terça-feira, 31 de julho de 2018

PODE UM CRISTÃO SER POSSUÍDO POR UM DEMÔNIO?


PODE UM CRISTÃO SER DEMONIZADO?

Embora a Bíblia não afirme explicitamente se um Cristão pode ou não ser possuído por um demônio, verdades bíblicas relacionadas deixam bem claro que os Cristãos não podem ser possuídos por demônios. Há uma nítida diferença entre ser possuído por um demônio e ser oprimido ou influenciado por um demônio.

A possessão demoníaca envolve um demônio tendo controle direto e total sobre os pensamentos e/ou ações de uma pessoa (Mateus 17:14-18, Lucas 4:33-35; 8:27-33).

Opressão ou influência demoníaca envolve um demônio ou demônios atacando espiritualmente uma pessoa e/ou incentivando-a a um comportamento pecaminoso.

Observe que há várias passagens do Novo Testamento que lidam com a guerra espiritual, mas em nenhuma encontramos instruções para expulsar um demônio de um crente (Efésios 6:10-18). Os crentes são instruídos a resistir ao diabo (Tiago 4:7, 1 Pedro 5:8-9), mas não a expulsá-lo.

Os Cristãos são habitados pelo Espírito Santo (Romanos 8:9-11, 1 Coríntios 3:16, 6:19). Certamente o Espírito Santo não permitiria que um demônio possuísse a mesma pessoa em quem Ele habita. É impensável que Deus permitiria que um de Seus filhos, alguém que Ele adquiriu com o sangue de Cristo (1 Pedro 1:18-19) e tornou uma nova criatura (2 Coríntios 5:17), fosse possuído e controlado por um demônio.

Sim, como seguidores de Cristo, estamos em guerra com Satanás e seus demônios, mas não de dentro de nós mesmos. O apóstolo João declara: "Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo" (1 João 4:4). Quem é o Ser que em nós habita? O Espírito Santo. Quem é o que está no mundo? Satanás e seus demônios. Portanto, o crente tem vitória sobre o mundo dos demônios e o caso de possessão demoníaca de um seguidor de Jesus não pode ser defendido biblicamente.

Em vista da forte evidência bíblica de que um Cristão não possa ser possuído por demônios, alguns professores da Bíblia usam o termo "demonização" para se referir a um demônio tendo controle sobre um Cristão. Alguns argumentam que, embora um Cristão não possa ser possuído por demônios, ele ainda pode ser demonizado. Normalmente, a descrição de demonização é praticamente idêntica à descrição da possessão demoníaca. Assim, temos o mesmo problema.

Mudar a terminologia não muda o fato de que um demônio não pode habitar ou assumir o controle total de um Cristão. Influência e opressão demoníaca são realidades para os Cristãos, sem dúvida, mas simplesmente não é bíblico dizer que um Cristão pode ser demonizado ou possuído por um demônio.

Grande parte do raciocínio por trás do conceito de demonização é a experiência pessoal de ver alguém que "definitivamente" era um Cristão exibindo evidência de que estava sendo controlado por um demônio. É fundamental, porém, que não permitamos que a experiência pessoal influencie a nossa interpretação das Escrituras.

Pelo contrário, devemos filtrar as nossas experiências pessoais através da verdade das Escrituras (2 Timóteo 3:16-17). Ver alguém que achamos ser um Cristão exibindo um comportamento demonizado deve nos levar a questionar a autenticidade da sua fé.

Não deve nos levar a alterar a nossa perspectiva sobre se um Cristão pode ser possuído por demônios ou demonizado. Talvez a pessoa realmente seja um Cristão, mas está sendo oprimida por demônio e/ou sofrendo de graves problemas psicológicos. No entanto, novamente, nossas experiências devem passar o teste das Escrituras e não o contrário.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 30 de julho de 2018

LIDANDO COM A SOLIDÃO


Apesar dos avanços do ultimo século, vivemos numa sociedade de pessoas solitárias. Charles Swindoll, escritor e locutor, descreve solidão como "a mais desolada das palavras". Ninguém está imune ao seu impacto devastador. Muitos já constataram a verdade e sabedoria contidas no adágio: "É solitário estar no topo".

Na Bíblia, o apóstolo Paulo, um dos mais destacados líderes da igreja primitiva, descreveu episódios de solidão em II Timóteo 4.6-21. Assim, mesmo aqueles que são intensamente espirituais e devotados a Deus, também lutam com as profundezas da solidão. Examinemos algumas causas comuns da solidão e sugestões de como lidar com ela.

ALGUMAS CAUSAS DE SOLIDÃO

TRANSIÇÕES NA VIDA - A vida envolve uma série de transições que vai desde o nascimento, passa pelo primeiro contato com a Escola, formatura, primeiro emprego, casamento, paternidade, até à aposentadoria. Toda mudança na vida carrega a tendência para a solidão.

SEPARAÇÃO - Podemos possuir todas as coisas e ter todo o dinheiro do mundo, mas estar sozinho numa ilha e sentir-se miserável. Fomos criados para estarmos uns com os outros. Alguns mudam de casa e ficam sem raízes. Separações em razão de convocações militares, carreira, doenças, divórcios ou morte podem provocar solidão.

OPOSIÇÃO - Quando do nos sentimos atacados, ridicularizados ou criticados, há uma tendência para o recolhimento, que gera solidão.

REJEIÇÃO - Quando somos traídos, esquecidos ou abandonados, podemos sentir solidão. Uma de nossas maiores necessidades é a de sermos aceitos. Rejeição causa solidão.

COMO VOCÊ TEM LIDADO COM A SOLIDÃO?
Alguns usam drogas, bebem, tentam marcar encontros pela Internet ou se valem de outros meios para obter alívio. Certo homem chegou de ir ao médico para ver se tinha "múltiplas personalidades", somente para ter "alguém" com quem conviver!

LIDANDO COM A SOLIDÃO
UTILIZE SEU TEMPO - Resista à tentação de não fazer nada. Use seu tempo para cuidar de suas necessidades físicas, alimentando-se corretamente, descansando, exercitando-se, evitando drogas e álcool e cuidando de sua aparência.

CUIDE-SE MENTAL, ESPIRITUAL E SOCIALMENTE - Não fique viciado em televisão. Leia bons livros e revistas.  Cuide de suas necessidades espirituais, lendo a Bíblia. Ela proporciona orientação, instrução, encorajamento e esperança. Ore e passe algum tempo com pessoas que compartilhem sua fé. Cuide de suas necessidades sociais, cultivando amizades. Tome a iniciativa, mas seja generoso e paciente. Amizade leva tempo. Encontre alguém que esteja em pior estado do que o seu e ajude-o.

MINIMIZE O SOFRIMENTO - Não fique remoendo o sofrimento em sua mente, vezes e mais vezes. Não se torne amargo nem rancoroso. Ninguém gosta de ficar perto de pessoas cínicas ou ressentidas. Aborde o problema, lidando com ele. Não lhe dê demasiada importância , mas ore a respeito.

RECONHEÇA A PRESENÇA DE DEUS - Onde está Deus quando nos sentimos sós? Deus está em toda parte. Não existe lugar onde estejamos que Ele também não esteja. Ele prometeu: "Nunca o deixarei, jamais o abandonarei" (Josué 1.5). Abra os olhos e reconheça a Sua presença.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 29 de julho de 2018

RESTAURANDO O VASO


“Os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz” (Lc. 16.8); ...”Sede, portanto prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”  (Mt. 10.16). Não são poucos os Cristãos que por falta de habilidade e por excesso de simplicidade, tem tido uma caminhada cristã de sucessivas derrotas. Muitas vezes,  baixamos a guarda e ficamos desatentos e pouco vigilantes, esquecemos que desde o dia em que Deus nos “libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seus amor” (Co. 1.13), teve início um grande combate dentro e fora de nós, Uma guerra declarada contra o verdadeiro cristão, através da carne, do mundo e do diabo, com o único intuito de nos afastar do nosso novo caminho com Deus.

“Em Cristo somos mais que vencedores”, “Nada poderá nos separa do amor de Deus” e “Tudo podemos naquele que nos fortalece”. Todavia não podemos esquecer que precisamos fechar as brechas de nossa vida, para que o inimigos não as use para nos derrotar, como tem acontecido a muitos. Quem pensa que fechar esses buracos em nossas vidas é tarefa fácil, está muito enganado. Pois, exige esforço e renúncia de nossa parte.

“...Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e sigam-me” (Lc. 9.23); “Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue.” (Hb. 12.4). Fechar as brechas para o pecado e para o inimigo é responsabilidade nossa, do dia todo e de todo dia. É o Senhor quem nos adverte, dizendo: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (Mt. 26.41). Pouco depois de dizer isso, Jesus encontrou os discípulos dormindo. Será que não é assim, também, que se encontram muitos crestes neste momento?

Em nossa caminhada cristã, seria bom se, como José do Egito, em nenhum momento de nossa vida abríssemos qualquer porta para o inimigo. Não estamos isentos de fraquejar e cair, mas não podemos deixar a porta aberta para o maligno. Todavia, por descuido, isto acontecer conosco, devemos fechá-la imediatamente, para que não soframos dano maior.

Se tropeçarmos, devemos tirar alguma lição, pois, Deus, em sua infinita graça e misericórdia, sempre transforma nossos fracassos e derrotas em gloriosas vitórias. Não precisamos ficar prostrados, vencidos, culpando-nos por tudo o que aconteceu. Podemos levantar agora, reparar a brecha, fechar a porta, e ser instrumento nas mãos de Deus, para reconquistar muitos que estão caídos.

Deus não tem lata de lixo. “Deus é especialista em reciclagem: ELE TRANSFORMA LIXO HUMANO EM LUXO HUMANO.” Alimentar o erro é dar lugar ao diabo, é favorecer o adversário. É suicídio; é fazer gol contra.

Muitas das nossas igrejas estão vivas só de fachada; achando-se mortas interiormente. São lugares onde os cristãos não tem comunhão uns com os outros, não podem viver como diz o salmista: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Sl. 133.1). São igrejas onde os cristãos perderam o entusiasmo, a alegria e o prazer nas coisas de Deus. Em vez do fogo do Espírito, mantêm aceso o fogo da ira, da mágoa e do ressentimento. E onde essa chama está acesa, a do Espírito permanece apagada.

Deus quer que fechemos as brechas que existem em nossa vida e que favorecem ao adversário. Talvez esteja aí a cauda da derrota, do fracasso na vida cristã, no casamento, na família, no trabalho e no dia-a-dia de muitos de nós. “Deixar a mentira e falar a verdade. Não dar lugar à ira. Não furtar, antes trabalhar. Não proferir palavra torpe, mas a que for boa para edificação. Não entristecer o Espírito de Deus” (Ef. 4.25-32).

Infelizmente, muitos cristãos tem alimentado e engordado o adversário com o pecado da mágoa, murmuração, maledicência, ociosidade, preconceito, orgulho, inimizade, adultério, lascívia, dureza de coração, incredulidade, palavras sujas, prazeres mundanos e carnais, pecados inconfessos. Tudo isso fortalece o inimigo de nossa alma.

Sem a prática de uma operação tapa-buracos e restaurar os danos ocorridos em nossas vidas, através de um sincero arrependimento, nossa via de acesso a Deus fica bloqueada. E: “O que  confessa as suas transgressões e as deixa, alcançará misericórdia”.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 28 de julho de 2018

A POSSIBILIDADE DA RESTAURAÇÃO


1. A RESTAURAÇÃO É BASEADA NA PRESENÇA DE DEUS – Zc.3.1
“Josué estava diante do Anjo do Senhor”.
Esse Anjo do Senhor era o próprio Senhor. Sempre que estamos diante de Deus há chance de restauração. Ele é rico em misericórdia. Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Ele se compadece de nós como um Pai se compadece dos seus filhos.

Cura-me e serei curado. Há perdão, há restauração. Deus tem prazer na misericórdia. Ele é rico em perdoar. Ele mesmo é quem cura a nossa infideldade.

2. A RESTAURAÇÃO É BASEADA NA REPREENSÃO DE SATANÁS – Zc.3.2 - Satanás não tem poder sobre nós, quando buscamos o refúgio de Cristo. Ele é o nosso Advogado. Deus mesmo é quem repreende Satanás. O Senhor é o nosso escudo. Ele é quem sai em nossa defesa. Deus mesmo é quem nos dá a vitória.

Satanás é acusador, mas Jesus é o seu advogado. Satanás veio para lhe destruir, mas Jesus veio para lhe dar vida abundante. Satanás veio para acusar, mas Jesus veio para lhe defender.

Como sacerdote araônico, Cristo morreu; mas como sacerdote da ordem de Melquisedeque, ele vive para sempre, intercedendo em nosso favor. Quando o inimigo lança os torpedos contra nós, Cristo os apanha na rede da sua intercessão e tira-lhes o poder de nos ferir.

Paulo pergunta: Rm 8:33,34: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo quem morreu, ressuscitou, o qual está à direta de Deus e também intercede por nós.

3. A RESTAURAÇÃO É BASEADA NA GRAÇA ELETIVA DE DEUS – Zc.3.2
Antes de ter nos escolhido ele sabia quem éramos, nossos pecados, nossas fraquezas, nossos fracassos, nossos deslizes. Ele não nos escolheu porque éramos especiais. Somos espeiciais porque ele nos escolheu.

Dt 7:7,8: “Não vos teve o Senhor afeição nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava…vos resgatou da casa da servidão”. Ele nos amou quando éramos indignos. Ele nos amou quando éramos pecadores.

Deus não escolheu você, porque você era perfeito, mas para ser perfeito. Deus não escolheu você, porque você era santo, mas para ser santo. Deus não escolheu você, porque você era obediente, mas para a obediência. Deus não escolheu você, porque você creu, para para você crer.Deus não escolheu você, porque você praticava boas obras, mas para praticá-las. Deus não escolheu você porque você era digno, ele escolheu por amor de si mesmo.

4. A RESTAURAÇÃO ESTÁ BASEADA NO RESGATE – Zc.3.2
O Senhor foi longe demais para voltar atrás. Deus arrancou Josué da fornalha do pecado. O povo tinha sofrido o chicote da disciplina, o cativeiro, o desespero. Mas, Deus jamais permite que seu povo seja destruído. Ele estava encarvoado, esturricado, chamuscado como um tição tirado do fogo, mas Deus o resgatou e não vai destruí-lo.

Você tem valor para Deus. Você custou um alto preço para Deus. Ele pagou por você tudo. Ele comprou você com o sangue de Jesus.

Todo aquele por quem Cristo verteu o seu sangue, jamais vai perecer. Diz o apóstolo Paulo: “Aos que Deus predestinou, também chamou, aos que chamou, também os justificou, aos que justificou, também os glorificou. Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:30,31).

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 27 de julho de 2018

O QUE DEUS ESPERA DE NÓS


O propósito do Cristianismo não é a nossa felicidade, mas a glória de Deus. E, se você pretende ser cristão, faça-o por amor a Cristo, esteja pronto para sofrer por Ele e com Ele, gerando assim vida e vida em abundância.

O evangelho de boas intenções que burla o texto bíblico e desobedece a Deus, não trará vida a esta geração. O reavivamento espiritual não acontecerá a não ser que proclamemos a mensagem como o Senhor nos ensinou: denunciando os pecados da humanidade, arcando com as implicações de ser um verdadeiro cristão.

O livro de Atos ensina que a Igreja de Cristo não lutava pela sobrevivência, mas por avivamento. Morrer não era o problema. O problema era a Igreja não estar viva. Os servos de Cristo não faziam a mínima questão de se manterem vivos, para eles era a obra que tinha de se manter viva. As perseguições não os fizeram recuar. A igreja se mantinha viva mesmo que isto custasse muito sofrimento pela continuação da obra; Suas vidas refletiam a santidade de Deus. Como Jesus lhes era maravilhosamente real, morrer não lhes era a pior coisa, desde que a Igreja continuasse viva. Se ela morresse, isso sim seria desastroso. Morrer significava-lhes estar com Cristo para sempre na glória do Pai; isso era o bem supremo da Igreja.

Hoje, parece que a coisa mudou e muito. Há igrejas que lutam apenas pela mera sobrevivência. Para alguns, a “vidinha espiritual” que levam aos domingos é o suficiente. O medo de morrer substituiu o medo de se ter uma igreja morta. Já não se luta por avivamento, mas por se ter uma vida cômoda e próspera.

Estamos tornando-nos humanistas cristãos, pois  o homem está sendo colocado no centro de tudo. O importante é que “eu esteja feliz e próspero”; o resto é resto. Estamos tentando a preço de “jeitinhos”  manter as pessoas na igreja, o que tem produzido uma geração pouquíssimamente comprometida com o cristianismo sacrificial. Será realmente este o caminho que leva a Cristo e ao Deus Santo?.

Examinando muitos cultos cristãos praticados hoje, percebemos claramente que o seu objetivo principal é dar prazer a quem deles participa, e não glorificar a Deus. Não passam de entretenimentos religiosos. Muita coreografia e pouca vida. Nossa alienação, comodismo e mundanismo podem manter-nos vivos, mas matam a Igreja. Os inimigos de Cristo já não nos combatem como antes; com isso a Igreja vai perdendo a guerra contra as forças das trevas. Enfim, estamos vivos e a Igreja vai morrendo.

Enquanto em Atos 2.37, os judeus ao ouvirem a pregação de Pedro, conscientizaram-se de seus pecados e antes do apelo eles perguntavam como fariam para alcançar a salvação; Em nossos dias temos de insistir para que os pecadores aceitem a Cristo, e o resultado é pequeno apesar das muitas vantagens oferecidas e promessas de resoluções imediatas para os problemas. Apela-se para o poder da persuasão das vantagens materiais,  para que os templos sejam cheios de novos adeptos e não de novas criaturas.

Sem a real presença de Deus não pode haver sinais, nem prodígios. Somos salvos, mas não somos santos. Há muito barulho e poucas maravilhas. Só uma oração incomum fará “tremer a Igreja e trazer-nos de volta o fogo de Deus. Nem rezas, nem belas orações, nem preces bem escritas e artisticamente recitadas poderão fazer qualquer diferença neste momento. Só uma oração de olhos molhados e corações quebrantados poderá aliviar a dor que a falta de Deus está causando em nosso meio, e fazer-nos participar outra vez da santidade divina.

O diabo não tem medo de celebridades eclesiásticas, nem de teólogos e nem de eloquentes pregadores. Mas estremece com todo o inferno diante de um cristão comum, mas que tenha uma oração incomum; que tenha um peso na alma por causa do atual estado da Igreja; e, agonizantemente, suplique pela misericórdia de Deus. Orações incomuns despertam o bairro, a cidade, a nação; despertam o mundo inteiro para Deus. Conceda-nos o Senhor sempre a sua graça, para que venhamos a ter uma oração incomum. Assim, estremeceremos o presente século para a glória de Deus.

Ser um santo num mundo iníquo é o bem maior do cristão, ainda que isto cause-lhe dor e até a morte. Mas a Igreja estará viva. Pode-se até matar os santos de Deus, porém não se pode matar o Deus dos Santos, pois é ele quem mantém a Igreja viva para a sua glória. A Igreja é um povo incomum, o povo de Deus é um povo incomum, pois Deus o resgatou para ser diferente do restante do mundo.

LEITE E MEL SEM DEUS SÃO FEL E AMARGURA.

Fonte:  Um grito pela Santidade. (José Cidaco)

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 26 de julho de 2018

A CRUZ NA VIDA DO DISCÍPULO


As Escrituras nos trazem um ensino consistente acerca da centralidade da cruz na nossa experiência.

Mt 16:24 Somente Jesus poderia morrer na cruz por nossos pecados. Jamais poderíamos fazer nada a esse respeito. Mas ao ensinar seus discípulos, Jesus constantemente falava sobre o negar-se a si mesmo e tomar a sua cruz.

Mt 16:24-28 Já vimos que a condição para ser discípulo de Jesus é a disposição em imitá-lO numa vida de renúncia à própria vontade.

Mt 16:25 Jesus esclarece aqui o princípio da cruz, mostrando que, no reino de Deus, quem luta por preservar sua vida acaba perdendo-a; e quem perde sua vida por amor de Jesus, ganha-a.

Mt 16:28 Jesus está dizendo aqui que uma visão do reino pertence apenas àqueles que assumem o compromisso firme de seguir a Jesus. Não é na multidão que estão as pessoas que 'verão vir o Filho do homem no seu reino'. É entre os discípulos!

Discípulo é aquele que imita. Ninguém pode ser discípulo de Jesus se não se dispuser a imitá-lo. Ora, como vimos, a vida de Jesus foi marcada pela cruz. O tempo todo Jesus negou seus direitos e privilégios, num processo contínuo de entrega da própria vida.

A Palavra se refere aos nossos direitos naturais, nossos apelos, nossos desejos, nossos planos, nossas metas - tudo aquilo que nutrimos, acariciamos, amamos, desejamos, mas que não se conforma à vontade de Deus para nossas vidas.

Jo 5:30 A cruz, para Jesus, foi a entrega completa do controle da sua vida ao Pai. Jesus decidiu não fazer nada a não ser a vontade do Pai. Da mesma forma, quando a Palavra nos ensina a tomarmos nossa cruz, está falando acerca da entrega absoluta do controle de nossa vida ao Senhor.

Lc 9:23 O texto frisa: 'dia a dia tome a sua cruz'. Quando nos convertemos, confessamos a Jesus como Senhor de nossa vida (Rm 10:9); somos tentados constantemente, no entanto, a reassumir esse controle. Tomar a cruz, portanto, é um ato diário de submissão ao Senhor.

REALIDADES ESPIRITUAIS OPERADAS PELA CRUZ NA VIDA DO DISCÍPULO
Fp 3:10 A cruz aparece neste texto como fato central que gera em nós uma série de importantes realidades espirituais.

 'Para o conhecer...' Paulo não está falando de sentimentalismo aqui. Está falando de conhecer a Jesus na base de um relacionamento pessoal, direto.

Nem todos estão dispostos a conhecer a Jesus quando compreendem o que isso significa de verdade.

Não é possível apenas conhecer a Jesus. O texto nos mostra que conhecemos a Jesus juntamente com o poder da sua ressurreição e a comunhão (participação) dos seus sofrimentos, e à medida em que nos conformamos com ele (tomamos sua forma, ficamos parecidos com ele) na sua morte.

Trata-se de um 'pacote' cujas partes componentes não podem ser separadas. Não podemos simplesmente escolher a 'parte' do evangelho que mais nos agrada, e esquecer o resto.

Existe uma ordem lógica na declaração de Paulo no v. 10. Isto é evidente.
Á conhecer a comunhão dos seus sofrimentos e a conformação com ele na sua morte;
Á conhecer o poder da sua ressurreição;
Á conhecê-lo (significa plena intimidade com Jesus).

O porque dessa ordem é claro. Só pode haver ressurreição depois da morte. É quando nos conformamos com Jesus na sua morte, ou seja, quando aprendemos a viver o princípio da cruz, que podemos provar o poder da sua ressurreição - e quando isso ocorre, podemos relacionar-nos intimamente com ele.

Fonte: Apostila Comunidade carisma

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de julho de 2018

COMO DEUS AGE NOS PROBLEMAS


PERMITINDO QUE PODEMOS SOLUCIONAR NOSSOS PROBLEMAS
Sinalizando – Permite que muitas atitudes que tomemos resolva nossos problemas. Ex: Elias e Jezabel; Jacó e Esaú
Envia alguém para nos ajudar – I Re.1.7

USEMOS AS FERRAMENTAS ESPIRITUAIS.
Esperando que usemos os instrumentos espirituais, que ele deixou à nossa disposição, para a solução dos problemas e nos dar vitória. Eis alguns instrumentos:
1. Oração – Mt. 21.22
2. O nome de Jesus – Jô.14.13,14
3. O Poder da Palavra – Lc.5; Jô.15.7
4. A fé – Mc. 9.23
5. Autoridade espiritual da nossa vida – Lc.10.19

DEUS PODE ESTAR USANDO O TEMPO PARA RESOLVER NOSSOS PROBLEMAS
O poder divino sendo usado no tempo e hora de Deus. Ele sabe a melhor hora de dar a vitória.
Oração direta do poder de Deus na nossa vida – Mt. 8.8

Intercessão – cinco instâncias:
Espírito Santo – Rm.8,26
Jesus Cristo – Hb. 7.25
Eu mesmo – Fp.4.6
Meu irmão – para interceder por mim – Tg. 5.16
Igreja – At. 12.5

Verdades de deus em nossos problemas, lutas e adversidades
Deus tem o melhor para nós – Mt.7.5-9
Deus está cuidando de nós – Mt. 28.20; Sl.40.17
Ele não se esquece de nós – Is. 49.15
Traz solução para os problemas – Lc. 34.19
É poderoso para fazer muito mais que pedimos e pensamos – precisamos – Ef. 3.20,21

O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer – Sl.30.20; Gn.8,14; Lc.1.37; Is.43.13.

Silas Malafaia

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 24 de julho de 2018

O QUE SIGNIFICA VER A DEUS


Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. (Mateus 5.8) 

É muito importante que os cristãos tenham corações puros que sigam a Deus. Eles precisam ser puros com base na Palavra pura e santa de Deus.

Que recompensa eles terão com isso? O que Deus prometeu àqueles que são puros de coração?
A resposta é: “Eles verão a Deus”. Certamente isso é maravilhoso – um tesouro excelente!

Mas o que significa “ver Deus”?

Algumas pessoas têm as suas próprias ideias sobre como ver a Deus. Elas se curvam em um canto, elevam seus pensamentos ao céu e se entregam a uma vida de meditação sem propósito.

Esta é uma maneira de tentar ver a Deus?

Elas usam suas próprias ideias para tentar entregar-se a devaneios na presença de Deus. Tentam subir ao céu com base em seu próprio poder. Insistem em usar suas próprias mentes para descobrir tudo sobre Deus e sua Palavra.

Contudo, se você crê que Cristo é o seu Salvador, logo você descobrirá que tem um Deus gracioso.

A fé leva você ao céu e deixa que você veja dentro do coração de Deus. Lá você consegue ter um vislumbre da infinita bondade e amor de Deus.

Isso é o que realmente significa “ver a Deus”.

Você não pode vê-lo fisicamente com os seus olhos, porque ninguém pode ver a Deus nesta vida. Antes, você vê a Deus pela fé. 

Retirado de Somente a Fé - Um Ano com Lutero . Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 23 de julho de 2018

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS EM NÓS.


É tarefa do Espírito Santo produzir um caráter semelhante ao de Cristo em nós (2Co.3.18) O processo de transformação pelo qual nos tornamos mais semelhantes a Jesus, é chamado santificação; um dos propósitos de nossa vida sobre a terra.

Não podemos reproduzir o caráter de Jesus por nossos próprios esforços. Decisões de ano novo, força de vontade e as melhores intenções não são suficientes. Somente o Espírito Santo tem o poder de realizar as transformações que Deus deseja para nossa vida (Fp.2.13).

As características de Cristo não são produzidas por imitação, mas por habitação. Nós permitimos que Cristo viva através de nós, pois este é o segredo: Cristo vive em nós (Cl.1.27). E como isso acontece na vida real? Pelas escolhas que fazemos.

Nós escolhermos fazer a coisa certa nas diversas situações de nossa vida e confiamos no Espírito Santo para nos dar força, amor, fé e sabedoria para fazê-la. Uma vez que o Espírito de Deus vive dentro de nós, essas coisas estão sempre à disposição quando pedidas.

DEVEMOS COOPERAR COM O TRABALHO DO ESPÍRITO SANTO.
O Espírito Santo libera poder no momento em que damos um passo de fé. A fé libera o poder de Deus. Não devemos esperar sentir-nos poderosos ou confiantes, devemos ir adiante na nossa fraqueza, fazendo a coisa certa mesmo com medos e sentimentos. É assim que cooperamos como o Espírito Santo, e essa é a forma do nosso caráter ser desenvolvido.

A Bíblia compara o crescimento espiritual a uma semente, a uma edificação e a uma criança em crescimento; Sementes devem ser plantadas e cuidadas, edificações devem ser construídas, elas não aparecem simplesmente e, crianças devem comer e se exercitar para crescer.

Embora esforço não tenha nada que ver com salvação, está relacionado com o crescimento espiritual. Pelo menos em oito ocasiões no N.T. recebemos a ordem de nos esforçarmos em nosso crescimento, até nos tornarmos semelhantes a Jesus. (Lc.13.,24; Rm.14.19; Ef.4.3; 2Tm.2.5; Hb.4.11;12.14; 2Pe.1.5;3.14)

Paulo explica em Efésios 4.22-24 os três deveres para nos tornarmos semelhantes a cristo.

Em 1º  lugar, devemos abandonar nossa antiga maneira de agir: ...referente àquela antiga forma de viver tem de ir embora. Está completamente corrompida. Livrem-se dela (Ef.4.22);

Em 2º lugar, devemos mudar nossa forma de pensar:Deixe que o Espírito transforme sua maneira de pensar (Ef.4.23). A Bíblia diz que somos transformados pela renovação de nossa mente (Rm.12.2) de dentro para fora.

Em 3º lugar, precisamos adquirir o caráter de Cristo ao desenvolver hábitos novos e dignos de Deus (Ef.4.24). O Caráter é basicamente a soma dos hábitos.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 22 de julho de 2018

O PROCESSO DA RESTAURAÇÃO


A PURIFICAÇÃO

Tirai-lhe as vestes sujas”. Zc.3.4. Não podemos continuar na presença Deus, fazendo a obra de Deus, com vestes sujas, com vida impura.

Josué não podia purificar a si mesmo. As vestes sujas lhe foram tiradas. Deus é quem nos limpa e nos purifica. Só o sangue de Jesus pode nos lavar. Só Deus pode restaurar a nossa alma, purificar a nossa consciência, o nosso coração, a nossa vida.

“E te vestirei de finos trajes”.
O mesmo Deus que nos purifica é o que nos justifica. Nossa justiça é como trapo de imundícia. A justiça de Cristo em nós é que nos capacita a estarmos no altar. É o ouro cobrindo a madeira de acácia. É a glória de Deus tragando nossa fraqueza. São os méritos de Cristo imputados a nós. É roupa branca, de linho finíssimo nos cobrindo.

A RESTAURAÇÃO DA AUTORIDADE ESPIRITUAL

“Ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça”. (Zc.3.5)
Deus não apenas apaga as nossas transgressões, mas nos devolve a alegria da salvação e a autoridade espiritual.

O filho pródigo pensou apenas em ser tratado como um escravo, mas o Pai lhe devolveu a posição de filho.

Pedro foi restaurado, depois de negar o seu Senhor, e tornou-se um poderoso pregador do evangelho. O diabo quer manter você de cabeça baixa, envergonhado. Mas Deus restaura plenamente sua vida!

O PERDÃO DOS PECADOS

“Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade”. (Zc.3.4)
O pecado nos amarra. O pecado nos deixa desanimados. O pecado nos cansa. O pecado nos desmotiva. O pecado nos faz amargos, críticos, trôpegos, vazios.

O pecado é que impede a igreja de crescer. O pecado é que nos adoece espiritualmente. Deus, contudo, intervém e perdoa. Deus cancela a dívida. Deus apaga as transgressões como névoa. Joga os nossos pecados no profundo dos mares. Ele cobre o nosso pecado com o sangue do seu Filho e dele não mais se lembra.

Davi caiu, reconheceu o seu pecado, pediu perdão e Deus o perdoou.

Pedro negou a Jesus, chorou e Jesus o perdoou.

A mulher pecadora: Vai e não peques mais.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz


sábado, 21 de julho de 2018

FOMOS CRIADOS PARA NOS TORNARMOS SEMELHANTES A CRISTO


Arraigados e sobreedificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, nela abundando em ação de graças. (Cl.2.7)

Em toda a criação, somente o homem foi feito à imagem de Deus (Gn.1.26). Esse é um grande privilégio que nos honra pois, tal como Deus somos seres espirituais: nosso espírito é imortal e sobreviverá ao nosso corpo terreno; somos inteligentes: podemos pensar, ponderar e solucionar problemas; como Deus nós nos relacionamos: podemos dar e receber amor verdadeiro e, somos dotados de consciência moral: podemos discernir entre o certo e o errado, o que nos torna responsáveis diante de Deus.

O supremo objetivo de Deus para nossa vida na terra não é conforto, mas desenvolvimento de seu caráter. Ele quer que cresçamos espiritualmente e nos tornemos semelhantes a Cristo. Tornar-se semelhante a Cristo não é perder a personalidade ou se tornar um clone autômato.

Deus criou em nós um caráter único; logo, logicamente não quer destruí-lo. O cristianismo ocupa-se da transformação do caráter, não da personalidade. Deus quer que desenvolvamos o tipo de caráter descrito nas bem-aventuranças de Jesus, nos frutos do Espírito, no capítulo de Paulo sobre o amor e na lista de Pedro das características de uma vida produtiva e eficiente. A vida deve ser difícil, é isso que nos possibilita crescer. Lembremo-nos de que a terra não é o céu.

Toda vez que nos esquecemos que o caráter é um dos propósitos para nossa vida, nos tornamos frustrados pela situação que nos cerca. Pensamos com nós mesmos: Porque isso está acontecendo comigo? Porque estou passando por momentos tão difíceis? A resposta é que a vida deve ser difícil. É isso que nos possibilita crescer. Lembremo-nos de que a terra não é o céu.

Muitos cristãos interpretam erroneamente a promessa de Jesus de vida em abundância (Jo.10.10), como se fosse saúde perfeita, estilo de vida confortável, felicidade constante, plena realização dos sonhos e o alívio instantâneo dos problemas por meio da fé e da oração.Ou seja, esperam que a vida seja fácil. Esse ponto de vista mostra Deus como se fosse o gênio da lâmpada, que existe tão somente para nos servir em nossa busca egoísta de realização pessoal. Mas Deus não é nosso criado, e, caso nos deixemos levar pela idéia de que a vida deve ser fácil, ficaremos grandemente desapontados ou viveremos nos recusando a aceitar a realidade.

Nunca nos esqueçamos de que a vida não gira em torno de nós! Existimos para os propósitos de Deus, e não o contrário. Deus nos dá o nosso tempo na terra para construirmos e fortalecermos nosso caráter para o céu.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz