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sábado, 27 de junho de 2026

LIVRANDO-SE DO CAMINHO ERRADO

Após a conversão as tentações se tornam evidentes.

Após a aceitação de Jesus, a pessoa está envolvida numa batalha espiritual.

Tentação é de origem satânica e carnal (Mt. 4.1)

Visa sempre o mal, ou seja, tirar-nos da dependência de Deus (Mt. 4.3-6, 8-9)

Pode ser definida como aquele impulso inicial que a pessoa sente para cometer pecados (Rm 7.18-19)

Tentação é, pois, procurar seduzir alguém para o pecado, persuadir a tomar um caminho errado

Já a provação é de origem divina (Gn. 22.1)

Visa fortalecer a pessoa e não derrubar (Hb. 11.17-19); significa "pôr alguém à prova, submeter a um teste"

A provação vem, muitas vezes, através do sofrimento (I Pd. 2.20)

É motivo de alegria (Tg. 1.2-4)

As fontes da nossa tentação

O Diabo, Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão bramando, buscando a quem possa tragar; (I Pd. 5.8)

O mundo é o sistema mundial contrário aos princípios de Deus. É a humanidade afastada de Deus e dominada pelo diabo.

A carne, o princípio dinâmico pecaminoso que opera em nós; Está em oposição ao Espírito de Deus (Gl. 5.17)

Fortaleça seu interior pelo Espírito Santo, e vença o diabo, o mundo e a carne

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

JUSTIÇA DE DEUS

Justo é o Senhor nosso Deus, em todas as suas obras (Dn.9.14)

Deus nunca está errado.

Nunca tomou uma decisão errada, nem trilhou o caminho errado, ou disse uma palavra errada.

Ele Nunca agiu de maneira errada, não está atrasado nem adiantado.

Nunca é excessivamente severo, nem demasiadamente suave.

Sempre esteve e sempre está certo

Ele é justo

“... Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; [...]Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que e Ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” (Rm 3.19-26)

Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. (2Co 5.21)

E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, E seja achado nEle, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé. (Filip 3.8,9)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/?m=1

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

É ERRADO TER FOTOS DE JESUS?


Quando Deus deu a sua Lei para a humanidade, Ele começou com uma declaração de quem é: "Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito" (Êx 20:2) com um aviso de que não era para Israel ter outro Deus senão Ele.

Logo em seguida Deus os proibiu de fazer qualquer imagem de qualquer coisa "nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra" (Êx 20:4) com o propósito de adorar ou diante da qual se curvar.

A coisa fascinante sobre a história do povo judeu é que desobedeceram a esse mandamento mais do que a qualquer outro. Eles repetidamente fizeram ídolos para representar deuses e adorar; começando com a criação do bezerro de ouro durante o exato momento em que Deus estava dando os Dez Mandamentos a Moisés (Êx 32)! A adoração de ídolos não só afastou os israelitas do Deus vivo e verdadeiro, mas também abriu a porta a todos os tipos de outros pecados, inclusive a prostituição no templo, orgias e até mesmo o sacrifício de crianças.

Claro que ter um simples retrato de Jesus pendurado em uma casa ou igreja não significa que as pessoas estejam praticando idolatria. É possível que um retrato de Jesus ou um crucifixo possa se tornar um objeto de adoração, e nesse caso o adorador é o culpado. Mas não há nada no Novo Testamento que proíba especificamente um cristão de ter uma imagem de Jesus.

Tal imagem poderia muito bem ser um lembrete para orar, se focar no Senhor ou seguir os passos de Cristo. No entanto, os crentes devem saber que o Senhor não pode ser reduzido a uma imagem bidimensional e que a oração ou adoração não deve ser oferecida a uma imagem.

Um retrato nunca será uma imagem completa de Deus, nem poderá exibir a sua glória, e nunca deve ser um substituto para a forma como enxergamos a Deus ou aprofundamos o nosso conhecimento dEle. E, claro, até mesmo a mais bela representação de Jesus Cristo é nada mais que que a concepção de um artista de como o Senhor se parecia.

Na verdade, não sabemos como Jesus se parecia. Se fosse importante que soubéssemos os detalhes de sua aparência física, Mateus, Pedro e João certamente nos teriam dado uma descrição precisa, assim como teriam feito os próprios irmãos de Jesus, Tiago e Judas. No entanto, esses escritores do Novo Testamento não oferecem detalhes sobre os atributos físicos de Jesus. Somos deixados à nossa imaginação.

Nós certamente não precisamos de uma imagem que mostre a natureza de nosso Senhor e Salvador. Só temos que olhar para a Sua criação, como somos lembrados no Salmo 19:1-2: "Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite." Além disso, a nossa própria existência como os remidos do Senhor, santificados e justificados pelo seu sangue derramado na cruz, deve nos fazer tê-lo sempre diante de nós.

A Bíblia, a própria Palavra de Deus, também está repleta de descrições não-físicas de Cristo que captam a nossa imaginação e emocionam as nossas almas. Ele é a luz do mundo (Jo 1:5); o pão da vida (Jo 6:32-33); a água viva que sacia a sede de nossas almas (Jo 4:14); o sumo sacerdote que intercede por nós junto ao Pai (Hb 2:17); o bom pastor que dá a vida por suas ovelhas (Jo 10:11, 14); o imaculado Cordeiro de Deus (Ap 13: 8); o autor e consumador da nossa fé (Hb 12:2); o caminho, a verdade, a vida (Jo 14:6); e a própria imagem do Deus invisível (Col 1:15). Tal Salvador é mais bonito para nós do que qualquer pedaço de papel pendurado na parede.

Em seu livro Gold Cord, a missionária Amy Carmichael fala de Preena, uma jovem índia que se converteu e viveu no seu orfanato. Preena nunca tinha visto uma imagem de Jesus; em vez disso, a senhorita Carmichael orou para que o Espírito Santo revelasse Jesus a cada uma das meninas, "pois quem, senão o Divino, pode revelar o Divino?" Um dia, Preena recebeu um pacote de um outro país. Ela abriu-o ansiosamente e tirou uma foto de Jesus. Preena inocentemente perguntou quem era, e quando lhe foi dito que era Jesus, ela explodiu em lágrimas. Perguntaram-lhe: "O que há de errado? Por que você está chorando?" A resposta da pequena Preena diz tudo: "Eu achei que ele era muito mais bonito do que aquilo" (página 151).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

É ERRADO TER FOTOS DE JESUS?

Quando Deus deu a sua Lei para a humanidade, Ele começou com uma declaração de quem é: "Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito" (Êxodo 20:2) com um aviso de que não era para Israel ter outro Deus senão Ele.

Logo em seguida Deus os proibiu de fazer qualquer imagem de qualquer coisa "nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra" (Êxodo 20:4) com o propósito de adorar ou diante da qual se curvar.

A coisa fascinante sobre a história do povo judeu é que desobedeceram a esse mandamento mais do que a qualquer outro. Eles repetidamente fizeram ídolos para representar deuses e adorar; começando com a criação do bezerro de ouro durante o exato momento em que Deus estava dando os Dez Mandamentos a Moisés (Êxodo 32)! A adoração de ídolos não só afastou os israelitas do Deus vivo e verdadeiro, mas também abriu a porta a todos os tipos de outros pecados, inclusive a prostituição no templo, orgias e até mesmo o sacrifício de crianças.

Claro que ter um simples retrato de Jesus pendurado em uma casa ou igreja não significa que as pessoas estejam praticando idolatria. É possível que um retrato de Jesus ou um crucifixo possa se tornar um objeto de adoração, e nesse caso o adorador é o culpado. Mas não há nada no Novo Testamento que proíba especificamente um cristão de ter uma imagem de Jesus.

Tal imagem poderia muito bem ser um lembrete para orar, se focar no Senhor ou seguir os passos de Cristo. No entanto, os crentes devem saber que o Senhor não pode ser reduzido a uma imagem bidimensional e que a oração ou adoração não deve ser oferecida a uma imagem.

Um retrato nunca será uma imagem completa de Deus, nem poderá exibir a sua glória, e nunca deve ser um substituto para a forma como enxergamos a Deus ou aprofundamos o nosso conhecimento dEle. E, claro, até mesmo a mais bela representação de Jesus Cristo é nada mais que que a concepção de um artista de como o Senhor se parecia.

Na verdade, não sabemos como Jesus se parecia. Se fosse importante que soubéssemos os detalhes de sua aparência física, Mateus, Pedro e João certamente nos teriam dado uma descrição precisa, assim como teriam feito os próprios irmãos de Jesus, Tiago e Judas. No entanto, esses escritores do Novo Testamento não oferecem detalhes sobre os atributos físicos de Jesus. Somos deixados à nossa imaginação.

Nós certamente não precisamos de uma imagem que mostre a natureza de nosso Senhor e Salvador. Só temos que olhar para a Sua criação, como somos lembrados no Salmo 19:1-2: "Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite." Além disso, a nossa própria existência como os remidos do Senhor, santificados e justificados pelo seu sangue derramado na cruz, deve nos fazer tê-lo sempre diante de nós.

A Bíblia, a própria Palavra de Deus, também está repleta de descrições não-físicas de Cristo que captam a nossa imaginação e emocionam as nossas almas. Ele é a luz do mundo (João 1:5); o pão da vida (João 6:32-33); a água viva que sacia a sede de nossas almas (João 4:14); o sumo sacerdote que intercede por nós junto ao Pai (Hebreus 2:17); o bom pastor que dá a vida por suas ovelhas (João 10:11, 14); o imaculado Cordeiro de Deus (Apocalipse 13: 8); o autor e consumador da nossa fé (Hebreus 12:2); o caminho, a verdade, a vida (João 14:6); e a própria imagem do Deus invisível (Colossenses 1:15). Tal Salvador é mais bonito para nós do que qualquer pedaço de papel pendurado na parede.

Em seu livro Gold Cord, a missionária Amy Carmichael fala de Preena, uma jovem índia que se converteu e viveu no seu orfanato. Preena nunca tinha visto uma imagem de Jesus; em vez disso, a senhorita Carmichael orou para que o Espírito Santo revelasse Jesus a cada uma das meninas, "pois quem, senão o Divino, pode revelar o Divino?" Um dia, Preena recebeu um pacote de um outro país. Ela abriu-o ansiosamente e tirou uma foto de Jesus. Preena inocentemente perguntou quem era, e quando lhe foi dito que era Jesus, ela explodiu em lágrimas. Perguntaram-lhe: "O que há de errado? Por que você está chorando?" A resposta da pequena Preena diz tudo: "Eu achei que ele era muito mais bonito do que aquilo" (página 151).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 2 de julho de 2015

É ERRADO TER RAIVA DE DEUS?

Ter raiva de Deus é algo com o qual muitas pessoas, crentes e descrentes, têm lutado por muito tempo. Quando algo trágico acontece em nossas vidas, fazemos a pergunta "Por quê?" a Deus por ser essa a nossa resposta natural.

O que realmente estamos perguntando, porém, não é necessariamente "Por quê, Deus?", mas "Por que eu, Deus?" Essa resposta indica duas falhas no nosso pensamento.

Em primeiro lugar, como crentes, muitas vezes operamos sob a impressão de que a vida deva ser fácil e que Deus deva impedir que tragédias aconteçam a nós. Quando Ele permite, ficamos com raiva dEle.

Segundo, quando não compreendemos a extensão da soberania de Deus, perdemos a confiança na Sua capacidade de controlar as circunstâncias, outras pessoas e a forma em que nos afetam. Então ficamos com raiva de Deus porque parece que Ele perdeu o controle do universo e especialmente das nossas vidas. Quando perdemos a fé na soberania de Deus, isso indica que a nossa frágil natureza humana está lutando com a nossa própria frustração e falta de controle sobre os eventos.

Quando coisas boas acontecem, muitas vezes atribuímo-las às nossas próprias realizações e sucesso. Quando coisas ruins acontecem, porém, rapidamente culpamos a Deus, e ficamos com raiva dEle por não preveni-las, o que indica a primeira falha no nosso pensamento -- que merecemos ser imunes de situações desagradáveis.

Tragédias trazem à tona a terrível verdade de que não estamos no comando. Todos pensamos em um momento ou outro quando podemos controlar os resultados de situações, mas na realidade é Deus quem se encarrega de toda a Sua criação.

Tudo o que acontece ou é causado ou permitido por Deus. Nem um pardal cai no chão nem um cabelo cai de nossa cabeça sem que Deus o saiba (Mateus 10:29-31). Podemos reclamar, ficar com raiva e culpar a Deus pelo que está acontecendo. No entanto, se confiarmos Nele e submetermos a nossa amargura e dor a Ele, reconhecendo o pecado orgulhoso de tentar forçar a nossa vontade à dEle, Ele pode e vai nos conceder a Sua paz e força para passarmos por qualquer situação difícil (1 Coríntios 10:13).

Muitos crentes em Jesus Cristo podem atestar esse fato. Podemos ficar com raiva de Deus por muitas razões, por isso todos temos que aceitar em algum ponto que certas coisas não podemos controlar nem compreender com nossa mente finita.

Nosso entendimento da soberania de Deus em todas as circunstâncias deve ser acompanhado de nossa compreensão dos seus outros atributos: Seu amor, misericórdia, benignidade, bondade, justiça, retidão e santidade.

Quando vemos nossas dificuldades através da verdade da Palavra de Deus – a qual nos diz que o nosso Deus amoroso e santo faz todas as coisas para o nosso bem (Romanos 8:28), e que Ele tem um plano e propósito perfeito que não pode ser contrariado (Isaías 14:24, 46:9-10) – começamos a enxergar nossos problemas em uma luz diferente.

Sabemos também pelas Escrituras que esta vida nunca será uma de alegria e felicidade contínuas. Em vez disso, Jó nos lembra: "No entanto o homem nasce para as dificuldades tão certamente como as fagulhas voam para cima" (Jó 5:7), e que a vida é curta e "passa por muitas dificuldades" (Jó 14:1).

Só porque nos aproximamos de Cristo para a salvação do pecado não significa que temos a garantia de uma vida livre de problemas. De fato, Jesus disse: "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo" (João 16:33), permitindo-nos ter a paz interior, independente das tempestades ao nosso redor (João 14:27).

Uma coisa é certa: raiva inadequada é pecado (Gálatas 5:20, Efésios 4:26-27, 31; Colossenses 3:8). A ira ímpia é auto-destrutiva, dá ao diabo um lugar em nossas vidas e pode destruir a nossa paz e alegria se nos prendermos a ela. Agarrar-se à ira permitirá que a amargura e ressentimento brotem em nossos corações. Devemos confessá-la ao Senhor e então, em Seu perdão, podemos liberar esses sentimentos a Ele.

Devemos sempre ir diante do Senhor em oração com a nossa dor, raiva e sofrimento. A Bíblia nos diz em 2 Samuel 12:15-23 que Davi aproximou-se do trono da graça a favor do seu bebê doente, jejuando, chorando e orando para que ele sobrevivesse. Quando o bebê morreu, Davi levantou-se, adorou ao Senhor e disse aos seus servos que sabia onde seu bebê estava e que um dia estaria com ele na presença de Deus. Davi clamou a Deus durante a doença do bebê, e depois inclinou-se diante dEle em adoração. Isso é um testemunho maravilhoso.

Deus conhece nossos corações e é inútil tentar esconder como nos sentimos, portanto, falar com Ele é uma das melhores maneiras de lidar com a nossa dor. Se fizermos isso humildemente, derramando-lhe nosso coração, Ele trabalhará através de nós e, no processo, cresceremos em semelhança com o nosso Criador.

A pergunta principal é esta: PODEMOS CONFIAR TUDO A DEUS, INCLUINDO NOSSAS PRÓPRIAS VIDAS E AS VIDAS DOS NOSSOS ENTES QUERIDOS? CLARO QUE PODEMOS! O nosso Deus é compassivo, cheio de graça e amor e, como discípulos de Cristo, podemos confiar nEle com todas as coisas.

Quando as tragédias acontecem em nossas vidas, sabemos que Deus pode usá-las para nos aproximar Dele e fortalecer a nossa fé, trazendo-nos à maturidade e integridade (Salmo 34:18; Tiago 1:2-4). Então poderemos ser um testemunho reconfortante para os outros (2 Coríntios 1:3-5). Entretanto, isso é mais fácil dizer do que fazer, pois exige uma entrega diária da nossa vontade à dEle, um estudo fiel de seus atributos como vistos na Palavra de Deus, muita oração e a aplicação do que aprendemos a nossa própria situação. Ao fazermos isso, nossa fé vai progressivamente crescer e amadurecer, facilitando a nossa confiança nEle quando tivermos que enfrentar a próxima tragédia que certamente ocorrerá.

Assim, para responder à pergunta diretamente, SIM, É ERRADO TER RAIVA DE DEUS. Essa raiva surge como resultado de uma incapacidade ou relutância em confiar em Deus mesmo quando não entendemos o que Ele está fazendo.

Ter raiva de Deus é essencialmente o mesmo que dizer que Ele fez alguma coisa errada, o que nunca é o caso. Será que Deus entende quando estamos com raiva, frustrados ou decepcionados com Ele? Sim, Ele conhece nossos corações e sabe quão difícil e dolorosa a vida neste mundo pode ser. Será que isso faz com que seja certo ter raiva de Deus? Absolutamente não.

Em vez de estar zangado com Deus, devemos derramar nossos corações a Ele em oração e então confiar que o Senhor está no controle e que Seu plano é perfeito.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.