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sábado, 28 de fevereiro de 2026

EMOÇÕES VÃO E VEM

Emoções é instrumento para expressar o que sentimos

Por meio das emoções expressamos amor, ódio, tristeza, alegria...

Elas podem ser agradáveis ou desagradáveis

Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? (Jr 17.9)

Deus não quer que sufoquemos nossas emoções, mas também não quer que caminhemos por elas.

Se sufocarmos nossa emoções seremos frios como uma pedra.

Mas se caminharmos por emoções seremos inconstantes, inseguros e vulneráveis.

Não podemos basear nossa comunhão com Deus nas emoções, pois elas vão e vem, podemos estar emocionados ou não.

Mas isso não altera a nossa condição para com Ele.

Elas podem ser válidas e bonitas, mas não servem como base.

“Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas” IICo 4:18.

Independente do que sentimos ou não, devemos caminhar pela Palavra de Deus.

As emoções nos enganam “Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo” (Pv 23:7)

O homem só tem comunhão com Deus em espírito, que foi vivificado por Ele no novo nascimento.

“Deus é Espírito e importa que seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:24

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

A BOA NOTÍCIA DO EVANGELHO

O Evangelho é efetivamente uma boa notícia.

É o anúncio de um Deus gracioso que se interessa profundamente por um homem abatido, enfermo e doente.

Deus se tornou gente por se importar com a gente que sofre com o agente da dor.

O método de Deus para a cura de nossas almas se revela no íntimo, pela eficácia de Cristo crucificado.

A cura interior só acontece de verdade quando consideramos a cruz em nosso interior como o instrumento que mata o ódio, a amargura, a vingança, a inveja, o medo e todos os sentimentos doentios na alma

Jesus Cristo é o Deus de toda a graça que regenera o pecador, santifica o regenerado, cura o enfermo e, restaura o homem totalmente, pelas suas pisaduras.

A verdadeira cura está no poder de Cristo crucificado.

O objetivo final da salvação é um homem consagrado no seu espírito, santificado em sua alma e saudável no seu corpo.

Por isso, Cristo realizou uma salvação perfeita.

Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer... (Is 53.3)

Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas... Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. (Hb 4:15-16)

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM DEUS

E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. Mt 22:37,38 

É o amor a Deus que cria uma atmosfera nova para a relação entre o ser humano e o criador.

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4.19).

Se não fosse essa revelação de Deus a seu respeito o cristão sentiria por Ele aquilo que sentem os que não o conhecem: medo, respeito, e pavor.

O cristão ama a Deus porque Ele é seu Pai criador.

Assim como o sentimento humano leva o filho a amar seu pai terreno, da mesma forma Ele gera no coração do cristão o amor para com seu Pai Eterno.

É porém, o amor revelado em Cristo na cruz para a redenção humana a maior força para atrair a pessoa a amar a Deus.

É um mandamento, que se inicia com o verbo AMARÁS.

Apesar de Deus não ter necessidade, Ele deseja ser amado pelos seus filhos.

Ele quer que o ser humano se relacione com Ele em termos de amor.

O único tipo de relacionamento que é natural ao modo de ser do próprio Deus.

O amor a Deus é a mola que faz desabrochar um novo estilo de vida, todo um novo estado de sentimentos interiores.

É um novo fato para a existência.

É por isso que Jesus declarou ser este o maior, o principal e o primeiro de todos os mandamentos, fazendo dele o mais importante de todos os seus imperativos.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

CHAMADOS PARA AMAR

“Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, que eu lhe perdoarei? Até sete?”: Mt 18:21;

Disse-lhe Jesus: “Não digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”

“Não devias tu igualmente compadecer-te do teu companheiro, como também eu me compadeci de ti?”: Mt 18:33.

“Toda a amargura, ira, cólera, gritaria, blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas de entre vós. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor, como também Cristo vos amou...”: Ef. 4:31-32; 5:1-2.

“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós.”: Colossenses 3:13.

A insistência na falta de perdão traz tormento para aquele que não perdoa.

Tendo experimentado o amor de Deus em nós, jamais poderemos voltar a agir sem o espírito de perdão, pois estaríamos pecando contra esse amor.

O cristão que não perdoa não sabe que os pecados desta pessoa foram incluídos na obra de Jesus, morte e ressurreição.

Fomos chamados para amar os que caíram.

O derradeiro ato de Estevão foi concordar, pela fé com o Pai, em que a obra de Jesus foi suficiente para trazer perdão a todos.

Muitos de nós conhecemos outros tipos de pessoas; Perdoe-lhes, reconheça que o pecado deles não lhes foi debitado na conta, como seus pecados não foram debitados na sua conta.

Cristo está em nós, como nosso tipo divino de amor, e nesta fé devemos sair e começar a distribuir AMOR E PERDÃO.

É quando percorremos os nossos caminhos da vida, e agimos como se ele estivesse aqui dentro de nós, que comprovamos que ele realmente está dentro de nós.

Só mais tarde é que nossos sentimentos nos alcançam.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 31 de março de 2021

O AMOR E CUIDADO DE CRISTO JESUS

 "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".(Mt 11.28).  Verdadeiro descanso dos problemas da vida é o que Jesus Cristo lhe oferece. Libertação do temor e das culpas, das preocupações e frustrações, da solidão e das decepções!

Se você está lutando contra as pressões da vida, Ele promete ajudar a levar sua carga: "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".(Mt 11.29,30).

Se você está buscando paz para a sua mente e para a sua alma. Ele oferece a paz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize".(João 14.27).

Jesus se fez homem para nos redimir das consequências do pecado. No tempo de vida  sobre a terra, ele sofreu a rejeição, o maltrato e a crueldade. Suportou a fome, a sede e a dor. E, sobretudo, ele morreu na cruz do calvário para cumprir o plano da salvação de Deus Pai: "Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados".(Is 53.5). Quando Cristo ressurgiu, triunfou sobre o pecado e a morte, prometendo a todos os que o receberem: "Porque eu vivo, vós também vivereis". (Jo 14.19).

Jesus deseja satisfazer todas as nossas necessidades. O Salvador ressuscitado é Deus e homem ao mesmo tempo: como homem ele pode compreender todas as necessidades; como Deus, ele pode libertar a nossa vida.

Jesus Cristo, por ser o Filho de Deus ressuscitado, pode perdoar os pecados e dar uma vida nova e eterna: "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo".(Rm. 10.9).

Cristo compreende os nossos sentimentos e as nossas necessidades, porque ele viveu como homem sobre a terra. Ele lhe oferece paz interior e fortaleza através do seu Santo Espírito. Ele lhe oferece ânimo e um bom convívio por intermédio do seu povo. Ele lhe revela uma maneira nova de viver em harmonia com Deus e os homens através de sua Palavra, a Bíblia. E, sobretudo, ele está à destra do Pai intercedendo por todos aqueles que colocam sua confiança nele: "Cheguemo-nos, pois, com confiança ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno". (Hb 4.16).

Por Litrazini

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Graça e Paz

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

PORQUE AMAR A DEUS

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4.19). Se não fosse essa revelação de Deus a seu respeito o cristão sentiria por ele aquilo que sentem os que não o conhecem: medo, respeito, e pavor.

O cristão ama a Deus porque ele é seu Pai criador, assim como o sentimento humano leva o filho a amar seu pai terreno, da mesma forma ele gera no coração do cristão o amor para com seu pai eterno.

É porém, o amor revelado em Cristo na cruz para a redenção humana a maior força para atrair a pessoa a amar a Deus.

É um mandamento, que se inicia com o verbo AMARÁS. Apesar de Deus não ter necessidade, ele deseja ser amado pelos seus filhos.

Ele quer que o ser humano se relacione com ele em termos de amor, o único tipo de relacionamento que é natural ao modo de ser do próprio Deus.

O primeiro benefício do amor de Deus é que a pessoa se reveste de uma nova alegria em sua vida. Há um novo prazer na alma e seu relacionamento com Deus supera qualquer experiência religiosa que possua quem não tem tal amor.

Aquilo que antes eram deveres religiosos se torna motivo de festa, desaparecem todas suas impressões de obrigatoriedade e tudo se torna novo.

Este amor se reflete na vida diária do adorador. Seu relacionamento se fundamenta e fortifica no amor. Sua conduta passa a ser orientada por novos critérios. Há uma nova forma de considerar as suas posses e de entende-las como posses do próprio Deus.

O amor a Deus é a mola que faz desabrochar um novo estilo de vida, todo um novo estado de sentimentos interiores. É um novo fato para a existência. É por isso que Jesus declarou ser este o maior, o principal e o primeiro de todos os mandamentos.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

A ADORAÇÃO QUE AGRADA A DEUS

DEUS SE AGRADA QUANDO NOSSA ADORAÇÃO É PRECISA. A adoração deve ser baseada na verdade das Escrituras, e não em nossas opiniões a respeito de Deus. Adorar em verdade significa adorar a Deus tal como ele é verdadeiramente revelado na Bíblia

DEUS SE AGRADA QUANDO NOSSA ADORAÇÃO É AUTÊNTICA. Tanto o espírito como a verdade são necessários à adoração, Ela deve ser precisa e autêntica. A adoração agradável a Deus é profundamente emocional e profundamente doutrinária; usamos tanto o coração quanto a cabeça.

Deus quer que sejamos nós mesmos. O Pai busca os que são simples e honestos consigo mesmo perante ele em adoração (Jo.4.23).   

DEUS SE AGRADA QUANDO NOSSA ADORAÇÃO É ATENTA. A ordem de Jesus: amem a Deus de toda a sua mente é repetida quatro vezes no NT. Se a adoração for mecânica, não significará nada. Devemos envolver a nossa mente.

DEUS SE AGRADA QUANDO NOSSA ADORAÇÃO É PRÁTICA. Enquanto estamos aqui na terra, Deus diz: Dê-me o que você tem. Ele está apenas sendo prático a respeito da adoração.

Ele prometeu várias vezes: Eu jamais o abandonarei ou rejeitarei, mas Ele não prometeu: Você sempre sentirá a minha presença. Ele reconhece que algumas vezes esconde sua face de nós (Is. 45.15). Deus quer que sintamos sua presença, porém ele está mais interessado que confiemos e não tanto que o sintamos. Fé e não sentimentos agrada a Deus.

Dizer a Deus exatamente como nos sentimos. Derramemos nosso coração perante ele. Descarreguemos todos os nossos sentimentos.

Concentrando-se em quem Deus é – sua natureza imutável. Independente das circunstâncias e dos nossos sentimentos, apeguemo-nos ao caráter de Deus.

Confiemos que Deus cumprirá suas promessas. Em tempos de seca espiritual devemos confiar nas promessas divinas e não nas emoções. Devemos crer que ele está aprofundando a nossa maturidade.

Por causa da morte vicária de Jesus, por Ele ter morrido por nós é o maior de todos os motivos para adorar.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 10 de fevereiro de 2019

CONVERSA FRANCA



Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. [João 15.3-5]

O tempo Passa!
As pessoas mudam...
Os líderes mudam...
A igreja muda...
A cidade muda...
O estado muda...
A paisagem muda...
O formato da janela também muda, ora com grade, ora com tela, ora sem nada
O tamanho das pessoas lá fora também muda, ora maiores, ora menores, dependendo do andar e altura...

Porém, as lágrimas, os sentimentos e a dependência de Deus, pode aumentar mas, nunca parar , João 15.1 diz: Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor, videira representa fonte de vida.

Esses momentos de comunhão, de bate papo, de desabafo, de intimidade com o Nosso Senhor não pode parar porque por Ele, para Ele, Com Ele e n`Ele são todas as coisas. João 8.12: Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida.

Nesses momentos nossa alma é lavada. O Senhor arranca a sujeira, a mágoa, a tristeza, nos restaura, renova, fortalece e sobre tudo nos alimenta para que possamos resistir à mais uma porção diária em nossas vidas. João 6.35: Declarou-lhes Jesus. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede.

A alegria, paz, amor..., sabedoria e direção necessárias nos são dado nesses momentos. Dedique tempo para ter qualidade de vida espiritual.

Tenha conversas francas com o Pai Celestial, antes de tomar decisões, independente do grau de importância, mesmo em situações que pareçam ser insignificantes, elas farão a diferença na sua vida e, na vida daqueles que o cercam.

A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade: Lamentações 3.22,23

Lidiomar T. Granatti / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 19 de janeiro de 2019

O QUE É EXATAMENTE O AMOR?


Em geral, os dicionários definem o amor como um sentimento de ternura, afeição, amizade, dedicação, afeto, paixão etc. Biologicamente, o amor é definido como um sentimento de adesão a pessoas de sexo igual ou diferente, tendo como base a simples atração sexual. Na concepção filosófica de Platão, o amor é o desejo de se atingir ao belo, no sentido de perfeição.

Para tentarmos responder a esta enigmática e corriqueira questão, faz-se mister saber – primeiramente – o que não é amor. Vejamos:

O AMOR NÃO É UM DOM
É muito comum ouvirmos as pessoas definirem o amor como um dom: "o dom supremo", "o dom perfeito", "o dom maior", "o dom por excelência", "o dom do amor" etc. Todavia, será que encontramos tais definições nas Escrituras? A resposta é um contundente NÃO! Em toda a Bíblia não há sequer uma referência que defina o amor dessa forma. No sentido de carisma, o amor jamais pode ser considerado um dom.

Dons (do grego charismaton) são as aptidões ou capacidades distribuídas aos cristãos mediante a ação poderosa do Espírito Santo, cuja finalidade é a edificação e o aperfeiçoamento do corpo de Cristo, a igreja. Os dons são repartidos aos salvos de modo diferenciado: "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores" (Ef. 4:11). / "Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil" (1 Co. 12:7). Portanto, nem todos os cristãos têm os mesmos dons; entretanto, todos, sem exceção, devem – obrigatoriamente – ter o amor.

Se o amor fosse um dom, ele poderia ser distribuído de forma diferenciada para a igreja. Contudo, a Bíblia afirma que "aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor" (1 Jo. 4:8). Assim, eu poderia ter o dom de cura; a irmã "Maria", o dom de línguas; o irmão "José", o dom de profecia; a irmã "Josefa", o dom de interpretação; o irmão "João", o dom de sabedoria etc. Ao contrário dos dons, porém, o amor é uma exigência imprescindível para todos os que dizem amar a Cristo. Em outras palavras, podemos ser cristãos sem termos todos os dons; no entanto, é praticamente impossível sermos cristãos sem termos e vivermos o amor.

O AMOR NÃO É UM MERO SENTIMENTO
Comumente sentimos compaixão das pessoas carentes ou ficamos comovidos com o sofrimento alheio; todavia, somos incapazes de realizar algo concreto em prol dessas mesmas pessoas. Colocamos a culpa no governo, murmuramos contra a injustiça social, maldizemos o capitalismo selvagem ou mesmo nos conformamos crendo tratar-se da vontade de Deus, como se a sociedade fosse composta de castas. Sobre isso, observe o que diz a Palavra de Deus: "E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?" (Tg. 2:15, 16).

O AMOR É MAIS DO QUE FAZER CARIDADE
A Bíblia afirma que: "E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria" (1 Co. 13:3). Muitas pessoas fazem caridade por um simples dever religioso, crendo que agindo dessa forma serão agraciadas por Deus ou que serão iluminadas numa suposta "reencarnação". Porém, ao contrário do verdadeiro amor, isto faz sobressair o egoísmo humano, que em tudo ver uma oportunidade de lucrar.

O AMOR NÃO SÃO APENAS PALAVRAS
Quantas lindas palavras, soberbos adjetivos, já foram ditos ou escritos sobre o amor! Nos poemas e na literatura de um modo geral, o amor é exaltado a ponto de ser considerado uma entidade viva, uma espécie de deus ou semideus. E não é para menos. Entre os antigos gregos e latinos, o amor (Eros e Cupido) eram deuses que atormentavam ou tornavam cativos os corações. Mas o amor não significa palavras. Absolutamente.

O SIGNIFICADO DO VERDADEIRO AMOR
Em seu livro, "A Psicologia da Felicidade", o Dr. Narramora conta o caso de uma jovem que se considerava uma exímia poetisa, a qual tinha por objetivo publicar um livro de poesias sobre o amor. Durante um bom tempo ela peregrinou em busca de uma editora que se interessasse em publicar seu "maravilhoso livro". Depois de muito procurar, ela conseguiu – finalmente – entrar em contato com um editor. E, tão logo começou a entrevista, este perguntou-lhe: - De que trata propriamente seu trabalho?
A moça, com grande euforia, respondeu que se tratavam de composições poéticas, e que gostaria muitos de vê-las publicadas. O editor então insistiu: - Mas, poesia sobre o quê?
Ao que ela, mais eufórica ainda, respondeu: - Tudo acerca do amor!
O editor, um tanto desconfiado, indagou-lhe: - Diga-me, jovem, que é amor?
Parecia o momento de fechar o negócio. Ela então elevou os olhos e, numa atitude de profunda exaltação, suspirando, respondeu: - "O amor é inundar a alma com os encantos da noite, quando os raios do luar beijam os lírios fragrantes a desabrochar na sua beleza...".
Chega, chega!!! – exclamou o editor. E continuando: - A senhorita está completamente equivocada, redondamente enganada. Vou dizer-lhe o que realmente é amor: é levantar-se bem-humorada, da cama, no meio da noite, para fazer bolsa d’água quente para crianças doentes. Isso é que é o verdadeiro amor". E finalizando: - Lamento, mas não será possível publicar seus poemas.

Eis aqui a melhor definição para o amor: TUDO QUE FAZEMOS PARA O BEM DO PRÓXIMO É AMOR, NÃO IMPORTA O QUE SEJA.

Jaime Nunes Mendes

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

O QUE SIGNIFICA ESPERAR EM DEUS?

Vivemos numa época marcada por numerosas fontes de estresse. A violência, o desemprego, a corrupção, a crise do relacionamento homem/mulher são alguns dos fatores que geram muita insegurança. Somos alimentados por uma avalanche de notícias ruins, dramas acontecendo ao redor do mundo, guerras, terremotos, tsunamis etc... que aumentam ainda mais o nosso desânimo.

Temos medo dos nossos sentimentos, medo de outras pessoas, medo de perder o que temos e medo do desconhecido. Pessoas com medo tendem a construir mecanismos de defesa, armas e carapaças para se proteger dos perigos. Algumas se tornam irritáveis a ponto de qualquer transtorno desencadear explosões desproporcionais, mostrando que a panela de pressão já ultrapassou o seu limite.

Pessoas ficam paralisadas diante da mínima ameaça e vão limitando seu espaço interior e exterior para evitar situações conflitivas. Vivem trancadas emocionalmente e privam-se, desta forma, do que é a essência do ser humano: amar e ser amado.

A maior parte busca esquemas de fuga no ativismo, no trabalho, nas compulsões por bebida, comida, remédios ou outros vícios, e no consumismo, para citar apenas alguns. Pessoas movidas pelo medo estão mais propensas a se comportar de maneira agressiva. Qualquer sensação de ameaça gera reações impulsivas que não passaram pelo crivo da razão.

Ficamos na defensiva, desconfiados, preocupados apenas em nos proteger, em preservar e acumular bens para nos garantir. Custamos a admitir que não temos controle sobre o nosso futuro. Não escolhemos nascer nem decidimos a hora da nossa morte, a menos que desistamos de viver.

Quando finalmente admitimos a nossa própria impotência e reconhecemos as nossas limitações, podemos então nos voltar para o Criador de todas as coisas que sustenta o universo e nos afirma que não cai um só fio dos nossos cabelos sem o seu consentimento.

Esperar em Deus é confiar na sua promessa de estar conosco sempre. Esta espera não é uma atitude passiva, acomodada ou resignada. Pelo contrário, trata-se de uma parceria que nos leva a fazer o melhor para usufruir, multiplicar e compartilhar os recursos que Ele nos confiou. Significa viver ativamente o presente e investir nele, sabendo que o mal já foi vencido na cruz e, por isto, não prevalecerá.

Esperar é confiar na perspectiva de Deus que é mais ampla que nossos desejos finitos e parciais. Abrir mão de nossa visão estreita e de nossas expectativas limitadas permite deixar-se surpreender pelas soluções extraordinárias de Deus. Pegar a sua cruz é aceitar a vida, abrindo-se a todas as possibilidades. É desistir de tentar exercer um controle ilusório sobre o nosso futuro e abrir-nos ao novo na convicção de que Deus, como diz Henri Nouwen, nos trata de acordo com o seu amor e não de acordo com o nosso próprio medo.

Assim, podemos ter a coragem de afirmar, como Dietrich Bonhoeffer na prisão, que Deus é um Deus de amor mesmo quando à nossa volta vemos apenas rancor. Podemos proclamar que a vida suplanta a morte como a luz invade a escuridão enquanto a escuridão não consegue se impor onde há luz.

Quando descobrimos que nada pode nos separar do amor de Deus, encaramos o medo de perder o que já temos e o medo do desconhecido e os transformamos em coragem de acolher com fé o futuro, sabendo que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.

Esperar em Deus é sair dos nossos esconderijos para encarar a vida de peito aberto, com suas alegrias e tristezas, na certeza de que cada detalhe ocorre diante do olhar amoroso de um Deus que nos quer bem. Assim, em vez de fugir ou refugiarnos numa atitude egoísta, podemos nos tornar agentes de transformação e sinais de esperança.   
                                                                                          
Fonte: Revista Enfoque

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O QUE É A CONSCIÊNCIA?

A consciência é definida como a parte da psique humana que induz a angústia mental e sentimentos de culpa ao ser violada e sentimentos de prazer e bem-estar quando nossas ações, pensamentos e palavras estão em conformidade com os nossos sistemas de valores.

A palavra grega traduzida como "consciência" em todas as referências do Novo Testamento é suneidēsis, que significa "consciência moral". A consciência reage quando as ações, pensamentos e palavras se conformam ou são contrárias a um padrão de certo e errado.

Não há um termo hebraico no Antigo Testamento que seja equivalente a suneidēsis no Novo Testamento. A falta de uma palavra hebraica para "consciência" pode ser devido à cosmovisão judaica, que era comunal em vez de individual. O hebreu se considerava um membro de uma comunidade/aliança que se relacionava a Deus e Suas leis corporativamente, e não como um indivíduo. Em outras palavras, o hebreu estava confiante em sua própria posição diante de Deus se a nação hebraica como um todo estivesse em boa comunhão com Ele.

No Novo Testamento, o conceito de consciência é mais de natureza individual e envolve três grandes verdades.

PRIMEIRO, A CONSCIÊNCIA É UMA CAPACIDADE DADA POR DEUS AOS SERES HUMANOS PARA O EXERCÍCIO DA AUTO-AVALIAÇÃO.
Paulo refere-se várias vezes à sua própria consciência como sendo "boa" ou "sem ofensa" (Atos 23:1; 24:16, 1 Coríntios 4:4). Paulo examinou as suas próprias palavras e ações e achou que estavam de acordo com seus costumes e sistema de valores, que eram, é claro, com base nos padrões de Deus. Sua consciência confirmou a integridade do seu coração.

EM SEGUNDO LUGAR, O NOVO TESTAMENTO RETRATA A CONSCIÊNCIA COMO UMA TESTEMUNHA DE ALGO.
Paulo diz que os gentios têm consciência que atestam a presença da lei de Deus escrita em seus corações, embora não tivessem a Lei de Moisés (Romanos 2:14-15). Ele também apela para a sua própria consciência como testemunha de que fala a verdade (Romanos 9:1) e de que se comportou em santidade e sinceridade quando se relacionando com outras pessoas (2 Coríntios 1:12).

Paulo diz que sua consciência confirma que ele tem que prestar contas por suas ações tanto a Deus quanto a outras pessoas (2 Coríntios 5:11).

EM TERCEIRO LUGAR, A CONSCIÊNCIA É UMA SERVA DO SISTEMA DE VALORES DO INDIVÍDUO EM QUESTÃO.
Um sistema de valores imaturo ou fraco produz uma fraca consciência, enquanto um sistema de valores totalmente informado produz um forte senso de certo e errado. Na vida cristã, a consciência pode ser conduzida por uma inadequada compreensão das verdades bíblicas e pode produzir sentimentos de culpa e vergonha desproporcionais para as questões em mão. O amadurecimento na fé fortalece a consciência.

Esta última função da consciência é o que Paulo aborda em suas instruções sobre a ingestão de alimentos sacrificados a ídolos. Ele argumenta que, uma vez que os ídolos não são deuses reais, não faz diferença se o alimento foi sacrificado a eles ou não. No entanto, alguns na igreja de Corinto eram fracos em sua compreensão e acreditavam que tais deuses realmente existiam. Esses crentes imaturos ficaram horrorizados com a ideia de comerem alimentos sacrificados aos deuses porque suas consciências eram influenciadas por preconceitos errôneos e visões supersticiosas.

Portanto, Paulo incentiva os mais maduros em seu entendimento a não exercerem a sua liberdade de comer se isso fizesse com que as consciências dos seus irmãos mais fracos condenassem as suas ações.

A lição aqui é que, se as nossas consciências são claras por causa da fé madura e compreensão, não devemos fazer com que aqueles com a consciência mais fracas tropecem ao exercermos a liberdade que segue uma forte consciência.

Uma outra referência à consciência no Novo Testamento é uma consciência que é "cauterizada" ou tornada insensível, como se tivesse sido cauterizada com ferro quente (1 Timóteo 4:1-2). Tal consciência é endurecida e calejada, não mais sentindo nada. Uma pessoa com a consciência cauterizada não mais escuta os seus sussurros e pode pecar com abandono, iludir-se e pensar que está tudo bem com sua alma, e tratar os outros de forma insensível e sem compaixão.

Como cristãos, devemos manter a nossa consciência limpa ao obedecer a Deus e manter o nosso relacionamento com Ele em boa posição. Fazemos isso através da aplicação de Sua Palavra, renovando e suavizando os nossos corações continuamente. Consideramos aqueles cujas consciências são fracas, tratando-os com amor cristão e compaixão.

Fonte:GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Bíblia é uma carta de amor de Deus?

Já ouvi algumas vezes dizerem que a Bíblia é uma carta de amor de Deus para nós.

Por mais que eu entenda o sentimento por trás dessa afirmação, não penso que ela seja particularmente correta. Aqui está o porquê.

Uma carta de amor é escrita por um rapaz (ou uma garota) que está apaixonado. Ele não se satisfaz com o que tem: ele não a vê o suficiente, ele não pensa nela o suficiente, ele não diz coisas maravilhosas sobre ela o suficiente. Seu amor transborda de seu coração no papel. Ele precisa dizer à garota como ele se sente, precisa expressar seu intenso amor e afeição que estão ameaçando tomar conta completamente de seu ser.

A carta de amor é o rapaz dizendo à garota o quão sublime, fantástica e maravilhosa ela é.

A carta de amor é completamente sobre a garota.

A Bíblia não é uma carta de amor.

A Bíblia nos fala do imenso amor de Deus por nós?

É claro. Mas a Bíblia não fala primariamente sobre nós, a Bíblia fala primariamente sobre Deus.

A Bíblia não é um relato subjetivo dos sentimentos de Deus por nós; é um relato objetivo do divino, glorioso e magnífico plano de redenção orquestrado por Deus.

A Bíblia não existe para que eu me sinta bem comigo mesmo. A Bíblia existe para estimular nossas afeições pelo nosso glorioso Deus.

Deus não está impressionado conosco, ele está impressionado consigo mesmo.

A Bíblia não é Deus nos dizendo o quão maravilhosos nós somos; a Bíblia é Deus nos dizendo o quão maravilhoso ele é.

Talvez devêssemos parar de chamar a Bíblia de carta de amor de Deus.

STEPHEN ALTROGGE / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 1 de dezembro de 2013

Quando as Forças se Acabam

Difícil é permanecer firme logo após uma derrota,
Difícil é ficar calado quando se tem vontade de explodir,
Difícil é abrir mão quando é o que mais se quer,
Difícil é recomeçar quando não se tem mais forças,
Difícil é olhar para o alto quando não se consegue levantar a cabeça,
Difícil é ficar de pé quando a vontade e deitar-se,
Difícil é demonstrar uma alegria quando a alma chora,
Difícil é fingir estar vivo quando por dentro está morto,

Mais, difícil mesmo é ir para o abismo quando se sabe que existe um paraíso a espera.

Tudo é difícil na vida e mais difícil fica para os que tudo dificultam. Nenhum de nós por mais dificuldades e problemas que tenhamos, iremos sofrer mais do que o Senhor Jesus, no entanto Ele não desistiu de ir até o fim. Difícil foi o ministério Dele, amar e perdoa aos que queriam o seu fim, muitos pode dizer, mais Ele foi o filho de Deus, certamente, mais aqui na terra Ele estava cem por cento, homem, foi perseguido, caluniado, difamado, acusado levianamente.

Sendo acusado pelos príncipes dos sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Apanhou, sofreu, chorou, Jesus chorou (Mt 27.12). Festejou, E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas (João 11.35). Sentiu saudade, Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se  (João 2.2) . Reclamou, brigou, E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas (João 11.33); Sentiu tristeza, Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo (Mt. 21.12). Foi tentado, Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo (Mt. 26.38). Porém não perdeu a identidade de filho de Deus (Mt. 4.1).

Ele entendia que todos esses sentimentos e situações eram passageiros e necessários para o seu ministério cumprir-se. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres (Mt. 26.39). Se Ele não quisesse passar por tudo isso logicamente ele não passaria, porém a sua missão aqui na terra estaria incompleta, a obra prima da criação do seu Pai seria aniquilada.

Não diferente de Jesus, todos nós temos uma historia a cumprir, um chamado a realizar, então, não importa o que tenhamos que passar se realmente somos filhos de Deus não podemos desistir. Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas (IPe.2.21). Existirão momento em nossas vidas de solidão angustiante, de tristeza na alma, de aflição, existirá momento que muitos pedirão a Deus que o leve.


Se você esta passando por isso não pense que só acontece com você, existem milhares, mas, tudo isso nosso Mestre passou, se somos seus seguidores iremos passar também. Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor.(Mt.10.24), em nenhum momento das escrituras Jesus relata que as coisas seriam fáceis, pelo contrario: Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo (Jo.16.33).

Facilidade quem proporciona é o inimigo, ele sim, é quem arruína a vida das pessoas, sempre oferece o seu banquete a custo zero, quando alguém entra e come fica logo envenenado, só então saberá o preço que terá que pagar e para muitos custa a própria vida.

Necessitamos entender que tudo que Jesus passou foi para nos dar exemplo, precisamos estar consciente que é necessário passarmos por tribulações, mas, já somos vencedores. É preciso entender que não importa a situação a que venhamos atravessar ou o deserto que tenhamos que percorrer Cristo já venceu por nós: Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. (Hb.12.3).

É imprescindível ficarmos firmes, não desistir, não perder a esperança, confiar em Deus, à resposta virá, tão certo quanto o dia após a noite, sempre depois da tempestade vem a bonança: E ele, despertando, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E o vento se aquietou, e houve grande bonança (Mc. 4.39). 

A resposta para nossas vidas está na oração, Jesus fez isso E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras (Mt.26.44). Acredite o mais Difícil Jesus já fez, morreu para que você tenha vida eterna. Então, se você está sem forças para continuar a vida, clame a Deus a força Dele virá sobre ti e ti restaurará.

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 1 de junho de 2013

Os Dez Mandamentos do Namoro

I. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

II. Não se prenda em um jugo desigual, (2 Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

III. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

IV. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

V. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

VI. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

VII. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

VIII. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

IX. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

X. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: O Casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.

Autor: José Antônio Corrêa
 

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo.

Moacir Neto

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.