Quando nos entregamos a Deus,
quando nos dispomos a servi-lo em espírito e em verdade, não estamos nos
tornando super-heróis e nem nos tornando alguém mais elevado do que outros.
O sofrimento faz parte da vida e
a dor serve para nos moldar.
Quando nos entregamos ao Oleiro,
Ele é quem decide o que quer fazer com o barro e a forma como Ele quer
trabalhar.
O conceito de amor para nossa
época mudou, onde ama mais quem menos corrige os erros, ama mais quem menos se
interessa pelo bem de outrem.
O amor de nossa geração se tornou
irresponsável e, queremos atribuir essa “irresponsabilidade amorosa” ao Deus de
amor;
Desejamos que Deus dê no nosso
tempo o que queremos e quando Ele não dá, nos questionamos se Ele está a nos
ouvir.
A grande questão é que o amor de
Deus não é igual ao nosso.
Este amor é carregado de um
desejo sincero por parte dEle de sermos pessoas melhores e, que andemos por
caminhos melhores, apesar de ser doloroso, nos trazer mágoas, muitas vezes
insuportáveis.
O segredo é, além de manter a fé
nEle, é ter o conhecimento de que Deus, por meio do seu filho Jesus,
prometeu, não nos deixar só;
Que pudéssemos saber que esta
vida é passageira e rápida.
Deus enviou Jesus para que aprendamos
o valor da morte ou melhor o valor que a eternidade tem, pois é na eternidade
que o Senhor Jesus prometeu enxugar as nossas lágrimas.
Transcrito Por Litrazini
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Graça e Paz
