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sexta-feira, 31 de outubro de 2025

O DEUS DA OBRA

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós.

Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. 

Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos 

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

Ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que Ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. 

Vida com Deus precede trabalho para Deus.

Motivação é mais importante do que realização.

Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra.

O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 7 de setembro de 2024

A MANIPULAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

Depois que jesus foi batizado, o Espírito Santo O fez ir ao deserto para ser tentado pelo demônio.

Jesus ficou ali quarenta dias e quarenta noites sem comer, e estava com fome.

Então o demônio chegou perto dEle e disse:

- Se você é filho de Deus, mande que estas pedras virem pão.

Jesus respondeu: As Escrituras dizem: “Não só de pão vive o homem, mas também de todas as palavras que Deus diz.”

Então o demônio fez Jesus ir até Jerusalém, a Cidade Santa.

Ele pôs Jesus no lugar mais alto do Templo e disse:

- Se você é filho de Deus, pule daqui. Porque as Escrituras dizem:

“Deus mandará seus anjos para cuidarem de você.

Eles vão te sustentar com as mãos, para que não machuque nem mesmo os pés nas pedras.”

Jesus respondeu: Mas as Escrituras também dizem: “Não tente o Senhor seu Deus.”

Então o demônio levou Jesus para um monte muito alto.

Dali mostrou a Jesus todos os reinos do mundo com toda a sua grandeza e disse:

Eu lhe darei tudo isto, se você ajoelhar-se e me adorar.

Mas Jesus respondeu: Vá embora, satanás!

As Escrituras dizem: “Adore o Senhor seu Deus e faça somente o que Ele manda!”

Então o demônio foi embora. E os anjos vieram e cuidaram de Jesus.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

PERCEBENDO O DESERTO

"Eis que, se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; esconde-se à direita, e não o diviso. Mas ele sabe o meu caminho; se ele me provasse, sairia eu como o ouro" (Jó 23:8-10).

Jó procura pela presença e o mover de Deus em sua vida, mas quanto mais o busca, menos o sente. Deus, no entanto, está trabalhando a seu favor e sabe tudo o que está acontecendo com ele.

O fato da presença de Deus não ser perceptível não quer dizer que ele não esteja ali, operando em nossas vidas.

Quando você aceitou o Senhor Jesus, e Ele o encheu do seu Espírito, a presença de Deus era maravilhosa e real.

Você apenas sussurrava o seu nome e Ele se manifestava. Semelhante a uma criança recém nascida, você recebia dele toda atenção.

Quando nos convertemos e somos cheios do Espírito Santo, ao menor gemido nosso, Deus se manifesta, vin­do em nosso socorro.

No entanto, para podermos amadurecer, ele permite que passemos por períodos em que já não nos res­ponde a qualquer instante.

Chegou a hora do aperfeiçoamento do caráter, e é no deserto que isso ocorre... No deserto, parece que Deus está a milhares de quilómetros de nós e que suas promessas são ina­tingíveis.

Na realidade ele está ali, bem junto de nós, pois pro­meteu que jamais nos abandonaria (Hb 13:5).

O deserto é um período em que temos a impressão de que estamos andando na direção contrária a tudo que sonhamos, distanciando cada vez mais da promessa divina.

O objetivo do deserto é o nosso aperfeiçoamen­to. Nosso alvo deve ser conhecer melhor o Senhor, e não ape­nas viver em busca de suas provisões.

Assim, quando tivermos em abundância, reconheceremos que foi o Senhor quem nos deu. Ele nos concede abundância de sua graça, para confirmar a sua aliança (Dt 8:12-18)

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

COMO AGIR NO DESERTO

Porque algumas vezes nos sentimos vazios: Frios, Deus parece que não nos ouve? Deus está conosco, Jesus prometeu estar conosco todos os dias até a consumação do século, o Espírito Santo faz morada em nós. Portanto a Trindade está sempre conosco.

No entanto eu posso sentir isto ou não. Posso ver isto ou não. Quando eu não sinto ou não vejo Deus comigo (Deserto), me vem uma sensação de vazio e frieza espiritual.

Mas Deus não quer isto, Ele quer que pela fé (Hb 11:1) eu creia que Ele está comigo, e haja abundância de vida mesmo no deserto (Sl 84:6) Jó 35:14.

Deserto é dificuldade de ver e sentir Deus presente, embora Ele sempre esteja (Sl 34:18).

Há 3 causas diferente de Deserto: Deus nos faz passar por momentos assim: Se Deus quer trabalhar em nossa fé, e fé é ter convicção de fatos que não se veem, muitas vezes Deus permite que não o sintamos presente para lançarmos mão de fé.

Pecados ou voluntários afastamentos de Deus. Este tipo de deserto não é propriamente uma provação mas, consequência de derrota espiritual.

O pecado afasta-os de Deus, e o abandona da oração e da leitura da Bíblia, nos traz também frieza espiritual. II Sm 11; 12:6; Sl 51:11. I Rs 19:4.

Elias era homem de Deus e muito abençoado. Não fora Deus quem o conduzira ao deserto, e nem pecado, mas um problema, uma ameaça o fez entrar em depressão.

Elias era um Melancólico. Todos temos um pouco do temperamento melancólico, mas há pessoas marcadamente melancólicas, que constantemente estão em desertos.

COMO AGIR NOS DESERTOS

Usar a fé e não sentidos II Co 5:7, crer que Deus está ali mesmo que não o veja ou o sinta. Manter vida devocional, mesmo que não haja "o calor da sua presença".

Preservar enquanto durar o deserto. O de Jesus durou 40 dias. O dos Judeus 40 anos. O seu durará enquanto você necessitar. Se houver pecado, confesse-o. Se estiver doente vá ao médico. Deixe o Espírito mudar seu temperamento, se for este o seu caso.

COMO AGIR NAS PROVAÇÕES DE MANEIRA GERAL?

Confiar nas promessas. I Co 1:13, I Pe 1:5, I Pe 4:10, Mt 26:20.

Perseverar ao lado do Senhor, descansando - I Pe 5:7.

Opondo-se e resistindo ao diabo e às tentações. I Pe 5:8 e 9, Tg 4:8.

Alegrar-se nas bênçãos provenientes das provações I Pe 1:6.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

  

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

A TENTAÇÃO DE JESUS

DEPOIS QUE JESUS FOI BATIZADO, o Espírito Santo o fez ir ao deserto para ser tentado pelo demônio.

Jesus ficou ali quarenta dias e quarenta noites sem comer, e estava com fome. Então o demônio chegou perto dele e disse:

- Se você é filho de Deus, mande que estas pedras virem pão.

Jesus respondeu:

- As Escrituras Sagradas dizem: “Não só de pão vive o homem, mas também de todas as palavras que Deus diz.”

Então o demônio fez Jesus ir até Jerusalém, a Cidade Santa. Ele pôs Jesus no lugar mais alto do Templo e disse:

- Se você é filho de Deus, pule daqui. Porque as Escrituras Sagradas dizem: “Deus mandará seus anjos para cuidarem de você. Eles vão sustentar você com as mãos, para que você não machuque nem mesmo os pés nas pedras.”

Jesus respondeu:

- Mas as Escrituras Sagradas também dizem: “Não tente o Senhor seu Deus.”

Então o demônio levou Jesus para um monte muito alto. Dali mostrou a Jesus todos os reinos do mundo com toda a sua grandeza e disse:

- Eu lhe darei tudo isto, se você ajoelhar-se e me adorar.

Mas Jesus respondeu:

- Vá embora, satanás! As Escrituras Sagradas dizem: “Adore o Senhor seu Deus e faça somente o que ele manda!”

 Então o demônio foi embora. E os anjos vieram e cuidaram de Jesus.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

ENTRANDO NO DESERTO

 Mas quando Elias está no auge de sua crise, o Senhor lhe pergunta: O que é que você está fazendo aqui, Elias? Em outras palavras podemos dizer que o Senhor lhe falava que ele estava fora de seu lugar, que aquela atitude não combinava com o plano de Deus para a vida dele.

E embora Elias tenha ouvido a voz de Deus, ele ainda não estava suficientemente próximo dela a ponto de permitir que ela encobrisse a voz do desânimo em sua vida.

Ele ouve Deus o chamando e questionando porque estava ali, mas sua resposta está carregada de desânimo, o que revela qual voz falava mais alto em seu coração naquele momento:

“Respondeu ele: Tenho sido muito zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos; porque os filhos de Israel deixaram o teu pacto, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem.” I Reis 19:10

Deus, contudo, não fala mais nada com Elias na caverna, a não ser chamá-lo para fora.

Há uma figura espiritual aqui. Deus não vai jogar nosso jogo emocional. Não adianta ouvirmos sua voz na caverna e ficarmos nos defendendo e consumindo em autocomiseração.

Deus espera de nós uma atitude neste momento, e Ele deixa bem claro qual é o passo necessário quando chama o profeta para fora: “Ao que lhe disse Deus: Vem cá fora, e põe-te no monte perante o Senhor” (I Re.19:11a).

Deus não nos chamou para viver no vale, deprimidos e entristecidos, mas sim para vivermos no monte, nos lugares altos.

Habacuque declarou que Deus faz nossos pés como os da corça, nos faz andar em nossos lugares altos (Hb.3:19).

Não podemos nos entregar às circunstâncias e deixar que elas nos desanimem. Somos chamados a viver acima delas!

Era isto que Deus estava falando a Elias: “Pare de choramingar e rastejar. Eu reconheço sua dor, estive ao seu lado até agora. Mas chegou a hora de levantar a cabeça. Saia deste buraco e venha para o monte, para os lugares altos que eu tenho para você”.

Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 11 de agosto de 2019

DEUS CONOSCO NO DESERTO


Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água Êxodo 15:22; Êxodo13:17-20;17:8;19:1-24

Qual deserto no encontramos hoje?

ESTAMOS NO DESERTO QUANDO, APESAR DE CONHECERMOS O PODER DE DEUS, A DOR DA PERDA OU DO VAZIO NOS TIRA O GOZO E A PERCEPÇÃO DA PRESENÇA E AMOR DE DEUS.

I – PROMESSA PARA LEMBRAR NO DESERTO – Êxodo 13-17-20
“Estou com vocês dia e noite…”
Deus protege seu povo (13:17).
Deus assegura sua presença com o povo (13:20-22).
POR MAIS QUE SEJAMOS TENTADOS A NÃO VER DEUS NO DESERTO, DEUS NUNCA NOS ABANDONA NO DESERTO, NEM FORA Dele

II – PERIGOS QUE ENFRENTAMOS NO DESERTO (Êxodo15:22-17:18; Números 14:1-9; Salmo 78:22) 
MURMURAÇÃO – Êxodo15:24;16:2 – Deus mostra seu poder provendo água e comida.
REBELDIA CONTRA DEUS – Êxodo16:8;17:7 – Deus mostra sua graça.
INCREDULIDADE – Números 14:7; Salmo 78:22 – Deus reprova a falta de fé.
A MURMURAÇÃO NO DESERTO CEGA NOSSA FÉ E NOS ABATE, MAS A GRATIDÃO E AS LEMBRANÇAS DOS FEITOS DE DEUS NOS FORTALECEM.

III – O PROPÓSITO DE DEUS EM NOSSOS DESERTOS – Êxodo 19:1-24
Deus faz um pacto com seu povo:
AS CONDIÇÕES – obediência e fé.
OS PRIVILÉGIOS – Ser um tesouro para Deus, acesso a Deus, separados para uso exclusivo de Deus.
O pacto de Deus aponta para obediência por amor e não para ganhar favores de Deus.
Nossos desertos são desafios para nos aproximarmos de Deus.
NO DESERTO DESCOBRIMOS MAIS DO PODER E DO AMOR DE DEUS.

ISTO ACONTECE A PRINCÍPIO PELA FÉ.

APLICAÇÃO FINAL

Estou vivendo em um deserto?

O que tenho visto da graça de Deus no deserto?

Estou disposto a aprender sobre santidade e devoção a Deus no contexto do deserto?

O que posso aprender com Israel a respeito de sobrevivência no deserto?

Pr. Lisânias Moura

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 22 de julho de 2019

FUNÇÕES DA A NUVEM DE DEUS NO DESERTO


TINHA QUATRO FUNÇÕES QUE BEM PODEMOS VER EM CRISTO:

(1) CERTIFICAR DA CONSTANTE PRESENÇA DE DEUS NO MEIO DO SEU POVO. Igualmente Cristo está presente entre os seus, recebendo a adoração, fortalecendo os corações e guiando os seus passos.

(2) DEMONSTRAR MISERICÓRDIA E BONDADE. A revelação de Deus quando em meio aos trovões, relâmpagos, fogo e fumaça fazia o povo estremecer (conf. Êx 19.16-20; 20.18,19), pois para ele “o aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor” (Êx 24.17).

Mas a manifestação de Deus na coluna de nuvem de dia e fogo de noite trouxe quietude ao coração do povo, visto que tal manifestação era um gesto da bondade e misericórdia de Deus para auxiliar seu povo.

Igualmente Cristo não veio a nós trazendo raios e trovões de destruição, mas misericórdia e bondade: “o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las” (Lc 9.56; Jo 12.47).

É certo que haverá um juízo e um castigo eterno, mas somente após se esgotarem os apelos da graça para este mundo e a porta da salvação finalmente se fechar para os transgressores. Até lá, a nuvem da misericórdia e da bondade nos seguirão todos os dias (Sl 23.6; 2Pe 3.7-9).

(3) DAR ORIENTAÇÃO AO POVO. Já comentamos e noutras palavras agora dizemos que a nuvem de Deus era a bússola do povo hebreu. Não se perderiam no deserto enquanto estivessem olhando para a nuvem!

Igualmente, Jesus é a direção para os homens perdidos encontrarem a Canaã verdadeira, a Jerusalém celestial! Disse Jesus: “Eu sou a luz” (Jo 8.12), “Eu sou o caminho” (Jo 14.6) e “Eu sou a porta” (Jo 10.7,9). Martin Luther King dizia que os homens conseguiram fabricar mísseis teleguiados enquanto eles mesmos, os homens, andam desorientados. Falta a luz do discernimento, o caminho da sabedoria, e a porta da salvação para eles!

Quem tem luz, encontra o caminho certo; quem anda pelo caminho certo, entrará pela porta e repousará tranquilo! Sem luz, os homens vagueiam nas trevas e tropeçam; sem saber o caminho, os homens se perdem; sem passar pela porta, os homens ficam do lado de fora e se privam de receberem as preciosas dádivas de Deus!

(4) PROTEGER O POVO PEREGRINO. Naquele dramático episódio da travessia do mar vermelho, quando os exércitos do faraó ameaçavam capturar os hebreus fugitivos, nos é dito pelo texto bíblico: “E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro” (Êx 14.19,20).

A nuvem divina que orientava os hebreus, desorientava os egípcios! Mais um sinal do caráter extraordinário e divino da nuvem.

Cristo também é o grande Protetor da Sua Igreja. Quer através de suas intercessões feitas ao Pai no céu, quer através de seu Espírito que nos foi outorgado, quer através de suas próprias intervenções miraculosas, o bom Pastor está sempre guardando seus cordeirinhos contra os ataques dos maus. Ele já deu sua própria vida para proteger-nos (Jo 10.11,13), e dará todas as coisas que forem necessárias para manter-nos de pé até o dia de sua vinda!

Na longa trajetória da vida, prosseguimos debaixo dessa bendita promessa de nosso Senhor: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). Aquele que carinhosamente disse a Israel, “não temas povozinho de Jacó” (Is 41.14), também agora diz à Igreja: “Não temais, ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o reino” (Lc 12.32).

Em face da presença, da misericórdia, da direção e da proteção que Jesus Cristo nos tem concedido, só podemos finalizar este estudo de uma forma: cantando ao Senhor alegremente porque ele nunca nos deixou só.

Tiago Rosas

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 7 de julho de 2019

FAÇA UMA PAUSA INTENCIONALMENTE


“Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco”. Mc. 6.31 

Nós precisamos de recalibrações regularmente. Você tem transporte para pegar; negócios para conduzir; vendas para fechar; máquinas, organizações e orçamentos para administrar. Você tem que correr. 

Depois de resistir à tentação do diabo no deserto e da dura rejeição de sua cidade natal, Jesus viajou para Cafarnaum, onde os cidadãos lhe deram uma recepção calorosa. 

“Todos ficavam maravilhados com o seu ensino” ( Lc. 4.32). 

“E as notícias a respeito de Jesus se espalharam por toda aquela região” (versículo 37 NTLH). 

“Depois de anoitecer, todos os que tinham amigos enfermos, com várias doenças, os levaram a Jesus. Ele pôs as suas mãos sobre cada um deles e os curou”(versículo 40 NTLH). 

Cristo poderia querer mais? Multidões encantadas, crentes recém-curados e milhares que irão para onde ele conduzir. Então Jesus... 

Preparou um movimento? Organizou uma equipe de comando? Mobilizou uma sociedade de ação política?  

Não. Ele dispensou os especialistas em relações públicas colocando a multidão no espelho retrovisor e mergulhando em uma vida na selva, um abrigo escondido, um edifício vazio, um lugar deserto. 

O versículo 42 identifica o motivo: “as multidões... insistiram que não as deixasse”. 

Mais de uma vez ele exerceu controle sobre a multidão.“Jesus viu a multidão em volta dele e mandou os discípulos irem para o lado leste do lago” ( Mt.8.18 NTLH). 
Quando a multidão zombou do seu poder de ressuscitar uma menina, ele expulsou as pessoas do local. “Logo que a multidão saiu, Jesus entrou no quarto em que a menina estava, pegou-a pela mão, e ela se levantou” (Mateus 9:25 NTLH). 

Depois de um dia de ensino, “Jesus deixou a multidão e voltou para casa” (Mateus 13:36 NTLH). 

Apesar de estar rodeado por possivelmente vinte mil fãs, ele os despediu: “Então Jesus mandou o povo embora”(Mateus 15:39 NTLH). 

Cristo repetidamente escapava do barulho da multidão a fim de ouvir a voz de Deus. 

Ele resistiu à contra corrente do povo ancorando à rocha do seu propósito: usando sua singularidade (“pregar... noutras cidades também”) para demonstrar a importância de Deus (“o reino de Deus) em todos os lugares que ele pudesse. 

E você não está  feliz por ele o ter feito? Suponha que ele tivesse atendido à multidão e montado acampamento em Cafarnaum, raciocinando, “Eu achava que o mundo todo fosse meu alvo e a cruz meu destino. Mas a cidade inteira me diz para ficar em Cafarnaum. Podem todas estas pessoas estar erradas?”  

Sim elas podem! Em oposição à multidão, Jesus virou as costas ao pastorado em Cafarnaum e seguiu a vontade de Deus. Fazer isto significava deixar alguns doentes sem cura e alguns confusos sem ensino. Ele disse não às coisas boas para que ele pudesse dizer sim à coisa certa: seu chamado sem igual. 

Não é uma escolha fácil para qualquer um. Pode ser que Deus queira que você saia de sua Cafarnaum, mas você está ficando. Ou pode ser que ele queira que você fique, mas você está saindo. Como você pode saber a menos que você silencie a multidão e se encontre com Jesus em um lugar deserto? 

“Deserto” não necessariamente significa desolado, apenas quieto. Simplesmente um lugar para o qual você, como Jesus, vai. “Ao romper do dia, Jesus foi” (Lc 4.42). “Ir” pressupõe uma decisão da parte de Jesus. “Eu preciso ir embora. Pensar. Refletir. Remapear o meu curso”. Ele determinava o tempo, escolhia um lugar. Com determinação, ele apertava o botão de pausa na sua vida. 

O diabo implanta taxímetros nos nossos cérebros. Nós ouvimos o implacável tic, tic, tic nos dizendo para correr, correr, correr, tempo é dinheiro... culminando neste borrão que ruge chamado raça humana. 

Mas Jesus ficava contra a maré, contrariando com estas palavras: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mt. 11.28). Siga o exemplo de Jesus, que “retirava-se para lugares solitários, e orava” (Lc. 5.16). 

Deus descansou depois de seis dias de trabalho e o mundo não entrou em colapso. O que nos faz pensar que isso acontecerá se nós descansarmos? (Ou temos medo de que isso não aconteça?) 

Siga Jesus para o deserto. Mil e uma vozes gritarão como macacos em bananeiras dizendo para você não ir. Ignore-as. Atenda-o. Deixe seu trabalho. Contemple o dele. Aceite o convite do seu Criador: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Nc. 6.31). 

Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 8 de abril de 2019

O DESERTO NÃO É LUGAR DE PUNIÇÃO E DE REPROVAÇÃO


Em Lucas 3:22, o Espírito Santo desce sobre Jesus na forma visível de uma pomba, e ouve-se o Pai proclamando: "Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo" (grifo do autor). Ele não apenas proclamou para que todos soubessem que Jesus era seu Filho; Deus fez questão de anunciar que tinha prazer nele.

Mesmo assim, em Lucas 4:1, "Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto". Só esse fato deveria lembrar-nos que a razão de sermos levados para o deserto não é porque fomos desaprovados ou porque estamos sendo punidos por Deus.

Jesus foi aprovado por Deus e levado ao deserto!

Deus não trouxe você para o deserto deixando-o sozinho e tornando-o alvo fácil para a ação de Satanás.

A segunda geração dos filhos de Israel que viveu no deserto recebeu de Deus a seguinte promessa: "Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos..." (Dt 8:2 - grifo do autor).

Entenda bem: o Senhor não pára de agir em nossa vida só porque estamos no deserto. Ele nos conduz por ele, e sem ele nunca chegaríamos ao outro lado!

Além do mais, o deserto não é um lugar onde somos deixados, "como numa prateleira", até que ele volte a nos usar. Não é assim que Deus age conosco.

Ao contrário, o deserto é um período de tempo no qual ele age em nós constantemente.

Você conhece a expressão "não se vê a floresta através das árvores"?

Da mesma forma se dá com o deserto: é difícil ver a mão de Deus agir em nós quando estamos nele.

O deserto não é lugar de derrota, pelo menos para aqueles que obedecem a Deus!

Jesus, fraco e faminto, sem ninguém a quem recorrer e sem ninguém que o encorajasse; sem nenhum conforto ou manifestação sobrenatural, durante quarenta dias, foi atacado pelo Diabo no deserto. Jesus derrotou o Diabo usando a Palavra de Deus

O deserto não é o lugar de onde os filhos de Deus saem derrotados; é lugar de vitória.

Como diz a Escritura: "Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo..." (2 Ço 2:14 - grifo do autor).

Enquanto peregrinava no deserto, o povo de Israel era constantemente hostilizado pelas nações ao redor. A ordem era: lutem! OS israelitas derrotaram os amorreus (Nm 21:21-25), os midianitas (Nm 31:1-11) e o povo de Basã (Nm 21:33-35).

Se o propósito de Deus para com eles fosse a derrota, não ordenaria que defendessem sua posição.

No entanto, muitos não conseguiram entrar na terra prometida, morreram antes. Não era isso o que Deus pretendia; as mortes ocorreram por causa da desobediência do povo.

O deserto é um lugar de vitória, se apenas obedecermos e crermos em Deus!

Extraído do livro Vitória no Deserto - Johnn Bevere / Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VENCENDO OS DESERTOS DA VIDA

Nós somos a Igreja e saímos do mundo, que é o Egito e caminhamos pelo deserto da vida. O que Israel enfrentou no deserto, nós também enfrentamos em nossa trajetória de vida rumo ao céu. O deserto é o lugar da ação de Deus na vida do Seu povo.

TRAJETÓRIA É: Uma linha descrita por um ponto material em movimento, percurso, direcionamento, caminho, via. 

ALGUNS OBSTÁCULOS QUE ISRAEL ENFRENTOU AO ATRAVESSAR O DESERTO, E QUE SE IDENTIFICAM COM A NOSSA VIDA ESPIRITUAL: 
A SEQUIDÃO - O homem sem Deus está espiritualmente seco (Lucas 11.24,25). 
OS INIMIGOS - Geralmente, no deserto encontramos o nosso inimigo espiritual (Mateus 4.1). 
A SOLIDÃO - Muitas vezes nos sentimos sós no deserto desta vida (Salmo 102.1,2). 
O CONTRASTE ATMOSFÉRICO - Durante o dia, no deserto faz 45 graus e, à noite, zero grau. A nossa vida também é variável. Algumas vezes estamos alegres, e outras vezes tristes (Pv 14.13)
A MORTE - Se desobedecermos à Palavra de Deus, certamente morreremos eternamente (Deuteronômio 30.15-17). 
TERRENO INVARIÁVEL - Ainda que andemos muitos quilômetros pelo deserto, temos a sensação de que não saímos do lugar, porque o aspecto do lugar continua o mesmo. A vida do homem sem Deus se parece com o deserto. Nada muda (Salmo 103.15,16). 

A DIREÇÃO DE DEUS ESTÁ ALICERÇADA SOBRE QUATRO FUNDAMENTOS: 
De acordo com Êxodo 13.21,22, podemos afirmar que a direção de Deus é: 
VISTA - O povo de Israel via a nuvem e a coluna de fogo. 
PERCEBIDA - O povo de Israel percebia a presença da nuvem e da coluna de fogo. 
ENTENDIDA - O povo de Israel entendia que tudo isto representava a direção de Deus. 
SENTIDA -  O povo de Israel sentia que a coluna de fogo aquecia de noite e a coluna de nuvem refrescava o calor durante o dia.

COMO O ISRAEL DE DEUS, PODEMOS CONTAR COM A DIREÇÃO DE DEUS. ALGUNS CAMINHOS POR ONDE DEUS NOS CONDUZ: 
ELE NOS CONDUZ POR MUITOS CAMINHOS QUE MUITAS VEZES NÃO ENTENDEMOS 
Israel parou de frente para o mar e estava sendo perseguido por Faraó. O povo não entendeu porque estava passando por aquela situação. Deus também faz isso conosco. 

ELE NOS CONDUZ POR UM CAMINHO QUE OS OUTROS NÃO ENTENDEM 
Faraó não entendia os caminhos de Deus para Israel. Ele pensava que este povo estava perdido no deserto (Êxodo 14.3). Os Ímpios também não entendem o caminho que trilhamos para a salvação. 

ELE NOS CONDUZ POR UM CAMINHO QUE NÃO IMAGINAMOS
O povo de Israel não imaginava que poderia passar pelo meio do mar. Deus também abre caminho para que passemos pelo meio das circunstâncias.

ELE NOS CONDUZ POR UM CAMINHO MAIS LONGO 
Deus fez o povo de Israel rodear por um caminho mais longo. Os israelitas eram escravos e não tinham experiência de guerra. Às vezes, Deus nos faz rodear em torno dos nossos objetivos  porque ainda não é tempo de realizar os nossos sonhos. 

ELE NOS CONDUZ POR UM CAMINHO SEGURO
Isto porque Deus nos faz habitar em segurança (Salmo 4.8).

ELE NOS CONDUZ POR UM CAMINHO CERTO 
Vamos chegar ao objetivo que Deus quer para as nossas vidas por meio do novo e vivo caminho que Ele mesmo nos preparou (Hebreus 10.20). 

ISRAEL PÔDE CONTAR COM A PROTEÇÃO DO SENHOR 
No deserto faz zero grau à noite, e, de dia, 45 graus. No deserto há serpentes venenosas. Mas Deus enviou uma coluna de nuvem de dia e urna coluna de fogo à noite. O crente não deve temer as perseguições do inimigo (Tiago 4.7). 

COMO O ISRAEL DE DEUS, PODEMOS CONTAR COM O SUSTENTO DO SENHOR. DEUS: 

MANDOU O MANA PARA ISRAEL DURANTE OS 40 ANOS NO DESERTO 
Podemos contar com o sustento de Deus na área material, pois todos nós esperamos dEle o nosso sustento (Salmo 104.27- 29). 
FEZ JORRAR ÁGUA DA ROCHA PARA SACIAR A SEDE DO SEU POVO
Deus também nos sustenta emocionalmente (2 Coríntios 1.3,4; 7.5,6). 
PROTEGEU O SEU POVO COM UMA COLUNA DE NUVEM DE DIA, E 
UMA COLUNA DE FOGO À NOITE.

Todos esperamos o sustento de Deus no tempo oportuno (Salmo 104.27,28). Deus também nos sustenta espiritualmente (Mateus 4.4).

COMO O ISRAEL DE DEUS, PODEMOS CONTAR COM OS MILAGRES DE DEUS 

Os milagres estão sustentados sobre quatro pilares: 
O MILAGRE É ESPANTOSO 
São fatos extraordinários. Por exemplo: a abertura do mar Vermelho
O MILAGRE É INCOMUM 
São fatos que não acontecem a todo momento. Por exemplo: o maná que caía do céu
O MILAGRE É UMA EXPERIÊNCIA INÉDITA 
São fatos nunca vistos. Por exemplo: o povo caminhar pelo meio do mar
O MILAGRE É INEXPLICÁVEL 
São fatos que não podem ser explicados racionalmente. Por exemplo: as muralhas de água de ambos os lados (Êxodo 14.22b). 

O QUE É MILAGRE 
Não confundamos cura divina com milagre, se bem que têm havido curas em circunstâncias tão adversas que alcançam a dimensão do milagre. Podemos ser afetados por algum tipo de problema físico que o médico pode operar-nos e sermos curados, ou também podemos ser curados por Jesus.

Porém, milagres somente o Senhor poderá fazer.
COMO O ISRAEL DE DEUS, PODEMOS CONTAR COM A REVELAÇÃO DE DEUS 

ELE REVELOU AO SEU POVO: 
A LEI (ÊXODO 34.1-4); O TABERNÁCULO (ÊXODO 25.1-9). 
ELE NOS REVELA A SUA VONTADE: 
Por meio de sonhos (Mateus 2.22);  Por meio de visões (Atos 9.11,12; 2 Coríntios 12.1); Por meio de profecias (Atos 21.10,11). 

COMO O ISRAEL DE DEUS, PODEMOS CONTAR COM A VITÓRIA DE DEUS 

Enquanto andou na presença de Deus, Israel foi vitorioso. Entre tantos outros inimigos, o povo de Deus venceu: 

Os egípcios (Êxodo 14.30); Os cananeus (7osué 10.40; 11.11,12); Jericó, Ai, e mais cinco reis (Êxodo 10.1 -21). 

Assim como deu vitória a Israel, Deus também dá vitória à Igreja de Cristo sobre os problemas em todas as áreas de sua vida.

A salvação compreende três estágios: livrarmo-nos do Egito, caminharmos vigilantes no deserto e chegarmos a Canaã. No céu, veremos Jesus como Ele é.

Se quisermos fazer do deserto a nossa morada, a nossa trajetória será de murmuração, derrotas e de morte. Se o nosso coração estiver no Egito, nunca chegaremos a Canaã. Porém, se o nosso coração estiver firmado nas promessas de Deus, não terá deserto que nos paralise

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.