sexta-feira, 31 de maio de 2019

O QUE DIFERENCIA A PESSOA ESPIRITUAL?


Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. 1 Coríntios 12:4-7 

Um Dom Espiritual é uma habilidade especial que o Espírito Santo dá a cada membro do Corpo de Cristo de acordo com a graça de Deus para ser usada na edificação da igreja. 

Infelizmente tem se falado muito pouco sobre a busca pelos dons, mas apesar desse fato, cada membro do Corpo de Cristo tem pelo menos um Dom. Cf. I Co 12:12-31. Aquele que não conhece os seus dons, não é porque Deus não lhe deu dons; é simplesmente porque ainda não os descobriu. 

Os dons espirituais não são dados apenas para a edificação de cada membro individualmente, mais para o bem de todos (I Co 14:2-5,26; Ef 4:12). 

Deus confiou um ministério à sua igreja e esse ministério é feito com crentes aperfeiçoados e equipados: Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo. (Ef. 4.12). 

Mateus 25:14 a 30, fala sobre a parábola dos talentos. O que são talentos? Dom, aptidão natural, habilidade adquirida, capacidade. Cada um de nós tem talentos, dados pelo Senhor. Talentos do Senhor e, logo após, se tornaram capacitadas, para cumprir o propósito de Deus, para cada uma delas.

Uma igreja, cujos membros estão conscientes do uso e manifestação dos dons, faz a diferença, pois ao canalizar essas manifestações na edificação do Corpo de Cristo se transforma em referencial no aspecto espiritual e, nas manifestações de poder. 

Davi ao enfrentar Golias, tinha na mão, uma funda e algumas pedras, com elas, venceu o gigante Golias, que durante muitos dias, afrontava o povo de Deus. I Samuel 17.40 

Gideão tinha uma trombeta e foi ela, que usou para conclamar o exército de Israel, para a batalha. Juízes 7.16 

Neemias tinha um copo e com ele, aproximou se do rei e conseguiu permissão para reconstruir Jerusalém. Neemias 2.1-2 

Elias tinha um manto e com ele abriu caminho no rio Jordão. II Reis 2.08 

A viúva de Sarepta, só tinha um bocado de farinha e uma botija de azeite e com ela, alimentou o homem de Deus e recebeu a multiplicação. I Reis 17.10

Barnabé tinha um terreno, que vendeu para ajudar aos pobres. Atos 4.36 

Dorcas tinha uma agulha, que usou para fazer roupas, para os necessitados. Atos 9.36 

Um rapaz, tinha cinco pães e dois peixinhos, que serviu para alimentar uma multidão. João 6.9 

E você. O que têm nas mãos? 

Deus te deu algo especial, para cumprir o propósito dele. Ele te deu algum talento, alguma capacidade, que te dá chance de fazer história nessa terra. 

O propósito de Deus, ao conceder dons, foi o de equipar cada membro para exercitar o seu dom e ajudar na edificação da igreja. Cada um desses dons tem a ver com a Palavra de Deus, que é o instrumento por excelência para aperfeiçoar o povo de Deus. 

Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente. 1Coríntios 12:31 

Lidiomar T. Granatti  / Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 30 de maio de 2019

UMA SEGUNDA CHANCE?


“Respondeu-lhe Jesus: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes”. (João 13.38).

Pedro falou: “Senhor, por Ti darei a própria vida”.Pedro estava falando sério. Pedro faria qualquer coisa por Jesus, inclusive sacrificar a própria vida. Porém, Jesus conhecia melhor a Pedro do que ele próprio se conhecia.

Então Jesus o avisou: “Em verdade te digo que antes que o galo cante três vezes tu me negarás”.

E o final da história, todos nós já conhecemos, Pedro negou vergonhosamente ao Senhor por três vezes. Foi um momento negro na vida do líder dos discípulos.

Nenhum dos escritores dos evangelhos abafou este vergonhoso fracasso de Pedro, o líder da comunidade cristã primitiva.
Isto nos ensina duas coisas: 

Primeiro, os membros da igreja cristã e seus líderes, não são super homens ou super crentes, e nós cristãos também não o somos. Ao contrário somos frágeis e sujeitos a tentações e ao fracasso. “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia”. (I Coríntios 10.12).

Segundo, os membros da igreja do Senhor Jesus e seus líderes dependem da graça de Deus. Não dependem de suas próprias forças ou de seus méritos pessoais.

A igreja primitiva não questionou a liderança de Pedro, mesmo sabendo que tropeçara em sua fidelidade a Cristo, pois ela sabia que todo homem depende da graça de Deus. E que Pedro errara, mas havia se arrependido e que Deus o perdoara e o levantara como um vaso precioso nas mãos de Deus para abrir a porta do Evangelho, primeiro para os judeus e depois para os gentios.
Jesus não rejeitou a Pedro, ao contrário, antes o tirou do estado em que se encontrava após o seu fracasso, animando-o para pastorear a Sua Igreja. (João 21).

Mais tarde, como nos conta a história o Apóstolo Pedro efetivamente deu a sua vida por Jesus.

Assim, saiba que Jesus está interessado em nos animar, encorajar, ajudar e nos dar uma segunda chance.

Que nós vivamos fielmente e que venhamos a amar uns aos outros e a compreender, perdoar e dar uma nova chance àqueles que por qualquer razão tenham caído ou fracassado.

Pr. Silvio Coelho

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 29 de maio de 2019

OS CRENTES SERÃO JULGADOS?


2 Coríntios 5.10 “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal”.

A Bíblia ensina que os crentes terão, um dia, de prestar contas “ante o tribunal de Cristo”, de todos os seus atos praticados por meio do corpo, sejam bons ou maus.

No tocante a esse julgamento do crente, segue-se o estudo de alguns de seus pontos.

(1) Todos os crentes serão julgados; não haverá exceção (Rm 14.10,12; 1 Co 3.12-15; 2 Co 5.10).

(2) Esse julgamento correrá quando Cristo vier buscar a sua igreja (1 Ts 4.14-17).

É um julgamento de obras.
Tudo será conhecido. A palavra “comparecer” (gr. Phaneroo, 2 Co 5.10) significa “tornar conhecido aberta ou publicamente”. Deus examinará e revelará abertamente, na sua exata realidade,
(a) nossos atos secretos (Mc 4.22; Rm 2.16),
(b) nosso caráter (Rm 2.5-11),
(c) nossas palavras (Mt 12.36, 37),
(d) nossas boas obras (Ef 6.8),
(e) nossas atitudes (Mt 5.22),
(f) nossos motivos (1 Co 4.5),
(g) nossa falta de amor (Cl 3.23-4.1) e
(h) nosso trabalho e ministério (1 Co 3.13).

Em suma, o crente terá que prestar contas da sua fidelidade e infidelidade a Deus (Mt 25.21-23; 1 Co 4.2-5) e das suas práticas e ações, tendo em vista a graça, a oportunidade e o conhecimento que recebeu (Lc 12.48; Jô 5.24; Rm 8.1).

(3) O juiz desse julgamento é Cristo (Jo 5.22, cf. “todo o juízo”; 2 Tm 4.8, cf. “Juiz”).

(4) A Bíblia fala do julgamento do crente como algo sério e solene, mormente porque inclui para este a possibilidade de dano ou perda (1 Co 3.15, cf. 2 Jo 8); de ficar envergonhado diante dEle “na sua vinda” (1 Jo 2.28), e de queimar-se o trabalho de toda sua vida (1 Co 3.13-15). Esse julgamento não é para sua salvação ou condenação. 

As más ações do crente, quando ele se arrepende, são perdoadas no que diz respeito ao castigo eterno(Rm 8.1), mas são levadas em conta quanto à sua recompensa: “Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer” (Cl 3.25; cf. Ec 12.14; 1 Co 3.15;

2 Co 5.10). As boas ações e o amor do crente são lembrados por Deus e por Ele recompensados (Hb 6.10) “Cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer” (Ef 6.8).

Os resultados específicos do julgamento do crente serão vários, como obtenção ou a perda de alegria (1 Jo 2.28), aprovação divina (Mt 25.21), tarefas e autoridade (Mt 25.14-30), posição (Mt 5.19; 19.30), recompensa (1 Co 3.12-14; Fp 3.14; 2 Tm 4.8) e honra (Rm 2.10; cf. 1 Pe 1.7).

A perspectiva de um iminente julgamento do crente deve aperfeiçoar neste o temor do Senhor (2 Co 5.11; Fp 2.12; 1 Pe 1.17), e leva-lo a ser sóbrio, a vigiar e a orar (1 Pe 4.5,7), a viver em santa conduta e piedade (2 Pe 3.11) e a demonstrar misericórdia e bondade a todos (Mt 5.7; cf. 2 Tm 1.16-18). 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal / Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 28 de maio de 2019

A ATUAÇÃO DOS ESPÍRITOS MALIGNOS


“...E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. E, quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que o não pudemos nós expulsar? E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum”. Mc 9.14-29 

Lembro-me de uma família no bairro Concórdia na qual havia um rapaz chamado Paulo. Ele era uma pessoa muito maravilhosa, mas tinha um espírito maligno que entrava nele e quando isso acontecia, ele ficava louco. 

Toda família sofria, muitas vezes a polícia civil amarrava esse rapaz porque ele começava a quebrar as coisas dentro de casa, ficava agressivo e ninguém sabia o que fazer. Ele ficava acuado, rosnava e eu observava aquilo e não via nenhuma pessoa que fizesse uma oração pelo Paulo. 

Era um grande sofrimento para todos. Passava-se o tempo ele se acalmava e depois de uns meses voltava a crise. A polícia o prendia novamente e depois o liberava porque ele não era um criminoso.

A única coisa que as pessoas tinham para o Paulo eram cordas, era um espetáculo degradante.

O pai do livro de Marcos 9.14-29 era um pai que sofria por ver seu filho possesso. Os espíritos malignos destroem a vida das pessoas, as humilham, e as colocam em posição degradante perante a sociedade. 

Os demônios trabalham na fraqueza da mente das pessoas que cometem uma tragédia e não sabem o que fizeram, porque estão possessas. 

Os espíritos malignos desvirtuam os bons costumes, denigrem o que é certo, destroem famílias, trabalham com o engano.

Muitas pessoas estão possessas e nem sabem. Existem mendigos aprisionados por satanás, geralmente essas pessoas são estudadas, de boas famílias e de repente entram numa situação triste, moram na rua, ficam meses sem tomar banho, andam sem direção e isso acontece como resultado da atuação do diabo em suas vidas.

Como uma pessoa em sã consciência pode ficar tanto tempo sem tomar banho e gostar de viver no meio da sujeira? 

Jesus perguntou ao pai do menino: “Há quanto tempo se sucede isso?” O pai responde: “Desde criança, o diabo o lança no fogo e na água.”

Existem pessoas sofrendo pelas consequências do espírito maligno que atuam em suas vidas. Já percebeu que os mendigos andam com mãos fechadas, pegam toco de cigarro no chão, andam com saco nas costas, não tem olhar fixo... Isso acontece por causa de algum problema sofrido que gerou brechas para que um espírito maligno entrasse. 

Jogos malignos, filmes de terror, de bruxaria, são pontos de contato para que demônios entrem e destruam vidas. 

O diabo não aparece de rabo e chifre, ele aparece usando sapatinho de algodão.
Precisamos saber que existem lutas, opressões e que o espírito maligno precisa de um corpo. Pode ser um cavalo, um gato, etc, ele só precisa de um corpo para atingir alguém. 

Mas Jesus liberta, Ele libertou aquele garoto e o entregou ao pai. Em nome de Jesus toda opressão, toda ingerência do maligno nas famílias repreendo em nome do Senhor Jesus. 

Jesus perguntou: "Até quando vos sofrereis?" Até quando o diabo zombará de você, até quando pegará seu casamento, seu ministério e jogar no fogo? Responda: "Até te encontrar Jesus."

Não precisamos sofrer nas mãos do diabo, o poder de Deus, o dynamus é Jesus, não é Maomé, não é Confucio, não é o Papa, não é Aparecida do Norte, não é Pr. Jorge, Billy Graham, o poder de Deus é Jesus Cristo, Ele é o Senhor que liberta, que livra de toda opressão, de toda angústia. 

O diabo zombou só até agora, porque Jesus chegou!

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 27 de maio de 2019

O ALARME INTERIOR MOSTRA A LUZ VERMELHA ? CUIDADO!


"Ele lhes disse: Vinde vós, aqui à parte, a um lugar deserto, e repousai um pouco. Porque havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer. Então foram sós num barco para um lugar solitário" (Marcos 6:31-32).

Descanso e restauração não constituem luxo; são necessidades essenciais. Ficar a sós e descansar durante um período não é egoísmo; é ser parecido com Cristo.

Pegar um dia de folga por semana, e presentear-se com um período de férias relaxantes e revigorantes não é carnal; é espiritual.

Nada há, absolutamente nada de invejável ou espiritual em coronárias entupidas, ou nervos esfrangalhados. Tampouco um programa ultra-ativo é, necessariamente, marca de uma vida produtiva. Eu constantemente me lembro do antigo lema grego: "o arco que está sempre flexionado acabará se quebrando."

Bem, como é que a coisa funciona em sua vida? Vamos fazer uma breve apreciação. Faça uma pausa longa o suficiente para você rever tudo, e refletir. Procure ser honesto ao responder às seguintes perguntas, que talvez o magoem um pouco:

Estou gostando da maior parte de minhas atividades, ou apenas estou tolerando-as? Tenho engolido minhas refeições às pressas, ou venho dando tempo suficiente para provar e usufruir o alimento? Dou a mim mesmo permissão para um relaxamento, um momento de lazer, para estar tranqüilo?

Será que as outras pessoas acham que estou trabalhando demais, durante muitas horas, ou vivendo sob tensão? Sinto-me às vezes entediado e muitas vezes preocupado? Estou mantendo-me em forma, fisicamente? Considero meu corpo importante o suficiente para seguir uma dieta alimentar, com exercícios físicos regulares, sono suficiente, a fim de eliminar o excesso de peso?

Como está meu senso de humor? Está Deus sendo glorificado pelo esquema que estou seguindo... ou será que ele fica apenas com as sobras de minhas energias? Aproximo-me perigosamente do ponto em que vou estar exausto, totalmente "desanimado"?

Dureza, não? Mas haveria uma ocasião melhor do que agora mesmo para você fazer uma pequena avaliação? Se for necessário, introduza modificações, uma pequena re-estruturação em sua vida.

Podemos aprender uma lição com a natureza. Após a colheita sempre se segue um período de descanso; a terra precisa de algum tempo para renovar-se. A produção constante, sem restauração, esgota os recursos e, na verdade, diminui a qualidade do produto.

Atenção, grandes realizadores e viciados no trabalho! Tomem cuidado! Se o alarme em seu painel interior mostra a luz vermelha piscando nervosamente, é que você está carregando um fardo demasiado pesado, longe demais e rápido demais. Se você não diminuir a marcha, vai lamentar-se... e vão lamentar-se os que o amam.

Se você tiver a coragem de dar o fora desse beco sem saída e realizar as mudanças necessárias, será sábio. Entretanto, quero adverti-lo quanto a três barreiras que você vai enfrentar imediatamente.

PRIMEIRA BARREIRA: A FALSA CULPA. Ao dizer "não" às pessoas a quem você costumava dizer "sim", você vai passar a sentir umas agulhadas de culpa. Despreze-as! 

SEGUNDA: HOSTILIDADE E INCOMPREENSÃO DA PARTE DOS OUTROS. A maioria das pessoas não vai entender suas novas decisões no sentido de diminuir o ritmo, de modo especial os que se encontram no barco que vai afundando, do qual você acaba de pular fora. Não há problema! Mantenha suas decisões.

TERCEIRA: VOCÊ SE DEFRONTARÁ COM PERSPECTIVAS PESSOAIS DOLOROSAS. Não podendo preencher cada momento livre com algum tipo de atividade, você começará a ver seu verdadeiro eu, e não vai gostar de algumas coisas que vai notar, coisas que antigamente contaminavam sua vida agitada.

Entretanto, dentro de um período relativamente curto de tempo, você dobrará a esquina e estará na estrada que o conduzirá a uma vida mais sadia, mais livre e mais plena de realizações. Mais do que tudo, sua busca de caráter voltará aos trilhos corretos.

É óbvio que toda esta conversa sobre descanso e restauração vital, tomada de tempo para repouso e relaxamento, pode ser levada a um extremo ridículo. Estou bem ciente disso. Contudo, para cada pessoa que decide emigrar para esse extremo, e ali enferrujar, há milhares de outras que se empenham numa batalha feroz contra a exaustão. Nenhum desses extremos é correto; neste ou naquele, estamos errados.

Meu desejo é que todos permaneçamos no ponto da sabedoria. No equilíbrio. Com a mente certinha. Com boa saúde. Na vontade de Deus.

Como está você?

Extraído do livro a busca do Caráter de Charles Swindoll / Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 26 de maio de 2019

AFLIÇÃO, ANGÚSTIA, PROBLEMAS?


Quando enfrentamos problemas, perigos, dificuldades, tristezas, naturalmente, buscamos socorro em alguém maior, mais forte e mais poderoso.

Como uma criança quer o colo do pai ou ter os braços da mãe a sua volta, assim vamos ao nosso Pai Celestial. Ele é a fortaleza que nos protege dos ataques, o Refúgio que nos abriga das perseguições, o porto que nos resguarda das tempestades da vida.

Você sente que esta sendo atacado?

Está enfrentando uma situação difícil, um problema muito grande?

Corra para Deus, Ele te protegerá, agradeça-o por isso.

Dentre as inúmeras promessas do Senhor, destaco algumas que poderão dar a noção do poder que temos à nossa disposição em Deus, o nosso Pai e Senhor

Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em segurança. (Sl. 4.8)

Torre forte é o nome do SENHOR; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio. (Pv.18.10), Deus é nossa real segurança na Tribulação.

Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. (Is. 41.10);

E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo; guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse.   (Jo.17.11,12)             

Deus é “socorro bem presente nas tribulações”. Ele está ao alcance do seu povo e quer que busquemos seu socorro em qualquer momento de necessidade.

Ele é suficiente em qualquer situação e nunca nos deixa só. NÃO PRECISAMOS TEMER!! 

Mas fiel é o Senhor, que vos confirmará, e guardará do maligno. (2Ts. 3.3)

Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei. E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem. (Hb.13.5,6)

Durante nossa vida experimentamos não apenas grandes chuvas, mas pequenos e constantes problemas e preocupações, que nos pressionam ainda mais em tempos difíceis, colocando sobre nossas costas um peso esmagador. Às vezes não nos causam dores intensas, mas esgotam nossas forças e nos desencorajam.

Em várias situações de nossa vida sempre sentimos o peso dos fardos. Algumas vezes nos esquecemos de que, mesmo carregando nossos fardos, estamos sendo carregados pelo nosso Pai Celeste, que é o Refúgio nas horas de tribulação.

Mas Jesus está sempre presente para proteger o coração dos Seus.

A vida vitoriosa, sem altos e baixos em demasia, sem desvios e escândalos, sem legalismo e permissividade, depende do refúgio secreto. É ali que bebemos da água viva e alimentamos do pão do céu, é ali que se reabastece numa seqüência perfeita depois de qualquer esforço, é ali que se aprende a não ter medo.

Que você viva hoje a segurança de estar nos braços de Deus! É só correr para o Pai Celestial, Ele anseia por nos socorrer

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

sábado, 25 de maio de 2019

DEUS TEM SAUDADES DAQUELES QUE O DEIXAM


Em certa altura da história do Antigo Testamento, na época de Jeremias, por volta do ano 627 antes de Cristo, o povo eleito se "desprendeu" e "saiu" da presença de Deus, "renunciou" os compromissos religiosos, "pôs-se" do lado de fora da aliança e da cerca que os protegia, "repudiou" a própria história (iniciada há mais de mil anos, com a chamada de Abraão) e "desertou" para o lado oposto.

Não é necessário usar tantos verbos para explicar o que aconteceu. Basta dizer, em uma linguagem mais clara, que Israel "apostatou" da fé.

Isso tem se repetido tanto na história dos hebreus como na história da igreja. A pesquisa da American Physical Society mostra que daqui a menos de 40 anos o cristianismo e as outras religiões poderão ser radicalmente extintos em nove países ricos -- Canadá, Austrália, Áustria, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca. Todos esses países são cristãos -- alguns católicos e outros protestantes.

Trata-se, portanto, de uma acentuada e generalizada apostasia, que combina com a previsão mencionada por Paulo: "O Espírito de Deus diz claramente que, nos últimos tempos, alguns abandonarão a fé [por darem] atenção a espíritos enganadores e a ensinamentos que vêm de demônios" (1Tm 4.1, NTLH).

A apostasia é algo muito sério. Entre os apóstatas mais notáveis do período bíblico estão o rei Acaz (2Cr 29.19), o rei Manassés (2Cr 33.19), Demas (2Tm 4.10), Himeneu e Alexandre (1Tm 1.19-20).

Há muitas razões para a apostasia. Uma delas é a força destruidora da perseguição religiosa. As ameaças, a tortura, a prisão e o martírio têm feito alguns cristãos renunciarem a fé. Às vezes apenas "da boca para fora", mas não no íntimo.

O relaxamento moral progressivo, por sua vez, pode descambar na apostasia. Daí a exortação: "Se continuarmos a pecar de propósito, depois de conhecer a verdade, já não há mais sacrifício que possa tirar os nossos pecados" (Hb 10.26, NTLH). A intensificação dos poderes demoníacos, por meio de falsos profetas, falsos mestres, falsos cristãos e falsos milagres, pode roubar a fé de muitos. O Apocalipse diz que todos ficarão maravilhados com a cura da besta que havia sido golpeada mortalmente e, então, se porão ao lado dela (Ap 13.3).

É difícil, mas pode acontecer que o apóstata venha a se arrepender e volte para o aprisco. Pela instrumentalidade dos profetas,
Deus se dirige às gerações apóstatas de maneira comovente. Às vezes, ele recorda os bons tempos anteriores à apostasia: "Eu me lembro bem de como você procurava me agradar e demonstrar o seu amor, como uma jovem noiva, [e quando] me seguia fielmente, através do deserto onde planta nenhuma podia nascer"(Jr 2.2, BV). 

Outras vezes, ele reclama com ternura: "O meu povo cometeu dois pecados: Eles abandonaram a mim, a fonte de água fresca, e cavaram cisternas, cisternas rachadas que deixam vazar a água da chuva" (Jr 2.13, NTLH). Quando convém, ele fala mais energicamente e faz promessas de renovo: "Venham cá, vamos discutir este assunto [pois] os seus pecados os deixaram manchados de vermelho, manchados de vermelho escuro; mas eu os lavarei, e vocês ficarão brancos como a neve, brancos como a lã" (Is 1.18, NTLH).

A evangelização pretende alcançar os que nunca ouviram o anúncio das boas-novas.

A re evangelização, por sua vez, quer alcançar aqueles que saíram do meio de nós, mas, a rigor, ainda não eram dos nossos (1Jo 2.19). É possível que "com laços de amor e de bondade" (Os 11.4) Deus os traga de volta!

Fonte: Ultimato / Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 24 de maio de 2019

O FOGO PURIFICADOR

Deus está levantando uma nova geração que manifestará sua glória, não a glória dos homens.

"Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o Senhor dos Exércitos.

Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele ê como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas" (Ml 3:1-3).

Deus está levantando uma nova geração que manifestará sua glória, não a glória dos homens; um povo que espelhe o caráter de Deus, formado à sua imagem:

"Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata; há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém, para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra" (2 Tm 2:20,21 - grifo do autor).

Observe que existem dois tipos de vasos: o vaso para honra e o da desonra. A palavra grega para desonra é atimia, significando desonra, repreensão, vergonha, vil. Para a palavra honra temos time, definida como preciosa. Deus diz:"Se apartares o precioso do vil, serás a minha boca" (Jr 15:19- grifo do autor).

Como se separa o precioso do vil? Pelo processo do refinamento ou purificação (ver 2 Timóteo 2:21).A definição de purificar no texto de Paulo a Timóteo é limpar completamente, eliminando as impurezas.

"Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao Senhor justas ofertas" (Ml 3:3 - grifo do autor).

Os "filhos de Levi" referidos no Antigo Testamento são sombra do "sacerdócio real" mencionado por Pedro (1 Pedro 2:9), que é a Igreja. Sendo que Deus compara a purificação do sacerdócio a um processo de purificação do ouro e da prata, seria importante conhecermos as características desses metais, e o processo pelo qual são purificados. Falaremos apenas do ouro, já que o processo de purificação do ouro e da prata são praticamente iguais.

O ouro tem aquela cor amarelada, de metal brilhante e é encontrado na natureza sempre em pequenas quantidades, mas nunca totalmente puro. Depois de purificado, o ouro se torna mais macio, flexível, livre dos elementos corrosivos e de outras substâncias impuras. 

Misturado em seu estado natural com outros metais, tais como bronze, ferro e níquel, ele é duro, inflexível e corrosivo. Essa mistura é chamada de liga. Quanto maior a percentagem de bronze, ferro e níquel, maior a inflexibilidade do ouro; o contrário também é verdadeiro: quanto menor a liga, maior a flexibilidade e a maciez do metal.

Temos aqui um paralelo espiritual: o coração sincero diante de Deus é como ouro puro. O coração puro é manso, terno e amoldável.
"Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto... pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado " (Hb 3:7,8, 13 - grifo do autor).

O pecado é a liga que, agregado ao ouro, torna nosso coração endurecido. Esta falta de ternura cria cm nós muita insensibilidade, incapacitando-nos para ouvir a voz de Deus.

Lamentavelmente, este é o problema de muitos irmãos na Igreja: são pessoas que têm uma aparência de santidade, mas não têm o coração terno e manso. Já não ardem de paixão por Jesus.

Aquele ardor que os consumia de amor a Deus foi substituído pelo amor egoísta, que busca apenas prazer, conforto e benefícios. Acreditando que a piedade é fonte de lucro (1 Tm 6:5), tais pessoas querem apenas os benefícios da promessa, deixando de lado o Doador das bênçãos.

Enganados, deliciam-se com as coisas do mundo, achando que têm direito ao céu!

Extraído do Livro Vitória no deserto de autoria de John Bevere / Por Litrazini
Graça e Paz