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sábado, 21 de setembro de 2024

TRÊS EM UM SÓ DEUS

O batismo cristão ordenado por Cristo na Grande Comissão (Mt. 28.19) deve ser efetuado “em nome do Pai, e do filho, e do Espírito Santo”.

Observe que o texto diz “nome” e não “nomes”.

A ideia é que o nome de Deus é Pai-Filho-Espírito Santo.

O termo Trindade significa que o Senhor é uma unidade que subsiste em três pessoas:

O Pai, o Filho, e o Espírito Santo – sendo os três um só Deus.

Que Deus é uno, tanto o Antigo como o Novo Testamento o asseguram: 

“Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”; (Dt 6.4)

“Respondeu Jesus: o principal é: Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor!”; (Mc 12.29)

“(Há) um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos”. (Ef 4.6)

Vemos aqui afirmações claras, inequívocas de monoteísmo: Deus é um só.

Não há outros deuses além dEle.

“Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os termos da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro" (Is 45.22)

“Porque grande é o Senhor e mui digno de ser louvado, temível mais que todos os deuses. Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos (Sl 96.4,5);

O Senhor, porém. Fez os céus.

Isso se torna muito explícito em 1Co. 8.5,6: “Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também, por Ele”.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 16 de março de 2024

A TRINDADE NO NOVO TESTAMENTO

Quando falamos que cremos em Deus estamos afirmando que cremos no Pai, no Filho e no Espírito Santo. Deus é a Trindade. A Trindade é Deus.

Por todo o Novo Testamento as três Pessoas da Trindade são mencionadas.

“Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo e o poder do Altíssimo te envolverá com a Sua sombra; por isso o Ente Santo que há de nascer será chamado Filho de Deus” (Lc 1:35).

“Ao ser todo o povo batizado, também o foi Jesus e, estando Ele a orar, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea como pomba; e ouviu-se uma voz do céu: Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo” (Lc 3: 21-22).

O Filho é batizado, o Pai testemunha dEle desde o céu e o Espírito Santo desce.

“Quando porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador... segundo Sua misericórdia Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que Ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador” (Tt 2: 4-6).

Na passagem de João capítulo 3, um dos textos mais usados para anunciar o Evangelho, percebe-se claramente a participação do Deus trino na obra a favor do pecador. Vemos que:

O Espírito REGENERA (vs. 3-12)

O Filho REDIME (vs. 13-15)

O Pai REVELA Seu amor (v. 16)

“Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome” (Jo 14: 16, 26).

“Quando, porém, vier o Consolador, que Eu vos enviarei da parte do Pai... Convém-vos que Eu vá porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém Eu for, Eu vo-lO enviarei” (Jo 15:26; 16: 7).

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome (não nos nomes) do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28:19).

Concluímos que as Escrituras verdadeiramente ensinam a doutrina da Trindade, ainda que não empregue esse termo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 24 de outubro de 2020

A TRINDADE E A LÓGICA HUMANA

Tentar enquadrar a Trindade na lógica humana é inútil. A conta não fecha. Na matemática dos homens um mais um mais um são três. Na de Deus, o resultado é um. 

Os incrédulos dizem: “Não pode”! Deus responde: “Pode”! Quatro declarações de Jesus põem em polvorosa os inimigos da cruz:

1. “EU E O PAI SOMOS UM” (Jo 10.30). 

2. “ ME VÊ A MIM VÊ O PAI” (Jo 14.9)

3. “NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM, QUE ESTÁ NO CÉU”. Com esta, os incrédulos ficam enlouquecidos. Como ele pôde afirma que estava no céu, se ainda permanecia na terra?

4. “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, EU SOU” (Jo 8.58). Cerrando os dentes e coçando a cabeça, os anticristos bradam: “Como é possível esse Jesus, nascido de mulher, fazer declaração idêntica a de Jeová, conforme Êxodo 3.14: “Dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”.


Mais irritados ficam, e agora atônitos, quando se deparam com João 1.1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Não dá para enquadrar em nossa lógica o sobrenatural de Deus. A saída é aceitarmos pela fé, porque o justo viverá pela fé. Se pudéssemos explicar a Trindade pela ciência ou pela matemática, não precisaríamos de fé. Explicaríamos, por exemplo, a ressurreição corporal de Jesus, seu nascimento virginal, seus muitos milagres: multiplicação de pães, transformação de água em vinho, andar sobre as águas, ressuscitação de Lázaro, e tantos outros?

Por isso, o apóstolo Paulo escreveu: “A palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes” (1 Co 1.18-19). 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 30 de abril de 2020

JESUS: A SEGUNDA PESSOA DA TRINDADE


Saber quem é Jesus Cristo é algo tão importante quanto o que Ele fez. Muitos acreditam que Ele esteve na Terra, fez muitos milagres e muitas outras coisas. A dificuldade para alguns é: quem é Cristo? Que tipo de pessoa Ele é?

A Bíblia afirma que ela é a autoridade final na determinação de questões doutrinárias (2 Tm 3.16-17). A Palavra de Deus não permite novos ensinamentos que possam alterar seu conteúdo ou fazer-lhe acréscimos.

O apóstolo Paulo disse: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema” (Gl 1.8). Ao considerar a divindade de Cristo, a questão não reside em “se é fácil crer nessa divindade, ou mesmo compreendê-la”, mas se ela é ensinada na Palavra de Deus. A Bíblia ensina que Deus não pode ser compreendido pela mente humana (Jó 11.7; 42.2-6; Sl 145.3; Is 40.13; 55.8-9; Rm 11.33).

Sendo assim, devemos permitir que Deus dê a última palavra a respeito de si mesmo, quer possamos ou não compreendê-la inteiramente. A Bíblia ensina que Jesus é Deus: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.1-3; 20.28; Tito 2.13; 1 João 5.20). Jesus Cristo conferiu para si os nomes e títulos dados a Deus no Antigo Testamento e também permitiu que outros assim o chamassem.

Quando Jesus reivindicou esses títulos divinos, os principais dos judeus ficaram tão irados que tentaram matá-lo por blasfêmia. Ele reivindicou para si o nome mais respeitado pelos judeus, tido como tão sagrado que eles nem o pronunciavam: YHWH.

Deus revelou pela primeira vez o significado desse nome ao seu servo, depois de haver-lhe perguntado por qual nome deveria chamá-lo: “Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êx 3.14). “EU SOU” não é a tradução de YHWH.  Todavia, trata-se de um derivado do verbo “ser”, do qual também deriva o nome divino YAHWEH (YHWH) em Êx 3.14.

Portanto, o título “EU SOU O QUE SOU” indicado por Deus a Moisés é a expressão mais plena de seu ser eterno, abreviado no versículo 15 para o nome divino YHWH. A Septuaginta traduziu o primeiro uso da expressão “EU SOU” em Êx 3.14 por ego eimi no grego.

Em várias ocasiões Jesus empregou o termo ego eimi referindo-se a si mesmo, na forma unicamente usada para Deus. Um exemplo claro está em João 8.57-58: “Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU [ego eimi]. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo” (Jo 8.57-59).

Jesus atribuiu esse título a si mesmo também em outras ocasiões. Neste mesmo capítulo Ele declarou: “Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque se não credes que EU SOU [ego eimi], morrereis nos vossos pecados” (Jo 8.24). Disse ainda: “Quando levantardes o Filho do Homem, então sabereis que EU SOU [ego eimi] e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou” (Jo 8.28).

Quando os guardas do templo, juntamente com os soldados romanos, foram prendê-lo na noite anterior à crucificação, Jesus perguntou-lhes: “A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus de Nazaré. Disse-lhes Jesus: Sou eu [ego eimi]. Quando Jesus lhes disse: Sou eu [ego eimi], recuaram e caíram por terra” (Jo 18.4-6).

Não resta dúvida quanto a quem os líderes judaicos pensavam que Jesus estava proclamando ser. Fica, portanto, bem claro que, na mente daqueles que ouviram essa afirmação, não havia qualquer dúvida de que Jesus tivesse dito perante eles que Ele era Deus. Essas afirmações foram consideradas blasfêmias pelos líderes religiosos, e resultaram em sua crucificação “porque se fez filho de Deus” (Jo 19.7).

Diante do exposto, o estudo da pessoa de Cristo se reveste de congruência por causa da relação vital que Ele sustém com o cristianismo. Concluímos que durante esta vida podemos e devemos conhecer Deus até o ponto necessário para a salvação, confraternização, serviço e maturidade, mas na glória do céu passaremos a conhecê-lo mais plenamente…

Assim, pois, de forma bem real, o estudo da vida de Jesus Cristo e sua importância é, ao mesmo tempo, uma sondagem na significação da nossa existência e uma previsão de nosso destino. Por certo todos nós deveríamos nos interessar nessa inquirição.

Extraído do Módulo 1 de Teologia da Editora Betesda

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 1 de outubro de 2019

A TRINDADE E A LÓGICA HUMANA


Tentar enquadrar a Trindade na lógica humana é inútil. A conta não fecha. Na matemática dos homens um mais um mais um são três. Na de Deus, o resultado é um. 

Os incrédulos dizem: “Não pode”! Deus responde: “Pode”! Quatro declarações de Jesus põem em polvorosa os inimigos da cruz:

1. “EU E O PAI SOMOS UM” (Jo 10.30). 
2. “QUEM ME VÊ A MIM VÊ O PAI” (Jo 14.9)
3. “NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM, QUE ESTÁ NO CÉU”. Com esta, os incrédulos ficam enlouquecidos. Como ele pôde afirma que estava no céu, se ainda permanecia na terra?
4. “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, EU SOU” (Jo 8.58). Cerrando os dentes e coçando a cabeça, os anticristos bradam: “Como é possível esse Jesus, nascido de mulher, fazer declaração idêntica a de Jeová, conforme Êxodo 3.14: “Dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”.

Mais irritados ficam, e agora atônitos, quando se deparam com João 1.1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Não dá para enquadrar em nossa lógica o sobrenatural de Deus. A saída é aceitarmos pela fé, porque o justo viverá pela fé. Se pudéssemos explicar a Trindade pela ciência ou pela matemática, não precisaríamos de fé. Explicaríamos, por exemplo, a ressurreição corporal de Jesus, seu nascimento virginal, seus muitos milagres: multiplicação de pães, transformação de água em vinho, andar sobre as águas, ressuscitação de Lázaro, e tantos outros?

Por isso, o apóstolo Paulo escreveu: “A palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes” (1 Co 1.18-19). 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 5 de julho de 2018

O ESPÍRITO SANTO É ...


O Espírito Santo é uma pessoa da Trindade, e como tal Ele é Deus e possui os atributos da divindade.

A Bíblia é o nosso tira-teima. Muitos confiam na palavra dos gurus, dos líderes religiosos que se dizem ungidos e senhores da verdade. Mas a Bíblia nos ensina em quem devemos confiar. Façamos como fizeram os bereanos. Eles examinaram se o que Paulo e Silas ensinavam estava conforme as Escrituras (At 17.9-11).

“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (At 5.3-4).

Afinal, Ananias mentiu ao Espírito Santo ou a Deus? Se o Espírito Santo fosse uma força ou uma energia de Deus, não caberia a repreensão de Pedro.

Ninguém mente a uma coisa, a uma força ou poder. Como também não mentimos a um jumento ou a um tijolo. Pessoas mentem a pessoas.

Ao dizer que Ananias mentiu ao Espírito e, em seguida, ao afirmar que mentiu a Deus, o apóstolo fez uma declaração explícita da divindade do Espírito. Não teria sentido Pedro dizer que Ananias mentiu ao “poder de Deus” e depois dizer que “mentiu a Deus”. Na verdade, assim como o Filho e o Pai são um (Jo 10.30), o Espírito e o Pai são um. Os três são um.

“A doutrina da Trindade não afirma que as três pessoas estão unidas numa pessoa, ou três seres num só ser, ou três deuses num só Deus (triteísmo); nem, por outro lado, que Deus simplesmente se manifesta em três diferentes modos (trindade modal, ou de manifestações); mas, ao invés disso, que há três eternas distinções na substância de Deus.

A doutrina da igreja sobre a Trindade afirma que há em Deus três hipóstases distintas ou subsistências – Pai, Filho e Espírito Santo – cada um possuindo uma única e mesma natureza divina embora de maneira diferente. Os pontos essenciais são:
1) a unidade da essência;
2) a realidade das distinções imanentes ou ontológicas. Há um Deus; Pai, Filho e Espírito Santo são este Deus uno; há esta distinção entre Pai, Filho e Espírito Santo quanto ao lançamento de uma base suficiente para o emprego recíproco dos pronomes pessoais; cada um – Pai, Filho, e Espírito Santo – tem uma peculiaridade incomunicável aos outros; nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus” (Teologia Sistemática, Augustus H. Strong, vol. I, Editora Teológica, 2002, páginas 452-3).
À vista disso, desejar adorar somente ao Pai e rejeitar o Filho e o Espírito não funciona. “Todos devem honrar o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho não honra o Pai que o enviou” (Jo 5.23).

O Espírito Santo não é uma força, uma energia, um poder. Não é uma coisa inanimada, impessoal. Ele age, fala, ensina, consola, convence as pessoas do pecado.

O Espírito Santo ajudou os apóstolos a se lembrarem das palavras de Jesus (Jo 14.26); O Espírito dá testemunho de Cristo (Jo 15.26); convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8); orientou Filipe na evangelização de um homem, no deserto (At 8.25-40); falou a Pedro (At 10.19); escolheu Barnabé e Saulo para o desempenho de importante missão (At 13.2). Convenhamos, uma força ativa não fala.

Jesus ordenou que o batismo fosse ministrado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Três nomes, três pessoas. Não disse Ele: “Em nome do Pai, e do Filho e do Poder de Deus, ou da energia do Pai, ou da força ativa de Deus”.

O Senhor Jesus disse que o Consolador, o Espírito de verdade habita em nós e estará sempre conosco (Jo 14.17). Ao mesmo tempo o Senhor Jesus assegurou: “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Porque é onipresente (atributo exclusivo da divindade), o Senhor Jesus pode estar com cada um de nós. Quem afinal está conosco? O Consolador ou o Senhor Jesus? Os dois. Aliás, os três: Pai, Filho e Espírito Santo, porque os três são um; “nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus”.

É o Espírito Santo que guia à verdade (Jo 16.13). Quem O rejeita, de forma consciente e deliberada, não pode entender com clareza as coisas divinas. Continuarão com escamas nos olhos. Continuarão em trevas e algemados por Satanás.

O Senhor Jesus disse que viria “outro Consolador” [parakletos] (Jo 14.16), “literalmente chamado para o lado de alguém, ajudador; auxiliador, consolador.

Cristo exerceu esta função aos discípulos”. Ao dizer “outro Consolador”, o Espírito Santo, afirmou tratar-se de outro do mesmo tipo, (outro = allos, outro da mesma espécie, e não heteros, “outro diferente”). Logo, o Deus Filho deu testemunho explícito da divindade do Espírito Santo. Viria outro igual a Ele em divindade. Não seria um menos poderoso, uma força, uma energia, uma coisa (cf. Jo 15.26; 16.7).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 15 de março de 2018

A SANTÍSSIMA TRINDADE E A LÓGICA HUMANA


Tentar enquadrar a Trindade na lógica humana é inútil. A conta não fecha. Na matemática dos homens, um mais um mais um são três. Na de Deus, o resultado é um.

Os incrédulos dizem: “Não pode”! Deus responde: “Pode”! Quatro declarações de Jesus põem em polvorosa os inimigos da cruz:

1. “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30).

2. “Quem me vê a mim vê o Pai” (Jo 14.9)

3. “Ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do Homem, que está no céu”. Com esta, os incrédulos ficam enlouquecidos. Como ele pôde afirma que estava no céu, se ainda permanecia na terra?

4. “Antes que Abraão existisse, eu sou” (Jo 8.58). Cerrando os dentes e coçando a cabeça, os anticristos bradam: “Como é possível esse Jesus, nascido de mulher, fazer declaração idêntica a de Jeová, conforme Êxodo 3.14: “Dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”.

Mais irritados .1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Não dá para enquadrar em nossa lógica o sobrenatural de Deus. A saída é aceitarmos pela fé, porque o justo viverá pela fé.

Se pudéssemos explicar a Trindade pela ciência ou pela matemática, não precisaríamos de fé.

Explicaríamos, por exemplo, a ressurreição corporal de Jesus, seu nascimento virginal, seus muitos milagres: multiplicação de pães, transformação de água em vinho, andar sobre as águas, ressuscitação de Lázaro, e tantos outros?

Por isso, o apóstolo Paulo escreveu: “A palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes” (1 Co 1.18-19).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O QUE A BÍBLIA ENSINA A RESPEITO DA TRINDADE?

A coisa mais difícil a respeito do conceito cristão da Trindade é que não há maneira de explicá-lo adequadamente. A Trindade é um conceito impossível de ser totalmente compreendido por qualquer ser humano, quanto mais explicado.

Deus é infinitamente maior do que nós, por isso não devemos esperar que sejamos capazes de compreendê-Lo totalmente. A Bíblia ensina que o Pai é Deus, que Jesus é Deus e que o Espírito Santo é Deus. A Bíblia também ensina que há um só Deus. Mesmo podendo compreender alguns fatos sobre a relação das diferentes pessoas da Trindade umas com as outras, no geral, a Trindade é incompreensível à mente humana. Entretanto, não significa que não seja verdade ou fora dos ensinamentos da Bíblia.

Ao estudar este assunto, lembre-se de que a palavra “Trindade” não é usada nas Escrituras. Este é um termo usado em uma tentativa de descrever o Deus triúno, e o fato de haver 3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus. Compreenda que DE JEITO ALGUM se sugere aqui que haja 3 Deuses.

A Trindade é 1 Deus feito de 3 pessoas. Não há nada errado em usar o termo “Trindade”, mesmo que esta palavra não se encontre na Bíblia. É mais prático dizer a palavra “Trindade” do que dizer “3 pessoas co-existentes e co-eternas perfazendo um só Deus”. Se isto for problema para você, considere isto: a palavra avô também não é usada na Bíblia. Mesmo assim, sabemos que havia avôs na Bíblia. Abraão foi avô de Jacó. Então, não fique obcecado com termo “Trindade”. O que realmente importa é que o conceito REPRESENTADO pela palavra “Trindade” existe nas Escrituras. Terminada esta introdução, mostraremos versículos bíblicos na discussão sobre a Trindade.

1) HÁ UM SÓ DEUS: Deuteronômio 6:4; I Coríntios 8:4; Gálatas 3:20; I Timóteo 2:5.


2) A TRINDADE CONSISTE DE TRÊS PESSOAS: Gênesis 1:1; 1:26; 3:22; 11:7; Isaías 6:8; 48:16; 61:1; Mateus 3:16-17; 28:19; II Coríntios 13:14. Nas passagens do Velho Testamento, algum conhecimento de hebraico é de grande ajuda. Em Gênesis 1:1, é usado o substantivo plural “Elohim”. Em Gênesis 1:26; 3:22; 11:7 e Isaías 6:8, o pronome plural equivalente a “nós” é usado. “Elohim” e “nós” se referem a mais de duas pessoas, NÃO há dúvidas.

Em português, temos apenas duas variações quanto ao número, singular e plural. Em hebraico, temos três formas: singular, dual e plural. Dual é para dois, APENAS. Em hebraico, a forma dual é usada para coisas que vêm em pares, como olhos, orelhas e mãos. A palavra “Elohim” e o pronome “nós” são formas de plural – definitivamente mais de dois, e devem estar se referindo a três ou mais (Pai, Filho, Espírito Santo).

Em Isaías 48:16 e 61:1, o Filho está falando enquanto faz referência ao Pai e ao Espírito Santo. Compare Isaías 61:1 com Lucas 4:14-19 para ver que é o Filho falando. Mateus 3:16-17 descreve o acontecimento do batismo de Jesus. Nele se vê o Deus Espírito Santo descendo sobre o Deus Filho enquanto o Deus Pai proclama Seu prazer no Filho. Mateus 28:19 e II Coríntios 13:14 são exemplos de 3 pessoas distintas na Trindade.

3) OS MEMBROS DA TRINDADE SÃO DISTINTOS UNS DOS OUTROS EM VÁRIAS PASSAGENS: No Velho Testamento, “SENHOR” é diferenciado de “Senhor” (Gênesis 19:24; Oséias 1:4). O “SENHOR” tem um “Filho” (Salmos 2:7, 12; Provérbios 30:2-4). Espírito é distinto de “SENHOR” (Números 27:18) e de “Deus” (Salmos 51:10-12). Deus o Filho é diferenciado de Deus o Pai (Salmos 45:6-7; Hebreus 1:8-9).

No Novo Testamento, João 14:16-17 é onde Jesus fala ao Pai sobre enviar um Ajudador, o Espírito Santo. Isto demonstra que Jesus não considerava a Si mesmo como sendo o Pai ou o Espírito Santo. Considere também todas as outras vezes, nos Evangelhos, onde Jesus fala ao Pai. Estava Ele falando consigo mesmo? Não. Ele falava com uma outra pessoa na Trindade, o Pai

4) CADA MEMBRO DA TRINDADE É DEUS: O Pai é Deus: João 6:27; Romanos 1:7; I Pedro 1:2. O Filho é Deus: João 1:1, 14; Romanos 9:5, Colossenses 2:9; Hebreus 1:8; I João 5:20. O Espírito Santo é Deus: Atos 5:3-4; I Coríntios 3:16 (Aquele que habita é o Espírito Santo: Romanos 8:9; João 14:16-17; Atos 2:1-4).

5) A SUBORDINAÇÃO DENTRO DA TRINDADE: As Escrituras mostram que o Espírito Santo é subordinado ao Pai e ao Filho, e o Filho é subordinado ao Pai. Esta é uma relação interna, e não nega a divindade de nenhuma das pessoas da Trindade. Esta é simplesmente uma área que nossas mentes finitas não conseguem compreender, em vista do Deus infinito. Em relação ao Filho, veja: Lucas 22:42; João 5:36; João 20:21; I João 4:14. Em relação ao Espírito Santo veja: João 14:16; 14:26; 15:26;16:7 e principalmente João 16:13-14.

6) AS TAREFAS DOS MEMBROS INDIVIDUAIS DA TRINDADE:
O Pai é a fonte máxima ou causa de:
1) o universo (I Coríntios 8:6; Apocalipse 4:11);
2) revelação divina (Apocalipse 1:1);
3) salvação (João 3:16-17); e
4) as obras humanas de Jesus (João 5:17;14:10).
O Pai PRINCIPIA todas estas coisas

O Filho é o agente através do qual o Pai faz as seguintes obras:
1) A criação e manutenção do universo (I Coríntios 8:6; João 1:3; Colossenses 1:16-17);
2) divina revelação (João 1:1; Mateus 11:27; João 16:12-15; Apocalipse 1:1); e
3) salvação (II Coríntios 5:19; Mateus 1:21; João 4:42).
O Pai faz todas estas coisas através do Filho, que funciona como Seu agente.

O Espírito Santo é o meio pelo qual o Pai faz as seguintes obras:
1) criação e manutenção do universo (Gênesis 1:2; Jó 26:13; Salmos 104:30);
2) divina revelação (João 16:12-15; Efésios 3:5; II Pedro 1:21);
3) salvação (João 3:6; Tito 3:5; I Pedro 1:2); e 4) feitos de Jesus (Isaías 61:1; Atos 10:38).
Então faz assim o Pai todas estas coisas pelo poder do Espírito Santo.

Nenhuma das ilustrações populares são descrições completamente apuradas da Trindade. O ovo (ou maçã) falha porque a casca, a clara e a gema são partes do ovo, e não são o ovo, cada qual separadamente. O Pai, Filho e Espírito Santo não são partes de Deus, cada um Deles é Deus. A ilustração da água é de alguma forma melhor, mas ainda falha em adequadamente descrever a Trindade. Líquido, vapor e gelo são estados da água. O Pai, Filho e Espírito Santo não são formas ou estados de Deus, mas cada qual separadamente é Deus. Então, enquanto estas ilustrações podem nos dar uma idéia da Trindade, esta não se faz totalmente precisa.

Um Deus infinito não poderá ser totalmente descrito por uma ilustração finita. Em vez de focalizar na Trindade, tente focalizar na grandeza de Deus e Sua natureza infinitamente maior que a nossa. “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Romanos 11:33-34).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 24 de janeiro de 2015

A TRINDADE E A LÓGICA HUMANA

Tentar enquadrar a Trindade na lógica humana é inútil. A conta não fecha. Na matemática dos homens um mais um mais um são três. Na de Deus, o resultado é um. 

Os incrédulos dizem: “Não pode”! Deus responde: “Pode”! Quatro declarações de Jesus põem em polvorosa os inimigos da cruz:

1. “EU E O PAI SOMOS UM” (Jo 10.30). 

2. “QUEM ME VÊ A MIM VÊ O PAI” (Jo 14.9)

3. “NINGUÉM SUBIU AO CÉU, SENÃO O QUE DESCEU DO CÉU, O FILHO DO HOMEM, QUE ESTÁ NO CÉU”. Com esta, os incrédulos ficam enlouquecidos. Como ele pôde afirma que estava no céu, se ainda permanecia na terra?

4. “ANTES QUE ABRAÃO EXISTISSE, EU SOU” (Jo 8.58). Cerrando os dentes e coçando a cabeça, os anticristos bradam: “Como é possível esse Jesus, nascido de mulher, fazer declaração idêntica a de Jeová, conforme Êxodo 3.14: “Dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”.

Mais irritados ficam, e agora atônitos, quando se deparam com João 1.1: “No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Não dá para enquadrar em nossa lógica o sobrenatural de Deus. A saída é aceitarmos pela fé, porque o justo viverá pela fé. Se pudéssemos explicar a Trindade pela ciência ou pela matemática, não precisaríamos de fé. Explicaríamos, por exemplo, a ressurreição corporal de Jesus, seu nascimento virginal, seus muitos milagres: multiplicação de pães, transformação de água em vinho, andar sobre as águas, ressuscitação de Lázaro, e tantos outros?

Por isso, o apóstolo Paulo escreveu: “A palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos inteligentes” (1 Co 1.18-19). 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

UM DEUS, TRÊS PESSOAS

“Mas ele, [Estêvão,] estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus” (Atos 7:55-56).

Deus se revela em Sua Santa Palavra como sendo único. E não só isso: proíbe seu povo de seguir outro deus que não seja Ele mesmo (Êxodo 20,3). Entretanto, a mesma Revelação nos apresenta três Pessoas com atributos divinos: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O fato de crermos em um Deus que subsiste em três Pessoas Divinas tem gerado controvérsias, ceticismo, debates infindáveis e até mesmo inquisição ao longo da história. Entretanto, é um assunto importantíssimo e que todo cristão precisa tê-lo muito bem definido, afinal, precisamos defender nossa fé de modo racional e lúcido.

A palavra “Trindade” (em latim, trinitas) aparece pela primeira vez no século III em um escrito de Tertuliano onde este se referia à Divindade revelada nas Escrituras em resposta às doutrinas unicistas da época. Mas fica evidente tanto nos relatos históricos quanto no registro bíblico que os primeiros cristãos já estavam resolvidos quanto à natureza triuna de Deus quando lemos as muitas passagens que afirmam a divindade do Pai, que é Deus (Efésios 4,6; Filipenses 2,11), distinto de Jesus, que também é Deus, Filho de Deus, distinto do Pai (João 20,28; 2 Pedro 1,1; Mateus 16,16; João 20,17; 2 Coríntios 1,2), e do igualmente Divino Espírito Santo, que procede do Pai (Salmos 51,11; João 15:26; 2 Timóteo 1:14 ).

A promessa de que a Trindade estaria presente na Igreja de Deus é clara quando Jesus afirma que “se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (João 14:23) e no mesmo Evangelho afirma: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Mas talvez a dificuldade de entender isso se deva por dois fatores: primeiro porque meditar na natureza divina exige um alto grau de abstração; segundo por que costumamos confundir o conceito de Deus com o conceito de Pessoa. Deus criou o homem à Sua imagem e Semelhança, mas creio que isso se refira ao sermos “pessoas”, não refere à deidade. Não somos deuses.

O Conceito de “Deus” é algo que vai além de qualquer coisa que possamos imaginar, já que não temos um histórico em nossas experiências pessoais, científicas ou filosóficas com algo semelhante a Deus. Ele é Único, não há outro semelhante na Criação (Deus não criou nada com natureza semelhante à dEle) e tudo o que nos foi revelado sobre a Divindade certamente não representa a totalidade do que Ele realmente “É”; o conceito de pessoa, por outro lado, pode ser encontrado mais profundamente em termos filosóficos.

John Locke nos ajuda a compreendê-lo distinguindo “pessoa” de “homem”. “Homem” se refere a uma espécie do reino animal; “pessoa” se refere ao indivíduo, é o termo que dá a distinção entre homem e homem. A pessoa é o ser que tem consciência de si e de seus atributos, que se manifesta moralmente e se distingue socialmente. Isso nos distingue dos animais, pois eles não são pessoas.

Um homem um dia foi uma criança e futuramente será um idoso e neste passar dos anos seu corpo sofre mudanças. Mas, embora as mudanças biológicas no corpo, a mesma pessoa permanece durante a vida. Essa distinção entre homem e pessoa ajuda a resolver o problema da ressurreição dos mortos. Conforme 1 Coríntios 15, 35-50, na ressurreição dos mortos, teremos um corpo espiritual, incorruptível e glorificado, a partir do corpo corruptível que ora ostentamos, semelhantemente ao processo ocorrido com o Senhor no terceiro dia após a Crucificação. Mesmo assim, embora em um novo corpo, teremos conservada nossa identidade, porque a pessoa ressurreta será a mesma pessoa eleita que um dia creu em Jesus e foi Salvo pela Sua Graça.

Este mesmo raciocínio que distingue “homem” de “pessoa” ajuda a distinguir “pessoa” de “Deus”. O Pai, o Filho e o Espírito se auto-afirmam, têm consciência de Si, se distinguem um do outro e são sujeitos Divinos ativos na Eternidade. São Pessoas, portanto. Cada um deles é Deus e a união dos três “É” Deus (ver Êxodo 3,14). Eles não se distinguem como Divindade, apenas como pessoas.

E como vimos acima, o conceito de “Deus” extrapola o conceito de “Pessoa”, da mesma forma que o conceito de “Pessoa” extrapola o conceito de “Homem”. Por isso podemos falar em três Pessoas, mas nunca em três deuses. O Pai, o Filho e o Espírito estão eternamente inseparáveis operando a Soberana Vontade Divina.

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém” (2 Coríntios 13,14)

“Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém” (Judas 1,25).

Fabrício Mateus de Mello

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 30 de junho de 2013

Jesus é Deus? Alguma vez Jesus afirmou ser Deus?

 Na Bíblia não há registros de Jesus dizendo, palavra por palavra: “Eu sou Deus”. Entretanto, isto não significa que Ele não tenha afirmado ser Deus. Como exemplo, tome as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro olhar, isto pode não parecer uma afirmação de Jesus em ser Deus. Entretanto, perceba a reação dos judeus a Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33).

Os judeus compreenderam a afirmação de Jesus como uma declaração em ser Deus. Nos versículos seguintes Jesus não corrige os judeus dizendo: “Eu não afirmei ser Deus.” Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

João 8:58 nos dá outro exemplo: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras em uma tentativa de apedrejar Jesus (João 8:59). Por que os judeus iriam querer apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que criam ser uma blasfêmia, ou seja, uma afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que “o Verbo era Deus.”

João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne.” Isto claramente indica que Jesus é Deus em carne.

Atos 20:28 nos diz: “...Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.”

Quem comprou a igreja com Seu próprio sangue? Jesus Cristo. Atos 20:28 declara que Deus comprou a igreja com Seu próprio sangue. Portanto, Jesus é Deus!

Tomé, o discípulo, declarou a respeito de Jesus: “Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:28). Jesus não o corrige.

Tito 2:13 nos encoraja a esperar pela volta de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo (veja também II Pedro 1:1).

Em Hebreus 1:8, o Pai declara a respeito de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.”

Em Apocalipse, um anjo instruiu o Apóstolo João para que adorasse a Deus (Apocalipse 19:10). Nas Escrituras, várias vezes Jesus recebe adoração (Mateus 2:11; 14:33; 28:9,17; Lucas 24:52; João 9:38). Ele nunca reprova as pessoas quando recebe adoração.

Se Jesus não é Deus, Ele teria dito às pessoas para não ser adorado, assim como fez o anjo em Apocalipse. Há muitos outros versículos e passagens das Escrituras que atestam a favor da divindade de Jesus.

A razão mais importante para Jesus ser Deus é que se Ele não o fosse, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar preço tão infinito. Somente Deus poderia carregar os pecados do mundo (II Coríntios 5:21), morrer e ressuscitar, provando Sua vitória sobre o pecado e a morte.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.