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sexta-feira, 9 de março de 2018

AO SENHOR, AOS SANTOS E AO MUNDO


“Ora, na igreja em Antioquia havia profetas e mestres, a saber: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes o tetrarca, e Saulo. Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, depois que jejuaram, oraram e lhes impuseram as mãos, os despediram. Estes, pois, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre”. (At 13.1-4)

Vemos três níveis distintos de ministério sendo exercido pelos irmãos da igreja em Antioquia. Observe:
1) Ministravam ao Senhor;

2) Ministravam uns aos outros (o que vemos na ministração profética);
3) Ministravam aos perdidos (o que vemos na viagem missionária).

A maioria dos crentes em Jesus foi treinada desde o início de sua conversão a colocar o evangelismo (ministério ao mundo) como a prioridade número um da igreja. Ouvimos que esta é a tarefa número um da Igreja, que todos os esforços, sacrifício e dedicação devem se dirigir a este ministério. Mas o que encontramos na igreja em Antioquia, é este tipo de ministério vindo depois de outros dois. E o que quero expor neste capítulo, é que esta é a ordem bíblica dos ministérios da Igreja. Veremos o ministério aos perdidos aparecendo depois dos dois primeiros não por não ter importância, mas pelo fato de que se torna mais eficaz quando vêm como uma consequência dos demais.

Cada crente isoladamente, bem como a Igreja coletivamente, deve entender que não há nada mais importante do que ministrar ao Senhor. Fomos criados para isto, para ter comunhão com Deus! É certo que o problema do pecado, com a queda de Adão, atrapalhou isto, mas este era o propósito desde o início. E a salvação oferecida pelo Pai Celeste não é um fim em si mesma, mas a maneira de nos devolver ao propósito primário da comunhão e intimidade consigo mesmo.

A obra da cruz visa reconciliar o homem com Deus para que este possa ministrar ao Senhor. O evangelismo é o meio de trazer o homem para Deus, e devemos realiza-lo. Mas a adoração que este homem (agora convertido) oferece a Deus é o verdadeiro propósito de tudo.

Temos invertido nossas prioridades! Só porque o evangelismo seja o ponto de partida ao lidarmos com o perdido, não quer dizer que seja tudo, ou que tenha um fim em si mesmo, mas é a forma de reaproximar o homem e Deus. Mas o relacionamento entre ambos está acima do evangelismo em si.
Observe isto no ensino de Jesus:

“Aproximou-se dele um dos escribas que o ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu-lhe Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.” (Mc 12.30,31)

Toda a lei se resume em dois mandamentos
1) Amar a Deus;
2) Amar aos homens.
Podemos destacar aqui o amor vertical (do homem para com Deus) que vem primeiro, antes de qualquer outra coisa em nossas vidas. Depois, vemos o amor horizontal (para com os homens) aparecendo. De modo semelhante podemos afirmar que o ministério ao Senhor vem antes do ministério aos homens.

Mas também vemos neste texto que o ministério aos homens se subdivide em outros dois: “ao teu próximo como a ti mesmo”. O amor que expressamos para outros está relacionado ao amor que expressamos para nós mesmos. Quem não se ama não irá amar aos outros!

Luciano Subirá

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 6 de junho de 2015

POR QUE A REVERÊNCIA AOS SANTOS É CONSIDERADA IDOLATRIA?

POR QUE A REVERÊNCIA AOS SANTOS É CONSIDERADA IDOLATRIA?

O texto em Êxodo 20.4,5 é bastante enfático: Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.

Na época em que a Lei foi dada a Moisés, os israelitas haviam acabado de chegar ao Egito, uma terra cheia de ídolos. Cada deus representava um aspecto da vida, por isso era comum adorar diversos deuses para tentar alcançar o maior número de bênçãos.

Quando Deus disse ao Seu povo que este precisava adorá-lo, a sugestão não pareceu difícil aos olhos dos israelitas, pois seria apenas mais um deus. Mas, ao perceberem que deveriam servir somente ao Deus todo-poderoso, que os libertara da escravidão no Egito, tiveram dificuldade de aceitar a ideia.

Isso é o que acontece nos dias de hoje. Muitas pessoas estendem sua devoção a santos, em busca de uma quantidade maior de benesses.

Infelizmente, muitos católicos, sem o devido conhecimento das Escrituras e confiando apenas no que lhes é ensinado nas missas e catecismos católicos, ainda estão presos a essas crenças antibíblicas, confessando publicamente a sua fé no poder e ministério intercessor de Maria, por exemplo. Eles oram a ela e adoram-na, como se ela fosse a despenseira da graça divina, a estrela da manhã, o refúgio dos pecadores, atributos que pertencem exclusivamente a Cristo.

Eles desconhecem o que a própria Maria disse quanto à condição dela, igual à nossa, de salva por Deus e serva do Senhor: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade de sua serva (Lucas 1.46-48).

Nas Escrituras fica claro que Maria reconheceu o ministério e a autoridade de Jesus como Filho de Deus e Messias, e contribuiu com Ele e seguiu-o até o fim. Em texto bíblico algum, vemos que foi dado a Maria qualquer poder ou autoridade para realizar milagres ou interceder pela humanidade, ligando e desligando qualquer coisa no céu e na terra.

Sendo assim, está enganado quem pensa que nós, evangélicos, desprezamos Maria. O que repudiamos e contestamos veementemente são essas concepções errôneas e contrárias à Lei de Deus. Esses ensinamentos têm levado muitos a entregarem-se à idolatria, pecado abominável e expressamente condenado nas Escrituras, bem como a afastar-se da verdade de que ninguém pode ser perdoado e achegar-se a Deus, senão por intermédio de Jesus.
                                                                
Deus não dá a Sua glória a outrem (Isaías 42.8). Quando alguém adora uma imagem, em vez de adorar a Deus, está dando a outro a glória que só pertence ao Senhor. Então, se um artista, por exemplo, faz uma escultura como arte, não há pecado nisso, mas se alguém a adorar, venerar, ajoelhar-se ou inclinar-se diante dela, ou atribuir-lhe valor espiritual, estará sendo idólatra, e isso é pecado. Portanto, meus amados, fugi da idolatria (1 Coríntios 10.14).

Aliás, deixe-me ampliar o seu entendimento sobre o que é a idolatria, esclarecendo que é tudo aquilo que rouba o primeiro lugar, que pertence exclusivamente a Deus, em nosso coração.

Sendo assim, quem é avaro ama mais o dinheiro do que a Deus; quem é egoísta ama mais a si do que a Deus; quem “tieteia” artista e quem vai à igreja apenas para ouvir padre, pastor ou cantor gospel é tão idólatra quanto aquele que se inclina diante de imagens de escultura, pois cultua ídolos em seu coração. Essa pessoa precisa reconhecer seu erro, pedir perdão e ajuda ao Senhor para mudar, pois os idólatras não herdarão o Reino dos céus (Gálatas 5.20,21).

SUGESTÕES DE LEITURA:
João 14.6; Atos 4.14; 1 Coríntios 6.9; Gálatas 5.19-21; 1 Pedro 4.3; Apocalipse 2.20

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O QUE SÃO ORÁCULOS?

O termo oráculo é muito abrangente e pode significar: Resposta da divindade a quem a consultava; Divindade consultada; Lugar onde se dava o oráculo; Palavra de Deus; Palavras de grande autoridade; Pessoa ou entidade cujas palavras são muito respeitadas.

No livro de Josué 7.6-9, Josué faz uma oração a Deus querendo uma resposta a cerca da derrota de Israel do povo de Ai, e a partir do versículo 10, Deus responde a Josué lhe dizendo o por que de Israel ter perdido a batalha.

Olhando bem para este contexto vemos que a divindade consultada e a resposta vieram do Deus de Israel. Então Deus é o oráculo neste contexto.

Já no livro de 1 Reis 8.6, diz: “Assim trouxeram os sacerdotes a arca da aliança do SENHOR ao seu lugar, ao oráculo da casa, ao lugar santíssimo, até debaixo das asas dos querubins”.

Neste contexto vemos que o oráculo é o Santo dos Santos, uma sala do Templo de Salomão onde ficava guardada a Arca da Aliança. Era aqui que se realizava anualmente uma cerimônia de sacrifício expiatório de um cordeiro sem mácula (Ex 12.5) pelos pecados do povo (Lev 4.35) e era este o único momento em que o Sacerdote podia falar diretamente com Deus. Esta sala ficava separada do templo por uma cortina de linho. E como o lugar era santíssimo, outros não poderiam entrar, somente ele.

A Palavra de Deus também é um oráculo, pois tudo o que nela está escrito se cumpriu, se cumpre e se cumprirá. Tudo o que nela está escrito é de Deus, e Deus fala através dela. Um dos exemplos que podemos citar são: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. (2 Pedro 1.21). O termo profecia aqui se refere não somente aquilo que foi falado oralmente, mas também tudo aquilo que foi registrado na Palavra de Deus através dos manuscritos.

A Palavra de Deus também é uma palavra de grande autoridade, pois o que Ele fala não são palavras jogadas ao vento, mas são palavras que se cumprem em sua totalidade, por isso que ela também é um oráculo. Um dos vários exemplos da Bíblia é: “Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei". (Isaías 55 : 11). Somente uma pessoa de grande poder e autoridade pode falar desta maneira, a ponto de provar que o que ela fala é verdadeiro e se cumpre de verdade.

Sabemos que oráculo pode ser também uma pessoa ou entidade cujas palavras são muito respeitadas. Quero mostrar agora uma pessoa muito importante, que com certeza é o oráculo mais perfeito que viveu aqui na terra, ele se chama Jesus. Nunca existiu uma pessoa tão importante e especial como Jesus. Ele nunca pecou e só falou a verdade, foi reto e justo, e fez toda a diferença em sua época, razão pela qual Ele e suas Palavras foram e são muito respeitadas ainda hoje.

Um dos exemplos era a quantidade significativa de pessoas que paravam para ouvi-lo falar, fato que vemos no evangelho de Mateus 14.19-21: “E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças”.

E isso é tão atual, que a própria Palavra de Deus afirma que Deus fala hoje através de Jesus Cristo, o seu Filho, conforme está no livro de Hebreus 1.1: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”.E isso é tão real na atualidade que contamos com cerca de 2,2 bilhões de cristãos no mundo. Fato que Deus não se calou e que usa seus servos para levar a mensagem salvadora a todas as pessoas em toda a face da terra.

É bom lembrar também que nas religiões antigas e contemporâneas existe a prática oracular. Quando olhamos para a história antiga, vemos que em vários Países havia esta prática, como por exemplo na Grécia. E uma das divindades que eles cultuavam era Zeus, considerado o rei dos deuses.

Existiam também mulheres, que eram sacerdotisas, que faziam seus rituais para receber suas supostas entidades e dar as respostas para o povo. Muitos usavam objetos, tais como cartas (tarô), moedas, búzios, etc...

Mas sabemos que existe um adversário chamado Satanás, que tenta imitar a Deus, e até ser igual a Deus, e ele é mentiroso e pai da mentira, e desde os primórdios ele tem enganado a muitos, e levado as pessoas a se distanciarem de Deus.

Mas vamos ter muito cuidado, pois os oráculos de Deus devem ser santos e devem vir de Deus, única fonte confiável e verdadeira.

Adriano José Ursulino Isidro

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A IGREJA QUE É SEU CORPO

Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito (1 Co. 12:13)

O batismo no Espírito é pouco entendido. Alguns imaginam ser um tipo de benção secundária, da qual uns privilegiados participam em um tempo subsequente ao da salvação. Outros supõem que isso é uma coisa repetitiva a ser buscada pelos santos individual e coletivamente através de intensa oração. As Escrituras ensinam algo bem diferente.

O batismo do Espírito (Cristo sendo o Batizador - João 1:33) tem em vista o corpo de Cristo. Por meio dEle, os santos de Deus, embora muitos, são unidos ao Cabeça que está no céu, e uns aos outros. Isso era algo desconhecido até Cristo ser glorificado. É claro que sempre existiram pessoas piedosas. Mas não havia união como um corpo, e nem poderia existir até que a redenção fosse cumprida e Cristo subisse à destra de Deus. Este mistério estava oculto no coração de Deus, esperando o tempo determinado para ser revelado.

O propósito divino era compartilhar Seu amor com todos aqueles que cressem em Seu Filho, de maneira tão íntima que estes se tornariam o corpo do próprio Cristo aqui no mundo. Hoje o Corpo de Cristo ainda está sendo formado pela ação do Espírito Santo, que reúne os membros e co-herdeiros do Senhor que ainda faltam. Quando o número deles estiver completo, o Senhor virá buscá-los para Si mesmo.

Fazer parte desse projeto de Deus é uma honra além de qualquer compreensão!

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio. (Ef. 2:13-14)

No novo conjunto, todas as distinções carnais entre gentios e judeus desaparecem, pois a parede de separação já foi quebrada na cruz; todos têm acesso ao Pai pelo Espírito Santo, e todas as bênçãos da Cabeça celestial são nossas, pois somos um com Ele (Efésios 2). Tudo o que Cristo é e possui está disponível para Seu Corpo.

É impossível que nós, sendo Seu corpo e nos apossando da união que temos com Cristo na glória, amemos este mundo mau e hostil. É impossível que entendendo e experimentando a verdade de ser um com Cristo vejamos a vida e as pessoas da mesma maneira. Porém, tal entendimento não pode ser obtido pelo intelecto, é algo que a fé nos revela!

A consequência imediata de tal ligação é que a forma de vivermos neste mundo muda radicalmente. A diferença entre Efésios e 1 Coríntios no que se refere à verdade do Corpo de Cristo é que o primeiro nos dá uma visão celestial, e o segundo nos dá uma visão terrena. Recebemos da Cabeça tudo o que precisamos para a edificação do Corpo, e distribuímos tais coisas para as pessoas; ao termos comunhão com o Cabeça, “todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor” (Ef/ 4:16).

O invisível – nossa ligação com Cristo – se torna automaticamente visível quando manifestamos ao mundo a vida de Deus. O contrário também é verdadeiro: a falta de comunhão com a Cabeça causa toda sorte de doenças, desfiguração e fraqueza ao corpo. E isso também é visível ao mundo!

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. (Ap. 3:10-11)

Os capítulos iniciais de Atos dos Apóstolos são fascinantes por sua simplicidade e graça. E de tais coisas a Igreja de Cristo se afastou antes mesmo que Paulo fosse chamado ao descanso celestial. E como o declínio foi rápido depois que ele partiu! Como a verdade foi perdida quase que imediatamente. Levou algum tempo para Deus restaurá-la de forma mais abrangente aos Seus.

Muitas verdades referentes às bênçãos individuais dos crentes foram trazidas à luz no século XVI, mas pouco disso foi absorvido pela Igreja de Deus. No entanto, o Espírito Santo tem exposto a verdade diante de Seus filhos mais uma vez antes da vinda do Senhor. Ele deseja que Seus santos desfrutem de um relacionamento verdadeiro e intenso com Cristo, e que haja um andar individual e coletivo que manifestem a vida de Deus.

Alguns argumentam que é praticamente impossível viver tais princípios depois de toda a deturpação e engano que tem se infiltrado na igreja professa. Com a vasta maioria dos que se dizem cristãos, gastando as energias para edificar organizações humanas, e declarando que estão edificando a “igreja de Cristo”, o que nos resta?

Não esqueçamos que a Igreja de Deus é composta de indivíduos e cada “pedra viva” tem sua responsabilidade para com o Senhor. Cada redimido tem de trilhar seu próprio caminho com o Senhor. Somos exortados a nos revestir “do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade… porque somos membros uns dos outros” (Efésios 4:24-25).

Se cada parte do corpo andar sob a orientação do Espírito Santo, todo o corpo será edificado segundo a imagem de Cristo, para a glória de Deus!

Extraído Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como Vencer os Poderes das Trevas

Os santos devem estar equipados para o serviço de Deus, e por isso devem estar fortalecidos no Senhor e na força do seu poder, e o modo de fazer isto é se revestir permanentemente de toda a armadura de Deus, para poderem permanecer firmes contra as ciladas do diabo, o arqui-inimigo de Deus e também deles que não lhes dará trégua por um só instante, enquanto eles viverem neste mundo, como se vê em Ef 6.11.

A luta espiritual que os cristãos empreendem neste mundo não é uma guerra civil contra os homens, contra os corpos deles, ou seja, contra a carne e sangue, mas uma guerra nas regiões celestes contra os principados e potestades, os príncipes do mundo de trevas e contra todas as hostes espirituais da iniquidade que estão debaixo do governo deles, como se lê em Ef 6.12.

Por detrás de todos os ataques que os cristãos recebem por causa do evangelho se encontra a mão destes poderes espirituais invisíveis que operam nos corações dos homens, indispondo-lhes contra a mensagem da cruz.

Como esta luta é espiritual contra inimigos invisíveis, para vencê-los e não sermos vencidos pelos ataques e tentações deles é preciso estar revestidos de toda a armadura de Deus, veja, uma armadura espiritual que recebemos de Deus, e que não se encontra naturalmente em nós, e que pertence ao Senhor e não aos cristãos.

Sem esta armadura não é possível resistir no dia mau quando estes poderes do inferno vêm contra nós.

Mas revestidos com a armadura divina podemos vencê-los e permanecer firmes nos ataques que vierem desferir contra nós, como se afirma no em Ef 6.13.

Por exemplo, como poderemos vencer as provocações que visam nos deixar irritados e irados, sem que estejamos revestidos da mansidão e da longanimidade que temos na comunhão com o Senhor?

É preciso portanto, que os cristãos estejam firmes, e vestidos com a verdade e com a couraça da justiça; tendo os pés calçados com a preparação do evangelho da paz; empunhando o escudo da fé, para apagar todos os dardos inflamados do Maligno; usando também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus, como se vê em Ef 6.14-17.

Então o cristão deve viver na verdade, na justiça e na paz do evangelho; deve usar a fé por defesa e atacar o reino das trevas com a palavra de Deus, estando firme e seguro da sua salvação em Cristo Jesus, sabendo que é por meio dEle que será capacitado para esta guerra espiritual para permanecer no amor e na paz, anunciando Aquele que é o Salvador e Príncipe da paz.

E deve fazer isto orando e suplicando em todo o tempo no Espírito, e também vigiando com perseverança, intercedendo em favor de todos os santos, como se vê no verso 18.

O grande propósito do diabo e pelo qual ele luta, é o de manter o mundo em ignorância quanto a ele, quanto aos seus procedimentos e dos espíritos malignos que operam com ele, e assim a Igreja está tomando partido com ele ao apoiar a ignorância sobre ele.

Por falta de conhecimento, até mesmo a maioria das pessoas mais espirituais, não leva a cabo uma guerra completa e perpétua contra este exército de espíritos malignos; e muitos afirmam que se Cristo é pregado que não é necessário dar ênfase à existência do diabo, nem entrar em conflito direto com ele, e os seus exércitos.

Assim, um grande número dos filhos de Deus está se tornando uma presa ao Inimigo por falta deste conhecimento, e pelo silêncio dos pastores e mestres da igreja quanto a esta verdade vital, a Igreja de Cristo está passando por grande perigo nestes dias finais, por estar desprevenida por não conhecer o ataque do Inimigo.

Nestes últimos dias ele está atacando especialmente a sã doutrina, substituindo-a por doutrinas de homens e de demônios, com o fim de produzir a grande apostasia final.

Aparte de tal conhecimento, é até possível que cristãos, por pensarem que estão lutando pela verdade, em sua ignorância, estejam lutando para defender e proteger espíritos malignos, e os trabalhos deles e ensino, acreditando que estão defendendo Deus, e a Sua obra; porque por pensarem equivocadamente que se trata de uma coisa divina se esforçarão para defendê-la.

É possível para um homem, por causa da ignorância, se levantar contra Deus e atacar a própria verdade de Deus, e também defender o diabo, e opor-se a Deus, a menos que ele tenha conhecimento da verdade divina, inclusive no que se refere às operações do diabo.

Nós vemos o diabo sugestionando permanentemente a prática do mal para produzir um suposto bem. Foi assim ele conseguiu enganar Eva, como lemos em I Tim 2.14.

Então, a inocência não é nenhuma garantia de proteção do engano. O modo mais agudo no qual o diabo engana o mundo, e a Igreja, é quando ele entra no disfarce de alguém, ou algo, que aparentemente está falando dos interesses de Deus.

Ele disse a Eva que ela e Adão seriam como deuses, mas escondeu dela que seriam como demônios. O alvo verdadeiro dele era enganar Eva fazendo com que desobedecesse a Deus, mas com o argumento de que ela seria como Deus. Veja que ele costuma argumentar aparentemente em favor de Deus. Ele não disse que o pecado tornaria o homem semelhante ao diabo, mas que seria semelhante a Deus.

Por isso, o Espírito Santo, através do apóstolo Paulo ordena a todos os cristãos, no sexto capítulo da epístola aos Efésios, a estarem revestidos permanentemente com toda a armadura de Deus para poderem empreender a luta na qual têm que se empenhar contra os principados e potestades, de maneira que possam resistir às ciladas do diabo e permanecerem inabaláveis.

Esta armadura é composta das armas espirituais da verdade, da justiça, da salvação, da fé, da Palavra de Deus, numa vida de oração e súplica por todos os santos. E é estando fortalecido no Senhor Jesus e na força do Seu poder que os cristãos poderão triunfar nesta guerra espiritual que têm que travar com os poderes das trevas.

A autoridade de Cristo sobre Satanás e seu exército de demônios é realizada por meio do equipamento que os cristãos podem receber do Espírito Santo, e Cristo tem dado autoridade em Seu Nome aos seus seguidores sobre os espíritos malignos.

Autor: Silvio Dutra / Gospel +

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 6 de janeiro de 2013

Por que a Reverência aos santos é considerada idolatria?

O texto em Êxodo 20.4,5 é bastante enfático: Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.
Na época em que a Lei foi dada a Moisés, os israelitas haviam acabado de chegar ao Egito, uma terra cheia de ídolos. Cada deus representava um aspecto da vida, por isso era comum adorar diversos deuses para tentar alcançar o maior número de bênçãos.
Quando Deus disse ao Seu povo que este precisava adorá-lo, a sugestão não pareceu difícil aos olhos dos israelitas, pois seria apenas mais um deus. Mas, ao perceberem que deveriam servir somente ao Deus todo-poderoso, que os libertara da escravidão no Egito, tiveram dificuldade de aceitar a ideia.
Isso é o que acontece nos dias de hoje. Muitas pessoas estendem sua devoção a santos, em busca de uma quantidade maior de benesses.
Infelizmente, muitos católicos, sem o devido conhecimento das Escrituras e confiando apenas no que lhes é ensinado nas missas e catecismos católicos, ainda estão presos a essas crenças antibíblicas, confessando publicamente a sua fé no poder e ministério intercessor de Maria, por exemplo. Eles oram a ela e adoram-na, como se ela fosse a despenseira da graça divina, a estrela da manhã, o refúgio dos pecadores, atributos que pertencem exclusivamente a Cristo.
Eles desconhecem o que a própria Maria disse quanto à condição dela, igual à nossa, de salva por Deus e serva do Senhor: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade de sua serva (Lucas 1.46-48).
Nas Escrituras fica claro que Maria reconheceu o ministério e a autoridade de Jesus como Filho de Deus e Messias, e contribuiu com Ele e seguiu-o até o fim. Em texto bíblico algum, vemos que foi dado a Maria qualquer poder ou autoridade para realizar milagres ou interceder pela humanidade, ligando e desligando qualquer coisa no céu e na terra.
Sendo assim, está enganado quem pensa que nós, evangélicos, desprezamos Maria. O que repudiamos e contestamos veementemente são essas concepções errôneas e contrárias à Lei de Deus. Esses ensinamentos têm levado muitos a entregarem-se à idolatria, pecado abominável e expressamente condenado nas Escrituras, bem como a afastar-se da verdade de que ninguém pode ser perdoado e achegar-se a Deus, senão por intermédio de Jesus.
Deus não dá a Sua glória a outrem (Isaías 42.8). Quando alguém adora uma imagem, em vez de adorar a Deus, está dando a outro a glória que só pertence ao Senhor. Então, se um artista, por exemplo, faz uma escultura como arte, não há pecado nisso, mas se alguém a adorar, venerar, ajoelhar-se ou inclinar-se diante dela, ou atribuir-lhe valor espiritual, estará sendo idólatra, e isso é pecado. Portanto, meus amados, fugi da idolatria (1 Coríntios 10.14).
Aliás, deixe-me ampliar o seu entendimento sobre o que é a idolatria, esclarecendo que é tudo aquilo que rouba o primeiro lugar, que pertence exclusivamente a Deus, em nosso coração.
Sendo assim, quem é avaro ama mais o dinheiro do que a Deus; quem é egoísta ama mais a si do que a Deus; quem “tieteia” artista e quem vai à igreja apenas para ouvir padre, pastor ou cantor gospel é tão idólatra quanto aquele que se inclina diante de imagens de escultura, pois cultua ídolos em seu coração. Essa pessoa precisa reconhecer seu erro, pedir perdão e ajuda ao Senhor para mudar, pois os idólatras não herdarão o Reino dos céus (Gálatas 5.20,21).
SUGESTÕES DE LEITURA:
João 14.6; Atos 4.14; 1 Coríntios 6.9; Gálatas 5.19-21; 1 Pedro 4.3; Apocalipse 2.20
Pastor Silas Malafaia
A Graça e a Paz do Senhor Jesus,
Pb. Moacir Neto

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Meu Deus nunca me desamparará


Cerca da hora nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactani; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Mt.27:46 

Vez ou outra nos sentimos só. Parece que nosso dia; nosso mês, nosso ano, nossa história irá terminar assim: Eu só. O que deve ter sido aquela sexta-feira para o Filho de Deus? 

Recordemos as suas 7 ultimas palavras na Cruz. 

1. Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem 

2. Hoje estarás comigo no paraíso 

3. Mulher eis ai o teu filho, Eis ai a tua mãe, ele cuidará de ti 

4. Eli, Eli, lema sabactani. 

5. Tenho sede 

6. Esta consumado 

7. Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito 

Penso que das coisas mais difíceis, de Jesus ter dito foi esta: Eli, Eli, lemá sabactâni 

Jesus nunca havia provado antes o pleno abandono se seu Deus. Isto o leva a dar o primeiro grito na cruz. 

Pergunto? Estava Jesus na cruz sendo realmente abandonado pelo Pai?

Ele disse isto como homem e não como Deus 

Ele disse isto porque; é o que os homens sentem quando estão em momentos de solidão 

Ele disse isto porque; é aonde o Diabo tentará trabalhar para fazer o homem desacreditar da companhia de Deus. 

Ele disse isto para nos ensinar uma lição: MEU DEUS NUNCA ME DESAMPARARÁ!

Pois o Senhor ama a justiça e não desampara os seus santos. Eles serão preservados para sempre (Salmo 37.8) 

1. PORQUE DEUS NÃO DESAMPARA OS SEUS SANTOS? 

Porque tem um compromisso com quem tem compromisso com Ele. JESUS DISSE: ELI, ELI, DEUS MEU DEUS MEU

2. QUEM É O DEUS MEU? 

2.1 DEUS DE SEM Gênesis 9:26 

2.2 DEUS DE ISRAEL Juízes 5:3 

2.3 DEUS DE ELIAS 2 Reis 2:14 

2.4 DEUS DE DAVI 2 Reis 20:5 

2.5 DEUS DE ABRAÃO, DE ISAQUE e DE JACÓ Êxodo 3:6 

2.6 DEUS DE SADRAQUE; MESAQUE e ABEDE-NEGO Daniel 3:28 

2.7 DEUS DE DANIEL Daniel 6:26


2.8 DEUS DE JESUS E VOSSO TAMBÉM João 20:17

Conclusão: DEUS NUNCA TE ABANDONOU SANTA(o) ELE ESTÁ CUIDANDO DE VOCÊ COM MUITO CARINHO… 

HEI SATANÁS!! DEUS NÃO ABANDONOU JESUS, E TAMBÉM NÃO ABANDORARÁ ESTA VIDA! 

Autor: Pb. Fernando Cardoso 

Por Litrazini 

Graça e Paz 



Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.