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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

ASSOCIANDO VIRTUDE E FÉ

(...) Pelas quais nos têm sido doadas as suas preci­osas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina [...] associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a frater­nidade; com a fraternidade, o amor. 2 Pe 1-7

Nessa série de mandamentos, o Senhor inclui nossa responsabilidade: você supre o auto controle.

Parece uma contradição, não é? Paulo chama isso de "fruto do Espíri­to" e tem razão.

O autocontrole é um ingrediente do céu que Deus nos dá quando o seu Espírito vive em nosso interior e nos controla.

Pedro disse, no entanto, que nós devemos "supri-lo"!

A suposta contradição é resolvida quando compreen­demos que Deus é a fonte de poder, e isso significa que pavimentamos o caminho para que Ele atue.

O mesmo supri­mento básico é dado a todo filho de Deus, mas é nossa responsabilidade obedecer e exercer o autocontrole para que ele ocorra em nossas vidas.

Extraído do livro Perseverança de Charles Swindoll / Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

UMA VIRTUDE DIFICIL DE ADQUIRIR

A nossa maior dificuldade quando observamos a vida de um personagem bíblico é vê-lo como um indivíduo real de carne e osso e com emoções à flor da pele.

Quando se fala de José a maioria das pessoas faz a seguinte associação: “Ah! Já sei, o que fugiu da mulher de Potifar”.

Quando alguns ouvem o nome Sansão quase podem ver um Golias convertido.

Ou pensam em Davi como um guerreiro. Um Super Rei!  

Uma dessas qualidades que nos tornam segundo o coração de Deus é ter um espírito que perdoa. Esta é a virtude mais difícil de se adquirir.  

Em vez de perdoar plenamente, a maioria das pessoas opta por uma dentre três situações:

A primeira delas é o perdão condicional. “Perdoo você se...”; “...Se você admitir a culpa, então o perdoarei”. Sabe o que isso significa? “Estou lhe esperando como um leão, você faz o movimento e eu determino a hora de atacar”. Isso é perdão condicional.

Outra situação é o perdão parcial. “Perdoo você, mas não espere que eu esqueça”. “Perdoo você, mas saia da minha vida”.

A terceira é o perdão adiado. “Um dia eu perdoo”; “Algum dia vou acabar perdoando você”.

Essas são atitudes de pessoas feridas que cultivam mágoas durante longo tempo.

A maioria de nós prefere sentar-se no banco dos réus do que no assento de misericórdia.

Talvez seja mais confortável observar quem “nos prejudicou” quando assumimos o tipo “coitado”.

Toda desobediência tem um preço. Quando não perdoamos, isso tem um efeito dramático no sentido descendente em nossa vida.

Primeiro houve uma ofensa e não houve perdão.

Se não houve perdão o ressentimento começa a se formar.

Se não houve perdão o ressentimento gera o ódio.

O ódio mantido gera o rancor. E o rancor busca ferozmente a vingança.

Mas em Rm. 12.19 diz: “Não vos vingueis a vos mesmos, amados, mas dai lugar à ira, porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o Senhor”.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

O ESPÍRITO SANTO PRODUZINDO FRUTOS


O fruto  do Espírito é o resultado da operação do Espírito na vida do salvo, o qual,  ligado intimamente á vida de Jesus, produz em sua própria vida aquelas  características preciosas da personalidade e dos sentimentos que haviam em  Jesus (II Co 4.10-11; Jo 15.1-5).

O QUE NÃO É FRUTO DO ESPÍRITO 

NÃO SÃO OBRAS DA CARNE. Obra é aquilo que nós  fazemos e na qual trabalhamos; fruto é algo que nasce da árvore e que brota  dela mesma. A única coisa que a árvore tem que fazer é tomar da terra seu  alimento, receber a água que lhe é necessária e submeter-se a ação do clima e  do meio ambiente que a rodeia. Então, chegando o seu tempo, sairá o fruto. Se  submetermos as nossas vidas á ação divina, haverá frutos, pois o fruto do  Espírito é obra de Deus.

NÃO É A MESMA COISA DOS DONS ESPIRITUAIS. Há  diversidade na distribuição dos dons espirituais, mas não há distribuição  diferentes do fruto do Espírito. As noves diferentes virtudes do fruto devem  ser manifestadas na vida do cristão. Em Rm 12 e I Co 12 a palavra é “dons”,  plural, mas a palavra “fruto” singular, em Gl 5.22. Isto porque o fruto é  produzido como um todo pela obra do Espírito e desse modo deve aparecer na sua  inteireza, na vida do cristão.

O QUE É FRUTO DO  ESPÍRITO 
O fruto do Espírito é um só, constituído por nove virtudes que formam tręs grupos naturais. 

VIRTUDES QUE VISAM APERFEIÇOAR A NOSSA RELAÇÃO COM  DEUS: 
A)- AMOR. É a mais  importante de todas as virtudes, Está mencionada em primeiro lugar, porque  todas as outras manifestações do fruto do Espírito são diferentes expressões de  amor. É o amor altruísta, capas de se entregar pelo objeto amado, semelhante ao  amor de Cristo, que excede todo entendimento (Ef. 3.19); 
B)- GOZO. Este termo significa “alegria nas cousas de Deus”,  independente de qualquer circunstância, boa ou má. Este foi um dos milagres do  Espírito que o próprio Paulo experimentou em At. 16.24-25; 
C)- PAZ. Este termo é decorrente da experiência prometida  em Rm 5.1 e traz um quadruplo benefício: 1) Paz com Deus; 2) Paz interior; 3)  Paz com o próximo; 4) Paz para o próximo.

VIRTUDES QUE VISAM APERFEIÇOAR NOSSA RELAÇÃO COM O  PRÓXIMO. 
A)- LONGANIMIDADE. Esta palavra tem o sentido de firmeza, de ânimo,  perseverança, etc.. 
B)- BENIGNIDADE. O significado real deste fruto é: suavidade,  ternura, benevolência. 
C)- BONDADE. É a capacidade de ser bom pelo Espírito Santo.  Esta característica pertence a Deus (Mc 10.18) mas é um dos frutos do Espírito  que poderá ser produzido pelo cristão.

VIRTUDES QUE VISAM APERFEIÇOAR NOSSAS RELAÇÕES COM  NÓS MESMOS. 
A)- FIDELIDADE. Na parábola dos talentos, Jesus deixou bem claro  que o mais importante não é a quantidade de talentos que alguém tenha recebido,  mas a fidelidade com que eles são aplicados no trabalho do Senhor. 
B)- MANSIDÃO. É o oposto da arrogância, da rebeldia e da violência.  Jesus ensinou que os mansos herdarão a terra (Mt 5.5). 
C)- DOMÍNIO  PRÓPRIO. O  sentido de autocontrole. É a vitória do espírito contra a carne na experiência  do crente.

CARACTERÍSTICAS DO FRUTO DO  ESPÍRITO 
1. REVELA CRESCIMENTO ESPIRITUAL. O fruto quando surge  na árvore é pequeno e leva algum tempo para que esteja pronto para ser colhido.  O fruto do Espírito também não aparece, de início, em plena maturidade na vida  do crente. Ele é o resultado de um processo de  contínuo crescimento  espiritual.

2. AUXILIA O DESEMPENHO DOS DONS  ESPIRITUAIS. Na confecção das vestes sacerdotais teriam que ser obedecidos os  detalhes: “Nas suas bordas farás romãs azul e de púrpura, e de carmezim ao  redor de suas bordas; e campainha de ouro no meio delas ao redor. Uma  campainha, uma romã, outra campainha de ouro outra romã...” (Ex.28.33-34). É  uma figura perfeita representando os frutos (romãs) e os dons (campainhas) do  Espírito.

Notemos bem: frutos primeiro, depois dons. Ordem obedecida também no  Novo Testamento. Número igual também (intercalados) na nossa dispensação: nove  dons e nove frutos. Perfeito equilíbrio para o sacerdote se apresentar diante  do Senhor com frutos e dons simbólicos. O ruído das campainhas ficaria suave e  agradável com as romãs intercaladas.

3. É UMA EXIGÊNCIA DIVINA. “Todo ramo que, estando em  mim, não der fruto. Ele o corta; e todo o que dá fruto, limpa para que produza  mais fruto ainda” (Jo 15.2). O Senhor Jesus em uma ocasião olhou uma figueira e  foi buscar fruto, porém só encontrou folhas e sua sentença foi: “Nunca mais  nasça fruto em ti” (Mt. 21.18-19).

Pela leitura de Jo 15.4-6, entendemos que  ninguém poderá ter uma vida frutífera se não estiver ligado pela fé a Jesus, como a vara está ligada a videira. 

Fonte: Extraido: Explicando as Escrituras

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 16 de abril de 2013

Ingratidão



“Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro de dez leprosos... um dos dez, vendo que fora procurado, voltou, dando glória a Deus em alta voz,... então Jesus lhe perguntou: não eram dez os que foram curados? Onde estão os nove...?” Lucas 17. 11-19

O que é gratidão?

Gratidão é reconhecer que alguém nos ajudou, que alguém nos estendeu a mão, que alguém fez alguma coisa por nós. É reconhecer que alcançamos uma vitória, porque alguém segurou as nossas mãos e nos puxou para cima.

E o que é ingratidão?

Segundo o dicionário, é característica de uma pessoa estéril, desagradável, que não correspondeu às expectativas. O Senhor tem falado muito ao meu coração sobre ser grato pelas bênçãos que Ele nos tem concedido. Tudo que temos recebido, tem origem no amor de Deus, no seu cuidado para conosco. Quando somos ingratos com alguém, demonstramos ingratidão para com o próprio Deus.

“Não digas, pois, no teu coração: a minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas.” Deuteronômio 8.17-18

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das Luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.” Tiago 1.17

Se não fosse o favor do Senhor, seríamos como aqueles leprosos. A palavra de Deus diz que os dez leprosos receberam a bênção de Deus. Todos eles foram curados. Contudo, a Bíblia diz que apenas um voltou – o samaritano. Aquele homem considerou ser prioridade agradecer a quem lhe tinha beneficiado. Em nossa sociedade, a gratidão é uma virtude rara.

Muitas vezes, fazemos dez favores para uma pessoa, mas se negamos o décimo primeiro, ela se esquece do que fizemos anteriormente. Vivemos num mundo tão egoísta que o que prevalece não são as boas recordações e sim as más lembranças.

Às vezes, na mesma família, com dez membros por exemplo, somente um é sempre agradecido.

O samaritano, o mais pobre de todos, aquele que ninguém esperava que fosse voltar, deu meia volta em direção àquele que o havia curado.

Temos que nos espelhar na atitude desse homem e sermos agradecidos em tudo, não nos esquecendo daqueles que nos fizeram bem e que estiveram ao nosso lado. A gratidão é a mais bela flor que pode brotar da alma de um homem. Não é apenas a maior das virtudes, mas a fonte de todas elas.

Peçamos a Deus um coração agradecido, pois assim, estaremos agradando ao Senhor. Deus tem duas moradas certas: nos céus e nos corações agradecidos.

Extraído do livro Ingratidão de autoria Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Perfeccionismo não é excelência

Muitas pessoas sentem orgulho em dizer que são perfeccionistas. Elas acham que esta é uma extraordinária qualidade. Batem no peito e assumem abertamente que são e que fazem questão de ser assim. É como se elas trouxessem ao pescoço uma placa com os dizeres: “Siga-me a faça como eu: é o único jeito de tornar o mundo melhor”. Vivem como se fossem o suprassumo da humanidade, o protótipo do ser humano ideal. São aqueles que se julgam os pais perfeitos, os pastores ideais, os crentes nota dez, os modelos de família mais desejáveis, os exemplos marcantes que farão a diferença na história.

Quando encontramos com estas pessoas, achamos que elas são mesmo tudo isso. Por um tempo chegamos a ficar em dúvida e até a admirar, senão mesmo invejar, seu alto nível de compromisso com as virtudes mais escolhidas da raça humana.

Acontece que o perfeccionismo é uma falácia. Simplesmente porque ele se baseia em pressupostos sem alicerces sustentáveis.

Primeiro, porque trata-se de uma mania. É uma coisa quase patológica. Praticamente uma síndrome. Achar que temos condições de fazer qualquer coisa sem falhas, que não erramos nunca, que não temos defeitos é o limiar da loucura absoluta. Não é possível viver assim a vida toda. E o que acaba acontecendo é que em algum momento a falha vai chegar, dando à luz uma vida de hipocrisia farisaica. Quem tem mania de perfeição não consegue conviver com suas próprias faltas. Para ele, isso é a fim. Ele não conseguirá conviver com a realidade, não terá estrutura para enfrentar a verdade. Então, acaba criando um mundo só seu, onde o que importa é a opinião das pessoas, é manter sua imagem perante os outros.

Por esta razão, o perfeccionismo é o embrião da falsidade e do farisaísmo.

Segundo, porque o padrão ideal seguido por quem sofre deste mal é criado por ele mesmo. Este modelo é fundido no fundo do seu próprio quintal, no tacho das idiossincrasias, isto é, naquilo que diz respeito ao temperamento, valores e conceitos de cada um.

Nem sempre, porém, este padrão é efetivamente o melhor. Para os cristãos, por exemplo, o padrão perfeito e absoluto é Jesus. Imita-lo, tentar ser como ele, deveria ser a maior ambição de um discípulo. Mas vai daí que o perfeccionista passa criar o “Jesus” que mais lhe interessa, como se isso fosse possível.

À semelhança de uma facção da igreja dos coríntios, esse pessoal cria um partido e diz que “são de Cristo”, como se o Senhor tivesse lá do seu trono mandado a ficha de filiação para dar seu aval àquele grupelho. Colocam na boca de Cristo palavras que ele nunca sonhou em proferir. Cobram coisas que ele nunca cobrou.

Não bastasse isso, ainda querem impor a todo mundo o mesmo padrão. Veja, ele mesmo criou o seu e agora quem não faz exatamente como ele imagina, não serve. Este é o maior estrago causado pelo perfeccionismo: julgar que somente aquilo que fazemos é que tem valor. Só o nosso padrão é bom. Quem não reza pela nossa cartilha, não tem qualidade. Não é “espiritual”, não tem “consagração”. Quem não gosta daquilo que eu gosto, não tem bom gosto.

Agora, não confunda perfeccionismo com a busca pela excelência.

A diferença é sutil, mas existe. Muitos perfeccionistas tentam se justificar dizendo-se caçadores de excelência.

Excelência é fazer as coisas com o máximo de qualidade que nossos recursos permitem.

Perfeccionismo é determinar pelo nosso padrão pessoal qual é esse máximo e exigir que todos o alcancem. Tentar fazer o melhor sempre, dar o máximo em cada coisa que fazemos, caprichar, esmerar-se é bem diferente de traçar um padrão pessoal de perfeição absoluta e gastar sua vida toda perseguindo esta utopia.

A excelência é uma virtude admirável. Ela atrai e influencia as pessoas ao redor. Quem trabalha com excelência não vai ficar às voltas com quem mata o serviço.

O perfeccionismo, por sua vez, é um defeito asqueroso. Ele isola e torna solitários seus adeptos. O destino do perfeccionista é uma perene frustração. E ninguém gosta de se espelhar em frustrados.

É verdade que muita gente isola também o excelente, porque não é todo mundo que está interessado em ir um passo além e sair da mediocridade. A gente se acostuma a um padrão meia-boca e às vezes não há quem nos faça desistir dele. Mas aí já é um outro problema. Neste caso, a responsabilidade da escolha não recai sobre você, mas sobre aqueles que preferem a estagnação e a falta de qualidade. Problema deles. É o outro extremo.

Quanto a mim e a você, que não queremos errar nem pela falta nem pelo excesso, nos cabe clamar a graça de Deus sobre nossas vidas para que vivamos da melhor forma possível, com sabedoria e discernimento, conscientes de nossas limitações e fraquezas, mas procurando dar o melhor sempre, em todas as circunstâncias.
E se um dia a gente se tornar referência para o que quer que seja, que seja unicamente para glorificar o Servo Perfeito que andou entre nós e que “deixou-nos exemplo para seguirmos os seus passos” (1Pe.1.22)

Autor: Marcos Soares

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.