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segunda-feira, 22 de setembro de 2025

JUROS DA TEIMOSIA

Quem adia ou deixa o perdão:

Permite que o desejo de perdoar acabe.

Permite que o coração endureça e permaneça fechado.

Permite que os afazeres do dia a dia impeçam a reconciliação.

Permite que interferências negativas.

Permite a ação do diabo.

Quem não conversa e perdoa rapidamente - especialmente antes de o dia terminar faz dívidas enormes e em longo prazo.

Ou você paga suas contas ou as faz em curto prazo ou pagará um juros altíssimo pela sua teimosia.

Não permite os avanços do outro.

A sua relutância acaba por incomodar o seu cônjuge que também se recusa a perguntar o que está acontecendo.

O outro simplesmente se vira e dorme.

Você não entende como o outro não se dá conta do que fez e fica mais zangado.

Você luta para conseguir dormir. Sua raiva cresce cada vez que você ouve o ronco.

No dia seguinte você acorda sentindo-se mal.  

A raiva não resolvida torna-se um ponto de apoio para o grande destruidor das famílias.

Ao deixar de lidar com as ofensas, você deixa de agir sobre um princípio divino para agir sobre um princípio satânico.

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

PERDOAR OS NOSSOS INIMIGOS

O escritor de Provérbios aconselha: “A discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias” (Pv 19:11).

Em outras palavras, não devemos fazer nada enquanto nossa raiva não abaixar.

Jamais devemos tomar decisões, ou desenvolver qualquer atitude estando ainda irados.

“Dai lugar à ira” (Rm 12:19). Em resumo, ele está dizendo: “Sofra a ofensa. Aquiete-a e mexa-se. Vá viver no Espírito.”

Contudo, se nos recusamos a perdoar as ofertas contra nós, temos de enfrentar as consequências

Nos tornamos mais culpados do que a pessoa que nos infligiu ofensa.

A misericórdia e a graça de Deus para nós serão bloqueadas.

Então, quando as coisas começarem a ir mal em nossas vidas, não vamos entender, pois estaremos em desobediência.

A pressão de nosso perseguidor contra nós continuará nos roubando a paz.

Ele se torna o vencedor, conseguindo nos infligir sofrimento permanente;

Continua sorridente vivendo sua vida, enquanto nós continuamos fermentando nossa raiva.

Devido ao fato de Satanás conseguir nos levar a ter pensamentos de vingança, ele se torna capaz de nos levar a pecados mais graves.

Trazemos glória para nosso Pai celestial toda vez que não dermos atenção às ofensas, e perdoarmos os pecados que cometem contra nós. Isso nos faz criar caráter.

Se reagirmos como Jesus, “o Senhor te retribuirá” (Pv 25:22).

Quando perdoamos como Deus perdoa, Ele nos leva à uma revelação de favorecimento e de bênçãos que nunca antes conhecemos.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 13 de julho de 2023

PERDOAR NÃO É SENTIMENTO, É DECISÃO

Se não perdoarmos aqueles que nos ofendem, viveremos angustiados e sob opressão demoníaca, até que os perdoemos e os libertemos.

Se não perdoarmos, continuaremos atormentados;

Mesmo que os melhores homens e/ou mulheres de Deus orem por nós.

A libertação acontecerá após a decisão de perdoar.

Jesus “Foi entregue (à morte) por causa das nossas transgressões” (Rm. 4.25),

Não apenas pelos pecados que os outros cometem contra nós;

Mas também pelos que nós cometemos contra ele.

Portanto, “sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos unas aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef. 4.32)

Quando perdoamos o nosso ofensor, entregamos essa pessoa nas mãos de Deus;

Abrimos mão de nosso direito de revidar.

Quando agimos assim criamos condições para gozar de experiências sobrenaturais.

A paz de Deus, que excede todo entendimento, guarda nossa mente;

Depois disso o próprio Deus, na hora certa, e à sua maneira, se encarrega de todas as coisas

“TOME A DECISÃO DE PERDOAR QUEM PECAR CONTRA VOCÊ HOJE.”

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

domingo, 28 de agosto de 2022

COMO SUPERAR A DECEPÇÃO

Quando levaram Jesus preso, ninguém ficou por perto, fugiram com medo, não quiseram se comprometer, mas mesmo assim ele os perdoou.

O fato de Jesus não ter fixado os olhos na desilusão se dava por Ele não esperar reconhecimento dos homens, mas do pai.

Onde houver o ser humano, haverá riscos de desilusão, mas precisamos entender, que por maior, que seja a nossa dor, não foi maior do que aquela, que Jesus enfrentou ao se ver sozinho e abandonado, por aqueles, que por muito tempo haviam caminhado com ele.

Ele não firmou os olhos na decepção, ele amou aqueles homens com seus defeitos, aceitou-os, com suas fraquezas.

Alguns dias depois de sua morte, eles iam se reencontrar e começaria uma história tremenda de homens que mudariam o mundo, porque conheceram o amor de Jesus.

Se você está profundamente magoado com alguém e por causa disso, se vê sem esperança, sem ânimo, sem vontade de perdoar, é momento de aprender com Jesus.

Acautelai-vos, se teu irmão pecar contra ti, repreende-o, se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se por sete vezes no dia pecar contra ti e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe. (Lc 17.3,4)

Perdoar traz cura para o seu interior, pois uma alma ferida, pode se tornar um canal de enfermidades físicas.

Muitas pessoas estão doentes, porque não conseguem perdoar, se tornam dependentes de remédios, calmantes.

Quem não perdoa se mantêm preso ao que decepcionou e com isso deixa de romper.

Deus tem coisas tremendas para realizar em nossas vidas, mas precisamos nos livrar das algemas da amargura, das correntes da desilusão.

Podemos superar a decepção, basta enfrentá-la, com confiança, superar a dificuldade, se espelhando no exemplo deixado por Cristo Jesus.

"Esquecendo-me, das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão e, com certeza, em Deus faremos proezas." (Filip 3.13)

Sabendo que o único que é incapaz de nos decepcionar é o Senhor Jesus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 6 de dezembro de 2020

COMO SE LIBERTAR DA AMARGURA.

A Palavra do Senhor que diz em Mateus 6:14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt.6.15) Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus. Mateus 18:21 “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?, Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão. Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara. Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças. Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

A palavra do Senhor diz que é necessário nos prevenirmos, e ficarmos atentos, para que nenhum de nós seja impedido, preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura:

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 4 de agosto de 2019

O QUE SIGNIFICA PERDOAR?


Em Mateus 6:12 está escrito: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam”(Bíblia NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Como podemos ver neste versículo, é necessário que liberemos perdão a todos aqueles que nos ofenderam; mas, o que significa perdoar?

Perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa recebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição (pt.wikipédia.org/wiki/Perdão).

A Bíblia enfatiza, por várias vezes, a necessidade do perdão, senão vejamos:

Em Efésios 4:32 está escrito: “…e perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo, perdoou vocês” (Bíblia NTLH).

Em Mateus 18:35 está escrito: “E Jesus terminou dizendo: É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão” (Bíblia NTLH).

Em Colossenses 3:13 está escrito: “Não fiquem irritados uns com os outros e perdoem uns aos outros, caso alguém tenha alguma queixa contra outra pessoa.Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem uns aos outros” (Bíblia NTLH).

Em Lucas 17:3-4 está escrito: “Tenham cuidado! Se o seu irmão pecar, repreenda-o; se ele se arrepender, perdoe. Se pecar contra você sete vezes num dia e cada vez vier e disser: Me arrependo, então perdoe” (Bíblia NTLH).

O perdão é bíblico e não há como negar isto. Inclusive, a Bíblia nos mostra que o perdão de Deus só se manifesta na vida daqueles que também perdoam; ou seja, quem não perdoa o seu próximo, não terá o perdão de Deus. É algo condicional: Deus perdoa aquele que também sabem perdoar. Não há como fugir disto. No entanto:

PERDOAR, NÃO SIGNIFICA QUE CONSEGUIREMOS ESQUECER O FATO OCORRIDO: perdoar independe de esquecer. Uma coisa não tem nada a ver com a outra; ambas são coisas distintas. Nós temos no cérebro uma memória que registra todos os fatos e por isto, quem perdoa não tem que necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso é diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou.

Em outras palavras, não devemos ter apego à ofensa feita. Isto não é algo fácil. No entanto, uma coisa é certa: por mais que tiremos a mágoa de nosso coração, O AGRAVO QUE SOFREMOS, NUNCA SERÁ REALMENTE ESQUECIDO; ISSO É IMPOSSÍVEL, POIS, NÃO TEMOS UMA TECLA “DELETE” EM NOSSA MENTE. ALÉM DISSO, OS BONS E OS MAUS MOMENTOS FAZEM PARTE DA NOSSA HISTÓRIA DE VIDA.
PERDOAR, NÃO IMPLICA SEMPRE EM RECONCILIAÇÃO: há situações que mesmo depois do perdão, não será possível a convivência tal como era antes do fato ocorrido. Quando alguém passa por uma ofensa ou agravo muito traumatizante, não há como haver reconciliação. Como exemplo, podemos citar o caso de um estupro, uma situação de violência física ou de calote financeiro. Nestes casos, e em alguns outros, não há como confiar novamente na pessoa causadora do mal; inclusive, nos casos citados anteriormente, dar um novo voto de confiança ao causador do dano é até perigoso. Cuidado para não arriscar a sua vida e a de seus familiares. PERDOAR NÃO SIGNIFICA COLOCAR-SE EM RISCO.

PERDOAR NÃO SIGNIFICA BANCAR O PALHAÇO: uma vez eu ouvi um pastor dizendo que crente de verdade é aquele que pede perdão ao ofensor, mesmo que tenha sido você a parte ofendida. Isto é um absurdo. Quem tem que pedir perdão é aquele que nos ofendeu e não nós que fomos ofendidos.

Nós temos de estar prontos para liberar o perdão, mas quem tem que pedir perdão é o ofensor. Se nós pedirmos perdão ao ofensor, isso fará com que ele se estimule a continuar nos maltratando, pois, ele não será cobrado por isso.
A MISERICÓRDIA, NESTE CASO, TAMBÉM CORROMPE. Eu vou mais longe ainda: A FACILIDADE DE PERDÃO AO OFENSOR, NESTE CASO, O INCENTIVA AO CRIME. Devemos agir como cristãos, é claro, mas não temos de ser bobos; quem tem que pedir perdão é quem ofende e a parte ofendida tem que somente liberar o perdão. Não invertam esta ordem nunca. Pedir perdão a quem te ofendeu não é cristianismo; é fanatismo.

O objetivo do texto é demonstrar que nem sempre será possível esquecer o fato ocorrido; que nem sempre haverá o restabelecimento das condições anteriores ao agravo, como conviver juntos, por exemplo, e finalmente, demonstrar que o perdão deve ser pedido por aquele que ofendeu e nunca por aquele que foi ofendido; a parte ofendida tem que liberar o perdão e somente isso. O pedido de perdão deve vir sempre do ofensor e não o contrário.

Fonte: bereshit / Gospel Mais / Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 10 de abril de 2019

LIDANDO COM A DECEPÇÃO


Perdoar não é uma tarefa das mais fáceis para o ser humano. No entanto é mais difícil ainda perdoar a alguém que amamos, que nos entregamos, uma pessoa em quem confiamos e nos traiu. Toda decepção machuca, mas o desapontamento causado por um amigo, um irmão, um amor, nos machuca muito.

O coração decepcionado pode atirar-nos num estado de decepção e rancor, passando a abrigar feridas profundas e lembranças amargas, tornando-se difícil para nós confiarmos de novo em alguém.

Gostaríamos de evitar os desapontamentos, mas não há como ser feliz sem confiar, e não há como confiar sem correr o risco da desilusão. Amar é abrir-se, é tornar-se acessível, é oferecer-se ao encontro, é ficar vulnerável, é arriscar-se.

As pessoas que foram mais felizes, as que deixaram marcas mais positivas na história da raça humana, foram as que mais amaram a muitos com muita intensidade. Foram, também, as que experimentaram o sofrimento e o desapontamento.

No momento em que Jesus Cristo mais precisou de seus amigos, eles o abandonaram. Depois de tudo o que fizera por eles, tudo o que lhes ensinara, tudo o que passaram juntos, eles o deixaram.

O Senhor não pode contar com a solidariedade dos discípulos nos momentos mais difíceis de toda a sua vida. Enquanto o Mestre orava e agonizava no Getsêmani, eles dormiam (Lc. 22.39-46).

Enquanto ele era preso e agredido pelos soldados, eles fugiam (Mc. 14.43-52).

Enquanto as autoridades o inquiriam, eles o negavam (Jo 18.13-27).

Que decepção! Que triste retribuição ao carinho e à confiança do Senhor! Que recompensa negativa para a sua disposição de morrer no lugar deles na cruz!

Não obstante, Jesus foi capaz de transformar aquela provação em vitória. Superou aquele desapontamento sem permitir que isso destruísse seu relacionamento com os amigos. Jesus não desanimou porque ele não esperava o reconhecimento por parte dos homens. Esperava-o de Deus. E o Pai não decepciona nunca.

Devemos estar cientes de que o desapontamento é uma das possibilidades em nossos relacionamentos humanos, já que estamos lidando com pessoas, que, como nós, são falhas e limitadas.

Quantas vezes não decepcionamos o Senhor? Quantas vezes não desapontamos nós mesmos?

Assim também podemos desapontar os outros, ou com eles decepcionarmo-nos. Mas se vivemos, trabalhamos, amamos e ajudamos, esperando apenas o reconhecimento de Deus, então a vida se enche de um novo significado. “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo.” (Cl. 3.23,24).

Jesus enfrentou a decepção com ânimo e confiança porque contemplava o Pai. Se os nossos olhos estiverem firmados em Deus e neles brotarem lágrimas provenientes do abandono, da ingratidão ou da desilusão. O Senhor as enxugará. Ele é o único do qual podemos esperar o reconhecimento e o galardão. O único que nunca decepciona. “O que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão, separa os maiores amigos” (Pv. 17.9).

A amargura pode criar raízes profundas. Amizades podem ser perdidas. O orgulho cobra um preço alto pela sua manutenção: a nossa infelicidade. “Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hb. 12.15).

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, põe sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc. 17.3,4).

Deus, que é rico em perdoar, exorta-nos a que perdoemos também.

Podemos enfrentar a decepção com os que amamos, sempre tão dolorosa e temida. É só encará-la com ânimo e confiança, seguir em frente, apesar das dificuldades.

É só ter disposição de perdoar, tomar a iniciativa, reconquistando ou ganhando o irmão.

Não podemos evitar a decepção com os que amamos. Mas podemos transformá-la numa experiência positiva para com Deus, para com o próximo e para conosco.

Podemos torná-la numa oportunidade de crescimento e enriquecimento pessoal que nos deixará ainda mais habilitados para as vitórias que nos tem reservado o Senhor.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sábado, 18 de agosto de 2018

COMO DERROTAR NOSSOS INIMIGOS


Aos doze anos o príncipe Luidwig, assumiu o trono da França. No decorrer da sua juventude, era a sua mãe que governava a nação. Muitos inimigos do príncipe tentaram roubar-lhe o trono, todavia, a sua mãe derrotava a todos. Quando enfim o jovem assumiu o poder, todos os seus opositores, os quais tentaram tirar-lhe o trono, com grande medo fugiram da França para outro país, pois ouviram boatos que o príncipe havia feito uma lista com os nomes de todos eles, e depois de cada um pôs um sinal da cruz.

Quando Luidwig soube o motivo da fuga de seus inimigos, enviou mensagens a todos eles, pedindo que voltassem, pois explicou: “O sinal da cruz que fiz depois de vossos nomes, é para lembrar-me de que devo perdoar aos meus inimigos, pois a cruz lembra o meu Salvador que também me perdoou”.

O reverendo (in memorian) Richad Wurmbrand, fundador da Missão A Voz dos Mártires, sofreu num cárcere comunista, na Romênia, durante catorze anos. Lá ele experimentou toda espécie de tortura e sofrimento. No entanto, como prova do seu grande amor, em um de seus artigos, ele escreveu: "Quem não ama a seus inimigos, não é cristão. Porém, amamos tanto àqueles que nos amargam a vida, quanto a noiva apaixonada ama seu noivo? Se não, o nosso amor é deficiente".

Em um outro texto, continuou: "Ser traído ou ferido por alguém é um desafio, uma chamada de Deus para nós. A pessoa que faz injustiça par nós, foi mandada por Deus, para nos preocuparmos com a salvação de sua alma".

Já o cristão soviético, Cherew, que passou vinte anos na prisão por amor a Deus, escreveu: "Nesse lugar aprendi amar meus torturadores a tal ponto como um noivo ama a sua noiva.

Esses são apenas alguns dos inúmeros exemplos de pessoas que assumiram o compromisso de amar aos inimigos. Mas o maior de todos os exemplos foi demonstrado por Jesus. Ele, mesmo sendo Deus, não obstante ser o criador do mundo, embora fosse continuamente glorificado nos céus pelos anjos, ainda assim ele se dispôs a vir a este mundo de caos. E aqui, muito mais do que se humilhar, ele morreu numa vergonhosa cruz. E isso ele fez por amar demais às nossas vidas.

Enquanto aqui esteve, Cristo ensinou aos seus discípulos como deveriam agir diante dos inimigos: "Mas a vós, que isto ouvis, digo: Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam; bendizei os que vos maldizem, e orai pelos que vos caluniam. Ao que te ferir numa face, oferece-lhe também a outra; e ao que te houver tirado a capa, nem a túnica recuses" (Lc. 6:27-29).

Na antiga aliança, o mandamento também era esse: "Se encontrares o boi do teu inimigo, ou o seu jumento, desgarrado, sem falta lho reconduzirás. Se vires o jumento, daquele que te odeia, caído debaixo da sua carga, deixarás pois de ajudá-lo? Certamente o ajudarás a levantá-lo" (Êx. 23:4, 5). Salomão, um dos homens mais sábios de toda a história, nos incentivou a fazer exatamente isto: "Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar...

Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o Senhor to retribuirá" (Pv. 24: 17; 25:21, 22). O mesmo ensinou o apóstolo Paulo: "Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça" (Rm. 12:20)

Sim, a melhor forma de tratarmos àqueles que nos desejam o mal, não é revidando, não é fazendo também o mal, mas amando-os, amando-os de todo o coração. Quando nos dispomos a amá-los, quando adquirimos uma profunda compaixão pela vida dos nossos inimigos, algo maravilhoso e inexplicável acontece ao coração deles, que não conseguem resistir por muito tempo ao nosso amor.

É assim que devemos derrotar aos nossos inimigos.                                                                                  
Jaime Nunes Mendes

Por Litrazini
Graça e Paz


domingo, 10 de junho de 2018

AMAR É PERDOAR


Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete. (Mt.18.21-22

Há pessoas que dizem que é difícil perdoar. No entanto, creio que esta afirmação surge porque muita gente não sabe ao certo o que é perdoar.

Neste ensinamento de Jesus aprendemos que devemos perdoar setenta vezes sete. mas, então, o que é perdoar?

Perdoar não é um sentimento. Perdoar não é esquecer tudo, ou melhor, não é ter uma aminésia!  Perdoar é uma decisão. O que sente não interessa, porque a decisão de perdoar está no seu coração e você está livre. Você pode perdoar e continuar a sentir-se incomodado, aborrecido com a pessoa, mas pela Palavra de Deus, podemos ver que perdoar é fácil: não é um sentimento, é uma decisão.

Há pessoas que se recusaram a perdoar a outros e acabaram doentes ou paralisadas, sem que nada funcionasse na sua vida. Muitas doenças estão relacionadas com a falta de perdão. Você tem que perdoar ao seu vizinho, ao colega, ao patrão, seja a quem for. Senão é você que vai ficar mal na vida, pois Deus também não lhe perdoará as suas ofensas.

Em Mateus 18:33-35, Jesus disse que se nós não perdoarmos do coração, cada um ao seu irmão, as suas ofensas, Deus também não nos perdoaria as nossas ofensas e até nos deixaria nas mãos dos atormentadores que são demônios.

Deus perdoou-nos as nossas maiores ofensas e nos deu salvação. Nós não temos o direito de não perdoar aos outros. Você também pode ter que acordar cedo para ir trabalhar e não lhe apetecer, mas você sabe que tem que ir, por isso, levanta-se não porque lhe apeteça, mas porque é uma obrigação.

Quando tiver que perdoar alguém faça-o quer sinta ou não. Diga a Deus:  - Oh Deus, eu perdôo aquela pessoa que me magoou e partir de agora não guardo nada no meu coração contra ela. Mesmo que no dia seguinte você se sinta ainda magoado, o que interessa é a sua decisão feita na véspera e a pessoa está perdoada e o seu coração está limpo. Se a outra pessoa não quiser perdoar o problema é dela, já não é seu.

A Bíblia conta-nos em Mateus 18:21-35, que um certo homem devia muito dinheiro ao rei, e quando foram fazer contas, o rei teve misericórdia, e perdoou-lhe toda a dívida. Quando este homem saíu da presença do rei, foi ter com aqueles que lhe deviam pequenas quantias, e como não lhe podiam pagar, lançou-os na prisão. Quando o rei soube disto entregou este homem aos carrascos, confiscou todos os seus bens, e toda a sua família foi vendida como escravos, até que pagasse toda a dívida.

Mateus 18:34-35 - E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um, a seu irmão, as ofensas.

A razão de algumas pessoas sofrerem de artrite, úlceras no estômago e até esgotamentos cerebrais, noites sem dormir, etc, é porque elas se recusam a perdoar. E porque não perdoam, Deus também não lhes pode perdoar; por conseguinte, sofrem as maldições que o diabo lhes quiser pôr.

Se alguém o ofender perdoe-lhe nesse mesmo instante, não deixe passar um dia sem perdoar. Porquê? Porque está a dar lugar ao diabo, que virá a si com pensamentos errados acerca dessa pessoa. E à medida que o tempo passa, rancor começa brotar do seu coração e a sua comunhão com Deus fica cortada.

Quando Jesus ensinou que nos devemos perdoar 70 vezes 7, estava a dizer que, se fôr necessário devemos perdoar 490 vezes por dia, isto é perdoar sempre sem esmorecer, porque é assim que Deus faz também.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 12 de novembro de 2017

DEUS NOS ENSINA COMO PERDOAR AS OFENSAS

Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Ef.4.32)

Suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. (Cl.3.13)

Antes do apóstolo Paulo mencionar e ensinar a necessidade de perdoarmos mutuamente as ofensas o Senhor Jesus já havia deixado bem claro que esta é uma característica do cristão verdadeiro. Desse modo, o "pão nosso de cada dia" deseja que você pense neste dia sobre a necessidade e o dever que temos de perdoar aqueles que nos ofendem e assim, caso seja necessário, coloque em prática esta marca do caráter do cristão.

Ao ensinar como devemos orar (Mateus 6.5-15 – “... E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes...)

Jesus declara que não temos direito de pedir perdão a Deus se não estamos dispostos a perdoar os que nos ofendem.

Você perdoa facilmente os que te ofendem ou magoam?
É necessário encararmos de frente, e com toda sinceridade, todos os ressentimentos que estivermos abrigando contra alguém. O que desejo mostrar é que o perdão vertical (no relacionamento com Deus) só poderá ser alcançado se praticarmos o perdão horizontal (no relacionamento com o homem). Isto não pode ser esquecido.

E para que estejamos motivados a perdoar basta que meditemos sobre como Deus nos perdoa e a medida em que pudermos enxergar o perdão divino a nós dirigido, também teremos capacidade para perdoar os outros. Não podemos inverter a ordem das coisas pensando que o perdão ao semelhante é a base para o perdão divino.

A ação humana de perdoar não dirige a ação divina de perdoar. Por outro lado, quando não perdoamos, o que acontece em nosso relacionamento com Deus? E se Deus não perdoa alguém que não é capaz de perdoar o faz porque é justo. A dinâmica do perdoar exige capacidade de amar.

O amor sim é o que nos capacita a perdoar e nele encontramos as condições para exercer a reconciliação quando somos os ofensores e o perdão quando somos os ofendidos. A responsabilidade cristã de perdoar não está limitada por um número de vezes e o Senhor fica indignado quando nos esquecemos do perdão que Deus nos oferece e não nos dispomos a amar o semelhante através do gesto do perdão. Ele diz que seremos castigados pelo Pai celestial (Mateus 18.22-35)

Negar o perdão é uma atitude hipócrita e Deus não ouvirá a oração de um hipócrita.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 14 de junho de 2016

COMO POSSO PERDOAR ÀQUELES QUE PECARAM CONTRA MIM?

Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós.

Recusar-se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12).

Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus.

Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros.

Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco?

A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4)

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O OTIMISMO NOS RELACIONAMENTOS

Pessoas positivas conseguem enxergar o que os outros têm de melhor

Aprendemos no dia a dia, com nossos relacionamentos, que nem todas as pessoas são bem-intencionadas em suas ideias e comportamentos. Algumas vivem tentando levar vantagem sobre os outros e em certas situações. Já lidei com indivíduos desse tipo e, com certeza, você também.

Não temos como desvendar totalmente o interior do ser humano. Em Jeremias 17.9 lemos que enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Somente Deus nos conhece por completo e sonda nossas intenções.

E graças ao Seu amor e perdão Ele está sempre nos orientando a sermos melhores a cada dia. Deus nos deixou várias mensagens de otimismo em Sua Palavra.

Mesmo se nos decepcionarmos, não devemos deixar de investir e acreditar no ser humano. Quando desconfiamos o tempo todo das pessoas, tendemos a comportar-nos de maneira errada com elas e a fazer julgamentos precipitados, prejudicando nossos relacionamentos. Temos de ser otimistas e esperar o melhor dos outros, pois essa atitude revela maturidade.

Jesus nos deixou um belo exemplo de conduta registrado na história da mulher adúltera. Ele desafiou as pessoas a atirarem nela a primeira pedra caso não tivessem pecado. Os mais velhos do grupo foram os primeiros a largar as pedras e ir embora. Por quê? A maturidade lhes dera o entendimento de que também eram pecadores.

A Bíblia nos incentiva a sempre desenvolvermos a empatia com nosso próximo: Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas (Mt 7.12). Precisamos conscientizar-nos de que todos nós temos limitações e falibilidades, características inerentes ao ser humano após a Queda.

Como somos perdoados diariamente por Deus, precisamos aprender a adquirir o saudável hábito do perdão em nossos relacionamentos.

Seja otimista e aprenda a perdoar. As pessoas negativas não conseguem agir assim, pois não se sentem perdoadas e carregam mágoas e ressentimentos de relacionamentos mal resolvidos. Portanto, não conseguem ver nem extrair o melhor das pessoas. Estão sempre criticando e julgando com base no que elas mesmas têm de pior.

Se você é otimista e deseja manter e desenvolver relacionamentos saudáveis, o perdão deverá fazer parte do seu cotidiano. Temos de aprender a perdoar e a pedir perdão diariamente. Martin Luther King Jr. tinha razão quando afirmou que “o perdão não é um ato ocasional, é uma atitude permanente”.

Lembre-se de que seremos julgados de acordo com os mesmos critérios pelos quais julgamos os outros. Se nos concentrarmos nos aspectos positivos do comportamento das pessoas, será mais provável que elas façam o mesmo conosco.

Pra. Elizete Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sentimento, vontade e atitude é igual ao amor


O sentimento gera o pensamento.

Do pensamento brota a ideia.

A ideia traz a vontade.

A vontade se concretiza em atitudes, que determinam os acontecimentos.

Mas será que essa cadeia interligada tem a ver com o AMOR?

Muitas vezes a gente reluta em colocar algo em prática, fazendo a nossa meta virar um tremendo sacrifício. Não é à toa que as pessoas abandonam sonhos, relacionamentos e investimentos emocionais porque não conseguem PERDOAR.

É ou não é verdade que – um zilhão de vezes – a gente desconfia de tudo e de todos, sem acreditar que algo de bom possa nos acontecer de verdade?

Se você já ficou divagando – horas – tentando responder perguntas intangíveis, deixando oportunidades raras passarem, é hora de ponderar a respeito.

Ora, a palavra AMOR é a que mais aparece em toda a literatura, incluídas aí as modernas formas de comunicação, gerando filmes, novelas, poesias e sonetos. Mas será que o AMOR é um pensamento, uma vontade, uma atitude ou um mero acontecimento?
 
A religião era o fundamento do povo judeu, que realmente reverenciava a Deus, mas Jesus nos conta a parábola onde certo homem foi assaltado e ferido, mas todos que passaram por ele meramente olharam, e tão somente o último prestou socorro (Lc 10:25-37), o que, de acordo com o Mestre, representou um ato de amor.

Possivelmente nós não teremos muitas chances de encontrar pessoas feridas nas ruas e lhes prestar apoio. Talvez somente nos seja possível ajudar alguém com fome ou doente.

Há, contudo, um campo que está aberto para nosso exercício de amor: a prática do perdão, mas que deve ir além da frase: “Eu desculpo”, que é mera retórica.

Para nós sairmos da esfera abstrata e adentramos na real, precisamos expressar atitudes de apoio, gentileza e carinho. Se isso for difícil, podemos fazer de pouquinho em pouquinho, treinando nossa mente e coração a viver uma vida plena, e não amarrada em conceitos e teorias que simplesmente nos deixam mais sozinhos.

O perdão é uma atitude, e deve ser dirigido até mesmo para aqueles que nos magoaram profundamente.

Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo.

Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mateus 5:43-44).

O SENTIMENTO, O PENSAMENTO, A IDEIA, A ATITUDE de perdoar somente trará saúde para sua alma, sendo possível com o auxílio de Deus, nosso Pai.

Pr. Elcio Lourenço

Por Litrazini

Graça e Paz



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.