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domingo, 15 de fevereiro de 2026

FRUTO DA DESOBEDIÊNCIA

A Bíblia nos diz que Deus fez o homem completo e em estado de perfeição moral, intelectual e espiritual.

Nesse estado de perfeição, Adão tinha uma capacidade mental tão elevada que foi capaz de nomear todos os seres existentes sem repetir um só nome (G 2:19).

Adão tinha o estado de perfeição espiritual porque podia falar com Deus (G1:28,29, 2:15,16,19,3:8).

Adão tinha o estado de perfeição moral porque Deus lhe conscientizou que poderia comer de todos os frutos do jardim, exceto daquele da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Adão tinha perfeição moral porque Deus lhe deu ao fazê-lo semelhante (Gn 1:26).

Deus deu ao Adão perfeito a capacidade de escolher entre o certo e o errado, entre o bem e o mal; Lhe deu a capacidade de escolha.

Deus não evitou que Adão caísse porque Adão tinha condições para não cair.

Deus lhe deu todas as condições necessárias. Adão foi feito perfeito.

Ele avisou a Adão sobre o perigo e sobre as consequências que sucederiam a desobediência.

Deus não criou a possibilidade de queda de Adão, deu a ele a opção de escolha.

A capacidade de decisão. Portanto, Deus foi justo.

Deus deu opção para Adão de fazer o certo e o errado e conscientizou-lhe das consequências. Deus foi justo.

Deus não fez Adão cair. Satanás foi quem tentou a mulher e esta, por sua vez, tentou o homem.

O homem escolheu cair, ele não foi feito para a queda.

A Bíblia nos orienta que o inferno foi criado para o diabo e seus anjos, e não para o homem (Mt 25:41).

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6:7)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/?m=1

Graça e Paz 

sábado, 5 de julho de 2025

FRUTO OU DONS DO ESPÍRITO SANTO

Uma parcela da graça que recebemos de Deus na forma de dons e devemos gerenciá-los sabiamente, ou agir como administradores.

Nossas dádivas divinas, ou dons espirituais, não nos são dadas para que as retenhamos conosco.

São nossas para serem usadas no sentido de promover o reino de Deus no mundo presente.

É o Espírito Santo quem decide quem recebe os dons e, os distribui como quer.

Ora, os dons são diversos... mas a manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim proveitoso. Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas. (1Co 12.4-10)

O fruto do Espírito é o resultado da operação do Espírito na vida do salvo;

O qual, ligado intimamente à vida de Jesus, produz em sua própria vida aquelas características preciosas da personalidade e dos sentimentos que havia em Jesus:

“Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal” - II Co.4.11.

São qualidades do caráter de Deus que o Espírito Santo nos transmite quando confiamos em Jesus e obedecemos suas ordens.

O fruto é o que resulta da vida de plena comunhão com Cristo.

 Ao passo que os dons são dados, o fruto é gerado em nosso interior.

O mais interessante é que os dons podem ser imitados, porem o fruto nunca o será; em seu todo é um e indivisível.

Os dons identificam o que fazemos, e o fruto mostra o que somos, a saber: a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 24 de junho de 2022

DONS E FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Os dons são os seguintes: Sabedoria, conhecimento, discernimento, Fé, cura, e milagres, Profecias, línguas e interpretação de línguas.

Os aspectos do fruto são: Amor, Alegria, paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, fé, mansidão, e domínio próprio.

Os dons são nove e o fruto é nônuplo em seus aspectos, e isso não é uma mera coincidência, mas uma necessidade tudo isso para existir equilíbrio.

Distinção entre os dons e o fruto

Os dons são dados, o fruto é gerado, os dons vem após o batismo no Espírito Santo, o fruto é na conversão, os dons são de fora para dentro, o fruto vem do interior, os dons já vem completo, o fruto requer tempo para crescer, os dons são dotação de poder, o fruto expressa o caráter...

Os dons vem pelo Espírito, o fruto vem por Jesus, os dons são distintos, o fruto é indivisível os dons confere poder, o fruto confere autoridade, os dons comunicam espiritualidade, o fruto irrepreensão,

Os dons identificam o que fazemos e, o fruto mostra o que somos, o mais interessante é que os dons podem ser imitados, porem o fruto nunca o será

Definição de fruto do Espírito: o fruto e seus aspectos

A caridade (Amor) é o ponto mais alto na vida cristã.

O gozo (alegria) é o amor obedecendo, é ter grande alegria com base no amor, na graça e nas bênçãos pela presença de Deus. Jo 14.23 Aquele que ama obedece.

A paz deve ser interna externa e eterna.

Longanimidade é o amor sofrendo, é ter paciência, sem desespero.1Co 13.7 Tudo sofre.1Pe 2.23.

Benignidade É o amor mostrando compaixão, é procurar nunca magoar ninguém.

Bondade é o amor agindo, é o zelo pela retidão 1Jo 3.16 - Ele deu a vida por nós e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos ... v18 Filhinhos, não amemos de palavras nem de língua mas ...

Fé é uma lealdade constante, é o amor confiando 1Co 13.7 - Tudo crê tudo espera.

Mansidão é a moderação associada a força e a coragem.

Temperança é o domínio sobre os nossos próprios desejos e paixões é um amor que controla 1Co 13.7 - Tudo suporta.... Rm 12.15 - Chorai com os que choram ... por cuja causa Jesus disse que os 10 mandamentos se encerram em dois. Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo.

O fruto do Espírito aponta a caridade como o ponto mais alto na vida cristã, por cuja causa devemos amar o nosso próximo como a nós mesmo Mt 22.36-40, o amor aqui é (Agape) significa querer o bem para outras pessoas sem querer nada em troca, por isso Paulo diz que a caridade é o vínculo da perfeição Cl 3.14

Paulo faz alusão em 1Co 13.1-8. Ainda que eu falasse a língua dos homens e a dos anjos seria como o metal .Ainda que tivesse todos os dons, e não tivesse o amor nada...

Deve existir harmonia entre dons e o fruto do Espírito.

Abílio de Souza Barbosa

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

CARÁTER MARCADO PELO FRUTO DO ESPÍRITO

Uma das funções principais do Espírito Santo é repartir conosco a santidade de Deus, o que Ele faz desenvolvendo em nós um caráter semelhante a Cristo – um caráter marcado pelo fruto do Espírito.

É função do Espírito Santo convencer, guiar, ensinar, salvar, testificar do nosso Espírito, garantir, dar poder, ajudar em oração, nos habitar, conceder dons espirituais e produzir fruto em nossas vidas.

O propósito de Deus é que nós nos tornemos “pessoas maduras”, crescendo até alcançarmos a altura espiritual de Cristo (Ef.4.13).

DISTINÇÃO ENTRE OS DONS E O FRUTO

Os dons são dados, o fruto é gerado. Os dons vem após o batismo no Espírito Santo, o fruto é na conversão.

Os dons são de fora para dentro, o fruto vem do interior. Os dons já vem completo, o fruto requer tempo para crescer. Os dons são dotação de poder, o fruto expressa o caráter...

Os dons vem pelo Espírito e são distintos, o fruto é indivisível.

Os dons conferem poderes, o fruto confere autoridade. Os dons comunicam espiritualidade, o fruto irrepreensão.

Os dons identificam o que fazemos, e o fruto mostra o que somos. O mais interessante é que os dons podem ser imitados, porem o fruto nunca o será.

As pessoas geralmente são parecidas em muitos aspectos, mas nunca as conhecemos realmente até que comecem a produzir fruto.

Todas dão fruto. Todos ao nosso redor finalmente ficam sabendo que tipo de árvore frutífera nós somos.

Não podemos ficar escondidos. Nosso fruto é revelado tanto pelo que fazemos quanto pelo que não fazemos.

É embaraçoso quando finalmente percebemos que não podemos esconder nada dos outros. Fazemos de conta que podemos e os outros fazem de conta que não percebem. Mais cedo ou mais tarde, porém, revelamos o que somos realmente.

Damos frutos, da carne ou do Espírito.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 26 de julho de 2021

DÊ FRUTO ONDE DEUS TE SEMEAR

“E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho ... Mas outros, por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho...” Filip.1.12-24

Paulo foi um homem que jamais deixou de dar frutos onde quer que Deus o tivesse semeado

Sua vida é uma demonstração que não há terreno estéril demais no qual o evangelho não possa em sendo semeado, brotar, frutificar e florescer.

Paulo dava frutos porque ele sabia que essa era sua missão, nada no mundo era tão importante para ele.

A vida humana é feita de motivos, desafios e projetos. Deus nos chamou para promover a fé, sejam quais forem os dons, aptidões, possibilidades, recursos ou capacidade. Onde quer que estejamos neste mundo é para promover a fé.

Paulo sabia que Deus estava no controle de Tudo. Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Jesus Cristo por vós, os gentios; Ef. 3.1;  4.1

Não fora entregue as autoridades romanas, não esteve detido em Cesaréia, não naufragou a caminho de Roma, não ficou preso casualmente, “estou aqui por causa de Cristo”

Em 2 Co 11, há um currículo pavoroso de Paulo: Recebi 4 quarentenas de açoites menos 1. Porém ele tinha consciência do controle de Deus.

Nada para ele se compara ao poder de Deus. Ele sempre nos conduz em triunfo em todo lugar.

Ainda que o inimigo se levante: “SE DEUS É POR NÓS QUEM SERÁ CONTRA NÓS”.

Paulo ousou acreditar em Deus que honrou sua fé.

Dar fruto onde Deus nos semear; onde quer que formos, que estejamos, estamos ali para promover fé, para dar frutos.

Se onde estamos existem problemas, as coisas estão difíceis, há miséria, dor, revolta, doenças, lutas, bandidos, Deus nos colocou ali para dar frutos, não para reclamar

Sejamos embaixadores de Deus, portadores de Boas novas, canal condutor da benção de Deus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 17 de maio de 2021

O FRUTO DO ESPÍRITO

O fruto do Espírito são qualidades do caráter de Deus que o Espírito Santo nos transmite quando confiamos em Jesus e obedecemos suas ordens.

O fruto é o que resulta da vida de plena comunhão com Cristo. Quem permanece em mim e Eu nele, este dá muito fruto.

Paulo plantou, Apolo regou, Deus dá o crescimento.

O fruto do Espírito é o resultado da operação do Espírito na vida do salvo, o qual, ligado intimamente à vida de Jesus, produz em sua própria vida aquelas características preciosas da personalidade e dos sentimentos que havia em Jesus: “Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal” - II Co 4.11.

O FRUTO DO ESPÍRITO

REVELA CRESCIMENTO ESPIRITUAL. O fruto do Espírito não aparece, de início, em plena maturidade na vida do cristão. Ele é o resultado de um processo de contínuo crescimento espiritual.

AUXILIA O DESEMPENHO DOS DONS ESPIRITUAIS. Na confecção das vestes sacerdotais teriam que ser obedecidos os detalhes: “Nas suas bordas farás romãs azul e de púrpura, e de carmezim ao redor de suas bordas; e campainha de ouro no meio delas ao redor. Uma campainha, uma romã, outra campainha de ouro outra romã...” (Ex.28.33-34). É uma figura perfeita representando os frutos (romãs) e os dons (campainhas) do Espírito.

É UMA EXIGÊNCIA DIVINA.Todo ramo que, estando em mim, não der fruto. Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa para que produza mais fruto ainda” (Jo 15.2).

O Senhor Jesus em uma ocasião olhou uma figueira e foi buscar fruto, porém só encontrou folhas e sua sentença foi: “Nunca mais nasça fruto em ti” (Mt. 21.18-19). Ao ler João 15.1 a 6, entendemos que ninguém poderá ter uma vida frutífera se não estiver ligado pela fé a Jesus, como a vara está ligada a videira

Sem a videira o ramo não pode fazer nada. Assim também acontece conosco. Enquanto eu me esforço a trabalhar para conseguir produzir o fruto do Espírito, ficarei frustrado e sem fruto. Mas se eu permaneço em Cristo – mantendo relacionamento íntimo, obediente e dependente com Ele – Deus-Espírito Santo atua em minha vida, produzindo o seu fruto mim.

Isto não quer dizer que vamos ficar maduros instantaneamente, imediatamente cheios do fruto do Espírito. Qualquer fruto precisa de tempo para amadurecer, talvez até alguma poda (sofrimento e provações), se faça necessária, antes de aparecerem frutos em quantidade.

A medida que o Espírito Santo vai podando o que não presta em nossa vida, os ramos da videira, espiritualmente falando, vão ficando mais úteis na produção de mais fruto espiritual. Não há melhor maneira de sermos podados que pelo estudo e pela aplicação da Bíblia em nossa própria vida e situação. Deus pode nos corrigir, nos dizer onde nós nos enganamos e nos perdemos sem nos desencorajar.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 23 de março de 2021

O FRUTO DO ESPÍRITO

O fruto do Espírito são qualidades do caráter de Deus que o Espírito Santo nos transmite quando confiamos em Jesus e obedecemos suas ordens.

O fruto é o que resulta da vida de plena comunhão com Cristo. Quem permanece em mim e Eu nele, este dá muito fruto.

Se eu não souber que o fruto do Espírito são as qualidades do caráter de Deus que ele deseja que eu possua, posso perder o crescimento espiritual e a transformação pessoal que Deus quer para mim.

Devo conhecer o fruto e cooperar com Deus no processo de aquisição do fruto, mas descansar e confiar nele para o aparecimento do seu fruto na minha vida. 

Fato interessante é que a Bíblia fala do fruto do Espírito, e não de frutos.

A Bíblia ensina que nós precisamos que o Espírito Santo traga fruto em nossa vida, porque não podemos nos tornar parecidos com Jesus sem o Espírito.

Nós estamos cheios de desejos egocêntricos e egoístas, opostos à vontade de Deus para nossa vida. Duas coisas precisam acontecer: uma, que o pecado tem de ser expulso da nossa vida; outra, que o Espírito Santo precisa entrar e nos encher, e produzir o fruto do Espírito.

“O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5.22, 23).

O fruto do Espírito não pode ser criado artificialmente. Ele é o resultado de uma obra que Deus realiza dentro da vida do cristão, pela operação maravilhosa do seu Santo Espírito.

Mas o fruto do Espírito é:

Amor, alegria, paz, longaminidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5: 22, 23.

Amor: É doar-se! é o amor incondicional de Deus.

Alegria: Mais profunda que a Felicidade, é um dos melhores medicamentos que existe contra dor!

Paz: É passar para outras uma presença branda, é estar bem com você mesmo!

Longaminidade: Paciência e constância, é no meio de uma provação, suportar sem queixas!

Benignidade: É ser gentil, manso, tranquilo, cheio de boas obras!

Bondade: É não ser mesquinho, não murmurar, é ser compreensivo doador e confiável!

Fé: É não olhar para circunstância que estamos vivendo, é Confiar em Deus!

Mansidão: É ser humilde, é tolerar, força sob o controle Divino.

Domínio Próprio: É ter auto controle, é ter temperança nos momentos mais difíceis que a alma grita!

Por Litrazini

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Graça e Paz

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

O AMOR É FRUTO DO ESPÍRITO

 O IMPOSSÍVEL TORNOU-SE POSSÍVEL - Cristo é a encarnação do amor. Ele trouxe o verdadeiro amor ao mundo. Aqui está um homem que habitou entre os homens sem a herança adâmica pecaminosa, mas o próprio Deus feito homem, e Deus é amor. O amor de Deus habitava em Sua plenitude, em um homem: Jesus. Ele havendo demonstrado o que é o amor com sua vida e obra, finalmente se fez um com o nosso pecado (II Co 5:21). E, quando morreu na cruz o fez matando nosso velho homem.

PODEMOS AMAR COMO JESUS AMOU

Quando Cristo manda que amemos como Ele amou, está pedindo algo impossível de conseguir por nós mesmos, mas Paulo nos diz que o que era impossível por causa da nossa debilidade Deus fez possível o cumprimento pelo Espírito. A lei do Espírito de vida em Cristo me livrou da lei pelo pecado do egoísmo. Agora tenho em mim uma nova força, a vida de Cristo.

Tenho a capacidade de amar como Jesus amou, porque estou livre da lei do pecado, porque morri para ela, agora não vivo eu, mas Cristo vive em mim (Gl 2:20). SEUS MANDAMENTOS NÃO SÃO PENOSOS

Satanás, primeiro quer fazer crer que é impossível amar como Jesus, de qualquer maneira, e uma vez que somos libertos dessa mentira pela verdade de Deus, faz-nos crer que se bem que possível, é muito difícil amar como Jesus amou. A palavra nos declara: “Seus mandamentos não são penosos”. (IJo 5:3).

O AMOR DE DEUS foi derramado em nossos corações pelo Espírito que nos foi dado (Rm 5:5 / II Tm 1:7 / Filip 4:13). Ele nos capacitou com o amor de Deus, não com o nosso para amar como Jesus.

ESTE AMOR FLUI DE UM CORAÇÃO SINCERO E PURIFICADO

Como amor é fruto do Espírito Santo se o meu coração não está limpo, o espírito não flui e portanto o amor não flui também. Em  (ITm 1:5) Paulo fala do “amor fraternal não fingido”. Quando nosso coração não está bem com Deus é muito comum praticar o amor fingido, exteriorizações sem vida nem realidade. “As Relações Públicas” tem muito disso. Confessemos todo pecado, rejeitemos as obras da carne, vivamos no Espírito para que o Seu amor flua em nós livremente.

O AMOR DEVE ENVOLVER E ABUNDAR CADA VEZ MAIS EM NÓS

(Filip 1:9 / ITs 3:12 ; 4:9-10). Tudo o que tem vida cresce e se desenvolve. O amor a vida de Cristo em nós tem que crescer. Pela renovação de nosso entendimento, iremos sendo transformados até o fim; nosso caráter, nossa conduta, nosso estilo de vida, nossas aspirações, a administração de nossos bens e talentos; tudo irá se modificando para chegar a ser autêntica demonstração do AMOR DE DEUS derramado em nossos corações.

Que toda a nossa vida possa resumir-se dizendo que temos disposto toda ela em favor de nossos irmãos. Como Cristo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

COMO PODEMOS DESENVOLVER O FRUTO DO ESPÍRITO.


Quem tem o Espírito de Deus dentro de si precisa frutificar tal como o galho enxertado na videira (João 15; Rom.11).

O fruto do Espírito não é uma faculdade para o cristão. Não é ele quem decide se deve ou não exprimir esse fruto.

Caso seja incapaz de dar frutos, o cristão será arrancado fora do galho: “Disse então ao viticultor: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a; para que ocupa ela ainda a terra inutilmente? Respondeu-lhe ele: Senhor, deixa-a este ano ainda, até que eu cave em derredor, e lhe deite estrume; e se no futuro der fruto, bem; mas, se não, cortá-la-ás.Jesus estava ensinando numa das sinagogas no sábado” Lc.13:7 a 10.

Fé e sabedoria caminham juntas. O fruto do Espírito é algo que somente o Espírito Santo pode produzir na vida do cristão. Desse modo, á medida que vivemos em obediência aos mandamentos de Deus, o fruto cresce e se desenvolve em nossa vida.

As Escrituras nos ajudarão a responder como o Senhor faz para produzir o fruto do Espírito na nossa vida.

O Salmo 1, compara o homem de Deus com uma árvore plantada às margens de um rio: “O seu prazer está na lei de Deus, e nesta lei ele medita dia e noite. Esse homem é como uma árvore que cresce na beira do riacho; ela dá frutas no tempo certo” (Sl.1.2,3).

Nesta passagem, dar fruto está relacionado diretamente à importância que a Palavra de Deus tem para nós (observe que não está escrito lê, mas medita).

À medida que lemos e meditemos na Bíblia, o Espírito Santo – que inspirou a Bíblia, como sabemos – vai nos convencendo de pecados que precisam ser erradicados e nos dirige ao padrão de vida que Deus quer para nós.

Sem a Palavra de Deus não pode haver crescimento espiritual duradouro nem produção de fruto em nossa vida.

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

O QUE É FRUTO DO ESPÍRITO


O fruto do Espírito são qualidades do caráter de Deus que o Espírito Santo nos transmite quando confiamos em Jesus e obedecemos suas ordens.

O fruto é o que resulta da vida de plena comunhão com Cristo. Quem permanece em mim e Eu nele, este dá muito fruto.

Paulo plantou, Apolo regou, Deus dá o crescimento.

O fruto do Espírito é o resultado da operação do Espírito na vida do salvo, o qual, ligado intimamente à vida de Jesus, produz em sua própria vida aquelas características preciosas da personalidade e dos sentimentos que havia em Jesus: “Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal” - II Co.4.11.

CARACTERÍSTICAS DO FRUTO DO ESPÍRITO
1. REVELA CRESCIMENTO ESPIRITUAL. O fruto quando surge na árvore é pequeno e leva algum tempo para que esteja pronto para ser colhido. O fruto do Espírito também não aparece, de início, em plena maturidade na vida do cristão. Ele é o resultado de um processo de  contínuo crescimento espiritual.

2. AUXILIA O DESEMPENHO DOS DONS ESPIRITUAIS. Na confecção das vestes sacerdotais teriam que ser obedecidos os detalhes: “Nas suas bordas farás romãs azul e de púrpura, e de carmezim ao redor de suas bordas; e campainha de ouro no meio delas ao redor. Uma campainha, uma romã, outra campainha de ouro outra romã...” (Ex.28.33-34). É uma figura perfeita representando os frutos (romãs) e os dons (campainhas) do Espírito.

Notemos bem: frutos primeiro, depois dons. Ordem obedecida também no Novo Testamento. Número igual também (intercalados) na nossa dispensação: nove dons e nove frutos. Perfeito equilíbrio para o sacerdote se apresentar diante do Senhor com frutos e dons simbólicos. O ruído das campainhas ficaria suave e agradável com as romãs intercaladas.

3. É UMA EXIGÊNCIA DIVINA.Todo ramo que, estando em mim, não der fruto. Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa para que produza mais fruto ainda” (Jo 15.2).

O Senhor Jesus em uma ocasião olhou uma figueira e foi buscar fruto, porém só encontrou folhas e sua sentença foi: “Nunca mais nasça fruto em ti” (Mt. 21.18-19). Ao ler João 15.1 a 6, entendemos que ninguém poderá ter uma vida frutífera se não estiver ligado pela fé a Jesus, como a vara está ligada a videira
.
Sem a videira o ramo não pode fazer nada. Assim também acontece conosco. Enquanto eu me esforço a trabalhar para conseguir produzir o fruto do Espírito, ficarei frustrado e sem fruto. Mas se eu permaneço em Cristo – mantendo  relacionamento íntimo, obediente e dependente com Ele – Deus-Espírito Santo atua em minha vida, produzindo o seu fruto mim.

Isto não quer dizer que vamos ficar maduros instantaneamente, imediatamente cheios do fruto do Espírito. Qualquer fruto precisa de tempo para amadurecer, talvez até alguma poda (sofrimento e provações), se faça necessária, antes de aparecerem frutos em quantidade.

A medida que o Espírito Santo vai podando o que não presta em nossa vida, os ramos da videira, espiritualmente falando, vão ficando mais úteis na produção de mais fruto espiritual. Não há melhor maneira de sermos podados que pelo estudo e pela aplicação da Bíblia em nossa própria vida e situação. Deus pode nos corrigir, nos dizer onde nós nos enganamos e nos perdemos sem nos desencorajar.

Lidiomar Trazini Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sábado, 24 de março de 2018

FRUTO, NUNCA MAIS


“E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão filhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente” (Mt 21.19).

Jesus já havia subido a Jerusalém para a festa da páscoa. Estava mergulhado na sombra da cruz. Era sua última semana, antes de ser preso, julgado, condenado e pregado na cruz. Jesus saíra de Jerusalém para pernoitar em Betânia e logo de manhã estava de volta à cidade que o aclamara e à cidade que, liderada pelos sacerdotes, reivindicaria sua morte. Cedo de manhã, ao voltar para Jerusalém, teve fome.

Nesse momento, ele vê uma figueira à beira do caminho. Aproxima-se dela, mas não encontrou nenhum fruto, apenas folhas. Jesus, então, pronuncia seu juízo à figueira. Aquela que, fazendo propaganda de frutos, deles estava desprovida, foi sentenciada a ficar sem frutos. Imediatamente a figueira secou. Que lições podemos aprender com esse episódio?

EM PRIMEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO APARÊNCIAS QUE ENGANAM.
Na figueira, as folhas vêm depois dos frutos. Se a figueira tinha folhas, logo, anunciava ter frutos. Mas sua aparência era enganosa. Assim, também, muitas pessoas parecem ser espirituais. Estão estrategicamente posicionadas à beira do caminho. Chamam a atenção para seu porte, para sua linda roupagem, para sua atrativa aparência. Estão revestidos de folhas, mas desprovidas de frutos. Fazem propaganda de frutos, mas só têm folhas. Sua vida é uma mentira. Seu discurso é um engano. Sua espiritualidade é uma farsa.

EM SEGUNDO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROPAGANDA QUE DECEPCIONAM.
A figueira primeiro produz frutos e depois brotam as folhas. As folhas protegem os frutos, mas não são um substituto deles. Os frutos vêm antes das folhas. Folhas sem frutos são propaganda enganosa. Consumada hipocrisia. Discurso sem vida. Espiritualidade falaciosa. Jesus estava com fome. A figueira, por ter folhas, fazia propaganda de seus frutos. Mas, ao examiná-la, Jesus não encontra nela frutos. Aquela figueira era uma decepção.

EM TERCEIRO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS SÃO PROMESSAS QUE FRACASSAM.
Jesus não encontra frutos na figueira para matar sua fome. Chegou faminto e saiu faminto. A promessa de frutos era exuberante, mas a realidade dos frutos inexistente. Havia um abismo entre o que figueira demonstrava e o que de fato a figueira era. Mesmo à beira do caminho, gerando tantas expectativas e as mais santas, frustrava a todos. Sua mensagem aos transeuntes era propaganda enganosa. Suas promessas eram um consumado fracasso.

EM QUARTO LUGAR, FOLHAS SEM FRUTOS DESEMBOCAM EM SEVERO JUÍZO. Mateus registra a palavra severa de Jesus à figueira: “Nunca mais nasça fruto de ti” (Mt 21.19). Marcos, de igual forma, registra: “Nunca jamais coma alguém fruto de ti!” (Mc 11.14). Imediatamente após a sentença de Jesus, a figueira secou e secou até à raiz (Mc 11.20).

A maldição que caiu sobre aquela figueira foi permanecer como estava, sem frutos. O que Jesus fez, foi arrancar sua máscara e sentenciá-la a permanecer estéril. Jesus não amaldiçoou aquela figueira. Ela já era uma maldição. Não passava de uma consumada mentira.

Esse milagre operado por Jesus, demonstrando seu juízo à figueira estéril tinha o propósito de alertar a respeito da falsa espiritualidade de Israel e de seus líderes, que embora, ostentassem grande pompa religiosa, estavam desprovidos dos frutos da piedade.

Esse milagre é um alerta para nós, ainda hoje. Jesus não se contenta com folhas, ele quer encontrar em nós frutos!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O FRUTO E A VIDEIRA

O termo fruto usado nas páginas do Novo Testamento é a tradução do original karpos, que tanto pode significar “o fruto”, quanto “dar fruto”, “frutificar” ou ser “frutífero” (Mt 12.33; 13.23; At 14.17). A palavra é usada em sentido figurado para indicar a produção ou o resultado de algo.

A qualidade da coisa produzida aponta para as virtudes, a ineficácia, e ao caráter do elemento gerador (Gn 1.12; Mt 7.17,18). Deste modo é que se refere ao produto da terra, do ventre e dos animais (Dt 28.11); do caráter do justo (Sl 1.30; Pv 11.30); da índole do ímpio e das atitudes dos homens (Pv 1.29-32; Jr 32.19); da mentira (Os 10.13); da santificação (Rm 6.22); da justiça (Fp 1.11) e do arrependimento entre outros (Lc 3.8).

Por conseguinte, a árvore produz fruto segundo a sua espécie (Gn 1.11). Espécie, no original mîm, designa “especificação” ou “ordem”, por esta razão a árvore boa não gera fruto mau, e a má, fruto bom (Mt 7.16-20). Portanto, é de se esperar que da natureza regenerada do crente, pelo Espírito Santo que nele habita, origine-se fruto que dignifique e espelhe o caráter moral de Cristo.

A VIDEIRA EM JOÃO 15
A ilustração bíblica está condicionada ao contexto do símbolo hebraico que concebia o homem como árvore (Jz 9.7-15; Sl 1.3); Israel como vinha (Is 5.1-7; Jr 2.21; Os 10.1); e Cristo como a Videira (Jo 15). Tais elementos, conforme o contexto, são interpretados como símbolos, alegorias, metáforas e até mesmo tipos. Embora participem do mesmo campo semiológico, esses elementos literários distinguem-se.

O símbolo, por exemplo, seu significado está à parte do seu campo semântico literal, ultrapassando-o a fim de representar um conceito abstrato (a cruz é tanto símbolo de vida como de morte).

A alegoria, por outro lado, como já definimos em nossa obra Hermenêutica Fácil e Descomplicada (CPAD), é uma sucessão de metáforas em que cada uma delas acrescenta um novo elemento para formar um quadro mais abrangente da mensagem (a videira e os ramos, por exemplo).

Cada metáfora da alegoria transmite um significado que completa a estrutura e mensagem da analogia anterior. Já o tipo, mais enigmático do que epigramático, lida com o significado e cumprimentos análogo e profético (Melquisedeque e Cristo, por exemplo).

Facilmente é percebido que há uma estreita relação entre as palavras e as coisas por elas nomeadas. Assim, a linguagem denotativa refere-se às coisas como são, enquanto a conotativa às coisas como se relacionam com a realidade; como se compreendem em uma relação palavra-objeto-mensagem. Enquanto a denotação percorre os corredores da exatidão, do unívoco; a conotação nega toda literalidade, e percorre os corredores do equívoco.

Pietroforte afirma que Quando dois ou mais significados são comparados em torno de uma relação de similaridade, o sentido denotado é negado e caminha para sua difusão em outros sentidos, gerando, assim, conotações. A figura de palavra que traduz esse efeito é chamada comparação. [1]

Consequentemente, o símbolo, a alegoria, a metáfora e o tipo negam o sentido verbal, histórico e imediato e afirmam a polissemia, nas palavras de Pietroforte, “afirma-se sua difusão em outros sentidos”; que, na semiologia peirceana, chamaríamos de critério de interpretância.

Na Alegoria da Videira (Jo 15), a verdade reside nas ligações de representações em vez de nas representações isoladas. É necessário compreender uma metáfora (ramos, por exemplo) em sua relação com outra metáfora, em vez de isoladamente (videira, agricultor). Aristóteles (Da Interpretação) denomina essa relação de συμπλοκή (symplokē), que, na concepção heideggeriana, significa “o entrelaçamento, o entretecimento de duas ideias ou de dois conceitos”.

No critério de interpretância, o conteúdo interpretado permite que o leitor vá além do signo originário. O interpretante, entendido como um signo, figura ou oração que traduz uma expressão anterior, além de retraduzir o sentido verbal, alarga a sua compreensão. Umberto Eco afirma que para Peirce um termo é uma “proposição rudimentar” e que uma proposição é uma “rudimentar argumentação”.

Assim sendo, a Alegoria da Videira no capítulo 15 do Evangelho de João é uma das imagens sacras mais contundentes sobre o relacionamento e intimidade de Jesus com os seus discípulos. Esta pérola poética não é superada nem mesmo pela oração sacerdotal do capítulo dezessete, mas complementada e sumariada no versículo 23: “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade”.

Na figura da videira, o Pai é o cultivador que zela pela frutificação do ramo, mas somente na intercessão de Cristo é que entendemos o cuidado do viticultor célico – o poder gerador, criador, frutificador do Deus Todo-Poderoso é comunicado ao crente que está unido e permanece em Cristo, portanto, inadmissível a um ramo permanecer sem produzir o devido fruto.

O capítulo quinze ressalta a função de cada um dos elementos da alegoria: o agricultor, a videira e os ramos – mas no dezessete, os três estão unidos e, mesmo que se resguarde a individualidade das duas pessoas divinas (Eu e Tu), são apenas um com os ramos. 

O apóstolo dos gentios foi um dos discípulos de Cristo que experimentou e confessou a excelência de se ter o poder eficaz de Deus sendo comunicado através de sua comunhão e permanência em Cristo: “Para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia [operação], que opera em mim poderosamente [dynamis]” (Cl 1.29; 1 Co 12.6). A glória pelo fruto gerado não pertence ao sarmento, mas ao vivificador que comunica vitalidade ao ramo, para que este produza de acordo com o poder que lhe é comunicado.

Esdras Costa Bentho
Notas
[1] PIETROFORTE, A.V. A palavra e o discurso. In: LOPES, I.Carlos; HERNANDES, N. (orgs.) Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005, p. 159.

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 2 de março de 2011

Eu sou um Milagre, não faço milagres

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.

Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.

Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. (João 15.1-8)

Sou um milagre, não faço milagres, sou um instrumento daquele que o faz, apenas tenho o privilégio de ser o canal condutor do poder do Senhor.

Todavia, para que isso ocorra é necessário que alguns critérios como buscar a Deus de todo coração, ter comunhão e vida com o Senhor, através de leituras bíblicas e oração diariamente, sejam observados. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.(Jeremias 29.12,13)

Não podemos apenas seguir à Deus mas seguir com Deus ao nosso lado em todo o tempo, a oração não deve ser limitada a períodos e, logo depois por o Senhor pra fora do restante do nosso dia. Contudo, isso não quer dizer que devemos ser pretensos espirituais e ter uma vida de extremos. Não!

Podemos ter uma vida normal sem excluir Deus da nossa rotina diária, nesse ponto entra a verdadeira dependência.

Se você, ainda tem dificuldades de discernir, ou mesmo, ouvir a voz de Deus, simplesmente pare e questione: Nessa situação que estou vivenciando, qual seria a atitude de Jesus?

Precisamos glorificar o Nome do Senhor, atribuindo a Ele o milagre, que por sua vez nos honrará porque Deus é Fiel e honra aqueles que o honram, porém, não divide a sua glória com ninguém.

Jesus influenciou multidões e nos deixou o legado para fazer o mesmo.

O papel do verdadeiro cristão é influenciar multidões não apenas com Palavras, mas, com atitudes que reflitam o caráter e a mente de Cristo, assim poderemos fazer o diferencial por onde passarmos.

Você tem feito diferença por onde passa?

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A m o r

Segui o amor (1 Co.14.1). “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”. (Jo 13,35). “O meu mandamento é este, que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei... para que a vossa alegria seja completa”. (Jo 15.12,11).

Amor... amor... amor... Nós, os cristãos, falamos muito sobre esse assunto “Deus é amor”, “Jesus o ama”. “Eu o amo”. Mas, lamentavelmente, não amamos de fato o nosso próximo.

Um amor que aceita, que aprova, que acredita nos outros, que é paciente, bondoso, que não é egoísta, nem invejoso, que não guarde rancor, e não se incomoda quando sofre uma injustiça; um amor leal, que acredita e espera o melhor, que não se alegra com a injustiça, mas sim quando a verdade vence; um amor de tal espécie resiste a todas as circunstâncias sem fraquejar.

É esse o amor que Deus tem por nós, e é esse o amor que ele ordena que tenhamos uns aos outros.

É esse amor que cura feridas, que expulsa receios e dissipa rancores.

É esse amor que nos torna íntegros e capazes de corresponder com um amor livre do medo de ser rejeitado e magoado. É o amor agape. Esse amor é o fruto do Espírito Santo, quando maduro é a luz que conduz outros à fonte: o amor de Deus por nós em Cristo Jesus.

Deus nos cura porque ama. Faz milagres porque ama. Deus é amor, e o seu poder manifestado em nós e através de nós é amor, um amor sobrenatural, divino, intensamente pessoal, pelo indivíduo criado por ele.

A mensagem que ele manda ao mundo é a mensagem do amor. Nós fomos escolhidos para ser seus mensageiros, canais pelos quais seu amor fluirá. O seu plano para que isto se torne real, é nos fazer amar também. Foi-nos dada habilidade para amar, mas nossa é a iniciativa de praticá-lo pela fé.

Deus nos faz encontrar certas pessoas justamente para nos mostrar como somos incapazes de amar os outros por nós mesmos. Ele não o faz para que nos sintamos maus, mas para nos dar uma oportunidade de experimentar seu amor transformador em nós e na vida das pessoas que foram designadas por ele para que amássemos.

Amar, deliberada e intencionalmente como Cristo nos ama, requer sempre a atuação de nossa vontade. Tomemos a decisão de amar, sintamos ou não o amor.

Deus nos mostrará maneiras práticas e específicas de transmitir esse amor à pessoa que ele nos apresentar e em seguida experimentaremos um amor muito mais profundo por ela, um amor que nunca sentíramos antes. Será um amor estável e constante, pois vem de uma fonte superior. O que está muito acima dos nossos limitados recursos.

É o amor de Deus enchendo-nos de tal maneira que chega a transbordar, extravasando para os outros por nosso intermédio. É isto que significa estar arraigado no amor de Deus. Nesse solo fértil, nossa própria habilidade de amar crescerá cada vez mais. Desta forma o Espírito Santo produz seu fruto em nossa vida.

Cada desafio, cada provação ou oportunidade de crescimento nos capacita ainda mais para ser veículos do seu amor e do seu poder. “No amor não existe medo; antes o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” (I João 4.18). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. (I João 4.7). “...aquele que ama a Deus ame também o seu irmão.” (I João 4.21).

“Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como eu também tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas cousas para que o meu gozo esteja em vós.” (Jo 15.9-11)

Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.