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quarta-feira, 22 de abril de 2026

O SANGUE SATISFAZ A NOSSA CONSCIÊNCIA

Em nossa condição de incrédulos não éramos tão molestados pela nossa consciência, até que a Palavra de Deus começou a nos despertar.

Quando cremos a nossa consciência pode se tornar extremamente sensível, e isto pode vir a ser real problema para nós.

O sentimento de pecado ou de culpa pode se tornar tão grande, tão terrível, que quase nos paralisa porque nos faz perder de vista a verdadeira eficácia do Sangue de Cristo.

Algumas vezes chegamos ao ponto de imaginar que os nossos pecados são maiores que a eficácia do Sangue.

Devemos crer que só o Sangue de Cristo satisfaz a justa exigência de Deus.

Não aceitamos a avaliação que Deus faz do Sangue.

Muitas vezes não avaliamos o Sangue pela visão que Deus tem dele, mas procuramos avaliá-lo pelos nossos sentimentos.

É necessário calar a nossa consciência demonstrando a ela o valor que Deus dá ao Sangue e ainda mais, que cremos nessa avaliação.

Temos que crer que o Sangue é precioso para Deus por que Ele assim o diz.

Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo (IPe 1:18,19)

Portanto devemos ter nossa consciência purificada pelo Sangue.

Não importa se nossos sentimentos dizem o contrário.

Que possamos ver mais do valor do precioso Sangue de Cristo, aos olhos de Deus, pois assim venceremos até o final.

E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte. (Ap 12:11)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

sábado, 2 de julho de 2022

A VOZ DA CONSCIÊNCIA

Deus escreveu suas leis na consciência dos homens (Rm 2.15).

Não de forma plena, mas o bastante para que os homens reconheçam a existência de um ser transcendental, poderoso e invisível.

O Justo Juiz julgará com justiça. Os que nunca ouviram a Palavra, nunca receberam a luz do evangelho, serão julgados segundo os rudimentos da Lei guardados em suas consciências.

Com maior rigor, porém, serão julgados os pregadores e mestres da Palavra, e todos os que conhecem quais os caminhos que levam à vida eterna: “Porque se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifícios pelos pecados, mas certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo, que há de devorar os adversários” (Hb 10.26, 27; v.Tg 3.1).

Além da voz da consciência, os crentes possuem a voz do Espírito Santo, aquele que convence do pecado.

É uma ajuda extraordinária para que não permaneçamos em estado pecaminoso.

Daí porque o rei Davi gritou desesperado depois de haver pecado: “Não retires de mim o seu Espírito” (Sl 51.11).

O afastamento do Espírito de um crente é algo terrível. Significa um estado de desgraça, isto é, sem a graça divina, sem vida espiritual, morto em seus pecados e delitos.

É o retorno ao estado original de trevas.

Vivamos em novidade de vida.

Permaneçamos em Cristo e nas suas leis.

Livremo-nos de vez do velho homem com suas concupiscências e vivamos como filhos da obediência, filhos da Luz, filhos de Deus.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 30 de setembro de 2020

O QUE É A CONSCIÊNCIA?

 

O QUE É A CONSCIÊNCIA?

A consciência é definida como a parte da psique humana que induz a angústia mental e sentimentos de culpa ao ser violada e sentimentos de prazer e bem-estar quando nossas ações, pensamentos e palavras estão em conformidade com os nossos sistemas de valores.

A palavra grega traduzida como "consciência" em todas as referências do Novo Testamento é suneidēsis, que significa "consciência moral". A consciência reage quando as ações, pensamentos e palavras se conformam ou são contrárias a um padrão de certo e errado.

Não há um termo hebraico no Antigo Testamento que seja equivalente a suneidēsis no Novo Testamento. A falta de uma palavra hebraica para "consciência" pode ser devido à cosmovisão judaica, que era comunal em vez de individual. O hebreu se considerava um membro de uma comunidade/aliança que se relacionava a Deus e Suas leis corporativamente, e não como um indivíduo. Em outras palavras, o hebreu estava confiante em sua própria posição diante de Deus se a nação hebraica como um todo estivesse em boa comunhão com Ele.

No Novo Testamento, o conceito de consciência é mais de natureza individual e envolve três grandes verdades.

PRIMEIRO, A CONSCIÊNCIA É UMA CAPACIDADE DADA POR DEUS AOS SERES HUMANOS PARA O EXERCÍCIO DA AUTO-AVALIAÇÃO.

Paulo refere-se várias vezes à sua própria consciência como sendo "boa" ou "sem ofensa" (Atos 23:1; 24:16, 1 Co 4:4). Paulo examinou as suas próprias palavras e ações e achou que estavam de acordo com seus costumes e sistema de valores, que eram, é claro, com base nos padrões de Deus. Sua consciência confirmou a integridade do seu coração.

EM SEGUNDO LUGAR, O NOVO TESTAMENTO RETRATA A CONSCIÊNCIA COMO UMA TESTEMUNHA DE ALGO.

Paulo diz que os gentios têm consciência que atestam a presença da lei de Deus escrita em seus corações, embora não tivessem a Lei de Moisés (Rm 2:14-15). Ele também apela para a sua própria consciência como testemunha de que fala a verdade (Rm 9:1) e de que se comportou em santidade e sinceridade quando se relacionando com outras pessoas (2 Co 1:12).

Paulo diz que sua consciência confirma que ele tem que prestar contas por suas ações tanto a Deus quanto a outras pessoas (2 Co 5:11).

EM TERCEIRO LUGAR, A CONSCIÊNCIA É UMA SERVA DO SISTEMA DE VALORES DO INDIVÍDUO EM QUESTÃO.

Um sistema de valores imaturo ou fraco produz uma fraca consciência, enquanto um sistema de valores totalmente informado produz um forte senso de certo e errado. Na vida cristã, a consciência pode ser conduzida por uma inadequada compreensão das verdades bíblicas e pode produzir sentimentos de culpa e vergonha desproporcionais para as questões em mão. O amadurecimento na fé fortalece a consciência.

Esta última função da consciência é o que Paulo aborda em suas instruções sobre a ingestão de alimentos sacrificados a ídolos. Ele argumenta que, uma vez que os ídolos não são deuses reais, não faz diferença se o alimento foi sacrificado a eles ou não. No entanto, alguns na igreja de Corinto eram fracos em sua compreensão e acreditavam que tais deuses realmente existiam. Esses crentes imaturos ficaram horrorizados com a ideia de comerem alimentos sacrificados aos deuses porque suas consciências eram influenciadas por preconceitos errôneos e visões supersticiosas.

Portanto, Paulo incentiva os mais maduros em seu entendimento a não exercerem a sua liberdade de comer se isso fizesse com que as consciências dos seus irmãos mais fracos condenassem as suas ações.

A lição aqui é que, se as nossas consciências são claras por causa da fé madura e compreensão, não devemos fazer com que aqueles com a consciência mais fracas tropecem ao exercermos a liberdade que segue uma forte consciência.

Uma outra referência à consciência no Novo Testamento é uma consciência que é "cauterizada" ou tornada insensível, como se tivesse sido cauterizada com ferro quente (1 Tm 4:1-2). Tal consciência é endurecida e calejada, não mais sentindo nada. Uma pessoa com a consciência cauterizada não mais escuta os seus sussurros e pode pecar com abandono, iludir-se e pensar que está tudo bem com sua alma, e tratar os outros de forma insensível e sem compaixão.

Como cristãos, devemos manter a nossa consciência limpa ao obedecer a Deus e manter o nosso relacionamento com Ele em boa posição. Fazemos isso através da aplicação de Sua Palavra, renovando e suavizando os nossos corações continuamente. Consideramos aqueles cujas consciências são fracas, tratando-os com amor cristão e compaixão.

Fonte:GotQuestion

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 30 de maio de 2018

BASES PARA UMA CONSCIÊNCIA MISSIONÁRIA BÍBLICA


1. A PAIXÃO MISSIONÁRIA FAZ PARTE DO CARÁTER DE DEUS!
Deus é o maior interessado em Missões. Seu desejo de alcançar pessoas demonstra-se desde o Antigo Testamento até o ministério de Jesus, sendo este o grande modelo missionário para a Igreja. Em Gênesis 12:1ss, por exemplo, Deus convoca Abraão e lhe garante: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Em Mateus 4:17, logo no início do ministério de Jesus, sua ênfase missionária já evidencia-se: “Daí por diante passou Jesus a pregar e a dizer: arrependei-vos porque é chegado o Reino de Deus”. E como o apóstolo Paulo lembra a Timóteo: “Deus deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2:4). Se o nosso Deus é um Deus missionário, também nós, seu povo, devemos ser um povo missionário.

2. A AÇÃO MISSIONÁRIA É A CAUSA DA EXISTÊNCIA DA IGREJA
Não haveria igreja nenhuma hoje se não fosse a ação missionária histórica. É por causa do testemunho da fé do povo de Deus no Antigo Testamento, os quais transmitiram de geração para geração os extraordinários feitos salvíficos de Deus em seu favor, e também do testemunho dos discípulos de Jesus a partir do Novo Testamento, que também nós estamos aqui e agora, sendo desafiados a compartilhar o nosso testemunho. Nas palavras de Jesus em Mt 28:19-20, assim é o nosso desafio: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Deus não tem netos! É por isso que pregamos e é por isso que também outros chegam a crer.

3. O ALVO MISSIONÁRIO DA IGREJA É O MUNDO!
Deus está interessado em todas as pessoas, de todas as raças, povos, nações, etnias, tribos, línguas, etc., em todas as gerações, por toda a história da humanidade, desejando sua salvação. O evangelho de João é muito claro a este respeito quando afirma: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Deus amou o mundo! Ele não tem nenhum prazer na morte dos ímpios e não faz qualquer acepção de pessoas. Sua igreja, moldada pelo Espírito à sua imagem, deve seguir-lhe o exemplo.

4. A RESPONSABILIDADE MISSIONÁRIA É DE TODOS OS CRENTES!
A primeira certeza que devemos alimentar em nossos corações é a de que todos nós somos desafiados a testemunhar o evangelho de Cristo. Alegar que não possuímos dom de evangelista ou dom de apostolado não é justificativa para omitirmo-nos de nossa tarefa. Contudo, é verdade que nem todos dedicar-se-ão ao trabalho missionário ou evangelístico em período integral. A maioria nem mesmo experimentará o que é testemunhar para números elevados de pessoas. Ainda assim, podemos participar da vida missionária da Igreja com toda ousadia, e se não indo, ao menos intercedendo e contribuindo. Há lugar e desafio para todos. Estamos cumprindo nossa parte? Estamos pregando? Orando? Contribuindo?

5. A FORÇA MISSIONÁRIA DA IGREJA É O PODER DO ESPÍRITO!
A profundidade e a importância da tarefa missionária da igreja são também sua grande dificuldade. Isto porque se, por um lado, nos sentimos desafiados, vocacionados e comissionados para esta grande empreitada, por outro nos sentimos absolutamente incapazes para tanto. E Deus sabe disso. Por esta razão o próprio Jesus preparou seus discípulos dizendo: “Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (At 1:8). O Deus que chama e envia é também o Deus que capacita! Por isso aceitamos o desafio e não tememos.  

6. O CENTRO DA MENSAGEM MISSIONÁRIA É O SENHORIO DE CRISTO!
Diferentemente do que temos visto e ouvido em nossos dias, a ênfase de nossa mensagem não é o ser humano e suas necessidades, mas Cristo e sua vitória definitiva sobre todos os seus inimigos. Ele é o Senhor. Toda a autoridade lhe foi dada. Homens e mulheres, independentemente de suas necessidades físicas ou emocionais são chamados ao arrependimento e à sujeição diante de Jesus. Por isso Paulo afirma: “Se com a tua boca confessares que Jesus Cristo é o Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo” (Rm 10:9). Nossas vidas foram compradas por preço e não temos o direito de vive-las por nós mesmos.

Marcelo Gomes

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

SANTUÁRIO DE DEUS

Somos santuário de Deus, como diz o Novo Testamento: “Não sabeis vós que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Co 3.16)

No passado, Deus ordenou que lhe construíssem um santuário com detalhes que Ele mesmo havia dado, e sob a direção de Moisés, o povo de Israel o fez. Mais tarde, Salomão construiu um magnífico templo em lugar da tenda do tabernáculo. Mas quando o povo israelita foi levado em cativeiro para a Babilônia, o templo foi demolido e queimado, e somente depois de regresso da nação nos dias de Esdras e Neemias é que foi reconstruído.

Nas três vezes, seguiu-se a direção inicial que o Senhor havia dado a Moisés, e a Casa do Senhor sempre teve três ambientes distintos onde os sacerdotes serviam: o Santo dos Santos, o Lugar Santo, e o Átrio Exterior. Logo, podemos dizer que o santuário sempre foi tripartido.

No Novo Testamento vemos uma nova ênfase quanto ao santuário de Deus, e ela já não tem mais nada a ver com os templos construídos. Na sua última pregação, Estevão declarou: “Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens…” (At 7.48), e antes de tornar-se o primeiro mártir da Igreja, depositou esta mensagem no coração de seu perseguidor, que mais tarde viria a escrever que o santuário de Deus somos nós!

A Igreja em seu início compreendia isto. Quando Jesus bradou na cruz “está consumado!”, o véu do templo se rasgou de alto a baixo. A partir deste momento a presença de Deus deixou de estar restrita ao templo e o Pai veio fazer morada em nós, os nascidos de novo.

E como santuário de Deus, também somos tripartidos, à semelhança dos santuários do Velho Testamento que eram figura do santuário da Nova Aliança em Jesus. Cada uma das três partes do santuário corresponde às nossas três partes: espírito, alma e corpo.

Olhando o tabernáculo pelo lado de fora, via-se apenas dois ambientes: a parte coberta e a parte descoberta, sendo que a parte coberta era a tenda da revelação e a parte descoberta o átrio exterior. Mas ao entrar na tenda, percebia-se que havia ali dentro dois ambientes totalmente distintos e separados por um véu: o Santo Lugar e o Santo dos Santos (Hb 9.1-3).

Ou seja, olhando apenas de modo superficial, parecia um só ambiente, mas num exame cuidadoso apareciam claramente os dois ambientes. De forma semelhante, ao observar superficialmente o santuário de Deus hoje (que somos nós), reconhecemos apenas duas partes: o homem interior e o homem exterior. Mas um exame das Escrituras (e no nosso próprio íntimo) revelará que a “tenda” do homem interior se subdivide em outras duas partes, separadas apenas por um véu. O homem interior é composto de espírito e alma!

O espírito corresponde ao Santo dos Santos, o lugar mais íntimo, onde se encontrava a presença de Deus e também onde Ele falava. A alma corresponde ao Lugar Santo, e o corpo ao Pátio, ou Átrio Exterior.

A importância de examinarmos estas figuras é compreender que assim como o Santo dos Santos era o lugar mais importante do tabernáculo, assim também o nosso espírito é hoje o lugar “mais importante” do santuário que somos nós!

Precisamos tomar consciência do valor do nosso espírito na vida cristã.

Luciano Subirá

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O QUE É A CONSCIÊNCIA?

A consciência é definida como a parte da psique humana que induz a angústia mental e sentimentos de culpa ao ser violada e sentimentos de prazer e bem-estar quando nossas ações, pensamentos e palavras estão em conformidade com os nossos sistemas de valores.

A palavra grega traduzida como "consciência" em todas as referências do Novo Testamento é suneidēsis, que significa "consciência moral". A consciência reage quando as ações, pensamentos e palavras se conformam ou são contrárias a um padrão de certo e errado.

Não há um termo hebraico no Antigo Testamento que seja equivalente a suneidēsis no Novo Testamento. A falta de uma palavra hebraica para "consciência" pode ser devido à cosmovisão judaica, que era comunal em vez de individual. O hebreu se considerava um membro de uma comunidade/aliança que se relacionava a Deus e Suas leis corporativamente, e não como um indivíduo. Em outras palavras, o hebreu estava confiante em sua própria posição diante de Deus se a nação hebraica como um todo estivesse em boa comunhão com Ele.

No Novo Testamento, o conceito de consciência é mais de natureza individual e envolve três grandes verdades.

PRIMEIRO, A CONSCIÊNCIA É UMA CAPACIDADE DADA POR DEUS AOS SERES HUMANOS PARA O EXERCÍCIO DA AUTO-AVALIAÇÃO.
Paulo refere-se várias vezes à sua própria consciência como sendo "boa" ou "sem ofensa" (Atos 23:1; 24:16, 1 Coríntios 4:4). Paulo examinou as suas próprias palavras e ações e achou que estavam de acordo com seus costumes e sistema de valores, que eram, é claro, com base nos padrões de Deus. Sua consciência confirmou a integridade do seu coração.

EM SEGUNDO LUGAR, O NOVO TESTAMENTO RETRATA A CONSCIÊNCIA COMO UMA TESTEMUNHA DE ALGO.
Paulo diz que os gentios têm consciência que atestam a presença da lei de Deus escrita em seus corações, embora não tivessem a Lei de Moisés (Romanos 2:14-15). Ele também apela para a sua própria consciência como testemunha de que fala a verdade (Romanos 9:1) e de que se comportou em santidade e sinceridade quando se relacionando com outras pessoas (2 Coríntios 1:12).

Paulo diz que sua consciência confirma que ele tem que prestar contas por suas ações tanto a Deus quanto a outras pessoas (2 Coríntios 5:11).

EM TERCEIRO LUGAR, A CONSCIÊNCIA É UMA SERVA DO SISTEMA DE VALORES DO INDIVÍDUO EM QUESTÃO.
Um sistema de valores imaturo ou fraco produz uma fraca consciência, enquanto um sistema de valores totalmente informado produz um forte senso de certo e errado. Na vida cristã, a consciência pode ser conduzida por uma inadequada compreensão das verdades bíblicas e pode produzir sentimentos de culpa e vergonha desproporcionais para as questões em mão. O amadurecimento na fé fortalece a consciência.

Esta última função da consciência é o que Paulo aborda em suas instruções sobre a ingestão de alimentos sacrificados a ídolos. Ele argumenta que, uma vez que os ídolos não são deuses reais, não faz diferença se o alimento foi sacrificado a eles ou não. No entanto, alguns na igreja de Corinto eram fracos em sua compreensão e acreditavam que tais deuses realmente existiam. Esses crentes imaturos ficaram horrorizados com a ideia de comerem alimentos sacrificados aos deuses porque suas consciências eram influenciadas por preconceitos errôneos e visões supersticiosas.

Portanto, Paulo incentiva os mais maduros em seu entendimento a não exercerem a sua liberdade de comer se isso fizesse com que as consciências dos seus irmãos mais fracos condenassem as suas ações.

A lição aqui é que, se as nossas consciências são claras por causa da fé madura e compreensão, não devemos fazer com que aqueles com a consciência mais fracas tropecem ao exercermos a liberdade que segue uma forte consciência.

Uma outra referência à consciência no Novo Testamento é uma consciência que é "cauterizada" ou tornada insensível, como se tivesse sido cauterizada com ferro quente (1 Timóteo 4:1-2). Tal consciência é endurecida e calejada, não mais sentindo nada. Uma pessoa com a consciência cauterizada não mais escuta os seus sussurros e pode pecar com abandono, iludir-se e pensar que está tudo bem com sua alma, e tratar os outros de forma insensível e sem compaixão.

Como cristãos, devemos manter a nossa consciência limpa ao obedecer a Deus e manter o nosso relacionamento com Ele em boa posição. Fazemos isso através da aplicação de Sua Palavra, renovando e suavizando os nossos corações continuamente. Consideramos aqueles cujas consciências são fracas, tratando-os com amor cristão e compaixão.

Fonte:GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

UM DEUS LONGÂNIMO


 “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?” (Rm. 2.4))

Sábado à noite. Uma pequena rua do Líbano. Youssef estava em um carro indo para boate com mais dois amigos. Ele estava preocupado, pois sabia que seus planos de diversão iriam causar briga quando chegasse em casa.

Seus pais haviam se tornado cristãos há pouco tempo. Jesus Cristo passou a ser o Senhor e Salvador deles. Eles lhe falaram sobre a alegria que encontraram em Cristo. Mas estavam incomodados porque o filho claramente não queria o Senhor Jesus.

Uma faixa de cascalho solto na avenida e a velocidade excessiva fizeram o motorista perder o controle do carro, que acabou derrapando e virando. Atordoados mas ilesos, os jovens se arrastaram para fora do carro.

Youssef de repente percebeu como tinham sido miraculosamente preservados: dez metros a frente havia uma rocha enorme; dez metros atrás, uma torre; e um precipício a centímetros de onde o carro parou. Eles facilmente poderiam ter morrido!

Ainda sob o impacto do acidente, Youssef abriu a Bíblia ao voltar para casa. Para sua surpresa, ele leu: “O Senhor… é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pedro 3:9). Tais palavras tocaram a consciência do jovem. Será que Deus estava mesmo falando com ele?

“A vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl.2.20)

“Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos” (Jo.15.13)

Um acidente de carro quase custou a vida de Youssef, um jovem libanês de 20 anos de idade. Esse fato o fez pensar. Ele sentiu na pele o quanto a vida é curta para ser tratada com leviandade, e viver cada dia apenas para satisfazer o próprio ego. Ele começou a ler a Bíblia para saber mais sobre Deus e sobre Jesus Cristo.

Uma mudança em seu comportamento foi se evidenciando. Ele falava acerca daquilo que descobria nos evangelhos e também sobre quem Jesus era e como viveu. Ele realmente tinha o desejo de seguir o Senhor.

A curiosidade levou um amigo a se juntar a Youssef na reunião de domingo de manhã para “ver como era”. Algum tempo depois, ele lhe disse: “Eu não mais creio porque você me falou dessas coisas. Agora creio porque sei por experiência que Jesus Cristo é mesmo o Salvador deste mundo”.

E um foi falando para outro, até que muitos naquele lugar ouviram o evangelho, as boas novas da salvação e do perdão que Jesus Cristo trouxe a este mundo. Várias pessoas creram no amor que Deus revelou em Seu Filho.

E tudo se iniciou com um acidente, que serviu para despertar a consciência de um jovem!

Deus não arquiteta o mal, nem tem prazer quando coisas ruins acontecem com a humanidade, porém, até as circunstâncias mais improváveis podem servir para nos aproximarmos dEle. “O Senhor… é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pedro 3:9).

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

DEUS E O HOMEM


O homem foi criado justo e bom, pois tudo o que Deus fez, Ele mesmo disse: “E viu Deus tudo o que tinha feito, e que era muito bom” (Gn.1.31). E Deus se relacionou com o homem, sua criatura, de diversas formas e etapas. Vejamos:

1º Inocência:
Inicialmente Deus se relacionava, se comunicava, amorosamente com o homem, diariamente. Em Gn. 3.8:“E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia...”O capítulo 2 de Gênesis fala desta relação amorosa, no jardim do Éden. Mas o homem desobedeceu uma ordem de Deus. “Ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mau. Dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente  morrerás” (Gênesis 2.16,17).

Deus avisou o homem. Deus não queria que isso acontecesse, mas Ele não criou robôs sem liberdade. ELE DEU LIBERDADE DE ESCOLHA, liberdade essa que temos até hoje.

2º Consciência:
A partir de Gênesis 3, a Bíblia mostra a “queda do homem”. Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.  (Gn. 3.1-70).
 
Nossos primeiros pais passaram a conhecer o bem e o mal, e sentiram vergonha da própria nudez, demonstrando a perda da inocência, com a qual Deus os criara. “Pelo que, como por um homem (Adão) entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte. Assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm. 5.12). Nós aprendemos que o pecado dos nossos primeiros pais, trouxe uma consequência universal. Deus expulsou nossos primeiros pais do jardim, isto é, da presença dele: Gn. 3.11-24.

3º A Lei:
Paulo ensina, em Romanos 5.13, que entre Adão e Moisés já existia o pecado no mundo. “Pois antes da Lei, estava o pecado no mundo. Mas não havendo lei, o pecado não é imputado.” Após a chamada de Israel, uma nova relação com Deus vai acontecer. Isto é – A LEI vai ser a forma de aliança de Deus com os homens. Toda a Lei pode ser resumida nos 10 mandamentos. E obedecendo a Lei o homem tinha comunhão com Deus. A desobediência seria quebra de comunhão.

4º A Graça:
O povo de Israel falhou. E a prova maior está na morte do próprio Filho de Deus – Jesus Cristo. Ele veio e cumpriu a Lei em sua própria vida, em nosso lugar. Em João 1.11: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” e você aprenderá que Jesus veio como Judeu, entre os Judeus, para salvar os Judeus. Mas João 1.12 completa dizendo: “Mas a todos os que o receberam, àqueles que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos  filhos de Deus”.

Portanto, agora, não é mais necessário Leis e Cerimônias para a comunhão com Deus, mas sim a Graça de Deus. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. (Rm 5.15-21). Este período também é chamado de “Era da Igreja, ou, do Espírito Santo”.

Por Litrazini

Graça e Paz



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Deus não é mudo, Deus fala

Existe uma pergunta que não quer calar no meio dos incrédulos e até mesmo dentro do próprio cristianismo:

- COMO SERÃO JULGADAS AQUELAS PESSOAS QUE MORRERAM SEM OUVIR O EVANGELHO DE JESUS?

Esta pergunta quando dentro da lógica da visualização do homem pode ultrapassar qualquer possibilidade de entendimento da mente humana. Mas é evidente que Deus TEM FALADO e VEM FALANDO ao homem DE MUITAS MANEIRAS" (Hb 1.1).

O apóstolo Paulo diz que o Evangelho "foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu" (Col 1.23).

Deus pode alcançar através de seus métodos a todos os homens:

- DEUS FALA ATRAVÉS DO UNIVERSO
"Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos... Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes EM TODA A EXTENSÃO DA TERRA, e as suas palavras até ao fim do mundo" (Sl 19.1-4);

- ... DA PERCEPÇÃO
"Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles (nos homens) se se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder... se entendem e claramente SE VÊEM pelas coisas que estão criadas, para que eles (os homens) fiquem indesculpáveis" (Rm 1.19-20)

- ... DA CONSCIÊNCIA
"Porque, quanto aos gentios, que não têm lei, para si mesmos são lei. Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os; no dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens por Jesus Cristo" (Rm 2.14-16);

- ...DA VIDA DOS ANIMAIS
"Mas, pergunta às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves do céu, e elas to farão saber; ou fala com a terra, e ela to ensinará; até os peixes do mar to contarão. Quem não entende por todas estas coisas que a mão de Deus fez isto?" (Jó 12.7-9);

- ...DOS SONHOS
"Antes Deus fala uma e duas vezes, porém ninguém atenta para isso. Em sonho ou visão de noite, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama. Então ABRE OS OUVIDOS DOS HOMENS e lhes sela sua instrução. Para apartar o homem do seu desígnio, e esconder dos homens a soberba; para desviar a sua alma da cova e a sua vida de passar pela espada" (Jó 33.14-18);

- ...DOS ANJOS
"E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno para proclamar AOS QUE HABITAM SOBRE A TERRA, e a toda nação, tribo, língua e povo" (Ap 14.6);

- ...DE SEU FILHO JESUS
"Havendo Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho" (Hb 1.1);

- ...DE SINAIS E MILAGRES
"Testificando também Deus com eles (os homens), por sinais, e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito" (Hb 2.4).

É O CASO DE NÓS PERGUNTARMOS:

Havendo Deus FALADO TANTO E DE MUITAS MANEIRAS, chegará alguém inocente diante do GRANDE TRONO BRANCO?

Autor: Adail Campelo de Abreu

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.