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sexta-feira, 30 de julho de 2021

PRIORIDADES ESPIRITUAIS

A visita de Jesus à casa de Marta e Maria ilustra o verdadeiro significado de amar a Deus: "Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada os pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos.

Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me.

Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada" (Lc 10:38-42). 

Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa. Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez.

Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso.

Talvez ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras tarefas domésticas da família. Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na grandemente.

Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando. Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram coisas más, porém não eram "aquela coisa" de importância suprema.

Ela estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda qualidade. Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o.

Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor.

Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus.

Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento.

Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não faze-las.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

PORQUE AMAR A DEUS

“Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (I Jo 4.19). Se não fosse essa revelação de Deus a seu respeito o cristão sentiria por ele aquilo que sentem os que não o conhecem: medo, respeito, e pavor.

O cristão ama a Deus porque ele é seu Pai criador, assim como o sentimento humano leva o filho a amar seu pai terreno, da mesma forma ele gera no coração do cristão o amor para com seu pai eterno.

É porém, o amor revelado em Cristo na cruz para a redenção humana a maior força para atrair a pessoa a amar a Deus.

É um mandamento, que se inicia com o verbo AMARÁS. Apesar de Deus não ter necessidade, ele deseja ser amado pelos seus filhos.

Ele quer que o ser humano se relacione com ele em termos de amor, o único tipo de relacionamento que é natural ao modo de ser do próprio Deus.

O primeiro benefício do amor de Deus é que a pessoa se reveste de uma nova alegria em sua vida. Há um novo prazer na alma e seu relacionamento com Deus supera qualquer experiência religiosa que possua quem não tem tal amor.

Aquilo que antes eram deveres religiosos se torna motivo de festa, desaparecem todas suas impressões de obrigatoriedade e tudo se torna novo.

Este amor se reflete na vida diária do adorador. Seu relacionamento se fundamenta e fortifica no amor. Sua conduta passa a ser orientada por novos critérios. Há uma nova forma de considerar as suas posses e de entende-las como posses do próprio Deus.

O amor a Deus é a mola que faz desabrochar um novo estilo de vida, todo um novo estado de sentimentos interiores. É um novo fato para a existência. É por isso que Jesus declarou ser este o maior, o principal e o primeiro de todos os mandamentos.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

AMAR A DEUS

A visita de Jesus à casa de Marta e Maria ilustra o verdadeiro significado de amar a Deus: "… Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada" (Lucas 10:38-42). 

Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa. Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez.

Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso.

Talvez ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras tarefas domésticas da família.

Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na grandemente. Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando.

Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram coisas más, porém não eram "aquela coisa" de importância suprema. Ela estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda qualidade.

Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o. Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor.

Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus. Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento.

Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não faze-las

Maria escolheu a boa parte e essa escolha demonstrou seu amor por Jesus.

Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos. E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo. Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser omitidas. O que escolheremos?

Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das coisas que são muito mais valiosas a longo prazo.

Uma vez que muitas tarefas espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo, elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com limite de tempo.

Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas.

Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para sentar-se e ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.

O amor é a chave para herdar a vida eterna.   

Gary Fisher

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O que é ser cristão?

A primeira vez que a palavra ‘cristão’ que quer dizer ‘seguidor de Cristo’ aparece na Bíblia é em Atos 11.26. Os antioquinos chamaram os discípulos de Jesus de ‘cristãos’ pelo fato de terem vivido juntos com eles por todo um ano.


A vida simples, amorosa e totalmente submissa a Deus que os discípulos cultivavam, só podia ser descrita como ‘cristã’ ou semelhante a Cristo. Essa definição nos obriga a entender que cristãos não são pessoas que fazem adesão por uma igreja local que se denomine cristã. Ser cristão é adotar o mesmo estilo de vida de Jesus Cristo.

No contexto de Atos 11.26 o testemunho de outras pessoas foi o que deu veracidade a fé cristã daqueles primeiros discípulos. Os apóstolos não puseram placas no local onde se reuniam chamando de cristã aquela igreja. Os antioquinos ouviam o testemunho de Jesus Cristo, como Ele andava, seu amor para com o próximo, sua rendição total ao Pai e viram que os seus servos reproduziam aquele mesmo estilo de vida de seu Mestre. Então ao pensar em cristianismo devemos pensar em IMITAÇÃO DE CRISTO.

Ainda que as coisas tenham mudado muito desde que os primeiros servos receberam essa definição, o principio ainda é o mesmo. Mesmo que a sociedade tenha usado termo ‘cristão’ para diferenciar a fé protestante das demais religiões, não é adequado pensar que ‘cristão’ é qualquer pessoa que acredita em Deus ou que simpatiza com a vida dos que servem a Jesus. Não é certo denominar de cristão uma pessoa que lê a Bíblia ou que vai aos cultos cristãos aos domingos. Não é correto pensar que cristãos sejam àquelas pessoas que decidiram se submeter ao batismo praticado pelos cristãos, ou optaram por dar 10% de sua renda mensal a uma igreja local. Pessoas fazem adesão por uma igreja local por inúmeras razões, e nem todas são nobres o bastante para classificarmos tal pessoa de cristã.

O apóstolo João parece querer nos dá uma noção correta sobre o significado de ser cristão ao afirmar: “E nisto sabemos que o conhecemos; se guardamos os seus mandamentos. Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.

João especifica que a mera confissão de uma pessoa não faz dela cristã, ela precisa guardar as palavras de Jesus e imitá-lo no seu modo de viver. Permanecer em Jesus e andar segundo seu exemplo é a verdadeira credencial do cristão. Em outras palavras não é possível alguém ser cristão sem que antes esteja totalmente ligado a Ele pela obediência e pela imitação. Jesus ratificou o maior mandamento ao dizer quer era dever de todos os cristãos amarem a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Ser cristão de verdade, é amar a Deus com o máximo de intensidade possível e traduzir este amor ao próximo através de atos de cuidado, respeito e perdão incondicional.
O verdadeiro cristão é marcado pela santidade, essa santidade não é possível senão pelo amor incondicional a Deus e ao próximo. Imitar a Jesus é a marca vital do cristão. Se alguém não o faz este tal não é cristão. O autentico cristão evita o pecado não por legalismo, mas por medo de entristecer o Espírito que lhe selou. Ele vive as virtudes de Cristo em seu dia a dia e o faz por ser de fato habitado pela presença viva e dinâmica do Espírito de Cristo em sua vida.

Ao criar o homem Deus o fez segundo a sua imagem e semelhança, mas o pecado o maculou e agora por meio do Espírito Santo, Deus quer que cada crente seja novamente transformado na sua imagem: Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor . A ideia aqui é a seguinte: uma pessoa se olhando num espelho e enquanto se observa, percebe pouco a pouco seu rosto se transformando no rosto do próprio Deus. Deus quer que cada um de seus filhos tenha traços de caráter como os dele. Há diversas citações no Novo Testamento que nos mostram o empenho dos líderes do primeiro século em manter na consciência dos primeiros cristãos a ideia da imitação de Cristo:

“Rogo-vos, portanto, que sejais meus imitadores.” (I Coríntios 4.16)
“Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo.” (I Coríntios 11.1)
“Sede, pois imitadores de Deus, como filhos amados;” (Efésios 5.1)
“Irmãos, sede meus imitadores, e atentai para aqueles que andam conforme o exemplo que tendes em nós;” (Filipenses 3.17)
“E vós vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo.” (I Tessalonicenses 1.6)
“Pois vós, irmãos, vos haveis feito imitadores das igrejas de Deus em Cristo Jesus que estão na Judéia; porque também padecestes de vossos próprios concidadãos o mesmo que elas padeceram dos judeus;” (I Tessalonicenses 2.14)
“Para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.” (Hebreus 6.12).

Vemos nestas palavras que o fim último do evangelho é tornar cada crente um verdadeiro imitador de Cristo. O apostolo Pedro diz que os cristãos possuem a natureza do próprio Deus: “Dessa maneira, ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina e fugissem da corrupção que há no mundo, causada pela cobiça” .

João diz alguma coisa semelhante: “Aquele que pratica o pecado é do Diabo, porque o Diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado , porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus.”

Então os verdadeiros cristãos estão capacitados a viverem em imitação verdadeira da pessoa e do caráter de Cristo porque eles têm a natureza divina correndo por sua alma bem como tem a semente de Deus em suas vidas. A palavra “semente” é um antropomorfismo , no original grego João usa a palavra “sperma” que é a semente que dá vida aos homens. Em outras palavras, João está dizendo que ao ser regenerado pelo Espírito Santo, o cristão é gerado pelo próprio Deus afim de que possa viver como Deus em questões morais.

O verdadeiro cristão não se torna imitador de Deus por mera disciplina, mas por um processo natural do Espírito de Deus que trás para o crente o “DNA” de Deus. Esse “DNA” faz do crente um filho de Deus e suas ações atestam esse fato. Esses recursos divinos lhe permitem reproduzir com o poder do Espírito Santo uma vida de imitação da pessoa de Jesus Cristo.

No capitulo três da sua primeira carta, João enfatiza características das pessoas que possuem o DNA de Deus e características de pessoas que possuem o DNA do Diabo. O apóstolo do amor ensina-nos que as pessoas que tem o DNA de Deus são capacitadas para não vivem suas vidas diferentes daquela escolhida pelo próprio Deus. Enquanto que aqueles que têm o DNA do inimigo, são incapazes de produzirem obras que agradam a Deus.

Mas qual é o DNA de Deus? Quais são os traços de caráter que os cristãos devem ter por serem filhos de Deus?

Ora, os traços de caráter que Deus quer que seus filhos tenham são simplesmente o fruto do Espírito: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” . O que vem da semente é o fruto, nada mais lógico do que isso! Um verdadeiro cristão produzirá esse fruto em sua vida de modo que não haja diferença entre sua vida cristã e sua conduta diária.

Autor: Missionário Rosivaldo

Por Litrazini
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Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.