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sábado, 7 de janeiro de 2023

CRISTO - PODER E SABEDORIA

DEVEMOS CRUCIFICAR NO DIA A DIA

MÃOS... “Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal” (Is 56.2).

Crucificando as mãos, nós não carregaremos a bandeira de Satanás.

PÉS... “Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is 52.7).

Crucificando os pés, nós não andaremos nos caminhos errados.

OLHOS... “A candeia do corpo é o olho. Sendo, pois, o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso; mas, se for mau, também o teu corpo será tenebroso” (Lc 11.34).

Crucificando os olhos, nós não festejaremos na beleza do pecado. Nossos olhos não se fixaram com espanto, ou admiração, as obras dos filhos das trevas.

OUVIDOS... “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap 3.22).

Crucificando os ouvidos nós não nos curvaremos às blasfêmias, injúrias, maledicências e grosserias dos perdidos. Não aceitaremos ouvir escândalos e insinuações maldosas de nossos irmãos.

LÍNGUA... “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto” (Pv 18.21).

Crucificando a língua não transmitiremos fofocas e maldições. Não tomaremos o nome do Senhor em vão.

Não teremos conversas que não edifiquem e não glorificam a Deus. Não tomaremos parte nas campanhas malignas contra o cristianismo e para difamar a obra de Deus.

CORAÇÃO... “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem às fontes da vida” (Pv 4.23).

O coração, o cérebro é vital e absolutamente necessário para a vida. Um coração, uma mente crucificada é vital para a vida espiritual. Um coração crucificado é um coração amoroso, compreensivo, perdoador, temente a Deus, receptivo e maleável ao agir do Espírito Santo.

Jesus foi crucificado por nós...

“Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus” (1Co 1.23-24).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 5 de junho de 2022

CRISTO, O ESPÍRITO SANTO E O CRISTÃO

"E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração, e rogos, e jejum, e pano de saco, e cinza." (Dn 9.3)

Pode-se definir a intercessão como a oração contrita e reverente, com fé e perseverança, mediante a qual o cristão suplica a Deus em favor de outra pessoa ou pessoas que extremamente necessitem da intervenção divina.

A oração de Daniel no cap. 9 é uma oração intercessória, pois ele ora contritamente em favor da restauração de Jerusalém e de todo o povo de Israel.

A Bíblia nos fala da intercessão de Cristo e do Espírito Santo, e de numerosos santos, homens e mulheres do antigo e do novo concerto.

A INTERCESSÃO DE CRISTO E DO ESPÍRITO SANTO.

Jesus, no seu ministério terreno, orava pelos perdidos, os quais Ele viera buscar e salvar (Lc 19.10).

Chorou, quebrantado, por causa da indiferença da cidade de Jerusalém (Lc 19.41).

Orava pelos seus discípulos, tanto individualmente (Lc 22.32) como pelo grupo todo (Jo 17.6-26).

Orou até por seus inimigos, quando pendurado na cruz (Lc 23.34).

Um aspecto permanente do ministério atual de Cristo é o de interceder pelos crentes diante do trono de Deus, “Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34) (Hb 7.25; 9.24)

João refere-se a Jesus como "um Advogado para com o Pai" (1Jo 2.1).

A intercessão de Cristo é essencial à nossa salvação (Is 53.12). Sem a sua graça, misericórdia e ajuda, que recebemos mediante a sua intercessão, nós nos desviaríamos de Deus e voltaríamos à escravidão do pecado.

O Espírito Santo também está empenhado na intercessão.

Paulo declara: "não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rm 8.26).

O Espírito Santo, através do espírito do cristão, intercede "segundo Deus" (Rm 8.27).

Portanto, Cristo intercede pelo cristão, no céu, e o Espírito intercede dentro do cristão, na terra.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 12 de fevereiro de 2022

O UNGIDO DO SENHOR

Os nomes ‘Cristo’ e ‘Messias’ andam juntos na Bíblia pois os dois significam a mesma coisa: ungido.

O nome Cristo e usado 529 vezes no Novo Testamento. O nome Messias é usado duas vezes no Velho Testamento, Dn 9:25,26 e duas vezes no Novo Testamento João 1:41; 4;25

Cristo é a tradução em grego para o nome Messias em hebraico. Por isso os dois nomes andam juntos.

Cristo é o sagrado de Deus sabendo que Ele é o eleito do SENHOR, (Is 42:1) quer dizer, o escolhido de Deus (Mt 12:18-21, Lc 23:35), aquele em quem Deus se compraz (Mt. 3:17; 12:18; 17:5).

Deus pôs sobre Cristo o Seu Espírito (Is 42:1; João 1:32-34) e isso de forma corpórea, como pomba (Lc 3:22) e sem medida (João 3:34).

Não só foi conferido o Espírito Santo a Cristo, mas também o Espírito permanece continuamente pois as Escrituras dizem que o Espírito Santo repousou sobre Ele (Is 11:2; Mt. 3:16; João 1:32).

O salmista manifestou que o Filho de Deus é o ungido (Sl 2:2).

Os profetas também afirmaram que Cristo é o Ungido de Deus (Is 11:1-5; Dan 9:24-26).

O próprio Cristo revelou que Ele era o Ungido de Deus isso na Sua pregação em Nazaré (Lc 4:18-21; Isa 61:1) e os membros da igreja em Jerusalém repetiram a mesma verdade (Atos 4:25-28).

O apóstolo Pedro pregou a mesma coisa (Atos 10:36-38) completando o testemunho dado por todos os oficiais na Bíblia.

Com a manifestação do salmista, a afirmação dos Profetas, a declaração de Deus Pai, o sinal do Espírito Santo, o testemunho de Cristo, a confirmação dos membros na primeira igreja no Novo Testamento e a pregação dos apóstolos, podemos declarar confiantes que Cristo é Ungido por Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

MANDAMENTOS DE CRISTO PARA SUA IGREJA

 

IDE, FAZEI DISCÍPULOS

Quando Jesus deu esta ordem eles estavam em Jerusalém, porém Ele disse vocês serão minhas testemunhas, mas não somente em Jerusalém, mas também em toda Judéia e Samaria e até os confins da terra.

A igreja existe para comunicar a Palavra de Deus, nada pode trazer mais alegria para o cristão do que comunicar a Palavra.

A nós foi dado o evangelho da vida eterna para ser propagado.

ENSINAR ESSES DISCÍPULOS

A orientação de Jesus para sua igreja é de que ela deve ensinar a palavra de Deus para as pessoas, e isso vai trazer amadurecimento, vai trazer crescimento.

Muitas pessoas não sabem nada sobre Deus, sua Palavra, sua vontade; é responsabilidade nossa a de ensinar. Muitas pessoas tem tomado decisões erradas pelo simples fato de não saberem o que a palavra de Deus diz sobre o assunto, e é responsabilidade da igreja ensinar.

Veja como procediam as igrejas do Novo Testamento (Atos 9:31).

Edificando-se, esta palavra não se refere a edifícios, a prédios, mas sim ao crescimento das pessoas, as pessoas tinham paz porque aprenderam a confiar em Deus.

A igreja estava ensinando as pessoas a andarem no temor do Senhor com respeito, reverência, confiança, obediência

A igreja estava ensinando os discípulos que o Espírito de Deus é o único que pode nos consolar, nos confortar e nos dirigir.

BATIZAR OS DISCÍPULOS

Para a igreja foi dito por Jesus que saíssem anunciando as boas notícias do Evangelho, que Cristo morreu numa cruz em nosso benefício, que a entrada no céu é um presente gratuito de Deus, oferecido a qualquer pessoa. A igreja também ensinava que os discípulos deveriam ser batizados em obediência ao seu Salvador. (Mat. 28:19)

Nós vamos observar agora que aquelas igrejas cresciam em número, ou seja quando a igreja está indo, discipulando, o resultado será que ela vai crescer em quantidade.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


terça-feira, 1 de setembro de 2020

JESUS – O CRISTO QUE ME TRAZ VIDA.


Quando o evangelho de João foi escrito o conhecimento da vida e obra de Jesus não eram mais desconhecidos, restrito apenas a um pequeno grupo, o Evangelho já havia sido pregado, já se iniciara a grande comissão, e como nos dias atuais, surgiu naquele período falsos mestres, negando que Jesus Cristo fosse o filho de Deus.

Muitas vezes, mesmo nos dizendo cristãos, deixamo-nos levar por ensinos errados, superstições, coisas que aparentemente são inofensivas, mas que vão de encontro a Palavra de Deus.

Jesus veio proclamar a verdade, e qual é esta verdade? Amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. E o Nazareno ensina que amar a Deus sobre todas as coisas, é não prestar culto ao dinheiro, ao prestígio, a influência, ao poder. Orienta que não devemos nos relacionar bem com as pessoas, apenas para tirarmos algum proveito posteriormente.

Para podermos viver a verdade de amar ao nosso irmão precisamos compreender suas fraquezas, respeitar seus defeitos, pois sabemos que tão grandes são os nossos erros, talvez até bem maior do que aquele em que temos vontade de criticar. Este Cristo, nos ajuda a evitar ser igual a Nicodemos, que como conhecedor da Lei de Deus, não viveu conforme o amor explicitado.

Descreve este Evangelho que o Filho de Deus, ao ser preso, portanto, em sua hora de maior necessidade, foi abandonado por todos os discípulos, exceto João. Todos caminharam com o Nazareno, comeram, beberam, todavia o abandonaram.

Jesus é a verdade, e a verdade nos diz que devemos primeiro tirar a trave do nosso olho antes de olhar o cisco no olho do nosso irmão. Sentimentos mesquinhos só trazem trevas, o verdadeiro cristão anda na luz, pois tem a Jesus, e quem tem o Cristo tem o Pai e crendo tem a Vida Eterna.

Quando me sinto abatido, triste por minhas ações, Qual o Jesus que preciso? Jesus – o Cristo que me traz Vida?

Todos nós temos escolhas a fazer: Como filhos da desobediência podemos querer continuar a criar um deus particular, que atenda as nossas necessidades, compatível com os nossos sonhos e anseios, mesmo que desta forma continuemos com a alma doente, em estado de morte, ou poderemos escolher buscar a cura através de Cristo, o Filho do Deus vivo.

Em qualquer tempo ou em qualquer lugar: É JESUS DE QUEM SEMPRE PRECISO.

Joseane Pires

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO


OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO

Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS – Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa “Salvador”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO – (provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O Ungido de Deus”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR – No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade:“E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai”: Filipenses 2.11.

4 - O VERBO – (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI – Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM – É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10.

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano em João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”. I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”. Romanos 8.3:  “Deus enviando seu próprio Filho em ...” Em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira  que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 24 de outubro de 2017

COMO CRISTO ENFRENTOU AS DIFICULDADES

O Senhor Jesus enfrentou inúmeras adversidades. Sabendo que seria crucificado até à morte, ele tinha muitos motivos para experimentar preocupação. Quais foram os recursos que Jesus usou para não sofrer com a ansiedade? Leia 1 Pedro 2.21-24 e observe o comportamento de Jesus diante da tensão e do sofrimento ― um verdadeiro modelo para imitarmos.

O autor de Hebreus registra o seguinte: “Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão. Embora sendo o Filho de Deus, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu” (Hebreus 5.7-8).

Jesus foi capaz de administrar as tensões com dignidade e integridade porque tinha um senso claro do propósito do Pai para sua vida, como também a atitude de submissão a esse propósito. Na véspera da sua crucificação Jesus afirmou: “Agora o meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não; eu vim exatamente para isso, para esta hora. Pai, glorifica o teu nome!” (João 12.27-28).

No jardim do Getsemani a sua alma ficou “profundamente triste, numa tristeza mortal!” (Marcos 14.34), mas ele percebeu que a provação à sua frente era exatamente o propósito para o qual tinha vindo.

Pedro, (1 Pedro 2.21-24), João, Marcos e o escritor de Hebreus revelam alguns aspectos do sofrimento de Jesus como exemplo para seguirmos.

Ele sofreu sem pecar. Diferentemente de nós, a dor de Cristo não foi conseqüência dos seus pecados, mas dos pecados dos outros.

Ele sofreu em silêncio. Ao invés de gritar ameaças de retaliação ou culpar as circunstâncias ou pessoas, Jesus entregou-se à vontade do Pai.

Cristo sofreu como um substituto. A sua aflição foi redentora e trouxe grandes benefícios aos outros. “Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante aos seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus, e fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (Hebreus 2.17-18).

Jesus nunca escondeu suas emoções. Ele as admitia.

Cristo também não queria passar pelo que passou, mas submeteu-se ao plano redentor de Deus.
Ele praticou a oração e súplica.

Foi submisso a Deus, mesmo nos piores momentos.

Usou o sofrimento para aprender a obediência.

Não deixou que as dificuldades lhe tirassem o propósito para o qual nascera.

Mesmo nos piores momentos, Cristo submeteu-se ao propósito de Deus para ele.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

JESUS – O CRISTO QUE ME TRAZ VIDA.

Quando o evangelho de João foi escrito o conhecimento da vida e obra de Jesus não eram mais desconhecidos, restrito apenas a um pequeno grupo, o Evangelho já havia sido pregado, já se iniciara a grande comissão, e como nos dias atuais, surgiu naquele período falsos mestres, negando que Jesus Cristo fosse o filho de Deus.

Muitas vezes, mesmo nos dizendo cristãos, deixamo-nos levar por ensinos errados, superstições, coisas que aparentemente são inofensivas, mas que vão de encontro a Palavra de Deus.

Jesus veio proclamar a verdade, e qual é esta verdade? Amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. E o Nazareno ensina que amar a Deus sobre todas as coisas, é não prestar culto ao dinheiro, ao prestígio, a influência, ao poder. Orienta que não devemos nos relacionar bem com as pessoas, apenas para tirarmos algum proveito posteriormente.

Para podermos viver a verdade de amar ao nosso irmão precisamos compreender suas fraquezas, respeitar seus defeitos, pois sabemos que tão grandes são os nossos erros, talvez até bem maior do que aquele em que temos vontade de criticar. Este Cristo, nos ajuda a evitar ser igual a Nicodemos, que como conhecedor da Lei de Deus, não viveu conforme o amor explicitado.

Descreve este Evangelho que o Filho de Deus, ao ser preso, portanto, em sua hora de maior necessidade, foi abandonado por todos os discípulos, exceto João. Todos caminharam com o Nazareno, comeram, beberam, todavia o abandonaram.

Jesus é a verdade, e a verdade nos diz que devemos primeiro tirar a trave do nosso olho antes de olhar o cisco no olho do nosso irmão. Sentimentos mesquinhos só trazem trevas, o verdadeiro cristão anda na luz, pois tem a Jesus, e quem tem o Cristo tem o Pai e crendo tem a Vida Eterna.

Quando me sinto abatido, triste por minhas ações, Qual o Jesus que preciso? Jesus – o Cristo que me traz Vida?

Todos nós temos escolhas a fazer: Como filhos da desobediência podemos querer continuar a criar um deus particular, que atenda as nossas necessidades, compatível com os nossos sonhos e anseios, mesmo que desta forma continuemos com a alma doente, em estado de morte, ou poderemos escolher buscar a cura através de Cristo, o Filho do Deus vivo.

Em qualquer tempo ou em qualquer lugar: É JESUS DE QUEM SEMPRE PRECISO.

Joseane Pires

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

É POSSÍVEL ALGUÉM SER SALVO CASO ACEITE A CRISTO NA HORA DA MORTE?

Essa questão perturba muitas pessoas e divide opiniões, mas nós que servimos a Deus sabemos que para questões de tão grande importância a palavra final sempre deve ser a da Bíblia Sagrada.

O texto bíblico que melhor comprova que é possível haver salvação para quem aceita a Jesus no leito da morte é justamente o texto que narra sobre a crucificação de Jesus.

Somos informados que ao lado de Jesus havia um ladrão, que percebeu que Jesus era, de fato, o salvador. Esse homem pediu ao Senhor que lhe desse salvação e Jesus lhe deu uma palavra de garantia: AINDA HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO (Lucas 23.39-43).

A história deste ladrão perdoado nos mostra a bondade de Deus que sempre se revela quando há arrependimento. O arrependimento é aquela decisão que nos leva a agir de modo diferente ao modo errado que vivíamos antes.

Mas se arrependimento é uma ação diferente daquela que um dia agimos, como pode haver salvação se o arrependimento ocorre pouco ante de uma pessoa morrer?

A questão é que Deus olha para o coração das pessoas e quando há arrependimento verdadeiro Deus sabe. Ao olhar para uma pessoa arrependida Deus sabe que se Ele lhe desse mais uma chance, aquela pessoa faria as coisas de um modo diferente.

Veja como Deus é misericordioso, a palavra MISERICÓRDIA vem de duas outras palavras: MISÉRIA E CARDIA. Miséria é a nossa condição sem Deus, somos pobres de fé, de salvação e de santidade; cárdia é a palavra usada para se referi ao coração que é o centro dos nossos sentimentos.

A misericórdia é o que leva Deus a sentir as nossas misérias e se colocar como solução para elas.

SALVAÇÃO É RESULTADO DE ATÉ MESMO NA HORA DA MORTE:
• Fé – João 3.16.
• Arrependimento – Atos 3.19.
• Confissão – I João 1.9.

Deus provou o seu amor para conosco nos dando à salvação da qual jamais seríamos dignos de receber (Romanos 5.7,8).

Acho que não é necessário eu dizer que ninguém deve usar o pretexto de que quando ela chegar perto da morte se converterá, pois Deus conhecendo o coração e vendo que a pessoa está tentando cometer uma “fraude” ou enganá-Lo considerará tal atitude como uma blasfêmia digna de condenação eterna. Além disse há também outro risco que é o de a pessoa sofrer uma morte súbitasendo por essa razão incapacitada de tomar qualquer decisão na hora da morte.

Embora seja possível que uma pessoa seja salva mesmo aceitando o Salvador na hora da morte, não é sensato ninguém deixar para tomar a decisão mais importante da sua vida em horas tão inseguras.

Sabemos que qualquer pessoa pode forjar uma confissão, mas ninguém pode fingir um arrependimento, pelo menos não para Deus! (Eclesiastes 12.12-14/Hebreus 4.12-13).

Pr. Rosivaldo Silva Santos

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CRISTO, NOSSO INTERCESSOR

A Intercessão de Cristo em nossa salvação é muitas vezes uma parte esquecida de Sua obra redentiva.

Nós corretamente focamos na encarnação, crucificação, ressurreição e ascensão. Nós sabemos o papel importante de cada um desses aspectos na nossa salvação, mas e a obra de Cristo como nosso intercessor?

Estamos roubando de nós mesmos muito da vida e fé cristã quando não damos à intercessão de Cristo a atenção devida. Há muito conforto e encorajamento no entendimento de Cristo como nosso Supremo Sacerdote, que vive para interceder por nós.

Nos é dito em Hebreus 7.35 que “[Cristo] pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. O que é isso que Cristo faz como nosso intercessor?

Interceder traz a ideia de uma oração fervorosa por alguém. Ele realiza isso primeiramente como nossa certeza perante a face de Deus. Ele se coloca como nossa garantia perante o trono de Deus Pai.

Em Hebreus 9, nos é dito que “Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus”. Conforme ele comparece perante o trono de Deus, assim temos o direito de estar na presença de Deus. Seu corpo glorificado na presença de Deus é uma oração viva por toda a eternidade para que a nossa salvação seja completa.

Cristo, em Sua intercessão, também serve como nosso advogado. Ele responde por todas as acusações levantadas contra Seu povo. Satanás e o pecado podem nos acusar perante Deus, e nossas consciências podem nos acusar a nós mesmos; mas Cristo, por sua intercessão, responde a todas essas acusações.

Romanos 8.33-34 deixa isso claro quando questiona “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”. A resposta é: ninguém, pois temos um que vive eternamente intercedendo por nós. Sua intercessão leva ao perdão daqueles que Ele comprou para sempre. E note que Ele é um advogado, não um orador; um orador usa retórica e floreios para persuadir o juiz a demonstrar misericórdia; mas um advogado fala ao juiz sobre a lei. Cristo, nosso Salvador ferido, pode dizer “Nada nem ninguém pode acusar esses que são meus, pois a lei já foi cumprida”.

Cristo como nosso intercessor também purifica e santifica nossas obras e orações. Temos um Sumo Sacerdote em Jesus Cristo, que santifica nossas obras e orações”. Pedro falava exatamente disse quando escreveu “vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2.5). Nossas ofertas são feitas por meio de Cristo. E Cristo, em Sua intercessão, as santifica, as purifica e as oferece ao Pai em nosso favor. Dessa forma gloriosa, elas são tornadas aceitáveis e agradáveis ao Pai.

Cristo, como nosso intercessor, também ora especificamente por nós. Podemos ver isso claramente em João 17, no que tem sido chamada de “a oração sacerdotal de Jesus”. Ele diz em sua oração “É por eles que eu rogo”. Quem são “eles”? Só os doze Apóstolos? Não, ele diz “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra”. Estes somos nós. Ele está orando por cada um de nós, aqueles que creram por meio da palavra. E Sua oração não é apenas uma oração genérica. Ele está orando especificamente por cada um de nós. Temos um exemplo claro disso quando Cristo diz a Pedro “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lucas 22). Ele sabia que da tentação e sabia o que iria atravessar, então orou especificamente por Pedro.

Tiago nos diz que “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5.16). E nós temos o homem perfeitamente justo, o homem de toda a justiça e retidão, orando especificamente por nós.

Ele é nosso Intercessor. Ele vive eternamente para interceder por nós. Há muito conforto e encorajamento para o peregrino sofredor quando essa verdade é entendida.

JASON HELOPOULOS / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.

Por Litrazini:

Graça e Paz

domingo, 20 de março de 2011

Dois Poderes

E Pilatos… disse a Jesus: De onde és tu? Mas Jesus não lhe deu resposta. Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima te não fosse dado ( João 19.8`11)

Jesus, o Cristo, é certamente o rei que Deus estabeleceu sobre Seu povo, Aquele a quem o trono de Davi está prometido. Ele deu todas as provas de que era o Enviado de Deus para reinar.

Porém não se apresentou como um chefe guerreiro decidido a libertar o país da ocupação romana; ao contrário, propôs uma verdadeira revolução espiritual, insuportável para os líderes religiosos judeus acostumados a dominar.

Estes O entregaram a Pilatos, o governador romano, para que fosse crucificado.

Pela segunda vez, os dois homens estavam frente a frente:

— Um tinha as marcas dos golpes que acabara de receber e vestia, em tom de escárnio, um manto real e uma coroa de espinhos; contudo, era o Filho de Deus, o juiz de toda a terra que um dia reinará sobre todas as nações do mundo.

— O outro era o representante do império que dominava sobre o mundo da época. Declarava orgulhosamente que tinha o poder de soltar ou crucificar Jesus.

Na verdade, longe de ser um homem livre, estava dominado pela superstição, pelo medo de uma rebelião dos judeus, pelo temor do imperador.

Jesus, o acusado, é quem emite a sentença sobre Pilatos!

Este não é mais que um instrumento nas mãos de Deus, que serviu para que o plano divino fosse cumprido.

Extraído Devocional Boa Semente

Por Lidiomar Granatti

Graça e Paz

quinta-feira, 17 de março de 2011

ESTA CASA PERTENCE AO SENHOR JESUS

Algum tempo atrás, ouvi uma história que me trouxe reflexão. Estávamos em um acampamento da II Igreja Presbiteriana Renovada, e um dos jovens nos relatou a seguinte história:
Certa vez uma pessoa, que vamos chama-lo de “irmãozinho”, gostava de ficar convidando pessoas para irem a sua igreja. Gostava de se fazer de verdadeiro servo, chegando ao ponto de comprar uma tinta e pintar no muro da sua casa: “ESTA CASA PERTENCE AO SENHOR JESUS”.
O “irmãozinho” tinha um vizinho que morava de frente da sua casa, e que pasmo assistiu o “irmãozinho” pintando no muro os dizeres citados acima. E o “irmãozinho” não perdia tempo, já foi logo dizendo: - Vizinho, você precisa ir na minha Igreja! Rapaz... O que é aquilo?! Olha, lá você vai ser tocado, transformado e vai conhecer o poder de Deus. O louvor é lindo, as pessoas são boazinhas e todo mundo é abençoado $$$ !!! Rsrsrs.
O vizinho agradeceu o convite e disse ser muito feliz na sua religião. Mas a verdade era que, o “irmãozinho” não era uma pessoa com conduta correta, que realmente pudesse dar um verdadeiro testemunho da sua fé no seu modo de agir. Ao chegar em casa, fechava o portão e se transformava. Falava palavras de baixo calão, ofendendo sua esposa e filhos, e não uma nem duas vezes chegou ao ponto de bater em sua esposa, e como o escândalo foi muito grande, quem morava perto conseguiu ouvir toda aquela baixaria.
E o vizinho ficou indignado não só com o convite, mas também com o que acabara de ler que fora pintado por seu vizinho... – Casa do Senhor Jesus?! Eu heim... Disse consigo mesmo.
E repetidamente, o “irmãozinho” via o vizinho na porta de casa e falava:
- Vamos hoje na minha Igreja???
E ouvia um: - Não, obrigado. Estou bem como estou.
Porém, o vizinho não aguentando mais a indignação de ver aquele camarada xingar a todos de casa com palavras que ele nunca ouvira em toda a sua vida, e ter a cara-de-pau de convidá-lo para ir a igreja, resolveu seguir a distância e descobrir onde era a tal Igreja que este camarada frequentava, e que tipo de gente é esta que ensina a xingar, brigar, ofender e ainda tinham a capacidade de sair convidando os outros como se isso fosse algo bom.
Ao chegar a Igreja, notou o “irmãozinho” sentado na primeira fila. A igreja era enorme, um templo para 4000 pessoas. Começa o Culto, e logo já vêm o Louvor. E o “irmãozinho” balançava os braços durante o louvor tentando chamar a atenção dos pastores para sua presença. Porém algo diferente começou a acontecer com o vizinho. Começou a sentir que aquelas letras falavam com o seu coração. Começou a sentir um arrepio diferente, sentia como se algo muito quente estava próximo dele e não conseguia conter as lágrimas que iam saindo dos seus olhos. Durante a mensagem, refletiu sobre tudo que tinha sido sua vida, e que precisava demais daquele Jesus que estava sendo ensinado naquele lugar, e que ele nunca conhecera. Ao perguntarem quem gostaria de aceitar Jesus como Senhor e Salvador, ele sentiu que não poderia perder aquela oportunidade e levantou a mão. Os pastores foram até estas pessoas e fizeram a oração com eles. E ao receber a imposição de mãos, sentiu uma mudança muito grande, uma voz começou a lhe falar no seu coração.
Quando acabou o culto, olhou e viu o “irmãozinho” na fila do Pastor Presidente para receber uma oração. E aquela linda voz lhe disse ao seu coração: Vá imediatamente para casa. Ao chegar lá, Eu lhe darei uma nova orientação, faça tudo conforme Eu lhe falar. E o vizinho obedeceu e foi para casa. Ao chegar, cumpriu tudo o que o Senhor lhe ordenara.
E lá vêm o “irmãozinho” que ao chegar de frente a sua casa ficou indignado, furioso e irado com o que havia sido escrito em complemento a sua frase: “ESTA CASA PERTENCE AO SENHOR JESUS, PORÉM ESTÁ ALUGADA TEMPORARIAMENTE PARA SATANÁS”.
Mateus 24.42 - "Portanto, vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu Senhor."

Mateus 25.13 - "Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia e nem a hora!"

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

terça-feira, 15 de março de 2011

O povo mais rico do mundo

O apóstolo Paulo escreve sua Carta aos Efésios de sua primeira prisão em Roma. Ele já era um homem velho e trazia no corpo as marcas de Cristo.

Já havia sido preso em Filipos, Jerusalém e Cesaréia.

Como bandeirante do Cristianismo, já havia sido apedrejado, açoitado, fustigado com varas e enfrentado naufrágios e perigos de toda sorte.

Agora, o apóstolo estava algemado e preso em Roma, a capital do Império. Ao escrever sua Epístola aos Efésios, longe de reclamar de suas cadeias, ou rogar qualquer alívio do sofrimento, relembra à igreja, quão rico é o povo de Deus.

Paulo diz que aqueles que crêem em Cristo são santos e fiéis e detentores tanto da graça como da paz. Para nossa geração embriagada pelas bênçãos e tão apática em relação ao abençoador,

Paulo diz que já somos abençoados com toda sorte de bênção em Cristo Jesus. Somos o povo mais rico do mundo. É claro que Paulo não está falando da teologia da prosperidade, reduzindo as riquezas espirituais apenas ao nível material.

A Bíblia diz que há ricos pobres e pobres ricos. A verdadeira riqueza não é terrena, é celestial; não é material, é espiritual.

Somos o povo mais rico do mundo, porque somos abençoados com toda sorte de bênção espiritual pelo Deus Pai (Ef. 1.4-6), pelo Deus Filho (Ef 1.7-12), e pelo Deus Espírito Santo (Ef 1.13,14). Nossa salvação é uma obra realizada pelo próprio Deus triúno e para a glória do Deus triúno (Ef 1.6,12,14).

Quais são essas bênçãos que temos e, que nos torna o povo mais rico do mundo?

1. Nós fomos escolhidos por Deus (Ef 1.4).

Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi Deus quem nos escolheu. Não fomos nós que amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro.

Deus nos escolheu não porque cremos em Jesus, mas cremos em Jesus porque ele nos escolheu.

Deus não nos elegeu porque éramos santos, mas nos elegeu para a santidade.

Ele nos escolheu não porque tínhamos boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras.

Deus nos escolheu, em Cristo, desde a eternidade, para a salvação não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos.

2. Nós fomos adotados na família de Deus (1.5).

Deus não apenas nos livrou da condenação eterna, que os nossos pecados merecem, mas também nos adotou em sua família.

Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Temos livre acesso à sua presença por meio de Jesus.

O Espírito Santo, agora, habita em nós e nos transforma de glória em glória, na imagem de Cristo, nosso irmão primogênito. Aqui cruzamos vales escuros, pisamos o chão crivado de espinhos pontiagudos, porém, em breve, estaremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Cidade Celeste, com corpos glorificados, para reinarmos com Jesus, pelos séculos sem fim.

3. Nós fomos remidos pelo sangue de Cristo (1.7).

Deus nos amou e nos resgatou da casa do valente, da potestade de Satanás, do reino das trevas, da masmorra do pecado, mesmo quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos.

Éramos escravos da carne, do mundo e do diabo quando Deus quebrou as correntes que nos mantinham prisioneiros. Fomos libertos e resgatados. Pelo sangue de Jesus fomos comprados para Deus, para sermos propriedade exclusiva de Deus, e para vivermos para a glória de Deus. Esse resgate não foi mediante ouro ou prata, mas pelo precioso sangue de Jesus!

4. Nós fomos selados com o Santo Espírito da promessa (Ef 1.13,14).

Deus Pai nos escolheu e nos adotou em sua família, Deus Filho nos remiu com o seu sangue e, Deus, o Espírito Santo, nos selou como propriedade exclusiva de Deus.

Ninguém neste mundo nem no vindouro pode arrancar-nos dos braços de Deus.

Estamos seguros e guardados. Temos o selo de Deus. O Espírito Santo, que habita em nós, é o penhor e a garantia de que aquele que começou boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus.

Somos ricos, muito ricos; de fato, o povo mais rico do mundo!

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.