Pesquisar neste blog:

Mostrando postagens com marcador qualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador qualidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de março de 2021

O FRUTO DO ESPÍRITO

O fruto do Espírito são qualidades do caráter de Deus que o Espírito Santo nos transmite quando confiamos em Jesus e obedecemos suas ordens.

O fruto é o que resulta da vida de plena comunhão com Cristo. Quem permanece em mim e Eu nele, este dá muito fruto.

Se eu não souber que o fruto do Espírito são as qualidades do caráter de Deus que ele deseja que eu possua, posso perder o crescimento espiritual e a transformação pessoal que Deus quer para mim.

Devo conhecer o fruto e cooperar com Deus no processo de aquisição do fruto, mas descansar e confiar nele para o aparecimento do seu fruto na minha vida. 

Fato interessante é que a Bíblia fala do fruto do Espírito, e não de frutos.

A Bíblia ensina que nós precisamos que o Espírito Santo traga fruto em nossa vida, porque não podemos nos tornar parecidos com Jesus sem o Espírito.

Nós estamos cheios de desejos egocêntricos e egoístas, opostos à vontade de Deus para nossa vida. Duas coisas precisam acontecer: uma, que o pecado tem de ser expulso da nossa vida; outra, que o Espírito Santo precisa entrar e nos encher, e produzir o fruto do Espírito.

“O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5.22, 23).

O fruto do Espírito não pode ser criado artificialmente. Ele é o resultado de uma obra que Deus realiza dentro da vida do cristão, pela operação maravilhosa do seu Santo Espírito.

Mas o fruto do Espírito é:

Amor, alegria, paz, longaminidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5: 22, 23.

Amor: É doar-se! é o amor incondicional de Deus.

Alegria: Mais profunda que a Felicidade, é um dos melhores medicamentos que existe contra dor!

Paz: É passar para outras uma presença branda, é estar bem com você mesmo!

Longaminidade: Paciência e constância, é no meio de uma provação, suportar sem queixas!

Benignidade: É ser gentil, manso, tranquilo, cheio de boas obras!

Bondade: É não ser mesquinho, não murmurar, é ser compreensivo doador e confiável!

Fé: É não olhar para circunstância que estamos vivendo, é Confiar em Deus!

Mansidão: É ser humilde, é tolerar, força sob o controle Divino.

Domínio Próprio: É ter auto controle, é ter temperança nos momentos mais difíceis que a alma grita!

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

terça-feira, 3 de setembro de 2019

O QUE SIGNIFICA QUE DEUS É ONISCIENTE?


A onisciência é definida como "o estado de ter conhecimento total, a qualidade de saber tudo." Para que Deus seja soberano sobre a Sua criação de todas as coisas, visíveis ou invisíveis, Ele tem que ser onisciente. Sua onisciência não é restrita a uma única pessoa da Trindade – o Pai, Filho e Espírito Santo são todos por natureza oniscientes.

Deus sabe de tudo (1João 3:20). Ele não só conhece os mínimos detalhes da nossa vida, mas também de tudo ao nosso redor, pois menciona que sabe até quando um pardal cai ou quando perdemos um único fio de cabelo (Mateus 10:29-30). Deus não só sabe de tudo o que ocorrerá até o fim da história em si (Isaías 46:9-10), mas também conhece nossos pensamentos antes mesmo de falarmos (Salmo 139:4). Ele conhece os nossos corações de longe e até nos viu quando ainda estávamos no ventre materno (Salmo 139:1-3, 15-16). Salomão expressa essa verdade perfeitamente quando diz: "porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens" (1 Reis 8:39).

Apesar da condescendência do Filho de Deus despojar-se de Si mesmo e assumir a forma de servo (Filipenses 2:7), a Sua onisciência é claramente vista nos escritos do Novo Testamento. A primeira oração dos apóstolos, encontrada em Atos 1:24: "Tu, Senhor, conhecedor dos corações de todos", implica a onisciência de Jesus, a qual é necessária para que seja capaz de receber petições e interceder na mão direita de Deus.

Na Terra, a onisciência de Jesus é igualmente clara. Em muitos relatos do Evangelho, Ele conhecia os pensamentos do Seu público (Mateus 9:4, 12:25, Marcos 2:6-8; Lucas 6:8). Ele sabia de detalhes das vidas das pessoas antes mesmo de conhecê-las. Quando conheceu a mulher samaritana que estava tirando água do poço de Sicar, Ele disse-lhe: "Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (João 4:18). 

Jesus também diz aos Seus discípulos que o Seu amigo Lázaro estava morto, embora estivesse mais de 40 km de distância da casa de Lázaro (João 11:11-15). Ele aconselhou os discípulos a irem preparar-se para a Ceia do Senhor, descrevendo a pessoa que iriam encontrar e acompanhar (Marcos 14:13-15). Talvez o melhor exemplo: Ele conhecia Natanael antes mesmo de encontrá-lo, pois já conhecia o seu coração (João 1:47-48).

Claramente observamos a onisciência de Jesus na Terra, mas aqui é onde começa o paradoxo também. Jesus faz perguntas, o que talvez implique a ausência de conhecimento, embora o Senhor faça perguntas mais para o benefício de Sua audiência do que para Si mesmo.

No entanto, existe uma outra faceta acerca de Sua onisciência que surge das limitações da natureza humana que Ele, como o Filho de Deus, assumiu. Lemos que, como um homem, "crescia Jesus em sabedoria, e em estatura"(Lucas 2:52) e que Ele "aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu" (Hebreus 5:8).

Também lemos que Ele não sabia quando seria o fim do mundo (Mateus 24:34-36). Nós, portanto, temos que perguntar: por que o Filho não sabe disso quando já sabia de tudo mais? Ao invés de encarar isto como uma limitação humana, devemos considerá-lo um controlado limite de conhecimento. Aqui vemos um ato voluntário de humildade a fim de participar plenamente da nossa natureza (Filipenses 2:6-11, Hebreus 2:17) e ser o segundo Adão.

Finalmente, não há nada difícil demais para um Deus onisciente, e é com base na nossa fé em tal Deus que podemos descansar seguros, sabendo que promete nunca desamparar-nos enquanto continuarmos nEle. Ele conhece-nos desde a eternidade, mesmo antes da criação.

Deus já conhecia eu e você, já sabia quando apareceríamos no decorrer do tempo e com quem iríamos interagir. Ele até previu o nosso pecado em toda a sua feiura e depravação, mas ainda, em amor, escolheu colocar o Seu selo sobre nós e nos atraiu a esse amor em Jesus Cristo (Efésios 1:3-6). 

Um dia o veremos face a face, mas o nosso conhecimento de Deus nunca será completo. Nossa admiração, amor e louvor a Ele continuarão por todos os milênios enquanto nos aquecemos nos raios do Seu amor celestial, aprendendo e apreciando cada vez mais o nosso Deus onisciente.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

UMA PALAVRA SOBRE O VERDADEIRO DISCIPULADO

Não é tempo de cristianismo, mas qualidade de vida cristã

Tudo cresce! Todos precisamos crescer!

Não podemos estacionar em nenhum momento de nossas vidas. Podemos parar pra avaliar, fazer uma análise mais profunda, mas depois continuar crescendo, rumo ao alvo, à varonilidade perfeita.

Muitas pessoas simplesmente não crescem. Sofrem de “nanismo”espiritual. Não se desenvolvem, são como anões da fé. Vejamos, em que fase você se compreende e pra onde você deve ir:

INFÂNCIA ESPIRITUAL: Fase de dependência, necessidade de alimentação leve e constante, carência de afetos e cuidados com enfermidades emocionais.

ADOLESCÊNCIA ESPIRITUAL: Ampliação de vida social, crises existenciais, comparações absurdas, e certa dose de exagero em várias análises superficiais.

JUVENTUDE ESPIRITUAL: Vontade de conhecer mais, empenho e dedicação ao trabalho, ambição de conquistar alguém, vontade de estar mais capacitado.

Generosidade de recursos e tempo para dispor. Necessidade de gerar filhos, vontade de cuidar melhor

MATURIDADE ESPIRITUAL:, vontade de ensinar alguém. Disposição para servir de exemplo.

Estas deveriam ser as fases de um discipulado efetivo.

Falta de crescimento gera diversos problemas em inúmeras áreas dentro de uma igreja e na vida de cada pessoa.

Um bom discípulo não é alguém que está em uma boa igreja ou em um bom ministério. Mas o encontro entre um bom coração discipulador, e um bom coração discipulável.

Não é tempo de cristianismo, mas qualidade de vida cristã. Como Paulo nos ensinou em Efésios 4:15-16

Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor. (Ef 4:15-16)

Autoria - Bruno dos Santos


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Receita para um Viver Melhor

“Jesus respondeu: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e grande mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Mateus 22:37-39.

A receita de Jesus para uma boa qualidade de vida é uma receita em três dimensões.

Trata-se de uma receita semelhante a um tamborete de três pernas – se faltar qualquer uma delas, acaba-se a sustentabilidade e a pessoa vai ao chão.

Conforme vemos no texto bíblico supracitado, o primeiro ponto desta receita nos aconselha amar ao Senhor nosso Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento.

Religiosos em geral são unânimes quando dizem que este é o primeiro passo a ser dado por aqueles que desejam vida abundante.

De fato, estar bem com Deus é pré-requisito indispensável para o bem estar em outras dimensões da existência.

Em seguida, o mesmo evangelho destaca que o amor ao próximo é o segundo ponto desta receita deixada pelo Mestre.

Certa vez, conversando com os seus discípulos, ele disse: “amai-vos uns aos outros”. E acrescentou: Desta forma todos saberão que vocês são meus discípulos – se vocês amarem uns aos outros”.

Verdadeiramente, nossa proximidade com Deus pode ser avaliada a partir de nossa proximidade com nossos semelhantes. Simplesmente não dá para acreditar numa espiritualidade que transforma o ser humano em um insuportável chato.

Por último, vamos a um ponto muito esquecido pelos cristãos em geral. Jesus ensina que o amor com o qual devemos amar aos outros deve ser equivalente ao amor que devemos dedicar a nós mesmos. Em outras palavras, ele está dizendo que cada pessoa também precisa amar a si mesma.

Sim, você precisa se amar! Ainda que você seja querido por Deus e também por muitas outras pessoas, sua vida estará em desequilíbrio se você não consegue amar a si mesmo.

Sem querer reduzir verbo tão amplo dentro de um conceito tão limitado, eu arriscaria dizer que amar é, dentre muitas outras coisas, cuidar, proteger, investir, encorajar, animar, acreditar, afirmar...

Isto posto, convém perguntar e responder: Eu me amo? Eu me cuido? Eu me protejo? Eu invisto em mim mesmo? Eu me encorajo e me animo? Eu acredito no meu potencial como gente?

A pessoa que segue esta receita de Jesus acaba por criar uma atmosfera positiva em redor de si mesma. Isto geralmente atrai a atenção e a companhia de mais gente. E como é bom estar perto de quem vive de bem com a vida!

Autor: Humberto de Lima

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.