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segunda-feira, 3 de março de 2025

O PODER DE DEUS

"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que fôr boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem". (Ef 4.29)

 Esteja sempre de acordo com Deus;

Olhe para as outras pessoas como Deus olha;

Fale das outras pessoas o que Deus fala.

 Encubra a transgressão, fale palavras de edificação com respeito às outras pessoas.

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, se há algum louvor, nisso pensai". (Filip 4.8)

Todos juntos, somos como um corpo.

Se você falar mal do seu irmão, está a falar mal de si mesmo.

"Antes de atirar barro, à casa do seu vizinho, lembre-se que vai sujar as suas mãos".

Quando alguém fala mal de outra pessoa, esse mal, contamina-o primeiro.

"O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem" (Mt 15.11)

Se deixar o Amor de Deus controlar as suas emoções e todo o seu ser, então clamará e Deus lhe responderá sempre.

Andar em amor, é a porta para um bom relacionamento com Deus, e para o poder de Deus na sua vida.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 19 de março de 2024

UM DEUS E TRES PESSOAS

O Pai é a Fonte de todas as coisas (1Co 8.6) “...pelo qual são todas as coisas”.

Ele é aquele que planejou e ordenou a redenção. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

A encarnação foi o cumprimento de seu decreto previamente anunciado em Sl 2.7: “Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei.”

Ele também deu-nos o Messias como expiação pelos nossos pecados (Is 53.6,10).

De maneira semelhante, Ele concedeu o Espírito Santo a seu povo (At 2.18; Ef 1.17).

Quanto a Deus, o Filho, foi por meio dEle que toda a obra da criação se realizou (Jo 1.3; 1 Co 8.6);

Significa que Ele era também o Senhor Deus, ao qual se refere o Sl. 90, o Criador que fez as montanhas, as colinas e toda a terra.

Ele é também o Sustentador e Preservador do universo material que Ele criou (Hb 1.2,3).

Ele era a Luz que veio ao mundo para salvar os homens do poder das trevas (Jo 1.9; 8.12) por meio de sua perfeita obediência à lei e sua morte expiatória na cruz (Hb 1.3).

O Espírito Santo é aquela pessoa da Trindade que inspirou a redação das Escrituras (1Co 2.13; 2Pe.1.21), e manifesta o Evangelho aos redimidos de Deus (Jo 16.14).

Ele comunica os benefícios do Calvário a todos quantos verdadeiramente creem e receberam Cristo como Senhor e Salvador (Jo 1.12,13);

Ele penetra em suas almas a fim de santificar seus corpos como templos vivos de Deus (1 Co 3.16; 6.19), após terem nascido de novo pela sua graça transformadora (Jo. 3.5,6).

Ensina aos cristãos as palavras de Cristo, de modo que possam entendê-las e crer nelas (Jo 14.26; 1 Co 2.10), e dá testemunho de Jesus tanto por sinais externos como por convicção interna (Jo 15.26; At. 2.33,38,43).

Ele santifica e congrega os membros de Cristo num organismo vivo, que é o verdadeiro templo do Espírito Santo (Ef 2.18-22) e concede a cada membro dons especiais da graça e do poder (1 Co 12.7-11)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

MISTERIOSO E SOBRENATURAL

“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes” (Jr 33.3).

As pessoas têm um grande fascínio por tudo o que é misterioso ou sobrenatural.

A busca, a indagação é algo que faz parte da riqueza do ser humano.

Infelizmente, ao invés de deixar que Deus, o Criador, preencha esta lacuna interior com Sua presença através do Espírito Santo, muitos buscam em coisas e lugares errados.

“O ser humano tem um vazio dentro de si, que é tão grande que só pode ser preenchido pela presença de Deus”.

Hoje, o mercado da literatura, da arte, e do vídeo está muito saturado com ocultismo

Por motivos supersticiosos, ou por desconhecimento da Bíblia muitas pessoas estão à procura de quem lhes diga o que fazer

São pessoas que estão entregues à crendice e à ignorância espiritual.

Isto é perigoso e tem levado muitas pessoas ao afastamento do verdadeiro Deus, e à morte espiritual.

Satanás aproveita deste anseio e da falta de vigilância de muitos para sutilmente entrar em suas vidas e prendê-las com suas filosofias e práticas pecaminosas e abomináveis ao Senhor, Deus Todo Poderoso.

Consequentemente, além dos indivíduos, cidades inteiras são atingidas por estas forças maléficas.

Entretanto, a Palavra de Deus garante que aqueles que escolhem a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e confirmam que creram Nele, obedecendo aos Seus mandamentos, são filhos de Deus e são guiados, não por práticas místicas ou fantasiosas, mas pelo Espírito Santo de Deus (Rm 8.14).

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também” (João 14.1-3)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 25 de junho de 2021

DEUS FALA A TODAS AS PESSOAS

A Bíblia diz que Deus fala a todas as pessoas. O Antigo Testamento, escrito por e para os judeus, reconhece que Deus se revela em todo o mundo a judeus e gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; ...Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl. 19.1-4).

Jesus, o Messias judeu, mostrou-se sempre disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc. 7.1-10; Lc. 17.11-19).

Quando Deus revelou ao apóstolo Paulo que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial a igreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos (At.10-11;15)

“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. 

“Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24).

“A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós o merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

segunda-feira, 1 de março de 2021

SER OU NÃO FIEL A DEUS

Milhões de pessoas vivem na incerteza sobre Deus. Buscam paz e consolo em religiões, filosofias, encantamentos, auto sacrifício, penitência, superstições e outras avenidas de busca espiritual.

As pessoas ficam desorientadas na vida e confusas interiormente.

A bolsa de valores pode quebrar. Guerras podem estourar. Tragédias podem ocorrer. Fome, secas ou crises materiais podem assolar a sociedade. Todavia, se você estiver em sintonia com Deus, não será derrotado, porque Ele deseja o melhor para seus filhos.

“As portas do inferno não podem prevalecer contra você” (Mt. 16.18) porque Deus está do seu lado. Abra as portas da sua mente para a maneira de pensar de Deus.

Doença e dor não fazem parte do plano dEle. Pobreza e necessidades não glorificam a Deus. Ele é a fonte de toda abundância. Ele é o criador. Tudo pertence a Ele. E você é a principal criação de Deus.

“E conhecereis a Verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). Deus mostra que deseja a nossa amizade, mas não nos obriga. Você e eu temos o direito de escolher.   “...Porque só Me revelarei àqueles que Me amam e Me obedecem. O Pai também os amará, e Nós haveremos de vir e morar com Ele.” (Jo 14.23).

“Eu sou a videira; vocês são os ramos. Todo aquele que vive em Mim, e Eu nele, produzirá muitos frutos...” (Jo 15.5).

A partir do momento que você conhece, toma posse e passa a viver, segundo a vontade de Deus, tudo se tornará mais fácil na sua vida.

 “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode chegar até o Pai, a não ser por mim.” (Jo. 14.6).

“Deixe nas mãos do Senhor tudo o qu e você for fazer. Confie  nEle de todo o coração e Ele fará o que for necessário.”(Sl 37.5)

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE LIDAR COM PESSOAS DIFÍCEIS?


Todos conhecemos pessoas que consideramos “difíceis” de uma forma ou de outra, e todos somos chamados a lidar com pessoas difíceis em algum momento ou outro. Uma pessoa difícil pode ser alguém condescendente, argumentativo, beligerante, egoísta, irreverente, obtuso ou simplesmente rude. Pessoas difíceis parecem saber como nos irritar, nos frustrar, ferir nossos sentimentos e provocar problemas. Lidar com pessoas difíceis torna-se um exercício de paciência, amor e graça.

Nossa resposta a pessoas difíceis deve modelar os exemplos fornecidos por Jesus, pois Ele certamente lidou com muitas pessoas difíceis durante Seu tempo aqui na terra. Em suas interações com pessoas difíceis, Jesus nunca demonstrou uma atitude de superioridade ou orgulho desdenhoso; antes, Ele mostrou autoridade sob controle. Ele usou repreensão quando necessário (João 8:47), mas também lidou com pessoas difíceis permanecendo em silêncio (João 8:6), fazendo perguntas (Marcos 11:28-29), apontando-as para as Escrituras (Marcos 10:2– 3) e contando uma história (Lucas 7:40–42).

No Sermão da Montanha, Jesus foi bastante específico ao lidar com pessoas difíceis com amor e humildade: “Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lucas 6:27–31). Primeiro Pedro 3:9 diz: “não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo, pois para isto mesmo fostes chamados, a fim de receberdes bênção por herança.”

Ao lidar com pessoas difíceis, devemos nos precaver contra o orgulho. É importante recordar a admoestação dada pelo apóstolo Paulo em Romanos 12:3: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (ver também Filipenses 2:3–4). Então, quando tivermos que lidar com uma pessoa difícil, devemos nos aproximar da situação com mansidão. O amor também é fundamental: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5:14). Devemos mostrar o amor de Deus a todos, inclusive a pessoas difíceis.

O livro de Provérbios fornece muita sabedoria ao lidar com pessoas difíceis. Provérbios 12:16 promove a paciência em nossos relacionamentos: “A ira do insensato num instante se conhece, mas o prudente oculta a afronta.” Provérbios 20:3 elogia a pacificação: “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas.” Provérbios 10:12 encoraja o amor: “O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.” Provérbios 17:14 valoriza a prevenção e deferência: “Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.” Se possível, seria melhor totalmente evitar a situação através da cuidadosa escolha de com quem nos associamos: “Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico” (Provérbios 22:24).

Lidar com pessoas difíceis é inevitável. Quando lidamos com pessoas assim, é fácil responder de forma carnal. Entretanto, isso só traz o pior de nós. Quanto melhor seria permitir que nossos tratos com pessoas difíceis demonstrassem o fruto do Espírito em nós (Gálatas 5:22-23)! Pela graça de Deus, possamos lidar com pessoas difíceis em amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e – para completar – domínio próprio. Além disso, que nós tenhamos o cuidado de não nos tornarmos as “pessoas difíceis” com as quais os outros têm que lidar!

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

DEUS AINDA FALA COM AS PESSOAS?


Um jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Terça-feira.
O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor.
O jovem não pode deixar de querer saber se “Deus ainda fala com as pessoas?”
Após a pregação ele saiu para um café com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas da noite quando o jovem começou a dirigir-se para casa.   
Sentado no seu carro, ele começou a pedir “ Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo”.
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: “Pare e compre um galão de leite”. Ele balançou a cabeça e falou alto “Deus é o Senhor? “Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento “compre um galão de leite”.
O jovem pensou em Samuel e como ele não reconheceu a voz de Deus, e, como Samuel correu para Eli.
“Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite”. Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil.  Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa. Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido: “Vire naquela rua”. Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua. Meio brincalhão, ele falou alto “Muito bem, Deus, eu farei”.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar. Ele brecou e olhou em volta. Era uma área mista de comércio e residência. Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo, “Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua”. O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. “Senhor, isso é loucura! Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?”. Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente, ele abriu a porta, “Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem, eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui”.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança. A voz de um homem soou alto:“Quem está aí? O que você quer?”. A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira. “O que é?”.
O jovem entregou-lhe o galão de leite. “Comprei isto para vocês”. O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto. Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando “Nós oramos, tínhamos muitas contas para pagar este mês e, o nosso dinheiro havia acabado, não tínhamos mais leite para o nosso bebê. Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite”.
Sua esposa gritou lá da cozinha: “Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco...  Você é um anjo? O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem. Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face. Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.

A D - Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 4 de março de 2017

OS ANJOS APARECEM PARA AS PESSOAS HOJE EM DIA?

Na Bíblia os anjos aparecem para as pessoas de maneiras imprevisíveis e variadas. Um leitor casual da Bíblia pode ficar com a ideia de que as aparências angelicais eram um tanto comum, mas esse não é o caso. Há um crescente interesse em anjos hoje, e há muitos relatos de aparições angélicas.

Os anjos são parte de quase todas as religiões e, em geral, parecem ter o mesmo papel de mensageiro. A fim de determinar se os anjos aparecem hoje, devemos primeiramente obter uma visão bíblica de suas aparências antigas.

A primeira aparição de anjos na Bíblia é em Gênesis 3:24, quando Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden. Deus colocou querubins para bloquear a entrada com uma espada flamejante.

A próxima aparição angelical é em Gênesis 16:7, cerca de 1.900 anos mais tarde. Agar, a serva egípcia que deu Ismael a Abraão, foi instruída por um anjo para voltar e se submeter à sua senhora, Sarai.

Abraão foi visitado por Deus e dois anjos em Gênesis 18:2, quando Deus lhe informou da iminente destruição de Sodoma e Gomorra. Os mesmos dois anjos visitaram Ló e instruiu-o a fugir da cidade com sua família antes da destruição dessas cidades (Gênesis 19:1-11). Os anjos, neste caso, também exibiram o poder sobrenatural de cegar os homens ímpios que estavam ameaçando Ló.

Quando Jacó viu uma multidão de anjos (Gênesis 32:1), ele imediatamente os reconheceu como o exército de Deus. Em Números 22:22, um anjo confrontou o desobediente profeta Balaão, mas Balaão não viu o anjo no início, embora o seu jumento o tivesse visto. Maria recebeu a visita de um anjo que lhe disse que seria a mãe do Messias, e José foi avisado por um anjo para levar Maria e Jesus ao Egito para protegê-los do edital de Herodes (Mateus 2:13).

Quando os anjos aparecem, quem os vê muitas vezes ficam amedrontados (Juízes 6:22; 1 Crônicas 21:30, Mateus 28:5). Os anjos entregam mensagens de Deus e fazem a Sua vontade, às vezes por meios sobrenaturais. Em todos os casos, os anjos apontam as pessoas para Deus e dão a glória a Ele. Os santos anjos se recusam a serem adorados (Apocalipse 22:8-9).

De acordo com relatórios modernos, visitações angélicas vêm em uma variedade de formas. Em alguns casos, um estranho evita lesões graves ou morte e, em seguida, desaparece misteriosamente. Em outros casos, um ser alado ou de roupa branca é visto momentaneamente e em seguida desaparece. A pessoa que vê o anjo é muitas vezes deixada com um sentimento de paz e segurança da presença de Deus. Este tipo de visitação parece concordar com o padrão bíblico como visto em Atos 27:23.

Um outro tipo de visitação que é por vezes anunciado hoje em dia é o tipo de "coro angelical". Em Lucas 2:13, os pastores foram visitados por um coro celestial ao serem informados do nascimento de Jesus. Algumas pessoas têm relatado experiências semelhantes em lugares de adoração. Esta experiência não se encaixa com o modelo tão bem, já que normalmente não serve nenhum propósito além de proporcionar uma sensação de euforia espiritual. O coro angelical no Evangelho de Lucas veio anunciar uma notícia muito específica.

Um terceiro tipo de visitação envolve apenas um sentimento físico. Os idosos têm muitas vezes relatado sentindo-se como se braços ou asas estivessem envolvidos em torno deles em momentos de extrema solidão. Deus é certamente o Deus de toda consolação e a Escritura fala de Deus cobrindo com Suas asas (Salmo 91:4). Estes relatórios podem muito bem ser exemplos dessa cobertura.

Deus ainda está tão ativo no mundo quanto sempre foi, e Seus anjos certamente ainda estão trabalhando. Assim como os anjos protegeram o povo de Deus no passado, podemos ter certeza de que estão nos guardando hoje.

Hebreus 13:2 diz: "Não vos esqueçais da hospitalidade, porque por ela alguns, sem o saberem, hospedaram anjos." Ao obedecermos aos mandamentos de Deus, é bem possível que encontremos os Seus anjos, mesmo se não percebermos. Em circunstâncias especiais, Deus permitiu que Seu povo visse Seus anjos invisíveis a fim de encorajá-lo a continuar em Seu serviço (2 Reis 6:16-17).

Devemos também prestar atenção aos avisos das Escrituras sobre os seres angelicais: há anjos caídos que trabalham para Satanás e que farão de tudo para nos subverter e destruir. Gálatas 1:8 nos adverte para termos cuidado com qualquer "novo" evangelho, mesmo se for entregue por um anjo.

Colossenses 2:18 adverte contra a adoração de anjos. Toda vez que a Bíblia menciona homens se prostrando diante de anjos, esses seres firmemente se recusaram a ser adorados. Qualquer anjo que receba adoração, ou que não dê glória ao Senhor Jesus, é um impostor. Segundo Coríntios 11:14-15 afirma que Satanás e seus anjos se disfarçam como anjos de luz a fim de enganar e desviar qualquer um que os ouve.

Ficamos encorajados com o conhecimento de que os anjos de Deus estão ativos. Em circunstâncias especiais, até podemos ter uma daquelas raras visitas pessoais. Maior do que esse conhecimento, no entanto, é o conhecimento que o próprio Jesus disse: "eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mateus 28:20). Jesus, o qual fez os anjos e recebe a sua adoração, prometeu-nos a Sua própria presença em nossas provações.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 1 de fevereiro de 2014

As bem aventuranças

Bem aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus. [Mateus 5.3]

Precisamos começar com três negativas.

Primeiro, Jesus não está nos encorajando a sermos seletivos, por exemplo, chamando alguns para serem humildes e outros para serem misericordiosos. Todas as oito bem aventuranças, assim como os nove frutos do Espírito, devem caracterizar os seguidores de Cristo.

Segundo, Jesus não está prescrevendo uma fórmula de saúde mental. Na verdade, makarios (“abençoado”) pode significar “feliz”, mas Jesus não está fazendo um juízo subjetivo (aquilo que sentimos), mas objetivo (aquilo que Deus pensa).

Terceiro, Jesus não está pregando salvação através de boas obras, mas ensinando como aqueles que já renasceram pelo Espírito se comportarão.

Os pobres em espírito são aqueles que reconhecem que estão espiritualmente falidos. Sua fala é: “Nada em minha mão eu trago, simplesmente à tua cruz me apego”. Os que se encontram de luto aparecem em seguida. Não é a perda de um ente querido que eles choram, mas a perda de sua integridade e respeito próprio. Eles são consolados pelo perdão de Deus.

Os humildes (assim sugere o contexto) estão dispostos a que outros pensem deles aquilo que dizem que são. Na escala seguinte estão os que se acham famintos e sedentos por justiça. Um apetite espiritual aguçado marca o povo de Deus.

Se as quatro primeiras bem-aventuranças dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus, as outras quatro se referem à nossa relação com as pessoas.
Uma vez que Deus é um Deus misericordioso, seu povo deve ser assim também. Devemos amar e servir qualquer um que esteja necessitado, como nos ensinou o bom samaritano na semana passada.

As próximas pessoas a serem abençoadas são as puras de coração, ou seja, as coerentes, sinceras, transparentes.

Os cristãos também devem ser pacificadores. Eles então serão chamados filhos de Deus, já que seu Pai é o supremo pacificador que pagou, através da morte de seu Filho, um alto preço para ter paz conosco (Cl 1.20).

 A oitava bem-aventurança pronuncia uma bênção sobre aqueles que são perseguidos por causa da justiça. A perseguição a cristãos está aumentando em várias culturas hoje. Trata-se de um aspecto de nosso chamado cristão, como Jesus ensinou, e nos coloca em uma nobre sucessão, uma vez que os profetas foram perseguidos antes de nós.

Desse modo, a contracultura de Jesus Cristo está em oposição às culturas do mundo, pois Jesus parabeniza aqueles que o mundo considera pobres coitados, e chama os rejeitados do mundo de abençoados.

E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos;E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles  alcançarão misericórdia;Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.(Mt.5.1-12)

Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Deus fala com todas as pessoas

O Antigo Testamento reconhece que Deus se revela tanto aos judeus como aos gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl.19.1-4).

Jesus sempre se mostrou disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc.7.1-10; Lc. 17.11-19).

Quando Deus revelou ao apóstolo Pedro que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial aigreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos - E viu o céu aberto, e que descia um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas, e vindo para a terra.; E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou. - At.10.11;15

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19).

O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade.

“Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24).“A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos.O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Examine o âmago da fé cristã. Não aceite apenas a versão de outra pessoa qualquer, só de ouvir dizer, mas analise você mesmo a Bíblia. O que ela ensina: O evangelho de João e o livro de Romanos podem ser boas opções para começar, ou para renovar e esclarecer a sua compreensão.

Todavia, por mais que alguém estude e reflita, há a necessidade de tomar uma decisão pessoal de crer em Jesus, dedicando sua vida a segui-lo como Único Senhor e Salvador.

Graça e Paz

Publicado nesse mesmo blog em outubro de 2010

Lidiomar T. Granatti

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Fidelidade – Por que as pessoas traem?

“Jardim fechado… Eu sou um muro, e os meus seios como as suas torres; sendo eu assim, fui tida por digna da confiança do meu amado”. (Cant. 4.12; 8.10; 1Co.7.2-5)

Quem ama não trai. Com certeza não existe maior traição da confiança do que a infidelidade conjugal. POR QUE PESSOAS TRAEM? (Segundo o terapeuta norte-americano Alert Ellis).

Causas não-neuróticas:

Insatisfação sexual no casamento que pode levar a busca de compensação.

A perda de atração pelo companheiro(a). O desejo sexual vai ficando reprimido e as fantasias vão se multiplicando até levar ao adultério.

A excessiva absorção no trabalho, pode produzir no outro uma sensação de rejeição e abandono.

O tédio, que vem da repetição, da rotina e que gera indiferença sexual e emocional.

Extensos períodos de ausência.

A pressão do estar longe de casa durante longos períodos de tempo pode ser esmagadora.

Doenças físicas de vários tipos. Gestações sucessivas.

Causas neuróticas:

§ Os “mimados” – são aqueles que acreditam que precisam de tudo o que desejam. Encaram caprichos temporários com necessidades básicas. Os casos nunca correspondem sua expectativas, que são, aliás, irreais (ex: a síndrome do fim de semana perfeito, do sexo perfeito).

§ Os “narcisistas”- eles se consideram irresistíveis, têm uma necessidade constante de reconhecimento e admiração, uma enorme preocupação consigo mesmos e uma total incapacidade de corresponder. Adultério para eles é uma experiência de auto – engrandecimento.

§ Os “os fujões” – são aquelas pessoas que estão fugindo não apenas de si mesmas, mas da própria vida.

§ Os “imaturos”­ – são os que através da infidelidade procuram afirmar, provar eternamente sua masculinidade ou feminilidade. A vida se transforma num teste contínuo de sedução. A mola propulsora desse comportamento é ansiedade.

§ Os “inseguros” – são pessoas que se auto desvalorizam, não se respeitam e não têm auto estima. Usam o adultério como fuga.

§ Os “vazios” – são os que sofrem de um grande vazio existencial e se recusam a dar um sentido para a própria vida. Estes vão tendo relacionamento promíscuos para encobrir a falta de nexo dentro de si mesmos.

§ Os “vingativos”- São os que traem tendo como motivação um sentimento de vingança.

A fidelidade conjugal da segurança ao casamento e garante a bênção de Deus na vida do casal.

Veja o a Palavra de Deus diz: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros”. (Hb. 13:4)

Na verdade, o adultério é a manifestação da necessidade de cura, libertação interior.

Extraído do livro: “Casais Debaixo da Graça” – Pr. Josue Gonçalves

Por Lidiomar

Graça e Paz


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A escola do deserto

Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.

Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.

Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.

Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

Pr. Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Perfeccionismo não é excelência

Muitas pessoas sentem orgulho em dizer que são perfeccionistas. Elas acham que esta é uma extraordinária qualidade. Batem no peito e assumem abertamente que são e que fazem questão de ser assim. É como se elas trouxessem ao pescoço uma placa com os dizeres: “Siga-me a faça como eu: é o único jeito de tornar o mundo melhor”. Vivem como se fossem o suprassumo da humanidade, o protótipo do ser humano ideal. São aqueles que se julgam os pais perfeitos, os pastores ideais, os crentes nota dez, os modelos de família mais desejáveis, os exemplos marcantes que farão a diferença na história.

Quando encontramos com estas pessoas, achamos que elas são mesmo tudo isso. Por um tempo chegamos a ficar em dúvida e até a admirar, senão mesmo invejar, seu alto nível de compromisso com as virtudes mais escolhidas da raça humana.

Acontece que o perfeccionismo é uma falácia. Simplesmente porque ele se baseia em pressupostos sem alicerces sustentáveis.

Primeiro, porque trata-se de uma mania. É uma coisa quase patológica. Praticamente uma síndrome. Achar que temos condições de fazer qualquer coisa sem falhas, que não erramos nunca, que não temos defeitos é o limiar da loucura absoluta. Não é possível viver assim a vida toda. E o que acaba acontecendo é que em algum momento a falha vai chegar, dando à luz uma vida de hipocrisia farisaica. Quem tem mania de perfeição não consegue conviver com suas próprias faltas. Para ele, isso é a fim. Ele não conseguirá conviver com a realidade, não terá estrutura para enfrentar a verdade. Então, acaba criando um mundo só seu, onde o que importa é a opinião das pessoas, é manter sua imagem perante os outros.

Por esta razão, o perfeccionismo é o embrião da falsidade e do farisaísmo.

Segundo, porque o padrão ideal seguido por quem sofre deste mal é criado por ele mesmo. Este modelo é fundido no fundo do seu próprio quintal, no tacho das idiossincrasias, isto é, naquilo que diz respeito ao temperamento, valores e conceitos de cada um.

Nem sempre, porém, este padrão é efetivamente o melhor. Para os cristãos, por exemplo, o padrão perfeito e absoluto é Jesus. Imita-lo, tentar ser como ele, deveria ser a maior ambição de um discípulo. Mas vai daí que o perfeccionista passa criar o “Jesus” que mais lhe interessa, como se isso fosse possível.

À semelhança de uma facção da igreja dos coríntios, esse pessoal cria um partido e diz que “são de Cristo”, como se o Senhor tivesse lá do seu trono mandado a ficha de filiação para dar seu aval àquele grupelho. Colocam na boca de Cristo palavras que ele nunca sonhou em proferir. Cobram coisas que ele nunca cobrou.

Não bastasse isso, ainda querem impor a todo mundo o mesmo padrão. Veja, ele mesmo criou o seu e agora quem não faz exatamente como ele imagina, não serve. Este é o maior estrago causado pelo perfeccionismo: julgar que somente aquilo que fazemos é que tem valor. Só o nosso padrão é bom. Quem não reza pela nossa cartilha, não tem qualidade. Não é “espiritual”, não tem “consagração”. Quem não gosta daquilo que eu gosto, não tem bom gosto.

Agora, não confunda perfeccionismo com a busca pela excelência.

A diferença é sutil, mas existe. Muitos perfeccionistas tentam se justificar dizendo-se caçadores de excelência.

Excelência é fazer as coisas com o máximo de qualidade que nossos recursos permitem.

Perfeccionismo é determinar pelo nosso padrão pessoal qual é esse máximo e exigir que todos o alcancem. Tentar fazer o melhor sempre, dar o máximo em cada coisa que fazemos, caprichar, esmerar-se é bem diferente de traçar um padrão pessoal de perfeição absoluta e gastar sua vida toda perseguindo esta utopia.

A excelência é uma virtude admirável. Ela atrai e influencia as pessoas ao redor. Quem trabalha com excelência não vai ficar às voltas com quem mata o serviço.

O perfeccionismo, por sua vez, é um defeito asqueroso. Ele isola e torna solitários seus adeptos. O destino do perfeccionista é uma perene frustração. E ninguém gosta de se espelhar em frustrados.

É verdade que muita gente isola também o excelente, porque não é todo mundo que está interessado em ir um passo além e sair da mediocridade. A gente se acostuma a um padrão meia-boca e às vezes não há quem nos faça desistir dele. Mas aí já é um outro problema. Neste caso, a responsabilidade da escolha não recai sobre você, mas sobre aqueles que preferem a estagnação e a falta de qualidade. Problema deles. É o outro extremo.

Quanto a mim e a você, que não queremos errar nem pela falta nem pelo excesso, nos cabe clamar a graça de Deus sobre nossas vidas para que vivamos da melhor forma possível, com sabedoria e discernimento, conscientes de nossas limitações e fraquezas, mas procurando dar o melhor sempre, em todas as circunstâncias.
E se um dia a gente se tornar referência para o que quer que seja, que seja unicamente para glorificar o Servo Perfeito que andou entre nós e que “deixou-nos exemplo para seguirmos os seus passos” (1Pe.1.22)

Autor: Marcos Soares

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.