quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

ENFRENTANDO ATAQUE MALIGNO

Antes que qualquer forma de disciplina seja usada, deve-se considerar a possibilidade de existir uma influência demoníaca.

A rebelião é uma forma frequente de interferência demoníaca no lar, e deve ser encarada como uma guerra espiritual antes de confrontá-la no mundo natural. 

Punir uma criança com um espírito rebelde somente promoverá ressentimento e agravará o problema. Embora a punição possa trazer obediência na hora, se existirem influências espirituais envolvidas, o problema provavelmente reaparecerá no futuro.

Discórdias e brigas no lar, em que esforços seculares falharam completamente, foram resolvidos rapidamente por meio do exercício da autoridade espiritual pelo chefe da família.

É preciso compreender que muitos dos nossos problemas vêm da ação de demônios. Eles trazem opressão, desespero, rebelião, brigas, enfermidade e até morte.

Se as pessoas não estiverem dispostas a creditar esses tipos de problemas aos agentes satânicos, não poderão enfrentá-los por meio da guerra espiritual.

É necessário familiarizar-se com as Escrituras para compreender a extensão em que os demônios podem trazer esses tipos de aflições.

Em quase todos os relatos de curas realizadas por Jesus, existe a menção que ele estava expulsando espíritos malignos.

Embora nem todas as enfermidades ou problemas emocionais sejam causados pela ação dos demônios, muitos são, e é necessário que aquele que esteja em autoridade discirna quando esse é o caso e trate o problema de forma apropriada.

As Escrituras não nos dão uma fórmula para lidar com as aflições demoníacas. Entretanto, dá conceitos e fundamentos e muitos exemplos de como Jesus e os apóstolos lidaram com essas condições.

Muitas vezes existem pecados passados e presentes que não foram adequadamente confessados e abandonados. Para que a libertação possa ser obtida, é necessário lidar com isso por meio do arrependimento, da confissão e da renúncia. 

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


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