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sexta-feira, 3 de julho de 2026

FRUTIFICAÇÃO QUE DEUS ESPERA VER EM NÓS

“...Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e Eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer...” (Jo 15:1-8).

Não há verdadeiro discípulo sem dar fruto.

O fruto é o produto final da ação de Deus que Ele procura em nossas vidas (Mt 21:19).

Fruto e boas obras nas Escrituras Sagradas são palavras que tem significados intercambiáveis, revelando os resultados que devem ser evidenciados na vida do cristão.

Deus preparou de antemão as boas obras para que andássemos nelas (Ef 2:10).

Temos a obrigação de nos destacar em boas obras (Tt 3:14), e, capacitados por Deus, transbordar em frutos/boas obras em todas as coisas (IICo 9:8);

Devemos fazer notório o fruto do Espírito em nossas vidas (Gl 5:22,23).

Devemos permanecer no Filho, A Videira Verdadeira.

A palavra permanecer ecoa por doze vezes em João, no capítulo quinze.

Mas importante mesmo é entender que, em uma primeira instância, devemos fazer nossa parte, nos esforçando ao máximo em permanecer na Videira;

Por outro lado, não depende absolutamente de nosso esforço, da nossa religiosidade ou de qualquer concorrência humana;

O próprio Jesus é quem nos escolhe e designa (estabelece, fundamenta, constitui, nomeia, ordena) para que déssemos fruto e para que nosso fruto permaneça (Jo 15:16).

Para sermos considerados discípulos verdadeiros, devemos entender que todo fruto que venhamos a produzir é para a glória exclusiva do nome de Jesus (Jo 15:8).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 8 de outubro de 2023

O NOSSO VALOR EM CRISTO

A alma de uma única pessoa vale mais que o mundo todo

Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? (Mt. 16.26).

Em Cristo sou sal da terra e luz do mundo

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; (Mt. 5.13,14).

Em Cristo sou um ramo frutífero da videira verdadeira, um canal da vida do Senhor

Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15.5).

Fui escolhido por Cristo, destinado para produzir frutos eternos

Não me escolhestes vós a mim, mas Eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. (João 15.16).

Pelo poder do Espírito Santo sou uma testemunha fiel e pessoal de Cristo

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (Atos 1.8).

Em Cristo sou templo santo de Deus

Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? (I Co. 3.16).

Transcrito Por Litrazini      

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O FRUTO E A VIDEIRA

O termo fruto usado nas páginas do Novo Testamento é a tradução do original karpos, que tanto pode significar “o fruto”, quanto “dar fruto”, “frutificar” ou ser “frutífero” (Mt 12.33; 13.23; At 14.17). A palavra é usada em sentido figurado para indicar a produção ou o resultado de algo.

A qualidade da coisa produzida aponta para as virtudes, a ineficácia, e ao caráter do elemento gerador (Gn 1.12; Mt 7.17,18). Deste modo é que se refere ao produto da terra, do ventre e dos animais (Dt 28.11); do caráter do justo (Sl 1.30; Pv 11.30); da índole do ímpio e das atitudes dos homens (Pv 1.29-32; Jr 32.19); da mentira (Os 10.13); da santificação (Rm 6.22); da justiça (Fp 1.11) e do arrependimento entre outros (Lc 3.8).

Por conseguinte, a árvore produz fruto segundo a sua espécie (Gn 1.11). Espécie, no original mîm, designa “especificação” ou “ordem”, por esta razão a árvore boa não gera fruto mau, e a má, fruto bom (Mt 7.16-20). Portanto, é de se esperar que da natureza regenerada do crente, pelo Espírito Santo que nele habita, origine-se fruto que dignifique e espelhe o caráter moral de Cristo.

A VIDEIRA EM JOÃO 15
A ilustração bíblica está condicionada ao contexto do símbolo hebraico que concebia o homem como árvore (Jz 9.7-15; Sl 1.3); Israel como vinha (Is 5.1-7; Jr 2.21; Os 10.1); e Cristo como a Videira (Jo 15). Tais elementos, conforme o contexto, são interpretados como símbolos, alegorias, metáforas e até mesmo tipos. Embora participem do mesmo campo semiológico, esses elementos literários distinguem-se.

O símbolo, por exemplo, seu significado está à parte do seu campo semântico literal, ultrapassando-o a fim de representar um conceito abstrato (a cruz é tanto símbolo de vida como de morte).

A alegoria, por outro lado, como já definimos em nossa obra Hermenêutica Fácil e Descomplicada (CPAD), é uma sucessão de metáforas em que cada uma delas acrescenta um novo elemento para formar um quadro mais abrangente da mensagem (a videira e os ramos, por exemplo).

Cada metáfora da alegoria transmite um significado que completa a estrutura e mensagem da analogia anterior. Já o tipo, mais enigmático do que epigramático, lida com o significado e cumprimentos análogo e profético (Melquisedeque e Cristo, por exemplo).

Facilmente é percebido que há uma estreita relação entre as palavras e as coisas por elas nomeadas. Assim, a linguagem denotativa refere-se às coisas como são, enquanto a conotativa às coisas como se relacionam com a realidade; como se compreendem em uma relação palavra-objeto-mensagem. Enquanto a denotação percorre os corredores da exatidão, do unívoco; a conotação nega toda literalidade, e percorre os corredores do equívoco.

Pietroforte afirma que Quando dois ou mais significados são comparados em torno de uma relação de similaridade, o sentido denotado é negado e caminha para sua difusão em outros sentidos, gerando, assim, conotações. A figura de palavra que traduz esse efeito é chamada comparação. [1]

Consequentemente, o símbolo, a alegoria, a metáfora e o tipo negam o sentido verbal, histórico e imediato e afirmam a polissemia, nas palavras de Pietroforte, “afirma-se sua difusão em outros sentidos”; que, na semiologia peirceana, chamaríamos de critério de interpretância.

Na Alegoria da Videira (Jo 15), a verdade reside nas ligações de representações em vez de nas representações isoladas. É necessário compreender uma metáfora (ramos, por exemplo) em sua relação com outra metáfora, em vez de isoladamente (videira, agricultor). Aristóteles (Da Interpretação) denomina essa relação de συμπλοκή (symplokē), que, na concepção heideggeriana, significa “o entrelaçamento, o entretecimento de duas ideias ou de dois conceitos”.

No critério de interpretância, o conteúdo interpretado permite que o leitor vá além do signo originário. O interpretante, entendido como um signo, figura ou oração que traduz uma expressão anterior, além de retraduzir o sentido verbal, alarga a sua compreensão. Umberto Eco afirma que para Peirce um termo é uma “proposição rudimentar” e que uma proposição é uma “rudimentar argumentação”.

Assim sendo, a Alegoria da Videira no capítulo 15 do Evangelho de João é uma das imagens sacras mais contundentes sobre o relacionamento e intimidade de Jesus com os seus discípulos. Esta pérola poética não é superada nem mesmo pela oração sacerdotal do capítulo dezessete, mas complementada e sumariada no versículo 23: “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade”.

Na figura da videira, o Pai é o cultivador que zela pela frutificação do ramo, mas somente na intercessão de Cristo é que entendemos o cuidado do viticultor célico – o poder gerador, criador, frutificador do Deus Todo-Poderoso é comunicado ao crente que está unido e permanece em Cristo, portanto, inadmissível a um ramo permanecer sem produzir o devido fruto.

O capítulo quinze ressalta a função de cada um dos elementos da alegoria: o agricultor, a videira e os ramos – mas no dezessete, os três estão unidos e, mesmo que se resguarde a individualidade das duas pessoas divinas (Eu e Tu), são apenas um com os ramos. 

O apóstolo dos gentios foi um dos discípulos de Cristo que experimentou e confessou a excelência de se ter o poder eficaz de Deus sendo comunicado através de sua comunhão e permanência em Cristo: “Para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia [operação], que opera em mim poderosamente [dynamis]” (Cl 1.29; 1 Co 12.6). A glória pelo fruto gerado não pertence ao sarmento, mas ao vivificador que comunica vitalidade ao ramo, para que este produza de acordo com o poder que lhe é comunicado.

Esdras Costa Bentho
Notas
[1] PIETROFORTE, A.V. A palavra e o discurso. In: LOPES, I.Carlos; HERNANDES, N. (orgs.) Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005, p. 159.

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 27 de abril de 2013

Conversa franca


Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. [João 15.3-5]

O tempo Passa!
As pessoas mudam...
Os líderes mudam...
A igreja muda...
A cidade muda...
O estado muda...
A paisagem muda...

O formato da janela também muda, ora com grade, ora com tela, ora sem nada

O tamanho das pessoas lá fora também muda, ora maiores, ora menores, dependendo do andar e altura...

Porém, as lágrimas, os sentimentos e a dependência de Deus, pode aumentar mas, nunca parar , João 15.1 diz: Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor, videira representa fonte de vida.

Esses momentos de comunhão, de bate papo, de desabafo, de intimidade com o Nosso Senhor não pode parar porque por Ele, para Ele, Com Ele e n`Ele são todas as coisas. João 8.12: Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

Nesses momentos nossa alma é lavada.

O Senhor arranca a sujeira, a mágoa, a tristeza, nos restaura, renova, fortalece e sobre tudo nos alimenta para que possamos resistir à mais uma porção diária em nossas vidas. João 6.35: Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.

A alegria, paz, amor..., sabedoria e direção necessárias nos são dado nesses momentos

Dedique tempo para ter qualidade de vida espiritual.


Tenha conversas francas com o Pai Celestial, antes de tomar decisões, independente do grau de importância, mesmo em situações que pareçam ser insignificantes, elas farão a diferença na sua vida e, na vida daqueles que o cercam.

A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade: Lamentações 3.22,23

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.