“Tu, Senhor e Deus nosso, és
digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e
por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11).
Ele é onipresente: “Para
onde poderia eu escapar do teu Espírito?” (Sl 139.7).
“Os olhos do Senhor estão em toda
parte, observando atentamente os maus e bons” (Pv 15.3).
Ele é onisciente porque não há
nada que esteja fora do olhar divino
'‘Revela coisas profundas e
ocultas; conhece o que jaz nas trevas, e a luz habita com Ele’' (Dn
2.22).
Deus é onipotente: '‘Eu
sou o Senhor, o Deus de toda humanidade. Há alguma coisa difícil demais para
mim?’' (Jr 32.27).
Em diversas ocasiões, Deus é
chamado de Todo Poderoso: '‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor
Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo Poderoso’' (Ap
1.8).
As Escrituras também mostram que
em determinados momentos Deus exercita poder unilateral sobre a história,
intervindo milagrosamente para mudar o curso das nações e, inclusive,
predestinando alguns eventos muito antes que eles acontecessem:
“Desde o início faço conhecido o
fim, desde tempos remotos, o que virá. Digo: o meu propósito permanecerá em pé
e farei tudo o que me agrada” (Is 46.10).
Devido à sua onipotência, Deus
não será frustrado em seu propósito de ter para si uma 'noiva' (a igreja). Ele
garante que, no futuro, o universo estará livre da maldade e que sua glória
encherá a terra.
Obedecendo à lógica, que Deus não
pode desfazer-se de nenhum de seus atributos divinos.
Deus não teve 'escolha' no que é.
Ele sempre teve a si mesmo e sempre foi o que é (Eu sou o que sou), porque
nunca houve um tempo quando começou.
Deus não pode deixar de ser
onipotente, nem de ser onisciente, onipresente ou de ser infinito (2Tm 2.13).
Transcrito Por Litrazini
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Graça e Paz
