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terça-feira, 8 de junho de 2021

ALEGRIA COMO IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS

A narrativa da criação do mundo (Gn 1) contém uma frase que se repete ao termino de cada dia: Viu Deus que isso era bom.

A criação do mundo, parte por parte, deu prazer a Deus. No primeiro dia, Ele não olhou para o que restava e se lamentou. Antes, Ele se alegrou no que já tinha feito. Sua atitude é diferente de muitos de nós, pessimistas profissionais, sempre a lamentar o que falta ser feito.

Deus é alegre. Ao relembrar a promessa divina ao seu povo, prestes a entrar na terra prometida, Moisés afirmou: O Senhor teu Deus te fará prosperar grandemente em todas as obras das tuas mãos, no fruto do teu ventre e no fruto dos teus animais e no fruto do teu solo, porquanto o Senhor tornará a alegrar-se em ti para te fazer bem, como se alegrou em teus pais (Dt 30.9).

Onde Deus está, há honra e majestade, mas também força e alegria (1Cr 16.27). Na presença dEle, há plenitude de alegria (Sl 16).

Esta marca do caráter de Deus é reafirmada por ocasião do batismo de Jesus Cristo. Batizado que foi Jesus, saiu logo da água; e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo, isto é, em quem me alegro, em quem tenho prazer (Mt 3.17)

Jesus disse que no céu há alegria quando um pecador se arrepende (Lc 15.7).

O mesmo Jesus informou a motivação a sua pregação: para que seus discípulos (os ontem e os de hoje) tenham a minha alegria completa em si mesmos (João 17.13).

Como imagem e semelhança de Deus, nós devemos ser alegres. A propósito, a palavra alegria (na forma substantiva, verbal e adjetivo), com seus sinônimos, aparece na Bíblia aos milhares, na certeza que o coração alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate (Pv 15.13).

Devemos adorar a Deus com a mesma atitude do poeta bíblico: Irei ao altar de Deus, a Deus, que é a minha grande alegria; e ao som da harpa te louvarei, oh Deus, Deus meu (Sl 43.4).

Nossa vida precisa estar en da alegria que vem de Deus.

Alguns justificam a sua tristeza com os problemas dos outros. Como posso ser alegre, se há pessoas famintas? Esdras e Neemias respondem: "levem porções aos que não têm nada e festejem".

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

  

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

SEMELHANTES A CRISTO

Em toda a criação, somente o homem foi feito à imagem de Deus (Gn.1.26). Esse é um grande privilégio que nos honra, tal como Deus somos seres espirituais.

O supremo objetivo de Deus para nossa vida na terra não é conforto, mas desenvolvimento de seu caráter. Ele quer que cresçamos espiritualmente e nos tornemos semelhantes a Cristo.

Tornar-se semelhante a Cristo não é perder a personalidade ou se tornar um clone autômato. Deus criou em nós um caráter único; logo, logicamente não quer destruí-lo.

O cristianismo ocupa-se da transformação do caráter, não da personalidade.

Muitos cristãos interpretam erroneamente a promessa de Jesus de vida em abundância (Jo.10.10), como se fosse saúde perfeita, estilo de vida confortável, felicidade constante, plena realização dos sonhos e o alívio instantâneo dos problemas por meio da fé e da oração. Ou seja, esperam que a vida seja fácil.

Esse ponto de vista mostra Deus como se fosse o gênio da lâmpada, que existe tão somente para nos servir em nossa busca egoísta de realização pessoal. Mas Deus não é nosso criado, e, caso nos deixemos levar pela idéia de que a vida deve ser fácil, ficaremos grandemente desapontados ou viveremos nos recusando a aceitar a realidade.

Nunca nos esqueçamos de que a vida não gira em torno de nós! Existimos para os propósitos de Deus, e não o contrário. Deus nos dá o nosso tempo na terra para construirmos e fortalecermos nosso caráter para o céu.

É tarefa do Espírito Santo produzir um caráter semelhante ao de Cristo em nós (2Co.3.18) O processo de transformação pelo qual nos tornamos mais semelhantes a Jesus, é chamado santificação. Não podemos reproduzir o caráter de Jesus por nossos próprios esforços.

Somente o Espírito Santo tem o poder de realizar as transformações que Deus deseja para nossa vida (Fp.2.13).

As características de Cristo não são produzidas por imitação, mas por habitação. Nós permitimos que Cristo viva através de nós, pois este é o segredo: Cristo vive em nós (Cl.1.27). E como isso acontece na vida real? Pelas escolhas que fazemos. Nós escolhermos fazer a coisa certa nas diversas situações de nossa vida e confiamos no Espírito Santo para nos dar força, amor, fé e sabedoria para fazê-la. Uma vez que o Espírito de Deus vive dentro de nós, essas coisas estão sempre à disposição quando pedidas.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

A BÍBLIA E O ESPELHO


As mulheres, principalmente as mulheres, são amigas do espelho. Ele reflete a beleza da mocidade, a perfeição da maquiagem, o volume dos cabelos, as formas do corpo. Não só as mulheres. Todos visitam o espelho, pelo menos duas ou três vezes ao dia. Faz parte do quotidiano das pessoas.

Mas, assim como revela a beleza do corpo, também expõe as deformidades, as primeiras rugas, pequenas manchas na pele. O espelho é amigo confidente, mas fiel. Irritantemente fiel. Acompanha passo a passo nossas transformações corporais, do nascimento à morte. Vê em primeira mão os primeiros traços de nossa velhice, os primeiros cabelos brancos. Nesta circunstância, às vezes é visto como um inimigo. Inimigo mudo.

Por que falar? A imagem diz tudo. Nós é que interpretamos a imagem nele revelada.

Creio haver pessoas que protestam e fazem abstinência de espelho. Não adianta. Ao retornarem a ele, verificam que realmente os anos da juventude se foram.

A minha ênfase às mulheres não é de nenhuma forma pejorativa. Sabemos que o cuidado com o corpo faz parte da alma feminina. É-lhe intrínseco.

A Bíblia é o espelho da alma. O espelho reflete a superfície do corpo; a Bíblia, os subterrâneos do nosso ser. “Penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”.

O espelho mostra os contornos físicos; a Bíblia, o mais profundo de nossos sentimentos.

A Bíblia revela com precisão nossos defeitos espirituais. Por isso, muitos se afastam dela. Não a aceitam. Ela coloca às claras nossa rebeldia.

Mostra todos os monstros que alimentamos em nosso interior. Não apenas monstros. Revela também nosso lado positivo, boas intenções.

Ela denuncia, principalmente, o nível de nossa comunhão com o Criador. Aqui é que o homem vê o quanto está alienado de Deus. O quanto é um miserável pecador.

Não adianta adiar o confronto.

Não adianta odiar a Bíblia, em razão de sua ação acusadora.

Há revelações divinas escritas no âmago da consciência dos homens. Dessas não podemos fugir.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

É ERRADO TER FOTOS DE JESUS?

Quando Deus deu a sua Lei para a humanidade, Ele começou com uma declaração de quem é: "Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito" (Êxodo 20:2) com um aviso de que não era para Israel ter outro Deus senão Ele.

Logo em seguida Deus os proibiu de fazer qualquer imagem de qualquer coisa "nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra" (Êxodo 20:4) com o propósito de adorar ou diante da qual se curvar.

A coisa fascinante sobre a história do povo judeu é que desobedeceram a esse mandamento mais do que a qualquer outro. Eles repetidamente fizeram ídolos para representar deuses e adorar; começando com a criação do bezerro de ouro durante o exato momento em que Deus estava dando os Dez Mandamentos a Moisés (Êxodo 32)! A adoração de ídolos não só afastou os israelitas do Deus vivo e verdadeiro, mas também abriu a porta a todos os tipos de outros pecados, inclusive a prostituição no templo, orgias e até mesmo o sacrifício de crianças.

Claro que ter um simples retrato de Jesus pendurado em uma casa ou igreja não significa que as pessoas estejam praticando idolatria. É possível que um retrato de Jesus ou um crucifixo possa se tornar um objeto de adoração, e nesse caso o adorador é o culpado. Mas não há nada no Novo Testamento que proíba especificamente um cristão de ter uma imagem de Jesus.

Tal imagem poderia muito bem ser um lembrete para orar, se focar no Senhor ou seguir os passos de Cristo. No entanto, os crentes devem saber que o Senhor não pode ser reduzido a uma imagem bidimensional e que a oração ou adoração não deve ser oferecida a uma imagem.

Um retrato nunca será uma imagem completa de Deus, nem poderá exibir a sua glória, e nunca deve ser um substituto para a forma como enxergamos a Deus ou aprofundamos o nosso conhecimento dEle. E, claro, até mesmo a mais bela representação de Jesus Cristo é nada mais que que a concepção de um artista de como o Senhor se parecia.

Na verdade, não sabemos como Jesus se parecia. Se fosse importante que soubéssemos os detalhes de sua aparência física, Mateus, Pedro e João certamente nos teriam dado uma descrição precisa, assim como teriam feito os próprios irmãos de Jesus, Tiago e Judas. No entanto, esses escritores do Novo Testamento não oferecem detalhes sobre os atributos físicos de Jesus. Somos deixados à nossa imaginação.

Nós certamente não precisamos de uma imagem que mostre a natureza de nosso Senhor e Salvador. Só temos que olhar para a Sua criação, como somos lembrados no Salmo 19:1-2: "Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite." Além disso, a nossa própria existência como os remidos do Senhor, santificados e justificados pelo seu sangue derramado na cruz, deve nos fazer tê-lo sempre diante de nós.

A Bíblia, a própria Palavra de Deus, também está repleta de descrições não-físicas de Cristo que captam a nossa imaginação e emocionam as nossas almas. Ele é a luz do mundo (João 1:5); o pão da vida (João 6:32-33); a água viva que sacia a sede de nossas almas (João 4:14); o sumo sacerdote que intercede por nós junto ao Pai (Hebreus 2:17); o bom pastor que dá a vida por suas ovelhas (João 10:11, 14); o imaculado Cordeiro de Deus (Apocalipse 13: 8); o autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2); o caminho, a verdade, a vida (João 14:6); e a própria imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15). Tal Salvador é mais bonito para nós do que qualquer pedaço de papel pendurado na parede.

Em seu livro Gold Cord, a missionária Amy Carmichael fala de Preena, uma jovem índia que se converteu e viveu no seu orfanato. Preena nunca tinha visto uma imagem de Jesus; em vez disso, a senhorita Carmichael orou para que o Espírito Santo revelasse Jesus a cada uma das meninas, "pois quem, senão o Divino, pode revelar o Divino?" Um dia, Preena recebeu um pacote de um outro país. Ela abriu-o ansiosamente e tirou uma foto de Jesus. Preena inocentemente perguntou quem era, e quando lhe foi dito que era Jesus, ela explodiu em lágrimas. Perguntaram-lhe: "O que há de errado? Por que você está chorando?" A resposta da pequena Preena diz tudo: "Eu achei que ele era muito mais bonito do que aquilo" (página 151).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 6 de junho de 2015

POR QUE A REVERÊNCIA AOS SANTOS É CONSIDERADA IDOLATRIA?

POR QUE A REVERÊNCIA AOS SANTOS É CONSIDERADA IDOLATRIA?

O texto em Êxodo 20.4,5 é bastante enfático: Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem.

Na época em que a Lei foi dada a Moisés, os israelitas haviam acabado de chegar ao Egito, uma terra cheia de ídolos. Cada deus representava um aspecto da vida, por isso era comum adorar diversos deuses para tentar alcançar o maior número de bênçãos.

Quando Deus disse ao Seu povo que este precisava adorá-lo, a sugestão não pareceu difícil aos olhos dos israelitas, pois seria apenas mais um deus. Mas, ao perceberem que deveriam servir somente ao Deus todo-poderoso, que os libertara da escravidão no Egito, tiveram dificuldade de aceitar a ideia.

Isso é o que acontece nos dias de hoje. Muitas pessoas estendem sua devoção a santos, em busca de uma quantidade maior de benesses.

Infelizmente, muitos católicos, sem o devido conhecimento das Escrituras e confiando apenas no que lhes é ensinado nas missas e catecismos católicos, ainda estão presos a essas crenças antibíblicas, confessando publicamente a sua fé no poder e ministério intercessor de Maria, por exemplo. Eles oram a ela e adoram-na, como se ela fosse a despenseira da graça divina, a estrela da manhã, o refúgio dos pecadores, atributos que pertencem exclusivamente a Cristo.

Eles desconhecem o que a própria Maria disse quanto à condição dela, igual à nossa, de salva por Deus e serva do Senhor: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade de sua serva (Lucas 1.46-48).

Nas Escrituras fica claro que Maria reconheceu o ministério e a autoridade de Jesus como Filho de Deus e Messias, e contribuiu com Ele e seguiu-o até o fim. Em texto bíblico algum, vemos que foi dado a Maria qualquer poder ou autoridade para realizar milagres ou interceder pela humanidade, ligando e desligando qualquer coisa no céu e na terra.

Sendo assim, está enganado quem pensa que nós, evangélicos, desprezamos Maria. O que repudiamos e contestamos veementemente são essas concepções errôneas e contrárias à Lei de Deus. Esses ensinamentos têm levado muitos a entregarem-se à idolatria, pecado abominável e expressamente condenado nas Escrituras, bem como a afastar-se da verdade de que ninguém pode ser perdoado e achegar-se a Deus, senão por intermédio de Jesus.
                                                                
Deus não dá a Sua glória a outrem (Isaías 42.8). Quando alguém adora uma imagem, em vez de adorar a Deus, está dando a outro a glória que só pertence ao Senhor. Então, se um artista, por exemplo, faz uma escultura como arte, não há pecado nisso, mas se alguém a adorar, venerar, ajoelhar-se ou inclinar-se diante dela, ou atribuir-lhe valor espiritual, estará sendo idólatra, e isso é pecado. Portanto, meus amados, fugi da idolatria (1 Coríntios 10.14).

Aliás, deixe-me ampliar o seu entendimento sobre o que é a idolatria, esclarecendo que é tudo aquilo que rouba o primeiro lugar, que pertence exclusivamente a Deus, em nosso coração.

Sendo assim, quem é avaro ama mais o dinheiro do que a Deus; quem é egoísta ama mais a si do que a Deus; quem “tieteia” artista e quem vai à igreja apenas para ouvir padre, pastor ou cantor gospel é tão idólatra quanto aquele que se inclina diante de imagens de escultura, pois cultua ídolos em seu coração. Essa pessoa precisa reconhecer seu erro, pedir perdão e ajuda ao Senhor para mudar, pois os idólatras não herdarão o Reino dos céus (Gálatas 5.20,21).

SUGESTÕES DE LEITURA:
João 14.6; Atos 4.14; 1 Coríntios 6.9; Gálatas 5.19-21; 1 Pedro 4.3; Apocalipse 2.20

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

UM DEUS QUE NÃO FALHA

Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4.24

Todo Ser humano por mais diferente que seja, nasce com um propósito, “adorar” o problema está o que adoramos. Certamente aquilo que adoramos tornar-se-á um ser único para nós, ou melhor, colocaremos nossas vidas a mercê deste, depositaremos nosso coração em suas mãos, nossa confiança será totalmente Neste, Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus. Salmos 20:7

Mas porque há esta necessidade dentro de nós? Porque isto acontece? Porque o nosso Criador é um Ser Adorado, E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. Apocalipse 4:8. Automaticamente toda a sua obra está sentenciada a adorar,

Quando Deus fez o primeiro homem, Adão, teve um propósito, ser semelhante a Deus, Adão veio à existência depois que a trindade pensou e resolveu criar, tão logo, antes de surgir, Deus havia o desenhado em sua mente, fazendo a sua composição do pó da terra, logo, era apenas um corpo sem vida, mais, criado por Deus, que soprou a sua vida para dentro do homem, ou melhor, houve uma transmutação da vida de Deus para dentro do homem.

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1:26, isto fez com que aquele corpo de barro, tornasse-se um pequeno deposito onde ficou armazenado parte de Deus, o que carregamos dentro de nós, nada mais é, do que, o mais profundo de Deus, visto ser a respiração, algo que provém das entranhas, do intimo, então se pensarmos cuidadosamente o Ser humano nasceu do âmago de Deus, exatamente por isso que carregamos em nosso ser a necessidade de adorar.

Com base no exposto, te pergunto; o que deveríamos adorar? Não seria o Ser supremo que nos deu a sua vida? Só o fato de pensarmos, que, se existimos, porque carregamos em nós a sua essência, já é o motivo suficiente para nos curvarmos diante Dele e reverenciá-lo, mas, infelizmente, a mente humana, foi corrompida pelo pecado e danificada pelas trevas que a coage este a adorar muitas coisas. Há os que adoram as roupas, outros o dinheiro, outras os prazeres, festas e orgias, outros adoram criaturas, outros adoram obras criadas por homens, há até os que adoram as drogas.

Se você usar o raciocínio neste momento, você há de concordar comigo que, tamanha é a ingratidão da nossa parte, se, agirmos ainda de tal forma. Como é que deixamos de adorar aquele que nos formou, para adorar algo que foi criado por homem?

Como é que abrimos mão da suprema sabedoria e nos curvamos às futilidades? Isto não é insanidade que está a nos dominar? Você acha que, da mente humana pode surgir algo melhor que da mente de Deus? Se todas as coisas foram criadas por Deus, como é então que deixemos de adorar a Ele para adorar o ser criado, acaso não é muita ignorância espiritual da nossa parte?

Muitos, referem-se a Deus, como ídolos que existem em nações, Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Salmos 115:4, acaso Deus precisa do homem para alguma coisa? Como é então que gastamos o nosso precioso tempo para servir a aquilo que o próprio homem deu “vida”? Aquilo que necessita ser transportado pelas mãos de homens, não é dependente de homens? Então, porque adorar este ser?

Precisamos adorar aquele que é o mais Forte e Poderoso, do qual dependemos as nossas vidas, pois somos fagulhas Dele.

Talvez, você, faça isso porque assim foi ensinado, hoje, chegou a hora de despertar e viver em plena comunhão com aquele que de fato merece todas as honras, aquele que com sabedoria infinita trouxe a existência tudo que existe e ainda trará o que não existe, se, você acreditar, porque Ele é simplesmente arquiteto do universo, soberano sobre Céus e terra. Não estou falando de um deus que precisa de ajuda. Estou te falando do Senhor Poderoso, que deseja te ajudar, mais que, para isso, você precisa o conhecer, e, é muito fácil conhecê-lo, você não precisa ir para longe em busca Dele,

Você não precisa de intercambio ou de intermediários, você tem livre acesso a Ele, Ele está dentro de você, você pode fazer uma ligação direta, do seu coração para o coração Dele, E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. João 14:13, mesmo Ele sendo grande se fez pequeno, mesmo Ele tendo o Céu como seu trono, Ele mora dentro de você, tudo que você pedir a Deus no nome de Jesus, Ele fará em sua vida.

É preciso que deixemos os rudimentos antigos, as fabulas ensinada pelos nossos pais, e, nos curvemos diante do Soberano Criador, daquele que era, que é, que há de vir, daquele que tudo pode fazer e mudar, daquele que neste momento te chama para ser propriedade particular Dele. E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Efésios 4:24

Pra Elza Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

9 razões para orar

Por que devemos orar? Deus já conhece os nossos corações. Ele já sabe os nossos anseios. Então, por que orar? Podemos dizer facilmente: porque a Bíblia ordena isso. Paulo chega a dizer “Orai sem cessar” (1 Tessalonicenses 5.17) – essa é razão suficiente. Mas vamos explorar algumas outras razões para o porquê da oração.

1. Oramos porque amamos:
Um relacionamento de amor é aquele em que há gozo um no outro. Se eu digo “eu amo minha esposa” mas nunca falo com ela, é provável que eu não a ame. Se eu a amo, então terei vontade de conversar com ela, passar tempo com ela e desejá-la. É por isso que Marcos escreve que Jesus “tendo-se levantado alta madrugada, saiu, foi para um lugar deserto e ali orava”. Jesus ama o Pai. O Pai o ama; então, ele quer passar tempo falando com Deus antes do dia começar.

2. Oramos por gratidão:
Tiago diz: “toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança”. Paulo diz em Filipenses 4.6: “não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças”. Como aquele leproso que retornou a Jesus, devemos tornar a Deus em ações de graça. Tudo que recebemos, tudo o que ganhamos, é dádiva de Suas mãos. A oração demonstra e provê um veículo para oferecermos nossa gratidão.

3. Oramos porque queremos conhecer a Deus mais profundamente:
Não há nada mais amável, nada mais majestoso que nosso coração possa procurar, nada mais satisfatório do que o próprio Deus. E quando falamos com Ele, passamos a conhecê-lo mais. Como o salmista diz “uma coisa peço ao SENHOR, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do SENHOR e meditar no seu templo” (Salmos 27.4). Queremos conhecê-lo. Queremos conhecer a Deus em toda a Sua glória. Se esse é o caso, então, como uma jovem namorada tentando conhecer seu namorado, desejaremos falar mais com Ele.

4. Oramos para conhecermos nossos próprios corações:
Penso nas palavras de Habacuque: “o SENHOR, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra” (Habacuque 2.20). Há um beneficio real de se achegar ao Senhor em silêncio. É verdade que passamos a conhecê-lo melhor em oração, mas também passamos a nos conhecer mais completamente. Quantas vezes nós oramos e nos reconhecemos culpados por um pecado que antes não percebíamos. Ouvimos  proferido por nossos lábios ou descobrimos nossas mentes embaraçadas por ele quando vamos a Deus em oração. Como Pedro no telhado, nos tornamos conhecedores de que o que nós praticamos, acreditamos ou sonhamos é profano. A oração abre nossos corações não somente perante a Deus, mas perante nós mesmos. Deus já sabe o que há dentro dos nossos corações; nós, geralmente, não.

5. Oramos para sermos conformados à Sua imagem:
Alguns disseram que o propósito da oração não é que nós possamos mudar Deus, mas que Deus possa nos mudar. E há tanta verdade nisso. Calvino disse que nós oramos no nome de Jesus para “para que nenhuma paixão e nenhum desejo sequer nos suba ao coração, com vergonha de tê-lo por testemunha, enquanto aprendemos a diante de seus olhos colocar todos os nossos desejos, e até mesmo a derramar todo nosso coração”. Na oração, nossos corações são conformados e moldados, nossas afeições são agitadas e nossas mentes são transformadas. A oração é a academia da retidão. Uma pessoa pode entrar como um aluno negligente e sair como um cadete.

6. Oramos para reconhecer nossa dependência nEle:
Não somos seres independentes. Como Paulo pregou no Areópago “nele vivemos, e nos movemos, e existimos”. Não somos e não podemos ser nada longe dele. A oração reconhece isso. Ursino comentou uma vez que “a oração é tão necessária para nós como é necessário para um pedinte o pedir esmolas”. Um pedinte é por definição aquele que pede esmolas. Somos pessoas, seres humanos, criados na Sua imagem; por definição, somos dependentes e devemos orar.

7. Oramos para receber dEle:
Tiago diz “se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1.5). Pedimos para receber. Jesus segue seu ensinamento do “Pai nosso” em Lucas 11 com a história do homem que é acordado por um amigo que deseja três pães. E Jesus diz “ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”. Isso acontece no contexto da oração do Pai nosso, que é repleta de pedidos para receber. De fato, oramos para receber. E temos um Pai celestial que ama dar. É Ele quem dá todas as boas dádivas. Se tudo de bom vem dele, então, em oração, nós corretamente buscamos e rogamos a Ele.

8. Oramos porque Deus escolheu usar meios:
Muitos dizem “por que orar se Deus já predestina todas as coisas? Por que orar pela conversão de alguém, por que orar para que Deus cure o meu corpo, por que orar para qualquer coisa?” Porque Deus escolheu usar meios. Ele usa a chuva para fazer a grama crescer. Ele usa o sol para iluminar o mundo. Ele usa nossas orações para alcançar os seus propósitos. Essa é uma das realidades mais maravilhosas e humildes no universo, mas é verdade. Deus escolhe usar a nós para concluir seus propósitos. Nossas orações podem ser o exato meio que ele utiliza para salvar nossas crianças, providenciar saúde para a pessoa na lista de oração ou manter a unidade na igreja local. Tiago diz “confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”.

Não temos ideia do quanto nossas orações estão sendo eficazes para o bem do reino, da nossa igreja, de nossas famílias e de nossas pessoas. Francamente, ficaríamos impressionados se soubéssemos o quanto Deus  tornou nossas orações significativas, importantes e essenciais. É humilhante. E é terrivelmente empolgante.

9. Oramos para que Deus receba glória:
Quando o homem coxo é sarado em Atos 3 pela oração de Pedro, sua resposta é se levantar, saltar de alegria e louvar a Deus. Quando Deus responde as nossas orações, nós oferecemos louvor. Deus recebe glória enquanto os homens recebem dele e respondem corretamente. A oração é um presente de um Pai celestial que ama escutar seus filhos.

Existem inúmeras razões para orar. Sejamos pessoas de oração. Nunca um minuto de oração será um minuto desperdiçado ou lamentado.

JASON HELOPOULOS / Traduzido por Kimberly Anastacio | Reforma21

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 9 de janeiro de 2011

O vaso quebrado

Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram" (Romanos 5:12)

"Não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós beneficência… para revivermos" (Esdras 9:9)

Em Londres, em uma sala especial do British Museum, pode-se admirar uma peça única: um vaso muito precioso. Certo dia, alguém deixou esse vaso cair. O resultado foi centenas de estilhaços no chão. Chamaram um especialista que, com muita paciência, recolheu os fragmentos e reconstituiu o vaso, o qual pode ser visto atualmente.

Quem não conhece a história, nunca poderia imaginar que esse magnífico objeto já foi um monte de cacos. As uniões são praticamente invisíveis ao simples olhar. Uma placa relata o ocorrido e, ao lê-la, muitas pessoas ficam totalmente surpresas.

A história desse vaso em três etapas nos lembra a do homem: sua beleza original, sua destruição e sua restauração.

O ser humano foi criado perfeito, “à imagem de Deus”, porém no momento da queda, sua desobediência o conduziu à uma degradação total por causa do pecado.

A imagem inicial foi completamente deformada. Ainda hoje, pela graça e obra perfeita de Cristo, todo ser humano pode adquirir uma beleza divina.

O estado de inocência não pode ser recuperado, mas no novo nascimento, cada pecador arrependido recebe a vida que Jesus Cristo dá, passa a conhecer a bondade, a misericórdia e o amor de Deus.

Assim, salvo da ruína, aquele que estava separado da vida de Deus pode viver agora somente para a glória d’Aquele que o restaurou

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

Reflexões Evangélicas
Você é sempre uma pessoa bem-vinda.