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quarta-feira, 21 de agosto de 2024

COMO SE LIBERTAR DA AMARGURA

Dando ouvidos a palavra do Senhor

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; (Mt 6.14)

Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

“Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas” (Mt 6.15)

Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus.

“Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”.(Mt 18.21)

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão.

Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara.

Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças.

Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade.

Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você.

Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 6 de dezembro de 2020

COMO SE LIBERTAR DA AMARGURA.

A Palavra do Senhor que diz em Mateus 6:14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt.6.15) Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus. Mateus 18:21 “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?, Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão. Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara. Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças. Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

A palavra do Senhor diz que é necessário nos prevenirmos, e ficarmos atentos, para que nenhum de nós seja impedido, preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura:

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Vencendo a Preocupação

Você tem a tendência de esperar o pior?

Você entra em pânico quando recebe uma carta da Receita Federal ou ouve rumores de demissões na empresa em que trabalha? Você descobre que fica preocupado mesmo quando não há nada com que se preocupar, convencido de que algo ruim está para acontecer e você terá que se preocupar com isso?

A palavra preocupação, em inglês, provém de um antigo termo que significa “sufocar ou estrangular” e isto é exatamente o que preocupação faz com nossa produtividade e alegria. Preocupação nada mais é que perda de tempo autodestrutiva.

No conhecido "Sermão do Monte" relatado na Bíblia, Jesus apresentou algumas razões para não nos preocuparmos e ofereceu alguns segredos para vencermos a preocupação:

- Preocupação é irracional.
É inútil preocupar-se com o que não podemos mudar. É absurdo preocupar-se com o que podemos mudar. Cada vez que repassamos em nossa mente uma preocupação, ela se torna maior e mais opressiva. Preocupação amplifica os problemas, deixando-os fora de proporção. Não se preocupem com as roupas que vocês precisam. A vida é mais do que aquilo que vocês vestem” (Mateus 6.25 – tradução livre).

Preocupação é antinatural.
Preocupação não nasceu conosco. Ela é a resposta que aprendemos a apresentar diante das ocorrências da vida. Felizmente é possível desaprender isso. Na criação de Deus, a única espécie que se preocupa é o ser humano. Nós não acreditamos que Deus vai cuidar de nós. “As aves não se preocupam, mas Deus cuida delas. Vocês não sabem que são mais valiosos para Deus do que meras aves?” (Mateus 6.26 – tradução livre).

Preocupação é inútil.
Ela não funciona. Não pode alterar o passado, nem controlar o futuro. Preocupação não soluciona nenhum problema. Apenas faz que nos sintamos miseráveis hoje. “Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?” (Mateus 6.27).

Preocupação é desnecessária.
Se você confiar todos os detalhes de sua vida a Deus, Ele prometeu cuidar de você. Quando era criança e você pedia ao seu pai dinheiro para o lanche, jamais se preocupou com o lugar de onde ele viria.Isso era problema de seu pai. Deixe que Deus seja Deus em sua vida! Deus cuidará de você; apenas tenha fé” (Mateus 6.32 – tradução livre).

Como Nos Libertar do Hábito da Preocupação?

Primeiramente, confie a Deus cada área de sua vida.
Preocupamo-nos porque temos consciência de que existem fatores em nossa vida que não podemos controlar. Preocupação nos dá a sensação de fazer alguma coisa, mas na verdade, é apenas desperdício de energia mental e emocional.

Confiar em Deus, Aquele que está no controle de todas as coisas, nos liberta desse fardo. “O seu Pai Celestial sabe perfeitamente bem das coisas que você precisa e vai providenciá-las, se você Lhe der o primeiro lugar em sua vida e viver segundo a Sua vontade” (Mateus 6.32-33).

Em segundo lugar, viva um dia de cada vez.
Com frequência sofremos pelo que pode acontecer amanhã ou na próxima semana, enquanto os desafios do dia de hoje ainda não se revelaram para nós. Concentre-se em “o que”, e não em “se”. “Não se preocupem com o amanhã. Cada dia traz os seus próprios problemas” (Mateus 6.34 – tradução livre).

Autor: Rick Warren

Por Lidiomar

Graça e Paz

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A escola do deserto

Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.

Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.

Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.

Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

Pr. Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Porque devemos perdoar

Perdoar significa deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram.

É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido.

O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho.

De modo que devemos perdoar aqueles que nos ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt 6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem-estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).

O perdão é um ato da minha vontade. O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão.

É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.

O servo não questiona, ele simplesmente obedece.

O PERDÃO PODE SER:

Natural – Origina-se no próprio homem

Sobrenatural – Ë de competência divina.

A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano.

O perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

Quem não perdoa é prisioneira do seu passado. Perde a capacidade de viver do presente. Tem dificuldade em analisar a situação como de é de fato. Ele encara o presente com os olhos do passado.

Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado. Fica com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).

Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa. É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.

Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertos.

José Gomes

Adaptado por Lidiomar T. Granatti

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.