

O uso de diversos nomes complementares a JEOVÁ, são encontrados nos originais Bíblicos, pois o nome do Senhor era mencionado biblicamente de acordo com o que representava no momento do acontecimento.

Os nomes encontrados nos consertos entre Jeová e seu povo são:

Aos que jazem em leitos de doenças manifesta-lhes como: JEOVA-RAFA –
“O Senhor que cura”. Êxodo 15.26

Os oprimidos pelo inimigo invocam a: JEOVÁ-NISSI –
“ O Senhor nossa bandeira”, Êxodo 17.8-15.

Os encarregados de cuidados aprendem que ele é: JEOVÁ –SHALON –
“o Senhor nossa paz”, Juízes 6.24.

Os peregrinos na terra sentem a necessidade de: JEOVÁ-RA’AH –
“O Senhor meu Pastor”. Salmo 23.1

Os condenados e necessitados de justificação, esperançosamente invocam: JEOVÁ-TSID-KENU –
“O Senhor nossa justiça”.Jeremias 23.6.

Aqueles que se sentem desamparados aprendem que ele é:JEOVÁ-JIREEH –
O Senhor que provê Gênesis 22.14.

Quando o reino de Deus se concretizar sobre a terra, ele será conhecido como: JEOVÁ SHAMMAH –
“O Senhor está ali.” Ezequiel 48-35.

JEOVÁ-SABAOTE –
“O Senhor dos Exércitos” (I Samuel 1.3). Esse nome revela liderança e Domínio pessoais.

JEOVÁ-ELOIM –
“O Senhor Altíssimo” (Salmo 97.9) Esse nome revela supremacia e soberania absoluta de Deus. Ele é o Transcendental.

JEOVÁ-M’KADDISH –
“O Senhor que voz santifica” (Êxodo 31.1). Revela purificação pessoal, Deus separa do pecado e para si mesmo aqueles quem ama.

Os nomes que são atribuídos a Deus nas Escrituras, indicam sua personalidade:


EL – (Deus) é usado em certas combinações.


EL-ELYON – (Gênesis 14.18-20), o “Deus Altíssimo” o Deus que é exaltado sobre tudo.

EL GIBBER
- (Isaias 9.6), “O Deus Forte”

EL SHADAY
– (Êxodo 6.3) o “Deus que é suficiente para as necessidades do seu povo.”

EL-OLAM
– (Gênesis 21.33), o “Eterno Deus”.

EL-EMANU
“Deus conosco”

ADONAI Significa literalmente Senhor ou Mestre e da idéia de governo e domínio. Este nome no Novo Testamento aplica-se a Cristo glorificado. (Êxodo 23.17; Is 10.16.33)

PAI – Usado tanto no AT como no NT. Em significado mais amplo descreve a Deus como sendo a fonte e todas as coisas e criador do homem. Todavia essa relação não garante a salvação. Somente aqueles que recebem a Cristo são filhos no sentido íntimo de salvação. João 1.2-13

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.