sábado, 4 de agosto de 2018

O PODER DE ABENÇOAR OS OUTROS


E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção. (1 Pedro 3:8,9)

"Deus te abençoe" é a saudação mais comum usada entre os cristãos. Há grande poder por trás destas palavras de bênção.

ABENÇOAR SIGNIFICA:
(1) tornar alguém sagrado, ou curado, mediante algumas palavras pronunciadas;
(2) suplicar o favor divino para alguma situação ou condição;
(3) desejar o bem a alguma pessoa, ou a alguma institui­ção;
(4) tornar alguém feliz ou próspero, e
(5) alegrar, glorificar e louvar.

Poderíamos resumir tudo isso dizendo que abençoar significa: Trazer o bem a determinada situação, condição ou pessoa.

Devemos exercer o máximo cuidado a respeito do tipo de bênção que queremos impetrar sobre as pessoas, ou sobre determinada situação, porque o poder dessa bênção trará consigo seus frutos, isto é, seus resultados. nNossas bênçãos mudam as circunstâncias.

Jacó e Esaú competiam entre si para ver quem receberia a bênção da boca de seu pai, Isaque. Ambos criam sinceramente, assim como todas as pessoas do Antigo Testamento, que a impetração da bênção da boca de um vaso  escolhido de Deus haveria de trazer os resultados exatos que dela se esperava.

Foi por essa razão que Jacó e Esaú lutaram entre si a fim de receber a bênção de seu pai Isaque. Jacó disfarçou-se e fingiu ser Esaú; fingiu ser o primogénito. E assim disfarçado, dirigiu-se a seu pai Isaque, um velho quase cego, e dele recebeu todas as bênçãos que de direito pertenciam a seu irmão mais velho. Ele recebeu todas as bênçãos pertinentes ao filho mais velho, o primogénito. Jacó herdou a bênção de Abraão e de Isaque, e assim se tornou o herdeiro de seus avós. É por essa razão que Deus às vezes é chamado de "Deus de Abraão, Deus de Isaque e Deus de Jacó".

De modo semelhante, por todo o Antigo Testamento, as pessoas exerciam o máximo cuidado ao pronunciar palavras de bênção ou de maldição sobre as outras, Porque Deus estava vigiando as palavras e, com frequência, fazia que elas se cumprissem exatamente como haviam sido proferidas pela boca do vaso escolhido.

Tem uma mulher que, mediante o poder inerente de uma bênção pronunciada, mudou seu marido. O marido dela lhe era infiel, e só morava com ela durante dois meses por ano. O Restante dos meses ele estava fora de casa. Ia trabalhar longe, gastava todo o seu dinheiro e todo o seu tempo. Nunca ajudou sua família financei­ramente. Durante algum tempo a esposa o amaldiçoou com todo tipo de palavras malignas. Com o passar do tempo, o marido foi de mal a pior; ele não dedicava a mínima fidelidade a ela, nem aos filhos.

Um dia essa mulher entrou em contato com o evangelho de Jesus Cristo, e se tornou uma cristã. Pela leitura da Bíblia ela entendeu que Jesus Cristo não queria que ela amaldiçoasse seu marido, pois a Bíblia nos manda abençoar, e não amaldiçoar. Foi assim que aquela mulher pôs-se a obedecer à Palavra de Deus, e em vez de amaldiçoar seu marido, ela passou a abençoá-lo desde a manhã até a noite. Ela abençoou seu marido, pessoalmente, e abençoou seu trabalho e, de toda forma, orou por ele. Pouco a pouco uma tremenda mudança ocorreu na vida daquele homem. Logo ele começou a escrever cartas lindas, cheias de amor, à esposa.

Um dia, finalmente, ele escreveu que havia encontrado um bom emprego e que a partir de então começaria a sustentar a família. A essa carta ele anexou um cheque. A mulher ficou cheia de júbilo e continuou a abençoar seu marido e seu emprego. O empreendimento do marido começou a desenvolver-se, e prosperou muito, de modo que os cheques foram ficando cada vez maiores. Por fim, o homem decidiu procurar um emprego na cidade onde morava sua família, de modo que poderia estar sempre em casa.

Pela simples impetração de palavras de bênçãos o homem mudou, voltou para casa e tornou-se um marido fiel e um pai maravilhoso para as crianças.

Experiências como esta podem acontecer em nossa vida diária. Se a bênção não produzisse resultados, Deus não nos pediria que aben­çoássemos os outros: "Abençoai aos que vos perseguem; abençoai, e não amaldiçoeis" (Rm 12:14). Esta é a ordem de Deus. Deus nos dá palavras só para nosso benefício. Deus esta continuamente atento às palavras de bênção que saem de nossa boca, e faz que tais palavras" produzam frutos.

Essa é a razão por que devemos continuamente pronunciar bênçãos sobre nossos irmãos cristãos, sobre nossos paren­tes, e até sobre nossos inimigos, e sobre as circunstâncias que enfren­tamos, para que Deus empregue seu poder de abençoar.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz