Se alguém entrar em um recinto
com um perfume muito doce e forte, todos irão reparar.
Alguns não gostarão, outros até
se sentirão mal.
Se você não pode sair deste local
você naturalmente acaba se acostumando com este odor, seja ele bom ou ruim.
O pecado é como o perfume, você
acaba se acostumando com ele. Isto é real.
Todo o perfume que passamos,
tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos sua
presença em nós.
Nós nos acostumamos tão
facilmente com algo que elas se tornam corriqueiras para nós.
Todavia não podemos ter o Senhor
com corriqueiro para nós.
A religiosidade é como uma
cisterna rota, começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos ao Senhor e
ficamos com o passado, com as experiências do passado.
Nossa comunhão e nossa vida com
Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre
para um determinado dia.
Com frequência ficamos com a
história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros.
Temos que ter a nossa própria
história com o Senhor.
Temos que estar diariamente
buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.
Devemos entender que o morno, ao
qual está a ponto de ser vomitado, também está dentro da igreja.
Não é do mundo que ele será
vomitado, mas é para o mundo que será expulso.
A cada momento, a cada tempo está
se distanciando o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a
Deus.
Não podemos deixar ninguém confuso; Todos devem saber como
Deus nos vê.
Transcrito Por Litrazini
https://www.kairosministeriomissionario.com/?m=1
Graça e Paz
