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terça-feira, 5 de maio de 2026

PLENITUDE DE ALEGRIA

A maior necessidade da nossa vida não é das bênçãos de Deus, mas do Deus das bênçãos. O tudo sem Deus é nada.

A riqueza do mundo sem Deus é consumada pobreza.

As glórias do mundo sem Deus são como um vácuo.

Somente em Deus encontramos razão para viver. Somente em Deus nossa alma encontra descanso.

Deus é a verdadeira fonte de prazer. Só há plenitude de alegria na presença de Deus.

As riquezas do mundo não podem preencher o vazio do nosso coração.

O conhecimento, o dinheiro, o sucesso, o poder e a fama sem Deus são insuficientes para dar significado à nossa vida.

Deus nos criou para Ele e somente nEle encontraremos significado e razão para viver.

A vida sem Deus é seca como um deserto, infrutífera como os espinheiros e estagnada como um poço de águas paradas e lodacentas.

Precisamos nos voltar para Deus, a fonte de águas vivas.

Precisamos de nos arrepender dos nossos maus caminhos e emendar as nossas veredas.

Precisamos endireitar os caminhos tortos e retificar aqueles que estão fora do lugar.

Esse é um tempo de arrependimento e volta para o Senhor.

A restauração começa com choro, com quebrantamento, com acerto de vida com Deus.

Precisamos examinar o nosso coração. Precisamos ser pesados na balança de Deus.

Precisamos reconhecer os nossos pecados, sentir tristeza pela nossa frieza espiritual e sentir vergonha pela escassez dos nossos frutos.

O perdão é resultado do arrependimento, a restauração é consequência do quebrantamento e a plenitude da vida de Deus em nós é fruto de uma busca verdadeira, intensa e perseverante.

A chuva vem sobre a terra seca. O derramamento do Espírito sobre aqueles que têm sede Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 24 de maio de 2020

A PRESENÇA DE DEUS


Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim (Sl. 139:7-11).

Quando éramos crianças, os mais velhos nos diziam que Deus estava no céu, o que nos dava a impressão de que Ele estava muito longe.

A Bíblia afirma que Deus está no céu e o homem na terra (Ecl. 5:2), porém é para sublinhar a diferença radical que existe entre o Criador e as criaturas.

Deus sobrepassa infinitamente nossos pensamentos, pois é o Deus de majestade e de glória. Ao mesmo tempo, Ele está presente em todo o universo; não há lugar que escape aos Seus olhos. Não estamos fora da presença de Deus nem por um segundo. Sem Ele não poderíamos nem respirar.

E quando nos esquecemos de Deus ou nos afastamos dEle, sentimos um vazio, um mal estar e uma terrível tristeza. Se queremos viver com alegria, devemos aprender a viver, pela fé, na presença de Deus.

Amigos, não é reconfortante saber que nosso Pai sempre está presente? Está aqui quando nos levantamos pela manhã e quando nos deitamos à noite.

Sempre permanece ao nosso lado. Assistiu nosso nascimento, mas já nos conhecia antes de nossa concepção.

E quando morrermos também está perto de nós para nos conduzir à Sua presença, onde desfrutaremos para sempre dEle mesmo, em plenitude.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 5 de abril de 2020

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO


Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

Como acontecimento inicial de conversão e novo nascimento, o batismo não pode ser perdido nem repetido mas a plenitude recebida neste batismo precisa ser conservada e se for perdida precisa ser recuperada.

Há casos em que a plenitude do Espírito Santo é perdida por causa do pecado mas também há casos na Bíblia, que mesmo sem a evidência de pecado, pessoas foram cheias do Espírito Santo mostrando que em certos momentos de crise precisamos de um novo revestimento de poder.

Atos 2.4 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 4.8 – “Pedro, cheio do Espírito Santo, falou às autoridades”, e não somente Pedro mas as Escrituras dão testemunho de Barnabé (At 11.24) , Estevão (At 6.5 e 7.55) e de Paulo (At 13.9).

Atos 4.31 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 9.17 – “para que fiques cheio do Espírito Santo”.

Atos 13.52 – “Os discípulos transbordavam de alegria e do Espírito Santo”.

A plenitude do Espírito Santo não pode ser descrita cientificamente em  uma definição, mas pode ser explicada por algumas passagens que a Bíblia nos descreve como sendo a supremacia do Espírito Santo sobre a natureza pecaminosa  e caída dos homens.

Passagens como Romanos 8. Gálatas 5; Efésios 5; Colossenses 3; são passagens que falam de características de uma vida cheia do Espírito Santo.

Somos batizados com o Espírito Santo porque fazemos parte do corpo de Cristo. Quem é batizado com o Espírito Santo é batizado no corpo de Cristo.Porém devemos entender o porque da ordem de sermos cheios do Espírito Santo:

O Espírito Santo é o elo entre Cristo e o Cristão – Cristo subiu aos céus e vive nos seus discípulos através do seu Espírito Santo que em nós habita.

O Espírito Santo manifesta a vida de Cristo em nós – Já não sou mais eu quem vive mas Cristo vive em mim.

O Espírito Santo controla nossa natureza pecaminosa – Se pelo Espírito mortificardes a carne então vivereis.

O Espírito Santo glorifica a Jesus em nossa vida – Ele me glorificará porque receberá do que é meu.

O Espírito Santo é nosso intercessor – Não sabemos orar como convém mas o Espírito Santo intercede por nós.

O Espírito Santo é nosso Consolador, Auxiliador – Eu rogarei ao Pai e ele vos dará um outro consolador.

O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Sem dúvidas poderíamos duplicar esta lista várias vezes mas o que dissemos até aqui é suficiente para concluirmos que sem o Espírito Santo não pode haver vida cristã autêntica, ou vivemos na esfera do Espírito ou da carne, a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, quem está na carne não pode agradar a Deus, somente podem agradar a Deus aqueles que vivem no Espírito.

Transcrito Por Litrazini

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 7 de março de 2020

RENDA-SE À SEDE PELO SENHOR


Deveríamos nos tranquilizar e nos sentir encorajados quando Deus nos leva ao ponto em que não sabemos se rimos ou se choramos. Isso significa, pelo menos, que Deus está trabalhando em nós "tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele".

Quando você se rende à sede, não se importa mais com o que diz. Dirá: "Se eu somente puder tocar na bainha de seu manto... se eu puder ter um encontro com Ele". Se você chegar ao ponto de correr o risco de perder o controle da situação, a minha pergunta é: Por que tentar manter o controle? Quando você não sabe se ri ou se chora, você pode estar em uma boa posição.

E possível que a plenitude e o vazio existam lado a lado? Sim.
A profunda satisfação e a sede infinita podem coexistir em um coração? Sim.
Como podem a alegria e a dor almejar irradiar na mesma face, ao mesmo tempo?

Pergunte a Esdras, o sacerdote do Antigo Testamento. Ele sabia a resposta. Davi, o salmista, e Paulo, o apóstolo, também. Eles viviam constantemente neste estranho estado de tensão celestial entre o desejo consumidor e a satisfação esmagadora da presença dele.

Eu lhe asseguro que o avivamento verdadeiro não pode acontecer na ausência desses componentes. Devemos ser gratos por todas as coisas que Ele tem feito para nós (Ele não aceitará a ingratidão humana) e devemos ansiar por mais da sua presença manifesta. Ele é estranhamente atraído por nossa ansiedade e "apetite santo" por sua visita e presença manifesta.

No dia em que você se arrependeu se seus pecados e recebeu a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, pensou que tinha tirado "o máximo" de Deus para abastecê-lo para o resto da vida? Já disse antes, mas digo de novo: isso é como dizer que uma refeição irá sustentar todas as necessidades do seu corpo pelo resto da vida. Não irá. O dia da sua salvação foi somente o início de uma vida nova como um "novo filho".

Você precisa de constante exposição à Palavra, ao Espírito, ao povo de Deus, à igreja. A presença de Deus é o ar que nosso homem espiritual respira. Não foi em tom de brincadeira que Jesus se intitulou de "O Pão da Vida". Ele é verdadeiramente o nosso alimento, água, alegria, rocha e escudo, quem nos cura, nos liberta, redime, nosso pastor, grande sumo sacerdote, advogado. Precisamos enumerar mais coisas? Está claro que precisamos dele em todos os momentos da nossa vida.

Jesus disse: "pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma".  O que isso significa? Os ramos de uma videira são "gratos" por pertencerem à videira e à raiz. Mas, também têm necessidade de tirar mais e mais sustento da videira. Essa é a figura de Deus sobre a gratidão e a ansiedade ao mesmo tempo.

Extraído do livro Os descobridores de Deus de Tommy Tenney / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 28 de outubro de 2018

A ADOÇÃO POR DEUS


Quando vamos a Cristo, Deus não apenas nos perdoa, como também nos adota. Através de uma série de eventos dramáticos, passamos de órfãos condenados sem nenhuma esperança a filhos adotados sem qualquer medo.

Veja como acontece: você chega perante a cadeira de julgamento de Deus cheio de erros e rebeliões. Por causa de sua justiça, Ele não pode deixar de lado o seu pecado, mas por causa de seu amor, Ele não pode deixar você de lado. Então, num ato que atordoa os céus, Ele pune a si mesmo sobre a cruz, por seus pecados.

A justiça e o amor de Deus são igualmente honrados. E você, criação de Deus, é perdoado. Entretanto, a história não termina com o perdão de Deus.

Porque não recebestes o espírito de escravidão para outra vez estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual chamamos: Aba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.15,16).

Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos (Gl 4.4,5).

Seria suficiente se Deus apenas limpasse seu nome, mas Ele fez mais: deu a você seu próprio nome. Bastaria se Deus apenas o tivesse posto livre, mas Ele fez mais. Ele levou você para casa. Levou-o para a grande Casa de Deus.

Pais adotivos compreendem isso melhor que ninguém. Certamente não quero ofender qualquer pai biológico — eu mesmo sou um. Nós, pais biológicos, conhecemos bem a ânsia de ter um filho. Porém, em muitos casos, nossos berços são facilmente preenchidos. Decidimos ter um filho, e o filho vem. Na verdade, às vezes ele vem sem que tenha havido qualquer decisão. Tenho sabido de várias gravidez não planejadas, mas nunca ouvi falar de uma adoção sem planejamento.

Eis porque os pais adotivos compreendem a paixão de Deus ao nos adotar. Eles sabem o que significa sentir um espaço vazio dentro de casa. Sabem o que significa a longa procura, o colocar-se a caminho de uma missão e aceitar a responsabilidade por uma criança com um passado maculado e um futuro incerto.

Se há alguém que compreende a paixão de Deus por seus filhos, é aquele que livrou um órfão do desespero, pois foi isto o que Deus fez por nós.

Deus adotou-nos. Deus procurou você, achou-o, assinou os papéis e levou-o para casa.

Extraído do livro A Grande Casa de Deus de Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

QUEM É CHEIO DO ESPÍRITO SANTO VIVE:


FALANDO ENTRE VÓS. Ef.5.19 - O primeiro sinal da plenitude do Espírito Santo é a comunhão.  É a capacidade de falar uns aos outros em amor. Esse é um paralelo interessante com Atos 2. Segundo o Pr David Alencar em Atos 2 eles falavam línguas estranhas para poder falar uns aos outros, para falar ao coração uns dos outros, eles possuíam línguas e culturas diferentes, porém hoje não precisamos falar línguas estranhas para isso, porém, precisamos aprender a falar ao coração do nosso irmão, ministrar sobre ele a palavra de Deus. A plenitude do Espírito Santo não é tanto uma experiência mística e particular mas sim um relacionamento moral com Deus e com as pessoas ao nosso redor (Stott).

Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;

ADORANDO DE TODO CORAÇÃO.  Ef.5.19
O Espírito Santo veio para glorificar a Jesus e uma pessoa cheia do Espírito terá uma postura de louvor e adoração. Paulo afirma que uma pessoa cheia do Espírito louvará o Senhor de todo o coração. O louvor aqui não deve ser entendido apenas como música mas toda e qualquer manifestação de louvor.

AGRADECENDO POR TUDO. – Ef.5.20
Stott diz que alguns crentes dão graças a Deus por algumas coisas, mas o cheio do Espírito Santo agradece sempre. A murmuração é um pecado que está ligado a descrença, porém o cheio do Espírito Santo sabe que não mais se pertence e sim pertence a Cristo e sabe que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.

SUJEITANDO POR AMOR  - DE CRISTO. Ef. 5.21
A submissão é tão importante que o verbo aparece trinta e duas vezes no NT. Parece-nos que a marca registrada do cristão cheio do Espírito Santo é a submissão a Deus e às autoridades constituídas, tudo porque um cristão cheio do Espírito Santo não será levado por esse Espírito a se opor à autoridade levantada pelo mesmo Espírito.

Todo o cristão cheio do Espírito Santo vê a rebelião e insubordinação da mesma forma como Deus vê. Para o Senhor Deus rebelião é igual ao pecado de feitiçaria, rebelião é obra de Satanás, é o inicio do caos.

Porém o principio de Paulo aqui ensinado como evidência da plenitude do Espírito Santo não é a submissão às autoridades e sim a submissão mútua, de uns para com os outros.

Com isso não queremos dizer que devemos nos calar quando um princípio moral ou teológico está em jogo, Paulo deu um destacado exemplo de firmeza diante de Pedro numa confrontação pública e direta em Antioquia. Stott afirma que devemos tomar cuidado para que nossa firmeza aparente não seja uma exibição desagradável de orgulho e rebeldia. O teste é se essa submissão é feita no amor de Cristo. Nossa submissão é a Cristo e devemos ser submissos aos outros até o ponto em que ela não implicar deslealdade a Cristo.

Ronaldo Perini

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

A AUTORIDADE COMPLETA DA FÉ

“…E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda”(At.3.1-6). Nesse primeiro milagre realizado pelos discípulos, foi-nos dada a chave para ser usada por todos os crentes ao exercer a autoridade de fé.

Ao ordenar a cura para o homem coxo, Pedro emprega o nome/título completo de nosso Senhor: Jesus Cristo (Messias), o Nazareno. Jesus (Joshua ou Yeshua) era um nome comum entre os judeus e, atualmente, continua sendo em muitas culturas. Mas a declaração de seu nome e título completos, prática notável em Atos, parece uma boa e funcional lição para nós.

Em nossa confissão de fé ou proclamação de poder, confesse sua divindade e seu domínio como o Cristo (Messias); use seu precioso nome, Jesus (Salvador). Invoque-o como Senhor Jesus Cristo, Jesus Cristo, Jesus o Nazareno, sem que haja qualquer exigência legal ou ritual nesse momento.

Mas vale a pena lembrar que, assim como oramos em nome de Jesus, nós exercemos toda a autoridade nele – pelo privilégio do poder que ele nos deu em seu nome.

Ao lermos Atos 3.16 = “E, pela fé no seu nome, fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; e a fé que é por ele deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde”. Imediatamente após o derramamento do Espírito no Pentecoste, é declarado: muitos prodígios e sinais foram realizados pelos apóstolos.

O Cap. 3 de Atos dá o relato da cura de um homem coxo desde o nascimento, fato bastante conhecido por todos em Jerusalém. Pedro atribuiu a cura não unicamente a poderes humanos, mas a fé em nome de Jesus.

Constatamos que a cura se dá através da fé em nome de Jesus. Na disposição cultural da Bíblia, um nome não se separava da pessoa que a possuía, e o próprio nome de Jesus Cristo “Salvador Ungido”. Portanto, Pedro está dizendo que foi o Messias em sua plenitude que curou o homem. Além disso, o poder do milagre não estava na fé que Pedro tinha, mas na fé que é por ele.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 18 de dezembro de 2016

A PRESENÇA DE DEUS

Para onde me irei do teu Espírito ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim (Salmo 139:7-11).

Quando éramos crianças, os mais velhos nos diziam que Deus estava no céu, o que nos dava a impressão de que Ele estava muito longe.

A Bíblia afirma que Deus está no céu e o homem na terra (Eclesiastes 5:2), porém é para sublinhar a diferença radical que existe entre o Criador e as criaturas.

Deus sobrepassa infinitamente nossos pensamentos, pois é o Deus de majestade e de glória. Ao mesmo tempo, Ele está presente em todo o universo; não há lugar que escape aos Seus olhos. Não estamos fora da presença de Deus nem por um segundo. Sem Ele não poderíamos nem respirar.

E quando nos esquecemos de Deus ou nos afastamos dEle, sentimos um vazio, um mal-estar e uma terrível tristeza. Se queremos viver com alegria, devemos aprender a viver, pela fé, na presença de Deus.

Amigos, não é reconfortante saber que nosso Pai sempre está presente? Está aqui quando nos levantamos pela manhã e quando nos deitamos à noite.

Sempre permanece ao nosso lado. Assistiu nosso nascimento, mas já nos conhecia antes de nossa concepção.

E quando morrermos também está perto de nós para nos conduzir à Sua presença, onde desfrutaremos para sempre dEle mesmo, em plenitude.

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 10 de julho de 2016

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

Como acontecimento inicial de conversão e novo nascimento, o batismo não pode ser perdido nem repetido mas a plenitude recebida neste batismo precisa ser conservada e se for perdida precisa ser recuperada.

Há casos em que a plenitude do Espírito Santo é perdida por causa do pecado mas também há casos na Bíblia, que mesmo sem a evidência de pecado, pessoas foram cheias do Espírito Santo mostrando que em certos momentos de crise precisamos de um novo revestimento de poder.

Atos 2.4 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 4.8 – “Pedro, cheio do Espírito Santo, falou às autoridades”, e não somente Pedro mas as Escrituras dão testemunho de Barnabé (At 11.24) , Estevão (At 6.5 e 7.55) e de Paulo (At 13.9).

Atos 4.31 – “todos ficaram cheios do Espírito Santo”.

Atos 9.17 – “para que fiques cheio do Espírito Santo”.

Atos 13.52 – “Os discípulos transbordavam de alegria e do Espírito Santo”.

A plenitude do Espírito Santo não pode ser descrita cientificamente em  uma definição, mas pode ser explicada por algumas passagens que a Bíblia nos descreve como sendo a supremacia do Espírito Santo sobre a natureza pecaminosa  e caída dos homens.

Passagens como Romanos 8. Gálatas 5; Efésios 5; Colossenses 3; são passagens que falam de características de uma vida cheia do Espírito Santo.

Somos batizados com o Espírito Santo porque fazemos parte do corpo de Cristo. Quem é batizado com o Espírito Santo é batizado no corpo de Cristo.Porém devemos entender o porque da ordem de sermos cheios do Espírito Santo:

O Espírito Santo é o elo entre Cristo e o Cristão – Cristo subiu aos céus e vive nos seus discípulos através do seu Espírito Santo que em nós habita.

O Espírito Santo manifesta a vida de Cristo em nós – Já não sou mais eu quem vive mas Cristo vive em mim.

O Espírito Santo controla nossa natureza pecaminosa – Se pelo Espírito mortificardes a carne então vivereis.

O Espírito Santo glorifica a Jesus em nossa vida – Ele me glorificará porque receberá do que é meu.

O Espírito Santo é nosso intercessor – Não sabemos orar como convém mas o Espírito Santo intercede por nós.

O Espírito Santo é nosso Consolador, Auxiliador – Eu rogarei ao Pai e ele vos dará um outro consolador.

O Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas – O poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza.

Sem dúvidas poderíamos duplicar esta lista várias vezes mas o que dissemos até aqui é suficiente para concluirmos que sem o Espírito Santo não pode haver vida cristã autêntica, ou vivemos na esfera do Espírito ou da carne, a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne, quem está na carne não pode agradar a Deus, somente podem agradar a Deus aqueles que vivem no Espírito.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A PLENITUDE DO TEMPO

Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho. [Gálatas 4.4]

Por que a encarnação aconteceu exatamente nessa época (por volta do ano 5 antes de Cristo, aproximadamente um ano antes da morte de Herodes, o Grande, em 4 antes de Cristo)?

Dois mil anos haviam se passado desde o chamado de Deus a Abraão e a promessa de abençoar todas as famílias do mundo através de sua família. Por que, então, esse longo intervalo entre a promessa e o seu cumprimento?

Paulo afirmou que Deus enviou seu Filho “quando chegou a plenitude do tempo” (Gl 4.4), mas não deu nenhuma indicação de como esse tempo foi determinado.

Muitas especulações têm sido levantadas, especialmente no que diz respeito à situação sociopolítica da época. Certamente muitas circunstâncias foram favoráveis à rápida propagação e à pronta aceitação do evangelho.

Primeiro, havia a pax romana no império. As legiões estavam em toda parte, mantendo a paz e protegendo os viajantes dos ataques de bandidos (nas estradas) e piratas (no mar).

Segundo, o grego era a língua vigente no Império, o que contribuiu bastante para o evangelismo já que a Septuaginta (o Antigo Testamento em grego) estava disponível.

Por fim, havia uma grande fome espiritual. Os velhos deuses romanos não despertavam mais o interesse das pessoas.

As religiões de mistério ofereciam um tipo de regeneração pessoal, mas era mais evidente o anseio espiritual do que a satisfação desse anseio. E havia aquelas pessoas consideradas tementes a Deus, que ficavam na entrada da sinagoga, atraídas pelo monoteísmo judaico e seu elevado padrão de ética, e com quem Paulo regularmente compartilhava o evangelho.

Durante um período de apenas dez anos (48-57 d.C.) Paulo viu a igreja estabelecida em quatro províncias romanas: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia. Ele pôde declarar: “Assim, desde Jerusalém e arredores, até o Ilírico, proclamei plenamente o evangelho de Cristo” (Rm 15.19).

Assim, de várias maneiras, aquele foi o tempo oportuno para a evangelização do mundo.

Mas agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco, Quando partir para Espanha irei ter convosco; pois espero que de passagem vos verei, e que para lá seja encaminhado por vós, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia. Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos. Porque pareceu bem à macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém. Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais.

Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá, passando por vós, irei à Espanha. E bem sei que, indo ter convosco, chegarei com a plenitude da bênção do evangelho de Cristo. (Romanos 15.23-29)


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Marcas de uma igreja viva

Juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. [Atos 2.46-47]

Relembrando rapidamente as quatro marcas de uma igreja viva destacadas por Lucas, percebemos claramente que todas dizem respeito aos relacionamentos dos primeiros cristãos.

Primeiro, eles se relacionavam com os apóstolos.
Os primeiros cristãos dedicavam-se ao ensino dos apóstolos. Sentavam-se aos pés dos apóstolos e submetiam-se à sua autoridade. Uma igreja viva é uma igreja apostólica; seus membros estão comprometidos com o ensino dos apóstolos e se submetem a ele.

Segundo, eles se relacionavam uns com os outros.
Eles se empenhavam em manter a comunhão entre eles. Amavam uns aos outros. Uma igreja viva é uma igreja interessada em pessoas.

Terceiro, eles se relacionavam com Deus.
Eles adoravam a Deus no partir do pão e nas orações, com ou sem formalismo, com alegria e reverência. Uma igreja viva é uma igreja adoradora.

Quarto, eles se relacionavam com o mundo.
As pessoas de fora eram alcançadas através de seu testemunho e de sua missão. Uma igreja viva é uma igreja evangelizadora.

Anos atrás, numa visita à capital de um país da América Latina, conheci um grupo de estudantes cristãos. Eles chamavam a si mesmos de cristianos descolgados, “cristãos desenganchados”, pois todos eles haviam deixado suas igrejas. Eles tinham visitado todas as igrejas de suas cidades, mas não encontraram nenhuma com as características que estavam procurando. Quais seriam essas características?

Fiquei admirado quando eles, mesmo sem ter conhecimento da descrição de Lucas, mencionaram exatamente as quatro marcas enfatizadas por ele. Eles procuravam uma igreja: que ensinasse a Bíblia; que desfrutasse de uma amorosa comunhão; que adorasse a Deus com sinceridade e humildade; que estivesse profundamente interessada em alcançar os que estão no mundo.

Não precisamos esperar pela vinda do Espírito Santo. Ele veio no dia de Pentecostes e nunca mais deixou a igreja. O que precisamos é nos humilhar diante dele e buscar sua plenitude, sua direção e seu poder. Só assim nossas igrejas poderão ao menos se aproximar do modelo ideal de Lucas no ensino apostólico, na comunhão amorosa, na adoração sincera e no evangelismo contínuo e constante.

E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.

E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. Atos 2.37-47


Retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo [John Stott]. Editora Ultimato.


Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Andando no Espírito

“Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde”… Mt.11:29-30

Vida no Espírito é lago que se renova a cada manhã. Infelizmente, hoje existem pessoas sobrecarregadas e até mesmo dentro da igreja. Sobrecarregadas por: circunstâncias, problemas, etc… Deus quer nos liberar de toda carga através desta vida no Espírito. (Gl 5.25-26)

COMO FAZER PARA NÃO DEIXAR DE ANDAR NO ESPÍRITO?

1) SENDO FERVOROSO NO ESPÍRITO – RM.12:11 – SERVINDO AO SENHOR.
Ser fervoroso no Espírito é ser apaixonado pelo Senhor e o seu propósito.
• Infelizmente, hoje a Igreja tem perdido esta paixão.

2) COMO A IGREJA TEM PERDIDO ESTA PAIXÃO?
A) Quando nós deixamos as coisas preciosas ser tornarem coisas comuns.
• Hoje em dia o diabo tem tirado o valor de tudo o que tem valor para Deus – Jo.10:10
• O povo de Deus sempre foi conhecido pela sua alegria em toda história.
• A igreja perdeu o fervor na humanização

B) Quando começamos a depender das coisas externas, de fora, e não do fluir verdadeiro de Deus – Jo.4:23-24
• Para os filhos de Deus a base de tudo tem que vir de DEUS, Ele é a única fonte dentro de nós
• Somos o seu templo, e temos que viver como tal
• A cada manhã temos que acordar cheios do Espírito

3) VIVEMOS EM UM MUNDO APÁTICO = RM 12:1-2
• A apatia vem sobre nós quando nós nos conformamos com a situação.
• Temos que tomar muito cuidado com os nosso filhos

4) A IGREJA TEM PERDIDO A VISÃO DO PROPÓSITO DE DEUS, ELA PERDEU O ALVO.
• Uma Igreja que vê o propósito de Deus com clareza é uma Igreja fervorosa – (Num.13:14)
• Os que perdem o alvo morrem no deserto.
• O alvo de Deus deve estar estampado em nós.
• Hoje em dia a Igreja tem se voltado mais para a estrutura do que para as vidas.

5) PORQUE O FERVOR É TÃO IMPORTANTE?

R: Porque ele é primordial na vida da Igreja, é uma prioridade.

Líderes, pastores, músicos, cada serviço deve ser realizado com paixão a Deus. Amor e paixão pelo os irmãos – (Jo.13:34-35)
• Não podemos fazer a obra de Deus sem paixão!
• Deve ser uma prioridade na minha vida o que eu amo. Temos que observar na vida dos discípulos o que é prioridade.
• O que queima por dentro deve fazer diferença por fora
• O que queima por dentro você sente o cheiro por fora, e o cheiro deve ser o cheiro de Cristo.
• Eu sei o quanto custou o preço da minha vida para Jesus.
• Eu não devo ficar preocupado em ser o melhor, mas em dar o melhor para Deus, o melhor para o Senhor da minha vida.
• Ser apaixonado por tudo aquilo que Deus ama.

COMO RESTAURAR A PAIXÃO PELO O MOVER?

1) OLHANDO PARA JESUS – É IMPOSSÍVEL ALGUÉM OLHAR PARA JESUS E NÃO FICAR APAIXONADO POR ELE . – EF.5:14/ HEB.12:2/ II COR.3:18
• Nós contemplamos o Senhor Jesus, contemplando o verbo = a palavra.
• Contemplar Jesus é contemplar a palavra de Deus.
• Podemos contemplar Jesus olhando para os nosso irmãos – Mt.18:20

2) PODEMOS RESTAURAR A PAIXÃO RETORNADO AO PRIMEIRO AMOR.
• Deve ser uma prioridade – Ap. 2:4
• Voltar ao primeiro amor fala de valores que se perderam
• Temos que resgatar os valores perdidos
• Primeiro amor é comunhão com Deus

3) DEIXE O ESPÍRITO SANTO ATIVAR OS SEUS DONS.
• Muitos não aprendem a desenvolver os seus dons – Ef.4:8
• Muitos enterraram os seus dons
• Temos que ajudar cada discípulo a desenvolver os dons
• Cada um tem um dom pelo menos – I Pe.4:10
• A partir do natural Deus dá o sobrenatural

4) FAÇA TUDO, AINDA QUE SEJA POUCO, FAÇA TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS
• Identifique os dons
• Santifique
• Deus unge tudo isso
• Submeta os seus dons ao corpo
• Submeta os seus dons aos líderes
• Submeta os seus dons a palavra de Deus
- Não agrada a Deus o enterrar os talentos – Mt.25:14-30
- A Igreja deve ser um lugar onde os dons precisam ser despertados

5) VIVA E ANDE PERTO DE GENTE APAIXONADA POR DEUS.
• Jovens, olhem para pessoas apaixonadas por Deus
• No trabalho, seja sócio de pessoas apaixonadas por Deus

6) NUNCA SE ESQUEÇA DE TUDO O QUE DEUS FEZ POR VOCÊ
• Um exemplo negativo – o povo de Israel – Num.12 e 14
• Sl.103 – Seja sempre grato ao Senhor por tudo, e nunca se esqueça do que Ele já fez por você.

Andar no Espírito, ser cheio do Espírito, plenitude do Espírito

Autor: Asaph Borba

Por Lidiomar

Graça e Paz

Reflexões Evangélicas

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Você é sempre uma pessoa bem-vinda.