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sexta-feira, 31 de outubro de 2025

O DEUS DA OBRA

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós.

Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. 

Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos 

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

Ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que Ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. 

Vida com Deus precede trabalho para Deus.

Motivação é mais importante do que realização.

Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra.

O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 18 de março de 2023

LIGADOS COM DEUS

Se as nossas vidas não condiz com o que diz as escrituras precisamos restaurar o altar de Deus que é o nosso coração, atrair sua presença para o santuário que somos nós.

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. (Gl. 5:1).

Se formos uma vez lavados pelo sangue de Cristo, não podemos voltar a rudimentos do pecado.

Se há em nos qualquer aparência do mal, certamente falta a presença de Deus.

Para sabermos se de fato Deus habita em nós, basta olhar o que estamos produzindo.

Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. (Gl.5.22)

Se dissermos que temos comunhão com Ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. (1Jo.1.6)

Infelizmente, muitos Cristãos têm sido roubados espiritualmente por não atentar para a palavra de Deus.

Por mais doloroso que pareça ser dizer isto; mais a verdade é que, se concordamos com as coisas deste mundo, estamos afastados de Deus.

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? (2Co.6.14)

Jugo é uma peça de madeira pesada que encaixa-se por cima do pescoço de dois animais e é ligada a um arado, significando submissão e escravidão.

Então aquele que um dia teve um encontro com Jesus não pode voltar a está debaixo de opressão das trevas, mesmo estando dentro de templo e cantando louvores, dizendo ser cristão.

Se acaso, fazermos parceira com qualquer coisa que não seja de Deus, estamos errando, porque a palavra nos diz que não podemos nos aliar, compactuar com o erro.

Tudo que há neste mundo está debaixo do jugo da escravidão das trevas. 

Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno. (1João 5.19).

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Que lugar você tem dado a Deus?

Para restaurar nossa casa é necessário que quebremos os ídolos que foram se instalando em nossas vidas.

É fundamental que tiremos qualquer coisa que ocupe o primeiro lugar no nosso coração, independente do que seja, pois esse lugar pertence a Deus e, o apóstolo João deixa essa ordem bem clara em 1 João 5.21: Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.

O rei Josias foi exemplo de governante ao tomar medidas para que os ídolos do povo de Deus fossem removidos e eles voltassem a desfrutar da graça do Senhor.

Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante Deus, ouvindo as suas palavras contra este lugar, e contra os seus habitantes, e te humilhaste perante mim, e rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.

Eis que te reunirei a teus pais, e tu serás recolhido ao teu sepulcro em paz, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar e sobre os seus habitantes. E tornaram com esta resposta ao rei.(2Cr. 34,27,28)

Deus foi misericordioso com Josias e a nação, poupando-os do seu juízo, enquanto estivesse vivo.

A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos Tiago 5.16

O rei cumpriu fielmente o que propusera a Deus conforme 2Cr. 34.33: E Josias tirou todas as abominações de todas as terras que eram dos filhos de Israel; e a todos quantos se achavam em Israel obrigou a que servissem ao SENHOR seu Deus. Enquanto ele viveu não se desviaram de seguir o SENHOR, o Deus de seus pais.

Deus foi focalizado, priorizado pelo governo de Josias, conforme 2Cr.34.2: E fez o que era reto aos olhos do SENHOR; e andou nos caminhos de Davi, seu pai, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda.

Não podemos direcionar o nosso foco para os nossos desejos, nem para as circunstâncias que se apresentam em nossas vidas, nem para o que os outros pensam, a exemplo do rei de Judá, precisamos escolher e direcionar o nosso foco para Deus.

Para que isso aconteça se faz necessário pensar biblicamente, só então estaremos no centro da vontade do Pai, colocando-o no seu devido lugar, como centro de nossas vidas e, daí, poder fazer como os personagens, dos textos bíblicos abaixo; exercitar a nossa fé, trazer a existência o melhor de Deus para nós e nossa casa.

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar,e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. .Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.(2Cr.7,13,14)

Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. (Sl 23.3)

Não temas, pois, tu, ó meu servo Jacó, diz o SENHOR, nem te espantes, ó Israel; porque eis que te livrarei de terras de longe, e à tua descendência da terra do seu cativeiro; e Jacó voltará, e descansará, e ficaráem sossego, e não haverá quem o atemorize.

Porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te salvar; porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida, e de todo não te terei por inocente. (Jr.30.10,11)

Muitas são as promessas de consolo, conforto e fortalecimento, depende de nós torná-las reais ou não.

Deus só será essencial a mim e a você, se dermos a Ele o devido lugar.

Graça e Paz

Lidiomar T. Granatti

sábado, 4 de junho de 2011

O tempo passou e, Deus ainda anseia por seu povo

... O SENHOR está convosco, enquanto vós estais com ele, e, se o buscardes, o achareis; porém, se o deixardes, vos deixará. (2Cr.15.2)

E Israel esteve por muitos dias sem o verdadeiro Deus, e sem sacerdote que o ensinasse, e sem lei. Mas quando na sua angústia voltaram para o SENHOR Deus de Israel, e o buscaram, o acharam. (2Cr. 15.3,4)

A nação de Israel, escolhido por Deus para ser seu povo, vivia em altos e baixos, eram guiados pelo Senhor, todavia se deixavam contaminar, corromper pelos costumes das outras nações, paravam de depender de Deus, se afastavam dos seus caminhos, daí o Senhor usava ímpios para que seu juízo caísse sobre a nação de Israel; porém, quando o calo apertava, o desespero, aflição e agonia pairava sobre suas vidas, tornavam arrependidos, clamando pelo Senhor e pela misericórdia divina, eram perdoados e voltavam a ficar debaixo da paz, e graça de Deus.

A exemplo da nação de Israel, por conta do sacrifício de Cristo, independente das circunstâncias, situações, erros, essa graça é estendida a todos nós, pois ele ainda nos ama, e quer de volta.

E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. E destas coisas sois vós testemunhas. (Lc. 24.46-48)

Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça (Atos 10.43)

Ao admitir verdadeiramente os nossos erros diante de Deus, seremos perdoados e voltaremos à comunhão com o Pai; Ele nos ama, todavia, odeia nossos pecados.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1.9)
Deus nos ama apesar das nossas imperfeições. Ele nos ama até mesmo quando estamos sendo pressionados pelas mais diversas tentações. Ele nos ama porque aceitou-nos em Jesus, perdoando-nos.

Todavia, Ele nos ama demais para permitir que continuemos onde estamos.

O nosso Pai quer transformar-nos.

Em nossas lutas contra o pecado e em meio ao sofrimento, Ele age, visando desenvolver o nosso caráter, de modo que nos tornemos parecidos com Jesus.

Assim, ao passar por lutas e provações, lembre-se de que o Senhor o ama. Ele está fazendo uso de todas as suas circunstâncias para transformá-lo.

O Senhor deseja nos perdoar, restaurar, satisfazer os nossos anseios mais profundos, Ele nos chama de volta para si.

O que significa para você saber que o Senhor lhe tem tão grande amor??

Graça e Paz

Lidiomar T. Granatti




terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A escola do deserto

Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.

Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.

Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.

Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

Pr. Hernandes Dias Lopes

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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