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quinta-feira, 20 de maio de 2021

O BATISMO DE AMOR

A palavra no original é ÁGAPE, amor altruísta. É amor mais do que emoções. Não é apenas um sentimento, é ação. O verdadeiro amor age em favor do outro.

A ordem para amar não é opcional. O amor ao próximo é o primeiro sinal de que nascemos de novo e que o Espírito Santo atua em nós.

O amor é uma virtude que deve estar acima de quaisquer circunstâncias em nossas vidas. Se "amarmos a Deus sobre todas as coisas", não teremos problemas com o próximo e nem com a gente mesmo, Mt.22.34-40.

O amor é a base da vida cristã e o resumo de todos os mandamentos da Lei. A palavra grega que expressa o amor de Deus é ágape, muitas vezes traduzida por caridade, por tratar-se de amor entrega, doação sem a preocupação da retribuição, do retorno.

É o amor de Deus, na sua forma mais elevada e profunda (Jo.3.16) - É o amor altruísta, não egoísta nem egocêntrico, que ama até os inimigos.

O amor é a base de todo relacionamento perfeito no céu e na terra.

Não é sem motivo que o batismo no Espírito Santo é muitas vezes relatado e chamado de batismo de amor, pois literalmente ondas de amor nos invadem e nos impulsionam a um novo relacionamento com Deus e com o próximo.

Dá aos cristãos a capacidade de amar seus inimigos pondo ao seu alcance o cumprimento da ordem do Senhor em Mt.5.44-48: “Amais os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Amar aquele que não é amável.

O amor transforma o caráter daquele que ama. João é conhecido como o apóstolo do amor, mas nem sempre ele foi assim tão amoroso. Ele ganhou o apelido de “filho do trovão”. Ele quis mandar cair fogo do céu para consumir um povoado samaritano que não os recebeu bem (Lc 9.54). Proibiu a um evangelista “não oficial” de expulsar demônios em nome de Jesus.

Amar é dar maior importância à felicidade da pessoa amada do que à própria felicidade. Quem ama é capaz de fazer tudo que está ao seu alcance (ou fora dele) para que a pessoa possa ser feliz. Mesmo... que seja longe dele.

O que foge disto não é amor. A satisfação de quem ama é ver e sentir a felicidade da pessoa amada.

Foi isso que Jesus Cristo fez com cada um de nós. Ofereceu sua vida como oferta e expiação pelo nosso pecado.

Ele amou a cada um de nós, e não quis que fôssemos condenados, e se deixou ser condenado para que nós pudéssemos ter a chance de ver e viver a glória do Senhor.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 26 de março de 2021

O QUE O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO PROVOCA

 O batismo no Espírito Santo aumentará nosso amor e apreço pelas Escrituras. O Espírito da verdade (Jo 14.17), que inspirou as Escrituras (2Tm 3.16; 2Pe 1.20,21), aprofundará nosso amor à verdade da Palavra de Deus (Jo 16.13; At 2.42; 3.22; 1Jo 4.6).

O batismo no Espírito Santo aprofundará nosso amor pelos demais seguidores de Cristo e a nossa preocupação pelo seu bem estar (2.38, 44-46; 4.32-35).

O batismo no Espírito Santo deve ser precedido de abandono do pecado e de completa obediência a Cristo (2.38).

Daí, qualquer suposto batismo, em que a pessoa não foi liberta do pecado, continuando a viver segundo a vontade da carne, não pode ser atribuído ao Espírito Santo (2.40; 8.18-21; Rm 8.2-9).

O batismo no Espírito Santo fará aumentar o nosso repúdio às diversões pecaminosas e prazeres ímpios deste mundo, refreando-nos a busca egoísta de riquezas e honrarias terrenas (20.33; 1Co 2.12; Rm 12.16; Pv 11.28).

O batismo no Espírito Santo nos trará mais desejo e poder para testemunhar da obra redentora do Senhor Jesus Cristo (ver Lc 4.18; At 1.8; 2.38-41; 4.8-20; Rm 9.1-3; 10.1).

O genuíno batismo no Espírito Santo deve despertar em nós o desejo de uma maior operação sua no reino de Deus, e também uma maior operação de seus dons em nossa vida.

O autêntico batismo no Espírito Santo tornará mais real a obra, a direção e a presença do Espírito Santo em nossa vida diária.

Depois de batizados no Espírito Santo, os crentes de Atos tornaram-se mais cônscios da presença, poder e direção do Espírito Santo (4.31; 6.5; 9.31; 10.19; 13.2, 4, 52; 15.28; 16.6,7; 20.23).

Inversamente, qualquer suposto batismo no Espírito Santo que não aumentar a nossa consciência da presença do Espírito Santo, nem aumentar o nosso desejo de obedecer à sua orientação, nem reafirmar o nosso alvo de viver diante dEle de tal maneira a não entristecê-lo nem suprimir o seu fervor, não provém de Deus.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

domingo, 5 de abril de 2020

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO


Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

Como acontecimento inicial de conversão e novo nascimento, o batismo não pode ser perdido nem repetido mas a plenitude recebida neste batismo precisa ser conservada e se for perdida precisa ser recuperada.

Há casos em que a plenitude do Espírito Santo é perdida por causa do pecado mas também há casos na Bíblia, que mesmo sem a evidência de pecado, pessoas foram cheias do Espírito Santo mostrando que em certos momentos de crise precisamos de um novo revestimento de poder.

Atos 2.4 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 4.8 – “Pedro, cheio do Espírito Santo, falou às autoridades”, e não somente Pedro mas as Escrituras dão testemunho de Barnabé (At 11.24) , Estevão (At 6.5 e 7.55) e de Paulo (At 13.9).

Atos 4.31 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 9.17 – “para que fiques cheio do Espírito Santo”.

Atos 13.52 – “Os discípulos transbordavam de alegria e do Espírito Santo”.

A plenitude do Espírito Santo não pode ser descrita cientificamente em  uma definição, mas pode ser explicada por algumas passagens que a Bíblia nos descreve como sendo a supremacia do Espírito Santo sobre a natureza pecaminosa  e caída dos homens.

Passagens como Romanos 8. Gálatas 5; Efésios 5; Colossenses 3; são passagens que falam de características de uma vida cheia do Espírito Santo.

Somos batizados com o Espírito Santo porque fazemos parte do corpo de Cristo. Quem é batizado com o Espírito Santo é batizado no corpo de Cristo.Porém devemos entender o porque da ordem de sermos cheios do Espírito Santo:

O Espírito Santo é o elo entre Cristo e o Cristão – Cristo subiu aos céus e vive nos seus discípulos através do seu Espírito Santo que em nós habita.

O Espírito Santo manifesta a vida de Cristo em nós – Já não sou mais eu quem vive mas Cristo vive em mim.

O Espírito Santo controla nossa natureza pecaminosa – Se pelo Espírito mortificardes a carne então vivereis.

O Espírito Santo glorifica a Jesus em nossa vida – Ele me glorificará porque receberá do que é meu.

O Espírito Santo é nosso intercessor – Não sabemos orar como convém mas o Espírito Santo intercede por nós.

O Espírito Santo é nosso Consolador, Auxiliador – Eu rogarei ao Pai e ele vos dará um outro consolador.

O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Sem dúvidas poderíamos duplicar esta lista várias vezes mas o que dissemos até aqui é suficiente para concluirmos que sem o Espírito Santo não pode haver vida cristã autêntica, ou vivemos na esfera do Espírito ou da carne, a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, quem está na carne não pode agradar a Deus, somente podem agradar a Deus aqueles que vivem no Espírito.

Transcrito Por Litrazini

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

O QUE É O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?


ESTE BATISMO É UM DOM, ISTO É, UM PRESENTE: Não é um prêmio. Um prêmio é dado para alguém que merece; um presente não tem nada a ver com merecimento. A virtude é daquele que dá e não daquele que recebe.

É UMA EXPERIÊNCIA DEFINIDA E PESSOAL: Aquele que recebe fica consciente disto, como vimos em At 19.2.

É UM REVESTIMENTO DE PODER: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”- Lc 24.49.

É A CAPACITAÇÃO PARA SER UMA TESTEMUNHA DE CRISTO: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”- At 1.8.

O batismo com o Espírito Santo não é tudo, não é um atestado de maturidade. Isto explica porque muitas vezes encontramos irmãos que pregam e ensinam com unção, ou outros que são usados com manifestações de poder e de milagres, mas quando vamos conhecê-los na intimidade nos decepcionamos com suas vidas. Seu relacionamento em casa com a esposa e filhos e na igreja com os irmãos, não demonstra o caráter de Cristo.

O batismo com Espírito Santo não opera nenhuma mudança no caráter. Isto requer um contínuo esvaziamento, uma contínua operação da cruz de Cristo, um quebrantamento contínuo que vem pela aceitação das determinações de Deus em nossas vidas, com louvor e ações de graças .

Já o batismo com o Espírito Santo, é uma capacitação para fazer a obra como vimos em At 1.8. Esta experiência é para o início da vida cristã. É necessário ser recebida logo que se entra no Reino de Deus, pois só assim os novos discípulos estarão capacitados para o serviço a Deus.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 17 de setembro de 2019

RECEBER O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?


E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar.  Atos 2:38-39

O batismo com o Espírito Santo é um presente, não é um prêmio, não tem nada a ver com merecimento, é uma experiência definida e pessoal, um revestimento de poder: “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai porém, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder”- Lc 24.49.

É a capacitação para ser uma testemunha de Cristo: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra”- At 1.8.

Para receber essa unção, prêmio, poder... do Espírito se faz necessário observar alguns critérios, dentre eles

TEMOS QUE NASCER DE NOVO.
Ter o Espírito habitando dentro de si e pertencer a Jesus: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” - Rm.8.9.

DEVEMOS PEDIR.
A Bíblia diz que se pedirmos, a oração será atendida: “Pois todo o que pede, recebe; e quem busca acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á” - Lc.11.10.

DEVEMOS NOS ENTREGAR
O apóstolo Paulo mostra com clareza essa necessidade quando ele diz: “Apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo” - Rm.12.1.

DEVEMOS DESEJAR OBEDECER AO ESPÍRITO.
Se quiser estar imersos no Espírito Santo, precisamos estar preparados para obedecê-lo: “E nós somos testemunhas destas coisas, e bem assim o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem” - At.5.32.

PRECISAMOS CRER.
Paulo perguntou: Recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?: GL.3.2. A resposta é obviamente, fé. Precisamos crer que, se pedirmos, receberemos.

TEMOS QUE EXERCITAR O QUE DEUS NOS DEU.
Havendo pedido, havendo recebido, havendo o desejo de receber, tendo crido, precisamos responder de uma forma bíblica.
Atos 2.4 diz: “Começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. Isto significa que eles falavam com as palavras o que o Espírito Santo lhes dava. O Espírito Santo dava as palavras, os apóstolos e os discípulos respondiam voluntariamente.

Havia uma ação com base na fé, e não meramente uma aceitação passiva da bênção. É importante comunicar ao novo discípulo ao orar com ele, que o Espírito Santo não vai forçar a sua boca.

O Espírito Santo não vai falar. As línguas são dadas pelo Espírito, mas quem fala é o discípulo. Portanto, ele mesmo deve exercer a sua vontade para falar. É ele que movimenta a sua boca. Ele que abre e fala, confiando que o Espírito Santo vai dar as línguas.

O batismo no Espírito Santo, para todos os cristãos, de todas as épocas, de todas as denominações e de todos os lugares. A mesma experiência que foi acessível à Igreja Primitiva pode ser provada pelos cristãos nos dias de hoje.

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)
Graça e Paz

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

BATISMO DO ESPÍRITO SANTO


Jesus prometeu aos seus seguidores que eles fariam obras ainda maiores do que as dele, e nós sabemos que, depois de terem recebido o batismo do Espírito Santo, os discípulos pregaram com poder e realizaram grandes milagres. Sua participação nas grandes obras consistia de crer. O poder de realizar milagres não era deles próprios, mas  vinha de Deus e fluía através deles, porque eles criam.

A finalidade do batismo do Espírito Santo é que nós diminuamos, de maneira que a presença e o poder de Deus possam habitar em nós e fluam abundantemente, por nosso intermédio. “Glória seja dada a Deus, que pelo Seu grandioso poder operado em nós é capaz de fazer muito mais do que nós jamais ousaríamos pedir ou mesmo pensar, infinitamente além de nossas mais sublimes orações, anseios, pensamentos ou esperanças.” (Ef. 3.20). É Deus que faz a obra em nós. E quanto mais confiarmos nele e quanto menos dependermos de nós mesmos, mais ele terá possibilidades de agir.

Jesus referiu-se muitas vezes ao Espírito Santo como o Espírito da Verdade. “Quando vier o Espírito Santo, que é a verdade, Ele guiará vocês a toda a verdade.” (Jo 16.13). O Espírito Santo da verdade habita em todos os crentes e os orienta em tudo. Mas ser batizado no Espírito significa muito mais que isto; Significa “mergulhar em” ou “saturar”.

O batismo do Espírito Santo é uma experiência de purificação total, e de despojamento. É o farol da verdade de Deus, pondo à mostra cada recanto da nossa vida. A finalidade do batismo é lavar-nos com um jato fortíssimo e esvaziar-nos da nossa auto-confiança, do nosso orgulho, das nossas pequeninas tendências de trapaça, dos pretextos aos quais nos agarramos, de todas as coisas que bloqueiam a nossa fé e impedem a entrada do poder de Deus e da sua presença em nossa vida.

O batismo do Espírito Santo tem um duplo propósito: a purificação e o preparo do vaso para receber poder divino; e, depois, o enchimento do vaso com o seu poder. As duas ocorrências são simultâneas, porque  quando Ele começa a saturar nosso ser, põe em evidência e ao mesmo tempo retira o entulho empilhado dentro de nós.

Jesus disse: “Recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas.” (At. 1.8). Ele não disse que o poder nos pertencia, mas que o poder nos encheria e operaria por nosso intermédio. Somos recipientes, vasos e canais. Por mais que tentemos, nunca seremos o conteúdo. Somos copos contendo água viva. A água pode saciar a sede dos homens, mas um copo vazio não satisfaz a ninguém.

Pessoas dizem suplicar a Deus que os batize no Espírito Santo, mas nada lhes acontece. O erro está no fato deles olharem para os seus próprios sentimentos em vez  de se fixarem na realidade de Deus. É sempre nos sentimentos que se encontra o obstáculo. As sensações não constituem o batismo. O batismo é uma transformação interior.

Amor, alegria e paz fazem parte do fruto do Espírito Santo em nós. A origem da alegria não está nas circunstâncias felizes, mas nos conhecimentos dos mandamentos de Jesus, na sua obediência e no descansar nele. “Achadas as tuas palavras, logo as  comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração.” (Jeremias 15.16).

Somos criaturas que gostam de se fixar á hábitos. Temos sempre deixado que os nossos sentidos comandem nossas reações. Mas Cristo veio morar em nós para que a sua alegria possa nos encher completa e plenamente. Não são as nossas emoções, nem a nossa mente, nem tampouco os nossos sentidos que nos incitam a regozijar. Isso vem do nosso espírito nascido do Espírito Santo. É ali que reside a nossa vontade.

Ronaldo Perini

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

O BATISMO É INDISPENSÁVEL À SALVAÇÃO?


“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mc 16.16).

A fé salvífica precede o batismo. A Bíblia não diz “quem crer será salvo, desde que seja batizado”. Somente os salvos são batizados, confirmando publicamente sua filiação à família de Deus e se integrando na membresia da igreja local. Para não restar dúvida, o evangelista acentua: “Quem não crer será condenado”. Condenados estão os que não crerem.

Salvação, depois batismo. Esta é a sequência bíblica. Da mesma forma ocorre com os que participam da ceia do Senhor (Mt 28.19; At 2.37-38; 8.12-13; 9.36-39; 16.31-33; 18.8).

Não se pode estabelecer uma doutrina com base em um único texto bíblico, mas no conjunto de textos disponíveis, de modo que tudo fique muito bem entendido e interpretado.

A questão está muito clara em João 3.18: “Quem nele crê [em Jesus] não é condenado; mas quem não crê já está condenado.

Também em Efésios 2.8: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé…”;

Romanos 10.9: “Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, SERÁS SALVO”.

Exemplo clássico é o da salvação do ladrão que foi perdoado por Jesus, no Calvário, independente de batismo. Após arrepender-se e clamar por misericórdia, ouviu de Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.43).

Finalmente, somos justificados e salvos pela fé e não pelo batismo.

Batismo de crianças – O batismo de criancinhas não encontra amparo na Palavra de Deus. Como vimos, somente os que creem devem ser batizados. Criancinhas de um ano possuem condições de crer? Claro que não. Elas não podem ser batizadas com base na fé de seus pais.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 10 de julho de 2016

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

Como acontecimento inicial de conversão e novo nascimento, o batismo não pode ser perdido nem repetido mas a plenitude recebida neste batismo precisa ser conservada e se for perdida precisa ser recuperada.

Há casos em que a plenitude do Espírito Santo é perdida por causa do pecado mas também há casos na Bíblia, que mesmo sem a evidência de pecado, pessoas foram cheias do Espírito Santo mostrando que em certos momentos de crise precisamos de um novo revestimento de poder.

Atos 2.4 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 4.8 – “Pedro, cheio do Espírito Santo, falou às autoridades”, e não somente Pedro mas as Escrituras dão testemunho de Barnabé (At 11.24) , Estevão (At 6.5 e 7.55) e de Paulo (At 13.9).

Atos 4.31 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 9.17 – “para que fiques cheio do Espírito Santo”.

Atos 13.52 – “Os discípulos transbordavam de alegria e do Espírito Santo”.

A plenitude do Espírito Santo não pode ser descrita cientificamente em  uma definição, mas pode ser explicada por algumas passagens que a Bíblia nos descreve como sendo a supremacia do Espírito Santo sobre a natureza pecaminosa  e caída dos homens.

Passagens como Romanos 8. Gálatas 5; Efésios 5; Colossenses 3; são passagens que falam de características de uma vida cheia do Espírito Santo.

Somos batizados com o Espírito Santo porque fazemos parte do corpo de Cristo. Quem é batizado com o Espírito Santo é batizado no corpo de Cristo.Porém devemos entender o porque da ordem de sermos cheios do Espírito Santo:

O Espírito Santo é o elo entre Cristo e o Cristão – Cristo subiu aos céus e vive nos seus discípulos através do seu Espírito Santo que em nós habita.

O Espírito Santo manifesta a vida de Cristo em nós – Já não sou mais eu quem vive mas Cristo vive em mim.

O Espírito Santo controla nossa natureza pecaminosa – Se pelo Espírito mortificardes a carne então vivereis.

O Espírito Santo glorifica a Jesus em nossa vida – Ele me glorificará porque receberá do que é meu.

O Espírito Santo é nosso intercessor – Não sabemos orar como convém mas o Espírito Santo intercede por nós.

O Espírito Santo é nosso Consolador, Auxiliador – Eu rogarei ao Pai e ele vos dará um outro consolador.

O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Sem dúvidas poderíamos duplicar esta lista várias vezes mas o que dissemos até aqui é suficiente para concluirmos que sem o Espírito Santo não pode haver vida cristã autêntica, ou vivemos na esfera do Espírito ou da carne, a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, quem está na carne não pode agradar a Deus, somente podem agradar a Deus aqueles que vivem no Espírito.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A IGREJA QUE É SEU CORPO

Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito (1 Co. 12:13)

O batismo no Espírito é pouco entendido. Alguns imaginam ser um tipo de benção secundária, da qual uns privilegiados participam em um tempo subsequente ao da salvação. Outros supõem que isso é uma coisa repetitiva a ser buscada pelos santos individual e coletivamente através de intensa oração. As Escrituras ensinam algo bem diferente.

O batismo do Espírito (Cristo sendo o Batizador - João 1:33) tem em vista o corpo de Cristo. Por meio dEle, os santos de Deus, embora muitos, são unidos ao Cabeça que está no céu, e uns aos outros. Isso era algo desconhecido até Cristo ser glorificado. É claro que sempre existiram pessoas piedosas. Mas não havia união como um corpo, e nem poderia existir até que a redenção fosse cumprida e Cristo subisse à destra de Deus. Este mistério estava oculto no coração de Deus, esperando o tempo determinado para ser revelado.

O propósito divino era compartilhar Seu amor com todos aqueles que cressem em Seu Filho, de maneira tão íntima que estes se tornariam o corpo do próprio Cristo aqui no mundo. Hoje o Corpo de Cristo ainda está sendo formado pela ação do Espírito Santo, que reúne os membros e co-herdeiros do Senhor que ainda faltam. Quando o número deles estiver completo, o Senhor virá buscá-los para Si mesmo.

Fazer parte desse projeto de Deus é uma honra além de qualquer compreensão!

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio. (Ef. 2:13-14)

No novo conjunto, todas as distinções carnais entre gentios e judeus desaparecem, pois a parede de separação já foi quebrada na cruz; todos têm acesso ao Pai pelo Espírito Santo, e todas as bênçãos da Cabeça celestial são nossas, pois somos um com Ele (Efésios 2). Tudo o que Cristo é e possui está disponível para Seu Corpo.

É impossível que nós, sendo Seu corpo e nos apossando da união que temos com Cristo na glória, amemos este mundo mau e hostil. É impossível que entendendo e experimentando a verdade de ser um com Cristo vejamos a vida e as pessoas da mesma maneira. Porém, tal entendimento não pode ser obtido pelo intelecto, é algo que a fé nos revela!

A consequência imediata de tal ligação é que a forma de vivermos neste mundo muda radicalmente. A diferença entre Efésios e 1 Coríntios no que se refere à verdade do Corpo de Cristo é que o primeiro nos dá uma visão celestial, e o segundo nos dá uma visão terrena. Recebemos da Cabeça tudo o que precisamos para a edificação do Corpo, e distribuímos tais coisas para as pessoas; ao termos comunhão com o Cabeça, “todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef/ 4:16).

O invisível – nossa ligação com Cristo – se torna automaticamente visível quando manifestamos ao mundo a vida de Deus. O contrário também é verdadeiro: a falta de comunhão com a Cabeça causa toda sorte de doenças, desfiguração e fraqueza ao corpo. E isso também é visível ao mundo!

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. (Ap. 3:10-11)

Os capítulos iniciais de Atos dos Apóstolos são fascinantes por sua simplicidade e graça. E de tais coisas a Igreja de Cristo se afastou antes mesmo que Paulo fosse chamado ao descanso celestial. E como o declínio foi rápido depois que ele partiu! Como a verdade foi perdida quase que imediatamente. Levou algum tempo para Deus restaurá-la de forma mais abrangente aos Seus.

Muitas verdades referentes às bênçãos individuais dos crentes foram trazidas à luz no século XVI, mas pouco disso foi absorvido pela Igreja de Deus. No entanto, o Espírito Santo tem exposto a verdade diante de Seus filhos mais uma vez antes da vinda do Senhor. Ele deseja que Seus santos desfrutem de um relacionamento verdadeiro e intenso com Cristo, e que haja um andar individual e coletivo que manifestem a vida de Deus.

Alguns argumentam que é praticamente impossível viver tais princípios depois de toda a deturpação e engano que tem se infiltrado na igreja professa. Com a vasta maioria dos que se dizem cristãos, gastando as energias para edificar organizações humanas, e declarando que estão edificando a “igreja de Cristo”, o que nos resta?

Não esqueçamos que a Igreja de Deus é composta de indivíduos e cada “pedra viva” tem sua responsabilidade para com o Senhor. Cada redimido tem de trilhar seu próprio caminho com o Senhor. Somos exortados a nos revestir “do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade… porque somos membros uns dos outros” (Efésios 4:24-25).

Se cada parte do corpo andar sob a orientação do Espírito Santo, todo o corpo será edificado segundo a imagem de Cristo, para a glória de Deus!

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 9 de julho de 2013

O batismo com o Espírito Santo é sinônimo de salvação?

Não, o batismo com o Espírito Santo não é para qualquer um. O ímpio, por exemplo, não receberá esse batismo, o cristão nominal, o desinteressado e o que, por algum motivo, não crê nisso também não serão batizados com fogo e revestidos de poder do alto. Contudo, o cristão que crê nesse tipo de batismo, deseja ser batizado e mostra-se disposto a buscá-lo pela oração e consagração a Deus, poderá ser batizado pelo Senhor.
Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Por que Ele não batizaria um filho Seu fiel, digno e desejoso de receber o batismo com o Espírito Santo? Por que alguém não receberia o revestimento do Espírito se já recebeu o Espírito Santo quando creu e confessou Jesus como seu Salvador e Senhor? Se Deus nos deu Jesus como prova do Seu amor, é certo que nos dará com Ele todas as demais coisas.
O batismo com o Espírito Santo é uma promessa para todo aquele que crê e que faz parte da Igreja. É um revestimento de poder, que visa capacitar o cristão a testemunhar sobre Cristo e realizar a obra de Deus no poder e na virtude do Espírito (Atos 1.8). Mas para receber este batismo é preciso crer e buscar, como ¬ zeram os primeiros cristãos, que permaneceram em oração (Atos 2.1-4), aguardando o cumprimento da promessa de Jesus em Atos 1.4,5.
João Batista havia dito a seus discípulos:
E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.
Mateus 3.11
Logo após ser batizado com o Espírito, o apóstolo Pedro lembrou aos judeus, reunidos em Jerusalém para o Pentecostes, que aquela manifestação que presenciavam (os cristãos falando em línguas estranhas) era o cumprimento da promessa de Deus em Joel 2.28-32.
O batismo com o Espírito Santo é um importante fator para aquele que deseja ter bom êxito em seu ministério cristão; daí a preocupação de Paulo em saber se todos os discípulos de Jesus haviam recebido tal revestimento de poder. É isto o que vemos em Atos 19.1-6.
Em suma, quem pode receber o batismo com o Espírito Santo? Todo cristão em comunhão com Deus e com a Igreja; e não apenas alguns santos. É para todo aquele que crer e buscar tal batismo com determinação.
SUGESTÕES DE LEITURA:
Atos 2.38,39
Livro A importância de ser cheio do Espírito Santo, de Silas Malafaia
Pastor Silas Malafaia
A Graça e a Paz do Senhor Jesus.
Moacir Neto

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Batismo

Naquela ocasião Jesus veio de Nazaré da Galiléia e foi batizado por João no Jordão. Marcos 1.9

O ministério de João Batista havia criado um alvoroço. Ele se viu no centro de um grande avivamento espiritual. Grandes multidões convergiam para a margem do rio Jordão para ouvirem seu apelo ao arrependimento e para serem batizadas. Isso porque o juízo era iminente, dizia ele, e conclamava as pessoas a fugir da ira vindoura.

Talvez tenham sido as notícias desse movimento de avivamento que convenceram Jesus a deixar sua casa e os parentes para juntar-se a ele.

Contudo, não é de surpreender que, quando Jesus se apresentou a João para ser batizar, este tenha a princípio se recusado a fazê-lo. Ele já havia falado de Jesus como alguém superior a ele, de quem não era digno nem de desamarrar suas sandálias.

Parecia mais apropriado que Jesus batizasse João do que João batizasse Jesus. Mas Jesus insistiu.

É também estranho para nós que Jesus tivesse pedido para ser batizado. Afinal, o batismo de João era um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados, mas Jesus não tinha pecado.

Talvez, então,ele desejasse se identificar com seu povo, sabendo que um dia levaria seus pecados. Em todas as circunstâncias, o batismo de João era uma iniciação para remanescente purificado de Israel.

Quando Jesus se ergueu das águas batismais, o céu se abriu, o Espírito desceu sobre ele emforma de pomba, e uma voz clamou: “Este é o meu Filho... em quem me agrado” (Mt 3.17).

Essas palavras uniram dois textos do Antigo Testamento. Primeiro, “este é o meu Filho” ecoa o Salmo 2.7, em que Deus declarou que orei davídico era seu filho. Segundo, “em quem me agrado” ecoa Isaías 42.1, no qual Deus declarou seu prazer em seu servo.

Assim Jesus foi declarado Filho e servo de Deus.

O batismo deJesus foi um belo momento trinitário, quando o Pai reconheceu o Filho e o Espírito desceu sobre ele. Foi o instante do chamamento de Jesus, algo semelhante ao chamado dos profetas, autorizando-o e equipando-o para a suamissão.

Entãoveio Jesus da Galiléia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?

Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.

E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo. (Mateus 3.13-17)

Retirado de ABíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007)

Por Lidiomar

Graça e Paz

terça-feira, 8 de março de 2011

Avivamento

“Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões; e também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.” Joel 2:28-29

Eu estou crendo neste avivamento prometido nos dias do profeta Joel. Cada dia que passa sinto a aproximação deste evento que sem dúvida alguma irá abalar completamente as estruturas religiosas estabelecidas pelas Igrejas de hoje.

O que é avivamento?

O termo avivamento não é encontrado na Bíblia, mas o que encontramos nas Escrituras é reviver.

Podemos então dizer que avivamento é um tempo especial de Deus em que a Igreja renasce, volta à vida volta a Bíblia, depois de tempos difíceis, apostasias, lutas, pecados e muitas outras coisas. Evidentemente é um tempo marcado pelo mover sobrenatural em que o arrependimento, conversões de multidões, curas e milagres, derramamento dos dons espirituais, cultos de adoração profunda são o viver diário da Igreja.

O que o avivamento trará para a Igreja do século XXI?

1) A unidade da igreja. Neste tempo não haverá ninguém se rotulando melhor que ninguém. Todos terão a consciência que necessitam uns dos outros. Essa união será um verdadeiro milagre do avivamento;

2) Arrependimento. Nossas estatísticas apontam que muitas pessoas abandonaram a igreja e isto, sem dúvida alguma, porque não abandonaram o pecado. O avivamento trará o verdadeiro arrependimento e conseqüente abandono do pecado. Com isto os muitos frutos da igreja permanecerão;

3) Haverá muitas conversões de almas. Os templos lotarão cultos terão de ser realizados em lugares amplos. As pessoas virão a Jesus sem grande esforço e haverá uma aceitação da Palavra de Deus sem precedentes;

4) Em tempo de avivamento os cultos serão marcados por milagres, curas, batismos com o Espírito Santo, derramamento de poder, sinais, maravilhas, etc... Tudo isto fará parte do cotidiano da igreja.

5) As igrejas serão restauradas. Igrejas destruídas serão reerguidas, pastores alquebrados e esgotados serão levantados, ministério pessoais serão transformados pelo poder de Deus;

6) A igreja se tornará mais adoradora do que pedinte. Essa avalanche de campanhas disto e daquilo desaparecerão, perderão o sentido, pois são ações humanas que serão substituídas pela ação do Espírito Santo. A Igreja precisa entender que tem que buscar mais a Deus, do que suas bênçãos e com isto provará da intimidade de Deus. Os sinais seguirão os crêem, as bênçãos virão e nos alcançarão.

Autor: Pr. José Pedro Dutra de Dutra

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.