Jesus não teve a menor hesitação
em afirmar que o primeiro, o maior e principal dos mandamentos era este: “Amarás
teu Deus...” (Mc 12.30).
Para o Senhor era a obediência a este
mandamento que dava à fé que Ele pregava toda a sua novidade.
É o amor a Deus que cria uma
atmosfera nova para a relação entre o ser humano e o criador.
Um relacionamento de intimidade e
de estar à vontade na presença de Deus.
O cristão é aquele que ama a Deus
e, por isso, alegra-se em sua presença e no fazer sua vontade.
Ele o busca porque o ama e tem
prazer em encontrar-se com Ele e em manter comunhão com Ele através do Espírito
Santo.
É evidente que este amor não está
preso ou condicionado a benefícios recebidos ou sujeito a flutuações da vida.
O amor a Deus é um sentimento que
envolve toda a vida da pessoa.
A descrição que Jesus faz deste
amor é até certo ponto a mesma que é feita por Dt 6.5 onde este mandamento se
encontra originalmente: é algo que envolve todo coração, toda alma e toda a
força.
Isto quer dizer que envolve o
sentimento e se prolonga por toda a vida e alcança todas as ações da pessoa.
Mas Jesus acrescentou algo que
não se encontra no texto original: “todo o teu entendimento”. Não era algo
desvinculado do raciocínio, é um amor consciente de si mesmo, de sua
existência, que reflete sobre a sua razão de ser, na natureza e sobre suas
consequências na vida de cada dia.
Transcrito Por Litrazini
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Graça e Paz
